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Esquema conceitual de imunologia
ácidos (acidófilos/ eosinófilos)
granulócitos neutros (neutrófilos)
Células básicos (basófilos)
Sanguíneas Natural Killer (APC)
monócitos
Macrófagos
agranulócitos IMUNOGLOBULINAS
T (sinalizador) G
linfócitos A
B – Plasmocitos M
D
E
Esquema conceitual de imunologia
Esquema conceitual de imunologia
• Portas de eliminação ou de saída do agente: Respiratórias: as doenças
que utilizam esta porta de saída são as de maior difusão e as mais difíceis
de controlar (tuberculose, influenza, sarampo, etc).
• Genitourinárias: leptospirose, sífilis, AIDS, gonorréia e outras doenças de
transmissão sexual.
• Digestivas: próprias da febre tifóide, hepatite A e E, cólera e amebíase.
• Pele: através de contato direto com lesões superficiais, como na varicela,
herpes zoster e sífilis. Por picadas, mordidas, perfuração por agulha ou
outro mecanismo que tenha contato com sangue infectado, como na
sífilis, doença de Chagas, malária, leishmaniose, febre amarela, hepatite B,
etc.
• Placentária: em geral, a placenta é uma barreira efetiva de proteção do
feto contra infecções da mãe; no entanto, não é totalmente efetiva para
alguns agentes infecciosos como os da sífilis, rubéola, toxoplasmose, AIDS
e doença de Chagas.
• Portas de entrada no hospedeiro
• As portas de entrada de um germe no novo hospedeiro são basicamente
as mesmas usadas para a saída do hospedeiro prévio.
• Suscetível: é qualquer pessoa ou animal que não possui suficiente
resistência contra um determinado agente patógeno que o proteja contra
a doença caso chegue a ter contato com esse agente.
• A suscetibilidade do hospedeiro depende de fatores genéticos, de fatores
gerais de resistência às doenças e das condições de imunidade específica
para cada doença.
• O modo de transmissão é a forma em que o agente infeccioso se
transporta do reservatório ao hospedeiro.
• Transmissão direta: é a transferência direta do agente infeccioso por uma
porta de entrada para que se possa efetuar a infecção. É denominada
também transmissão de pessoa a pessoa
• Transmissão indireta: a. Mediante veículos de transmissão ou fômioes:
através de objetos ou materiais contaminados, tais como brinquedos,
lenços, instrumentos cirúrgicos,água, alimentos, leite, produtos biológicos,
incluindo soro e plasma. O agente pode ou não ter se multiplicado ou
desenvolvido no veículo antes de ser transmitido.
• As suas colocações clareou bastante meu entendimento e pegando o gancho pesquisei sobre as estruturas e
algumas propriedade de classes e subclasses da IgG, o que amplia o discernimento e em conseqüência o
aprendizado.
• 1.Estrutura
Todas IgG's são monômeros (imunoglobulina 7S). As subclasses diferem no número de pontes dissulfeto e
comprimento da região da dobradiça.
• 2.Propriedades
A mais versátil imunoglobulina porque é capaz de realizar todas as funções das moléculas de imunoglobulinas.
• a) IgG é a principal Ig no soro - 75% das Ig do soro são IgG
• b) IgG é a principal Ig em espaços extra vasculares
• c) Transferência placentária - IgG é a única classe de Ig que atravessa a placenta. A transferência é mediada pelo
receptor da região Fc do IgG nas células placentárias. Nem todas as subclasses atravessam com a mesma
eficiência; IgG2 não atravessa bem.
• d) Fixação do complemento – Nem todas as subclasses fixam com a mesma eficiência; IgG4 não fixa complemento.
• e) Ligação a células – Macrófagos, monócitos, PMN's e alguns linfócitos têm receptores para a região Fc da IgG.
Nem todas as subclasses se ligam com a mesma eficiência; IgG2 e IgG4 não se ligam a receptores de Fc. Uma
conseqüência da ligação a receptores de Fc em PMN's, monócitos e macrófagos é que a célula pode então
internalizar o antígeno melhor. O anticorpo preparou o antígeno para ser comido pelas células fagocitárias. O
termo opsonina é usado para descrever substâncias que aumentam a fagocitose. IgG é uma boa opsonina. Ligação
de IgG a receptores de Fc em outros tipos de células resulta na ativação de outras funções.
