 Compreender a importância da criação de
bezerras em rebanhos leiteiros
 Gestação - Pré-parto - Parto - Pós-parto
 Dados zootécnicos
 Práticas com a bezerra
 Nutrição
 Instalação
 Sanidade
GESTAÇÃO
PRÉ-PARTO
PARTO
PÓS-PARTO
 Nutrição
 Bem-estar
 Profilaxia
IBR
BVD
LEPTOSPIROSE
CAMPILOBACTERIOSE
PROTOZOÁRIOS
FUNGOS
BRUCELOSE
OUTRAS BACTÉRIAS
 Limpeza - instintiva/ humana
 Cura do umbigo
 Ingestão de colostro
 Cuidados no pré-parto
 Garrafas plásticas – qualquer tamanho
 Coletar até o 5° dia
 Encher sem deixar ar ou espuma
 Colocar data de início de armazenagem
 Armazenar por 20 dias em local fresco
 fermentação
 não resfriar ou refrigerar
 Os bezerros devem beber o colostro
natural até o 3° dia
 Acrescentar a silagem de colostro aos
poucos na dieta
 Ao se acostumarem, misturar água morna
a 50°C na proporção 50% (1L/1L)
 Deixar esfriar a 38°C e servir aos animais
 Superior em proteínas, gorduras, minerais
e vitaminas - anticorpos
DADOS
ZOOTÉCNICOS
 Facilita o manejo
 E a aplicação do melhoramento
 Anotar :
1. Data do nascimento
2. Sexo/ Nome/ Número
3. Peso ao nascer
4. Paternidade
5. Raça/ Grupo genético
PRÁTICAS COM
A BEZERRA
1. Número (nome)
2. Nome do pai ou da mãe
 Supranumerárias
 Devem ser cortadas na 1º semana de vida
 Evita problemas futuros com mastite
 Cicatrização
 Deve ser feita até 7 dias de vida
 Facilita o manejo na propriedade
 Ocupa menos espaço nos cochos
 Evita acidentes com outros animais
INSTALAÇÃO
 Coletivos/ Individuais
 Limpos/ secos/ desinfetados
 Bem-estar
 Pastagem
 Água
NUTRIÇÃO
 Dieta líquida :
Aleitamento
Natural Artificial
Leite em pó
 Dieta sólida:
Concentrado Volumoso
 pré-ruminante  volumoso +
concentrado  ác. graxos voláteis 
epitélio ruminal  ruminante
 Efeito físico e químico
 Parâmetros:
1. Peso
2. Idade
3. Consumo de concentrado
SANIDADE
 Obrigatórias
 Situações específicas
A t i v i d a d e s J F M A M J J A S O N D
1
Aftosa
2
Clostridioses
4
Raiva
5
Brucelose
6
IBR, BVD, LEP, VIB
7
Vermifugação
8
Controle ectoparasitário
 Patologias umbilicais
 Processos não infecciosos
 Processos infecciosos
 Diarréia
 Tristeza parasitária
 Ceratoconjuntivite infecciosa
 Doenças respiratórias
 Broncopneumonia
 Pneumonia
 Verminoses
 Processos não infecciosos:
1. Hérnias - traumatismo, coices, pisadas,
transporte inadequado
2. Fibromas e neoplasias - cicatrização
complicada (aderências)
3. Persitências e defeitos - úraco persistente
(septicemia)
4. Miíases (bicheiras) - ovos da mosca
Cochliomya hominivarax (larvas -11h)
 Processos infecciosos:
 Patógenos - Actinomyces pyogenes,
Staphylococcus e Streptococcus
 Coliformes, Fusobacteriun necrophorum,
Pasteurella sp., Salmonella sp., Proteus e
outros
1. Onfalite - pele/ musculatura
2. Onfaloflebite - veia umbilical e porção
externa
3. Onfaloarterite - artérias umbilicais
4. Onfaloarterioflebite - uma ou duas artérias
+ veia umbilical
5. Uraquite - úraco com ascendência à bexiga
6. Onfalouracoflebite - úraco e veia com
ascendência ao fígado e à bexiga
7. Onfalouracoarterite - úraco e artérias com
ascendência à bexiga e à artéria hipogástrica
8. Panvasculite umbilical - todo o complexo
umbilical - veias, artérias e úraco
 Causada por Escherichia coli, Salmonella
sp. e Eimeria sp.
