SlideShare uma empresa Scribd logo
I Curso Teórico de Formação em Terapia Intensiva Pediátrica  24 de junho de 2009 HEMOTRANSFUSÃO EM PEDIATRIA Dra. Mônica Lankszner Oncologista Pediátrica   Centro de Onco-Hematologia Pediátrica-  COHP ISPON – Instituto Sul Paranaense de Oncologia HCPJVO
O SANGUE
HEMATOPOIESE   HUMANA
O SANGUE
HEMÁCIAS Transporte de O 2  dos pulmões aos tecidos Remoção de CO 2  dos tecidos aos pulmões Formato circular homogêneo, bicôncavas e tamanho uniforme M.E.
HEMOGLOBINA Tetrâmero – 4 cadeias de globina + radical HEME Difere nos períodos embrionário, fetal e  após o nascimento Difere nas hemoglobinopatias
Componente mais abundante do sangue Vida média: 35 a 50 dias RNPT 60a 70 dias RNT 120 dias Crianças maiores e adultos HEMÁCIAS M.O.
 
LEUCÓCITOS Polimorfonucleares/Granulócitos Mononuclares Defesa  Sistema imunológico
Basófilos Eosinófilos Neutrófilos Mielócitos Metamielócitos Bastões Segmentados PMN Ba Eo Mi Mt Bt Seg
MN Linfócitos B T NK Monócitos Mo Li Li Mo
 
PLAQUETAS Coagulação Fragmentos celulares, anucleadas M.O.
 
PLAQUETAS Vida média: 7 dias Circulantes 8 a 12 horas Transfundidas VN: 150.000 – 450.000/mm 3
PLASMA Água (90%) + proteínas Fatores de coagulação
 
HEMOTERAPIA NO BRASIL Até 1900 (pre-científica)  *Tese doutorando de 1876 (José Vieira Marcondes) *Transfusão animais para homens X seres humanos *Reação hemolítica aguda
A partir de 1900 (científica) HEMOTERAPIA NO BRASIL *Descoberta dos tipos sanguineos em 1900 *Cirurgiões RJ *Salvador, BA, 1915: (Garcez Fróes) Aparelho de Agote
 
*Serviços especilizados: 1 Médico e  doadores universais (O) HEMOTERAPIA NO BRASIL Seringa de Jubé
HEMOTERAPIA NO BRASIL *1933: Serviço de Transfusão de Sangue (STS), RJ,  Assistência médica + enfoque científico  *Década de 40: RJ e SP, Hemoterapia como uma especialidade médica.  *07/12/1942: Primeiro Banco de Sangue no Instituto  Fernandes Figueira, RJ *Década 50: Fundação SBHH *1980: Campanha da Doação Voluntária da SBHH *Programa Nacional de Sangue com a criação de  hemocentros
1933
HEMOCOMPONENTES Resolução da Diretoria Colegiada RDC n 343, 13/12/2002, Anexo 1 - Regulamento Técnico dos Serviços de Hemoterapia Os componentes sanguíneos são preparações obtidas pelo processamento,  após centrifugação das bolsas de sangue total. Podem ser obtidos também mediante aférese.
CENTRIFUGAÇÃO
HEMOCOMPONENTES Produtos obtidos a partir do ST por Processos Físicos (centrifugação, congelamento). HEMODERIVADOS Produtos obtidos a partir do Plasma por Processos Físico-Químicos (industrial).
AFÉRESE Doação de sangue por máquinas Sangue retorna ao doador Centrifugação Hm Plasma Leuco Plaq
 
TIPOS SANGUÍNEOS * Grupos sanguíneos:  Sistema ABO * Locus ABO cromossomo 9 Gene A: Ag A Gene B: Ag B Gene O: Ø Ag
TIPOS SANGUÍNEOS * Grupo sanguíneo:  Sistema Rh * Formado por 45 Ag, o mais importante é o Ag D Rh +: Ag D Rh -: Ø Ag D (15% pop) * DHRN
 
