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PsicanáliseO estudo do inconsciente humano
Psicologia | Teorias e Sistemas
Equipe: Fernanda, Micaella, Renata e Waydson
Psicanálise
A Psicanálise
ŸÉ um modo de Terapia e uma
teoria cujos fundamentos foram
estabelecidos por Freud, para
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a partir da investigação do
inconsciente;
Ÿseu método primário é a
observação clinica voltada para o
inconsciente.
Psicanálise
Sigmund Freud
(1856-1939)
ŸFundador da Psicanálise. Foi Médico
Neurologista e nasceu na atual República
Tcheca.
ŸOs pressupostos básicos da psicanálise surgiram
não só dos seus estudos em Neurologia como
também de sua preocupação terapêutica com os
doentes mentais, o que o levou a focalizar os
aspectos anormais da personalidade.
ŸAs teorias de Freud foram derivadas da auto-
observação e da observação dos seus pacientes
submetidos à psicanálise.
Psicanálise
Sigmund Freud
Freud se utilizou da técnica considerada a mais significativa na evolução da
psicanálise: a livre associação.
Nessa técnica, o paciente deita num divã e é encorajado a falar aberta e
espontaneamente, dando completa expressão a qualquer idéia, por mais
embaraçosa, irrelevante ou tola que pareça, com a intenção de tornar conscientes
os recessos mais ocultos da mente.
ŸFreud explorou áreas ignoradas pelos
psicólogos, como as forças motivadoras
inconscientes, os conflitos entre essas forças
e os efeitos desses conflitos sobre o
comportamento humano.
Psicanálise
Psicanálise = Psicologia/
ŸA psicanálise não tinha vínculo direto com os
movimentos das outras escolas de pensamento em
psicologia, pois não surgira no âmbito da psicologia
acadêmica.
ŸA Psicologia acadêmica se esforçava por ser uma
ciência pura, era centrada no método, e só queria
trabalhar em termos específicos de estímulo-
resposta.
ŸJá a psicanálise, não era um produto de estudo de
academia nem uma ciência pura, estava centrada no
problema. A preocupação de Freud era mais global —
a personalidade humana total, em vez de funções
especificas como a percepção e a aprendizagem.
Principais Conceitos da
Psicanálise freudiana
Psicanálise
Psicanálise
Determinismo
Ÿ Freud acreditava que nenhum processo
mental ocorre por acaso. A cada ação
correspondia sempre uma causa, sempre
havia um motivo consciente ou
inconsciente. Há uma continuidade na vida
mental.
PsicanálisePsicanálise
Sistema da Personalidade
Instinto
ŸSão pressões que dirigem o organismo para determinados fins.
ŸPara Freud, os instintos são as únicas fontes de energia do comportamento
e os fatores propulsores da personalidade.
ŸNa perspectiva freudiana, desde o nascimento, os indivíduos são dotados
de uma base biologicamente instintual: instintos sexuais e instintos
agressivos que, inconscientemente, motivam cada coisa que os seres
humanos pensam, dizem ou fazem durante suas vidas.
ŸFreud denominou de libido a energia pela qual os instintos se manifestam.
PsicanálisePsicanálise
Classificou os instintos em dois grupos:
Ÿ Instintos de vida- servem à sobrevivência do
homem e a propagação da raça. Por exemplo, a fome, a
sede, a necessidade de contato sexual. Este último foi o
instinto de vida no qual Freud prestou mais atenção.
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Toda pessoa morre, o que levou Freud a pensar que a
finalidade de toda vida é a morte. Convenceu-se, então,
de que a pessoa tem, inconscientemente, o desejo de
morrer. O impulso agressivo é um importante derivativo
dos instintos de morte.