 Morbidade e mortalidade
 Sintomatologia:
 Fezes aquosas
 Desidratação
 Perda de apetite
 Febre
 Soroterapia/ Antibiótico
 Causada por Anaplasma, Babesia, Ehrlichia e
Eperithrozon
 Transmissão feita por carrapatos e moscas
hematófagas
 Combate
 Imidocarb
 Causada pela bactéria Moraxella bovis -
diferenças genéticas
 Sintomas:
 Lacrimejamento intenso
 Fotofobia
 Opacidade central da córnea - ulceração
 Ruptura da córnea
 Cegueira temporária ou permanente
 Broncopneumonia - Causada por agentes
físicos, químicos e biológicos
 Inflamação dos brônquios, bronquíolos e
parênquima pulmonar
 Sintomas:
 Febre
 Tosse
 Secreção nasal
 Dispnéia mista
 Perda de apetite e apatia
 Pneumonia - Causada por Mycoplasma
mycoides, Pasteurella sp. e o vírus da
parainfluenza
 Sintomas:
 Febre alta
 Fraqueza
 Meios de prevenção: evitar umidade,
ventos frios, ambientes sujos
 Tratamento: antibióticos específicos
 Oxitetraciclina, cefalosporinas
 Causada por endoparasitas – Ostertagia,
Haemonchus, Bunostomun, Oesophagostomun
 Sintomas:
 Emagrecimento
 Apatia
 Anemia profunda
 Cura:
 Vermífugos específicos em doses curativas
 Prevenção:
 Vermífugos específicos em doses
preventivas
 Vieira, R. N. F. Instalações para criação de
bezerros em aleitamento (Parte I). Rehagro,
2008.
 Vieira, R. N. F. Instalações para criação de
bezerros em aleitamento (Parte II). Rehagro ,
2008.
 Coelho, S. G. Principais afecções de animais
jovens - Tristeza parasitária e onfalopatias
(Parte II). UFMG, 2004.
 Coelho, S. G. Criação de bezerros. UFMG,
2009.
 Marra, A. E.; Costa, H. Aleitamento de
bezerras - O mito dos 4 litros de leite.
Rehagro, 2009.
 Abrantes, F. C. Diarréias em bezerros.
Rehagro, 2004.
 Rehagro - Aspectos sanitários da criação de
Bezerras leiteiras. Revisão de literatura, 2003.
 Rehagro - Aspectos clínicos das afecções
umbilicais em bovinos (Parte I). Revisão de
literatura, 2003.
 Rehagro - Aspectos clínicos das afecções
umbilicais em bovinos (Parte II). Revisão de
literatura, 2003.
 Savastano, S. A. A. L. Criação de bezerros.
Dextru - Divisão de extensão rural, 2000.
 Prates, N. C. O umbigo e a saúde do bezerro.
Rehagro, 2008.
 Campos, O.; Prata, M.; Ribeiro, A. Fases
críticas na criação de bezerras. Embrapa leite.
 de Oliveira, A. A.; Azevedo, H. C.; de Melo,
C. B. Criação de bezerras em sistemas de
produção de leite. Embrapa Circular técnica
38, 2005.
OBRIGADA!