• Rotavirose: A infecção pelo rotavírus varia de um quadro leve, com diarréia aquosa e duração
limitada à quadros graves com desidratação, febre e vômitos, podendo evoluir a óbito.
Agente causador: É um RNA vírus da família dos Reoviridae, do gênero Rotavírus. Até o momento 7
grupos foram identificados: A, B, C, D, E, F e G, ocorrendo em diversas espécies animais, sendo que
os grupos A, B, e C são associados a doença no homem.
Transmissibilidade: Rotavírus são isolados em alta concentração em fezes de crianças infectadas e
são transmitidos pela via fecal-oral, por contato pessoa a pessoa e também através de fômites. A
máxima excreção viral se dá no 3º e 4º dia a partir dos primeiros sintomas, no entanto, podem ser
detectados nas fezes de pacientes mesmo após a completa resolução da diarréia.
Diagnóstico: a anamnese feita com cuidado e o exame clínico podem sugerir fortemente a infecção
pelo rotavírus, no entanto como as manifestações clínicas da infecção não são específicas, a
confirmação laboratorial é necessária para a vigilância epidemiológica e pode também ser útil em
situações clínicas. Na forma clássica, mais freqüente em crianças de 6 meses a dois anos, a doença
se manifesta como quadro abrupto de vômito, que na maioria das vezes precede a diarréia, e a
presença de febre alta. A diarréia é caracteristicamente aquosa, com aspecto gorduroso e caráter
explosivo, durando de 4 a 8 dias.
Tratamento: o fundamental do tratamento é prevenir a desidratação e distúrbios hidreletrolíticos.
Não se recomenda o uso de antimicrobianos. Eventualmente pode ser necessário recorrer à
hidratação parenteral, se a oral não for suficiente para a reposição de fluidos e eletrólitos. Não se
recomenda o uso de antidiarreicos.
Medidas de prevenção: notificação em casos de surto, vacinação e medidas sanitárias e educativas.
• Doença que provoca: Paralisia Infantil
• Agente Etiológico: poliovirus pertencente ao gênero Enterovirus, da família Picornaviridae,
composto de t"rês sorotipos: 1,2, e 3.
• Reservatório: o homem
• Modo de transmissão: Contato direto, pela via fecal-oral, fômites, gotículas de secreção da
orofaringe.
• Determinates Sociais na Contaminação: más condições habitacionais, higiene pessoal
precária, númerosos moradores em um mesmo domicílio, cobertura vacinal
inadequada, entre outros.
• Período de incubação: de 07 a 12 dias, podendo variar de 02 a 30 dias;
• Período de transmissibilidade: o vírus pode ser encontrado nas secreçoes da orofaringe após
36 a 72 horas a aprtir da instalação da infecção. Nos indivíduos infectados a eliminação do
vírus pela orofaringe persiste por aproximadamente 01 semana e nas fezes por 03 a 06
semanas.
• Suscetibilidade: Todas as pessoas não vacinadas. Observando que mesmo não desenvolvendo
a doença as pessoas imunes podem ser reinfectar-se e eliminar o poliovírus;
• Imunidade: os recêm -nascidos são providos de anticorpos séricos maternos da classe IgG de
forma transplacentária, conferindo proteção transitória as crianças nós primeiros meses de
vida.
• Medidas de Controle: Orientação, vacinação, amamentação, campanhas.
MONONUCLEOSE INFECCIOSA.
• Também é conhecida como a doença do beijo, acomete pessoas
entre os 15 e 25 anos.
• Agente causal: Vírus Epstein-Barr(VEB), da família Herpesviridae.
• Reservatório: O homem
• Porta de saída do agente: Secreções orais (saliva).
• Modo de trasnmissão:Inter-humano, pelo contato íntimo de
secreções orais (saliva).
• Porta de entrada do agente: Cavidade oral
• Susceptibilidade do hospedeiro: é uma doença cosmopolita.
• Aspectos clínicos: pode ser assintomática ou apresentar-se com
febre alta, adinopatia, tosse, artralgia, adenopatia cervical posterior
simétrica, esplenomegalia, hepatomegalia discreta, erupção
cutânea, amigdalite exudativa.
