I Curso Teórico de Formação em Terapia Intensiva Pediátrica  24 de junho de 2009 HEMOTRANSFUSÃO EM PEDIATRIA Dra. Mônica Lankszner Oncologista Pediátrica   Centro de Onco-Hematologia Pediátrica-  COHP ISPON – Instituto Sul Paranaense de Oncologia HCPJVO
O SANGUE
HEMATOPOIESE   HUMANA
O SANGUE
HEMÁCIAS Transporte de O 2  dos pulmões aos tecidos Remoção de CO 2  dos tecidos aos pulmões Formato circular homogêneo, bicôncavas e tamanho uniforme M.E.
HEMOGLOBINA Tetrâmero – 4 cadeias de globina + radical HEME Difere nos períodos embrionário, fetal e  após o nascimento Difere nas hemoglobinopatias
Componente mais abundante do sangue Vida média: 35 a 50 dias RNPT 60a 70 dias RNT 120 dias Crianças maiores e adultos HEMÁCIAS M.O.
 
LEUCÓCITOS Polimorfonucleares/Granulócitos Mononuclares Defesa  Sistema imunológico
Basófilos Eosinófilos Neutrófilos Mielócitos Metamielócitos Bastões Segmentados PMN Ba Eo Mi Mt Bt Seg
MN Linfócitos B T NK Monócitos Mo Li Li Mo
 
PLAQUETAS Coagulação Fragmentos celulares, anucleadas M.O.
 
PLAQUETAS Vida média: 7 dias Circulantes 8 a 12 horas Transfundidas VN: 150.000 – 450.000/mm 3
PLASMA Água (90%) + proteínas Fatores de coagulação
 
HEMOTERAPIA NO BRASIL Até 1900 (pre-científica)  *Tese doutorando de 1876 (José Vieira Marcondes) *Transfusão animais para homens X seres humanos *Reação hemolítica aguda
A partir de 1900 (científica) HEMOTERAPIA NO BRASIL *Descoberta dos tipos sanguineos em 1900 *Cirurgiões RJ *Salvador, BA, 1915: (Garcez Fróes) Aparelho de Agote
 
*Serviços especilizados: 1 Médico e  doadores universais (O) HEMOTERAPIA NO BRASIL Seringa de Jubé
HEMOTERAPIA NO BRASIL *1933: Serviço de Transfusão de Sangue (STS), RJ,  Assistência médica + enfoque científico  *Década de 40: RJ e SP, Hemoterapia como uma especialidade médica.  *07/12/1942: Primeiro Banco de Sangue no Instituto  Fernandes Figueira, RJ *Década 50: Fundação SBHH *1980: Campanha da Doação Voluntária da SBHH *Programa Nacional de Sangue com a criação de  hemocentros
1933
HEMOCOMPONENTES Resolução da Diretoria Colegiada RDC n 343, 13/12/2002, Anexo 1 - Regulamento Técnico dos Serviços de Hemoterapia Os componentes sanguíneos são preparações obtidas pelo processamento,  após centrifugação das bolsas de sangue total. Podem ser obtidos também mediante aférese.
CENTRIFUGAÇÃO
HEMOCOMPONENTES Produtos obtidos a partir do ST por Processos Físicos (centrifugação, congelamento). HEMODERIVADOS Produtos obtidos a partir do Plasma por Processos Físico-Químicos (industrial).
AFÉRESE Doação de sangue por máquinas Sangue retorna ao doador Centrifugação Hm Plasma Leuco Plaq
 
TIPOS SANGUÍNEOS * Grupos sanguíneos:  Sistema ABO * Locus ABO cromossomo 9 Gene A: Ag A Gene B: Ag B Gene O: Ø Ag
TIPOS SANGUÍNEOS * Grupo sanguíneo:  Sistema Rh * Formado por 45 Ag, o mais importante é o Ag D Rh +: Ag D Rh -: Ø Ag D (15% pop) * DHRN
 