ABORTO POR BVD
• Cepa não citopatogênica de vírus BVDETIOLOGIA
TRANSMISSÃO
• Aerosol e/ou oral (predominante)
• Feto susceptível – até 6 meses
• Animais persistentemente infectados
SINAIS CLÍNICOS
• 1 Trim. = aborto, infertilidade
• 2 Trim. = aborto, anomalia congênita
• 3 Trim. = nenhum sinal
DIAGNÓSTICO
• Isolamento viral de tecidos fetais
• Demonstração viral - FA, histoquímica
• Sorologia: amostras pareadas (+ 4x)
MEDIDAS
PREVENTIVAS
• Ident. e elim. de port. persistentemente
• Vacinação anual
• Imunidade humoral
ABORTO POR LEPTOSPIROSE
• L. hardjo (predomina no aborto bovino)ETIOLOGIA
TRANSMISSÃO
• Oral
• Via trans-mucosal
• Fontes primárias:
o urina e fluído de aborto
SINAIS CLÍNICOS • Abortos predominam após 4/2 meses
• Vacas: febre, hemogalactia, anorexia
• Pode acompanhar transporte renal
DIAGNÓSTICO
• Microaglut. em placas - seguro
- antígeno vivo
• Deve ser testado +- 10% do rebanho
MEDIDAS
PREVENTIVAS
• Bacterinas de Leptospira
- eficazes e seguras
•Vacinação de 6 em 6 meses
• Bacterinas multivalentes
- L. hardjo
-- sorotipo mais importante do mundo
ABORTO POR CAMPILOBACTERIOSE
(VIBRIOSE)
• Campylobacter fetus var. venerealisETIOLOGIA
TRANSMISSÃO
• Venérea: monta e IA
• Patógeno
- sobrevive na crípta prepucial
SINAIS CLÍNICOS
• Infertilidade: anestro, repetição de cio
• Absorção Fetal
• Abortos
• Retenção de placenta
DIAGNÓSTICO
• Detecção de patógeno
- fluídos fetais abdominais
• Lesões microscópicas:
- placentite supurativa
- pericardite
- broncopneumonia
• Isolamento do patógeno
MEDIDAS
PREVENTIVAS
• Inseminação artificial
- sêmen sem contaminação
• Vacinação anual
- é profilaxia segura e eficaz
ABORTO POR PROTOZOÁRIOS
• Tritricomonas foetus
• Anaplasma marginale
• Neospora sp
ETIOLOGIA
TRANSMISSÃO
• Tricomonose: venérea
• Anaplasmose: Boophilus e tabanídeos
• Neosporore: provavelmente oral
SINAIS CLÍNICOS
• Tricomonose:
- Repetiçaõ de cio, aborto, piometra
• Anaplasmose:
- parasitismo, anemia, aborto
• Neosporose:
- abortos no 3 estágio da gestação
DIAGNÓSTICO
• Tricomonose:
- ex. lab. de tecido e fuídos fetais
• Anaplasmose:
- esfregaço sangüíneo
• Neosporose:
- cardiomiopatia e encefalite fetais
MEDIDAS
PREVENTIVAS
• Tricomonose: IA (sêmen s/ contam.)
• Anaplasmose: controle de carrapatos
• Neosporose: vacinação
ABORTO MICÓTICO
• Aspergillus spp
• Mucor spp
• Mortierella wolfii
ETIOLOGIA
TRANSMISSÃO • Via oral, desgaste do trato GI
Acidose ruminal antecedida por úlceras
SINAIS CLÍNICOS • Placentite
• Aborto na segunda metade da gestação
• Placenta retida
DIAGNÓSTICO
• Detecção de fluídos do abomaso fetal
• Lesões fetais microscópicas
• Macroscopia:
- alantocórion espessado,
- hemorragia de cotilédones
MEDIDAS
PREVENTIVAS
• Nutrição saudável
- evitar alimento mofado
• Controle de parasitos internos
- e fatores imunosupressivos
ABORTO BRUCÉLICO
• Brucella abortus (preferencialmente)
• Biotipos: 1 - 2 e 3
•Outras espécies
ETIOLOGIA
TRANSMISSÃO • Infectados - secreções abortivas
• Monta natural x Sêmen
• Mucosas - lesões na pele
SINAIS CLÍNICOS • Febre
• Placentite necrótica
• Aborto após o 6º mês gestacional
• Retenção de placenta
• Feto: edemas
- transdutados hemorrágicos
DIAGNÓSTICO
• Estudo epidemiológico
• Diagnóstico indireto =
- testes sorológicos
• Diagnóstico direto =
- cultivo isolamento
MEDIDAS
PREVENTIVAS
• Manejo (biossegurança)
• Vacinação
• Monitoramento sorológico
ABORTO POR OUTRAS BACTÉRIAS
• Listéria monocytogenes
• Actinobacillus pyogenes
• outras bactérias
ETIOLOGIA
TRANSMISSÃO
• Tende a ser oral
• Venérea
• Associada a fatores imunodepressivos
SINAIS CLÍNICOS • Freqüentemente, aborto é o único sinal
• Idade fetal de 3 a 8m
DIAGNÓSTICO
• Placentite
• Lesões fetais graves: peritonite, ascite
• Patógenos isolados :
- conteúdo do abomaso fetal
• Lesões histológicas:
- broncopneumonia
- microabscessos hepáticos
MEDIDAS
PREVENTIVAS
• Evitar fatores imunodepressivos
• Instalações adequadas
• Alimentos de boa qualidade
- bactérias telúricas
Marília Gomes Ismar
Bióloga - PUC/GO
Médica veterinária - UFG/GO
Especialista em Bovinocultura de Leite - UEG/GO
Especialista em Produção e nutrição de ruminantes
- ESALQ/USP
Especialista em Docência no ensino superior –
FMB/GO
Mestre em Zootecnia – UFG/GO
Contatos:
(62) 9 9928.5052
mariliaambiental@yahoo.com.br

Criação de bezerras de leite

  • 2.
