SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 44
DOENÇAS BACTERIANAS
PIELONEFRITE
ESCHERICHIA COLI 
PROTEUS MIRABILIS 
AGENTES ETIOLÓGICOS 
TODA POPULAÇÃO
- CANDIDA ALBICANS 
SAPROPHYTICUS KLEBSIELLA 
AGENTES ETIOLÓGICOS 
PESSOAS IMUNODEPRIMIDAS
PIELONEFRITE AGUDA NÃO COMPLICADA 
PIELONEFRITE AGUDA COMPLICADA 
PIELONEFRITE CRÔNICA
DOR LOMBAR 
FEBRE ALTA 
NÁUSEAS E VÔMITO 
CALAFRIOS 
DISÚRIA 
HEMATÚRIA 
URINA FÉTIDA E CONCENTRADA 
SENSAÇÃO DE URGÊNCIA PARA 
URINAR
EXAME DE URINA 
EXAME DE SANGUE 
ULTRA-SONOGRAFIA 
TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA 
UROGRAFIA EXCRETORA 
CISTOSCOPIA
UROCULTURA 
ANTIBIOGRAMA 
-CIRURGIA 
- HEMODIÁLISE
PROFILAXIA 
CÁLCULOS 
E 
MALFORMAÇÕES 
DEVEM 
SEREM 
TRATADOS 
BEBA ÁGUA
Meningite Bacteriana
AGENTES ETIOLÓGICOS 
Neisseria Meningitidis 
(também conhecida como meningococo).
FORMA DE TRANSMISSÃO 
O micróbio pode ser transmitido da garganta de uma pessoa a outra, através de gotículas da tosse, espirro e beijo. A meningite nem sempre é transmitida por indivíduos doentes.
SINTOMAS 
 Febre alta e calafrios 
 Alterações do estado mental 
 Náuseas e vômitos 
 Áreas roxas, como machucados (púrpura). 
 Erupções, pontos vermelhos (petéquias) 
 Sensibilidade à luz (fotofobia) 
 Dor de cabeça forte 
 Pescoço rígido (meningismo)
DIAGNÓSTICO
TRATAMENTO 
O tratamento para a meningite bacteriana deve ser feito no hospital com a injeção de antibióticos, como Vancomicina, Oxacilina, Ampicilina ou Gentamicina, até que a infecção diminua. 
O indivíduo em tratamento para meningite bacteriana pode ficar internado em isolamento nos primeiros 7 dias e voltar para casa após 28 dias.
PROFILAXIA
Cólera
AGENTES ETIOLÓGICOS 
Víbrio Cholerae
FORMA DE TRANSMISSÃO 
A transmissão é por via fecal-oral e acontece, principalmente, pela ingestão de água e/ou alimentos crus ou mal cozidos contaminados por fezes ou vômitos de doentes. 
Objetos e utensílios de cozinha também podem ser fontes de transmissão por estarem em contato com água contaminada.
SINTOMAS 
Vômitos 
Diarréia Intensa 
Desidratação Severa 
Os sintomas são causados por uma toxina produzida pelas bactérias.
DIAGNÓSTICO 
Os sintomas clínicos e exames laboratoriais de cultura de fezes para identificar a presença do vibrião são elementos essenciais para o diagnóstico da cólera. 
É sempre importante estabelecer o diagnóstico diferencial com outros tipos de diarréia para identificar e isolar o vibrião colérico.
TRATAMENTO 
O objetivo do tratamento é repor líquidos e eletrólitos perdidos em decorrência da diarréia. 
Dependendo da sua condição, você pode ter que tomar líquido por via oral ou venosa (via intravenosa ). 
Antibióticos podem reduzir o tempo da doença. 
Os antibióticos que podem ser usados incluem tetraciclina ou doxiclina.
PROFILAXIA
CLASSIFICAÇÃO DA HANSENÍASE 
PAUCIBACILAR: DE 1 A 5 LESÕES 
MULTIBACILAR:DE 5 LESÕES
SINTOMAS 
IMPORTANTE: EM ALGUNS CASOS A HANSENÍASE PODE OCORRER SEM MANCHAS.
FORMA DE TRANSMISSÃO 
Meio de copos, pratos, talheres, 
Assentos, como cadeiras, bancos; 
