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Universidade Federal de Pelotas
Fundamentos Psicológicos da Educação
Prof. Rosária Sperotto
.
 Sigmund Freud nasceu em 6 de maio de
1856 em Freiberg, pequena cidade de Moravia,
que na época pertencia a Áustria, descendia de
família judia, faleceu em Londres em 1939.
 Estudou medicina e psicologia. Médico
neurologista interessou-se desde cedo pelos
problemas físicos que se relacionavam com
aspectos emocionais como a ansiedade.
 Começa a trabalhar com as neuroses. Estudou
“histeria” como fenômeno psicológico,
resultando na descoberta do inconsciente e na
construção da Psicanálise.
Teoria: caracteriza-se por um
conjunto de conhecimentos
sistematizados sobre o
funcionamento da vida psíquica.
Método de investigação: caracteriza-se pelo
método interpretativo, que busca o
significado oculto daquilo que é manifesto
por meio de ações e palavras ou pelas
produções imaginárias, como os sonhos, os
delírios, as associações livres, os atos falhos.
Psicanálise
Estruturação da Personalidade
Inconsciente Pré-consciente Consciente
ID Ego Superego
Princípio
do prazer
Princípio de
realidade
Complexo
de Édipo
Mecanismos de defesa do ego
 Dentro da visão psicanalítica, nunca temos acesso completo ao que somos: se algo
passa para a consciência, muito fica no inconsciente.
 Os mecanismos de defesa são instrumentos que, há um tempo, mantém
guardada parte deste material inconsciente, mas por outro lado nos “protegem”.
 De acordo com Freud são processos realizados pelo ego, inconscientes,
independentes da vontade do indivíduo que permitem uma defesa. Essa é uma
operação através da qual o ego exclui da consciência os conteúdos indesejáveis,
protegendo, assim, aparentemente,o aparelho psíquico.
Sublimação
 Consiste em adotar um comportamento
ou um interesse que possa enobrecer
comportamentos instintivos.
 De raiz ética é renunciar às gratificações
puramente instintuais por outras em
conformidade com os valores sociais.
 Como um homem pode encontrar uma
válvula para seus impulsos agressivos.
 É o mais eficaz dos MD, na medida em que
canaliza os impulsos libidinais para uma
postura socialmente útil e aceitável
Repressão
 Impede que pensamentos dolorosos ou perigosos cheguem à consciência, afastando a
lembrança de determinados fatos, apesar de continuar armazenados no inconsciente.É o
principal mecanismo de defesa
 Recalca da consciência um afeto, uma idéia ou apelo do instinto. Um acontecimento que
por algum motivo envergonha uma pessoa pode ser completamente esquecido e se
tornar não evocável.
Racionalização
 São os motivos lógicos e racionais que encontramos para afastar os pensamentos,
lembranças etc. disfarçamos os verdadeiros motivos que nos incomodam.
 Processo muito comum, que abrange um extenso campo que vai desde o delírio ao
pensamento normal.
Os Psicanalistas, em tom jocoso, dizem que é uma mentira inconsciente que se põe no
lugar do que se reprimiu.
Neuróticos ou perversos: Comportamento homossexual masculino explicado pela
superioridade intelectual e estética do homem, por exemplo).
 compulsões defensivas Ritual alimentar explicado por preocupações de higiene, por
exemplo).
Projeção
 Consiste em atribuir a outro um desejo
próprio, ou atribuir ao outro algo que
justifique a própria ação.
O estudante cria o hábito de colar nas provas
dizendo para se justificar que os outros colam
ainda mais que ele.
 Criticamos atos dos outros praticados,
também , por nós, atribuímos defeitos aos
outros que são nossos e que não suportamos.
Deslocamento
 É um processo psíquico através do qual o
todo é representado por uma parte ou vice-
versa.Também
 Caso de alguém que tendo tido uma
experiência desagradável com um policial, reaja
desdenhosamente, em relação a todos os
policiais.
Identificação
 Observa-se o uso desse mecanismo de
defesa quando o indivíduo internaliza as
características de alguém valorizado,
passando a sentir-se como ele.
 Assim, um menino que brinca de dirigir
pode estar expressando sua identificação com
as atividades que seu pai realiza.
 Uma menina de 3 anos que desfila com o
sapato de salto da mãe, indica sua
identificação com esta.
Regressão
 É o processo psíquico em que o Ego recua,
fugindo de situações conflitantes atuais,
voltando para um estágio anterior.
 Ex:. Nascimento de um irmão, a partir desse
acontecimento uma criança de 4 anos, por
exemplo, voltaria a fazer xixi na cama e
“precisar” de fralda, ou seja, a ficar como o
bebê
Formação Reativa
 Uma definição: é o processo psíquico, por meio do qual um impulso indesejável é
mantido inconsciente, por conta de uma forte adesão ao seu contrário.