     Compreender aimportância da criação de bezerras em rebanhos leiteiros  Gestação - Pré-parto - Parto - Pós-parto  Dados zootécnicos  Práticas com a bezerra  Nutrição  Instalação  Sanidade
  • 3.
  • 4.
  • 6.
  • 7.
     Limpeza -instintiva/ humana  Cura do umbigo  Ingestão de colostro
  • 9.
     Cuidados nopré-parto  Garrafas plásticas – qualquer tamanho  Coletar até o 5° dia  Encher sem deixar ar ou espuma  Colocar data de início de armazenagem  Armazenar por 20 dias em local fresco  fermentação  não resfriar ou refrigerar
  • 10.
     Os bezerrosdevem beber o colostro natural até o 3° dia  Acrescentar a silagem de colostro aos poucos na dieta  Ao se acostumarem, misturar água morna a 50°C na proporção 50% (1L/1L)  Deixar esfriar a 38°C e servir aos animais  Superior em proteínas, gorduras, minerais e vitaminas - anticorpos
  • 11.
  • 12.
     Facilita omanejo  E a aplicação do melhoramento  Anotar : 1. Data do nascimento 2. Sexo/ Nome/ Número 3. Peso ao nascer 4. Paternidade 5. Raça/ Grupo genético
  • 13.
  • 14.
    1. Número (nome) 2.Nome do pai ou da mãe
  • 15.
     Supranumerárias  Devemser cortadas na 1º semana de vida  Evita problemas futuros com mastite  Cicatrização
  • 16.
     Deve serfeita até 7 dias de vida  Facilita o manejo na propriedade  Ocupa menos espaço nos cochos  Evita acidentes com outros animais
  • 17.
  • 18.
     Coletivos/ Individuais Limpos/ secos/ desinfetados  Bem-estar  Pastagem  Água
  • 24.
  • 25.
     Dieta líquida: Aleitamento Natural Artificial Leite em pó
  • 26.
  • 27.
     pré-ruminante volumoso + concentrado  ác. graxos voláteis  epitélio ruminal  ruminante  Efeito físico e químico
  • 28.
     Parâmetros: 1. Peso 2.Idade 3. Consumo de concentrado
  • 29.
  • 30.
     Obrigatórias  Situaçõesespecíficas A t i v i d a d e s J F M A M J J A S O N D 1 Aftosa 2 Clostridioses 4 Raiva 5 Brucelose 6 IBR, BVD, LEP, VIB 7 Vermifugação 8 Controle ectoparasitário
  • 31.
     Patologias umbilicais Processos não infecciosos  Processos infecciosos  Diarréia  Tristeza parasitária  Ceratoconjuntivite infecciosa  Doenças respiratórias  Broncopneumonia  Pneumonia  Verminoses
  • 32.
     Processos nãoinfecciosos: 1. Hérnias - traumatismo, coices, pisadas, transporte inadequado 2. Fibromas e neoplasias - cicatrização complicada (aderências) 3. Persitências e defeitos - úraco persistente (septicemia) 4. Miíases (bicheiras) - ovos da mosca Cochliomya hominivarax (larvas -11h)
  • 33.
     Processos infecciosos: Patógenos - Actinomyces pyogenes, Staphylococcus e Streptococcus  Coliformes, Fusobacteriun necrophorum, Pasteurella sp., Salmonella sp., Proteus e outros 1. Onfalite - pele/ musculatura 2. Onfaloflebite - veia umbilical e porção externa 3. Onfaloarterite - artérias umbilicais 4. Onfaloarterioflebite - uma ou duas artérias + veia umbilical 5. Uraquite - úraco com ascendência à bexiga
  • 34.
    6. Onfalouracoflebite -úraco e veia com ascendência ao fígado e à bexiga 7. Onfalouracoarterite - úraco e artérias com ascendência à bexiga e à artéria hipogástrica 8. Panvasculite umbilical - todo o complexo umbilical - veias, artérias e úraco
  • 35.
