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2. Âmina Bucar
3. Ana Vitória Souza
4. Antonieta Maria Juncal
5. Beatriz Castanheiro
6. Clara Vieira
7. Day’ane Matosinhos
8. Gabryela Amaral
9. Giovanna Salgado
10. Jéssica Aguiar
11. Kelly karen Santos
12. Laura Villela
13. Manuela Bandeira
14. Tatianne Ribeiro
15. Yasmim Aires
 A mamografia é um método específico de imagem que utiliza um sistema de
pequenas doses de raios-X especialmente desenvolvido para projetar imagens
detalhadas da mama;
 Objetivo: Detecção precoce de alterações sugestivas de tumor de mama;
 Mamografia de Rastreio; ausência de sinais ou sintomas de patologia
 Mamografia Diagnóstica; determinar alterações em exames de rotina ou
rastreamento anterior (nódulos, dor, secreção mamilar)
 Incidências de rotina: Craniocaudal (CC) e Mediolateral-oblíqua (MLO);
 Aparelho utilizado: Mamógrafo.
 Sobre o músculo peitoral maior
 Constituição:
1. Tecido fibroglandular – Radiodenso
2. Gordura (Radiotransparente)
3. Rede vascular.
 Padrão Mamário:
• nenhuma ou pouquíssima substituição adiposa.
•Mulheres mais jovens: A detecção de lesões mamárias é
prejudicada.
MAMA DENSA
•a substituição adiposa é menor do que 50% da área da mama.
PREDOMINANTEMENTE DENSA
•a substituição é maior do que 50% da área da mama.
PREDOMINANTEMENTE ADIPOSA
•a substituição adiposa é quase total.
•Mulheres mais velhas:
MAMA ADIPOSA
- Alto contraste e alta resolução
1- Direcionar feixes
2- Compressor
3- Grade (apoio)
 Sociedade Brasileira de Mastologia, Colégio Brasileiro de Radiologia
e Diagnóstico de Imagem e FEBRASGO: 40 anos
 Ministério de saúde: 50 anos
 Grupo de risco: 35 anos
› Obesos, tabagistas, histórico familiar
 Antes da instituição de TRH
 Pré-operatório de cirurgia plástica
 Seguimento de mastectomia
 Para que seja bem orientada, deve ser dividida em partes:
› Simetria entre as mamas; retirada de tecidos, nódulos benignos, quadrantectomia, biópsias e
próteses.
› Análise da pele;
› Análise do estroma propriamente dito; adiposo x fibroglandular, homogeneidade,
distorção pós mastectomia, calcificações, assimetria, nódulos.
› Análise da região axilar;
 Alterações cutâneas como nevus ou cicatrizes devem ser identificadas com
marcadores metálicos quando da realização da mamografia para sinalizar ao
radiologista a origem da alteração encontrada na imagem;
 Análise da mama masculina: diferenciação entre ginecomastia e lipomastia;
 Duas posições são essenciais para visão completa
de todas as estruturas mamárias
1. Craniocaudal (CC)
2. Mediolateral Oblíqua (MLO)
 Aumento de sensibilidade (diminui áreas cegas)
 Localização dos achados nos eixos longitudinal
(superior-inferior) e horizontal (lateral-medial);
 Paciente em posição ortostática ou sentada;
 Receptor de imagem  Tamanho da mama
(18x24cm² ou 24-30cm²);
 CRÂNIO-CAUDAL (CC):
› Tubo posicionado verticalmente;
› Feixe perpendicular a mama;
› Cabeça da paciente para o lado oposto;
› Braço Ipsilateral a mama examinada, ao longo do
corpo (rotação externa);
› Elevar sulco inframamário;
› Centralizar a mama no bucky (porta chassi);
› Mamilo paralelo ao filme;
› Traçar a parte lateral da mama, antes da compressão;
› Visualização adequada do musc. peitoral (30%-40%);
 MÉDIOLATERAL-OBLÍQUA (MLO):
› A paciente deverá estar em pé de frente para o
aparelho com o braço contralateral à mama que
está sendo examinada segurando a outra mama;
› A borda da grade (bucky) deve ser colocada na
região axilar para que o músculo peitoral maior seja
visualizado;
› Rodar o tubo até que o bucky esteja paralelo ao
músculo peitoral maior, variando a angulação entre
30º e 60º, isso depende do biotipo da paciente;
› O feixe de raio será da região medial para a lateral
em obliqua;
› Assim, se abaixa a placa de compressão e a mama
deve ser tracionada.
