SlideShare uma empresa Scribd logo
DIABETES
JOZIANE PIMENTEL
TÉC EM SEGURANÇA DO TRABALHO
O Que é Diabetes?
Hoje, no Brasil, há mais de 13 milhões de pessoas
vivendo com diabetes, o que representa 6,9% da
população. E esse número está crescendo.
Em alguns casos, o diagnóstico demora,
favorecendo o aparecimento de complicações.
Pode ser que você ou alguém próximo tenha
diabetes.
Saiba mais e aprenda a conviver bem
com a doença, transformando-a em mais
um motivo para cuidar da saúde.
Diabetes é uma doença crônica na qual o
corpo não produz insulina ou não
consegue empregar adequadamente a
insulina que produz.
Mas o que é insulina? É um hormônio que
controla a quantidade de glicose no sangue. O
corpo precisa desse hormônio para utilizar a
glicose, que obtemos por meio dos alimentos,
como fonte de energia.
Quando a pessoa tem diabetes, no entanto, o
organismo não fabrica insulina e não consegue utilizar
a glicose adequadamente. O nível de glicose no
sangue fica alto - a famosa hiperglicemia. Se esse
quadro permanecer por longos períodos, poderá
haver danos em órgãos, vasos sanguíneos e nervos.
Tipos de Diabetes
O que é Diabetes Tipo 1?
Em algumas pessoas, o sistema imunológico ataca
equivocadamente as células beta. Logo, pouca ou
nenhuma insulina é liberada para o corpo. Como
resultado, a glicose fica no sangue, em vez de ser usada
como energia. Esse é o processo que caracteriza o Tipo
1 de diabetes, que concentra entre 5 e 10% do total de
pessoas com a doença.
O Tipo 1 aparece geralmente na infância ou
adolescência, mas pode ser diagnosticado em adultos
também. Essa variedade é sempre tratada com
insulina, medicamentos, planejamento alimentar e
atividades físicas, para ajudar a controlar o nível de
glicose no sangue.
O que é Diabetes Tipo 2?
Entre o Tipo 1 e o Tipo 2, foi
identificado ainda o Diabetes
Latente Autoimune do Adulto
Algumas pessoas que são
diagnosticadas com o Tipo 2
desenvolvem um processo
autoimune e acabam perdendo
células beta do pâncreas.
Diabetes Gestacional
• Durante a gravidez, para permitir o desenvolvimento
do bebê, a mulher passa por mudanças em seu
equilíbrio hormonal. A placenta, por exemplo, é uma
fonte importante de hormônios que reduzem a ação
da insulina, responsável pela captação e utilização da
glicose pelo corpo. O pâncreas, consequentemente,
aumenta a produção de insulina para compensar este
quadro.
ALGUMAS DÚVIDAS PERTINENTES:
Se o exame de glicemia está acima dos 100 mg/dl. O
paciente tem diabetes diabetes?
Não necessariamente. O exame de glicemia do jejum é
o primeiro passo para investigar o diabetes e
acompanhar a doença. Os valores normais da glicemia
do jejum ficam entre 70 e 99 mg/dL (miligramas de
glicose por decilitro de sangue).
Estar um pouco acima desses valores indica
apenas que o indivíduo está com uma glicemia no
jejum alterada. Isso funciona como um alerta de
que a secreção de insulina pode não estar normal,
e o médico deve seguir com a investigação
solicitando um exame chamado curva glicêmica,
que define se o paciente possui intolerância à
glicose, diabetes ou então apenas um resultado
alterado.
Diabetes é contagioso?
O diabetes não passa de pessoa para pessoa. O que
acontece é que, em especial no tipo 1, há uma
propensão genética para se ter a doença e não uma
transmissão comum. Pode acontecer, por exemplo de a
mãe ter diabetes e os filhos nascerem totalmente
saudáveis. Já o diabetes tipo 2 tem uma função
multifatorial: é consequência de maus hábitos.
como sedentarismo e
obesidade, que
também podem ser
adotados pela família
inteira explicando
porque pessoas
próximas tendem a ter
a doença
conjuntamente, mas
também tem
propensão genética.