     Causada porEscherichia coli, Salmonella sp. e Eimeria sp.  Morbidade e mortalidade  Sintomatologia:  Fezes aquosas  Desidratação  Perda de apetite  Febre  Soroterapia/ Antibiótico
  • 36.
     Causada porAnaplasma, Babesia, Ehrlichia e Eperithrozon  Transmissão feita por carrapatos e moscas hematófagas  Combate  Imidocarb
  • 37.
     Causada pelabactéria Moraxella bovis - diferenças genéticas  Sintomas:  Lacrimejamento intenso  Fotofobia  Opacidade central da córnea - ulceração  Ruptura da córnea  Cegueira temporária ou permanente
  • 38.
     Broncopneumonia -Causada por agentes físicos, químicos e biológicos  Inflamação dos brônquios, bronquíolos e parênquima pulmonar  Sintomas:  Febre  Tosse  Secreção nasal  Dispnéia mista  Perda de apetite e apatia
  • 39.
     Pneumonia -Causada por Mycoplasma mycoides, Pasteurella sp. e o vírus da parainfluenza  Sintomas:  Febre alta  Fraqueza  Meios de prevenção: evitar umidade, ventos frios, ambientes sujos  Tratamento: antibióticos específicos  Oxitetraciclina, cefalosporinas
  • 40.
     Causada porendoparasitas – Ostertagia, Haemonchus, Bunostomun, Oesophagostomun  Sintomas:  Emagrecimento  Apatia  Anemia profunda  Cura:  Vermífugos específicos em doses curativas  Prevenção:  Vermífugos específicos em doses preventivas
  • 41.
     Vieira, R.N. F. Instalações para criação de bezerros em aleitamento (Parte I). Rehagro, 2008.  Vieira, R. N. F. Instalações para criação de bezerros em aleitamento (Parte II). Rehagro , 2008.  Coelho, S. G. Principais afecções de animais jovens - Tristeza parasitária e onfalopatias (Parte II). UFMG, 2004.  Coelho, S. G. Criação de bezerros. UFMG, 2009.  Marra, A. E.; Costa, H. Aleitamento de bezerras - O mito dos 4 litros de leite. Rehagro, 2009.  Abrantes, F. C. Diarréias em bezerros. Rehagro, 2004.
  • 42.
     Rehagro -Aspectos sanitários da criação de Bezerras leiteiras. Revisão de literatura, 2003.  Rehagro - Aspectos clínicos das afecções umbilicais em bovinos (Parte I). Revisão de literatura, 2003.  Rehagro - Aspectos clínicos das afecções umbilicais em bovinos (Parte II). Revisão de literatura, 2003.  Savastano, S. A. A. L. Criação de bezerros. Dextru - Divisão de extensão rural, 2000.  Prates, N. C. O umbigo e a saúde do bezerro. Rehagro, 2008.  Campos, O.; Prata, M.; Ribeiro, A. Fases críticas na criação de bezerras. Embrapa leite.  de Oliveira, A. A.; Azevedo, H. C.; de Melo, C. B. Criação de bezerras em sistemas de produção de leite. Embrapa Circular técnica 38, 2005.
  • 43.
  • 45.
    ABORTO POR BVD •Cepa não citopatogênica de vírus BVDETIOLOGIA TRANSMISSÃO • Aerosol e/ou oral (predominante) • Feto susceptível – até 6 meses • Animais persistentemente infectados SINAIS CLÍNICOS • 1 Trim. = aborto, infertilidade • 2 Trim. = aborto, anomalia congênita • 3 Trim. = nenhum sinal DIAGNÓSTICO • Isolamento viral de tecidos fetais • Demonstração viral - FA, histoquímica • Sorologia: amostras pareadas (+ 4x) MEDIDAS PREVENTIVAS • Ident. e elim. de port. persistentemente • Vacinação anual • Imunidade humoral
  • 46.
    ABORTO POR LEPTOSPIROSE •L. hardjo (predomina no aborto bovino)ETIOLOGIA TRANSMISSÃO • Oral • Via trans-mucosal • Fontes primárias: o urina e fluído de aborto SINAIS CLÍNICOS • Abortos predominam após 4/2 meses • Vacas: febre, hemogalactia, anorexia • Pode acompanhar transporte renal DIAGNÓSTICO • Microaglut. em placas - seguro - antígeno vivo • Deve ser testado +- 10% do rebanho MEDIDAS PREVENTIVAS • Bacterinas de Leptospira - eficazes e seguras •Vacinação de 6 em 6 meses • Bacterinas multivalentes - L. hardjo -- sorotipo mais importante do mundo
  • 47.
