Composição
corporal, medidas
e avaliação
PROFº: CARLOS ALBERTO SOUSA DA SILVA
COMPOSIÇÃO
CORPORAL
❏ MATERIAL:umabalançaantropométrica
❏ PROTOCOLO: o avaliado deve se posicionar em pé,
de costas para a escala da balança, com
afastamento lateral dos pés, estando a
plataforma entre os mesmos. Em seguida coloca-
se sobre e no centro da plataforma, ereto e com o
olhar num ponto fixo à sua frente. Deve usar o
mínimoderoupapossível.É realizadaapenasuma
medida.
PESO CORPORAL
❏MATERIAL:
estadiômetro ou fita
métrica.
❏PROTOCOLO: o avaliado
deve estar em PO, em
apnéia inspiratória.
ESTATURA
X
ESTATURA x ALTURA TOTAL
ÍNDICE DE MASSA
CORPORAL (IMC)
❖IMC = = Peso Corporal
(estatura)2
CLASSIFICAÇÃO SEGUNDO O USO DO IMC
IMC DENOMINAÇÃO Risco de
Complicações
<18,5 Abaixo do peso Alto
18,5-24,9 Peso Saudável Baixo
25-29,9 Sobrepeso Moderado
30-39,9 Obeso Alto
>40,0 Obeso Mórbido Altíssimo
Desvantagens do Método???
Utilizado para avaliar, independente do
grau de sobrepeso, o excesso de
gordura central
(abdominal). Seu valor e obtido a partir
da divisão do perímetro da cintura pelo
quadril (c/q).
• Doenças Crônico-degenerativas
• Hipertensão Arterial,
• Diabetes,
• Cardiopatias,
• Distúrbios plurimetabolicos
Relação Cintura-Quadril (RCQ)
Ex. Homem, 35 anos. Cintura = 98 cm Quadril = 102 cm. RCG = 98/102 = 0,96
Relação Cintura-Quadril (RCQ)
Esta medida isolada tem mostrado ser suficiente para
estabelecer risco coronariano.
Risco aumentado
Homens > 104 cm (± 4,6)
Mulheres > 88 cm (± 2,6)
Perímetro Abdominal
COMPASSO DE DOBRAS CUTÂNEAS
A principal finalidade das dobras cutâneas e avaliar,
indiretamente, a quantidade de gordura contida no tecido
celular subcutâneo e estimar a proporção de gordura em
relação ao peso corporal do indivíduo ou ainda de estimar a
densidade corporal e a quantidade de gordura corporal .
Os valores de pregas cutâneas em combinação com
equações matemáticas também são destinados a predizer
a densidade corporal ou o percentual de gordura. As
equações são específicas para determinada população e
predizem a adiposidade com bastante exatidão em
amostras de indivíduos semelhantes aquelas das quais se
derivam as equações.
• Identificar os riscos de serem associados à falta ou excesso
de gordura;
• Controlar as mudanças na composição corporal associadas ao
efeito da nutrição e do exercício;
• Estimar o peso ideal;
• Acompanhar o crescimento, desenvolvimento, maturação e
idade relacionados com as mudanças na composição corporal;
• Identificar riscos à saúde associados ao acúmulo de gordura;
• Formular recomendações dietéticas e de exercício;
Objetivos da determinação da gordura corporal:
PROCEDIMENTOS PARA
AFERIÇÃO DAS DOBRAS
CUTÂNEAS
• Identificar os pontos
de referência;
• Demarcar o ponto de
medida;
• Destacar a DC;
• Pinçar a DC;
• Realizar a leitura;
• Retirar o compasso;
• Soltar a DC.
PROTOCOLO DE LOHMAN, 1986
❖IDADE: 6 a 16 anos
❖PONTOS DE DC: TR e SB
❖EQUAÇÕES:
G% = 1,35 (TR + SB) – 0,012 (TR + SB)2 - C
VALORES DA CONSTANTE (C), por idade e sexo
Sexo/idade 7 10 13 16
Masculino 3,4 4,4 5,4 6,4
Feminino 1,4 2,4 3,4 4,0
Fórmula = 1,1093800 - 0,0008267 (X1) +
0,0000016 (X1)² - 0,0002574 (idade)
X1 - peitoral + abdômen + coxa
DC para o Sexo Masculino
(Jackson & Pollock, 1978)
Fórmula = 1,0994921 - 0,0009929 (X1) +
0,0000023 (X1)² - 0,0001392 (idade)
X1 - tríceps + suprailíaca + coxa
DC para o Sexo Feminino
(Jackson, Pollock & Ward, 1980)
PROTOCOLO DE 7DC DE
JACKSON & POLLOCK, 1978
❖ HOMENS:
⮚ IDADE: 18 a 61 anos
⮚ DENS = 1,11200000 – [0,00043499 (Σ 7 DC)] +
[0,00000055 (Σ 7 DC)2] – [0,00028826 (idade)]
❖ MULHERES
⮚ IDADE: 18 a 55 anos
⮚ DENS = 1,0970 – [0,00046971 (Σ 7 DC)] +
[0,00000056 (Σ 7 DC)2] – [0,00012828 (idade)]
EQUAÇÃO DE SIRI:
G% = [( 4.95/DENS) – 4.50] x 100
Protocolo de Guedes, para Crianças e
Adolescentes (7-18 anos) - 2 Dobras
cutâneas: Tríceps, subescapular
Rapazes Brancos = (S= somatória das D.C. Tríceps e Subescapular)
Pré-Púbere=G% = 1,21 (S) - 0,008 (S)² - 1,7
Púbere = G% =1,21 (S) - 0,008 (S)² - 3,4
Pós-Púbere = G% =1,21 (S) - 0,008 (S)² - 5,5