 
1. SANGUE TOTAL *  NÃO É MAIS USADO PARA HEMOTRANSFUSÃO * MATERIA PRIMA PARA HEMOCOMPONENTES E HEMODERIVADOS * EXT
2. CONCENTRADO DE HEMÁCIAS A - Neonatos ou crianças com até 4 meses de idade:   1)  Sinais clínicos de anemia/hipovolemia -  FC > 160 bpm, PS < 50 mm Hg ou FR > 60/min 2)  RNPT com baixo ganho ponderal –  Hg < 7,0 g/dl 3)  RNT com baixo ganho ponderal –  Hg < 8,0 g/dl 4)  Casos especiais -  Hb < 13,0g/dl +  presença de: CCC, ICC, pneumopatias que  necessitam de ventilação assistida  ou perdas crônicas por mais de 7 dias.
2. CONCENTRADO DE HEMÁCIAS B - Crianças com mais de 4 meses de idade:   1)   Sinais clínicos de anemia/hipovolemia 2)  Hg 7,0 – 10,0 : INDICAÇÃO CLÍNICA 3)   Hg < 7,0 : SEMPRE  10 a 20ml/kg
3. CONCENTRADO DE PLAQUETAS A - Profilática: 1)  < 10.000 + sepse ou defeito de produção de plaquetas RN: < 50.000 2)  < 50.000 procedimentos invasivos RNPT estável: < 50000/mm3 RNPT instável: < 100000/mm3
3. CONCENTRADO DE PLAQUETAS A - Profilática: 3)  < 20.000 em aplasia de medula pós-QT ou RT 4)  < 30.000 em RNPT e Púrpura neonatal alo-imune 5)  < 40.000 em coagulopatia 6)  < 100.000 em cirurgias neuro ou oftalmológicas
3. CONCENTRADO DE PLAQUETAS B - Terapêutica: 1)  < 50.000 com sangramento ativo RNPT estável: < 50000/mm3 RNPT instável: < 100000/mm3 2)  Trombocitopatia 3)  Pós-op cirurgia cardiáca com sg difuso 1U/10kg  RN 5 a 10 ml/kg
3. CONCENTRADO DE PLAQUETAS C - ANVISA ◊   PTI com sg intenso ou suspeita de hemorragia intracraniana ◊   CIVD com sg e plaq < 50.000
3. CONCENTRADO DE PLAQUETAS D - Contra-indicações: ◊   PTI ◊   Dengue Hemorrágica ◊   CIVD
3. CONCENTRADO DE PLAQUETAS D - Contra-indicações: 1)   SHU 2)  Síndrome HELLP 3)  Púrpura pós-transfusional  4)  PTT 5)  Plaquetopenia induzida por heparina
4. PLASMA FRESCO CONGELADO A –Indicação: -  Déficit de fatores de coagulação associado a sangramento ativo ou necessidade de procedimento invasivo. 10 a 20 ml/kg
4. PLASMA FRESCO CONGELADO B - Situações mais comuns: Sg ou risco acentuado em coagulopatias Deficiência de vitamina K Insuficiência hepática CIVD Reverter rapidamente ação da warfarina Reposição de fatores de coagulação na ausência de fator específico Coagulopatia dilucional
4. PLASMA FRESCO CONGELADO C – Contra-indicações: 1)  Expansão de volume 2)  Simples correção de alterações de TAP/kPTT
5. CRIOPRECIPITADO A - Composição: Fator VIII Fibrinogênio (X) FvW (XII) Fator XIII
5. CRIOPRECIPITADO B - Indicações: 1)  Hemofilia A  2)  CIVD 3)  Hipofibrinogenemia congênita ou adquirida 4)  Doença von Willebrand 5)  Deficiência fator XIII 1U/5 a 10kg
5. CRIOPRECIPITADO C – Contra - indicação: Deficiências de outros fatores que não os já citados.
6. FATORES ISOLADOS DE COAGULAÇÃO A – Indicação: Hemofilia A (fator VIII) Hemofilia B (fator IX)
A – Indicações: ◊   Neutropenia severa + febre que não responde a ATB ◊   Hipoplasia mielóide ◊   Agranulocitose congênita 7. CONCENTRADO DE GRANULÓCITOS
Quase  acabando…
–  Imediatas ou Precoces: Ocorrem do início da instalação dos hemocomponentes até 24 horas após. - Tardias: 24 horas após. REAÇÕES TRANSFUSIONAIS
–  Quando suspeitar: Febre com ou sem tremores Tremores ou calafrios com ou sem febre Dor no sítio de infusão, tórax, abdome ou flancos Alterações na PA Rubor, eritema, urticária ou edema generalizado ou localizado REAÇÕES TRANSFUSIONAIS
–  Quando suspeitar: Náuseas com ou sem vômitos Choque Mudança na coloração da urina REAÇÕES TRANSFUSIONAIS
REAÇÕES TRANSFUSIONAIS
–  Tratamento: Individualizado A critério médico REAÇÕES TRANSFUSIONAIS QUANDO INTERROMPER ???
MUITO OBRIGADA !!! R. Fco. Ribas, 638 3026-5400

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Histórico e exame físico respiratório
Histórico e exame físico respiratórioHistórico e exame físico respiratório
Histórico e exame físico respiratório
resenfe2013
 
Distúrbios hidroeletrolíticos
Distúrbios hidroeletrolíticosDistúrbios hidroeletrolíticos
Distúrbios hidroeletrolíticos
resenfe2013
 
Diabetes
DiabetesDiabetes
Diabetes
resenfe2013
 
urgencia-e-emergencia-mapa-mental-1.pdf
urgencia-e-emergencia-mapa-mental-1.pdfurgencia-e-emergencia-mapa-mental-1.pdf
urgencia-e-emergencia-mapa-mental-1.pdf
RickAugusto1
 