Posso consumir mel, açúcar mascavo e caldo
de cana?
Sabe-se que o Diabetes tipo 2 do adulto, que corresponde a
90% dos casos de Diabetes no mundo, tem causa multifatorial,
ou seja, são muitos fatores que juntos desencadeiam a
doença. A vida sedentária, a tendência genética e
principalmente o ganho de peso são as principais causas.
O ganho de peso é decorrente do excesso
de calorias ingeridas. Dessa forma, se a
pessoa come açúcar a mais e acaba por
isso ganhando peso, neste caso sim o
açúcar é a causa do ganho de peso, que
finalmente, pode levar ao Diabetes. Mas se
a pessoa come pão em excesso, ou batata,
ou arroz, e devido a estas calorias fica
acima do peso, também igualmente tem
risco de desenvolver Diabetes.
Resumindo: não é o fato de comer
especificamente açúcar que causa
Diabetes, mas sim o fato de comer
em excesso qualquer alimento que
acabe fazendo com que o peso da
pessoa aumente. E, além do excesso
de peso, é preciso juntar outros
fatores, como sedentarismo e
história familiar para daí sim, ter
maior risco de desenvolver Diabetes.
Diagnóstico de Diabetes
• O diagnóstico de diabetes normalmente é feito usando três
exames:
•Glicemia de jejum
• A glicemia de jejum é um exame que mede o nível de açúcar
no seu sangue naquele momento, servindo para
monitorização do tratamento de diabetes. Os valores de
referência ficam entre 70 a 99 miligramas de glicose por
decilitro de sangue (mg/dL). O que significam resultados
anormais:
•Resultados entre 100 mg/dL e 125 mg/dL são
considerados anormais próximos ao limite e
devem ser repetidos em uma outra ocasião
•Valores acima de 140 mg/dL já são bastante
suspeitos de diabetes, mas também devendo
ser repetido em uma outra ocasião, mas
sempre é necessária uma avaliação médica.
Hemoglobina glicada
HEMOGLOBINA GLICADA
A fração da hemoglobina ( proteína dentro do glóbulo
vermelho) que se liga a glicose. Durante o período de
vida da hemácia - 90 dias em média - a hemoglobina
vai incorporando glicose, em função da concentração
deste açúcar no sangue. Se as taxas de glicose
estiverem altas durante todo esse período ou sofrer
aumentos ocasionais, haverá necessariamente um
aumento nos níveis de hemoglobina glicada.
Curva glicêmica
O exame de curva glicêmica simplificada mede a
velocidade com que seu corpo absorve a glicose após a
ingestão. O paciente ingere 75g de glicose e é feita a
medida das quantidades da substância em seu sangue
após duas horas da ingestão. No Brasil é usado para o
diagnóstico o exame da curva glicêmica simplificada, que
mede no tempo zero e após 120 minutos. Os valores de
referência são:
• Em jejum: abaixo de 100mg/dl
• Após 2 horas: 140mg/dl.
CIGARRO X DIABETES
Diabetes e cigarro multiplicam em até cinco
vezes o risco de infarto. As substâncias
presentes no cigarro ajudam a criar acúmulos
de gordura nas artérias, bloqueando a
circulação. Consequentemente, o fluxo
sanguíneo fica mais e mais lento, até o
momento em que a artéria entope. Além
disso, fumar também contribui para a
hipertensão no paciente com diabetes.
Infecções
O excesso de glicose pode causar
danos ao sistema imunológico,
aumentando o risco da pessoa
com diabetes contrair algum tipo
de infecção. Isso ocorre porque
os glóbulos brancos
(responsáveis pelo combate a
vírus, bactérias etc.)
Prevenção
• Pacientes com história
familiar de diabetes devem
ser orientados a:
• Manter o peso normal
PREVENÇÃO
Controlar a pressão arterial
PREVENÇÃO
Praticar atividade
física regular.
PREVENÇÃO
Não fumar
Evitar medicamentos
que potencialmente
possam agredir o
pâncreas
MENSAGEM DA TÉC EM SEGURANÇA DO TRABALHO
JOZIANE PIMENTEL
SAÚDE É ALGO QUE FAZ VOCÊ ACHAR
QUE É A MELHOR EPÓCA DO ANO .