Rapazes Negros = Pré-Púbere=G% = 1,21 (S) - 0,008 (S)² - 3,5
Púbere = G% =1,21 (S) - 0,008 (S)² - 5,2
Pós-Púbere = G% =1,21 (S) - 0,008 (S)² - 6,8
Moças de qualquer raça e nível de maturidade =
G% = 1,33 (S) - 0,013 (S)² - 6,8
Obs: Quando o (S) for maior que 35 mm, será utilizada uma única equação para
cada sexo, para qualquer raça e nível de maturidade:
Rapazes=G% = 0,783 (S)² +1,6
Moças =G% = 0,546 (S)² +9,7
Protocolo de Guedes, para Crianças e
Adolescentes (7-18 anos) - 2 Dobras
cutâneas: Tríceps, subescapular
Rapazes Brancos = (S= somatória das D.C. Tríceps e Subescapular)
Pré-Púbere=G% = 1,21 (S) - 0,008 (S)² - 1,7
Púbere = G% =1,21 (S) - 0,008 (S)² - 3,4
Pós-Púbere = G% =1,21 (S) - 0,008 (S)² - 5,5
Rapazes Negros = Pré-Púbere=G% = 1,21 (S) - 0,008 (S)² - 3,5
Púbere = G% =1,21 (S) - 0,008 (S)² - 5,2
Pós-Púbere = G% =1,21 (S) - 0,008 (S)² - 6,8
Moças de qualquer raça e nível de maturidade =
G% = 1,33 (S) - 0,013 (S)² - 6,8
Obs: Quando o (S) for maior que 35 mm, será utilizada uma única equação para
cada sexo, para qualquer raça e nível de maturidade:
Rapazes=G% = 0,783 (S)² +1,6
Moças =G% = 0,546 (S)² +9,7
PUBERDADE
•Período de intenso desenvolvimento:
•Crescimento esquelético linear (20% da altura final);
•Alteração da forma e composição corporal (50% do
peso adulto)
•Desenvolvimento de órgãos e sistemas;
•Desenvolvimento das gônadas e dis caracteres sexuais
secundários.
•Fase de grande variabilidade entre idades normais:
•Idade cronológica não mais confiável.
•Puberdade normal:
•Em meninas:
•Entre 8 e 12 anos
–Telarca
•Em meninos:
•Entre 9 e 14 anos
– Aumento do
volume testicular
(4mL)
PUBERDADE
ESTADIAMENTO?
•Estadiamento de Tanner ou estadiamento puberal:criada
em 1962, por
um médico inglês: J.M. Tanner.
•Método visual.
•Ferramenta utilizada diariamente durante a descrição do
exame físico de
crianças e adolescentes.
•Descreve a MATURAÇÃO SEXUAL em meninos e meninas.
•Padroniza e simplifica a descrição do exame físico.
•Pode permitir diagnósticos de patologias como:
• puberdade precoce, rapidamente progressiva ou
retardada.
SEXO FEMININO
SEXO MASCULINO
A classificação dos genitais varia do estágio I ao V e pêlos
púbicos de I ao V, sendo considerado o estágio (I) pré-púbere,
os estágios (II, III e IV) púbere, e estágios (V e VI) pós-púbere.
Protocolo de Guedes, para Crianças e
Adolescentes (7-18 anos) - 2 Dobras
cutâneas: Tríceps, subescapular
Rapazes Brancos = (S= somatória das D.C. Tríceps e Subescapular)
Pré-Púbere=G% = 1,21 (S) - 0,008 (S)² - 1,7
Púbere = G% =1,21 (S) - 0,008 (S)² - 3,4
Pós-Púbere = G% =1,21 (S) - 0,008 (S)² - 5,5
Rapazes Negros = Pré-Púbere=G% = 1,21 (S) - 0,008 (S)² - 3,5
Púbere = G% =1,21 (S) - 0,008 (S)² - 5,2
Pós-Púbere = G% =1,21 (S) - 0,008 (S)² - 6,8
Moças de qualquer raça e nível de maturidade =
G% = 1,33 (S) - 0,013 (S)² - 6,8
Obs: Quando o (S) for maior que 35 mm, será utilizada uma única equação para
cada sexo, para qualquer raça e nível de maturidade:
Rapazes=G% = 0,783 (S)² +1,6
Moças =G% = 0,546 (S)² +9,7
VALORES DE REFERÊNCIA % DE GORDURA
PERCENTUAL DE GORDURA (G%) PARA HOMENS
Nível /Idade 18 - 25 26 - 35 36 - 45 46 - 55 56 - 65
Excelente 4 a 6 % 8 a 11% 10 a 14% 12 a 16% 13 a 18%
Bom 8 a 10% 12 a 15% 16 a 18% 18 a 20% 20 a 21%
Acima da Média 12 a 13% 16 a 18% 19 a 21% 21 a 23% 22 a 23%
Média 14 a 16% 18 a 20% 21 a 23% 24 a 25% 24 a 25%
Abaixo da Média 17 a 20% 22 a 24% 24 a 25% 26 a 27% 26 a 27%
Ruim 20 a 24% 20 a 24% 27 a 29% 28 a 30% 28 a 30%
Muito Ruim 26 a 36% 28 a 36% 30 a 39% 32 a 38% 32 a 38%
PERCENTUAL DE GORDURA (G%) PARA MULHERES
Nível /Idade 18 - 25 26 - 35 36 - 45 46 - 55 56 - 65
Excelente 13 a 16% 14 a 16% 16 a 19% 17 a 21% 18 a 22%
Bom 17 a 19% 18 a 20% 20 a 23% 23 a 25% 24 a 26%
Acima da Média 20 a 22% 21 a 23% 24 a 26% 26 a 28% 27 a 29%
Média 23 a 25% 24 a 25% 27 a 29% 29 a 31% 30 a 32%
Abaixo da Média 26 a 28% 27 a 29% 30 a 32% 32 a 34% 33 a 35%
Ruim 29 a 31% 31 a 33% 33 a 36% 35 a 38% 36 a 38%
Muito Ruim 33 a 43% 36 a 49% 38 a 48% 39 a 50% 39 a 49%
AVALIAÇÃO DAS
CAPACIDADES
FÍSICAS
VO2 Máximo
O Que É e Como Calcular ???