• O paciente pode restabelecer-se em semanas ou meses.
MONONUCLEOSE INFECCIOSA.
• Período de incubação: 30 a 45 dias.
• Período de trasmissibilidade: pode durar de 1 ano ou mais.
• Diagnóstico: clínico, assiciado ao leucograma que revela leucocitose com
elevada linfocitose atípica; teste rápido para detecção de anticorpos
específicos para o vírus Epstein-Barr.
• Tratamento é sintomático.
• Vigilância epidemiológica: não é doença de notificação compulsória.
• Medidas de controle: evitar contato com saliva de pessoas portadoras de
VEB. Não há vacina disponível.
• Agora estou conhecendo melhor a doença e ficarei atenta para os casos se
surgirem.
• Quanto as medidas de controle acredito que medidas educativas dos
serviços de atenção a saúde não surtirão efeito, pois entre nossos jovens
há uma cultura do ficar, do beijar, com perda de valores sociais, que são
bastante incentivados pela mídia, por músicas de cantores famosos.
CADEIA EPIDEMIOLÓGICA DA COQUELUCHE
• Agente causal: Bordetella pertussis. Bacilo gram-negativo, aeróbio, não-
esporulado, imóvel e pequeno, provido de cápsula (formas patogênicas) e de
fímbrias.
• Reservatório O homem é o único reservatório natural.Sendo normalmente
introduzida na família por crianças maiores, adolescentes e adultos, que
apresentam quadro clínico clássico ou formas leves e/ou atípicas. Ainda não foi
demonstrada a existência de portadores crônicos; entretanto, podem ocorrer
casos oligossintomáticos, com pouca importância na disseminação da doença.
• Porta de saída do agente através de gotículas de secreção da orofaringe eliminadas
por tosse, espirro ou ao falar. Em casos raros, pode ocorrer a transmissão por
objetos recentemente contaminados com secreções do doente, porém é pouco
frequente, pela dificuldade do agente sobreviver fora do hospedeiro.
• Modo de transmissão do agente A transmissão é direta, se dá pelo contato direto
com indivíduos sintomáticos, através de secreções do tratorespiratório e,
raramente, por contato indireto com fômites. Sinais e sintomas
Tosse paroxística, guincho, protusão da língua, cianose, apnéia e vômitos pós-
tosse.
CADEIA EPIDEMIOLÓGICA DA COQUELUCHE
• Período de incubação
Em média, de 5 a 10 dias, podendo variar de 1 a 3 semanas e, raramente, até 42
dias.
• Período de transmissibilidade
Para efeito de controle, considera-se que o período de transmissão se estende de
5 dias após o contato com um doente (final do período de incubação) até 3
semanas após o início dos acessos de tosse típicos da doença (fase paroxística). Em
lactentes menores de 6 meses, o período de transmissibilidade pode prolongar-se
por até 4 a 6 semanas após o início da tosse. A maior transmissibilidade da doença
ocorre na fase catarral.
• Porta de entrada do agente vias aréria superiores e raramente fômites.
• Susceptibilidade do hospedeiro A suscetibilidade é geral. O indivíduo torna-se
imune nas seguintes situações:A suscetibilidade é geral. O indivíduo torna-se
imune nas seguintes situações: • após adquirir a doença: imunidade duradoura,
mas não permanente;
• • após receber vacinação básica (mínimo de 3 doses) com DTP ou DTPa:
imunidade por alguns anos. Em média, de 5 a 10 anos após a última dose da
vacina, a proteção pode ser pouca ou nenhuma.
DENGUE
• A Dengue é uma doença infeciosa febril aguda, que pode ser de curso benigno ou
grave, dependendo da forma como se apresente: infecção aparente ou sub-clinica,
Dengue Clássico, febre hemorrágica da Dengue ou Síndrome do choque da
dengue.
•
• Agente Etiológico: O vírus do dengue RNA.
• Arbovírus do gênero Flavivírus, pertencente a família flaviviridae, com quatro
sorotipos conhecidos: 1, 2, 3 e 4.
•
• Hospedeiro Invertebrado: Os mosquitos do gênero Aedes Aegypti.
