Marcos Chaves
Hemoterapia
Hospital das Clínicas
HEMOTERAPIA
Hemoterapia
 Histórico
 Transfusões seletivas
 Portarias do Ministério da Saúde
“ ...toda doação de sangue deve ser altruísta,
voluntária e não gratificada direta ou indireta-
mente, assim como o anonimato do doador
deve ser garantido...”
Hemoterapia
Somente 1% da população brasileira doa sangue
uma vez por ano, ao contrário de países europeus
onde essa porcentagem chega a 5%.
Pré-triagem
pulso, pressão,
peso, altura e
temperatura
Procedimentos:
Triagem clínica
critérios para a
proteção do doador
e do receptor
Triag. sorológica
Chagas, Sífilis,
Hepatite B e C, HIV,
HTLV I/II
Hemoterapia
Frequência das doações
- a cada 2 meses para homens
- a cada 3 meses para mulheres
Idade
- entre 18 e 67 anos
Peso
- a partir de 50 kg
Volume retirado
- entre 405 e 495 ml
Hemoterapia
Efeitos adversos da doação de sangue
 pequena porcentagem (1%)
 reação vasovagal
 tratamento
Hemoterapia
Exames imuno-hematológicos
• Tipagem ABO (direta e reversa)
• Fator Rh
• Pesquisa de anticorpos irregulares
• Compatibilidade
• Fenotipagem
Hemoterapia
Fracionamento do Sangue
Objetivo:
• Obter a mesma massa de hemácias de uma
unidade de sangue total com separação do plasma
rico em plaquetas, e posterior concentração das
plaquetas em pequeno volume de plasma.
Concentrado de
hemácias
Crio
Sangue total
PFC Plaquetas
Plasma
rico em
plaquetas
Plasma pobre
em Crio
XIII VIII FVW/VIIIAlb Ig IX VII CP
Hemoterapia
Testes pré-transfusionais
 Os testes pré-transfusionais têm como objetivo
fundamental garantir a compatibilidade sangüínea
entre o doador e o receptor, a fim de que os
componentes transfundidos tenham sobrevida
aceitável e não causem dano ao receptor.
 Os testes pré-transfusionais têm como objetivo
fundamental garantir a compatibilidade sangüínea
entre o doador e o receptor, a fim de que os
componentes transfundidos tenham sobrevida
aceitável e não causem dano ao receptor.
Hemoterapia
PROCEDIMENTOS
Requisição de Transfusão
- Nome completo, registro hospitalar
- Idade e sexo do paciente/ Gestação
- Histórico de transfusão/ reação anterior
- Hemocomponente solicitado e quantidade
- Quadro clínico e laboratorial
- Rotina, urgência, cirurgia
- Assinatura do médico/carimbo/CRM
“TERMO DE RESPONSABILIDADE”
(hemocomponente liberado sem provas de compatibilidade)
Hemoterapia
- Deve ser coletada por pessoa habilitada
- Nome e registro do paciente
(obrigatoriamente em acordo com a requisição)
- O tubo deve ser rotulado no ato da coleta
- Deve ser coletada até 48h antes da transfusão
Amostra do Receptor
Hemoterapia
Tipagem ABO
• Tipagem direta
Determina a presença/ausência dos antígenos
do sistema ABO nas hemácias do receptor
• Tipagem reversa
Determina a presença/ausência de anticorpos
plasmáticos no receptor
Qualquer discrepância entre as tipagens direta e reversa
deve ser resolvida antes que o sangue seja liberado
Hemoterapia
Tipagem Sangüínea Rh
- É realizada com soro anti-D e determina
a presença/ausência do antígeno D nas
hemácias testadas
 Diferentemente do sistema sangüíneo ABO,
um indivíduo Rh-negativo só produzirá um
anticorpo anti-D por meio de imunização prévia
com hemácias Rh-positivo (durante a gravidez
ou transfusão)
 O antígeno D é altamente imunogênico (ter
especial atenção com mulheres em idade fértil)
Hemoterapia
Pesquisa de Anticorpos Irregulares (PAI)
 É realizada testando-se o soro do receptor contra
hemácias tipo “O”, com fenotipagem conhecida
para os mais importantes sistemas sanguíneos.
 A PAI tem como finalidade detectar possíveis
anticorpos clinicamente significantes, e contribui
para aumentar a segurança transfusional.
 Caso sejam detectados anticorpos com significado
clínico, será necessário fazer a identificação desses
anticorpos por meio de um painel de hemácias.
Hemoterapia
Prova de Compatibilidade
 A prova de compatibilidade maior é feita tes-
tando-se os glóbulos vermelhos do doador contra
soro ou plasma do receptor.
 A prova de compatibilidade menor é feita tes-
tando-se o soro ou plasma do doador contra
hemácias do receptor, e é considerada obsoleta.