O bom condicionamento físico é fundamental para a prática de
exercícios físicos, mas o que muitas pessoas não sabem é que a
atenção com a respiração e com o papel do oxigênio é
indispensável para uma melhor qualidade nas atividades físicas.
Quem nunca ouviu recomendações para inspirar e expirar
durante a execução de alguns movimentos? Pois é, pode
parecer desnecessário, mas uma respiração correta pode ser o
diferencial para um exercício mais bem sucedido.
O VO2 Máximo equivale ao consumo máximo de oxigênio. Pode ser
caracterizado como um fator capaz de determinar a capacidade e
preparo de um atleta para sustentar alguns exercícios e atividades
aeróbicas. O termo se refere à quantidade máxima de oxigênio que um
indivíduo pode utilizar durante os exercícios de alta intensidade. O que
você não sabe é que o VO2 Máximo pode ser medido como “milímetros
de oxigênio utilizado em um minuto por quilograma de peso corporal de
cada um”.
Como dito acima, é a quantidade máxima de oxigênio que seu corpo
pode usar durante o exercício. É uma combinação de quanto de oxigênio
os seus pulmões podem armazenar, converter para a corrente
sanguínea, sendo então bombeado por todo o seu corpo, para o seu
coração e, finalmente, o quão eficiente seus músculos poderão consumir
e converter o oxigênio para uso. O oxigênio é o componente mais crítico
para a execução de um exercício em ritmo acelerado, seu VO2 máximo é
a melhor medida de sua aptidão em execução.
O que é?
Calculo do VO2 máx.
Sem testes: Usando as frequências cardíacas máxima e de
repouso previamente determinadas, você pode usá-las em
uma fórmula para calcular o VO2máx. Vamos imaginar que
sua frequência cardíaca de repouso seja de 80 bpm e a
máxima seja de 195 bpm.
•Escreva a fórmula: VO2 máx = 15 x (FCmáx/FCrep)
•Substitua os valores: VO2 máx = 15 x (195/80)
•Resolva a conta: VO2 máx = 15 x 2,44 = 36,56 mL/kg/min.
Protocolos de pista:
COOPER, 1977 (teste de 12 minutos): Deverá ser realizado
numa pista de atletismo, ou em local plano, que seja possível ter
o controle exato da distância percorrida (parques, pistas
reduzidas). O indivíduo deverá percorrer em 12 minutos a maior
distância possível, que será anotada em metros, por exemplo:
D = 2900 metros. Depois de realizado o teste, será utilizada a
seguinte fórmula* para estimar o valor do VO2 máximo:
VO2 máximo (ml/kg/min) = (D – 504,9) / 44,73
*Podem ser encontradas algumas variações para esta fórmula
como (D – 504) / 44 ou (D – 504,1) / 44,9
Para o exemplo acima, teríamos o VO2 máximo= (2900 – 504,9) /
44,73 = 53,5 ml/kg/min
Protocolos espaços reduzidos:
Teste de Cooper 12 Min – Adaptado para quadra (Osieck, 2002)
O espaço utilizado deve ser um retângulo e medir 10m x 20m, e pode
ser delimitado por cones. A cada volta são percorridos 60 metros. A
fórmula deve ter a seguinte correção e depois aplicada na fórmula de
Cooper:
Homens -> DCR = 409,87 + 0,93862 (D) D = número de voltas x 60
Mulheres -> DCR = 160,28 + 1,0035 (D) DCR = distância corrigida
em metros.
VO2 máx. = (DCR – 504,1/ 44,9)
Como exemplo, um homem que em 12 minutos deu 40 voltas na
quadra, terá o VO2 expresso da seguinte maneira: DCR = 409,87 +
(0,93862 x 40 x 60) = 2662,56
VO2 máx. = (2662,56 – 504,1/ 44,9) = 48,07 ml/kg/min.