 MÉDIOLATERAL-OBLÍQUA (MLO):
ATENÇÃO: Devido à angulação do tubo entre 30º e 60º na
incidência MLO, o que é lateral sobe e o que é medial desce.
 Critérios de qualidade, na imagem, para verificação
do posicionamento adequado na incidência MLO:
› O músculo peitoral maior deve estar localizado
diagonalmente junto à borda superior e lateral da
imagem.
› O músculo peitoral maior deve ser visto até o
nível da papila.
› A prega mamária deve ser visível indicando que
há inclusão suficiente do tecido mamário medial.
› O tecido mamário deve parecer bem espalhado
na imagem
 São incidências utilizadas para análise mais aprofundada de achados
da mamografia de rastreamento (anormal ou dúvida);
 TIPOS:
› Magnificação com Compressão Seletiva;
› Crânio-caudal Exagerada;
› Cleavage ou Incidência Medial Exagerada;
› Mama “rolada”;
› Perfil;
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 Realizada quando em alguma das incidências de rotina, aparecem imagens
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 Espalha o parênquima mamário;
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› Reduzir a radiação e aumentar
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› Quando o parênquima não for totalmente
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 É utilizada para a parte externa da mama;
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deve ser angulado em 5 graus;
 Esta incidência é utilizada para visualizar os
quadrantes internos da mama, principalmente
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sobre o bucky;
 É necessário elevar o sulco inframamário e
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examinada no bucky;
 Objetiva diferenciar estruturas do tecido mamário, reduzindo o efeito de
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parcialmente ou não são identificadas na
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somente a mama e com a outra
massagea-se a prótese para que
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suporte para ser radiografado.
 Concentração leve e homogênea nas mamas;
 Simétricos e sem massa, distúrbios arquitetônicos ou calcificações
suspeitas presentes;
 As categorias de avaliação BI-RADS servem para padronizar os relatos
de achados em exame de imagem de mama, além de direcionar as
condutas a serem tomadas na sequência.
 NEOPLÁSICAS (FIBROADENOMA):
- Mulheres <25 anos
- Acredita-se ser resultante do estrogênio sobre tecido
Nódulo com densidade de partes moles de
contorno regular bem definido e
calcificações tipo pipoca.
Calcificações grosseiras tipo
pipoca sem imagem de nódulo.
Imagem nodular
com contorno mal
definido.
malignidade
 As lesões malignas mais frequentes são:
1. Carcinomas intraductais in situ (CDIS):
› É considerado pré-invasivo ou não invasivo,
corresponde a cerca de 20% dos canceres ocultos.
› Atualmente cerca de 90% dos CIDS são detectados
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2. Carcionoma intraductal infiltrante
› Corresponde a quase 75% de quase todos os
carcinomas;
› A mulher cm CDI geralmente tem entre 55 e 60 anos;
› E apresenta nódulo palpável e identificado na
mamografia
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laranja
Microcalcificações
lineares e ramificadas
em trajetos ductais
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infiltrante
3. Carcinoma lobular infiltrante:
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media de 45 a 57 anos;
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› É encontrado em 0,3 a 3,8% das biopsias
mamárias;
› A idade varia de 15 a 80 anos cm média de 45
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› Raramente produzido massa palpável um
achado acidental na biopsia;
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infiltrantes;
Sinais diretos:
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Sinais indiretos:
• Densidade assimétrica (palpável)
• Distorção do parênquima;
• Aparecimeno da densidade;
• Nódulo com ducto distendido
• Sinais associados:
 Espessamento e/ ou retração
cutânea;
 Linfonodo denso
 Angiogense
 FUNDAMENTOS DA PROPEDÊUTICA POR IMAGEM DA MAMA. Dr.Pixel. Campinas.
2016. Disponível em: https://www.fcm.unicamp.br/drpixel/conteudo/fundamentos-da-
propedeutica-por-imagem-da-mama. Acesso em: 11 Set. 2019
 https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files//media/document//2a_edicao_atualizacao
_em_mamografia_para_tecnicos_em_radiologia_2019.pdf
 MAMOGRAFIA. Técnico em radiologia. Ministério da Saúde/Universidade Tecnológica
Federal do Paraná. 2013. Disponível em:
http://rle.dainf.ct.utfpr.edu.br/hipermidia/index.php/mama. Acesso em: 13 Set. 2019
 COSTA, Nancy de Oliveira. ANATOMIA E POSICIONAMENTO PARA EXAMES DE
MAMOGRAFIA. Disponível em:
<http://www.radioinmama.com.br/posicionamentomama.html>. Acesso em: 13 de setembro
de 2019.