Fantasia
 Trata-se de uma espécie de roteiro
imaginário em que o sujeito está presente e
que representa, de modo mais ou menos
deformado pelos processos defensivos, a
realização de um desejo.
 Em última análise, de um desejo
inconsciente.
Negação
 A tendência a negar sensações dolorosas é tão antiga quanto o próprio sentimento de
dor.
 Anna Freud chamou este tipo de recusa do reconhecimento do desprazer em geral
“pré-estádios da defesa”.
 Nas crianças pequenas, é muito comum a negação de realidades desagradáveis,
negação que realiza desejos e que simplesmente exprime a efetividade do princípio do
prazer.
 Por fim, os mecanismos de defesa do ego são aprendidos na família ou no meio
social externo onde a criança e o adolescente convivem.
 Quando esse mecanismos conseguem controlar as tensões, nenhum sintoma se
desenvolve, apesar de que o efeito possa ser limitador das potencialidades do Ego, e
empobrecedor da vida instintual.
 Falha: Material reprimido retorna à consciência, o Ego é forçado a multiplicar e
intensificar seu esforço defensivo e exagerar o uso dos vários mecanismos.
 É nestes casos que a loucura, os sintomas neuróticos, são formados. Para a
psicanálise, as psicoses significam um severa falência do sistema defensivo,
caracterizada também por uma preponderância de mecanismos primitivos.
Psicanálise X Sexualidade
 As descobertas Freudianas colocam a sexualidade como centro da vida psíquica, e
é postulada a existência da sexualidade infantil.
 A função sexual acompanha o indivíduo desde o início da vida, desde o
nascimento, e não só a partir da adolescência.
 A sexualidade possui um longo e complexo período de desenvolvimento até chegar
a sexualidade adulta.
 Essa concepção freudiana contraria as idéias predominantes da época, onde o
sexo estava, exclusivamente, relacionado à reprodução.
Psicanálise X Sexualidade
 De acordo com a concepção freudiana o desenvolvimento emocional não é linear.
 Não podemos afirmar que as pessoas experimentem, todas as fases do
desenvolvimento do modo como Freud postulou.
Fase oral Fase genital
Fase oral Nascimento -18 meses.
Fase anal 1 ano e meio/2 anos – +/-4 anos.
 A zona de erotização é a boca.
 O prazer do bebe é sugar o seio materno.
 Fome: Tensão psicológica – Choro.
 Um “agora” com fome pode ser suportado, pois há um “depois’
com alimento.
 Desejo (Princípio do Prazer - id) e a realidade (ego).
 A libido está localizada na região anal.
 O prazer da criança se dá ao expelir e ou reter as fezes.
 Fezes: Seu primeiro produto; daí brincar com as fezes.
 É nesse período do desenvolvimento que é solicitado à criança
o controle de seus impulsos naturais, através do treino de toalete
Fase fálica 4 anos – 6 anos
 A libido está concentrada nos órgãos genitais.
 Neste período da vida a criança descobre o seu sexo e passa a manipular-
se para obter prazer.
 Segundo a Psicanálise, é nesse momento que é realizada a escolha de
objeto sexual.
 Fase em que ocorre o Complexo de Édipo.
Em ambos os casos, meninos e meninas saem do complexo de Édipo ao
viverem o tabu do incesto e com a estruturação definitiva do Superego.
Fase latência 6 anos - puberdade
Fase genital Após a puberdade
 A libido não se localiza em uma região específica do corpo.
 Interesses das crianças podem então voltar-se para seu
desenvolvimento social e intelectual.
 Energia para as solicitações (Escolas).
 Nesta fase o objeto erotizado não está no próprio corpo do
indivíduo, mas em um objeto externo – o outro.
 Chegar a esta fase representa atingir o desenvolvimento
emocional pleno do ser humano (capacidade de assumir
responsabilidades, amar e buscar o prazer.
Psicanálise
Clínica Educação
(IM)POSSIBILIDADE DE CONEXÃO ENTRE
PSICANÁLISE E EDUCAÇÃO
Psicanálise: Inconsciente e o funcionamento do aparelho psíquico.
Educação: Conhecimento e a socialização
Conflito de objetivos!!!
(IM)POSSIBILIDADE DE CONEXÃO ENTRE
PSICANÁLISE E EDUCAÇÃO
 O ato educativo em si é violento e fracassado: violento, pois desde o início da inserção da
criança na escola, quase tudo é artificial ou obrigatório como os próprios conteúdos,
regras, filas, horários e avaliações, porque o sujeito é por si só ineducável.