Nível de Aptidão Física de Cooper para Mulheres - VO2 max. ml(kg.min)-1
Idade
Muito
Fraca
Fraca Regular Boa Excelente Superior
13 - 19 - 25,0 25,1 a 39,9 31,0 a 34,9 35,0 a 38,9 39,0 a 41,9 > 42,0
20 - 29 - 23,6 23,7 a 28,9 29,0 a 32,9 33,0 a 36,9 37,0 a 40,9 > 41,0
30 - 39 - 22,8 22,9 a 26,9 27,0 a 31,4 31,5 a 35,6 35,7 a 40,0 > 40,1
40 - 49 - 21,0 21,1 a 24,4 24,5 a 28,9 29,0 a 32,8 32,9 a 36,9 > 37,0
50 - 59 - 20,2 20,3 a 22,7 22,8 a 26,9 27,0 a 31,4 31,5 a 35,7 > 35,8
Mais de
60
- 17,5 17,6 a 20,1 20,2 a 24,4 24,5 a 30,2 30,3 a 31,4 > 31,5
Nível de Aptidão Física de Cooper para Homens - VO2 max. ml(kg.min)-1
Idade
Muito
Fraca
Fraca Regular Boa Excelente Superior
13 - 19 - 35,0 35,1 a 38,3 38,4 a 45,1 45,2 a 50,9 51,0 a 55,9 > 56,0
20 - 29 - 33,0 33,1 a 36,4 36,5 a 42,4 42,5 a 46,4 46,5 a 52,4 > 52,5
30 - 39 - 31,5 31,6 a 35,4 35,5 a 40,9 41,0 a 44,9 45,0 a 49,4 > 49,5
40 - 49 - 30,2 30,3 a 33,5 33,6 a 38,9 39,0 a 43,7 43,8 a 48,0 > 48,1
50 - 59 - 26,1 26,2 a 30,9 31,0 a 35,7 35,8 a 40,9 41,0 a 45,3 > 45,4
Mais de
60
- 20,5 20,6 a 26,0 26,1 a 32,3 32,3 a 36,4 36,5 a 44,2 > 44,3
Testes Lineares
● Sentar-e-Alcançar (Jonhson
& Nelson, 1979)
● Objetivo: Medir a flexibilidade
do quadril, dorso e músculos
posteriores dos MMII
● Idade: 6 anos até idade
universitária.
● É computada a melhor das 3
tentativas executadas.
MEDIÇÃO E AVALIAÇÃO DA FLEXIBILIDADE
Sentar e Alcançar Modificado - Masculino - sem banco (em Centímetros)
Classificação 20 - 29 30 - 39 40 - 49 50 – 59 + 60
Alta 48 45,5 43 40,5 38
Média 33- 45,5 30,5 - 43 28 – 40,5 25,5 - 38 23 – 35,5
Abaixo da Média 25,5 – 30,5 23 – 28 20 – 25,5 18 - 23 15 – 20
Baixa < 23 < 20 < 18 < 15 < 12,5
Sentar e Alcançar Modificado - Feminino - sem banco (em Centímetros)
Classificação 20 - 29 30 - 39 40 - 49 50 – 59 + 60
Alta 56 53,5 51 48,5 45,5
Média 40,5 – 53,5 38 -51 35,5 – 48,5 33 – 45,5 30,5 - 43
Abaixo da
Média
33 - 38 30,5 – 35,5 28 - 33 25,5 – 30,5 23 - 28
Baixa < 30,5 < 28 < 25,5 < 23 < 20
Testes Adimensionais
● Flexiteste de Araújo & Pavel (1987)
● Escala de 0 a 4.
● Classificação do Flexíndice:
Classificação ∑ dos 8
Movimentos
Muito pequena 8
Pequena 9-12
Médio (-) 13-16
Médio (+) 17-20
Grande 21-24
Muito Grande 25
1 2 3 4
AVALIAÇÃO DA FORÇA MUSCULAR
DINAMÔMETRO MANUAL
Mede a força de preensão manual
Equipamento: dinamômetro manual ajustado.
Protocolo:
1. Estar em pé, cabeça na horizontal;
2. O tamanho da pegada deve ser ajustada de
tal forma que a falange mediana do dedo
médio esteja em ângulo reto;
3. O antebraço deve estar posicionado em
qualquer ângulo entre 90º e 180º em
relação ao braço; que deve estar em
posição vertical;
4. Pulso e antebraço devem estar em leve
pronação;
5. Deve exercer uma força máxima e breve,
realizar 2 ou3 tentativas alternadas com
cada mão, com intervalos de 30 seg.
6. Somar o melhor resultado de cada mão
(direita-esquerda) e comparar nas tabelas.
TESTE ABDOMINAL
Pollock & Wilmore, 1993
FORÇA ABDOMINAL
● É um teste de flexão do tronco sobre os membros
inferiores flexionados.
● Equipamento: colchonete e cronômetro
● Protocolo:
1. Posição no solo
2. Marca-se o número de repetições durante 1 minuto.
TESTE ABDOMINAL
Pollock & Wilmore, 1993
TESTE DE FLEXÃO DOS BRAÇOS
Pollock & Wilmore, 1993
● Protocolo:
1. Homens
2. Mulheres
- O exercício completo deve ser feito até a exaustão (contar o nº de repetição).
TESTE DE FORÇA PARA MMSS
TESTE DE IMPULSÃO HORIZONTAL
Celafiscs, 1987
● Mede, indiretamente, a força muscular de membros
inferiores.
● Material: fita métrica
● Protocolo:
1. O avaliado com os pés paralelos no ponto de partida.
2. Realizadas 3 tentativas.
TESTE DE IMPULSÃO HORIZONTAL
Celafiscs, 1987
OBRIGADO!!!