    ABORTO POR CAMPILOBACTERIOSE (VIBRIOSE) •Campylobacter fetus var. venerealisETIOLOGIA TRANSMISSÃO • Venérea: monta e IA • Patógeno - sobrevive na crípta prepucial SINAIS CLÍNICOS • Infertilidade: anestro, repetição de cio • Absorção Fetal • Abortos • Retenção de placenta DIAGNÓSTICO • Detecção de patógeno - fluídos fetais abdominais • Lesões microscópicas: - placentite supurativa - pericardite - broncopneumonia • Isolamento do patógeno MEDIDAS PREVENTIVAS • Inseminação artificial - sêmen sem contaminação • Vacinação anual - é profilaxia segura e eficaz
  • 48.
    ABORTO POR PROTOZOÁRIOS •Tritricomonas foetus • Anaplasma marginale • Neospora sp ETIOLOGIA TRANSMISSÃO • Tricomonose: venérea • Anaplasmose: Boophilus e tabanídeos • Neosporore: provavelmente oral SINAIS CLÍNICOS • Tricomonose: - Repetiçaõ de cio, aborto, piometra • Anaplasmose: - parasitismo, anemia, aborto • Neosporose: - abortos no 3 estágio da gestação DIAGNÓSTICO • Tricomonose: - ex. lab. de tecido e fuídos fetais • Anaplasmose: - esfregaço sangüíneo • Neosporose: - cardiomiopatia e encefalite fetais MEDIDAS PREVENTIVAS • Tricomonose: IA (sêmen s/ contam.) • Anaplasmose: controle de carrapatos • Neosporose: vacinação
  • 49.
    ABORTO MICÓTICO • Aspergillusspp • Mucor spp • Mortierella wolfii ETIOLOGIA TRANSMISSÃO • Via oral, desgaste do trato GI Acidose ruminal antecedida por úlceras SINAIS CLÍNICOS • Placentite • Aborto na segunda metade da gestação • Placenta retida DIAGNÓSTICO • Detecção de fluídos do abomaso fetal • Lesões fetais microscópicas • Macroscopia: - alantocórion espessado, - hemorragia de cotilédones MEDIDAS PREVENTIVAS • Nutrição saudável - evitar alimento mofado • Controle de parasitos internos - e fatores imunosupressivos
  • 50.
    ABORTO BRUCÉLICO • Brucellaabortus (preferencialmente) • Biotipos: 1 - 2 e 3 •Outras espécies ETIOLOGIA TRANSMISSÃO • Infectados - secreções abortivas • Monta natural x Sêmen • Mucosas - lesões na pele SINAIS CLÍNICOS • Febre • Placentite necrótica • Aborto após o 6º mês gestacional • Retenção de placenta • Feto: edemas - transdutados hemorrágicos DIAGNÓSTICO • Estudo epidemiológico • Diagnóstico indireto = - testes sorológicos • Diagnóstico direto = - cultivo isolamento MEDIDAS PREVENTIVAS • Manejo (biossegurança) • Vacinação • Monitoramento sorológico
  • 51.
    ABORTO POR OUTRASBACTÉRIAS • Listéria monocytogenes • Actinobacillus pyogenes • outras bactérias ETIOLOGIA TRANSMISSÃO • Tende a ser oral • Venérea • Associada a fatores imunodepressivos SINAIS CLÍNICOS • Freqüentemente, aborto é o único sinal • Idade fetal de 3 a 8m DIAGNÓSTICO • Placentite • Lesões fetais graves: peritonite, ascite • Patógenos isolados : - conteúdo do abomaso fetal • Lesões histológicas: - broncopneumonia - microabscessos hepáticos MEDIDAS PREVENTIVAS • Evitar fatores imunodepressivos • Instalações adequadas • Alimentos de boa qualidade - bactérias telúricas
  • 52.
    Marília Gomes Ismar Bióloga- PUC/GO Médica veterinária - UFG/GO Especialista em Bovinocultura de Leite - UEG/GO Especialista em Produção e nutrição de ruminantes - ESALQ/USP Especialista em Docência no ensino superior – FMB/GO Mestre em Zootecnia – UFG/GO Contatos: (62) 9 9928.5052 mariliaambiental@yahoo.com.br