• Hospedeiro Vertebrado: O homem.
•
dengue
• Porta de Saída do Agente: A transmissão do vírus se dá através da picada
da fêmea do mosquito Aedes Aegypti, no ciclo HOMEM-AEDES AEGYPTI-
HOMEM.
•
• Modo de Transmissão: Existe dois modos
de transmissão o intrínseco (mosquito ao picar transmite o vírus) e
o extrínseco (mosquito ao picar adquire o vírus).
•
• Suscetibilidade do hospeideiro: Está relacionada ao tipo de vírus
contraído após a transmissão. Geralmente o vírus do tipo 2 está
relacionado com a maioria dos casos complicados de dengue
hemorrágica.
•
• CADEIA EPIDEMIOLÓGICA DO SARAMPO
• Agente causal: vírus RNA
• Reservatório: o homem
• Porta de saída da agente: vias aéreas superiores
• Modo de transmissão: através de secreções
nasofaríngeas, tossir, espirrar, falar
• Porta de entrada: vias aéreas superiores
• Susceptibilidade: População geral
tuberculose
• Agente Causal: Micobacterium tuberculosis ou bacilo
de koch
• Reservatório: Homem
• Porta de Saída do Agente: VAS - Vias Aéreas Superiores
• Modo de Transmissão do Agente: Pessoa a pessoa,
através de gotículas de salivas ou espirro contendo o
bacilo
• Porta de Entrada do Agente: VAS - Vias Aéreas
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• Susceptibilidade do Hospedeiro: Geral e Universal
hanseníase
• CADEIA EPIDEMIOLÓGICA DA HANSENÍASE
• AGENTE CAUSAL: Mycobacterium leprae
• RESERVATÓRIO: O HOMEM( ÚNICA FONTE DE INFECÇÃO)
• PORTA DE SAÍDA DO AGENTE: VIAS AÉREAS SUPERIOR
• MODO DE TRANSMISSÃO:VIAS AÉREAS SUPERIOR(
PESSOA A PESSOA OU TRANSMISSÃO DIRETA )
• PORTA DE ENTRADA DO AGENTE: TRATO RESPIRÁTÓRIO
• SUSCEPTIBILIDADE: DEPENDE DA INTERAÇÃO ENTRE
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Esquema conceitual de imunologia

  • 1. Esquema conceitual de imunologia ácidos (acidófilos/ eosinófilos) granulócitos neutros (neutrófilos) Células básicos (basófilos) Sanguíneas Natural Killer (APC) monócitos Macrófagos agranulócitos IMUNOGLOBULINAS T (sinalizador) G linfócitos A B – Plasmocitos M D E
  • 4. • Portas de eliminação ou de saída do agente: Respiratórias: as doenças que utilizam esta porta de saída são as de maior difusão e as mais difíceis de controlar (tuberculose, influenza, sarampo, etc). • Genitourinárias: leptospirose, sífilis, AIDS, gonorréia e outras doenças de transmissão sexual. • Digestivas: próprias da febre tifóide, hepatite A e E, cólera e amebíase. • Pele: através de contato direto com lesões superficiais, como na varicela, herpes zoster e sífilis. Por picadas, mordidas, perfuração por agulha ou outro mecanismo que tenha contato com sangue infectado, como na sífilis, doença de Chagas, malária, leishmaniose, febre amarela, hepatite B, etc. • Placentária: em geral, a placenta é uma barreira efetiva de proteção do feto contra infecções da mãe; no entanto, não é totalmente efetiva para alguns agentes infecciosos como os da sífilis, rubéola, toxoplasmose, AIDS e doença de Chagas.
  • 5. • Portas de entrada no hospedeiro • As portas de entrada de um germe no novo hospedeiro são basicamente as mesmas usadas para a saída do hospedeiro prévio. • Suscetível: é qualquer pessoa ou animal que não possui suficiente resistência contra um determinado agente patógeno que o proteja contra a doença caso chegue a ter contato com esse agente. • A suscetibilidade do hospedeiro depende de fatores genéticos, de fatores gerais de resistência às doenças e das condições de imunidade específica para cada doença. • O modo de transmissão é a forma em que o agente infeccioso se transporta do reservatório ao hospedeiro. • Transmissão direta: é a transferência direta do agente infeccioso por uma porta de entrada para que se possa efetuar a infecção. É denominada também transmissão de pessoa a pessoa • Transmissão indireta: a. Mediante veículos de transmissão ou fômioes: através de objetos ou materiais contaminados, tais como brinquedos, lenços, instrumentos cirúrgicos,água, alimentos, leite, produtos biológicos, incluindo soro e plasma. O agente pode ou não ter se multiplicado ou desenvolvido no veículo antes de ser transmitido.