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Hipertensão Arterial e Diabetes Mellitus
Hipertensão Arterial e Diabetes MellitusHipertensão Arterial e Diabetes Mellitus
Hipertensão Arterial e Diabetes Mellitus
Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG)
 
Diabetes no Idoso
Diabetes no IdosoDiabetes no Idoso
Diabetes no Idoso
Amanda Thomé
 
Diabetes tipo 1 tipo 2 e gestacional
Diabetes tipo 1 tipo 2 e gestacionalDiabetes tipo 1 tipo 2 e gestacional
Diabetes tipo 1 tipo 2 e gestacional
Isabellagr
 
DIABETE MELLITUS; TRATAMENTO E INTERVENÇÃO
DIABETE MELLITUS; TRATAMENTO E INTERVENÇÃODIABETE MELLITUS; TRATAMENTO E INTERVENÇÃO
DIABETE MELLITUS; TRATAMENTO E INTERVENÇÃO
Andréa Dantas
 
Fisiologia diabetes mellitus
Fisiologia diabetes mellitusFisiologia diabetes mellitus
Fisiologia diabetes mellitus
Eduarda P.
 
Atendimento e cuidados com pacientes diabéticos
Atendimento e cuidados com pacientes diabéticosAtendimento e cuidados com pacientes diabéticos
Atendimento e cuidados com pacientes diabéticos
Oyara Mello
 
Diabetes!
Diabetes!Diabetes!
Diabetes!
Josy Farias
 
Teste de glicemia capilar slide
Teste de glicemia capilar   slideTeste de glicemia capilar   slide
Teste de glicemia capilar slide
Renata Nobre
 
Diabetes
DiabetesDiabetes
Diabetes Tipo 1
Diabetes Tipo 1Diabetes Tipo 1
Hipertensão arterial e diabetes mellitus
Hipertensão arterial e diabetes mellitusHipertensão arterial e diabetes mellitus
Hipertensão arterial e diabetes mellitus
LUNATH
 
Controle da diabetes
Controle da diabetesControle da diabetes
Controle da diabetes
Dessa Reis
 
Saúde do Idoso
Saúde do IdosoSaúde do Idoso
Saúde do Idoso
Ana Hollanders
 
Diabetes
DiabetesDiabetes
Diabetes
resenfe2013
 
SLIDES - DIABETES CAPACITAÇÃO.pptx
SLIDES - DIABETES CAPACITAÇÃO.pptxSLIDES - DIABETES CAPACITAÇÃO.pptx
SLIDES - DIABETES CAPACITAÇÃO.pptx
DiegoSousa419733
 
A Diabetes e a Alimentação
A Diabetes e a AlimentaçãoA Diabetes e a Alimentação
A Diabetes e a Alimentação
Michele Pó
 
Saúde do Idoso - Disciplina Processo Saúde Doença e Educação em Saúde.
Saúde do Idoso - Disciplina Processo Saúde Doença e Educação em Saúde.Saúde do Idoso - Disciplina Processo Saúde Doença e Educação em Saúde.
Saúde do Idoso - Disciplina Processo Saúde Doença e Educação em Saúde.
luzienne moraes
 
Hipertensão Arterial
Hipertensão ArterialHipertensão Arterial
Hipertensão Arterial
Walquiria Dutra
 
Síndrome Metabólica
Síndrome MetabólicaSíndrome Metabólica
Síndrome Metabólica
Laboratório Sérgio Franco
 
Diabetes Mellitus tipo II
Diabetes Mellitus tipo IIDiabetes Mellitus tipo II
Diabetes Mellitus tipo II
Larah Oliveira
 

Mais procurados (20)

Hipertensão Arterial e Diabetes Mellitus
Hipertensão Arterial e Diabetes MellitusHipertensão Arterial e Diabetes Mellitus
Hipertensão Arterial e Diabetes Mellitus
 
Diabetes no Idoso
Diabetes no IdosoDiabetes no Idoso
Diabetes no Idoso
 
Diabetes tipo 1 tipo 2 e gestacional
Diabetes tipo 1 tipo 2 e gestacionalDiabetes tipo 1 tipo 2 e gestacional
Diabetes tipo 1 tipo 2 e gestacional
 
DIABETE MELLITUS; TRATAMENTO E INTERVENÇÃO
DIABETE MELLITUS; TRATAMENTO E INTERVENÇÃODIABETE MELLITUS; TRATAMENTO E INTERVENÇÃO
DIABETE MELLITUS; TRATAMENTO E INTERVENÇÃO
 
Fisiologia diabetes mellitus
Fisiologia diabetes mellitusFisiologia diabetes mellitus
Fisiologia diabetes mellitus
 
Atendimento e cuidados com pacientes diabéticos
Atendimento e cuidados com pacientes diabéticosAtendimento e cuidados com pacientes diabéticos
Atendimento e cuidados com pacientes diabéticos
 
Diabetes!
Diabetes!Diabetes!
Diabetes!
 
Teste de glicemia capilar slide
Teste de glicemia capilar   slideTeste de glicemia capilar   slide
Teste de glicemia capilar slide
 
Diabetes
DiabetesDiabetes
Diabetes
 
Diabetes Tipo 1
Diabetes Tipo 1Diabetes Tipo 1
Diabetes Tipo 1
 
Hipertensão arterial e diabetes mellitus
Hipertensão arterial e diabetes mellitusHipertensão arterial e diabetes mellitus
Hipertensão arterial e diabetes mellitus
 
Controle da diabetes
Controle da diabetesControle da diabetes
Controle da diabetes
 
Saúde do Idoso
Saúde do IdosoSaúde do Idoso
Saúde do Idoso
 
Diabetes
DiabetesDiabetes
Diabetes
 
SLIDES - DIABETES CAPACITAÇÃO.pptx
SLIDES - DIABETES CAPACITAÇÃO.pptxSLIDES - DIABETES CAPACITAÇÃO.pptx
SLIDES - DIABETES CAPACITAÇÃO.pptx
 
A Diabetes e a Alimentação
A Diabetes e a AlimentaçãoA Diabetes e a Alimentação
A Diabetes e a Alimentação
 
Saúde do Idoso - Disciplina Processo Saúde Doença e Educação em Saúde.
Saúde do Idoso - Disciplina Processo Saúde Doença e Educação em Saúde.Saúde do Idoso - Disciplina Processo Saúde Doença e Educação em Saúde.
Saúde do Idoso - Disciplina Processo Saúde Doença e Educação em Saúde.
 