 FEBRASGO - Manual de Orientação Mamografia. Disponível em:
<https://www.febrasgo.org.br/images/arquivos/manuais/Manuais_Novos/mamografia_101-
200.pdf>. Acesso em: 13 de setembro de 2019.
 MARCHIORI, E. Introdução a Radiologia. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2015

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  • 1.
  • 2. 1. Adryella Oliveira 2. Âmina Bucar 3. Ana Vitória Souza 4. Antonieta Maria Juncal 5. Beatriz Castanheiro 6. Clara Vieira 7. Day’ane Matosinhos 8. Gabryela Amaral 9. Giovanna Salgado 10. Jéssica Aguiar 11. Kelly karen Santos 12. Laura Villela 13. Manuela Bandeira 14. Tatianne Ribeiro 15. Yasmim Aires
  • 3.  A mamografia é um método específico de imagem que utiliza um sistema de pequenas doses de raios-X especialmente desenvolvido para projetar imagens detalhadas da mama;  Objetivo: Detecção precoce de alterações sugestivas de tumor de mama;  Mamografia de Rastreio; ausência de sinais ou sintomas de patologia  Mamografia Diagnóstica; determinar alterações em exames de rotina ou rastreamento anterior (nódulos, dor, secreção mamilar)  Incidências de rotina: Craniocaudal (CC) e Mediolateral-oblíqua (MLO);  Aparelho utilizado: Mamógrafo.
  • 4.  Sobre o músculo peitoral maior  Constituição: 1. Tecido fibroglandular – Radiodenso 2. Gordura (Radiotransparente) 3. Rede vascular.  Padrão Mamário: • nenhuma ou pouquíssima substituição adiposa. •Mulheres mais jovens: A detecção de lesões mamárias é prejudicada. MAMA DENSA •a substituição adiposa é menor do que 50% da área da mama. PREDOMINANTEMENTE DENSA •a substituição é maior do que 50% da área da mama. PREDOMINANTEMENTE ADIPOSA •a substituição adiposa é quase total. •Mulheres mais velhas: MAMA ADIPOSA
  • 5. - Alto contraste e alta resolução 1- Direcionar feixes 2- Compressor 3- Grade (apoio)
  • 6.  Sociedade Brasileira de Mastologia, Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico de Imagem e FEBRASGO: 40 anos  Ministério de saúde: 50 anos  Grupo de risco: 35 anos › Obesos, tabagistas, histórico familiar  Antes da instituição de TRH  Pré-operatório de cirurgia plástica  Seguimento de mastectomia
  • 7.  Para que seja bem orientada, deve ser dividida em partes: › Simetria entre as mamas; retirada de tecidos, nódulos benignos, quadrantectomia, biópsias e próteses. › Análise da pele; › Análise do estroma propriamente dito; adiposo x fibroglandular, homogeneidade, distorção pós mastectomia, calcificações, assimetria, nódulos. › Análise da região axilar;  Alterações cutâneas como nevus ou cicatrizes devem ser identificadas com marcadores metálicos quando da realização da mamografia para sinalizar ao radiologista a origem da alteração encontrada na imagem;  Análise da mama masculina: diferenciação entre ginecomastia e lipomastia;
  • 8.  Duas posições são essenciais para visão completa de todas as estruturas mamárias 1. Craniocaudal (CC) 2. Mediolateral Oblíqua (MLO)  Aumento de sensibilidade (diminui áreas cegas)  Localização dos achados nos eixos longitudinal (superior-inferior) e horizontal (lateral-medial);  Paciente em posição ortostática ou sentada;  Receptor de imagem  Tamanho da mama (18x24cm² ou 24-30cm²);
  • 9.  CRÂNIO-CAUDAL (CC): › Tubo posicionado verticalmente; › Feixe perpendicular a mama; › Cabeça da paciente para o lado oposto; › Braço Ipsilateral a mama examinada, ao longo do corpo (rotação externa); › Elevar sulco inframamário; › Centralizar a mama no bucky (porta chassi); › Mamilo paralelo ao filme; › Traçar a parte lateral da mama, antes da compressão; › Visualização adequada do musc. peitoral (30%-40%);
  • 10.