Processo de Enfermagem na hemoterapia - No Caminho da Enfermagem - Lucas Fontes.
Processo de Enfermagem na hemoterapia - No Caminho da Enfermagem - Lucas Fontes.Processo de Enfermagem na hemoterapia - No Caminho da Enfermagem - Lucas Fontes.
Processo de Enfermagem na hemoterapia - No Caminho da Enfermagem - Lucas Fontes.
Lucas Fontes
 
Choque
Choque   Choque
Choque
ivanaferraz
 
Arritimias cardíacas
Arritimias cardíacasArritimias cardíacas
Arritimias cardíacas
dapab
 
Monitorização Hemodinâmica Não-Invasiva
Monitorização Hemodinâmica Não-InvasivaMonitorização Hemodinâmica Não-Invasiva
Monitorização Hemodinâmica Não-Invasiva
resenfe2013
 
Atendimento inicial ao politraumatizado
Atendimento inicial ao politraumatizadoAtendimento inicial ao politraumatizado
Atendimento inicial ao politraumatizado
rozenaisna
 
A insuficência renal e assistência de enfermagem
A insuficência renal e assistência de enfermagem A insuficência renal e assistência de enfermagem
A insuficência renal e assistência de enfermagem
Cleiton Ribeiro Alves
 
Estratégia Multimodal da OMS para Higienização das mãos e Degermação cirúrgica
 Estratégia Multimodal da OMS para Higienização das mãos e Degermação cirúrgica Estratégia Multimodal da OMS para Higienização das mãos e Degermação cirúrgica
Estratégia Multimodal da OMS para Higienização das mãos e Degermação cirúrgica
resenfe2013
 
Avaliação do estado de hidratação
Avaliação do estado de hidrataçãoAvaliação do estado de hidratação
Avaliação do estado de hidratação
pauloalambert
 
Hemodiálise
HemodiáliseHemodiálise
Hemodiálise
resenfe2013
 
Hemocomponentes e os cuidados de enfermagem
Hemocomponentes e os cuidados de enfermagemHemocomponentes e os cuidados de enfermagem
Hemocomponentes e os cuidados de enfermagem
Rui Lopes
 
Edema Agudo de Pulmão
Edema Agudo de PulmãoEdema Agudo de Pulmão
Edema Agudo de Pulmão
resenfe2013
 
Monitorização UTI
Monitorização UTIMonitorização UTI
Monitorização UTI
Julio Cesar Matias
 
Sinais Vitais
Sinais VitaisSinais Vitais
Sinais Vitais
Tamyres Magalhães
 
RCP
RCPRCP
Transfusões de Hemocomponentes
Transfusões de HemocomponentesTransfusões de Hemocomponentes
Transfusões de Hemocomponentes
Renato Bach
 
Curativos
CurativosCurativos
Curativos
Rodrigo Abreu
 

Mais procurados (20)

Histórico e exame físico respiratório
Histórico e exame físico respiratórioHistórico e exame físico respiratório
Histórico e exame físico respiratório
 
Distúrbios hidroeletrolíticos
Distúrbios hidroeletrolíticosDistúrbios hidroeletrolíticos
Distúrbios hidroeletrolíticos
 
Diabetes
DiabetesDiabetes
Diabetes
 
urgencia-e-emergencia-mapa-mental-1.pdf
urgencia-e-emergencia-mapa-mental-1.pdfurgencia-e-emergencia-mapa-mental-1.pdf
urgencia-e-emergencia-mapa-mental-1.pdf
 
Processo de Enfermagem na hemoterapia - No Caminho da Enfermagem - Lucas Fontes.
Processo de Enfermagem na hemoterapia - No Caminho da Enfermagem - Lucas Fontes.Processo de Enfermagem na hemoterapia - No Caminho da Enfermagem - Lucas Fontes.
Processo de Enfermagem na hemoterapia - No Caminho da Enfermagem - Lucas Fontes.
 
Choque
Choque   Choque
Choque
 
Arritimias cardíacas
Arritimias cardíacasArritimias cardíacas
Arritimias cardíacas
 
Monitorização Hemodinâmica Não-Invasiva
Monitorização Hemodinâmica Não-InvasivaMonitorização Hemodinâmica Não-Invasiva
Monitorização Hemodinâmica Não-Invasiva
 
Atendimento inicial ao politraumatizado
Atendimento inicial ao politraumatizadoAtendimento inicial ao politraumatizado
Atendimento inicial ao politraumatizado
 
A insuficência renal e assistência de enfermagem
A insuficência renal e assistência de enfermagem A insuficência renal e assistência de enfermagem
A insuficência renal e assistência de enfermagem
 
Estratégia Multimodal da OMS para Higienização das mãos e Degermação cirúrgica
 Estratégia Multimodal da OMS para Higienização das mãos e Degermação cirúrgica Estratégia Multimodal da OMS para Higienização das mãos e Degermação cirúrgica
Estratégia Multimodal da OMS para Higienização das mãos e Degermação cirúrgica
 
Avaliação do estado de hidratação
Avaliação do estado de hidrataçãoAvaliação do estado de hidratação
Avaliação do estado de hidratação
 
