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As Redes de Atenção e o papel da
Atenção Primária em Saúde
Prof. Me. Felipe Assan Remondi
felipe.remondi@gmail.com
• Missão prevista
▫ Ao final da aula o estudante será capaz
 Compreender os aspectos históricos, contextuais e os fundamentos e os desafios para
o desenvolvimento das redes de atenção à saúde;
 Conhecer os princípios organizativos e elementos constitutivos de uma rede de
atenção;
 Compreender o papel da Atenção Primária em Saúde no contextos das Redes.
• Procedimentos didáticos e recursos previstos
▫ Aulas dialogadas com uso de multimídia e discussões com base em textos que
abordem as temáticas. Leitura e discussão de textos selecionados em
pequenos grupos e grande grupo.
• Avaliação:
▫ Participação nas discussões e nas dinâmicas propostas.
▫ Frequência nas aulas teóricas e Autoavaliação.
▫ Contribuições na oficina de discussão da integração da vigilância em saúde às
redes de atenção do SUS.
2
16/05/2014Prof. Me. Felipe A.
Remondi
3
Concepção de saúde e modelos de atenção em saúde
Transição epidemiológica e desafios à estrutura assistencial
Elementos conceituais e constitutivos das redes de atenção à saúde
Atenção Primária e Território no contexto das redes de atenção
Conteúdos selecionados
16/05/2014Prof. Me. Felipe A.
Remondi
4
Entrando no assunto
• Modelos de atenção à saúde:
▫ Combinações de tecnologias utilizadas nas intervenções
sobre problemas e necessidades sociais de saúde.
▫ Não é padrão, não é exemplo, não é burocracia, forma de
gestão ou organização dos serviços de saúde.
▫ Modelo é uma “razão de ser” – uma racionalidade.
PAIM, 2009
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Concepção de saúde Modelo assistencial
5
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Concepção de saúde Modelo assistencial
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Remondi
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Concepção de saúde Modelo assistencial
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Remondi
8
Concepção de saúde Modelo assistencial
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Remondi
9
Histórico recente de modelos de atenção
Abraham
Flexner
Bertrand
Dawson
1920
Relatório Dawson
Inglaterra
Dawson:
Enfoque na prevenção e
tratamento
Vigilância de riscos
Multiprofissional
Rede assistencial
hierarquizada
Profissionais generalistas
Flexner:
Enfoque na
cura/tratamento
Atenção por episódios
Centrada no médico
Centrada no hospital
Alta tecnologia e
especialização
GIOVANELLA; MENDONÇA, 2008
1910
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Remondi
10
Qual o modelo assistencial predominante no Brasil hoje?
16/05/2014Prof. Me. Felipe A.
Remondi
Desafios da atualidade
11
IBGE,2013
16/05/2014Prof. Me. Felipe A.
Remondi
12
Desafios da atualidade
LAVRAS, 2009
16/05/2014Prof. Me. Felipe A.
Remondi
13
Desafios da atualidade
16/05/2014Prof. Me. Felipe A.
Remondi
A crise dos sistemas
• Se manifesta em maior ou menor grau em todos os países do
mundo;
• Em países em desenvolvimento agrava-se por uma dupla ou
tripla carga de doenças:
▫ Crescimento acelerado de doenças crônicas;
▫ Persistência de doenças infecto-parasitárias;
▫ Forte crescimento das causas externas;
• Sistemas de saúde reativos, fragmentados e com resposta
episódica a condições agudas ou agudizações de condições
crônicas;
14
MENDES, 2010
16/05/2014Prof. Me. Felipe A.
Remondi
Resultados clínico-terapêuticos
HA
56,4%
62,0%
39,5%
DM
13,6%
59,1%
35,9%
TG/CT
69,2%
16,1%
22%
15
Prevalência na população geral
> 40 anos em Cambé, 2010
% dos pacientes em
tratamento
% dos pacientes com
resultado clínico
adequado
PETRIS, 2014
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Remondi
A crise dos sistemas
16
MENDES, 2010
Decorre da incoerência entre uma situação de saúde
de transição epidemiológica e demográfica e o do
formato de organização do sistema se saúde
Quando os problemas de saúde são crônicos, o
modelo de tratamento agudo não funciona
Desastre sanitário e econômico em todo o mundo
16/05/2014Prof. Me. Felipe A.