  • 6. • As suas colocações clareou bastante meu entendimento e pegando o gancho pesquisei sobre as estruturas e algumas propriedade de classes e subclasses da IgG, o que amplia o discernimento e em conseqüência o aprendizado. • 1.Estrutura Todas IgG's são monômeros (imunoglobulina 7S). As subclasses diferem no número de pontes dissulfeto e comprimento da região da dobradiça. • 2.Propriedades A mais versátil imunoglobulina porque é capaz de realizar todas as funções das moléculas de imunoglobulinas. • a) IgG é a principal Ig no soro - 75% das Ig do soro são IgG • b) IgG é a principal Ig em espaços extra vasculares • c) Transferência placentária - IgG é a única classe de Ig que atravessa a placenta. A transferência é mediada pelo receptor da região Fc do IgG nas células placentárias. Nem todas as subclasses atravessam com a mesma eficiência; IgG2 não atravessa bem. • d) Fixação do complemento – Nem todas as subclasses fixam com a mesma eficiência; IgG4 não fixa complemento. • e) Ligação a células – Macrófagos, monócitos, PMN's e alguns linfócitos têm receptores para a região Fc da IgG. Nem todas as subclasses se ligam com a mesma eficiência; IgG2 e IgG4 não se ligam a receptores de Fc. Uma conseqüência da ligação a receptores de Fc em PMN's, monócitos e macrófagos é que a célula pode então internalizar o antígeno melhor. O anticorpo preparou o antígeno para ser comido pelas células fagocitárias. O termo opsonina é usado para descrever substâncias que aumentam a fagocitose. IgG é uma boa opsonina. Ligação de IgG a receptores de Fc em outros tipos de células resulta na ativação de outras funções.
  • 7. • Rotavirose: A infecção pelo rotavírus varia de um quadro leve, com diarréia aquosa e duração limitada à quadros graves com desidratação, febre e vômitos, podendo evoluir a óbito. Agente causador: É um RNA vírus da família dos Reoviridae, do gênero Rotavírus. Até o momento 7 grupos foram identificados: A, B, C, D, E, F e G, ocorrendo em diversas espécies animais, sendo que os grupos A, B, e C são associados a doença no homem. Transmissibilidade: Rotavírus são isolados em alta concentração em fezes de crianças infectadas e são transmitidos pela via fecal-oral, por contato pessoa a pessoa e também através de fômites. A máxima excreção viral se dá no 3º e 4º dia a partir dos primeiros sintomas, no entanto, podem ser detectados nas fezes de pacientes mesmo após a completa resolução da diarréia. Diagnóstico: a anamnese feita com cuidado e o exame clínico podem sugerir fortemente a infecção pelo rotavírus, no entanto como as manifestações clínicas da infecção não são específicas, a confirmação laboratorial é necessária para a vigilância epidemiológica e pode também ser útil em situações clínicas. Na forma clássica, mais freqüente em crianças de 6 meses a dois anos, a doença se manifesta como quadro abrupto de vômito, que na maioria das vezes precede a diarréia, e a presença de febre alta. A diarréia é caracteristicamente aquosa, com aspecto gorduroso e caráter explosivo, durando de 4 a 8 dias. Tratamento: o fundamental do tratamento é prevenir a desidratação e distúrbios hidreletrolíticos. Não se recomenda o uso de antimicrobianos. Eventualmente pode ser necessário recorrer à hidratação parenteral, se a oral não for suficiente para a reposição de fluidos e eletrólitos. Não se recomenda o uso de antidiarreicos. Medidas de prevenção: notificação em casos de surto, vacinação e medidas sanitárias e educativas.