Hemodiálise
HemodiáliseHemodiálise
Hemodiálise
 
Hemocomponentes e os cuidados de enfermagem
Hemocomponentes e os cuidados de enfermagemHemocomponentes e os cuidados de enfermagem
Hemocomponentes e os cuidados de enfermagem
 
Edema Agudo de Pulmão
Edema Agudo de PulmãoEdema Agudo de Pulmão
Edema Agudo de Pulmão
 
Monitorização UTI
Monitorização UTIMonitorização UTI
Monitorização UTI
 
Sinais Vitais
Sinais VitaisSinais Vitais
Sinais Vitais
 
RCP
RCPRCP
RCP
 
Transfusões de Hemocomponentes
Transfusões de HemocomponentesTransfusões de Hemocomponentes
Transfusões de Hemocomponentes
 
Curativos
CurativosCurativos
Curativos
 

Destaque

TRALI - Lesão pulmonar aguda associada à transfusão
TRALI - Lesão pulmonar aguda associada à transfusãoTRALI - Lesão pulmonar aguda associada à transfusão
TRALI - Lesão pulmonar aguda associada à transfusão
Mayara Rodrigues
 
Aula 1 geral hq
Aula 1 geral hqAula 1 geral hq
Aula 1 geral hq
Adila Trubat
 
Hematopoyesisbiometria
HematopoyesisbiometriaHematopoyesisbiometria
Hematopoyesisbiometria
Daniel Perea
 
Células-tronco do sangue de cordão umbilical
Células-tronco do sangue de cordão umbilicalCélulas-tronco do sangue de cordão umbilical
Células-tronco do sangue de cordão umbilical
Cryopraxis
 
Aula infusão de sangue e derivados
Aula   infusão de sangue e derivadosAula   infusão de sangue e derivados
Aula infusão de sangue e derivados
karol_ribeiro
 
Atlas de hematología
Atlas de hematologíaAtlas de hematología
Atlas de hematología
Kenny Correa
 
Hemoterapia 1
Hemoterapia 1Hemoterapia 1
Hemoterapia 1
janinemagalhaes
 
Síndrome da angústia respiratória aguda (sara) reriew
Síndrome da angústia respiratória aguda (sara)   reriewSíndrome da angústia respiratória aguda (sara)   reriew
Síndrome da angústia respiratória aguda (sara) reriew
lukeni2015
 
Leucócitos e Leucemias
Leucócitos e LeucemiasLeucócitos e Leucemias
Leucócitos e Leucemias
Cassandra de Brito
 
Sangue e hematopoiese
Sangue e hematopoieseSangue e hematopoiese
Sangue e hematopoiese
Lucas Almeida Sá
 
03 sangue e hematopoese
03 sangue e hematopoese03 sangue e hematopoese
03 sangue e hematopoese
ÁreadaSaúde
 

Destaque (11)

TRALI - Lesão pulmonar aguda associada à transfusão
TRALI - Lesão pulmonar aguda associada à transfusãoTRALI - Lesão pulmonar aguda associada à transfusão
TRALI - Lesão pulmonar aguda associada à transfusão
 
Aula 1 geral hq
Aula 1 geral hqAula 1 geral hq
Aula 1 geral hq
 
Hematopoyesisbiometria
HematopoyesisbiometriaHematopoyesisbiometria
Hematopoyesisbiometria
 
Células-tronco do sangue de cordão umbilical
Células-tronco do sangue de cordão umbilicalCélulas-tronco do sangue de cordão umbilical
Células-tronco do sangue de cordão umbilical
 
Aula infusão de sangue e derivados
Aula   infusão de sangue e derivadosAula   infusão de sangue e derivados
Aula infusão de sangue e derivados
 
Atlas de hematología
Atlas de hematologíaAtlas de hematología
Atlas de hematología
 
Hemoterapia 1
Hemoterapia 1Hemoterapia 1
Hemoterapia 1
 
Síndrome da angústia respiratória aguda (sara) reriew
Síndrome da angústia respiratória aguda (sara)   reriewSíndrome da angústia respiratória aguda (sara)   reriew
Síndrome da angústia respiratória aguda (sara) reriew
 
Leucócitos e Leucemias
Leucócitos e LeucemiasLeucócitos e Leucemias
Leucócitos e Leucemias
 
Sangue e hematopoiese
Sangue e hematopoieseSangue e hematopoiese
Sangue e hematopoiese
 
03 sangue e hematopoese
03 sangue e hematopoese03 sangue e hematopoese
03 sangue e hematopoese
 

Semelhante a Hemotransfusão Em Pediatria

Embolia pulmonar
Embolia  pulmonarEmbolia  pulmonar
Embolia pulmonar
sgtrobertson
 
Medicina transfusional _-_cti[1]
Medicina transfusional _-_cti[1]Medicina transfusional _-_cti[1]
Medicina transfusional _-_cti[1]
ctisaolucascopacabana
 
Lucas
LucasLucas
Transplante Cardíaco
Transplante CardíacoTransplante Cardíaco
Transplante Cardíaco
resenfe2013
 