Remondi
17
16/05/2014Prof. Me. Felipe A.
Remondi
Gastos ambulatoriais e hospitalares do SUS
em 2002 com Doenças Crônicas
18
NATUREZA DO GASTO VALOR EM R$
BILHÕES
PORCENTUAL GASTO PER
CAPITA (R$)
GASTO AMBULATORIAL
3,824 35,0 22,20
GASTO HOSPITALAR
3,738 34,2 21,7
TOTAL DE GASTOS EM DOENÇAS
CRÔNICAS 7,562 69,1 44,0
TOTAL DE GASTOS
AMBULATORIAIS E
HOSPILATARES
10,938 - -
DATASUS, SIOPS, 2005
16/05/2014Prof. Me. Felipe A.
Remondi
Crise no modelo de organização dos serviços
• Da decisão baseada em recursos e opiniões para a
decisão baseada em evidências
• Da gestão das condições agudas para a gestão das
condições crônicas
• Da gestão dos meios para a gestão dos fins: a gestão
da clínica
19
16/05/2014Prof. Me. Felipe A.
Remondi
MENDES, 2011
20
Redes de Atenção à Saúde
• Proposta:
▫ Arranjos organizativos das ações e serviços de
saúde, integrados por sistemas de apoio para
garantir a integralidade do cuidado
▫ Garantir a atenção contínua, integral, de
qualidade, responsável e humanizada para
incrementar o desempenho dos sistemas de saúde
e a qualidade de vida da população.
MENDES, 2010, BRASIL, 2010
16/05/2014Prof. Me. Felipe A.
Remondi
21
Sistema Fragmentado APS + Redes de Atenção
• Hierarquia
• Sem coordenação da atenção
• Ação reativa e episódica a partir
da demanda
• Atenção fragmentada por pontos
de atenção
• Cuidado centrado em
profissionais, especialmente
médicos
• Ênfase em medidas curativas
• Financiamento por
procedimentos
• Poliarquia
• Atenção coordenada pela APS
• Ação proativa e contínua,
baseada em planos de cuidados
• Atenção integrada e organizada
em linhas de cuidado
• Atenção colaborativa e
multiprofissional, com foco no
autocuidado
• Ênfase em medidas integrais (da
promoção a reabilitação)
• Financiamento por valor global
MENDES, 2011
Redes de Atenção à Saúde
16/05/2014Prof. Me. Felipe A.
Remondi
22
Redes de Atenção à Saúde
• Estrutura
▫ População adscrita
 APS – elo de ligação entre a população e as redes
▫ Estrutura operacional
 Centro de comunicação
 Pontos de atenção primários, secundários e terciários
 Sistemas de apoio
 Sistemas logísticos
 Governança
▫ Modelo lógico de atenção
 Condições agudas
 Condições cônicas
MENDES, 2011, BRASIL, 2010
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Remondi
23
Redes de Atenção à Saúde
MENDES, 2011
16/05/2014Prof. Me. Felipe A.
Remondi
População
24
16/05/2014Prof. Me. Felipe A.