AVALIAÇÃO COMP. CORPORAL E CF.pdf AVALIAÇÃO COMP. CORPORAL E CF.pdf
AVALIAÇÃO COMP. CORPORAL E CF.pdf AVALIAÇÃO COMP. CORPORAL E CF.pdf
AVALIAÇÃO COMP. CORPORAL E CF.pdf AVALIAÇÃO COMP. CORPORAL E CF.pdf

AVALIAÇÃO COMP. CORPORAL E CF.pdf AVALIAÇÃO COMP. CORPORAL E CF.pdf

  • 1.
  • 2.
  • 3.
    ❏ MATERIAL:umabalançaantropométrica ❏ PROTOCOLO:o avaliado deve se posicionar em pé, de costas para a escala da balança, com afastamento lateral dos pés, estando a plataforma entre os mesmos. Em seguida coloca- se sobre e no centro da plataforma, ereto e com o olhar num ponto fixo à sua frente. Deve usar o mínimoderoupapossível.É realizadaapenasuma medida. PESO CORPORAL
  • 4.
    ❏MATERIAL: estadiômetro ou fita métrica. ❏PROTOCOLO:o avaliado deve estar em PO, em apnéia inspiratória. ESTATURA
  • 5.
  • 6.
    ÍNDICE DE MASSA CORPORAL(IMC) ❖IMC = = Peso Corporal (estatura)2
  • 7.
    CLASSIFICAÇÃO SEGUNDO OUSO DO IMC IMC DENOMINAÇÃO Risco de Complicações <18,5 Abaixo do peso Alto 18,5-24,9 Peso Saudável Baixo 25-29,9 Sobrepeso Moderado 30-39,9 Obeso Alto >40,0 Obeso Mórbido Altíssimo Desvantagens do Método???
  • 8.
    Utilizado para avaliar,independente do grau de sobrepeso, o excesso de gordura central (abdominal). Seu valor e obtido a partir da divisão do perímetro da cintura pelo quadril (c/q). • Doenças Crônico-degenerativas • Hipertensão Arterial, • Diabetes, • Cardiopatias, • Distúrbios plurimetabolicos Relação Cintura-Quadril (RCQ)
  • 9.
    Ex. Homem, 35anos. Cintura = 98 cm Quadril = 102 cm. RCG = 98/102 = 0,96 Relação Cintura-Quadril (RCQ)
  • 10.
    Esta medida isoladatem mostrado ser suficiente para estabelecer risco coronariano. Risco aumentado Homens > 104 cm (± 4,6) Mulheres > 88 cm (± 2,6) Perímetro Abdominal
  • 11.
  • 12.
    A principal finalidadedas dobras cutâneas e avaliar, indiretamente, a quantidade de gordura contida no tecido celular subcutâneo e estimar a proporção de gordura em relação ao peso corporal do indivíduo ou ainda de estimar a densidade corporal e a quantidade de gordura corporal . Os valores de pregas cutâneas em combinação com equações matemáticas também são destinados a predizer a densidade corporal ou o percentual de gordura. As equações são específicas para determinada população e predizem a adiposidade com bastante exatidão em amostras de indivíduos semelhantes aquelas das quais se derivam as equações.
  • 13.
    • Identificar osriscos de serem associados à falta ou excesso de gordura; • Controlar as mudanças na composição corporal associadas ao efeito da nutrição e do exercício; • Estimar o peso ideal; • Acompanhar o crescimento, desenvolvimento, maturação e idade relacionados com as mudanças na composição corporal; • Identificar riscos à saúde associados ao acúmulo de gordura; • Formular recomendações dietéticas e de exercício; Objetivos da determinação da gordura corporal:
  • 14.
    PROCEDIMENTOS PARA AFERIÇÃO DASDOBRAS CUTÂNEAS • Identificar os pontos de referência; • Demarcar o ponto de medida; • Destacar a DC; • Pinçar a DC; • Realizar a leitura; • Retirar o compasso; • Soltar a DC.
  • 15.
    PROTOCOLO DE LOHMAN,1986 ❖IDADE: 6 a 16 anos ❖PONTOS DE DC: TR e SB ❖EQUAÇÕES: G% = 1,35 (TR + SB) – 0,012 (TR + SB)2 - C VALORES DA CONSTANTE (C), por idade e sexo Sexo/idade 7 10 13 16 Masculino 3,4 4,4 5,4 6,4 Feminino 1,4 2,4 3,4 4,0
  • 16.
    Fórmula = 1,1093800- 0,0008267 (X1) + 0,0000016 (X1)² - 0,0002574 (idade) X1 - peitoral + abdômen + coxa DC para o Sexo Masculino (Jackson & Pollock, 1978)
  • 17.
    Fórmula = 1,0994921- 0,0009929 (X1) + 0,0000023 (X1)² - 0,0001392 (idade) X1 - tríceps + suprailíaca + coxa DC para o Sexo Feminino (Jackson, Pollock & Ward, 1980)
  • 18.
    PROTOCOLO DE 7DCDE JACKSON & POLLOCK, 1978 ❖ HOMENS: ⮚ IDADE: 18 a 61 anos ⮚ DENS = 1,11200000 – [0,00043499 (Σ 7 DC)] + [0,00000055 (Σ 7 DC)2] – [0,00028826 (idade)] ❖ MULHERES ⮚ IDADE: 18 a 55 anos ⮚ DENS = 1,0970 – [0,00046971 (Σ 7 DC)] + [0,00000056 (Σ 7 DC)2] – [0,00012828 (idade)] EQUAÇÃO DE SIRI: G% = [( 4.95/DENS) – 4.50] x 100
  • 19.