Transfusao de hemocomponentes_e_hemoderivados
Transfusao de hemocomponentes_e_hemoderivadosTransfusao de hemocomponentes_e_hemoderivados
Transfusao de hemocomponentes_e_hemoderivados
Eliane Kopchinski
 
Manejo covid19 versaofinal
Manejo covid19 versaofinalManejo covid19 versaofinal
Manejo covid19 versaofinal
gisa_legal
 
Hemoterapia 2
Hemoterapia 2Hemoterapia 2
Hemoterapia 2
janinemagalhaes
 
DERRAME PLEURAL - Caso Clínico
DERRAME PLEURAL - Caso ClínicoDERRAME PLEURAL - Caso Clínico
DERRAME PLEURAL - Caso Clínico
Brenda Lahlou
 
Púrpura Trobocitopênica Imunológica (PTI)
Púrpura Trobocitopênica Imunológica (PTI)Púrpura Trobocitopênica Imunológica (PTI)
Púrpura Trobocitopênica Imunológica (PTI)
blogped1
 
Processos de Enfermagem na Hemoterapia
Processos de Enfermagem na HemoterapiaProcessos de Enfermagem na Hemoterapia
Processos de Enfermagem na Hemoterapia
OdeirOdeirSilva
 
Caso clinico
Caso clinicoCaso clinico
Caso clinico
ctisaolucascopacabana
 
Sepse
SepseSepse
Relato de caso - 05.08.2013
Relato de caso - 05.08.2013Relato de caso - 05.08.2013
Relato de caso - 05.08.2013
Paulo Cardoso
 
Artigo diagnóstico inicial e manejo da sepse grave e choque séptico
Artigo  diagnóstico inicial e manejo da sepse grave e choque sépticoArtigo  diagnóstico inicial e manejo da sepse grave e choque séptico
Artigo diagnóstico inicial e manejo da sepse grave e choque séptico
Erick Bragato
 
Curso Atualização Hemostasia pdf
Curso Atualização Hemostasia pdfCurso Atualização Hemostasia pdf
Curso Atualização Hemostasia pdf
Fábio Baía
 
Monografia 14 t h digestiva
Monografia 14 t h digestivaMonografia 14 t h digestiva
Monografia 14 t h digestiva
Artur Matavele Júnior
 
Trab. farmaco (1)
Trab. farmaco (1)Trab. farmaco (1)
Trab. farmaco (1)
Camilasantos2016
 
Sepse, sepse grave, choque séptico
Sepse, sepse grave, choque sépticoSepse, sepse grave, choque séptico
Sepse, sepse grave, choque séptico
guest169f8ea
 
Sessão trale
Sessão traleSessão trale
Sessão trale
ctisaolucascopacabana
 
Patologias gestacionais
Patologias gestacionaisPatologias gestacionais
Patologias gestacionais
Morgana Oliveira
 

Semelhante a Hemotransfusão Em Pediatria (20)

Embolia pulmonar
Embolia  pulmonarEmbolia  pulmonar
Embolia pulmonar
 
Medicina transfusional _-_cti[1]
Medicina transfusional _-_cti[1]Medicina transfusional _-_cti[1]
Medicina transfusional _-_cti[1]
 
Lucas
LucasLucas
Lucas
 
Transplante Cardíaco
Transplante CardíacoTransplante Cardíaco
Transplante Cardíaco
 
Transfusao de hemocomponentes_e_hemoderivados
Transfusao de hemocomponentes_e_hemoderivadosTransfusao de hemocomponentes_e_hemoderivados
Transfusao de hemocomponentes_e_hemoderivados
 
Manejo covid19 versaofinal
Manejo covid19 versaofinalManejo covid19 versaofinal
Manejo covid19 versaofinal
 
Hemoterapia 2
Hemoterapia 2Hemoterapia 2
Hemoterapia 2
 
DERRAME PLEURAL - Caso Clínico
DERRAME PLEURAL - Caso ClínicoDERRAME PLEURAL - Caso Clínico
DERRAME PLEURAL - Caso Clínico
 
Púrpura Trobocitopênica Imunológica (PTI)
Púrpura Trobocitopênica Imunológica (PTI)Púrpura Trobocitopênica Imunológica (PTI)
Púrpura Trobocitopênica Imunológica (PTI)
 
Processos de Enfermagem na Hemoterapia
Processos de Enfermagem na HemoterapiaProcessos de Enfermagem na Hemoterapia
Processos de Enfermagem na Hemoterapia
 
Caso clinico
Caso clinicoCaso clinico
Caso clinico
 
Sepse
SepseSepse
Sepse
 
Relato de caso - 05.08.2013
Relato de caso - 05.08.2013Relato de caso - 05.08.2013
Relato de caso - 05.08.2013
 
Artigo diagnóstico inicial e manejo da sepse grave e choque séptico
Artigo  diagnóstico inicial e manejo da sepse grave e choque sépticoArtigo  diagnóstico inicial e manejo da sepse grave e choque séptico
Artigo diagnóstico inicial e manejo da sepse grave e choque séptico
 
