Cleide de Jesus Gonçalves
Fernanda Cristina Arruda Rodrigues
Jeane Tereza Cotanilla Borges
Jéssica Bouret Dias da Silva
Mª Maria Evilasa Ximenes
Falha na resolução do
                              complexo de
                              Édipo.gerando
                              sentimentos de
Renegação da                  inadequação sexual e
castração,substituindo por    necessidade de ser
um fetiche (a criança), dá-   dominante.
se origem a perversão.
   A perversão - digamos que ela parece
    caracteriza-se por uma espécie de inversão dos
    termos, resultando numa equivalência
    particular entre objeto de prazer e sujeito do
    desejo,o prazer que se tornaria a qualquer
    preço o único referente possível.(Clavreul,
    Jean.1990)
   As perversões chegam à conclusão de que as
    pulsões sofrem a força das resistências (entre
    elas destacam-se a vergonha a moralidade, e os
    ascos e construções sociais da autoridade) que
    as circunscrevem dentro dos limites normais.
    (Freud. S, 1905)
   Freud afirma que a criança é polimorfa, já que a
    vergonha e o asco e as moral ainda não se
    instalaram. Além das zonas erógenas, existem
    elementos que envolvem não só o corpo da
    criança, mas também, outras pessoas como objetos
    sexuais. Assim, as pulsões de olhar, de exibir, de
    crueldade aparecem já na infância e mais tarde se
    associam à vida genital.
      O protagonista do abuso sexual é considerado
    pelo viés psicanalítico como perverso que o
    desiguina como o indivíduo não aceitou a
    castração da fase fálica, ele renega o fato
    inconscientemente e imediatamente busca um
    objeto para encobrir o que para ele não existe,
    dando origem ao fetiche que no caso do pedófilo é
    a criança. “O fetichismo só é patológico quando se
    torna único objeto sexual.”
O psicólogo também afirma que
existem dois perfis de
pedófilos: os abusadores e os
molestadores.
Porem não é necessário chegar
ao ato sexual para ser
considerado como pedófilo, por
isso se utiliza três critério
básicos.
O Brasil já esteve no topo
do pódio em relação a
pedofilia.
A PEDOFILIA PARA A
    PSIQUIATRIA.

A imprensa, por sua vez, gosta de
chamar este crime de pedofilia.


Pedofilia, em Psiquiatria, é o
desejo preferencial por sexo com
crianças. Mas não existe um crime
com este nome. Logo, em termos
técnicos, pedofilia não é crime. É
apenas um transtorno mental.
O conceito de pedofilia se refere a um
transtorno mental em que a pessoa sente
prazer sexual quando tem estímulos que
envolvam crianças ou se necessariamente
precisa delas para se excitar. Trata-se de
uma doença, de acordo com a CID-10 .

Um pedófilo está predisposto a agir como tal
por estar sujeito a intensos impulsos mas,
se não for louco – em algum nível – tem a
capacidade de evitar as tentações, ou pelo
menos buscar ajuda para evitá-las.
• Não há um perfil padrão de um
pedófilo .
• Nem todas pessoas que
sofreram de maus tratos ou até
mesmo abusos sexuais na
infância tem maior propensão de
se tornar pedófilos.
• Estudos médicos apontam para
mais de um fator causador do
problema: predisposição
genética e cerebral, além de
estímulos ambientais. O desafio
a ser desvendado é o peso que
cada uma dessas prováveis
causas tem para determinar o
desenvolvimento da doença.
•Estudos admitem que nenhum psiquiatra na história foi capaz
de apontar uma razão sólida que leva um homem a ter atração
sexual por crianças. Mas isso não significa, no entanto, que
os casos sejam sem solução: existem avançadas psicoterapias.

•Hoje, a abordagem mais indicada é a de empatia entre
psiquiatra e paciente. Os psiquiatrias explicam que a
pedofilia, em geral, está ligada a distúrbios de limitação e
violência interpessoal do portador do problema. Combater esse
problema, pela raiz, pode ajudá-lo a inibir a própria atração
sexual por crianças.

•E em casos mais graves existem o tratamento da castração
clinica, a castração quimica.
Um bom tratamento pode fazer o pedófilo
direcionar suas atrações sexuais apenas para
adultos e afastar o objeto infantil da
estrutura psicológica.

Para complementar os efeitos da terapia, os
psiquiatras ainda recomendam certos
medicamentos. Alguns andrógenos (geralmente,
esteróides ligados a características
masculinas mais visíveis), por exemplo, podem
ser ministrados em algumas ocasiões.