Apertos de mão, abraço, beijo e contatos rápidos em transporte coletivos ou serviços de saúde; 
Picada de inseto; 
Relação sexual; 
Aleitamento materno; 
Doação de sangue; 
Herança genética ou congênita (gravidez); 
A HANSENÍASE NÃO SE TRANSMITE POR:
DIAGNÓSTICO
TRATAMENTO
PERÍODO DE INCUBAÇÃO 
PERÍODO DE TRANSMISSIBILIDADE
PROFILAXIA 
Diagnóstico precoce; 
Exame, precoce, dos contatos intradomiciliares; 
Técnicas de prevenção de incapacidades; 
Uso da BCG (ver item vacinação).
ANTRAZ
O QUE É ANTRAZ? 
 Antraz (ou carbúnculo) é uma doença infecciosa aguda, causada por bactérias Gram-positivas chamadas Bacillus Anthracis, capazes de formar esporos e essa habilidade de formar esporos ficou conhecida desde 1877, quando Robert Koch realizou experimentos com essa bactéria. 
 É uma doença mais típica das regiões agrícolas da Ásia, África e América Latina, a maior ocorrência está entre animais herbívoros e raramente afetam animais domésticos ou selvagens como vacas, cabras, ovelhas, camelos, antílopes, etc. .
FORMA DE TRANSMISSÃO 
Nos seres humanos, a infecção por Antraz pode ocorrer por três vias: 
 Cutânea 
 Gastrointestinal 
 Por inalação. 
A transmissão de pessoa para pessoa é extremamente improvável.
SINTOMAS 
 Via cutânea: primeiro sinal é uma lesão parecida com uma picada de inseto que em dois dias se enche de líquido, formando uma bolha. Forma-se então uma úlcera indolor, medindo 1 e 3 cm, que apresenta necrose ao centro. Se tratado com antibióticos a possibilidade de morte é pequena. 
 Via gastrointestinal: inflamação grave no trato intestinal, causada pela ingestão de carne contaminada, tem como primeiros sintomas náuseas vômitos, perda de apetite, febre, dor abdominal, diarréia severa e vômito com sangue. Aproximadamente metade dos casos de Antraz via gastrointestinal causam a morte. 
 Via respiratória: a infecção por inalação é a mais mortal delas, com uma taxa de letalidade de aproximadamente 100%. Os primeiros sintomas são parecidos com os de uma gripe, após alguns dias problemas respiratórios graves como pneumonia, também febre alta e choque, geralmente levam a pessoa a óbito.
DIAGNÓSTICO 
É feito por meio dos sinais e sintomas que a pessoa apresenta, exames de sangue e pela análise de secreções respiratórias e da pele.
TRATAMENTO 
O tratamento inclui doses elevadas de antibióticos, cada uma das formas da doença responde melhor a determinados antibióticos. Quanto mais cedo a pessoa for tratada, menores são as chances de complicações e óbito.
PROFILAXIA 
A vacina contra o Antraz não contém a bactéria viva e consegue prevenir a doença me 93% dos casos, mas é de uso quase restrito ao exército americano e efeitos colaterais.
CURIOSIDADES 
Alguns historiadores acreditam que uma das pragas que atingiram o Egito no Velho Testamento, tenha sido o Antraz. Devido a sua alta virulência, o Bacillus Anthracis te sido usado em ataques bélicos e em atentados e por isso alguns exércitos vacinam preventivamente seus soldados antes de partirem para guerras nas quais um ataque biológico pode ocorrer.
Doenças causadas por bactérias