 
1. SANGUE TOTAL *  NÃO É MAIS USADO PARA HEMOTRANSFUSÃO * MATERIA PRIMA PARA HEMOCOMPONENTES E HEMODERIVADOS * EXT
2. CONCENTRADO DE HEMÁCIAS A - Neonatos ou crianças com até 4 meses de idade:   1)  Sinais clínicos de anemia/hipovolemia -  FC > 160 bpm, PS < 50 mm Hg ou FR > 60/min 2)  RNPT com baixo ganho ponderal –  Hg < 7,0 g/dl 3)  RNT com baixo ganho ponderal –  Hg < 8,0 g/dl 4)  Casos especiais -  Hb < 13,0g/dl +  presença de: CCC, ICC, pneumopatias que  necessitam de ventilação assistida  ou perdas crônicas por mais de 7 dias.
2. CONCENTRADO DE HEMÁCIAS B - Crianças com mais de 4 meses de idade:   1)   Sinais clínicos de anemia/hipovolemia 2)  Hg 7,0 – 10,0 : INDICAÇÃO CLÍNICA 3)   Hg < 7,0 : SEMPRE  10 a 20ml/kg
3. CONCENTRADO DE PLAQUETAS A - Profilática: 1)  < 10.000 + sepse ou defeito de produção de plaquetas RN: < 50.000 2)  < 50.000 procedimentos invasivos RNPT estável: < 50000/mm3 RNPT instável: < 100000/mm3
3. CONCENTRADO DE PLAQUETAS A - Profilática: 3)  < 20.000 em aplasia de medula pós-QT ou RT 4)  < 30.000 em RNPT e Púrpura neonatal alo-imune 5)  < 40.000 em coagulopatia 6)  < 100.000 em cirurgias neuro ou oftalmológicas
3. CONCENTRADO DE PLAQUETAS B - Terapêutica: 1)  < 50.000 com sangramento ativo RNPT estável: < 50000/mm3 RNPT instável: < 100000/mm3 2)  Trombocitopatia 3)  Pós-op cirurgia cardiáca com sg difuso 1U/10kg  RN 5 a 10 ml/kg
3. CONCENTRADO DE PLAQUETAS C - ANVISA ◊   PTI com sg intenso ou suspeita de hemorragia intracraniana ◊   CIVD com sg e plaq < 50.000
3. CONCENTRADO DE PLAQUETAS D - Contra-indicações: ◊   PTI ◊   Dengue Hemorrágica ◊   CIVD
3. CONCENTRADO DE PLAQUETAS D - Contra-indicações: 1)   SHU 2)  Síndrome HELLP 3)  Púrpura pós-transfusional  4)  PTT 5)  Plaquetopenia induzida por heparina
4. PLASMA FRESCO CONGELADO A –Indicação: -  Déficit de fatores de coagulação associado a sangramento ativo ou necessidade de procedimento invasivo. 10 a 20 ml/kg
4. PLASMA FRESCO CONGELADO B - Situações mais comuns: Sg ou risco acentuado em coagulopatias Deficiência de vitamina K Insuficiência hepática CIVD Reverter rapidamente ação da warfarina Reposição de fatores de coagulação na ausência de fator específico Coagulopatia dilucional
4. PLASMA FRESCO CONGELADO C – Contra-indicações: 1)  Expansão de volume 2)  Simples correção de alterações de TAP/kPTT
5. CRIOPRECIPITADO A - Composição: Fator VIII Fibrinogênio (X) FvW (XII) Fator XIII
5. CRIOPRECIPITADO B - Indicações: 1)  Hemofilia A  2)  CIVD 3)  Hipofibrinogenemia congênita ou adquirida 4)  Doença von Willebrand 5)  Deficiência fator XIII 1U/5 a 10kg
5. CRIOPRECIPITADO C – Contra - indicação: Deficiências de outros fatores que não os já citados.
6. FATORES ISOLADOS DE COAGULAÇÃO A – Indicação: Hemofilia A (fator VIII) Hemofilia B (fator IX)
A – Indicações: ◊   Neutropenia severa + febre que não responde a ATB ◊   Hipoplasia mielóide ◊   Agranulocitose congênita 7. CONCENTRADO DE GRANULÓCITOS
Quase  acabando…
–  Imediatas ou Precoces: Ocorrem do início da instalação dos hemocomponentes até 24 horas após. - Tardias: 24 horas após. REAÇÕES TRANSFUSIONAIS
–  Quando suspeitar: Febre com ou sem tremores Tremores ou calafrios com ou sem febre Dor no sítio de infusão, tórax, abdome ou flancos Alterações na PA Rubor, eritema, urticária ou edema generalizado ou localizado REAÇÕES TRANSFUSIONAIS
–  Quando suspeitar: Náuseas com ou sem vômitos Choque Mudança na coloração da urina REAÇÕES TRANSFUSIONAIS
REAÇÕES TRANSFUSIONAIS
–  Tratamento: Individualizado A critério médico REAÇÕES TRANSFUSIONAIS QUANDO INTERROMPER ???
MUITO OBRIGADA !!! R. Fco. Ribas, 638 3026-5400