    Protocolo de Guedes,para Crianças e Adolescentes (7-18 anos) - 2 Dobras cutâneas: Tríceps, subescapular Rapazes Brancos = (S= somatória das D.C. Tríceps e Subescapular) Pré-Púbere=G% = 1,21 (S) - 0,008 (S)² - 1,7 Púbere = G% =1,21 (S) - 0,008 (S)² - 3,4 Pós-Púbere = G% =1,21 (S) - 0,008 (S)² - 5,5 Rapazes Negros = Pré-Púbere=G% = 1,21 (S) - 0,008 (S)² - 3,5 Púbere = G% =1,21 (S) - 0,008 (S)² - 5,2 Pós-Púbere = G% =1,21 (S) - 0,008 (S)² - 6,8 Moças de qualquer raça e nível de maturidade = G% = 1,33 (S) - 0,013 (S)² - 6,8 Obs: Quando o (S) for maior que 35 mm, será utilizada uma única equação para cada sexo, para qualquer raça e nível de maturidade: Rapazes=G% = 0,783 (S)² +1,6 Moças =G% = 0,546 (S)² +9,7
  • 20.
    Protocolo de Guedes,para Crianças e Adolescentes (7-18 anos) - 2 Dobras cutâneas: Tríceps, subescapular Rapazes Brancos = (S= somatória das D.C. Tríceps e Subescapular) Pré-Púbere=G% = 1,21 (S) - 0,008 (S)² - 1,7 Púbere = G% =1,21 (S) - 0,008 (S)² - 3,4 Pós-Púbere = G% =1,21 (S) - 0,008 (S)² - 5,5 Rapazes Negros = Pré-Púbere=G% = 1,21 (S) - 0,008 (S)² - 3,5 Púbere = G% =1,21 (S) - 0,008 (S)² - 5,2 Pós-Púbere = G% =1,21 (S) - 0,008 (S)² - 6,8 Moças de qualquer raça e nível de maturidade = G% = 1,33 (S) - 0,013 (S)² - 6,8 Obs: Quando o (S) for maior que 35 mm, será utilizada uma única equação para cada sexo, para qualquer raça e nível de maturidade: Rapazes=G% = 0,783 (S)² +1,6 Moças =G% = 0,546 (S)² +9,7
  • 21.
    PUBERDADE •Período de intensodesenvolvimento: •Crescimento esquelético linear (20% da altura final); •Alteração da forma e composição corporal (50% do peso adulto) •Desenvolvimento de órgãos e sistemas; •Desenvolvimento das gônadas e dis caracteres sexuais secundários. •Fase de grande variabilidade entre idades normais: •Idade cronológica não mais confiável.
  • 22.
    •Puberdade normal: •Em meninas: •Entre8 e 12 anos –Telarca •Em meninos: •Entre 9 e 14 anos – Aumento do volume testicular (4mL) PUBERDADE
  • 23.
    ESTADIAMENTO? •Estadiamento de Tannerou estadiamento puberal:criada em 1962, por um médico inglês: J.M. Tanner. •Método visual. •Ferramenta utilizada diariamente durante a descrição do exame físico de crianças e adolescentes. •Descreve a MATURAÇÃO SEXUAL em meninos e meninas. •Padroniza e simplifica a descrição do exame físico. •Pode permitir diagnósticos de patologias como: • puberdade precoce, rapidamente progressiva ou retardada.
  • 24.
  • 29.
  • 34.
    A classificação dosgenitais varia do estágio I ao V e pêlos púbicos de I ao V, sendo considerado o estágio (I) pré-púbere, os estágios (II, III e IV) púbere, e estágios (V e VI) pós-púbere.
  • 35.
    Protocolo de Guedes,para Crianças e Adolescentes (7-18 anos) - 2 Dobras cutâneas: Tríceps, subescapular Rapazes Brancos = (S= somatória das D.C. Tríceps e Subescapular) Pré-Púbere=G% = 1,21 (S) - 0,008 (S)² - 1,7 Púbere = G% =1,21 (S) - 0,008 (S)² - 3,4 Pós-Púbere = G% =1,21 (S) - 0,008 (S)² - 5,5 Rapazes Negros = Pré-Púbere=G% = 1,21 (S) - 0,008 (S)² - 3,5 Púbere = G% =1,21 (S) - 0,008 (S)² - 5,2 Pós-Púbere = G% =1,21 (S) - 0,008 (S)² - 6,8 Moças de qualquer raça e nível de maturidade = G% = 1,33 (S) - 0,013 (S)² - 6,8 Obs: Quando o (S) for maior que 35 mm, será utilizada uma única equação para cada sexo, para qualquer raça e nível de maturidade: Rapazes=G% = 0,783 (S)² +1,6 Moças =G% = 0,546 (S)² +9,7
  • 36.