Nem todos os pedófilos agem da mesma maneira e
os perfis psicológicos variam, por isso é
necessário estudar caso por caso e avaliar da
melhor forma possivel para que possa aplicar o
melhor tratamento.
Na ordem da ilegalidade, o incesto e a
pedofilia possuem características comuns, o
genitor no primeiro caso e o abusador no
segundo são perversos, ou seja, infringi a
lei, sendo o seu desejo a sua própria lei e
constituição.
Uma pesquisa realizada
no IML ( Instituto Médico
Legal), onde as vítimas de
violência sexual forma
questionadas a respeito de sua
relação com o agressor, teve
como resultado a percentual
de 49,64%, agressores
conhecidos e 22,50%, onde o
agressor era algum parente.
Sendo que 18,75% delas
convivem com o agressor na
mesma residência. (COHEN &
MATSUDA, 1990).
CLAVEUL, Jean. et AL .O DESEJO E A PERVERSÃO.Campinas. Papirus,1990.225 p.
  FREUD, Sigmund. TRÊS ENSAIOS SOBRE A TEORIA DA SEXUALIDADE E OUTROS TRABALHOS.
                         v.7.Rio de Janeiro:Imago1996,2006.
          HUFFMAN, Karen ET al. Psicologia. São Paulo: Atlas, 2003, 816 p.
 KAPLAN, Harold I.; SADOCK, Benjamin J.; GREBB, Jack A. COMPÊNDIO DE PSIQUIATRIA:
      ciências do comportamento e psiquiatria clínica.7.ed.Porto Alegre:Artes
                                    Médicas,1997.
   MARQUES, Heloisa Maria de Vivo. A VOZ DO ABUSADOR: aspectos psicológicos dos
     protagonistas de incesto. Dissertação de Mestrado. Cap.1.2005. Disponível
           em:www.bdtd.ucb.br/tede/tde_arquivos/5/TDE-2007-11-12T152640Z-
                            524/publico/textocompleto.pdf
PEREIRA, Rodrigo. FAMÍLIA E DIGNIDADE: anais do V congresso brasileiro de direito
                  de família. São Paulo: IOB Thomson, 2006. 923 p.
     PORTAL Ciência e Vida Psique: MONSTRO OU DOENTE?. Revista Cientifica. 81.
                                  ed.Disponível em:
        http://www.revistafilosofia.com.br/ESPS/Edicoes/27/imprime77880.asp.
VOLNOVICH, Jorge. ABUSO SEXUAL NA INFÂNCIA. Rio de Janeiro: Lacerda, 2005, 208 p.