Remondi
Estrutura Operacional
25
Centro de
Comunica
ção
Pontos de
Atenção
1ªº
Pontos de
Atenção
1ªº
Pontos de
Atenção
2ªº
Pontos de
Atenção
2ªº
Pontos de
Atenção
3ªº
• Centro de Comunicação
• Coordenador do cuidado
• APS
• Complexo regulador
• Pontos de atenção
• 1ªº
• 2ªº
• 3ªº
• Densidade
tecnológica
• Economia de escala
• Concentração
espacial
• SAMU
• Pronto Atendimento
• Consórcios Intermunicipais
• Hospitais
• CEOs
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Remondi
MENDES, 2011
26
Atenção Primária em Saúde
1978
Conferência Internacional sobre
Cuidados Primários de Saúde
Declaração de Alma-Ata
GIOVANELLA; MENDONÇA, 2008
A Conferência reafirma enfaticamente que a saúde - estado de completo bem-estar
físico, mental e social, e não simplesmente a ausência de doença ou enfermidade -
é um direito humano fundamental, e a consecução do mais elevado nível de saúde
é a mais importante meta social mundial [...] Os cuidados de saúde primários são
cuidados essenciais de saúde baseados em métodos e tecnologias práticas,
cientificamente bem fundamentadas e socialmente aceitáveis, colocadas ao
alcance de todos os indivíduos e famílias da comunidade, mediante a sua plena
participação [...] representam o primeiro nível de contato com dos indivíduos, da
família e da comunidade com o sistema de saúde, devendo ser levados o mais
próximo possível dos lugares onde as pessoas vivem e trabalham, e constituem o
primeiro elemento de um processo continuado de assistência à saúde.
16/05/2014Prof. Me. Felipe A.
Remondi
27
Histórico da APS no mundo
1920 1978
GIOVANELLA; MENDONÇA, 2008
1980
Bárbara Starfield
Atenção Primária: Equilíbrio entre necessidades de
saúde, serviços e tecnologia
2002
3 funções
7 atributos
Resolubilidade (85%)
Comunicação
Responsabilização
Primeiro contato
Longitudinalidade
Integralidade
Coordenação
Orientação para a comunidade
Centralidade na família
Competência cultural
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Remondi
28
Histórico da APS no mundo
1920 1978
GIOVANELLA; MENDONÇA, 2008
1980
OMS/OPAS
Renovação da APS
2002 2005
Atualizar a proposta frente as mudanças econômicas,
sociais e epidemiológicas
Incorporação da experiência acumulada sobre o tema
Análise critica de seus objetivos e propósitos
Contribuir com os esforços em andamento para o
fortalecimento dos sistemas de saúde no mundo
16/05/2014Prof. Me. Felipe A.
Remondi
29
OPAS, 2010
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Remondi
Estrutura operacional
30
BRASIL, 2012
16/05/2014Prof. Me. Felipe A.
Remondi
Estrutura operacional
31
BRASIL, 2012
16/05/2014Prof. Me. Felipe A.
Remondi
32
UBS – entre 12 e 18mil hab
BRASIL, 2011
eSF – até 3mil hab:
ACS (12); Médico, Enfermeiro e
Técnicos de enfermagem
+ saúde bucal:
Dentista, Auxiliar e Técnico
em Saúde Bucal
EAB – Equipes específicas
NASF 1 e 2
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Remondi
33
Redes de Atenção na Prática
MENDES, 2011; BRASIL, 2010; BRASIL, 2011;
RedeMãeParanaense-Cegonha
RedeSaúdeMental
RedeUrgênciaeEmergência
RededeSaúdedoIdoso
DiretrizClínica-LinhadeCuidado
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Remondi
34
ANDRADE, BARRETO E BEZERRA, 2008
Redes de Atenção à Saúde
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Remondi
Sistema de governança
35
16/05/2014Prof. Me. Felipe A.
Remondi
Ministério da
Saúde
Conselho
Nacional de
Saúde
Comissão
Intergestores
Tripartite
CONASEMS
CONASS
Federal
Secretaria de
Saúde
Conselho
Estadual de
Saúde
Comissão
Intergestores
Bipartite
COSEMS
Estadual
Regional de
Saúde
Comissão
Intergestores
Regional
CRESEMS
Regional
Secretaria de
Saúde
Conselho
Municipal de
Saúde
Municipal
Modelos de atenção
36
Integralidade
Tripla carga de
doenças
Contexto do SUS/BR
Condições
Agudas
Condições
Crônicas
MENDES, 2011
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Remondi
37
16/05/2014Prof. Me. Felipe A.
Remondi
Modelos de atenção
• A condições agudas
▫ O objetivo deste modelo é identificar, no menor tempo
possível, a gravidade de uma pessoa em situação de
urgência ou emergência e definir o ponto de atenção
adequado a sua condição.