“Pois perseguem como ‘vícios’ todas as suas
manifestações sexuais, mesmo que não possam fazer
muita coisa com elas”, como afirma Freud (1975, p.167).
 A própria organização da escola é uma violência contra o que de natural a criança
viveu até a sua entrada.
(IM)POSSIBILIDADE DE CONEXÃO ENTRE PSICANÁLISE E
EDUCAÇÃO
 Se o professor desejar “beber na fonte” da psicanálise como sugere Kupfer (1997),
deverá rever seus conceitos e postura ética de como utilizará esses conhecimentos
em sua prática educativa.
 A psicanálise não pode fazer o papel de educação e não pode ser considerada
salvação para todos os problemas educacionais e sim pode auxiliar no maior
conhecimento do funcionamento mental e inconsciente dos sujeitos envolvidos nesse
processo.
(IM)POSSIBILIDADE DE CONEXÃO ENTRE PSICANÁLISE E
EDUCAÇÃO
Ignora a realidade da condição humana,
esperando que o aluno seja um ser ideal
enquadrado em normas que acredita.
Aponta para a realidade subjetiva do sujeito. O
conhecimento é o objeto de desejo que circula
entre professor e aluno.
EDUCAÇÃO
PSICANÁLISE
(IM)POSSIBILIDADE DE CONEXÃO ENTRE PSICANÁLISE E
EDUCAÇÃO
 Para a psicanálise, o desejo de saber origina-se da curiosidade sexual.
 A atividade intelectual depende da sublimação e da identificação com o professor que
tem papel fundamental em despertar o desejo.
 Aspecto transferêncial onde o “aluno-falo”
se submete a Lei do desejo do professor ou
“professor-falo”, quando o aluno o toma como
aquele que detém o saber e o poder. Por isso, o
professor tem que tomar conhecimento dessas
duas posições e ser o mediador entre o aluno
e o conhecimento.
Professor-Aluno-Conhecimento
(IM)POSSIBILIDADE DE CONEXÃO ENTRE PSICANÁLISE E
EDUCAÇÃO
 Cabe ao professor não se acomodar, pois há muito que se estudar sobre as relações
intersubjetivas de todos os sujeitos envolvidos.
O educador toma consciência de seu papel e da importância da transferência na
relação e adota uma postura reflexiva.
 Os educadores deveriam saber sobre a influência existente entre os
acontecimentos dos primeiros anos da infância e os comportamentos atuais de
seus alunos, a luz da psicanálise, pois “nenhuma das formações mentais infantis
perece” (Freud, 1975, p. 224).
(IM)POSSIBILIDADE DE CONEXÃO ENTRE PSICANÁLISE E
EDUCAÇÃO
 A educação é vista por Freud como fábrica de neuroses, onde o preço é a perda do
prazer pago pelo educador que a considera “normal”.
 Como era a educação da época do Freud? Behaviorista?
 Como é (Pode ser) a educação atual? ......TIC
(IM)POSSIBILIDADE DE CONEXÃO ENTRE PSICANÁLISE E
EDUCAÇÃO
EducaçãoAtualmente possui dois caminhos
Tradicional
Construtivista
 Educação interativa;
 Voltada ao desejo do aluno;
 Metodologias diferenciadas;
 Novo currículo;
 “Educação para o inconsciente”.
(IM)POSSIBILIDADE DE CONEXÃO ENTRE PSICANÁLISE E
EDUCAÇÃO
 Ao contrário do que muitos dizem Freud não se preocupou apenas com o estudo do
inconsciente e sim com o funcionamento de todo o aparelho psíquico, o pensamento, a
cognição, o desenvolvimento e a organização de idéias.
 Os pedagogos sabem que é essencial o desejo de aprender, mas parece que se esquecem
da “importância das fontes libidinais do desejo de saber e a influência inibitória do
recalque sobre a curiosidade intelectual” (Millot, 1987, p.146).
 Desse modo os docentes e os especialistas da escola, orientados pela psicanálise, poderão
descobrir um novo espaço, um novo jeito de se relacionarem entre si e com seus alunos,
favorecendo a aprendizagem e o desejo de aprender.
(IM)POSSIBILIDADE DE CONEXÃO ENTRE PSICANÁLISE E
EDUCAÇÃO
 Provavelmente uma possibilidade de
articulação entre a psicanálise e a
educação seja a concretização de um
espaço de fala e escuta, onde possam
tomar consciência e re-significar suas
convicções, anseios e ações.
Referências
• ALMEIDA, S.F.C. de e BUCHER,R.(orgs.).Psicologiae psicanálise: desafios.Brasília: Editora UnB, 1994.2ed.
