Inovação na Atenção Ambulatorial
Especializada
CONASS DEBATE
Brasília, 6 de agosto de 2015
CONTEXTO
REDE/PLANIFICAÇÃO DA APS 2009 2011
CONASS - apoiar a qualificação das
equipes estaduais das Secretarias
de Saúde para o cumprimento de
seu papel de apoio técnico aos
municípios no fortalecimento da
APS:
1. Oficinas com as equipes
estaduais para discussão teórica e
metodológica da oficina de Rede e
das 11 oficinas de Planificação da
APS.
2. Apoio à aplicação pelas SES das
oficinas de planificação nos
municípios.
2015
Planificação da Atenção Primária à Saúde nos Estados
Um Olhar sobre a Planificação da
APS no estado do Pará
Os Laboratórios de Inovação foram definidos como espaços de
produção de evidências de boa gestão, a partir de práticas
inovadoras desenvolvidas pelos gestores do SUS e de outros
países.
Tem como objetivo produzir e disseminar conhecimentos com
foco em soluções práticas e instrumentos inovadores, valorizando-
os, resgatando e analisando os processos, as práticas, as
ferramentas e os instrumentos que foram desenvolvidos
A iniciativa do Laboratório de Inovação sobre crônicas na APS
fixa‐se na busca de solução para o problema universal que se
defrontam os sistemas de saúde, de como enfrentar, com
efetividade, eficiência e qualidade, as condições crônicas.
LABORATÓRIOS DE INOVAÇÃO
SMS CURITIBA - LABORATÓRIO DE INOVAÇÕES DE ATENÇÃO ÀS
CONDIÇÕES CRÔNICAS NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE - 2010.
Implantar o modelo de
atenção às condições
crônicas no contexto
das RAS, visando à
melhoria da atenção
primária à saúde,
investindo e produzindo
resultados nas áreas de
gestão do
conhecimento e
produção de evidência.
“LIACC MACC na APS em Curitiba”
 Secretaria de Estado da Saúde do
Paraná
 Secretaria Municipal de Saúde de
Curitiba
CONASS
Opas
Pontifícia Universidade Católica do
Paraná (PUCPR) - desenho da
pesquisa avaliativa proposto para
avaliar a implantação do MACC,
em especial o estudo de caso em
desenvolvimento na UBS
Alvorada.
2012
Como desenvolvimento
metodológico foram previstas
duas etapas, uma de
acompanhamento do
desenvolvimento de
tecnologias inovadoras do
modelo de crônicas e outra
etapa de produção e difusão
dos conhecimentos.
Estudo de Caso UBS Alvorada
Vídeo 1 – Condições Crônicas: um desafio aos
sistemas de saúde
Vídeo 2 – Laboratório de Inovação na Atenção às
Condições Crônicas no Brasil
Vídeo 3 – Modelo de Atenção às Condições Crônicas: a
experiência de Curitiba
Vídeo 4 – Auto Cuidado Apoiado
Vídeo 5 – Cuidado Compartilhado
Vídeo 6 – Laboratório de Inovações na Atenção às
Condições Crônicas no Brasil
Junho 2013 “LIACC MACC
SANTO ANTONIO DO
MONTE/MG”
 Secretaria de Estado da
Saúde de Minas Gerais –
APS e VS
 Prefeitura Municipal de
Santo Antonio do
Monte/Secretaria Municipal
de Saúde
 Fundação Dr. José Maria
dos Mares Guia
 CONASS
Opas
Universidade Federal de
Minas Gerais – UFMG/IPEAD
Modelo de Atenção às Condições
Crônicas (MACC) - Fluxo Atenção
Contínua Centro Integrado -
Hipertensão arterial sistêmica, diabetes
mellitus, gestação e crianças de até um
ano de idade.