  • 8. • Doença que provoca: Paralisia Infantil • Agente Etiológico: poliovirus pertencente ao gênero Enterovirus, da família Picornaviridae, composto de t"rês sorotipos: 1,2, e 3. • Reservatório: o homem • Modo de transmissão: Contato direto, pela via fecal-oral, fômites, gotículas de secreção da orofaringe. • Determinates Sociais na Contaminação: más condições habitacionais, higiene pessoal precária, númerosos moradores em um mesmo domicílio, cobertura vacinal inadequada, entre outros. • Período de incubação: de 07 a 12 dias, podendo variar de 02 a 30 dias; • Período de transmissibilidade: o vírus pode ser encontrado nas secreçoes da orofaringe após 36 a 72 horas a aprtir da instalação da infecção. Nos indivíduos infectados a eliminação do vírus pela orofaringe persiste por aproximadamente 01 semana e nas fezes por 03 a 06 semanas. • Suscetibilidade: Todas as pessoas não vacinadas. Observando que mesmo não desenvolvendo a doença as pessoas imunes podem ser reinfectar-se e eliminar o poliovírus; • Imunidade: os recêm -nascidos são providos de anticorpos séricos maternos da classe IgG de forma transplacentária, conferindo proteção transitória as crianças nós primeiros meses de vida. • Medidas de Controle: Orientação, vacinação, amamentação, campanhas.
  • 9. MONONUCLEOSE INFECCIOSA. • Também é conhecida como a doença do beijo, acomete pessoas entre os 15 e 25 anos. • Agente causal: Vírus Epstein-Barr(VEB), da família Herpesviridae. • Reservatório: O homem • Porta de saída do agente: Secreções orais (saliva). • Modo de trasnmissão:Inter-humano, pelo contato íntimo de secreções orais (saliva). • Porta de entrada do agente: Cavidade oral • Susceptibilidade do hospedeiro: é uma doença cosmopolita. • Aspectos clínicos: pode ser assintomática ou apresentar-se com febre alta, adinopatia, tosse, artralgia, adenopatia cervical posterior simétrica, esplenomegalia, hepatomegalia discreta, erupção cutânea, amigdalite exudativa. • O paciente pode restabelecer-se em semanas ou meses.
  • 10. MONONUCLEOSE INFECCIOSA. • Período de incubação: 30 a 45 dias. • Período de trasmissibilidade: pode durar de 1 ano ou mais. • Diagnóstico: clínico, assiciado ao leucograma que revela leucocitose com elevada linfocitose atípica; teste rápido para detecção de anticorpos específicos para o vírus Epstein-Barr. • Tratamento é sintomático. • Vigilância epidemiológica: não é doença de notificação compulsória. • Medidas de controle: evitar contato com saliva de pessoas portadoras de VEB. Não há vacina disponível. • Agora estou conhecendo melhor a doença e ficarei atenta para os casos se surgirem. • Quanto as medidas de controle acredito que medidas educativas dos serviços de atenção a saúde não surtirão efeito, pois entre nossos jovens há uma cultura do ficar, do beijar, com perda de valores sociais, que são bastante incentivados pela mídia, por músicas de cantores famosos.
  • 11. CADEIA EPIDEMIOLÓGICA DA COQUELUCHE • Agente causal: Bordetella pertussis. Bacilo gram-negativo, aeróbio, não- esporulado, imóvel e pequeno, provido de cápsula (formas patogênicas) e de fímbrias. • Reservatório O homem é o único reservatório natural.Sendo normalmente introduzida na família por crianças maiores, adolescentes e adultos, que apresentam quadro clínico clássico ou formas leves e/ou atípicas. Ainda não foi demonstrada a existência de portadores crônicos; entretanto, podem ocorrer casos oligossintomáticos, com pouca importância na disseminação da doença. • Porta de saída do agente através de gotículas de secreção da orofaringe eliminadas por tosse, espirro ou ao falar. Em casos raros, pode ocorrer a transmissão por objetos recentemente contaminados com secreções do doente, porém é pouco frequente, pela dificuldade do agente sobreviver fora do hospedeiro. • Modo de transmissão do agente A transmissão é direta, se dá pelo contato direto com indivíduos sintomáticos, através de secreções do tratorespiratório e, raramente, por contato indireto com fômites. Sinais e sintomas Tosse paroxística, guincho, protusão da língua, cianose, apnéia e vômitos pós- tosse.