• ALMEIDA, S.F.C.de. Estilos da clínica. Ano III, n.5, p.p84-93.1998
• BOCK, Ana M. B.; FURTADO, O. TEIXEIRA, M. L. Psicologias: uma introduçãoao estudo de Psicologia: São Paulo: Saraiva,2000.
• BOCK, Ana M. B.; FURTADO, O. TEIXEIRA, M. L. Psicologias: uma introduçãoao estudo de Psicologia: São Paulo: Saraiva,2000.
• BUARQUE DE HOLLANDA, A. Novo dicionário da língua portuguesa.Nova Fronteira: Rio de Janeiro,1977.
• BUARQUE DE HOLLANDA, A. Novo dicionário da língua portuguesa.Nova Fronteira: Rio de Janeiro,1977.
• CARVALHO,UYRATAN . Psicanálise I . Isbn.RJ.2000
• CEZAROTTO. O que é psicanálise. São Paulo: Brasiliense, Col. Primeiros Passos,1986.
• CEZAROTTO. O que é psicanálise. São Paulo: Brasiliense, Col. Primeiros Passos,1986.
• COUTO ,M.J.B.D’E. Psicanálise e educação-A sedução e a tarefa de educar.São Paulo: Avercamp,2003.
• FREUD, S. (1913) O interesse científico da psicanálise.ESB, vol. XIII. Rio de Janeiro: Imago Editora, 1975.
• FREUD, S. (1925) Prefácio: a juventudedesorientadade Aichhorn.ESB,vol XIX, 1 ed. Rio de Janeiro: Imago Editora, 1976.
• FREUD, S. (1905). Três ensaios sobre a teoria da sexualidade. ESB, vol.VII, 1 ed, Rio de Janeiro:Imago Editora,1972. _____ (1915). Os instintos e
suasvicissitudes. ESB, vol. XIV, 1 ed. Rio de Janeiro: Imago Editora, 1974.
• FREUD, S. (1933) Novas conferênciasintrodutóriassobre psicanálise.ESB, vol XXII, 1 ed. Rio de Janeiro: Imago Editora, 1976.
• GAY, P. Freud: uma vida para o nosso tempo. Rio de janeiro: Companhiadas Letras, 1989.
• GAY, P. Freud: uma vida para o nosso tempo. Rio de janeiro: Companhiadas Letras, 1989.
• HENRY EY. Manual de Psiquiatria.5º Edição. Masson/Atheneu
• J.C.Filloux. A psicanálisee os impasses da educação.Anais do I colóquio do Lugar de Vida. LEPSI. São Paulo: IP/ USP,1999.
• JOËL DOR. Introdução à leitura de Lacan - o inconscienteestruturadocomo linguagem. Porto Alegre: Artmed, 1989.
• KUPFER, M. C. Freud e a Educação.O mestre do impossível. São Paulo: Scipioni, 1989.
• KUPFER, M. C. Freud e a Educação.O mestre do impossível. São Paulo: Scipioni, 1989.
• KUPFER, M.C.M. O que toca à psicologia escolar.In: Souza e Machado.São Paulo: Casa do Psicólogo, 1997.
• KUPFER,M.C.M. Educação parao futuro. Psicanálise e educação.São Paulo: Editora Escuta,2 ed, 2001.
• LAPLANCHE & PONTALIS. Vocabulário de Psicanálise (2000), Martins Fontes S.P.
• MELMAN,C. Educa-seuma criança?Porto Alegre: APPOA. Artes e Ofícios Editora, 1994.
• MILLOT,C. Freud antipedagogo.Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1987. Tradução: Ari Roitman.
• MORGADO, M. A .Contribuiçõesde Freud para a educação.São Paulo: Educ-Fapesp,2002.
• MORGADO, M. A .Contribuiçõesde Freud para a educação.São Paulo: Educ-Fapesp,2002.
• RAPPAPORT, C. R.; FIORI, W. R.; DAVIS, C. Psicologia do desenvolvimento. Teoriasdo Desenvolvimento.Conceitosfundamentais (volume 1). São
Paulo: EPU, 1981
• RAPPAPORT, C. R.; FIORI, W. R.; DAVIS, C. Psicologia do desenvolvimento. Teoriasdo Desenvolvimento.Conceitosfundamentais (volume 1) São
Paulo: EPU, 1981.
• ZEMMOUR,N e APTEKMAN,M.C.F. Abordagemda inteligência na psicanálisee napsicologiado desenvolvimento (artigo). Tradução:Machado,I.