▫ Sustenta-se em:
 Modelos de triagem e classificação de risco
 Definição de fluxogramas para situações habituais que
contemplam agravos clínicos, trauma, ferimentos,
crianças e alterações de comportamento
 Coordenadas pelo complexo regulador
38
16/05/2014Prof. Me. Felipe A.
Remondi
MENDES, 2011
39
CRUZILIA, 2014
16/05/2014Prof. Me. Felipe A.
Remondi
Modelos de atenção
• A condições crônicas
▫ O objetivo deste modelo é permitir uma ação continuada
de intervenção ampla sobre a situação de saúde do
indivíduo e seus determinantes a fim de garantir a redução
dos riscos de complicações, otimização do uso de recursos
assistenciais e ampliação da qualidade de vida dos usuários
▫ Sustenta-se em:
 Modelo de atenção a condições crônicas = Classificação
de riscos + Determinação Social da Saúde
 Coordenadas pela Atenção Primária em Saúde
 Estratégias para superação de desafios organizacionais
40
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Remondi
MENDES, 2011
41
Modelo da pirâmide de riscos em doenças crônicas
16/05/2014Prof. Me. Felipe A.
Remondi
MENDES, 2011
42
16/05/2014Prof. Me. Felipe A.
Remondi
43
A mudança do modelo não é
prioridade
Desafios
Construção de planos estratégicos
que priorizem a mudança
Soluções
Não é resolvido com um sistema
centrado em consultas médicas de
15min – condições agudas
Equipes multiprofissionais, com
ações programáticas e
monitoramento
A equipe de saúde não dispõe de
informações para a tomada de
decisão em tempo oportuno
Definição de diretrizes clínicas com
base em evidências científicas e
programa de educação permanente
Não disponibilidade de informações
clínicas críticas
Estruturar um sistema de
prontuários informatizados e de
estratificação de risco
As pessoas conhecem pouco sobre
sua condição e sobre a organização
do sistema de saúde
Desenvolver o autocuidado apoiado
e a participação da comunidade
Os recursos institucionais são
insuficientes e focados para a
atenção aguda
Ampliar a base e o formato de
financiamento, buscando recursos
comunitários para apoio das ações
16/05/2014Prof. Me. Felipe A.
Remondi
MENDES, 2011
44
16/05/2014Prof. Me. Felipe A.
Remondi
MENDES, 2011
45
16/05/2014Prof. Me. Felipe A.
Remondi
MENDES, 2011
46
ANDRADE, BARRETO E BEZERRA, 2008
Redes de Atenção à Saúde
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Remondi
47
16/05/2014Prof. Me. Felipe A.
Remondi
PARANÁ, 2012
48
Referências
• Complementares:
▫ MENDES, EV. A APS nas Redes de Atenção à Saúde por
Eugênio Vilaça Mendes - Parte 1 a 5.
Disponível em:
<http://www.youtube.com/watch?v=_U9Yx02xwgA>.
▫ OPAS. Organização Pan–Americana da Saúde. Renovação
da Atenção Primária em Saúde nas Américas: documento
de posicionamento da OPAS/OMS
Disponível:
<http://new.paho.org/hq/dmdocuments/2010/Renovaca
o-Atencao-Primaria-Saude-Americas.pdf>
16/05/2014Prof. Me. Felipe A.
Remondi
49
Referências
• Consultadas:
▫ MENDES, Eugênio Vilaça. As redes de atenção à saúde. Ciênc. saúde
coletiva, Rio de Janeiro , v. 15, n. 5, Aug. 2010.
▫ MENDES, EV. As redes de atenção à saúde. 2 ed. Brasília: Organização
Pan-Americana da Saúde, 2011.
▫ BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 2488, de 21 de outubro de
2011. Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a
revisão de diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica,
para a Estratégia Saúde da Família (ESF) e o Programa de Agentes
Comunitários de Saúde (PACS).
▫ BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 4279, de 30 de dezembro de
2010. Estabelece diretrizes para a organização da Rede de Atenção à
Saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).
▫ Referências complementares.
