0 of.pedagogica-pmec diversidade-sexual-03.5.11

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Destina-se ao Blog Professor Mediador em Ação blog do Professor Edson Batista.

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  1. 1. &quot;Triste época! É mais fácil desintegrar um átomo que um preconceito“ (Albert Einstein) Fernanda Rezende Pedroza PCOP de Ciências <ul><li>Relações de gêneros </li></ul><ul><li>Diversidade sexual </li></ul>
  2. 2. Nascimento Morte Assim, sexualidade não é apenas sexo. SEXUALIDADE Corpo Cultura Costumes História
  3. 3. Sexualidade A sexualidade humana combina aspectos biológicos, sociais, culturais e psíquicos. Está relacionada com a busca do prazer físico e emocional.
  4. 4. Papel sexual Identidade sexual Orientação sexual 4 Pilares da Sexualidade Sexo biológico
  5. 5. 4 Pilares da Sexualidade <ul><li>Sexo biológico – constituído por características fenotípicas (órgãos genitais, mama, barba, etc.) e genotípicas (gene masculino XY e feminino XX). </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Papel gênero (sexual) – comportamento masculino ou feminino determinado pela sociedade/cultura. </li></ul><ul><li>Variação conforme a época e a cultura. Determinado pela sociedade e em constante transformação. </li></ul><ul><li>  </li></ul>4 Pilares da Sexualidade Não há correspondência entre os papéis sexuais que adquirimos e a nossa orientação sexual
  7. 7. É o conjunto de valores, atitudes, papéis, práticas ou características culturais baseadas no sexo biológico. Gênero Masculino Feminino A gente não nasce mulher, torna-se mulher Simone de Beauvoir, 1983
  8. 8. <ul><li>Identidade gênero (sexual) – vinculada à ideia de quem acreditamos ser. Aspectos importantes: características físicas, contexto familiar e social. A identidade não é tão presa ao sexo biológico. </li></ul>4 Pilares da Sexualidade Travestis – Pessoas que têm identidade masculina e feminina acopladas. Ser travesti não é doença, logo não devemos empregar o sufixo &quot;ismo&quot; na palavra travesti (Tiago Duque, 2005). Rogéria/Astolfo
  9. 9. Transexuais – Pessoas que têm identidade oposta ao seu sexo biológico. 4 Pilares da Sexualidade Ariadne  Thalia Arantes
  10. 10. <ul><li>Orientação afetivo-sexual – indica por qual gênero que uma pessoa se sente preferencialmente atraída fisicamente e/ou emocionalmente. </li></ul>4 Pilares da Sexualidade <ul><li>Pode ser por alguém do sexo oposto, e nesse caso a pessoa é heterossexual . </li></ul><ul><li>Pode ser por alguém do mesmo sexo, e nesse caso a pessoa é homossexual (gays ou lésbicas) </li></ul><ul><li>Pode ser tanto por uma pessoa do mesmo sexo ou do sexo oposto, e nesse caso, a pessoa é bissexual . </li></ul>
  11. 11. Orientação Sexual Inúmeras pesquisas da sociologia, medicina, psicologia, antropologia tentam explicar o fenômeno, mas não há nenhuma teoria conclusiva.
  12. 12. Diversidade Sexual A homossexualidade integra a diversidade sexual, assim como a bissexualidade e a heterossexualidade. Conhecimento das diferentes formas e possibilidades de expressão da sexualidade ao longo da existência humana.
  13. 13. <ul><li>Não é doença física nem problema psicológico. Tampouco é uma opção pessoal, pois não implica em escolha. (se há ma escolha é inconsciente) </li></ul>Homossexualidade <ul><li>1999 – A homossexualidade foi eliminada do código internacional de doença (CID), e tentativas de cura foram publicamente repudiadas pelo Conselho Federação de Psicologia </li></ul>Assim, é impossível a um/uma homossexual levar ou influenciar outra pessoa a ter a mesma orientação dele ou dela.
  14. 14. É a aversão diante do desejo sexual e afetivo por pessoas do mesmo sexo. Esse sentimento é movido, sobretudo, pelo desconhecimento, pela desinformação em relação à sexualidade e às diferentes formas de expressão do desejo, do afeto e dos sentimentos. Homofobia
  15. 15. Amparos legais Estado de São Paulo, a lei 10.948, de 5/11/2001 e m seu artigo 1º diz o seguinte: será punida toda manifestação atentatória ou discriminatória contra cidadão ou cidadão homossexual, bissexual ou transgênero (travesti, transexual). Então, mesmo no caso de se alegar que era apenas “brincadeira” ou “gozação”, a pessoa que discriminou a outra por conta da orientação sexual dela, pode ser processada. A lei atinge principalmente empresas e estabelecimentos (tais como escolas e serviços de saúde) podendo vir a aplicar multa, suspensão ou até mesmo cassar a licença de funcionamento. Um/a funcionário/a público/a pode, inclusive, perder o cargo.