• http://www.adroga.casadia.org/news/freud_e_cocaina.htm
• http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipnose
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Aula sobre Psicanalise/Freud - FPE

  • 1. Universidade Federal de Pelotas Fundamentos Psicológicos da Educação Prof. Rosária Sperotto
  • 2. .
  • 3.  Sigmund Freud nasceu em 6 de maio de 1856 em Freiberg, pequena cidade de Moravia, que na época pertencia a Áustria, descendia de família judia, faleceu em Londres em 1939.  Estudou medicina e psicologia. Médico neurologista interessou-se desde cedo pelos problemas físicos que se relacionavam com aspectos emocionais como a ansiedade.  Começa a trabalhar com as neuroses. Estudou “histeria” como fenômeno psicológico, resultando na descoberta do inconsciente e na construção da Psicanálise.
  • 4. Teoria: caracteriza-se por um conjunto de conhecimentos sistematizados sobre o funcionamento da vida psíquica. Método de investigação: caracteriza-se pelo método interpretativo, que busca o significado oculto daquilo que é manifesto por meio de ações e palavras ou pelas produções imaginárias, como os sonhos, os delírios, as associações livres, os atos falhos. Psicanálise
  • 5. Estruturação da Personalidade Inconsciente Pré-consciente Consciente ID Ego Superego Princípio do prazer Princípio de realidade Complexo de Édipo
  • 6. Mecanismos de defesa do ego  Dentro da visão psicanalítica, nunca temos acesso completo ao que somos: se algo passa para a consciência, muito fica no inconsciente.  Os mecanismos de defesa são instrumentos que, há um tempo, mantém guardada parte deste material inconsciente, mas por outro lado nos “protegem”.  De acordo com Freud são processos realizados pelo ego, inconscientes, independentes da vontade do indivíduo que permitem uma defesa. Essa é uma operação através da qual o ego exclui da consciência os conteúdos indesejáveis, protegendo, assim, aparentemente,o aparelho psíquico.
  • 7. Sublimação  Consiste em adotar um comportamento ou um interesse que possa enobrecer comportamentos instintivos.  De raiz ética é renunciar às gratificações puramente instintuais por outras em conformidade com os valores sociais.  Como um homem pode encontrar uma válvula para seus impulsos agressivos.  É o mais eficaz dos MD, na medida em que canaliza os impulsos libidinais para uma postura socialmente útil e aceitável
  • 8. Repressão  Impede que pensamentos dolorosos ou perigosos cheguem à consciência, afastando a lembrança de determinados fatos, apesar de continuar armazenados no inconsciente.É o principal mecanismo de defesa  Recalca da consciência um afeto, uma idéia ou apelo do instinto. Um acontecimento que por algum motivo envergonha uma pessoa pode ser completamente esquecido e se tornar não evocável.
  • 9. Racionalização  São os motivos lógicos e racionais que encontramos para afastar os pensamentos, lembranças etc. disfarçamos os verdadeiros motivos que nos incomodam.  Processo muito comum, que abrange um extenso campo que vai desde o delírio ao pensamento normal. Os Psicanalistas, em tom jocoso, dizem que é uma mentira inconsciente que se põe no lugar do que se reprimiu. Neuróticos ou perversos: Comportamento homossexual masculino explicado pela superioridade intelectual e estética do homem, por exemplo).  compulsões defensivas Ritual alimentar explicado por preocupações de higiene, por exemplo).
  • 10. Projeção  Consiste em atribuir a outro um desejo próprio, ou atribuir ao outro algo que justifique a própria ação. O estudante cria o hábito de colar nas provas dizendo para se justificar que os outros colam ainda mais que ele.  Criticamos atos dos outros praticados, também , por nós, atribuímos defeitos aos outros que são nossos e que não suportamos.
  • 11. Deslocamento  É um processo psíquico através do qual o todo é representado por uma parte ou vice- versa.Também  Caso de alguém que tendo tido uma experiência desagradável com um policial, reaja desdenhosamente, em relação a todos os policiais.
  • 12. Identificação  Observa-se o uso desse mecanismo de defesa quando o indivíduo internaliza as características de alguém valorizado, passando a sentir-se como ele.  Assim, um menino que brinca de dirigir pode estar expressando sua identificação com as atividades que seu pai realiza.  Uma menina de 3 anos que desfila com o sapato de salto da mãe, indica sua identificação com esta.
  • 13. Regressão  É o processo psíquico em que o Ego recua, fugindo de situações conflitantes atuais, voltando para um estágio anterior.  Ex:. Nascimento de um irmão, a partir desse acontecimento uma criança de 4 anos, por exemplo, voltaria a fazer xixi na cama e “precisar” de fralda, ou seja, a ficar como o bebê
  • 14. Formação Reativa  Uma definição: é o processo psíquico, por meio do qual um impulso indesejável é mantido inconsciente, por conta de uma forte adesão ao seu contrário.