  • 11.  MÉDIOLATERAL-OBLÍQUA (MLO): › A paciente deverá estar em pé de frente para o aparelho com o braço contralateral à mama que está sendo examinada segurando a outra mama; › A borda da grade (bucky) deve ser colocada na região axilar para que o músculo peitoral maior seja visualizado; › Rodar o tubo até que o bucky esteja paralelo ao músculo peitoral maior, variando a angulação entre 30º e 60º, isso depende do biotipo da paciente; › O feixe de raio será da região medial para a lateral em obliqua; › Assim, se abaixa a placa de compressão e a mama deve ser tracionada.
  • 12.  MÉDIOLATERAL-OBLÍQUA (MLO): ATENÇÃO: Devido à angulação do tubo entre 30º e 60º na incidência MLO, o que é lateral sobe e o que é medial desce.
  • 13.  Critérios de qualidade, na imagem, para verificação do posicionamento adequado na incidência MLO: › O músculo peitoral maior deve estar localizado diagonalmente junto à borda superior e lateral da imagem. › O músculo peitoral maior deve ser visto até o nível da papila. › A prega mamária deve ser visível indicando que há inclusão suficiente do tecido mamário medial. › O tecido mamário deve parecer bem espalhado na imagem
  • 14.  São incidências utilizadas para análise mais aprofundada de achados da mamografia de rastreamento (anormal ou dúvida);  TIPOS: › Magnificação com Compressão Seletiva; › Crânio-caudal Exagerada; › Cleavage ou Incidência Medial Exagerada; › Mama “rolada”; › Perfil; › Cleópatra; › Incidência Axilar.
  • 15.  Realizada quando em alguma das incidências de rotina, aparecem imagens suspeitas como: › Microcalcificações › Densidade assimétrica › Imagem nodular  Localizar lesão e comprimir;  Espalha o parênquima mamário;  Diminui efeito soma;  O detalhe aumenta com a combinação de ambos.
  • 16.  Os chamados “leite de cálcio” (grãos de cálcio no interior de microcistos) são diagnosticados nesta incidência;  Vantagem: Amplia as microcalcificações em 1,5 a 2,0 vezes;  Desvantagem: Aumenta a dose de radiação em quatro vezes. Retira-se a grade para diminuir o tempo de exposição. Acessório de magnificação: plataforma de ampliação  aumenta a distância objeto-filme
  • 17.  Espalha o parênquima mamário;  Indicações: Para espalhar áreas densas que resultam da somação de imagens sobrepostas; › Reduzir a radiação e aumentar o contraste; › Avaliar melhor os contornos das lesões.
  • 18.  Deve ser realizada: › Quando o parênquima não for totalmente visibilizado na incidência crânio-caudal › Quando houver suspeita de nódulo  É utilizada para a parte externa da mama;  Para realizar esta incidência o tubo de raios X deve ser angulado em 5 graus;
  • 19.  Esta incidência é utilizada para visualizar os quadrantes internos da mama, principalmente para visualizar lesões próximas ao esterno;  Nesta incidência as duas mamas são colocadas sobre o bucky;  É necessário elevar o sulco inframamário e centralizar os quadrantes internos da mama examinada no bucky;
  • 20.  Objetiva diferenciar estruturas do tecido mamário, reduzindo o efeito de sobreposição entre essas estruturas;  Condução: posicionar uma mão por cima e outra por baixo da mama, rolando uma em direção oposta à outra, usa-se a papila como eixo de rotação. Em seguida, a mama é comprimida.
  • 21.  A imagem deve incluir todo o corpo glandular e prolongamento axilar;  A mama deve estar bem espalhada;  A prega mamária deve ser visualizada.
  • 22.  A paciente é posicionada de modo que o seu corpo fique inclinado, assemelhando-se à posição de Cleópatra deitada sobre o divã (origem do nome);  A mama é comprimida de forma a enfatizar a região lateral;  Avaliação de lesões que aparecem parcialmente ou não são identificadas na incidência craniocaudal.