  16. 16. Pesquisas <ul><li>¼ estudantes não gostariam de ter um colega de classe homossexual. A mesma rejeição explícita, apareceu entre professores, ainda que em menor grau. UNESCO, 2004 </li></ul><ul><li>Homossexuais enfrentam violência, ofensa e extorsão. </li></ul><ul><li>Brasil sem homofobia: Combate à Discriminação contra GLBT e Promoção da Cidadania Homossexual, 2004 </li></ul><ul><li>Brasil é campeão mundial em assassinatos homossexuais. A cada 3 dias um homossexual é barbaramente assassinado, vítima da homofobia. </li></ul><ul><li>Luiz Mott, Dept. Antropologia da Universidade Federal da Bahia. </li></ul>
  17. 17. Constituição Federal de 1988 . Artigo 3, IV “Promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade, ou quaisquer outras formas de discriminação”. Amparos legais ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente . Artigo 13 “Os casos de suspeita ou confirmação de maus-tratos contra criança ou adolescente serão obrigatoriamente comunicados ao Conselho Tutelar da respectiva localidade, sem prejuízo de outras providências legais. Artigo 15 “A criança e o adolescente tem direito à liberdade, ao respeito e à dignidade como pessoas humanas”. Artigo 17 “O direito ao respeito consiste na inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral, abrangendo a preservação da imagem, da identidade e da autonomia. Artigo 18 “É dever de todos zelar pela dignidade da criança e do adolescente, pondo-os salvo de qualquer tratamento desumano, violento, atemorizante, vexatório ou constrangedor.
  18. 18. PCN – 1 à 4 série -volume 10 – Pluralidade Cultural e Orientação Sexual - O documento de Pluralidade Cultural trata da diversidade étnica e cultural, plural em sua identidade: é índio, afro-descendente, imigrante, é urbano, sertanejo, caiçara, caipira dessas questões, enfatizando as diversas heranças culturais que convivem na população brasileira, oferecendo informações que contribuam para a formação de novas mentalidades, voltadas para a superação de todas as formas de discriminação e exclusão. O que se coloca, portanto, é o desafio de a escola se constituir um espaço de resistência, isto é, de criação de outras formas de relação social e interpessoal mediante a interação entre o trabalho educativo escolar e as questões sociais, posicionado-se crítica e responsavelmente perante elas. Amparos legais
  19. 19. <ul><li>A escola tem um papel importante na desconstrução de mitos e preconceitos e na aquisição de valores democráticos. </li></ul><ul><li>Nosso objetivo é estimular educadores/as a refletirem sobre sua visão e opinião em relação à homossexualidade, e repensar a sexualidade dos/das jovens no sentido de colaborar, através de seu trabalho, para a eliminação do preconceito e da discriminação aos/as homossexuais. </li></ul>Educação
  20. 20. <ul><li>Sabemos que o desafio é grande.... </li></ul><ul><li>Sugestões relevantes antes de iniciar ações na escola: </li></ul><ul><li>Diálogo, estudo e planejamento com todos da escola (gestores, professores, funcionários e alunos) </li></ul><ul><li>Diálogo e conversa com a família </li></ul><ul><li>Projeto político-pedagógico </li></ul>Educação...
  21. 21. Vídeo: Medo de quê? Kit Prevenção e Comunidade 2009.
  22. 22. MATERIAIS DISTRIBUÍDOS NA REDE ESCOLAR (1996-2003-2007)
  23. 26. KIT 2009 (Julho-agosto) <ul><li>E se fosse com você </li></ul><ul><li>A adolescência </li></ul><ul><li>O corpo das garotas </li></ul><ul><li>O corpo dos garotos </li></ul><ul><li>Diversidade Sexual na Escola: uma metodologia de trabalho com adolescentes e jovens </li></ul><ul><li>Era uma vez uma outra Maria – DVD e manual </li></ul><ul><li>Fenômeno bullying: como prevenir a adolescência e educar par a paz </li></ul><ul><li>Livreto informativo sobre drogas psicotrópicas </li></ul><ul><li>Medo de quê? DVD e folheto </li></ul><ul><li>Saúde e prevenção nas escolas –diretrizes e guia para o educador </li></ul><ul><li>Sexo & Cia: as dúvidas mais comuns (e as mais entranhas) que rolam na adolescência </li></ul><ul><li>Violência urbana </li></ul><ul><li>Preconceito e discriminação no contexto escolar: manual de atividades preventivas para lidar com estas situações. </li></ul>
  24. 28. E se Fosse com Você? Autores: Sandra Sarue e Marcelo Boffa    O tema tratado nessa história é o do bullying , ou seja, situações onde a diferença é tratada como desigualdade por meio de xingamentos, gozações e ofensas. Em um colégio, onde uma determinada turma de estudantes se “diverte” provocando e aterrorizando os demais colegas, a professora descobriu uma forma eficiente de acabar com esse tipo de atitude.
  25. 29. Menina Bonita do Laço de Fita Autora: Ana Maria Machado Este livro, um dos mais premiados e traduzidos da obra de Ana Maria Machado, conta a história de um coelhinho branco que faz de tudo para mudar de cor. Coloca em cena diversos aspectos relacionados a questão étnica/racial possibilitando, assim, um amplo debate sobre a auto-estima, a igualdade e a fraternidade.