  • 15. Fantasia  Trata-se de uma espécie de roteiro imaginário em que o sujeito está presente e que representa, de modo mais ou menos deformado pelos processos defensivos, a realização de um desejo.  Em última análise, de um desejo inconsciente.
  • 16. Negação  A tendência a negar sensações dolorosas é tão antiga quanto o próprio sentimento de dor.  Anna Freud chamou este tipo de recusa do reconhecimento do desprazer em geral “pré-estádios da defesa”.  Nas crianças pequenas, é muito comum a negação de realidades desagradáveis, negação que realiza desejos e que simplesmente exprime a efetividade do princípio do prazer.
  • 17.  Por fim, os mecanismos de defesa do ego são aprendidos na família ou no meio social externo onde a criança e o adolescente convivem.  Quando esse mecanismos conseguem controlar as tensões, nenhum sintoma se desenvolve, apesar de que o efeito possa ser limitador das potencialidades do Ego, e empobrecedor da vida instintual.  Falha: Material reprimido retorna à consciência, o Ego é forçado a multiplicar e intensificar seu esforço defensivo e exagerar o uso dos vários mecanismos.  É nestes casos que a loucura, os sintomas neuróticos, são formados. Para a psicanálise, as psicoses significam um severa falência do sistema defensivo, caracterizada também por uma preponderância de mecanismos primitivos.
  • 18. Psicanálise X Sexualidade  As descobertas Freudianas colocam a sexualidade como centro da vida psíquica, e é postulada a existência da sexualidade infantil.  A função sexual acompanha o indivíduo desde o início da vida, desde o nascimento, e não só a partir da adolescência.  A sexualidade possui um longo e complexo período de desenvolvimento até chegar a sexualidade adulta.  Essa concepção freudiana contraria as idéias predominantes da época, onde o sexo estava, exclusivamente, relacionado à reprodução.
  • 19. Psicanálise X Sexualidade  De acordo com a concepção freudiana o desenvolvimento emocional não é linear.  Não podemos afirmar que as pessoas experimentem, todas as fases do desenvolvimento do modo como Freud postulou. Fase oral Fase genital
  • 20. Fase oral Nascimento -18 meses. Fase anal 1 ano e meio/2 anos – +/-4 anos.  A zona de erotização é a boca.  O prazer do bebe é sugar o seio materno.  Fome: Tensão psicológica – Choro.  Um “agora” com fome pode ser suportado, pois há um “depois’ com alimento.  Desejo (Princípio do Prazer - id) e a realidade (ego).  A libido está localizada na região anal.  O prazer da criança se dá ao expelir e ou reter as fezes.  Fezes: Seu primeiro produto; daí brincar com as fezes.  É nesse período do desenvolvimento que é solicitado à criança o controle de seus impulsos naturais, através do treino de toalete
  • 21. Fase fálica 4 anos – 6 anos  A libido está concentrada nos órgãos genitais.  Neste período da vida a criança descobre o seu sexo e passa a manipular- se para obter prazer.  Segundo a Psicanálise, é nesse momento que é realizada a escolha de objeto sexual.  Fase em que ocorre o Complexo de Édipo. Em ambos os casos, meninos e meninas saem do complexo de Édipo ao viverem o tabu do incesto e com a estruturação definitiva do Superego.
  • 22. Fase latência 6 anos - puberdade Fase genital Após a puberdade  A libido não se localiza em uma região específica do corpo.  Interesses das crianças podem então voltar-se para seu desenvolvimento social e intelectual.  Energia para as solicitações (Escolas).  Nesta fase o objeto erotizado não está no próprio corpo do indivíduo, mas em um objeto externo – o outro.  Chegar a esta fase representa atingir o desenvolvimento emocional pleno do ser humano (capacidade de assumir responsabilidades, amar e buscar o prazer.
  • 24. (IM)POSSIBILIDADE DE CONEXÃO ENTRE PSICANÁLISE E EDUCAÇÃO Psicanálise: Inconsciente e o funcionamento do aparelho psíquico. Educação: Conhecimento e a socialização Conflito de objetivos!!!
  • 25. (IM)POSSIBILIDADE DE CONEXÃO ENTRE PSICANÁLISE E EDUCAÇÃO  O ato educativo em si é violento e fracassado: violento, pois desde o início da inserção da criança na escola, quase tudo é artificial ou obrigatório como os próprios conteúdos, regras, filas, horários e avaliações, porque o sujeito é por si só ineducável. “Pois perseguem como ‘vícios’ todas as suas manifestações sexuais, mesmo que não possam fazer muita coisa com elas”, como afirma Freud (1975, p.167).  A própria organização da escola é uma violência contra o que de natural a criança viveu até a sua entrada.