CENTRO HIPERDIA VIVA VIDA DE SANTO
ANTONIO DO MONTE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE
CONASS – apoio à SES MG
para:
 Oficinas de Macro e
Micro processos
 Tutoria
 Implantação de novas
tecnologias (autocuidado
apoiado, cuidado
compartilhado, gestão de
caso, atenção contínua,
atenção compartilhada a
grupo, grupo de pares,
novas relações entre
especialistas
e generalistas
2014 “LIACC TAUÁ”
 CONASS
 SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO
CEARÁ
 ESP – ESCOLA DE SAÚDE PÚBLICA/CE
 SMS – SECRETARIA MUNICIPAL DE
SAÚDE DE TAUÁ
 FIOCRUZ/CEARÁ
 UNIFOR
LABORATÓRIO EM ATENÇÃO PRIMÁRIA NO MUNICÍPIO DE TAUÁ - CE
FASE 1 – Curso de Especialização em Planificação da APS envolvendo todos os
profissionais da APS das UBS municipais – 530 participantes
CONASS:
 Membro do
Grupo Gestor
 Qualificação dos
facilitadores
locais
 Facilitadores para
aplicação das
oficinas
 Capacitação dos
tutores
LABORATÓRIO EM ATENÇÃO PRIMÁRIA NO MUNICÍPIO DE TAUÁ - CE
2015 - FASE 2 – Integração da APS com a Atenção Especializada
O modelo da organização
fragmentada do Posto de
Atenção Médica1
O modelo da organização em
redes de atenção à saúde - o
Modelo do Ponto de Atenção
Secundária Ambulatorial 2
Fonte: Mendes EV. As redes de atenção à saúde. Brasília, Organização Pan-Americana da Saúde, 2011 / O cuidado das
condições crônicas na atenção primária à saúde: o imperativo da consolidação da estratégia da saúde da família. Brasília,
Organização Pan-Americana da Saúde, 2012
Os fundamentos da organização da Atenção Ambulatorial Especializada (AAE) nas Rede de
Atenção à Saúde (RAS)
O princípio da suficiência
 Numa RAS não deve haver
redundâncias ou retrabalhos entre
a APS, os pontos de atenção
secundários e terciários e os
sistemas de apoio.
 Esse princípio garante a atenção
no lugar certo e com o custo certo
nas RAS.
Fonte: Francesc JM et al. La gobernanza em las redes integradas de servicios
de salud (RISS): contextos, modelos y actores em America Latina. Washington,
Organizacion Panamericana de la Salud, 2011
O princípio da coordenação da atenção: os
papéis da APS nas RAS2
A responsabilização pela população adscrita
A resolução dos problemas mais frequentes
A coordenação da atenção em todos os
pontos das RAS.
Fonte: Mendes EV. As redes de atenção à saúde. Brasília, Organização Pan-
Americana da Saúde, 2011
O Modelo do Ponto de Atenção Secundária
Ambulatorial
Uma forma de organizar a AAE como um ponto de
atenção à saúde em RAS, comunicando-se
organicamente com a APS, com os sistemas de apoio e
com os sistemas logísticos e operando segundo
modelos de atenção baseados em evidência a fim de
agregar valor para as pessoas usuárias.
Fonte: Mendes EV. O cuidado das condições crônicas na atenção primária à saúde: o imperativo
da consolidação da estratégia da saúde da família. Brasília, Organização Pan-Americana da Saúde,
2012
“LABORATÓRIO DE GOVERNANÇA
DE REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE ”
 Secretaria de Estado da Saúde do
Paraná
 15° REGIONAL DE SAÚDE DE
MARINGÁ
CONASS
Fundação Dom Cabral - desenvolver
estudo para discutir o tema da
governança em rede de maneira
geral e, em particular, sua aplicação
na área da saúde, mais
especificamente no SUS Paraná
2014
LIÇÕES APRENDIDAS
O protagonismo das Secretarias Estaduais de Saúde é
fundamental para o fortalecimento da APS e
determinante para a integração da APS com a AAE.
As Secretarias Estaduais de Saúde somente serão
protagonistas se os níveis central e regional estiverem
em sintonia.