  26. 30. Sexo & Cia - As Dúvidas Mais Comuns (e as Mais Estranhas) que Rolam na Adolescência - Publifolha Autor : Jairo Bouer Nesse guia, os/as adolescentes encontrarão, na forma de perguntas e respostas, explicações para as dúvidas mais frequentes sobre sexualidade, saúde reprodutiva, DST e aids, métodos contraceptivos, uso de drogas, relacionamentos afetivos e identidade sexual.                                                                                            O livro de Jairo Bouer
  27. 31. O Corpo das Garotas Autor: Jairo Bouer De forma clara e objetiva, o autor esclarece as principais dúvidas que uma garota tem na pré-adolescência, como a anatomia dos órgãos femininos internos e externos, a reação dos hormônios, o crescimento dos seios e o desenvolvimento rápido do corpo. Traz também dicas para eliminar os pêlos indesejados, para tratar de cravos e espinhas, para diminuir os efeitos da TPM e enfatiza que o/a ginecologista é um aliado importante.
  28. 32. O Corpo dos Garotos Autor: Jairo Bouer Explica ao menino que, de repente, o corpo dele passa por uma revolução: pêlos e espinhas aparecem por todos os lados, a voz desafina, ele se sente inseguro com relação a sexo. Uma fase tumultuada, mas que tem começo, meio e fim. Como essas mudanças não vêm com aviso prévio, o autor explica como encarar tudo isso com naturalidade.
  29. 33. A Adolescência – Publifolha Autor: Contardo Calligaris Nesta publicação, o psicanalista Contardo Calligaris parte da idéia de que a adolescência é sobretudo uma criação sócio-cultural relativamente recente. Com texto leve, didático e simples, possibilita ao/a educador/a decifrar, além da mística que envolve este fenômeno, seus problemas intrínsecos e aparentemente insolúveis.
  30. 34. Fenômeno Bullying: como prevenir a violência nas escolas e educar para a paz - Ed. Versus Autora – Cleo Fante Trata do conjunto de atitudes agressivas, intencionais e repetitivas, ocorrido em um determinado ambiente, especialmente no contexto escolar, conhecido como Fenômeno Bullying . Oferece um panorama mundial sobre bullying , destacando a realidade vivida hoje nas escolas brasileiras e apresentando uma proposta de programa pautado em valores como tolerância, respeito e solidariedade.
  31. 35. Violência Urbana Autores: Paulo Sérgio Pinheiro e Guilherme Assis de Almeida A violência de caráter endêmico, implantada num sistema de relações assimétricas não é um fenômeno novo: dá continuidade a uma longa tradição de práticas de autoritarismo. Este livro apresenta os patamares da violência urbana no Brasil, o contexto maior em que ela se apresenta e indica os caminhos para sua superação.
  32. 36. Medo de quê – DVD e Manual Autores: Instituto Promundo, Ecos, Papai e Salud y Gênero Este desenho animado (sem falas) é um convite para refletir sobre a necessidade de se buscar por uma sociedade mais plural e solidária. Tem por objetivo estimular reflexões críticas que contribuam para o respeito à diversidade sexual e para a redução da homofobia.
  33. 37. Era uma vez uma outra Maria – DVD e Manual Autores: Instituto Promundo, Ecos, Papai e Salud y Gênero Conta a história de Maria, que percebe a forma diferente e, muitas vezes, desigual como são criadas as meninas e os meninos. Em formato de desenho animado, sem palavras, é um bom instrumento para os/as educadores preocupados em abordar os temas da gravidez na adolescência e da violência sexual de forma inovadora. Acompanha um guia de discussão, com sugestões de técnicas de trabalho em grupo.
  34. 38. Livreto Informativo sobre Drogas Psicotrópicas Autor: Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas Com o objetivo de promover a cidadania e reduzir a vulnerabilidade da comunidade escolar em relação à ao uso indevido de drogas e à infecção pelas DST e HIV, esta publicação traz informações atualizadas so bre os diferentes tipos de drogas, seus efeitos e índices sobre o uso das diferentes substâncias no país.
  35. 39. Diversidade Sexual na Escola: uma metodologia de trabalho com adolescentes e jovens Autores: ECOS/CORSA A partir de textos e de propostas de oficinas, esta publicação possibilita aos/às profissionais da educação informações importantes sobre questões relacionadas à diversidade sexual. Favorece, ainda, o questionamento e a desconstrução de uma série de preconceitos e discriminações existentes no contexto escolar tais como: a homofobia, lesbofobia e transfobia.
  36. 40. Saúde e Prevenção nas Escolas – Guia para Educadores e Diretrizes para Implementação do Projeto. Autores : Ministérios da Saúde e da Educação com o apoio da UNESCO, UNICEF e UNFPA Traz textos e oficinas sobre os diferentes aspectos da sexualidade e da saúde reprodutiva de adolescentes e jovens, tendo com base o respeito aos direitos humanos. As diretrizes para a replicação do projeto são apresentadas didaticamente reforçando-se a necessidade do envolvimento dos níveis federal, estadual e municipal,
  37. 41. Vídeo: Filho de dois pais Youtube: Dois pais

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