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados (20)

Apresentação bactérias
Apresentação bactériasApresentação bactérias
Apresentação bactérias
 
Parasitas
ParasitasParasitas
Parasitas
 
Doenças Causadas por Vírus
Doenças Causadas por VírusDoenças Causadas por Vírus
Doenças Causadas por Vírus
 
Apresentação malária
Apresentação maláriaApresentação malária
Apresentação malária
 
Virus e viroses
Virus e virosesVirus e viroses
Virus e viroses
 
Giardiase
GiardiaseGiardiase
Giardiase
 
Doença de Chagas
Doença de ChagasDoença de Chagas
Doença de Chagas
 
Parasitologia
ParasitologiaParasitologia
Parasitologia
 
Doença de chagas
Doença de chagasDoença de chagas
Doença de chagas
 
Doenças Causadas Por Bactérias
Doenças Causadas Por BactériasDoenças Causadas Por Bactérias
Doenças Causadas Por Bactérias
 
Dengue, Zica E cHIKUNGUNYA
Dengue, Zica E cHIKUNGUNYADengue, Zica E cHIKUNGUNYA
Dengue, Zica E cHIKUNGUNYA
 
Surto, Epidemia, Pandemia e Endemia
Surto, Epidemia, Pandemia e EndemiaSurto, Epidemia, Pandemia e Endemia
Surto, Epidemia, Pandemia e Endemia
 
Microbiologia parte 1
Microbiologia parte 1Microbiologia parte 1
Microbiologia parte 1
 
Amebíase
AmebíaseAmebíase
Amebíase
 
Vírus aula
Vírus aulaVírus aula
Vírus aula
 
AEDES: Zika, Dengue e Chicungunha - Medicina UFRJ 3o. período, Disciplina AIS
AEDES: Zika, Dengue e Chicungunha - Medicina UFRJ 3o. período, Disciplina AISAEDES: Zika, Dengue e Chicungunha - Medicina UFRJ 3o. período, Disciplina AIS
AEDES: Zika, Dengue e Chicungunha - Medicina UFRJ 3o. período, Disciplina AIS
 
Doenças vírais
Doenças víraisDoenças vírais
Doenças vírais
 
Amebíase
AmebíaseAmebíase
Amebíase
 
Parasitologia
ParasitologiaParasitologia
Parasitologia
 
IMUNIZAÇÃO - tudo o que voce sempre quis saber
IMUNIZAÇÃO - tudo o que voce sempre quis saberIMUNIZAÇÃO - tudo o que voce sempre quis saber
IMUNIZAÇÃO - tudo o que voce sempre quis saber
 

Destaque

5 doenças bacterianas
5 doenças bacterianas5 doenças bacterianas
5 doenças bacterianasRoberto2016
 
Bactérias aula Raquel
Bactérias aula RaquelBactérias aula Raquel
Bactérias aula RaquelRaquel Freiry
 
Doenças causadas por bactérias
Doenças causadas por bactériasDoenças causadas por bactérias
Doenças causadas por bactériasRafael Serafim
 
Doenças causadas por bactérias
Doenças causadas por bactérias Doenças causadas por bactérias
Doenças causadas por bactérias Giselle Lira
 
Trabalho de Biologia - Doenças Bacterianas
Trabalho de Biologia - Doenças Bacterianas Trabalho de Biologia - Doenças Bacterianas
Trabalho de Biologia - Doenças Bacterianas Lúhh Sousa
 
Trabalho de Doenças
Trabalho de DoençasTrabalho de Doenças
Trabalho de Doenças2° MEC
 
Bacterias e as doenças causadas por elas
Bacterias e as doenças causadas por elasBacterias e as doenças causadas por elas
Bacterias e as doenças causadas por elasEvandro Batista
 
Doenças causadas por Bactérias
Doenças causadas por BactériasDoenças causadas por Bactérias
Doenças causadas por BactériasRafael Serafim
 
Doenças bacterianas
Doenças bacterianasDoenças bacterianas
Doenças bacterianasProf Regina
 
Doenças causadas por bactérias
Doenças causadas por bactériasDoenças causadas por bactérias
Doenças causadas por bactériasRenata Caetano
 
Doenças transmitidas pela água
Doenças transmitidas pela águaDoenças transmitidas pela água
Doenças transmitidas pela águanagilam
 

Destaque (20)

5 doenças bacterianas
5 doenças bacterianas5 doenças bacterianas
5 doenças bacterianas
 