Hipertensão Arterial
Hipertensão ArterialHipertensão Arterial
Hipertensão Arterial
 
Síndrome Metabólica
Síndrome MetabólicaSíndrome Metabólica
Síndrome Metabólica
 
Diabetes Mellitus tipo II
Diabetes Mellitus tipo IIDiabetes Mellitus tipo II
Diabetes Mellitus tipo II
 

Semelhante a DIABETES

DIABETES.pptx
DIABETES.pptxDIABETES.pptx
DIABETES.pptx
DaianeSantos80986
 
Manual d diabetes
Manual d diabetesManual d diabetes
Manual d diabetes
barbiebruxadoleste
 
Apresentação
ApresentaçãoApresentação
Apresentação
Emisa Papa
 
Fasciculo Nutricao 03
Fasciculo Nutricao 03Fasciculo Nutricao 03
Fasciculo Nutricao 03
quituteira quitutes
 
Diabetes na criança
Diabetes na criançaDiabetes na criança
Diabetes na criança
BIBFJ
 
Diadetes na criança
Diadetes na criançaDiadetes na criança
Diadetes na criança
BIBFJ
 
DIABETES -1 C
DIABETES -1 CDIABETES -1 C
Diabetes Mellitus
Diabetes MellitusDiabetes Mellitus
Diabetes Mellitus
Luciane Santana
 
Cartilha sobre diabetes
Cartilha sobre diabetesCartilha sobre diabetes
Cartilha sobre diabetes
Roberto Silva
 
Diabetes
DiabetesDiabetes
Diabetes
bioemanuel
 
Dia nacional controle diabetes
Dia nacional controle diabetesDia nacional controle diabetes
Dia nacional controle diabetes
Thiago Gacciona
 
Diabetes portuguese final (1)
Diabetes portuguese final (1)Diabetes portuguese final (1)
Diabetes portuguese final (1)
Airton Santos
 
Diabetes mellitus bioquimica e fisiopatologia Cuidados de enfermagem
Diabetes mellitus bioquimica e fisiopatologia Cuidados de enfermagemDiabetes mellitus bioquimica e fisiopatologia Cuidados de enfermagem
Diabetes mellitus bioquimica e fisiopatologia Cuidados de enfermagem
Mayza De Jesus Milhomem
 
Diabetes Gestacional No Caminho da Enfermagem Lucas Fontes
Diabetes Gestacional No Caminho da Enfermagem Lucas FontesDiabetes Gestacional No Caminho da Enfermagem Lucas Fontes
Diabetes Gestacional No Caminho da Enfermagem Lucas Fontes
Lucas Fontes
 
Diabetes
DiabetesDiabetes
Diabetes
Renato
 
Folheto diabetes
Folheto diabetes Folheto diabetes
Folheto diabetes
Rodrigo Rodrigues
 
Dia Mundial da Diabetes
Dia Mundial da DiabetesDia Mundial da Diabetes
Dia Mundial da Diabetes
Fátima Rocha
 
Dia mundial da diabetes
Dia mundial da diabetesDia mundial da diabetes
Dia mundial da diabetes
Maria José Ramalho
 
O meu primeiro contacto com a diabetes
O meu primeiro contacto com a diabetesO meu primeiro contacto com a diabetes
O meu primeiro contacto com a diabetes
cisosantos1
 
Aula dm farmaco 2013
Aula dm farmaco 2013Aula dm farmaco 2013
Aula dm farmaco 2013
Elaine Moura
 

Semelhante a DIABETES (20)

DIABETES.pptx
DIABETES.pptxDIABETES.pptx
DIABETES.pptx
 
Manual d diabetes
Manual d diabetesManual d diabetes
Manual d diabetes
 
Apresentação
ApresentaçãoApresentação
Apresentação
 
Fasciculo Nutricao 03
Fasciculo Nutricao 03Fasciculo Nutricao 03
Fasciculo Nutricao 03
 
Diabetes na criança
Diabetes na criançaDiabetes na criança
Diabetes na criança
 
Diadetes na criança
Diadetes na criançaDiadetes na criança
Diadetes na criança
 
DIABETES -1 C
DIABETES -1 CDIABETES -1 C
DIABETES -1 C
 
Diabetes Mellitus
Diabetes MellitusDiabetes Mellitus
Diabetes Mellitus
 
Cartilha sobre diabetes
Cartilha sobre diabetesCartilha sobre diabetes
Cartilha sobre diabetes
 
Diabetes
DiabetesDiabetes
Diabetes
 
Dia nacional controle diabetes
Dia nacional controle diabetesDia nacional controle diabetes
Dia nacional controle diabetes
 
Diabetes portuguese final (1)
Diabetes portuguese final (1)Diabetes portuguese final (1)
Diabetes portuguese final (1)
 
Diabetes mellitus bioquimica e fisiopatologia Cuidados de enfermagem
Diabetes mellitus bioquimica e fisiopatologia Cuidados de enfermagemDiabetes mellitus bioquimica e fisiopatologia Cuidados de enfermagem
Diabetes mellitus bioquimica e fisiopatologia Cuidados de enfermagem
 
Diabetes Gestacional No Caminho da Enfermagem Lucas Fontes
Diabetes Gestacional No Caminho da Enfermagem Lucas FontesDiabetes Gestacional No Caminho da Enfermagem Lucas Fontes
Diabetes Gestacional No Caminho da Enfermagem Lucas Fontes
 