O envolvimento do gestor político do município é
fundamental para o fortalecimento da APS e para sua
integração com a AAE.
Laboratórios de Inovação no Cuidado das Condições Crônicas do CONASS

Laboratórios de Inovação no Cuidado das Condições Crônicas do CONASS

  • 1.
    Inovação na AtençãoAmbulatorial Especializada CONASS DEBATE Brasília, 6 de agosto de 2015
  • 2.
  • 3.
    REDE/PLANIFICAÇÃO DA APS2009 2011 CONASS - apoiar a qualificação das equipes estaduais das Secretarias de Saúde para o cumprimento de seu papel de apoio técnico aos municípios no fortalecimento da APS: 1. Oficinas com as equipes estaduais para discussão teórica e metodológica da oficina de Rede e das 11 oficinas de Planificação da APS. 2. Apoio à aplicação pelas SES das oficinas de planificação nos municípios. 2015 Planificação da Atenção Primária à Saúde nos Estados Um Olhar sobre a Planificação da APS no estado do Pará
  • 4.
    Os Laboratórios deInovação foram definidos como espaços de produção de evidências de boa gestão, a partir de práticas inovadoras desenvolvidas pelos gestores do SUS e de outros países. Tem como objetivo produzir e disseminar conhecimentos com foco em soluções práticas e instrumentos inovadores, valorizando- os, resgatando e analisando os processos, as práticas, as ferramentas e os instrumentos que foram desenvolvidos A iniciativa do Laboratório de Inovação sobre crônicas na APS fixa‐se na busca de solução para o problema universal que se defrontam os sistemas de saúde, de como enfrentar, com efetividade, eficiência e qualidade, as condições crônicas. LABORATÓRIOS DE INOVAÇÃO
  • 5.
    SMS CURITIBA -LABORATÓRIO DE INOVAÇÕES DE ATENÇÃO ÀS CONDIÇÕES CRÔNICAS NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE - 2010. Implantar o modelo de atenção às condições crônicas no contexto das RAS, visando à melhoria da atenção primária à saúde, investindo e produzindo resultados nas áreas de gestão do conhecimento e produção de evidência.
  • 6.
    “LIACC MACC naAPS em Curitiba”  Secretaria de Estado da Saúde do Paraná  Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba CONASS Opas Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) - desenho da pesquisa avaliativa proposto para avaliar a implantação do MACC, em especial o estudo de caso em desenvolvimento na UBS Alvorada. 2012 Como desenvolvimento metodológico foram previstas duas etapas, uma de acompanhamento do desenvolvimento de tecnologias inovadoras do modelo de crônicas e outra etapa de produção e difusão dos conhecimentos.
  • 7.
    Estudo de CasoUBS Alvorada Vídeo 1 – Condições Crônicas: um desafio aos sistemas de saúde Vídeo 2 – Laboratório de Inovação na Atenção às Condições Crônicas no Brasil Vídeo 3 – Modelo de Atenção às Condições Crônicas: a experiência de Curitiba Vídeo 4 – Auto Cuidado Apoiado Vídeo 5 – Cuidado Compartilhado Vídeo 6 – Laboratório de Inovações na Atenção às Condições Crônicas no Brasil
  • 8.
    Junho 2013 “LIACCMACC SANTO ANTONIO DO MONTE/MG”  Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais – APS e VS  Prefeitura Municipal de Santo Antonio do Monte/Secretaria Municipal de Saúde  Fundação Dr. José Maria dos Mares Guia  CONASS Opas Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG/IPEAD
  • 9.
    Modelo de Atençãoàs Condições Crônicas (MACC) - Fluxo Atenção Contínua Centro Integrado - Hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus, gestação e crianças de até um ano de idade. CENTRO HIPERDIA VIVA VIDA DE SANTO ANTONIO DO MONTE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE
  • 10.