Aspectos da Personalidade
Considerado por alguns autores, o primeiro tópico da estrutura da
personalidade, Freud apresenta em sua obra “A interpretação dos
sonhos”(1900), uma tentativa de dividir a mente humana em três regiões:
Ÿ INCONSCIENTE -
Ÿ PRÉ-CONSCIENTE - É uma parte do inconsciente que pode tornasse
consciente com facilidade; são as porções acessíveis da memória;
Ÿ e CONSCIENTE -
Nele concentram-se elementos instintivos, que não
são acessíveis â consciência. Aí, estão as fontes de energia psíquica e
instintos.
Inclui tudo o que estamos cientes num dado momento;
Psicanálise
Ÿ Freud remodela o primeiro tópico
e introduz o que alguns autores
chamam de segundo tópico da
estrutura da personalidade, em que
apresenta três sistemas de
funcionamento psíquico:
o ID, o EGO e o SUPEREGO.
Ÿ De acordo com esta teoria, id,
ego e superego atuam entre si num
sistema dinâmico, mas possuem
diferentes funções.
Psicanálise
O ID
ŸOpera de acordo com o PRINCÍPIO DO
PRAZER;
ŸProcura apenas a satisfação de suas
necessidades instintivas, sem levar em conta
as circunstâncias da realidade objetiva, como
juízos de valor, o bem, o mal e a moral;
ŸTodas as atividades do id são inconscientes:
não temos consciência de nossos instintos e
de seus profundos efeitos sobre nosso
comportamento.
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O EGO
ŸOpera de acordo com o PRINCÍPIO DA REALIDADE;
ŸSistema que estabelece o
equilíbrio entre as exigências
do id, as exigências da
realidade e as 'ordens' do
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às paixões cegas e insistentes
do id;
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traduzido como eu.
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O SUPEREGO
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ŸRepresenta mais o ideal do que o real. Desempenha as
seguintes funções:
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Psicanálise
O superego está evidentemente em conflito com o id. Ao contrário do
ego, o superego não tenta apenas adiar a satisfação do id; ele tenta inibi-la por
completo,o que causa um conflito interminável no interior da personalidade
humana.
O ego está numa posição difícil, sendo pressionado por todos os lados, cabendo
a ele:
1. adiar os anseios e incessantes do id;
2. perceber e manipular a
realidade para aliviar as tensões do
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3. lidar com o anseio de
perfeição do superego.
Psicanálise
Ansiedade
Sempre que o ego é submetido a uma pressão muito grande, resulta na
ansiedade, que funciona como advertência que o ego está sendo
ameaçado.
A Ansiedade é uma força que induz a tensão do comportamento humano,
motivando o indivíduo a agir para reduzir essa tensão.
Freud sugeriu que o ego desenvolve algumas defesas
protetoras contra a ansiedade, que são os
mecanismos de defesa.
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Mecanismos de Defesa
ŸSão os processos psíquicos cuja finalidade consiste em
afastar um evento gerador de angústia da percepção
consciente.
ŸO ego, como sede da angústia, é mobilizado diante de um
sinal de perigo e desencadeia uma série de mecanismos
repressores que impedirão a vivência de fatos
dolorosos, os quais o organismo não está pronto para
suportar.
ŸTodos os mecanismos de defesa negam, falsificam ou
distorcem a realidade; operam inconscientemente, sem
que a pessoa se dê conta.
Psicanálise
Mecanismos de Defesa
ŸIdentificação
EX.: Exemplo: identificação com um ídolo.
ŸRepressão
Ex.: o marido traído que nega a traição.
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Psicanálise
Mecanismos de Defesa
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ŸRegressão
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irmãozinho.
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Ex.: uma pessoa tem exagerada preocupação com organização, devido a
inconsciente tendência ao desregramento.
Psicanálise
Na teoria psicanalítica do desenvolvimento, a
criança passa por uma série de estágios
psicossexuais, os quais são:
ŸEstágio oral - que vai até o segundo ano de vida,
quando a estimulação da boca, como sugar, morder
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Estágios Psicossexuais do
Desenvolvimento da Personalidade
Psicanálise
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anal.