Doenças bacterianas
Doenças bacterianasDoenças bacterianas
Doenças bacterianas
 
Bactérias aula Raquel
Bactérias aula RaquelBactérias aula Raquel
Bactérias aula Raquel
 
Cap 17 principais doenças bacterianas e fungias
Cap 17 principais doenças bacterianas e fungiasCap 17 principais doenças bacterianas e fungias
Cap 17 principais doenças bacterianas e fungias
 
Bacterias Doenças Provocadas
Bacterias Doenças ProvocadasBacterias Doenças Provocadas
Bacterias Doenças Provocadas
 
Doenças causadas por bactérias
Doenças causadas por bactériasDoenças causadas por bactérias
Doenças causadas por bactérias
 
Aula bactérias
Aula bactériasAula bactérias
Aula bactérias
 
Slide bacterias
Slide bacteriasSlide bacterias
Slide bacterias
 
Doenças causadas por bactérias
Doenças causadas por bactérias Doenças causadas por bactérias
Doenças causadas por bactérias
 
Trabalho de Biologia - Doenças Bacterianas
Trabalho de Biologia - Doenças Bacterianas Trabalho de Biologia - Doenças Bacterianas
Trabalho de Biologia - Doenças Bacterianas
 
Reino Monera
Reino MoneraReino Monera
Reino Monera
 
Reino monera
Reino moneraReino monera
Reino monera
 
Trabalho de Doenças
Trabalho de DoençasTrabalho de Doenças
Trabalho de Doenças
 
Bacterias e as doenças causadas por elas
Bacterias e as doenças causadas por elasBacterias e as doenças causadas por elas
Bacterias e as doenças causadas por elas
 
Doenças causadas por Bactérias
Doenças causadas por BactériasDoenças causadas por Bactérias
Doenças causadas por Bactérias
 
Doenças bacterianas
Doenças bacterianasDoenças bacterianas
Doenças bacterianas
 
Doenças causadas por bactérias
Doenças causadas por bactériasDoenças causadas por bactérias
Doenças causadas por bactérias
 
Meningite (1)
Meningite (1)Meningite (1)
Meningite (1)
 
Doenças transmitidas pela água
Doenças transmitidas pela águaDoenças transmitidas pela água
Doenças transmitidas pela água
 
Cólera
CóleraCólera
Cólera
 

Semelhante a Doenças causadas por bactérias

Resumo parasitoses e diarreia aguda
Resumo parasitoses e diarreia agudaResumo parasitoses e diarreia aguda
Resumo parasitoses e diarreia agudaLívia Zadra
 
Veiculação Hídrica 2.pptx
Veiculação Hídrica 2.pptxVeiculação Hídrica 2.pptx
Veiculação Hídrica 2.pptxadrianaalves784598
 
Doencas de Veiculacao Hidrica
Doencas de Veiculacao HidricaDoencas de Veiculacao Hidrica
Doencas de Veiculacao HidricaOdair Medrado
 
Água não tratada é porta aberta para várias doenças
Água não tratada é porta aberta para várias doençasÁgua não tratada é porta aberta para várias doenças
Água não tratada é porta aberta para várias doençasCopasa Digital
 
Água não tratada é porta aberta para várias doenças
Água não tratada é porta aberta para várias doençasÁgua não tratada é porta aberta para várias doenças
Água não tratada é porta aberta para várias doençasAndré Luiz Fachardo
 
DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS.ppt
DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS.pptDOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS.ppt
DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS.pptGladys126266
 
MICRO PARTE IV.pptx curso tecnico de enfermagem
MICRO PARTE IV.pptx curso tecnico de enfermagemMICRO PARTE IV.pptx curso tecnico de enfermagem
MICRO PARTE IV.pptx curso tecnico de enfermagemJoana Darc Calado
 
Microbio reino protista_doenças_protozoários
Microbio reino protista_doenças_protozoáriosMicrobio reino protista_doenças_protozoários
Microbio reino protista_doenças_protozoáriosEdnaMMA
 
Patogénios entéricos emergentes
Patogénios entéricos emergentesPatogénios entéricos emergentes
Patogénios entéricos emergentesErika Daniela
 