 Em caso de extrema urgência o médico poderá
autorizar por escrito a liberação do sangue sem
essa prova.

Hemoterapia 1

  • 1.
  • 2.
    Hemoterapia  Histórico  Transfusõesseletivas  Portarias do Ministério da Saúde “ ...toda doação de sangue deve ser altruísta, voluntária e não gratificada direta ou indireta- mente, assim como o anonimato do doador deve ser garantido...”
  • 3.
    Hemoterapia Somente 1% dapopulação brasileira doa sangue uma vez por ano, ao contrário de países europeus onde essa porcentagem chega a 5%. Pré-triagem pulso, pressão, peso, altura e temperatura Procedimentos: Triagem clínica critérios para a proteção do doador e do receptor Triag. sorológica Chagas, Sífilis, Hepatite B e C, HIV, HTLV I/II
  • 4.
    Hemoterapia Frequência das doações -a cada 2 meses para homens - a cada 3 meses para mulheres Idade - entre 18 e 67 anos Peso - a partir de 50 kg Volume retirado - entre 405 e 495 ml
  • 5.
    Hemoterapia Efeitos adversos dadoação de sangue  pequena porcentagem (1%)  reação vasovagal  tratamento
  • 6.
    Hemoterapia Exames imuno-hematológicos • TipagemABO (direta e reversa) • Fator Rh • Pesquisa de anticorpos irregulares • Compatibilidade • Fenotipagem
  • 7.
    Hemoterapia Fracionamento do Sangue Objetivo: •Obter a mesma massa de hemácias de uma unidade de sangue total com separação do plasma rico em plaquetas, e posterior concentração das plaquetas em pequeno volume de plasma.
  • 8.
    Concentrado de hemácias Crio Sangue total PFCPlaquetas Plasma rico em plaquetas Plasma pobre em Crio XIII VIII FVW/VIIIAlb Ig IX VII CP
  • 9.
    Hemoterapia Testes pré-transfusionais  Ostestes pré-transfusionais têm como objetivo fundamental garantir a compatibilidade sangüínea entre o doador e o receptor, a fim de que os componentes transfundidos tenham sobrevida aceitável e não causem dano ao receptor.  Os testes pré-transfusionais têm como objetivo fundamental garantir a compatibilidade sangüínea entre o doador e o receptor, a fim de que os componentes transfundidos tenham sobrevida aceitável e não causem dano ao receptor.
  • 10.
    Hemoterapia PROCEDIMENTOS Requisição de Transfusão -Nome completo, registro hospitalar - Idade e sexo do paciente/ Gestação - Histórico de transfusão/ reação anterior - Hemocomponente solicitado e quantidade - Quadro clínico e laboratorial - Rotina, urgência, cirurgia - Assinatura do médico/carimbo/CRM “TERMO DE RESPONSABILIDADE” (hemocomponente liberado sem provas de compatibilidade)
  • 11.
    Hemoterapia - Deve sercoletada por pessoa habilitada - Nome e registro do paciente (obrigatoriamente em acordo com a requisição) - O tubo deve ser rotulado no ato da coleta - Deve ser coletada até 48h antes da transfusão Amostra do Receptor
  • 12.
    Hemoterapia Tipagem ABO • Tipagemdireta Determina a presença/ausência dos antígenos do sistema ABO nas hemácias do receptor • Tipagem reversa Determina a presença/ausência de anticorpos plasmáticos no receptor Qualquer discrepância entre as tipagens direta e reversa deve ser resolvida antes que o sangue seja liberado
  • 13.
    Hemoterapia Tipagem Sangüínea Rh -É realizada com soro anti-D e determina a presença/ausência do antígeno D nas hemácias testadas  Diferentemente do sistema sangüíneo ABO, um indivíduo Rh-negativo só produzirá um anticorpo anti-D por meio de imunização prévia com hemácias Rh-positivo (durante a gravidez ou transfusão)  O antígeno D é altamente imunogênico (ter especial atenção com mulheres em idade fértil)
  • 14.
    Hemoterapia Pesquisa de AnticorposIrregulares (PAI)  É realizada testando-se o soro do receptor contra hemácias tipo “O”, com fenotipagem conhecida para os mais importantes sistemas sanguíneos.  A PAI tem como finalidade detectar possíveis anticorpos clinicamente significantes, e contribui para aumentar a segurança transfusional.  Caso sejam detectados anticorpos com significado clínico, será necessário fazer a identificação desses anticorpos por meio de um painel de hemácias.
  • 15.
    Hemoterapia Prova de Compatibilidade A prova de compatibilidade maior é feita tes- tando-se os glóbulos vermelhos do doador contra soro ou plasma do receptor.  A prova de compatibilidade menor é feita tes- tando-se o soro ou plasma do doador contra hemácias do receptor, e é considerada obsoleta.  Em caso de extrema urgência o médico poderá autorizar por escrito a liberação do sangue sem essa prova.