Diabetes
DiabetesDiabetes
Diabetes
 
Folheto diabetes
Folheto diabetes Folheto diabetes
Folheto diabetes
 
Dia Mundial da Diabetes
Dia Mundial da DiabetesDia Mundial da Diabetes
Dia Mundial da Diabetes
 
Dia mundial da diabetes
Dia mundial da diabetesDia mundial da diabetes
Dia mundial da diabetes
 
O meu primeiro contacto com a diabetes
O meu primeiro contacto com a diabetesO meu primeiro contacto com a diabetes
O meu primeiro contacto com a diabetes
 
Aula dm farmaco 2013
Aula dm farmaco 2013Aula dm farmaco 2013
Aula dm farmaco 2013
 

Mais de Joziane Pimentel

PÓS GRADUAÇÃO EM RECURSOS HUMANOS AULA ATIVIDADE COACHING E PLANEJAMENTO DE C...
PÓS GRADUAÇÃO EM RECURSOS HUMANOS AULA ATIVIDADE COACHING E PLANEJAMENTO DE C...PÓS GRADUAÇÃO EM RECURSOS HUMANOS AULA ATIVIDADE COACHING E PLANEJAMENTO DE C...
PÓS GRADUAÇÃO EM RECURSOS HUMANOS AULA ATIVIDADE COACHING E PLANEJAMENTO DE C...
Joziane Pimentel
 
AULA ATIVIDADES LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
AULA ATIVIDADES LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS AULA ATIVIDADES LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
AULA ATIVIDADES LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
Joziane Pimentel
 
PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS
PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAISPPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS
PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS
Joziane Pimentel
 
Check list retro escavadeira
Check list  retro escavadeiraCheck list  retro escavadeira
Check list retro escavadeira
Joziane Pimentel
 
DIPLOMA PÓS GRADUAÇÃO EDUCAÇÃO AMBIENTAL
DIPLOMA PÓS GRADUAÇÃO EDUCAÇÃO AMBIENTAL DIPLOMA PÓS GRADUAÇÃO EDUCAÇÃO AMBIENTAL
DIPLOMA PÓS GRADUAÇÃO EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Joziane Pimentel
 
ERGONOMIA
ERGONOMIA  ERGONOMIA
ERGONOMIA
Joziane Pimentel
 
Treinamento de Segurança do Trabalho Uruaçu Go
Treinamento  de Segurança do Trabalho Uruaçu GoTreinamento  de Segurança do Trabalho Uruaçu Go
Treinamento de Segurança do Trabalho Uruaçu Go
Joziane Pimentel
 
Monografia pós graduação em agronegócio unopar (aprovada)
Monografia pós graduação em agronegócio unopar (aprovada)Monografia pós graduação em agronegócio unopar (aprovada)
Monografia pós graduação em agronegócio unopar (aprovada)
Joziane Pimentel
 
Plano de ensino seg do trabalho nr 06 e nr 18
Plano de ensino seg do trabalho nr 06 e nr 18Plano de ensino seg do trabalho nr 06 e nr 18
Plano de ensino seg do trabalho nr 06 e nr 18
Joziane Pimentel
 
Trabalho em altura nr 35
Trabalho em altura nr 35Trabalho em altura nr 35
Trabalho em altura nr 35
Joziane Pimentel
 
1º socorros
1º socorros1º socorros
1º socorros
Joziane Pimentel
 
Técnicas de curativos
Técnicas de curativosTécnicas de curativos
Técnicas de curativos
Joziane Pimentel
 

Mais de Joziane Pimentel (12)

PÓS GRADUAÇÃO EM RECURSOS HUMANOS AULA ATIVIDADE COACHING E PLANEJAMENTO DE C...
PÓS GRADUAÇÃO EM RECURSOS HUMANOS AULA ATIVIDADE COACHING E PLANEJAMENTO DE C...PÓS GRADUAÇÃO EM RECURSOS HUMANOS AULA ATIVIDADE COACHING E PLANEJAMENTO DE C...
PÓS GRADUAÇÃO EM RECURSOS HUMANOS AULA ATIVIDADE COACHING E PLANEJAMENTO DE C...
 
AULA ATIVIDADES LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
AULA ATIVIDADES LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS AULA ATIVIDADES LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
AULA ATIVIDADES LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
 
PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS
PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAISPPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS
PPRA PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS
 
Check list retro escavadeira
Check list  retro escavadeiraCheck list  retro escavadeira
Check list retro escavadeira
 
DIPLOMA PÓS GRADUAÇÃO EDUCAÇÃO AMBIENTAL
DIPLOMA PÓS GRADUAÇÃO EDUCAÇÃO AMBIENTAL DIPLOMA PÓS GRADUAÇÃO EDUCAÇÃO AMBIENTAL
DIPLOMA PÓS GRADUAÇÃO EDUCAÇÃO AMBIENTAL
 