Doenças diarréicas agudas
Doenças diarréicas agudasDoenças diarréicas agudas
Doenças diarréicas agudasgisa_legal
 
microrganismos patogênicos em alimentos
 microrganismos patogênicos em alimentos microrganismos patogênicos em alimentos
microrganismos patogênicos em alimentosCris Botelho
 

Semelhante a Doenças causadas por bactérias (20)

Resumo parasitoses e diarreia aguda
Resumo parasitoses e diarreia agudaResumo parasitoses e diarreia aguda
Resumo parasitoses e diarreia aguda
 
Veiculação Hídrica 2.pptx
Veiculação Hídrica 2.pptxVeiculação Hídrica 2.pptx
Veiculação Hídrica 2.pptx
 
6 - parasitologia
6 - parasitologia6 - parasitologia
6 - parasitologia
 
Enterobacteriaceae e vibrionaceae
Enterobacteriaceae e vibrionaceaeEnterobacteriaceae e vibrionaceae
Enterobacteriaceae e vibrionaceae
 
Doencas de Veiculacao Hidrica
Doencas de Veiculacao HidricaDoencas de Veiculacao Hidrica
Doencas de Veiculacao Hidrica
 
Água não tratada é porta aberta para várias doenças
Água não tratada é porta aberta para várias doençasÁgua não tratada é porta aberta para várias doenças
Água não tratada é porta aberta para várias doenças
 
Copasa doenças
Copasa doençasCopasa doenças
Copasa doenças
 
Água não tratada é porta aberta para várias doenças
Água não tratada é porta aberta para várias doençasÁgua não tratada é porta aberta para várias doenças
Água não tratada é porta aberta para várias doenças
 
Trabalho de Biologia
Trabalho de BiologiaTrabalho de Biologia
Trabalho de Biologia
 
DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS.ppt
DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS.pptDOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS.ppt
DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS.ppt
 
Amebíase
AmebíaseAmebíase
Amebíase
 
Cólera
CóleraCólera
Cólera
 
MICRO PARTE IV.pptx curso tecnico de enfermagem
MICRO PARTE IV.pptx curso tecnico de enfermagemMICRO PARTE IV.pptx curso tecnico de enfermagem
MICRO PARTE IV.pptx curso tecnico de enfermagem
 
Microbio reino protista_doenças_protozoários
Microbio reino protista_doenças_protozoáriosMicrobio reino protista_doenças_protozoários
Microbio reino protista_doenças_protozoários
 
Patogénios entéricos emergentes
Patogénios entéricos emergentesPatogénios entéricos emergentes
Patogénios entéricos emergentes
 
Saneamento
SaneamentoSaneamento
Saneamento
 
Leptospirose
LeptospiroseLeptospirose
Leptospirose
 
Doenças diarréicas agudas
Doenças diarréicas agudasDoenças diarréicas agudas
Doenças diarréicas agudas
 
microrganismos patogênicos em alimentos
 microrganismos patogênicos em alimentos microrganismos patogênicos em alimentos
microrganismos patogênicos em alimentos
 
Aula introdução aos atb 1
Aula introdução aos atb   1Aula introdução aos atb   1
Aula introdução aos atb 1
 

Último

Humanização em enfermagem slides pptx...
Humanização em enfermagem slides pptx...Humanização em enfermagem slides pptx...
Humanização em enfermagem slides pptx...jhordana1
 
Anatomia do Sistema Respiratorio função e movimentos musculares.
Anatomia do Sistema Respiratorio função e movimentos musculares.Anatomia do Sistema Respiratorio função e movimentos musculares.
Anatomia do Sistema Respiratorio função e movimentos musculares.FabioCorreia46
 
Puerpério normal e patológico em obstetrícia
Puerpério normal e patológico em obstetríciaPuerpério normal e patológico em obstetrícia
Puerpério normal e patológico em obstetríciaJoyceDamasio2
 
fratura e imobilização de membros superior e inferior
fratura e imobilização de membros superior e inferiorfratura e imobilização de membros superior e inferior
fratura e imobilização de membros superior e inferiorIvaneSales
 