    VALORES DE REFERÊNCIA% DE GORDURA PERCENTUAL DE GORDURA (G%) PARA HOMENS Nível /Idade 18 - 25 26 - 35 36 - 45 46 - 55 56 - 65 Excelente 4 a 6 % 8 a 11% 10 a 14% 12 a 16% 13 a 18% Bom 8 a 10% 12 a 15% 16 a 18% 18 a 20% 20 a 21% Acima da Média 12 a 13% 16 a 18% 19 a 21% 21 a 23% 22 a 23% Média 14 a 16% 18 a 20% 21 a 23% 24 a 25% 24 a 25% Abaixo da Média 17 a 20% 22 a 24% 24 a 25% 26 a 27% 26 a 27% Ruim 20 a 24% 20 a 24% 27 a 29% 28 a 30% 28 a 30% Muito Ruim 26 a 36% 28 a 36% 30 a 39% 32 a 38% 32 a 38% PERCENTUAL DE GORDURA (G%) PARA MULHERES Nível /Idade 18 - 25 26 - 35 36 - 45 46 - 55 56 - 65 Excelente 13 a 16% 14 a 16% 16 a 19% 17 a 21% 18 a 22% Bom 17 a 19% 18 a 20% 20 a 23% 23 a 25% 24 a 26% Acima da Média 20 a 22% 21 a 23% 24 a 26% 26 a 28% 27 a 29% Média 23 a 25% 24 a 25% 27 a 29% 29 a 31% 30 a 32% Abaixo da Média 26 a 28% 27 a 29% 30 a 32% 32 a 34% 33 a 35% Ruim 29 a 31% 31 a 33% 33 a 36% 35 a 38% 36 a 38% Muito Ruim 33 a 43% 36 a 49% 38 a 48% 39 a 50% 39 a 49%
  • 37.
  • 38.
    VO2 Máximo O QueÉ e Como Calcular ??? O bom condicionamento físico é fundamental para a prática de exercícios físicos, mas o que muitas pessoas não sabem é que a atenção com a respiração e com o papel do oxigênio é indispensável para uma melhor qualidade nas atividades físicas. Quem nunca ouviu recomendações para inspirar e expirar durante a execução de alguns movimentos? Pois é, pode parecer desnecessário, mas uma respiração correta pode ser o diferencial para um exercício mais bem sucedido.
  • 39.
    O VO2 Máximoequivale ao consumo máximo de oxigênio. Pode ser caracterizado como um fator capaz de determinar a capacidade e preparo de um atleta para sustentar alguns exercícios e atividades aeróbicas. O termo se refere à quantidade máxima de oxigênio que um indivíduo pode utilizar durante os exercícios de alta intensidade. O que você não sabe é que o VO2 Máximo pode ser medido como “milímetros de oxigênio utilizado em um minuto por quilograma de peso corporal de cada um”. Como dito acima, é a quantidade máxima de oxigênio que seu corpo pode usar durante o exercício. É uma combinação de quanto de oxigênio os seus pulmões podem armazenar, converter para a corrente sanguínea, sendo então bombeado por todo o seu corpo, para o seu coração e, finalmente, o quão eficiente seus músculos poderão consumir e converter o oxigênio para uso. O oxigênio é o componente mais crítico para a execução de um exercício em ritmo acelerado, seu VO2 máximo é a melhor medida de sua aptidão em execução. O que é?
  • 40.
    Calculo do VO2máx. Sem testes: Usando as frequências cardíacas máxima e de repouso previamente determinadas, você pode usá-las em uma fórmula para calcular o VO2máx. Vamos imaginar que sua frequência cardíaca de repouso seja de 80 bpm e a máxima seja de 195 bpm. •Escreva a fórmula: VO2 máx = 15 x (FCmáx/FCrep) •Substitua os valores: VO2 máx = 15 x (195/80) •Resolva a conta: VO2 máx = 15 x 2,44 = 36,56 mL/kg/min.
  • 41.
    Protocolos de pista: COOPER,1977 (teste de 12 minutos): Deverá ser realizado numa pista de atletismo, ou em local plano, que seja possível ter o controle exato da distância percorrida (parques, pistas reduzidas). O indivíduo deverá percorrer em 12 minutos a maior distância possível, que será anotada em metros, por exemplo: D = 2900 metros. Depois de realizado o teste, será utilizada a seguinte fórmula* para estimar o valor do VO2 máximo: VO2 máximo (ml/kg/min) = (D – 504,9) / 44,73 *Podem ser encontradas algumas variações para esta fórmula como (D – 504) / 44 ou (D – 504,1) / 44,9 Para o exemplo acima, teríamos o VO2 máximo= (2900 – 504,9) / 44,73 = 53,5 ml/kg/min
  • 42.
    Protocolos espaços reduzidos: Testede Cooper 12 Min – Adaptado para quadra (Osieck, 2002) O espaço utilizado deve ser um retângulo e medir 10m x 20m, e pode ser delimitado por cones. A cada volta são percorridos 60 metros. A fórmula deve ter a seguinte correção e depois aplicada na fórmula de Cooper: Homens -> DCR = 409,87 + 0,93862 (D) D = número de voltas x 60 Mulheres -> DCR = 160,28 + 1,0035 (D) DCR = distância corrigida em metros. VO2 máx. = (DCR – 504,1/ 44,9) Como exemplo, um homem que em 12 minutos deu 40 voltas na quadra, terá o VO2 expresso da seguinte maneira: DCR = 409,87 + (0,93862 x 40 x 60) = 2662,56 VO2 máx. = (2662,56 – 504,1/ 44,9) = 48,07 ml/kg/min.
  • 43.