  • 26. (IM)POSSIBILIDADE DE CONEXÃO ENTRE PSICANÁLISE E EDUCAÇÃO  Se o professor desejar “beber na fonte” da psicanálise como sugere Kupfer (1997), deverá rever seus conceitos e postura ética de como utilizará esses conhecimentos em sua prática educativa.  A psicanálise não pode fazer o papel de educação e não pode ser considerada salvação para todos os problemas educacionais e sim pode auxiliar no maior conhecimento do funcionamento mental e inconsciente dos sujeitos envolvidos nesse processo.
  • 27. (IM)POSSIBILIDADE DE CONEXÃO ENTRE PSICANÁLISE E EDUCAÇÃO Ignora a realidade da condição humana, esperando que o aluno seja um ser ideal enquadrado em normas que acredita. Aponta para a realidade subjetiva do sujeito. O conhecimento é o objeto de desejo que circula entre professor e aluno. EDUCAÇÃO PSICANÁLISE
  • 28. (IM)POSSIBILIDADE DE CONEXÃO ENTRE PSICANÁLISE E EDUCAÇÃO  Para a psicanálise, o desejo de saber origina-se da curiosidade sexual.  A atividade intelectual depende da sublimação e da identificação com o professor que tem papel fundamental em despertar o desejo.  Aspecto transferêncial onde o “aluno-falo” se submete a Lei do desejo do professor ou “professor-falo”, quando o aluno o toma como aquele que detém o saber e o poder. Por isso, o professor tem que tomar conhecimento dessas duas posições e ser o mediador entre o aluno e o conhecimento. Professor-Aluno-Conhecimento
  • 29. (IM)POSSIBILIDADE DE CONEXÃO ENTRE PSICANÁLISE E EDUCAÇÃO  Cabe ao professor não se acomodar, pois há muito que se estudar sobre as relações intersubjetivas de todos os sujeitos envolvidos. O educador toma consciência de seu papel e da importância da transferência na relação e adota uma postura reflexiva.  Os educadores deveriam saber sobre a influência existente entre os acontecimentos dos primeiros anos da infância e os comportamentos atuais de seus alunos, a luz da psicanálise, pois “nenhuma das formações mentais infantis perece” (Freud, 1975, p. 224).
  • 30. (IM)POSSIBILIDADE DE CONEXÃO ENTRE PSICANÁLISE E EDUCAÇÃO  A educação é vista por Freud como fábrica de neuroses, onde o preço é a perda do prazer pago pelo educador que a considera “normal”.  Como era a educação da época do Freud? Behaviorista?  Como é (Pode ser) a educação atual? ......TIC
  • 31. (IM)POSSIBILIDADE DE CONEXÃO ENTRE PSICANÁLISE E EDUCAÇÃO EducaçãoAtualmente possui dois caminhos Tradicional Construtivista  Educação interativa;  Voltada ao desejo do aluno;  Metodologias diferenciadas;  Novo currículo;  “Educação para o inconsciente”.
  • 32. (IM)POSSIBILIDADE DE CONEXÃO ENTRE PSICANÁLISE E EDUCAÇÃO  Ao contrário do que muitos dizem Freud não se preocupou apenas com o estudo do inconsciente e sim com o funcionamento de todo o aparelho psíquico, o pensamento, a cognição, o desenvolvimento e a organização de idéias.  Os pedagogos sabem que é essencial o desejo de aprender, mas parece que se esquecem da “importância das fontes libidinais do desejo de saber e a influência inibitória do recalque sobre a curiosidade intelectual” (Millot, 1987, p.146).  Desse modo os docentes e os especialistas da escola, orientados pela psicanálise, poderão descobrir um novo espaço, um novo jeito de se relacionarem entre si e com seus alunos, favorecendo a aprendizagem e o desejo de aprender.
  • 33. (IM)POSSIBILIDADE DE CONEXÃO ENTRE PSICANÁLISE E EDUCAÇÃO  Provavelmente uma possibilidade de articulação entre a psicanálise e a educação seja a concretização de um espaço de fala e escuta, onde possam tomar consciência e re-significar suas convicções, anseios e ações.