Curso Atualização Hemostasia pdf
Curso Atualização Hemostasia pdfCurso Atualização Hemostasia pdf
Curso Atualização Hemostasia pdf
 
Monografia 14 t h digestiva
Monografia 14 t h digestivaMonografia 14 t h digestiva
Monografia 14 t h digestiva
 
Trab. farmaco (1)
Trab. farmaco (1)Trab. farmaco (1)
Trab. farmaco (1)
 
Sepse, sepse grave, choque séptico
Sepse, sepse grave, choque sépticoSepse, sepse grave, choque séptico
Sepse, sepse grave, choque séptico
 
Sessão trale
Sessão traleSessão trale
Sessão trale
 
Patologias gestacionais
Patologias gestacionaisPatologias gestacionais
Patologias gestacionais
 

Mais de Renato Bach

A arte de Jacobus van Wilpe
A arte de Jacobus van WilpeA arte de Jacobus van Wilpe
A arte de Jacobus van Wilpe
Renato Bach
 
Antimicrobianos Em Cirurgia
Antimicrobianos Em CirurgiaAntimicrobianos Em Cirurgia
Antimicrobianos Em Cirurgia
Renato Bach
 
Aspectos PsicolóGicos Da Terapia Intensiva Em CriançAs E Familiares
Aspectos PsicolóGicos Da Terapia Intensiva Em CriançAs E FamiliaresAspectos PsicolóGicos Da Terapia Intensiva Em CriançAs E Familiares
Aspectos PsicolóGicos Da Terapia Intensiva Em CriançAs E Familiares
Renato Bach
 
Cuidados Intensivos Em Terapia Intensiva PediáTrica
Cuidados Intensivos Em Terapia Intensiva PediáTricaCuidados Intensivos Em Terapia Intensiva PediáTrica
Cuidados Intensivos Em Terapia Intensiva PediáTrica
Renato Bach
 
Cuidados De Enfermagem Em Uti Pediátrica
Cuidados De Enfermagem Em Uti PediátricaCuidados De Enfermagem Em Uti Pediátrica
Cuidados De Enfermagem Em Uti Pediátrica
Renato Bach
 
Sedação e Analgesia - Visão do Cirurgião
Sedação e Analgesia - Visão do CirurgiãoSedação e Analgesia - Visão do Cirurgião
Sedação e Analgesia - Visão do Cirurgião
Renato Bach
 
Sedação e Analgesia
Sedação e AnalgesiaSedação e Analgesia
Sedação e Analgesia
Renato Bach
 
Hidratacao Venosa e Disturbios Hidroeletroliticos
Hidratacao Venosa e Disturbios HidroeletroliticosHidratacao Venosa e Disturbios Hidroeletroliticos
Hidratacao Venosa e Disturbios Hidroeletroliticos
Renato Bach
 
Violência Contra A Criança
Violência Contra A CriançaViolência Contra A Criança
Violência Contra A Criança
Renato Bach
 
Acesso Venosos Em CriançAs E Adultos
Acesso Venosos Em CriançAs E AdultosAcesso Venosos Em CriançAs E Adultos
Acesso Venosos Em CriançAs E Adultos
Renato Bach
 

Mais de Renato Bach (10)

A arte de Jacobus van Wilpe
A arte de Jacobus van WilpeA arte de Jacobus van Wilpe
A arte de Jacobus van Wilpe
 
Antimicrobianos Em Cirurgia
Antimicrobianos Em CirurgiaAntimicrobianos Em Cirurgia
Antimicrobianos Em Cirurgia
 
Aspectos PsicolóGicos Da Terapia Intensiva Em CriançAs E Familiares
Aspectos PsicolóGicos Da Terapia Intensiva Em CriançAs E FamiliaresAspectos PsicolóGicos Da Terapia Intensiva Em CriançAs E Familiares
Aspectos PsicolóGicos Da Terapia Intensiva Em CriançAs E Familiares
 
Cuidados Intensivos Em Terapia Intensiva PediáTrica
Cuidados Intensivos Em Terapia Intensiva PediáTricaCuidados Intensivos Em Terapia Intensiva PediáTrica
Cuidados Intensivos Em Terapia Intensiva PediáTrica
 
Cuidados De Enfermagem Em Uti Pediátrica
Cuidados De Enfermagem Em Uti PediátricaCuidados De Enfermagem Em Uti Pediátrica
Cuidados De Enfermagem Em Uti Pediátrica
 
Sedação e Analgesia - Visão do Cirurgião
Sedação e Analgesia - Visão do CirurgiãoSedação e Analgesia - Visão do Cirurgião
Sedação e Analgesia - Visão do Cirurgião
 
Sedação e Analgesia
Sedação e AnalgesiaSedação e Analgesia
Sedação e Analgesia
 
Hidratacao Venosa e Disturbios Hidroeletroliticos
Hidratacao Venosa e Disturbios HidroeletroliticosHidratacao Venosa e Disturbios Hidroeletroliticos
Hidratacao Venosa e Disturbios Hidroeletroliticos
 