16/05/2014Prof. Me. Felipe A.
Remondi
E a vigilância em saúde?
16/05/2014Prof. Me. Felipe A.
Remondi
50
E a vigilância em saúde?
16/05/2014Prof. Me. Felipe A.
Remondi
51
VIGILÂNCIA EM
SAÚDE DE ALTO
POTENCIAL
ANTECIPATÓRIO
VIGILÂNCIA QUE
SUBSIDIA O
PLANEJAMENTO
DA ASSISTÊNCIA
VIGILÂNCIA
INSERIDA NAS
REDES DE
ATENÇÃO
VIGILÂNCIA
FOCADA EM
RESULTADOS
NOS
TERRITÓRIOS
SANITÁRIOS
VIGILÂNCIA EM
SAÚDE QUE
UTILIZA DE
FERRAMENTAS
DE
PLANEJAMENTO
E GESTÃO
VIGILÂNCIA
LEGÍTIMA NO
AMBIENTE
VIGILÂNCIA QUE
FOMENTA
CONSCIÊNCIA
SANITÁRIA
52
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Atenção Básica e Redes de Atenção à Saúde de Felipe Assan Remondi é
licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-
CompartilhaIgual 3.0 Brasil.
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Prof. Me. Felipe Assan Remondi
felipe.remondi@gmail.com
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Redes de atenção à saúde

  • 1. As Redes de Atenção e o papel da Atenção Primária em Saúde Prof. Me. Felipe Assan Remondi felipe.remondi@gmail.com
  • 2. • Missão prevista ▫ Ao final da aula o estudante será capaz  Compreender os aspectos históricos, contextuais e os fundamentos e os desafios para o desenvolvimento das redes de atenção à saúde;  Conhecer os princípios organizativos e elementos constitutivos de uma rede de atenção;  Compreender o papel da Atenção Primária em Saúde no contextos das Redes. • Procedimentos didáticos e recursos previstos ▫ Aulas dialogadas com uso de multimídia e discussões com base em textos que abordem as temáticas. Leitura e discussão de textos selecionados em pequenos grupos e grande grupo. • Avaliação: ▫ Participação nas discussões e nas dinâmicas propostas. ▫ Frequência nas aulas teóricas e Autoavaliação. ▫ Contribuições na oficina de discussão da integração da vigilância em saúde às redes de atenção do SUS. 2 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi
  • 3. 3 Concepção de saúde e modelos de atenção em saúde Transição epidemiológica e desafios à estrutura assistencial Elementos conceituais e constitutivos das redes de atenção à saúde Atenção Primária e Território no contexto das redes de atenção Conteúdos selecionados 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi
  • 4. 4 Entrando no assunto • Modelos de atenção à saúde: ▫ Combinações de tecnologias utilizadas nas intervenções sobre problemas e necessidades sociais de saúde. ▫ Não é padrão, não é exemplo, não é burocracia, forma de gestão ou organização dos serviços de saúde. ▫ Modelo é uma “razão de ser” – uma racionalidade. PAIM, 2009 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi
  • 5. Concepção de saúde Modelo assistencial 5 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi
  • 6. 6 Concepção de saúde Modelo assistencial 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi
  • 7. 7 Concepção de saúde Modelo assistencial 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi
  • 8. 8 Concepção de saúde Modelo assistencial 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi
  • 9. 9 Histórico recente de modelos de atenção Abraham Flexner Bertrand Dawson 1920 Relatório Dawson Inglaterra Dawson: Enfoque na prevenção e tratamento Vigilância de riscos Multiprofissional Rede assistencial hierarquizada Profissionais generalistas Flexner: Enfoque na cura/tratamento Atenção por episódios Centrada no médico Centrada no hospital Alta tecnologia e especialização GIOVANELLA; MENDONÇA, 2008 1910 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi
  • 10. 10 Qual o modelo assistencial predominante no Brasil hoje? 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi
  • 12. 12 Desafios da atualidade LAVRAS, 2009 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi
  • 14. A crise dos sistemas • Se manifesta em maior ou menor grau em todos os países do mundo; • Em países em desenvolvimento agrava-se por uma dupla ou tripla carga de doenças: ▫ Crescimento acelerado de doenças crônicas; ▫ Persistência de doenças infecto-parasitárias; ▫ Forte crescimento das causas externas; • Sistemas de saúde reativos, fragmentados e com resposta episódica a condições agudas ou agudizações de condições crônicas; 14 MENDES, 2010 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi
  • 15. Resultados clínico-terapêuticos HA 56,4% 62,0% 39,5% DM 13,6% 59,1% 35,9% TG/CT 69,2% 16,1% 22% 15 Prevalência na população geral > 40 anos em Cambé, 2010 % dos pacientes em tratamento % dos pacientes com resultado clínico adequado PETRIS, 2014 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi
  • 16. A crise dos sistemas 16 MENDES, 2010 Decorre da incoerência entre uma situação de saúde de transição epidemiológica e demográfica e o do formato de organização do sistema se saúde Quando os problemas de saúde são crônicos, o modelo de tratamento agudo não funciona Desastre sanitário e econômico em todo o mundo 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi
  • 18. Gastos ambulatoriais e hospitalares do SUS em 2002 com Doenças Crônicas 18 NATUREZA DO GASTO VALOR EM R$ BILHÕES PORCENTUAL GASTO PER CAPITA (R$) GASTO AMBULATORIAL 3,824 35,0 22,20 GASTO HOSPITALAR 3,738 34,2 21,7 TOTAL DE GASTOS EM DOENÇAS CRÔNICAS 7,562 69,1 44,0 TOTAL DE GASTOS AMBULATORIAIS E HOSPILATARES 10,938 - - DATASUS, SIOPS, 2005 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi
  • 19. Crise no modelo de organização dos serviços • Da decisão baseada em recursos e opiniões para a decisão baseada em evidências • Da gestão das condições agudas para a gestão das condições crônicas • Da gestão dos meios para a gestão dos fins: a gestão da clínica 19 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi MENDES, 2011
  • 20. 20 Redes de Atenção à Saúde • Proposta: ▫ Arranjos organizativos das ações e serviços de saúde, integrados por sistemas de apoio para garantir a integralidade do cuidado ▫ Garantir a atenção contínua, integral, de qualidade, responsável e humanizada para incrementar o desempenho dos sistemas de saúde e a qualidade de vida da população. MENDES, 2010, BRASIL, 2010 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi
  • 21. 21 Sistema Fragmentado APS + Redes de Atenção • Hierarquia • Sem coordenação da atenção • Ação reativa e episódica a partir da demanda • Atenção fragmentada por pontos de atenção • Cuidado centrado em profissionais, especialmente médicos • Ênfase em medidas curativas • Financiamento por procedimentos • Poliarquia • Atenção coordenada pela APS • Ação proativa e contínua, baseada em planos de cuidados • Atenção integrada e organizada em linhas de cuidado • Atenção colaborativa e multiprofissional, com foco no autocuidado • Ênfase em medidas integrais (da promoção a reabilitação) • Financiamento por valor global MENDES, 2011 Redes de Atenção à Saúde 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi
  • 22. 22 Redes de Atenção à Saúde • Estrutura ▫ População adscrita  APS – elo de ligação entre a população e as redes ▫ Estrutura operacional  Centro de comunicação  Pontos de atenção primários, secundários e terciários  Sistemas de apoio  Sistemas logísticos  Governança ▫ Modelo lógico de atenção  Condições agudas  Condições cônicas MENDES, 2011, BRASIL, 2010 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi
  • 23. 23 Redes de Atenção à Saúde MENDES, 2011 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi
  • 25. Estrutura Operacional 25 Centro de Comunica ção Pontos de Atenção 1ªº Pontos de Atenção 1ªº Pontos de Atenção 2ªº Pontos de Atenção 2ªº Pontos de Atenção 3ªº • Centro de Comunicação • Coordenador do cuidado • APS • Complexo regulador • Pontos de atenção • 1ªº • 2ªº • 3ªº • Densidade tecnológica • Economia de escala • Concentração espacial • SAMU • Pronto Atendimento • Consórcios Intermunicipais • Hospitais • CEOs 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi MENDES, 2011