ERGONOMIA
ERGONOMIA  ERGONOMIA
ERGONOMIA
 
Treinamento de Segurança do Trabalho Uruaçu Go
Treinamento  de Segurança do Trabalho Uruaçu GoTreinamento  de Segurança do Trabalho Uruaçu Go
Treinamento de Segurança do Trabalho Uruaçu Go
 
Monografia pós graduação em agronegócio unopar (aprovada)
Monografia pós graduação em agronegócio unopar (aprovada)Monografia pós graduação em agronegócio unopar (aprovada)
Monografia pós graduação em agronegócio unopar (aprovada)
 
Plano de ensino seg do trabalho nr 06 e nr 18
Plano de ensino seg do trabalho nr 06 e nr 18Plano de ensino seg do trabalho nr 06 e nr 18
Plano de ensino seg do trabalho nr 06 e nr 18
 
Trabalho em altura nr 35
Trabalho em altura nr 35Trabalho em altura nr 35
Trabalho em altura nr 35
 
1º socorros
1º socorros1º socorros
1º socorros
 
Técnicas de curativos
Técnicas de curativosTécnicas de curativos
Técnicas de curativos
 

Último

MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA na Enfermagem
MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA na EnfermagemMICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA na Enfermagem
MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA na Enfermagem
sidneyjmg
 
Bioquímica [Salvo automaticamente] [Salvo automaticamente].pptx
Bioquímica [Salvo automaticamente] [Salvo automaticamente].pptxBioquímica [Salvo automaticamente] [Salvo automaticamente].pptx
Bioquímica [Salvo automaticamente] [Salvo automaticamente].pptx
BeatrizLittig1
 
higienização de espaços e equipamentos
higienização de    espaços e equipamentoshigienização de    espaços e equipamentos
higienização de espaços e equipamentos
Manuel Pacheco Vieira
 
Historia de FLORENCE NIGHTINGALE na enfermagem
Historia de FLORENCE NIGHTINGALE na enfermagemHistoria de FLORENCE NIGHTINGALE na enfermagem
Historia de FLORENCE NIGHTINGALE na enfermagem
sidneyjmg
 
Teoria de enfermagem de Callista Roy.pdf
Teoria de enfermagem de Callista Roy.pdfTeoria de enfermagem de Callista Roy.pdf
Teoria de enfermagem de Callista Roy.pdf
jhordana1
 
3° Aula.ppt historia do Sistema Unico de Saude
3° Aula.ppt historia do Sistema Unico de Saude3° Aula.ppt historia do Sistema Unico de Saude
3° Aula.ppt historia do Sistema Unico de Saude
WilberthLincoln1
 
8. Medicamentos que atuam no Sistema Endócrino.pdf
8. Medicamentos que atuam no Sistema Endócrino.pdf8. Medicamentos que atuam no Sistema Endócrino.pdf
8. Medicamentos que atuam no Sistema Endócrino.pdf
jhordana1
 
Principios do treinamento desportivo. Ed Física
Principios do treinamento desportivo. Ed FísicaPrincipios do treinamento desportivo. Ed Física
Principios do treinamento desportivo. Ed Física
AllanNovais4
 
AULA BANHO NO LEITO DE ENFERMAGEM...pptx
AULA BANHO NO LEITO DE ENFERMAGEM...pptxAULA BANHO NO LEITO DE ENFERMAGEM...pptx
AULA BANHO NO LEITO DE ENFERMAGEM...pptx
DiegoFernandes857616
 
doenças transmitidas pelas arboviroses ARBOVIROSES - GALGON.pptx
doenças transmitidas pelas arboviroses ARBOVIROSES - GALGON.pptxdoenças transmitidas pelas arboviroses ARBOVIROSES - GALGON.pptx
doenças transmitidas pelas arboviroses ARBOVIROSES - GALGON.pptx
ccursog
 
643727227-7233-Afetvidade-e-sexualidade-das-pessoas-com-deficie-ncia-mental.pptx
643727227-7233-Afetvidade-e-sexualidade-das-pessoas-com-deficie-ncia-mental.pptx643727227-7233-Afetvidade-e-sexualidade-das-pessoas-com-deficie-ncia-mental.pptx
643727227-7233-Afetvidade-e-sexualidade-das-pessoas-com-deficie-ncia-mental.pptx
SusanaMatos22
 

Último (11)

MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA na Enfermagem
MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA na EnfermagemMICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA na Enfermagem
MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA na Enfermagem
 
Bioquímica [Salvo automaticamente] [Salvo automaticamente].pptx
Bioquímica [Salvo automaticamente] [Salvo automaticamente].pptxBioquímica [Salvo automaticamente] [Salvo automaticamente].pptx
Bioquímica [Salvo automaticamente] [Salvo automaticamente].pptx
 
higienização de espaços e equipamentos
higienização de    espaços e equipamentoshigienização de    espaços e equipamentos
higienização de espaços e equipamentos
 
Historia de FLORENCE NIGHTINGALE na enfermagem
Historia de FLORENCE NIGHTINGALE na enfermagemHistoria de FLORENCE NIGHTINGALE na enfermagem
Historia de FLORENCE NIGHTINGALE na enfermagem
 