Violência Contra A Criança
Violência Contra A CriançaViolência Contra A Criança
Violência Contra A Criança
 
Acesso Venosos Em CriançAs E Adultos
Acesso Venosos Em CriançAs E AdultosAcesso Venosos Em CriançAs E Adultos
Acesso Venosos Em CriançAs E Adultos
 

Hemotransfusão Em Pediatria

  • 1. I Curso Teórico de Formação em Terapia Intensiva Pediátrica 24 de junho de 2009 HEMOTRANSFUSÃO EM PEDIATRIA Dra. Mônica Lankszner Oncologista Pediátrica Centro de Onco-Hematologia Pediátrica- COHP ISPON – Instituto Sul Paranaense de Oncologia HCPJVO
  • 3. HEMATOPOIESE HUMANA
  • 5. HEMÁCIAS Transporte de O 2 dos pulmões aos tecidos Remoção de CO 2 dos tecidos aos pulmões Formato circular homogêneo, bicôncavas e tamanho uniforme M.E.
  • 6. HEMOGLOBINA Tetrâmero – 4 cadeias de globina + radical HEME Difere nos períodos embrionário, fetal e após o nascimento Difere nas hemoglobinopatias
  • 7. Componente mais abundante do sangue Vida média: 35 a 50 dias RNPT 60a 70 dias RNT 120 dias Crianças maiores e adultos HEMÁCIAS M.O.
  • 8.  
  • 10. Basófilos Eosinófilos Neutrófilos Mielócitos Metamielócitos Bastões Segmentados PMN Ba Eo Mi Mt Bt Seg
  • 11. MN Linfócitos B T NK Monócitos Mo Li Li Mo
  • 12.  
  • 13. PLAQUETAS Coagulação Fragmentos celulares, anucleadas M.O.
  • 14.  
  • 15. PLAQUETAS Vida média: 7 dias Circulantes 8 a 12 horas Transfundidas VN: 150.000 – 450.000/mm 3
  • 16. PLASMA Água (90%) + proteínas Fatores de coagulação
  • 17.  
  • 18. HEMOTERAPIA NO BRASIL Até 1900 (pre-científica) *Tese doutorando de 1876 (José Vieira Marcondes) *Transfusão animais para homens X seres humanos *Reação hemolítica aguda
  • 19. A partir de 1900 (científica) HEMOTERAPIA NO BRASIL *Descoberta dos tipos sanguineos em 1900 *Cirurgiões RJ *Salvador, BA, 1915: (Garcez Fróes) Aparelho de Agote
  • 20.  
  • 21. *Serviços especilizados: 1 Médico e doadores universais (O) HEMOTERAPIA NO BRASIL Seringa de Jubé
  • 22. HEMOTERAPIA NO BRASIL *1933: Serviço de Transfusão de Sangue (STS), RJ, Assistência médica + enfoque científico *Década de 40: RJ e SP, Hemoterapia como uma especialidade médica. *07/12/1942: Primeiro Banco de Sangue no Instituto Fernandes Figueira, RJ *Década 50: Fundação SBHH *1980: Campanha da Doação Voluntária da SBHH *Programa Nacional de Sangue com a criação de hemocentros
  • 23. 1933
  • 24. HEMOCOMPONENTES Resolução da Diretoria Colegiada RDC n 343, 13/12/2002, Anexo 1 - Regulamento Técnico dos Serviços de Hemoterapia Os componentes sanguíneos são preparações obtidas pelo processamento, após centrifugação das bolsas de sangue total. Podem ser obtidos também mediante aférese.
  • 26. HEMOCOMPONENTES Produtos obtidos a partir do ST por Processos Físicos (centrifugação, congelamento). HEMODERIVADOS Produtos obtidos a partir do Plasma por Processos Físico-Químicos (industrial).
  • 27. AFÉRESE Doação de sangue por máquinas Sangue retorna ao doador Centrifugação Hm Plasma Leuco Plaq
  • 28.  
  • 29. TIPOS SANGUÍNEOS * Grupos sanguíneos: Sistema ABO * Locus ABO cromossomo 9 Gene A: Ag A Gene B: Ag B Gene O: Ø Ag
  • 30. TIPOS SANGUÍNEOS * Grupo sanguíneo: Sistema Rh * Formado por 45 Ag, o mais importante é o Ag D Rh +: Ag D Rh -: Ø Ag D (15% pop) * DHRN
  • 31.  
  • 32.  
  • 33. 1. SANGUE TOTAL * NÃO É MAIS USADO PARA HEMOTRANSFUSÃO * MATERIA PRIMA PARA HEMOCOMPONENTES E HEMODERIVADOS * EXT