  • 26. 26 Atenção Primária em Saúde 1978 Conferência Internacional sobre Cuidados Primários de Saúde Declaração de Alma-Ata GIOVANELLA; MENDONÇA, 2008 A Conferência reafirma enfaticamente que a saúde - estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não simplesmente a ausência de doença ou enfermidade - é um direito humano fundamental, e a consecução do mais elevado nível de saúde é a mais importante meta social mundial [...] Os cuidados de saúde primários são cuidados essenciais de saúde baseados em métodos e tecnologias práticas, cientificamente bem fundamentadas e socialmente aceitáveis, colocadas ao alcance de todos os indivíduos e famílias da comunidade, mediante a sua plena participação [...] representam o primeiro nível de contato com dos indivíduos, da família e da comunidade com o sistema de saúde, devendo ser levados o mais próximo possível dos lugares onde as pessoas vivem e trabalham, e constituem o primeiro elemento de um processo continuado de assistência à saúde. 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi
  • 27. 27 Histórico da APS no mundo 1920 1978 GIOVANELLA; MENDONÇA, 2008 1980 Bárbara Starfield Atenção Primária: Equilíbrio entre necessidades de saúde, serviços e tecnologia 2002 3 funções 7 atributos Resolubilidade (85%) Comunicação Responsabilização Primeiro contato Longitudinalidade Integralidade Coordenação Orientação para a comunidade Centralidade na família Competência cultural 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi
  • 28. 28 Histórico da APS no mundo 1920 1978 GIOVANELLA; MENDONÇA, 2008 1980 OMS/OPAS Renovação da APS 2002 2005 Atualizar a proposta frente as mudanças econômicas, sociais e epidemiológicas Incorporação da experiência acumulada sobre o tema Análise critica de seus objetivos e propósitos Contribuir com os esforços em andamento para o fortalecimento dos sistemas de saúde no mundo 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi
  • 32. 32 UBS – entre 12 e 18mil hab BRASIL, 2011 eSF – até 3mil hab: ACS (12); Médico, Enfermeiro e Técnicos de enfermagem + saúde bucal: Dentista, Auxiliar e Técnico em Saúde Bucal EAB – Equipes específicas NASF 1 e 2 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi
  • 33. 33 Redes de Atenção na Prática MENDES, 2011; BRASIL, 2010; BRASIL, 2011; RedeMãeParanaense-Cegonha RedeSaúdeMental RedeUrgênciaeEmergência RededeSaúdedoIdoso DiretrizClínica-LinhadeCuidado 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi
  • 34. 34 ANDRADE, BARRETO E BEZERRA, 2008 Redes de Atenção à Saúde 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi
  • 35. Sistema de governança 35 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi Ministério da Saúde Conselho Nacional de Saúde Comissão Intergestores Tripartite CONASEMS CONASS Federal Secretaria de Saúde Conselho Estadual de Saúde Comissão Intergestores Bipartite COSEMS Estadual Regional de Saúde Comissão Intergestores Regional CRESEMS Regional Secretaria de Saúde Conselho Municipal de Saúde Municipal
  • 36. Modelos de atenção 36 Integralidade Tripla carga de doenças Contexto do SUS/BR Condições Agudas Condições Crônicas MENDES, 2011 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi
  • 38. Modelos de atenção • A condições agudas ▫ O objetivo deste modelo é identificar, no menor tempo possível, a gravidade de uma pessoa em situação de urgência ou emergência e definir o ponto de atenção adequado a sua condição. ▫ Sustenta-se em:  Modelos de triagem e classificação de risco  Definição de fluxogramas para situações habituais que contemplam agravos clínicos, trauma, ferimentos, crianças e alterações de comportamento  Coordenadas pelo complexo regulador 38 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi MENDES, 2011
  • 40. Modelos de atenção • A condições crônicas ▫ O objetivo deste modelo é permitir uma ação continuada de intervenção ampla sobre a situação de saúde do indivíduo e seus determinantes a fim de garantir a redução dos riscos de complicações, otimização do uso de recursos assistenciais e ampliação da qualidade de vida dos usuários ▫ Sustenta-se em:  Modelo de atenção a condições crônicas = Classificação de riscos + Determinação Social da Saúde  Coordenadas pela Atenção Primária em Saúde  Estratégias para superação de desafios organizacionais 40 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi MENDES, 2011