Teoria de enfermagem de Callista Roy.pdf
Teoria de enfermagem de Callista Roy.pdfTeoria de enfermagem de Callista Roy.pdf
Teoria de enfermagem de Callista Roy.pdf
 
3° Aula.ppt historia do Sistema Unico de Saude
3° Aula.ppt historia do Sistema Unico de Saude3° Aula.ppt historia do Sistema Unico de Saude
3° Aula.ppt historia do Sistema Unico de Saude
 
8. Medicamentos que atuam no Sistema Endócrino.pdf
8. Medicamentos que atuam no Sistema Endócrino.pdf8. Medicamentos que atuam no Sistema Endócrino.pdf
8. Medicamentos que atuam no Sistema Endócrino.pdf
 
Principios do treinamento desportivo. Ed Física
Principios do treinamento desportivo. Ed FísicaPrincipios do treinamento desportivo. Ed Física
Principios do treinamento desportivo. Ed Física
 
AULA BANHO NO LEITO DE ENFERMAGEM...pptx
AULA BANHO NO LEITO DE ENFERMAGEM...pptxAULA BANHO NO LEITO DE ENFERMAGEM...pptx
AULA BANHO NO LEITO DE ENFERMAGEM...pptx
 
doenças transmitidas pelas arboviroses ARBOVIROSES - GALGON.pptx
doenças transmitidas pelas arboviroses ARBOVIROSES - GALGON.pptxdoenças transmitidas pelas arboviroses ARBOVIROSES - GALGON.pptx
doenças transmitidas pelas arboviroses ARBOVIROSES - GALGON.pptx
 
643727227-7233-Afetvidade-e-sexualidade-das-pessoas-com-deficie-ncia-mental.pptx
643727227-7233-Afetvidade-e-sexualidade-das-pessoas-com-deficie-ncia-mental.pptx643727227-7233-Afetvidade-e-sexualidade-das-pessoas-com-deficie-ncia-mental.pptx
643727227-7233-Afetvidade-e-sexualidade-das-pessoas-com-deficie-ncia-mental.pptx
 