  • 34. Referências • ALMEIDA, S.F.C. de e BUCHER,R.(orgs.).Psicologiae psicanálise: desafios.Brasília: Editora UnB, 1994.2ed. • ALMEIDA, S.F.C.de. Estilos da clínica. Ano III, n.5, p.p84-93.1998 • BOCK, Ana M. B.; FURTADO, O. TEIXEIRA, M. L. Psicologias: uma introduçãoao estudo de Psicologia: São Paulo: Saraiva,2000. • BOCK, Ana M. B.; FURTADO, O. TEIXEIRA, M. L. Psicologias: uma introduçãoao estudo de Psicologia: São Paulo: Saraiva,2000. • BUARQUE DE HOLLANDA, A. Novo dicionário da língua portuguesa.Nova Fronteira: Rio de Janeiro,1977. • BUARQUE DE HOLLANDA, A. Novo dicionário da língua portuguesa.Nova Fronteira: Rio de Janeiro,1977. • CARVALHO,UYRATAN . Psicanálise I . Isbn.RJ.2000 • CEZAROTTO. O que é psicanálise. São Paulo: Brasiliense, Col. Primeiros Passos,1986. • CEZAROTTO. O que é psicanálise. São Paulo: Brasiliense, Col. Primeiros Passos,1986. • COUTO ,M.J.B.D’E. Psicanálise e educação-A sedução e a tarefa de educar.São Paulo: Avercamp,2003. • FREUD, S. (1913) O interesse científico da psicanálise.ESB, vol. XIII. Rio de Janeiro: Imago Editora, 1975. • FREUD, S. (1925) Prefácio: a juventudedesorientadade Aichhorn.ESB,vol XIX, 1 ed. Rio de Janeiro: Imago Editora, 1976. • FREUD, S. (1905). Três ensaios sobre a teoria da sexualidade. ESB, vol.VII, 1 ed, Rio de Janeiro:Imago Editora,1972. _____ (1915). Os instintos e suasvicissitudes. ESB, vol. XIV, 1 ed. Rio de Janeiro: Imago Editora, 1974. • FREUD, S. (1933) Novas conferênciasintrodutóriassobre psicanálise.ESB, vol XXII, 1 ed. Rio de Janeiro: Imago Editora, 1976. • GAY, P. Freud: uma vida para o nosso tempo. Rio de janeiro: Companhiadas Letras, 1989. • GAY, P. Freud: uma vida para o nosso tempo. Rio de janeiro: Companhiadas Letras, 1989. • HENRY EY. Manual de Psiquiatria.5º Edição. Masson/Atheneu • J.C.Filloux. A psicanálisee os impasses da educação.Anais do I colóquio do Lugar de Vida. LEPSI. São Paulo: IP/ USP,1999. • JOËL DOR. Introdução à leitura de Lacan - o inconscienteestruturadocomo linguagem. Porto Alegre: Artmed, 1989. • KUPFER, M. C. Freud e a Educação.O mestre do impossível. São Paulo: Scipioni, 1989. • KUPFER, M. C. Freud e a Educação.O mestre do impossível. São Paulo: Scipioni, 1989. • KUPFER, M.C.M. O que toca à psicologia escolar.In: Souza e Machado.São Paulo: Casa do Psicólogo, 1997. • KUPFER,M.C.M. Educação parao futuro. Psicanálise e educação.São Paulo: Editora Escuta,2 ed, 2001. • LAPLANCHE & PONTALIS. Vocabulário de Psicanálise (2000), Martins Fontes S.P. • MELMAN,C. Educa-seuma criança?Porto Alegre: APPOA. Artes e Ofícios Editora, 1994. • MILLOT,C. Freud antipedagogo.Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1987. Tradução: Ari Roitman. • MORGADO, M. A .Contribuiçõesde Freud para a educação.São Paulo: Educ-Fapesp,2002. • MORGADO, M. A .Contribuiçõesde Freud para a educação.São Paulo: Educ-Fapesp,2002. • RAPPAPORT, C. R.; FIORI, W. R.; DAVIS, C. Psicologia do desenvolvimento. Teoriasdo Desenvolvimento.Conceitosfundamentais (volume 1). São Paulo: EPU, 1981 • RAPPAPORT, C. R.; FIORI, W. R.; DAVIS, C. Psicologia do desenvolvimento. Teoriasdo Desenvolvimento.Conceitosfundamentais (volume 1) São Paulo: EPU, 1981. • ZEMMOUR,N e APTEKMAN,M.C.F. Abordagemda inteligência na psicanálisee napsicologiado desenvolvimento (artigo). Tradução:Machado,I. • http://www.adroga.casadia.org/news/freud_e_cocaina.htm • http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipnose
  • 35. Scanme :) rcastro.bio@gmail.com / les_ted@hotmail.com Facebook.com/rodrigoinaciodecastro Twitter: @ro_castro Instagram:@ro_castro Lattes:http://lattes.cnpq.br/2120627532353496 Page on Facebook: Facebook.com/Pelotaspic