  • 41. 41 Modelo da pirâmide de riscos em doenças crônicas 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi MENDES, 2011
  • 43. 43 A mudança do modelo não é prioridade Desafios Construção de planos estratégicos que priorizem a mudança Soluções Não é resolvido com um sistema centrado em consultas médicas de 15min – condições agudas Equipes multiprofissionais, com ações programáticas e monitoramento A equipe de saúde não dispõe de informações para a tomada de decisão em tempo oportuno Definição de diretrizes clínicas com base em evidências científicas e programa de educação permanente Não disponibilidade de informações clínicas críticas Estruturar um sistema de prontuários informatizados e de estratificação de risco As pessoas conhecem pouco sobre sua condição e sobre a organização do sistema de saúde Desenvolver o autocuidado apoiado e a participação da comunidade Os recursos institucionais são insuficientes e focados para a atenção aguda Ampliar a base e o formato de financiamento, buscando recursos comunitários para apoio das ações 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi MENDES, 2011
  • 44. 44 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi MENDES, 2011
  • 45. 45 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi MENDES, 2011
  • 46. 46 ANDRADE, BARRETO E BEZERRA, 2008 Redes de Atenção à Saúde 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi
  • 47. 47 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi PARANÁ, 2012
  • 48. 48 Referências • Complementares: ▫ MENDES, EV. A APS nas Redes de Atenção à Saúde por Eugênio Vilaça Mendes - Parte 1 a 5. Disponível em: <http://www.youtube.com/watch?v=_U9Yx02xwgA>. ▫ OPAS. Organização Pan–Americana da Saúde. Renovação da Atenção Primária em Saúde nas Américas: documento de posicionamento da OPAS/OMS Disponível: <http://new.paho.org/hq/dmdocuments/2010/Renovaca o-Atencao-Primaria-Saude-Americas.pdf> 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi
  • 49. 49 Referências • Consultadas: ▫ MENDES, Eugênio Vilaça. As redes de atenção à saúde. Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro , v. 15, n. 5, Aug. 2010. ▫ MENDES, EV. As redes de atenção à saúde. 2 ed. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde, 2011. ▫ BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 2488, de 21 de outubro de 2011. Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica, para a Estratégia Saúde da Família (ESF) e o Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS). ▫ BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 4279, de 30 de dezembro de 2010. Estabelece diretrizes para a organização da Rede de Atenção à Saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). ▫ Referências complementares. 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi
  • 50. E a vigilância em saúde? 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi 50
  • 51. E a vigilância em saúde? 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi 51 VIGILÂNCIA EM SAÚDE DE ALTO POTENCIAL ANTECIPATÓRIO VIGILÂNCIA QUE SUBSIDIA O PLANEJAMENTO DA ASSISTÊNCIA VIGILÂNCIA INSERIDA NAS REDES DE ATENÇÃO VIGILÂNCIA FOCADA EM RESULTADOS NOS TERRITÓRIOS SANITÁRIOS VIGILÂNCIA EM SAÚDE QUE UTILIZA DE FERRAMENTAS DE PLANEJAMENTO E GESTÃO VIGILÂNCIA LEGÍTIMA NO AMBIENTE VIGILÂNCIA QUE FOMENTA CONSCIÊNCIA SANITÁRIA
  • 52. 52 Esta apresentação encontra-se disponível em: http://www.slideshare.net/feliperemondi/ Atenção Básica e Redes de Atenção à Saúde de Felipe Assan Remondi é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial- CompartilhaIgual 3.0 Brasil. Obrigado! Prof. Me. Felipe Assan Remondi felipe.remondi@gmail.com 16/05/2014Prof. Me. Felipe A. Remondi