DIABETES

  • 1. DIABETES JOZIANE PIMENTEL TÉC EM SEGURANÇA DO TRABALHO
  • 2. O Que é Diabetes? Hoje, no Brasil, há mais de 13 milhões de pessoas vivendo com diabetes, o que representa 6,9% da população. E esse número está crescendo.
  • 3. Em alguns casos, o diagnóstico demora, favorecendo o aparecimento de complicações. Pode ser que você ou alguém próximo tenha diabetes.
  • 4.
  • 5. Saiba mais e aprenda a conviver bem com a doença, transformando-a em mais um motivo para cuidar da saúde.
  • 6.
  • 7.
  • 8. Diabetes é uma doença crônica na qual o corpo não produz insulina ou não consegue empregar adequadamente a insulina que produz.
  • 9. Mas o que é insulina? É um hormônio que controla a quantidade de glicose no sangue. O corpo precisa desse hormônio para utilizar a glicose, que obtemos por meio dos alimentos, como fonte de energia.
  • 10. Quando a pessoa tem diabetes, no entanto, o organismo não fabrica insulina e não consegue utilizar a glicose adequadamente. O nível de glicose no sangue fica alto - a famosa hiperglicemia. Se esse quadro permanecer por longos períodos, poderá haver danos em órgãos, vasos sanguíneos e nervos.
  • 11. Tipos de Diabetes O que é Diabetes Tipo 1? Em algumas pessoas, o sistema imunológico ataca equivocadamente as células beta. Logo, pouca ou nenhuma insulina é liberada para o corpo. Como resultado, a glicose fica no sangue, em vez de ser usada como energia. Esse é o processo que caracteriza o Tipo 1 de diabetes, que concentra entre 5 e 10% do total de pessoas com a doença.
  • 12. O Tipo 1 aparece geralmente na infância ou adolescência, mas pode ser diagnosticado em adultos também. Essa variedade é sempre tratada com insulina, medicamentos, planejamento alimentar e atividades físicas, para ajudar a controlar o nível de glicose no sangue.
  • 13.
  • 14. O que é Diabetes Tipo 2? Entre o Tipo 1 e o Tipo 2, foi identificado ainda o Diabetes Latente Autoimune do Adulto Algumas pessoas que são diagnosticadas com o Tipo 2 desenvolvem um processo autoimune e acabam perdendo células beta do pâncreas.
  • 15.
  • 16. Diabetes Gestacional • Durante a gravidez, para permitir o desenvolvimento do bebê, a mulher passa por mudanças em seu equilíbrio hormonal. A placenta, por exemplo, é uma fonte importante de hormônios que reduzem a ação da insulina, responsável pela captação e utilização da glicose pelo corpo. O pâncreas, consequentemente, aumenta a produção de insulina para compensar este quadro.
  • 17. ALGUMAS DÚVIDAS PERTINENTES: Se o exame de glicemia está acima dos 100 mg/dl. O paciente tem diabetes diabetes? Não necessariamente. O exame de glicemia do jejum é o primeiro passo para investigar o diabetes e acompanhar a doença. Os valores normais da glicemia do jejum ficam entre 70 e 99 mg/dL (miligramas de glicose por decilitro de sangue).
  • 18. Estar um pouco acima desses valores indica apenas que o indivíduo está com uma glicemia no jejum alterada. Isso funciona como um alerta de que a secreção de insulina pode não estar normal, e o médico deve seguir com a investigação solicitando um exame chamado curva glicêmica, que define se o paciente possui intolerância à glicose, diabetes ou então apenas um resultado alterado.
  • 19. Diabetes é contagioso? O diabetes não passa de pessoa para pessoa. O que acontece é que, em especial no tipo 1, há uma propensão genética para se ter a doença e não uma transmissão comum. Pode acontecer, por exemplo de a mãe ter diabetes e os filhos nascerem totalmente saudáveis. Já o diabetes tipo 2 tem uma função multifatorial: é consequência de maus hábitos.
  • 20. como sedentarismo e obesidade, que também podem ser adotados pela família inteira explicando porque pessoas próximas tendem a ter a doença conjuntamente, mas também tem propensão genética.
  • 21. Posso consumir mel, açúcar mascavo e caldo de cana? Sabe-se que o Diabetes tipo 2 do adulto, que corresponde a 90% dos casos de Diabetes no mundo, tem causa multifatorial, ou seja, são muitos fatores que juntos desencadeiam a doença. A vida sedentária, a tendência genética e principalmente o ganho de peso são as principais causas.
  • 22. O ganho de peso é decorrente do excesso de calorias ingeridas. Dessa forma, se a pessoa come açúcar a mais e acaba por isso ganhando peso, neste caso sim o açúcar é a causa do ganho de peso, que finalmente, pode levar ao Diabetes. Mas se a pessoa come pão em excesso, ou batata, ou arroz, e devido a estas calorias fica acima do peso, também igualmente tem risco de desenvolver Diabetes.
  • 23. Resumindo: não é o fato de comer especificamente açúcar que causa Diabetes, mas sim o fato de comer em excesso qualquer alimento que acabe fazendo com que o peso da pessoa aumente. E, além do excesso de peso, é preciso juntar outros fatores, como sedentarismo e história familiar para daí sim, ter maior risco de desenvolver Diabetes.
  • 24. Diagnóstico de Diabetes • O diagnóstico de diabetes normalmente é feito usando três exames: •Glicemia de jejum • A glicemia de jejum é um exame que mede o nível de açúcar no seu sangue naquele momento, servindo para monitorização do tratamento de diabetes. Os valores de referência ficam entre 70 a 99 miligramas de glicose por decilitro de sangue (mg/dL). O que significam resultados anormais:
  • 25. •Resultados entre 100 mg/dL e 125 mg/dL são considerados anormais próximos ao limite e devem ser repetidos em uma outra ocasião •Valores acima de 140 mg/dL já são bastante suspeitos de diabetes, mas também devendo ser repetido em uma outra ocasião, mas sempre é necessária uma avaliação médica.
  • 26. Hemoglobina glicada HEMOGLOBINA GLICADA A fração da hemoglobina ( proteína dentro do glóbulo vermelho) que se liga a glicose. Durante o período de vida da hemácia - 90 dias em média - a hemoglobina vai incorporando glicose, em função da concentração deste açúcar no sangue. Se as taxas de glicose estiverem altas durante todo esse período ou sofrer aumentos ocasionais, haverá necessariamente um aumento nos níveis de hemoglobina glicada.
  • 27. Curva glicêmica O exame de curva glicêmica simplificada mede a velocidade com que seu corpo absorve a glicose após a ingestão. O paciente ingere 75g de glicose e é feita a medida das quantidades da substância em seu sangue após duas horas da ingestão. No Brasil é usado para o diagnóstico o exame da curva glicêmica simplificada, que mede no tempo zero e após 120 minutos. Os valores de referência são: • Em jejum: abaixo de 100mg/dl • Após 2 horas: 140mg/dl.
  • 28. CIGARRO X DIABETES Diabetes e cigarro multiplicam em até cinco vezes o risco de infarto. As substâncias presentes no cigarro ajudam a criar acúmulos de gordura nas artérias, bloqueando a circulação. Consequentemente, o fluxo sanguíneo fica mais e mais lento, até o momento em que a artéria entope. Além disso, fumar também contribui para a hipertensão no paciente com diabetes.
  • 29. Infecções O excesso de glicose pode causar danos ao sistema imunológico, aumentando o risco da pessoa com diabetes contrair algum tipo de infecção. Isso ocorre porque os glóbulos brancos (responsáveis pelo combate a vírus, bactérias etc.)
  • 30. Prevenção • Pacientes com história familiar de diabetes devem ser orientados a: • Manter o peso normal
  • 35. MENSAGEM DA TÉC EM SEGURANÇA DO TRABALHO JOZIANE PIMENTEL SAÚDE É ALGO QUE FAZ VOCÊ ACHAR QUE É A MELHOR EPÓCA DO ANO .