Hemotransfusão Em Pediatria

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    I Curso Teóricode Formação em Terapia Intensiva Pediátrica 24 de junho de 2009 HEMOTRANSFUSÃO EM PEDIATRIA Dra. Mônica Lankszner Oncologista Pediátrica Centro de Onco-Hematologia Pediátrica- COHP ISPON – Instituto Sul Paranaense de Oncologia HCPJVO
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    HEMÁCIAS Transporte deO 2 dos pulmões aos tecidos Remoção de CO 2 dos tecidos aos pulmões Formato circular homogêneo, bicôncavas e tamanho uniforme M.E.
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    HEMOGLOBINA Tetrâmero –4 cadeias de globina + radical HEME Difere nos períodos embrionário, fetal e após o nascimento Difere nas hemoglobinopatias
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    Componente mais abundantedo sangue Vida média: 35 a 50 dias RNPT 60a 70 dias RNT 120 dias Crianças maiores e adultos HEMÁCIAS M.O.
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    Basófilos Eosinófilos NeutrófilosMielócitos Metamielócitos Bastões Segmentados PMN Ba Eo Mi Mt Bt Seg
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    MN Linfócitos BT NK Monócitos Mo Li Li Mo
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    PLAQUETAS Coagulação Fragmentoscelulares, anucleadas M.O.
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    PLAQUETAS Vida média:7 dias Circulantes 8 a 12 horas Transfundidas VN: 150.000 – 450.000/mm 3
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    PLASMA Água (90%)+ proteínas Fatores de coagulação
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    HEMOTERAPIA NO BRASILAté 1900 (pre-científica) *Tese doutorando de 1876 (José Vieira Marcondes) *Transfusão animais para homens X seres humanos *Reação hemolítica aguda
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    A partir de1900 (científica) HEMOTERAPIA NO BRASIL *Descoberta dos tipos sanguineos em 1900 *Cirurgiões RJ *Salvador, BA, 1915: (Garcez Fróes) Aparelho de Agote
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    *Serviços especilizados: 1Médico e doadores universais (O) HEMOTERAPIA NO BRASIL Seringa de Jubé
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    HEMOTERAPIA NO BRASIL*1933: Serviço de Transfusão de Sangue (STS), RJ, Assistência médica + enfoque científico *Década de 40: RJ e SP, Hemoterapia como uma especialidade médica. *07/12/1942: Primeiro Banco de Sangue no Instituto Fernandes Figueira, RJ *Década 50: Fundação SBHH *1980: Campanha da Doação Voluntária da SBHH *Programa Nacional de Sangue com a criação de hemocentros
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    HEMOCOMPONENTES Resolução daDiretoria Colegiada RDC n 343, 13/12/2002, Anexo 1 - Regulamento Técnico dos Serviços de Hemoterapia Os componentes sanguíneos são preparações obtidas pelo processamento, após centrifugação das bolsas de sangue total. Podem ser obtidos também mediante aférese.
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    HEMOCOMPONENTES Produtos obtidosa partir do ST por Processos Físicos (centrifugação, congelamento). HEMODERIVADOS Produtos obtidos a partir do Plasma por Processos Físico-Químicos (industrial).
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    AFÉRESE Doação desangue por máquinas Sangue retorna ao doador Centrifugação Hm Plasma Leuco Plaq
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    TIPOS SANGUÍNEOS *Grupos sanguíneos: Sistema ABO * Locus ABO cromossomo 9 Gene A: Ag A Gene B: Ag B Gene O: Ø Ag
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    TIPOS SANGUÍNEOS *Grupo sanguíneo: Sistema Rh * Formado por 45 Ag, o mais importante é o Ag D Rh +: Ag D Rh -: Ø Ag D (15% pop) * DHRN
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    1. SANGUE TOTAL* NÃO É MAIS USADO PARA HEMOTRANSFUSÃO * MATERIA PRIMA PARA HEMOCOMPONENTES E HEMODERIVADOS * EXT
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    2. CONCENTRADO DEHEMÁCIAS A - Neonatos ou crianças com até 4 meses de idade: 1) Sinais clínicos de anemia/hipovolemia - FC > 160 bpm, PS < 50 mm Hg ou FR > 60/min 2) RNPT com baixo ganho ponderal – Hg < 7,0 g/dl 3) RNT com baixo ganho ponderal – Hg < 8,0 g/dl 4) Casos especiais - Hb < 13,0g/dl + presença de: CCC, ICC, pneumopatias que necessitam de ventilação assistida ou perdas crônicas por mais de 7 dias.