Incesto e pedofilia

  • 1.
    Cleide de JesusGonçalves Fernanda Cristina Arruda Rodrigues Jeane Tereza Cotanilla Borges Jéssica Bouret Dias da Silva Mª Maria Evilasa Ximenes
  • 3.
    Falha na resoluçãodo complexo de Édipo.gerando sentimentos de Renegação da inadequação sexual e castração,substituindo por necessidade de ser um fetiche (a criança), dá- dominante. se origem a perversão.
  • 4.
    A perversão - digamos que ela parece caracteriza-se por uma espécie de inversão dos termos, resultando numa equivalência particular entre objeto de prazer e sujeito do desejo,o prazer que se tornaria a qualquer preço o único referente possível.(Clavreul, Jean.1990)  As perversões chegam à conclusão de que as pulsões sofrem a força das resistências (entre elas destacam-se a vergonha a moralidade, e os ascos e construções sociais da autoridade) que as circunscrevem dentro dos limites normais. (Freud. S, 1905)
  • 5.
    Freud afirma que a criança é polimorfa, já que a vergonha e o asco e as moral ainda não se instalaram. Além das zonas erógenas, existem elementos que envolvem não só o corpo da criança, mas também, outras pessoas como objetos sexuais. Assim, as pulsões de olhar, de exibir, de crueldade aparecem já na infância e mais tarde se associam à vida genital.  O protagonista do abuso sexual é considerado pelo viés psicanalítico como perverso que o desiguina como o indivíduo não aceitou a castração da fase fálica, ele renega o fato inconscientemente e imediatamente busca um objeto para encobrir o que para ele não existe, dando origem ao fetiche que no caso do pedófilo é a criança. “O fetichismo só é patológico quando se torna único objeto sexual.”
  • 7.
    O psicólogo tambémafirma que existem dois perfis de pedófilos: os abusadores e os molestadores. Porem não é necessário chegar ao ato sexual para ser considerado como pedófilo, por isso se utiliza três critério básicos. O Brasil já esteve no topo do pódio em relação a pedofilia.
  • 13.
    A PEDOFILIA PARAA PSIQUIATRIA. A imprensa, por sua vez, gosta de chamar este crime de pedofilia. Pedofilia, em Psiquiatria, é o desejo preferencial por sexo com crianças. Mas não existe um crime com este nome. Logo, em termos técnicos, pedofilia não é crime. É apenas um transtorno mental.
  • 14.
    O conceito depedofilia se refere a um transtorno mental em que a pessoa sente prazer sexual quando tem estímulos que envolvam crianças ou se necessariamente precisa delas para se excitar. Trata-se de uma doença, de acordo com a CID-10 . Um pedófilo está predisposto a agir como tal por estar sujeito a intensos impulsos mas, se não for louco – em algum nível – tem a capacidade de evitar as tentações, ou pelo menos buscar ajuda para evitá-las.
  • 15.
    • Não háum perfil padrão de um pedófilo . • Nem todas pessoas que sofreram de maus tratos ou até mesmo abusos sexuais na infância tem maior propensão de se tornar pedófilos. • Estudos médicos apontam para mais de um fator causador do problema: predisposição genética e cerebral, além de estímulos ambientais. O desafio a ser desvendado é o peso que cada uma dessas prováveis causas tem para determinar o desenvolvimento da doença.
  • 16.
    •Estudos admitem quenenhum psiquiatra na história foi capaz de apontar uma razão sólida que leva um homem a ter atração sexual por crianças. Mas isso não significa, no entanto, que os casos sejam sem solução: existem avançadas psicoterapias. •Hoje, a abordagem mais indicada é a de empatia entre psiquiatra e paciente. Os psiquiatrias explicam que a pedofilia, em geral, está ligada a distúrbios de limitação e violência interpessoal do portador do problema. Combater esse problema, pela raiz, pode ajudá-lo a inibir a própria atração sexual por crianças. •E em casos mais graves existem o tratamento da castração clinica, a castração quimica.
  • 17.
    Um bom tratamentopode fazer o pedófilo direcionar suas atrações sexuais apenas para adultos e afastar o objeto infantil da estrutura psicológica. Para complementar os efeitos da terapia, os psiquiatras ainda recomendam certos medicamentos. Alguns andrógenos (geralmente, esteróides ligados a características masculinas mais visíveis), por exemplo, podem ser ministrados em algumas ocasiões. Nem todos os pedófilos agem da mesma maneira e os perfis psicológicos variam, por isso é necessário estudar caso por caso e avaliar da melhor forma possivel para que possa aplicar o melhor tratamento.
  • 18.
    Na ordem dailegalidade, o incesto e a pedofilia possuem características comuns, o genitor no primeiro caso e o abusador no segundo são perversos, ou seja, infringi a lei, sendo o seu desejo a sua própria lei e constituição.
  • 20.
    Uma pesquisa realizada noIML ( Instituto Médico Legal), onde as vítimas de violência sexual forma questionadas a respeito de sua relação com o agressor, teve como resultado a percentual de 49,64%, agressores conhecidos e 22,50%, onde o agressor era algum parente. Sendo que 18,75% delas convivem com o agressor na mesma residência. (COHEN & MATSUDA, 1990).
  • 22.
    CLAVEUL, Jean. etAL .O DESEJO E A PERVERSÃO.Campinas. Papirus,1990.225 p. FREUD, Sigmund. TRÊS ENSAIOS SOBRE A TEORIA DA SEXUALIDADE E OUTROS TRABALHOS. v.7.Rio de Janeiro:Imago1996,2006. HUFFMAN, Karen ET al. Psicologia. São Paulo: Atlas, 2003, 816 p. KAPLAN, Harold I.; SADOCK, Benjamin J.; GREBB, Jack A. COMPÊNDIO DE PSIQUIATRIA: ciências do comportamento e psiquiatria clínica.7.ed.Porto Alegre:Artes Médicas,1997. MARQUES, Heloisa Maria de Vivo. A VOZ DO ABUSADOR: aspectos psicológicos dos protagonistas de incesto. Dissertação de Mestrado. Cap.1.2005. Disponível em:www.bdtd.ucb.br/tede/tde_arquivos/5/TDE-2007-11-12T152640Z- 524/publico/textocompleto.pdf PEREIRA, Rodrigo. FAMÍLIA E DIGNIDADE: anais do V congresso brasileiro de direito de família. São Paulo: IOB Thomson, 2006. 923 p. PORTAL Ciência e Vida Psique: MONSTRO OU DOENTE?. Revista Cientifica. 81. ed.Disponível em: http://www.revistafilosofia.com.br/ESPS/Edicoes/27/imprime77880.asp. VOLNOVICH, Jorge. ABUSO SEXUAL NA INFÂNCIA. Rio de Janeiro: Lacerda, 2005, 208 p.