    CONASS – apoioà SES MG para:  Oficinas de Macro e Micro processos  Tutoria  Implantação de novas tecnologias (autocuidado apoiado, cuidado compartilhado, gestão de caso, atenção contínua, atenção compartilhada a grupo, grupo de pares, novas relações entre especialistas e generalistas
  • 11.
    2014 “LIACC TAUÁ” CONASS  SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO CEARÁ  ESP – ESCOLA DE SAÚDE PÚBLICA/CE  SMS – SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE TAUÁ  FIOCRUZ/CEARÁ  UNIFOR
  • 12.
    LABORATÓRIO EM ATENÇÃOPRIMÁRIA NO MUNICÍPIO DE TAUÁ - CE FASE 1 – Curso de Especialização em Planificação da APS envolvendo todos os profissionais da APS das UBS municipais – 530 participantes CONASS:  Membro do Grupo Gestor  Qualificação dos facilitadores locais  Facilitadores para aplicação das oficinas  Capacitação dos tutores
  • 13.
    LABORATÓRIO EM ATENÇÃOPRIMÁRIA NO MUNICÍPIO DE TAUÁ - CE 2015 - FASE 2 – Integração da APS com a Atenção Especializada O modelo da organização fragmentada do Posto de Atenção Médica1 O modelo da organização em redes de atenção à saúde - o Modelo do Ponto de Atenção Secundária Ambulatorial 2 Fonte: Mendes EV. As redes de atenção à saúde. Brasília, Organização Pan-Americana da Saúde, 2011 / O cuidado das condições crônicas na atenção primária à saúde: o imperativo da consolidação da estratégia da saúde da família. Brasília, Organização Pan-Americana da Saúde, 2012 Os fundamentos da organização da Atenção Ambulatorial Especializada (AAE) nas Rede de Atenção à Saúde (RAS) O princípio da suficiência  Numa RAS não deve haver redundâncias ou retrabalhos entre a APS, os pontos de atenção secundários e terciários e os sistemas de apoio.  Esse princípio garante a atenção no lugar certo e com o custo certo nas RAS. Fonte: Francesc JM et al. La gobernanza em las redes integradas de servicios de salud (RISS): contextos, modelos y actores em America Latina. Washington, Organizacion Panamericana de la Salud, 2011 O princípio da coordenação da atenção: os papéis da APS nas RAS2 A responsabilização pela população adscrita A resolução dos problemas mais frequentes A coordenação da atenção em todos os pontos das RAS. Fonte: Mendes EV. As redes de atenção à saúde. Brasília, Organização Pan- Americana da Saúde, 2011
  • 14.
    O Modelo doPonto de Atenção Secundária Ambulatorial Uma forma de organizar a AAE como um ponto de atenção à saúde em RAS, comunicando-se organicamente com a APS, com os sistemas de apoio e com os sistemas logísticos e operando segundo modelos de atenção baseados em evidência a fim de agregar valor para as pessoas usuárias. Fonte: Mendes EV. O cuidado das condições crônicas na atenção primária à saúde: o imperativo da consolidação da estratégia da saúde da família. Brasília, Organização Pan-Americana da Saúde, 2012
  • 15.
    “LABORATÓRIO DE GOVERNANÇA DEREDES DE ATENÇÃO À SAÚDE ”  Secretaria de Estado da Saúde do Paraná  15° REGIONAL DE SAÚDE DE MARINGÁ CONASS Fundação Dom Cabral - desenvolver estudo para discutir o tema da governança em rede de maneira geral e, em particular, sua aplicação na área da saúde, mais especificamente no SUS Paraná 2014
  • 16.
    LIÇÕES APRENDIDAS O protagonismodas Secretarias Estaduais de Saúde é fundamental para o fortalecimento da APS e determinante para a integração da APS com a AAE. As Secretarias Estaduais de Saúde somente serão protagonistas se os níveis central e regional estiverem em sintonia. O envolvimento do gestor político do município é fundamental para o fortalecimento da APS e para sua integração com a AAE.