Apresentação Fispq.pptx apresentação sobre fispq fds
Apresentação Fispq.pptx apresentação sobre fispq fdsApresentação Fispq.pptx apresentação sobre fispq fds
Apresentação Fispq.pptx apresentação sobre fispq fdsMarceloLeoSanttana
 
Noções básicas de Microscopia (Princípios) .pptx
Noções básicas de Microscopia (Princípios) .pptxNoções básicas de Microscopia (Princípios) .pptx
Noções básicas de Microscopia (Princípios) .pptxkassiasilva1571
 
Composição química da célula- Elementos químicos.ppt
Composição química da célula- Elementos químicos.pptComposição química da célula- Elementos químicos.ppt
Composição química da célula- Elementos químicos.pptkassiasilva1571
 
Tecido_Nervoso.pptxsistema nervoso neuronios
Tecido_Nervoso.pptxsistema nervoso neuroniosTecido_Nervoso.pptxsistema nervoso neuronios
Tecido_Nervoso.pptxsistema nervoso neuroniosIANAHAAS
 
TEORIA DE ENFERMAGEM DE IMOGENE M. KING.pptx
TEORIA DE ENFERMAGEM DE IMOGENE M. KING.pptxTEORIA DE ENFERMAGEM DE IMOGENE M. KING.pptx
TEORIA DE ENFERMAGEM DE IMOGENE M. KING.pptxjhordana1
 
01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA.pdf
01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA.pdf01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA.pdf
01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA.pdfIANAHAAS
 
Aula 4 Técnica dietética aplicada para ATLETAS.ppt
Aula 4 Técnica dietética aplicada para  ATLETAS.pptAula 4 Técnica dietética aplicada para  ATLETAS.ppt
Aula 4 Técnica dietética aplicada para ATLETAS.pptMariaEmiliaCoimbra
 
Primeiros Socorros.ppt estudo do meio 3 ano
Primeiros Socorros.ppt estudo do meio 3 anoPrimeiros Socorros.ppt estudo do meio 3 ano
Primeiros Socorros.ppt estudo do meio 3 anoSaraRaquel66
 

Último (12)

Humanização em enfermagem slides pptx...
Humanização em enfermagem slides pptx...Humanização em enfermagem slides pptx...
Humanização em enfermagem slides pptx...
 
Anatomia do Sistema Respiratorio função e movimentos musculares.
Anatomia do Sistema Respiratorio função e movimentos musculares.Anatomia do Sistema Respiratorio função e movimentos musculares.
Anatomia do Sistema Respiratorio função e movimentos musculares.
 
Puerpério normal e patológico em obstetrícia
Puerpério normal e patológico em obstetríciaPuerpério normal e patológico em obstetrícia
Puerpério normal e patológico em obstetrícia
 
fratura e imobilização de membros superior e inferior
fratura e imobilização de membros superior e inferiorfratura e imobilização de membros superior e inferior
fratura e imobilização de membros superior e inferior
 
Apresentação Fispq.pptx apresentação sobre fispq fds
Apresentação Fispq.pptx apresentação sobre fispq fdsApresentação Fispq.pptx apresentação sobre fispq fds
Apresentação Fispq.pptx apresentação sobre fispq fds
 
Noções básicas de Microscopia (Princípios) .pptx
Noções básicas de Microscopia (Princípios) .pptxNoções básicas de Microscopia (Princípios) .pptx
Noções básicas de Microscopia (Princípios) .pptx
 
Composição química da célula- Elementos químicos.ppt
Composição química da célula- Elementos químicos.pptComposição química da célula- Elementos químicos.ppt
Composição química da célula- Elementos químicos.ppt
 
Tecido_Nervoso.pptxsistema nervoso neuronios
Tecido_Nervoso.pptxsistema nervoso neuroniosTecido_Nervoso.pptxsistema nervoso neuronios
Tecido_Nervoso.pptxsistema nervoso neuronios
 