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quarto ano de idade, quando a
satisfação erótica se transfere para a
região genital. Freud situou nesse
estágio o desenvolvimento do
complexo de Êdipo.
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ou menos do quinto ao décimo segundo
ano de vida, quando a energia da libido
canalizada para atividades sociais.
Psicanálise
ŸEstágio Genital - quando o comportamento
heterossexual se torna evidente. Prevalência de
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Psicanálise
Apesar das críticas de falta de rigor científico e de
fraqueza metodológica, a psicanálise freudiana continua
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  • 1. PsicanáliseO estudo do inconsciente humano Psicologia | Teorias e Sistemas Equipe: Fernanda, Micaella, Renata e Waydson
  • 2. Psicanálise A Psicanálise ŸÉ um modo de Terapia e uma teoria cujos fundamentos foram estabelecidos por Freud, para tratar o comportamento anormal a partir da investigação do inconsciente; Ÿseu método primário é a observação clinica voltada para o inconsciente.
  • 3. Psicanálise Sigmund Freud (1856-1939) ŸFundador da Psicanálise. Foi Médico Neurologista e nasceu na atual República Tcheca. ŸOs pressupostos básicos da psicanálise surgiram não só dos seus estudos em Neurologia como também de sua preocupação terapêutica com os doentes mentais, o que o levou a focalizar os aspectos anormais da personalidade. ŸAs teorias de Freud foram derivadas da auto- observação e da observação dos seus pacientes submetidos à psicanálise.
  • 4. Psicanálise Sigmund Freud Freud se utilizou da técnica considerada a mais significativa na evolução da psicanálise: a livre associação. Nessa técnica, o paciente deita num divã e é encorajado a falar aberta e espontaneamente, dando completa expressão a qualquer idéia, por mais embaraçosa, irrelevante ou tola que pareça, com a intenção de tornar conscientes os recessos mais ocultos da mente. ŸFreud explorou áreas ignoradas pelos psicólogos, como as forças motivadoras inconscientes, os conflitos entre essas forças e os efeitos desses conflitos sobre o comportamento humano.
  • 5. Psicanálise Psicanálise = Psicologia/ ŸA psicanálise não tinha vínculo direto com os movimentos das outras escolas de pensamento em psicologia, pois não surgira no âmbito da psicologia acadêmica. ŸA Psicologia acadêmica se esforçava por ser uma ciência pura, era centrada no método, e só queria trabalhar em termos específicos de estímulo- resposta. ŸJá a psicanálise, não era um produto de estudo de academia nem uma ciência pura, estava centrada no problema. A preocupação de Freud era mais global — a personalidade humana total, em vez de funções especificas como a percepção e a aprendizagem.
  • 6. Principais Conceitos da Psicanálise freudiana Psicanálise
  • 7. Psicanálise Determinismo Ÿ Freud acreditava que nenhum processo mental ocorre por acaso. A cada ação correspondia sempre uma causa, sempre havia um motivo consciente ou inconsciente. Há uma continuidade na vida mental.
  • 8. PsicanálisePsicanálise Sistema da Personalidade Instinto ŸSão pressões que dirigem o organismo para determinados fins. ŸPara Freud, os instintos são as únicas fontes de energia do comportamento e os fatores propulsores da personalidade. ŸNa perspectiva freudiana, desde o nascimento, os indivíduos são dotados de uma base biologicamente instintual: instintos sexuais e instintos agressivos que, inconscientemente, motivam cada coisa que os seres humanos pensam, dizem ou fazem durante suas vidas. ŸFreud denominou de libido a energia pela qual os instintos se manifestam.
  • 9. PsicanálisePsicanálise Classificou os instintos em dois grupos: Ÿ Instintos de vida- servem à sobrevivência do homem e a propagação da raça. Por exemplo, a fome, a sede, a necessidade de contato sexual. Este último foi o instinto de vida no qual Freud prestou mais atenção. Ÿ Instintos de morte- instintos destrutivos. Toda pessoa morre, o que levou Freud a pensar que a finalidade de toda vida é a morte. Convenceu-se, então, de que a pessoa tem, inconscientemente, o desejo de morrer. O impulso agressivo é um importante derivativo dos instintos de morte.