  • 23.  Essa incidência pode ser útil quando há suspeita de nódulos na região axilar e que não pode ser visualizada na incidência médio-lateral-oblíqua. (45 graus)
  • 24.  A mamografia para mulheres com prótese pode ser realizada normalmente, contudo são necessários alguns cuidados no momento do exame para resultados mais precisos e para evitar qualquer dano à prótese.  A manobra de eklund consiste no procedimento de deslocar a prótese para fora do campo da imagem: com uma mão traciona-se somente a mama e com a outra massagea-se a prótese para que saia do campo, distribuindo somente o tecido mamário no suporte para ser radiografado.
  • 25.  Concentração leve e homogênea nas mamas;  Simétricos e sem massa, distúrbios arquitetônicos ou calcificações suspeitas presentes;
  • 26.  As categorias de avaliação BI-RADS servem para padronizar os relatos de achados em exame de imagem de mama, além de direcionar as condutas a serem tomadas na sequência.
  • 27.  NEOPLÁSICAS (FIBROADENOMA): - Mulheres <25 anos - Acredita-se ser resultante do estrogênio sobre tecido Nódulo com densidade de partes moles de contorno regular bem definido e calcificações tipo pipoca. Calcificações grosseiras tipo pipoca sem imagem de nódulo. Imagem nodular com contorno mal definido. malignidade
  • 28.  As lesões malignas mais frequentes são: 1. Carcinomas intraductais in situ (CDIS): › É considerado pré-invasivo ou não invasivo, corresponde a cerca de 20% dos canceres ocultos. › Atualmente cerca de 90% dos CIDS são detectados por microcalcificações. 2. Carcionoma intraductal infiltrante › Corresponde a quase 75% de quase todos os carcinomas; › A mulher cm CDI geralmente tem entre 55 e 60 anos; › E apresenta nódulo palpável e identificado na mamografia › Tem retração cutânea, edema e aspecto em casca de laranja Microcalcificações lineares e ramificadas em trajetos ductais Carcinoma ductal infiltrante
  • 29. 3. Carcinoma lobular infiltrante: › Corresponde de 0, 7 a 14% de todos os carcionomas infiltrantes; › A idade mais afetada varia de 26 a 80 anos; Com media de 45 a 57 anos; › Pode aparecer como massa palpável; › Alguns tumores são difíceis de diagnóstico por infiltrarem sem causar nódulo; 4. Carcinoma lobular in situ/ neoplasia lobular: › É encontrado em 0,3 a 3,8% das biopsias mamárias; › A idade varia de 15 a 80 anos cm média de 45 anos; › Raramente produzido massa palpável um achado acidental na biopsia;  Aspectos radiológicos dos carcinomas ductais e lobulares infiltrantes; Sinais diretos: • Nódulo; • Calcificações ( com característica de malignidade) Sinais indiretos: • Densidade assimétrica (palpável) • Distorção do parênquima; • Aparecimeno da densidade; • Nódulo com ducto distendido • Sinais associados:  Espessamento e/ ou retração cutânea;  Linfonodo denso  Angiogense
  • 30.  FUNDAMENTOS DA PROPEDÊUTICA POR IMAGEM DA MAMA. Dr.Pixel. Campinas. 2016. Disponível em: https://www.fcm.unicamp.br/drpixel/conteudo/fundamentos-da- propedeutica-por-imagem-da-mama. Acesso em: 11 Set. 2019  https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files//media/document//2a_edicao_atualizacao _em_mamografia_para_tecnicos_em_radiologia_2019.pdf  MAMOGRAFIA. Técnico em radiologia. Ministério da Saúde/Universidade Tecnológica Federal do Paraná. 2013. Disponível em: http://rle.dainf.ct.utfpr.edu.br/hipermidia/index.php/mama. Acesso em: 13 Set. 2019  COSTA, Nancy de Oliveira. ANATOMIA E POSICIONAMENTO PARA EXAMES DE MAMOGRAFIA. Disponível em: <http://www.radioinmama.com.br/posicionamentomama.html>. Acesso em: 13 de setembro de 2019.  FEBRASGO - Manual de Orientação Mamografia. Disponível em: <https://www.febrasgo.org.br/images/arquivos/manuais/Manuais_Novos/mamografia_101- 200.pdf>. Acesso em: 13 de setembro de 2019.  MARCHIORI, E. Introdução a Radiologia. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015

Notas do Editor

  1. Biotipo e angulação: (pacientes baixas e médias de 30º a 50º, pacientes altas, até 60º) BUCKY É A SUPERFÍCIE DE APOIO DA MAMA COMO SE FOSSE A MESA QUANDO SE FAZ RAIOX DEITADO