  • 34. 2. CONCENTRADO DE HEMÁCIAS A - Neonatos ou crianças com até 4 meses de idade: 1) Sinais clínicos de anemia/hipovolemia - FC > 160 bpm, PS < 50 mm Hg ou FR > 60/min 2) RNPT com baixo ganho ponderal – Hg < 7,0 g/dl 3) RNT com baixo ganho ponderal – Hg < 8,0 g/dl 4) Casos especiais - Hb < 13,0g/dl + presença de: CCC, ICC, pneumopatias que necessitam de ventilação assistida ou perdas crônicas por mais de 7 dias.
  • 35. 2. CONCENTRADO DE HEMÁCIAS B - Crianças com mais de 4 meses de idade: 1) Sinais clínicos de anemia/hipovolemia 2) Hg 7,0 – 10,0 : INDICAÇÃO CLÍNICA 3) Hg < 7,0 : SEMPRE 10 a 20ml/kg
  • 36. 3. CONCENTRADO DE PLAQUETAS A - Profilática: 1) < 10.000 + sepse ou defeito de produção de plaquetas RN: < 50.000 2) < 50.000 procedimentos invasivos RNPT estável: < 50000/mm3 RNPT instável: < 100000/mm3
  • 37. 3. CONCENTRADO DE PLAQUETAS A - Profilática: 3) < 20.000 em aplasia de medula pós-QT ou RT 4) < 30.000 em RNPT e Púrpura neonatal alo-imune 5) < 40.000 em coagulopatia 6) < 100.000 em cirurgias neuro ou oftalmológicas
  • 38. 3. CONCENTRADO DE PLAQUETAS B - Terapêutica: 1) < 50.000 com sangramento ativo RNPT estável: < 50000/mm3 RNPT instável: < 100000/mm3 2) Trombocitopatia 3) Pós-op cirurgia cardiáca com sg difuso 1U/10kg RN 5 a 10 ml/kg
  • 39. 3. CONCENTRADO DE PLAQUETAS C - ANVISA ◊ PTI com sg intenso ou suspeita de hemorragia intracraniana ◊ CIVD com sg e plaq < 50.000
  • 40. 3. CONCENTRADO DE PLAQUETAS D - Contra-indicações: ◊ PTI ◊ Dengue Hemorrágica ◊ CIVD
  • 41. 3. CONCENTRADO DE PLAQUETAS D - Contra-indicações: 1) SHU 2) Síndrome HELLP 3) Púrpura pós-transfusional  4) PTT 5) Plaquetopenia induzida por heparina
  • 42. 4. PLASMA FRESCO CONGELADO A –Indicação: - Déficit de fatores de coagulação associado a sangramento ativo ou necessidade de procedimento invasivo. 10 a 20 ml/kg
  • 43. 4. PLASMA FRESCO CONGELADO B - Situações mais comuns: Sg ou risco acentuado em coagulopatias Deficiência de vitamina K Insuficiência hepática CIVD Reverter rapidamente ação da warfarina Reposição de fatores de coagulação na ausência de fator específico Coagulopatia dilucional
  • 44. 4. PLASMA FRESCO CONGELADO C – Contra-indicações: 1) Expansão de volume 2) Simples correção de alterações de TAP/kPTT
  • 45. 5. CRIOPRECIPITADO A - Composição: Fator VIII Fibrinogênio (X) FvW (XII) Fator XIII
  • 46. 5. CRIOPRECIPITADO B - Indicações: 1) Hemofilia A 2) CIVD 3) Hipofibrinogenemia congênita ou adquirida 4) Doença von Willebrand 5) Deficiência fator XIII 1U/5 a 10kg
  • 47. 5. CRIOPRECIPITADO C – Contra - indicação: Deficiências de outros fatores que não os já citados.
  • 48. 6. FATORES ISOLADOS DE COAGULAÇÃO A – Indicação: Hemofilia A (fator VIII) Hemofilia B (fator IX)
  • 49. A – Indicações: ◊ Neutropenia severa + febre que não responde a ATB ◊ Hipoplasia mielóide ◊ Agranulocitose congênita 7. CONCENTRADO DE GRANULÓCITOS
  • 51. – Imediatas ou Precoces: Ocorrem do início da instalação dos hemocomponentes até 24 horas após. - Tardias: 24 horas após. REAÇÕES TRANSFUSIONAIS
  • 52. – Quando suspeitar: Febre com ou sem tremores Tremores ou calafrios com ou sem febre Dor no sítio de infusão, tórax, abdome ou flancos Alterações na PA Rubor, eritema, urticária ou edema generalizado ou localizado REAÇÕES TRANSFUSIONAIS
  • 53. – Quando suspeitar: Náuseas com ou sem vômitos Choque Mudança na coloração da urina REAÇÕES TRANSFUSIONAIS
  • 55. – Tratamento: Individualizado A critério médico REAÇÕES TRANSFUSIONAIS QUANDO INTERROMPER ???
  • 56. MUITO OBRIGADA !!! R. Fco. Ribas, 638 3026-5400

Notas do Editor

  1. SHU: Após GECA por E.coli, insuf. Renal, anemia hemolitica, trombocitopenia, dist coag e sint neuro HELLP: anemia hemolítica, elev enzimas hep, trombocitopenia