TEORIA DE ENFERMAGEM DE IMOGENE M. KING.pptx
TEORIA DE ENFERMAGEM DE IMOGENE M. KING.pptxTEORIA DE ENFERMAGEM DE IMOGENE M. KING.pptx
TEORIA DE ENFERMAGEM DE IMOGENE M. KING.pptx
 
01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA.pdf
01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA.pdf01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA.pdf
01 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA HUMANA.pdf
 
Aula 4 Técnica dietética aplicada para ATLETAS.ppt
Aula 4 Técnica dietética aplicada para  ATLETAS.pptAula 4 Técnica dietética aplicada para  ATLETAS.ppt
Aula 4 Técnica dietética aplicada para ATLETAS.ppt
 
Primeiros Socorros.ppt estudo do meio 3 ano
Primeiros Socorros.ppt estudo do meio 3 anoPrimeiros Socorros.ppt estudo do meio 3 ano
Primeiros Socorros.ppt estudo do meio 3 ano
 

Doenças causadas por bactérias

  • 3. ESCHERICHIA COLI PROTEUS MIRABILIS AGENTES ETIOLÓGICOS TODA POPULAÇÃO
  • 4. - CANDIDA ALBICANS SAPROPHYTICUS KLEBSIELLA AGENTES ETIOLÓGICOS PESSOAS IMUNODEPRIMIDAS
  • 5. PIELONEFRITE AGUDA NÃO COMPLICADA PIELONEFRITE AGUDA COMPLICADA PIELONEFRITE CRÔNICA
  • 6. DOR LOMBAR FEBRE ALTA NÁUSEAS E VÔMITO CALAFRIOS DISÚRIA HEMATÚRIA URINA FÉTIDA E CONCENTRADA SENSAÇÃO DE URGÊNCIA PARA URINAR
  • 7. EXAME DE URINA EXAME DE SANGUE ULTRA-SONOGRAFIA TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA UROGRAFIA EXCRETORA CISTOSCOPIA
  • 9. PROFILAXIA CÁLCULOS E MALFORMAÇÕES DEVEM SEREM TRATADOS BEBA ÁGUA
  • 11. AGENTES ETIOLÓGICOS Neisseria Meningitidis (também conhecida como meningococo).
  • 12. FORMA DE TRANSMISSÃO O micróbio pode ser transmitido da garganta de uma pessoa a outra, através de gotículas da tosse, espirro e beijo. A meningite nem sempre é transmitida por indivíduos doentes.
  • 13. SINTOMAS  Febre alta e calafrios  Alterações do estado mental  Náuseas e vômitos  Áreas roxas, como machucados (púrpura).  Erupções, pontos vermelhos (petéquias)  Sensibilidade à luz (fotofobia)  Dor de cabeça forte  Pescoço rígido (meningismo)
  • 15. TRATAMENTO O tratamento para a meningite bacteriana deve ser feito no hospital com a injeção de antibióticos, como Vancomicina, Oxacilina, Ampicilina ou Gentamicina, até que a infecção diminua. O indivíduo em tratamento para meningite bacteriana pode ficar internado em isolamento nos primeiros 7 dias e voltar para casa após 28 dias.
  • 19. FORMA DE TRANSMISSÃO A transmissão é por via fecal-oral e acontece, principalmente, pela ingestão de água e/ou alimentos crus ou mal cozidos contaminados por fezes ou vômitos de doentes. Objetos e utensílios de cozinha também podem ser fontes de transmissão por estarem em contato com água contaminada.
  • 20.
  • 21. SINTOMAS Vômitos Diarréia Intensa Desidratação Severa Os sintomas são causados por uma toxina produzida pelas bactérias.
  • 22. DIAGNÓSTICO Os sintomas clínicos e exames laboratoriais de cultura de fezes para identificar a presença do vibrião são elementos essenciais para o diagnóstico da cólera. É sempre importante estabelecer o diagnóstico diferencial com outros tipos de diarréia para identificar e isolar o vibrião colérico.
  • 23. TRATAMENTO O objetivo do tratamento é repor líquidos e eletrólitos perdidos em decorrência da diarréia. Dependendo da sua condição, você pode ter que tomar líquido por via oral ou venosa (via intravenosa ). Antibióticos podem reduzir o tempo da doença. Os antibióticos que podem ser usados incluem tetraciclina ou doxiclina.