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    2. CONCENTRADO DEHEMÁCIAS B - Crianças com mais de 4 meses de idade: 1) Sinais clínicos de anemia/hipovolemia 2) Hg 7,0 – 10,0 : INDICAÇÃO CLÍNICA 3) Hg < 7,0 : SEMPRE 10 a 20ml/kg
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    3. CONCENTRADO DEPLAQUETAS A - Profilática: 1) < 10.000 + sepse ou defeito de produção de plaquetas RN: < 50.000 2) < 50.000 procedimentos invasivos RNPT estável: < 50000/mm3 RNPT instável: < 100000/mm3
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    3. CONCENTRADO DEPLAQUETAS A - Profilática: 3) < 20.000 em aplasia de medula pós-QT ou RT 4) < 30.000 em RNPT e Púrpura neonatal alo-imune 5) < 40.000 em coagulopatia 6) < 100.000 em cirurgias neuro ou oftalmológicas
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    3. CONCENTRADO DEPLAQUETAS B - Terapêutica: 1) < 50.000 com sangramento ativo RNPT estável: < 50000/mm3 RNPT instável: < 100000/mm3 2) Trombocitopatia 3) Pós-op cirurgia cardiáca com sg difuso 1U/10kg RN 5 a 10 ml/kg
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    3. CONCENTRADO DEPLAQUETAS C - ANVISA ◊ PTI com sg intenso ou suspeita de hemorragia intracraniana ◊ CIVD com sg e plaq < 50.000
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    3. CONCENTRADO DEPLAQUETAS D - Contra-indicações: 1) SHU 2) Síndrome HELLP 3) Púrpura pós-transfusional  4) PTT 5) Plaquetopenia induzida por heparina
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    4. PLASMA FRESCOCONGELADO A –Indicação: - Déficit de fatores de coagulação associado a sangramento ativo ou necessidade de procedimento invasivo. 10 a 20 ml/kg
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    4. PLASMA FRESCOCONGELADO B - Situações mais comuns: Sg ou risco acentuado em coagulopatias Deficiência de vitamina K Insuficiência hepática CIVD Reverter rapidamente ação da warfarina Reposição de fatores de coagulação na ausência de fator específico Coagulopatia dilucional
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    4. PLASMA FRESCOCONGELADO C – Contra-indicações: 1) Expansão de volume 2) Simples correção de alterações de TAP/kPTT
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    5. CRIOPRECIPITADO A- Composição: Fator VIII Fibrinogênio (X) FvW (XII) Fator XIII
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    5. CRIOPRECIPITADO B- Indicações: 1) Hemofilia A 2) CIVD 3) Hipofibrinogenemia congênita ou adquirida 4) Doença von Willebrand 5) Deficiência fator XIII 1U/5 a 10kg
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    5. CRIOPRECIPITADO C– Contra - indicação: Deficiências de outros fatores que não os já citados.
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    6. FATORES ISOLADOSDE COAGULAÇÃO A – Indicação: Hemofilia A (fator VIII) Hemofilia B (fator IX)
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    A – Indicações:◊ Neutropenia severa + febre que não responde a ATB ◊ Hipoplasia mielóide ◊ Agranulocitose congênita 7. CONCENTRADO DE GRANULÓCITOS
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    – Imediatasou Precoces: Ocorrem do início da instalação dos hemocomponentes até 24 horas após. - Tardias: 24 horas após. REAÇÕES TRANSFUSIONAIS
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    – Quandosuspeitar: Febre com ou sem tremores Tremores ou calafrios com ou sem febre Dor no sítio de infusão, tórax, abdome ou flancos Alterações na PA Rubor, eritema, urticária ou edema generalizado ou localizado REAÇÕES TRANSFUSIONAIS
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    – Quandosuspeitar: Náuseas com ou sem vômitos Choque Mudança na coloração da urina REAÇÕES TRANSFUSIONAIS
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    – Tratamento:Individualizado A critério médico REAÇÕES TRANSFUSIONAIS QUANDO INTERROMPER ???
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    MUITO OBRIGADA !!!R. Fco. Ribas, 638 3026-5400

Notas do Editor

  • #42 SHU: Após GECA por E.coli, insuf. Renal, anemia hemolitica, trombocitopenia, dist coag e sint neuro HELLP: anemia hemolítica, elev enzimas hep, trombocitopenia