  • 12. CADEIA EPIDEMIOLÓGICA DA COQUELUCHE • Período de incubação Em média, de 5 a 10 dias, podendo variar de 1 a 3 semanas e, raramente, até 42 dias. • Período de transmissibilidade Para efeito de controle, considera-se que o período de transmissão se estende de 5 dias após o contato com um doente (final do período de incubação) até 3 semanas após o início dos acessos de tosse típicos da doença (fase paroxística). Em lactentes menores de 6 meses, o período de transmissibilidade pode prolongar-se por até 4 a 6 semanas após o início da tosse. A maior transmissibilidade da doença ocorre na fase catarral. • Porta de entrada do agente vias aréria superiores e raramente fômites. • Susceptibilidade do hospedeiro A suscetibilidade é geral. O indivíduo torna-se imune nas seguintes situações:A suscetibilidade é geral. O indivíduo torna-se imune nas seguintes situações: • após adquirir a doença: imunidade duradoura, mas não permanente; • • após receber vacinação básica (mínimo de 3 doses) com DTP ou DTPa: imunidade por alguns anos. Em média, de 5 a 10 anos após a última dose da vacina, a proteção pode ser pouca ou nenhuma.
  • 13. DENGUE • A Dengue é uma doença infeciosa febril aguda, que pode ser de curso benigno ou grave, dependendo da forma como se apresente: infecção aparente ou sub-clinica, Dengue Clássico, febre hemorrágica da Dengue ou Síndrome do choque da dengue. • • Agente Etiológico: O vírus do dengue RNA. • Arbovírus do gênero Flavivírus, pertencente a família flaviviridae, com quatro sorotipos conhecidos: 1, 2, 3 e 4. • • Hospedeiro Invertebrado: Os mosquitos do gênero Aedes Aegypti. • Hospedeiro Vertebrado: O homem. •
  • 14. dengue • Porta de Saída do Agente: A transmissão do vírus se dá através da picada da fêmea do mosquito Aedes Aegypti, no ciclo HOMEM-AEDES AEGYPTI- HOMEM. • • Modo de Transmissão: Existe dois modos de transmissão o intrínseco (mosquito ao picar transmite o vírus) e o extrínseco (mosquito ao picar adquire o vírus). • • Suscetibilidade do hospeideiro: Está relacionada ao tipo de vírus contraído após a transmissão. Geralmente o vírus do tipo 2 está relacionado com a maioria dos casos complicados de dengue hemorrágica. •
  • 15. • CADEIA EPIDEMIOLÓGICA DO SARAMPO • Agente causal: vírus RNA • Reservatório: o homem • Porta de saída da agente: vias aéreas superiores • Modo de transmissão: através de secreções nasofaríngeas, tossir, espirrar, falar • Porta de entrada: vias aéreas superiores • Susceptibilidade: População geral
  • 16. tuberculose • Agente Causal: Micobacterium tuberculosis ou bacilo de koch • Reservatório: Homem • Porta de Saída do Agente: VAS - Vias Aéreas Superiores • Modo de Transmissão do Agente: Pessoa a pessoa, através de gotículas de salivas ou espirro contendo o bacilo • Porta de Entrada do Agente: VAS - Vias Aéreas Superiores • Susceptibilidade do Hospedeiro: Geral e Universal
  • 17. hanseníase • CADEIA EPIDEMIOLÓGICA DA HANSENÍASE • AGENTE CAUSAL: Mycobacterium leprae • RESERVATÓRIO: O HOMEM( ÚNICA FONTE DE INFECÇÃO) • PORTA DE SAÍDA DO AGENTE: VIAS AÉREAS SUPERIOR • MODO DE TRANSMISSÃO:VIAS AÉREAS SUPERIOR( PESSOA A PESSOA OU TRANSMISSÃO DIRETA ) • PORTA DE ENTRADA DO AGENTE: TRATO RESPIRÁTÓRIO • SUSCEPTIBILIDADE: DEPENDE DA INTERAÇÃO ENTRE FATORES INDIVIDUAIS DO HOSPEDEIRO, AMBIENTAIS E PRÓPRIO M. leprae