  • 25.
  • 26.
  • 27. CLASSIFICAÇÃO DA HANSENÍASE PAUCIBACILAR: DE 1 A 5 LESÕES MULTIBACILAR:DE 5 LESÕES
  • 28. SINTOMAS IMPORTANTE: EM ALGUNS CASOS A HANSENÍASE PODE OCORRER SEM MANCHAS.
  • 29. FORMA DE TRANSMISSÃO Meio de copos, pratos, talheres, Assentos, como cadeiras, bancos; Apertos de mão, abraço, beijo e contatos rápidos em transporte coletivos ou serviços de saúde; Picada de inseto; Relação sexual; Aleitamento materno; Doação de sangue; Herança genética ou congênita (gravidez); A HANSENÍASE NÃO SE TRANSMITE POR:
  • 32. PERÍODO DE INCUBAÇÃO PERÍODO DE TRANSMISSIBILIDADE
  • 33. PROFILAXIA Diagnóstico precoce; Exame, precoce, dos contatos intradomiciliares; Técnicas de prevenção de incapacidades; Uso da BCG (ver item vacinação).
  • 34.
  • 36. O QUE É ANTRAZ?  Antraz (ou carbúnculo) é uma doença infecciosa aguda, causada por bactérias Gram-positivas chamadas Bacillus Anthracis, capazes de formar esporos e essa habilidade de formar esporos ficou conhecida desde 1877, quando Robert Koch realizou experimentos com essa bactéria.  É uma doença mais típica das regiões agrícolas da Ásia, África e América Latina, a maior ocorrência está entre animais herbívoros e raramente afetam animais domésticos ou selvagens como vacas, cabras, ovelhas, camelos, antílopes, etc. .
  • 37. FORMA DE TRANSMISSÃO Nos seres humanos, a infecção por Antraz pode ocorrer por três vias:  Cutânea  Gastrointestinal  Por inalação. A transmissão de pessoa para pessoa é extremamente improvável.
  • 38.
  • 39. SINTOMAS  Via cutânea: primeiro sinal é uma lesão parecida com uma picada de inseto que em dois dias se enche de líquido, formando uma bolha. Forma-se então uma úlcera indolor, medindo 1 e 3 cm, que apresenta necrose ao centro. Se tratado com antibióticos a possibilidade de morte é pequena.  Via gastrointestinal: inflamação grave no trato intestinal, causada pela ingestão de carne contaminada, tem como primeiros sintomas náuseas vômitos, perda de apetite, febre, dor abdominal, diarréia severa e vômito com sangue. Aproximadamente metade dos casos de Antraz via gastrointestinal causam a morte.  Via respiratória: a infecção por inalação é a mais mortal delas, com uma taxa de letalidade de aproximadamente 100%. Os primeiros sintomas são parecidos com os de uma gripe, após alguns dias problemas respiratórios graves como pneumonia, também febre alta e choque, geralmente levam a pessoa a óbito.
  • 40. DIAGNÓSTICO É feito por meio dos sinais e sintomas que a pessoa apresenta, exames de sangue e pela análise de secreções respiratórias e da pele.
  • 41. TRATAMENTO O tratamento inclui doses elevadas de antibióticos, cada uma das formas da doença responde melhor a determinados antibióticos. Quanto mais cedo a pessoa for tratada, menores são as chances de complicações e óbito.
  • 42. PROFILAXIA A vacina contra o Antraz não contém a bactéria viva e consegue prevenir a doença me 93% dos casos, mas é de uso quase restrito ao exército americano e efeitos colaterais.
  • 43. CURIOSIDADES Alguns historiadores acreditam que uma das pragas que atingiram o Egito no Velho Testamento, tenha sido o Antraz. Devido a sua alta virulência, o Bacillus Anthracis te sido usado em ataques bélicos e em atentados e por isso alguns exércitos vacinam preventivamente seus soldados antes de partirem para guerras nas quais um ataque biológico pode ocorrer.