    Nível de AptidãoFísica de Cooper para Mulheres - VO2 max. ml(kg.min)-1 Idade Muito Fraca Fraca Regular Boa Excelente Superior 13 - 19 - 25,0 25,1 a 39,9 31,0 a 34,9 35,0 a 38,9 39,0 a 41,9 > 42,0 20 - 29 - 23,6 23,7 a 28,9 29,0 a 32,9 33,0 a 36,9 37,0 a 40,9 > 41,0 30 - 39 - 22,8 22,9 a 26,9 27,0 a 31,4 31,5 a 35,6 35,7 a 40,0 > 40,1 40 - 49 - 21,0 21,1 a 24,4 24,5 a 28,9 29,0 a 32,8 32,9 a 36,9 > 37,0 50 - 59 - 20,2 20,3 a 22,7 22,8 a 26,9 27,0 a 31,4 31,5 a 35,7 > 35,8 Mais de 60 - 17,5 17,6 a 20,1 20,2 a 24,4 24,5 a 30,2 30,3 a 31,4 > 31,5 Nível de Aptidão Física de Cooper para Homens - VO2 max. ml(kg.min)-1 Idade Muito Fraca Fraca Regular Boa Excelente Superior 13 - 19 - 35,0 35,1 a 38,3 38,4 a 45,1 45,2 a 50,9 51,0 a 55,9 > 56,0 20 - 29 - 33,0 33,1 a 36,4 36,5 a 42,4 42,5 a 46,4 46,5 a 52,4 > 52,5 30 - 39 - 31,5 31,6 a 35,4 35,5 a 40,9 41,0 a 44,9 45,0 a 49,4 > 49,5 40 - 49 - 30,2 30,3 a 33,5 33,6 a 38,9 39,0 a 43,7 43,8 a 48,0 > 48,1 50 - 59 - 26,1 26,2 a 30,9 31,0 a 35,7 35,8 a 40,9 41,0 a 45,3 > 45,4 Mais de 60 - 20,5 20,6 a 26,0 26,1 a 32,3 32,3 a 36,4 36,5 a 44,2 > 44,3
  • 44.
    Testes Lineares ● Sentar-e-Alcançar(Jonhson & Nelson, 1979) ● Objetivo: Medir a flexibilidade do quadril, dorso e músculos posteriores dos MMII ● Idade: 6 anos até idade universitária. ● É computada a melhor das 3 tentativas executadas. MEDIÇÃO E AVALIAÇÃO DA FLEXIBILIDADE
  • 45.
    Sentar e AlcançarModificado - Masculino - sem banco (em Centímetros) Classificação 20 - 29 30 - 39 40 - 49 50 – 59 + 60 Alta 48 45,5 43 40,5 38 Média 33- 45,5 30,5 - 43 28 – 40,5 25,5 - 38 23 – 35,5 Abaixo da Média 25,5 – 30,5 23 – 28 20 – 25,5 18 - 23 15 – 20 Baixa < 23 < 20 < 18 < 15 < 12,5 Sentar e Alcançar Modificado - Feminino - sem banco (em Centímetros) Classificação 20 - 29 30 - 39 40 - 49 50 – 59 + 60 Alta 56 53,5 51 48,5 45,5 Média 40,5 – 53,5 38 -51 35,5 – 48,5 33 – 45,5 30,5 - 43 Abaixo da Média 33 - 38 30,5 – 35,5 28 - 33 25,5 – 30,5 23 - 28 Baixa < 30,5 < 28 < 25,5 < 23 < 20
  • 46.
    Testes Adimensionais ● Flexitestede Araújo & Pavel (1987) ● Escala de 0 a 4. ● Classificação do Flexíndice: Classificação ∑ dos 8 Movimentos Muito pequena 8 Pequena 9-12 Médio (-) 13-16 Médio (+) 17-20 Grande 21-24 Muito Grande 25
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  • 49.
  • 50.
    DINAMÔMETRO MANUAL Mede aforça de preensão manual Equipamento: dinamômetro manual ajustado. Protocolo: 1. Estar em pé, cabeça na horizontal; 2. O tamanho da pegada deve ser ajustada de tal forma que a falange mediana do dedo médio esteja em ângulo reto; 3. O antebraço deve estar posicionado em qualquer ângulo entre 90º e 180º em relação ao braço; que deve estar em posição vertical; 4. Pulso e antebraço devem estar em leve pronação; 5. Deve exercer uma força máxima e breve, realizar 2 ou3 tentativas alternadas com cada mão, com intervalos de 30 seg. 6. Somar o melhor resultado de cada mão (direita-esquerda) e comparar nas tabelas.
  • 51.
    TESTE ABDOMINAL Pollock &Wilmore, 1993 FORÇA ABDOMINAL ● É um teste de flexão do tronco sobre os membros inferiores flexionados. ● Equipamento: colchonete e cronômetro ● Protocolo: 1. Posição no solo 2. Marca-se o número de repetições durante 1 minuto.
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    TESTE DE FLEXÃODOS BRAÇOS Pollock & Wilmore, 1993 ● Protocolo: 1. Homens 2. Mulheres - O exercício completo deve ser feito até a exaustão (contar o nº de repetição). TESTE DE FORÇA PARA MMSS
  • 54.
    TESTE DE IMPULSÃOHORIZONTAL Celafiscs, 1987 ● Mede, indiretamente, a força muscular de membros inferiores. ● Material: fita métrica ● Protocolo: 1. O avaliado com os pés paralelos no ponto de partida. 2. Realizadas 3 tentativas.
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    TESTE DE IMPULSÃOHORIZONTAL Celafiscs, 1987
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