  • 10. Aspectos da Personalidade Considerado por alguns autores, o primeiro tópico da estrutura da personalidade, Freud apresenta em sua obra “A interpretação dos sonhos”(1900), uma tentativa de dividir a mente humana em três regiões: Ÿ INCONSCIENTE - Ÿ PRÉ-CONSCIENTE - É uma parte do inconsciente que pode tornasse consciente com facilidade; são as porções acessíveis da memória; Ÿ e CONSCIENTE - Nele concentram-se elementos instintivos, que não são acessíveis â consciência. Aí, estão as fontes de energia psíquica e instintos. Inclui tudo o que estamos cientes num dado momento; Psicanálise
  • 11. Ÿ Freud remodela o primeiro tópico e introduz o que alguns autores chamam de segundo tópico da estrutura da personalidade, em que apresenta três sistemas de funcionamento psíquico: o ID, o EGO e o SUPEREGO. Ÿ De acordo com esta teoria, id, ego e superego atuam entre si num sistema dinâmico, mas possuem diferentes funções. Psicanálise
  • 12. O ID ŸOpera de acordo com o PRINCÍPIO DO PRAZER; ŸProcura apenas a satisfação de suas necessidades instintivas, sem levar em conta as circunstâncias da realidade objetiva, como juízos de valor, o bem, o mal e a moral; ŸTodas as atividades do id são inconscientes: não temos consciência de nossos instintos e de seus profundos efeitos sobre nosso comportamento. Psicanálise
  • 13. O EGO ŸOpera de acordo com o PRINCÍPIO DA REALIDADE; ŸSistema que estabelece o equilíbrio entre as exigências do id, as exigências da realidade e as 'ordens' do superego; ŸApresenta razão, em contraste às paixões cegas e insistentes do id; ŸFreud denominava o ego ich, traduzido como eu. Psicanálise
  • 14. O SUPEREGO ŸOpera de acordo com o PRINCÍPIO DO DEVER. ŸO papel do superego é comparável ao de um juiz ou censor do ego. Sua ação se manifesta pela consciência moral, atitudes de autocrítica, proibição. ŸRepresenta mais o ideal do que o real. Desempenha as seguintes funções: - Inibir os impulsos do id; - Persuadir o ego; - Lutar pela perfeição. ŸO superego é o "defensor de um impulso rumo à perfeição". Psicanálise
  • 15. O superego está evidentemente em conflito com o id. Ao contrário do ego, o superego não tenta apenas adiar a satisfação do id; ele tenta inibi-la por completo,o que causa um conflito interminável no interior da personalidade humana. O ego está numa posição difícil, sendo pressionado por todos os lados, cabendo a ele: 1. adiar os anseios e incessantes do id; 2. perceber e manipular a realidade para aliviar as tensões do instinto do id; 3. lidar com o anseio de perfeição do superego. Psicanálise
  • 16. Ansiedade Sempre que o ego é submetido a uma pressão muito grande, resulta na ansiedade, que funciona como advertência que o ego está sendo ameaçado. A Ansiedade é uma força que induz a tensão do comportamento humano, motivando o indivíduo a agir para reduzir essa tensão. Freud sugeriu que o ego desenvolve algumas defesas protetoras contra a ansiedade, que são os mecanismos de defesa. Psicanálise
  • 17. Mecanismos de Defesa ŸSão os processos psíquicos cuja finalidade consiste em afastar um evento gerador de angústia da percepção consciente. ŸO ego, como sede da angústia, é mobilizado diante de um sinal de perigo e desencadeia uma série de mecanismos repressores que impedirão a vivência de fatos dolorosos, os quais o organismo não está pronto para suportar. ŸTodos os mecanismos de defesa negam, falsificam ou distorcem a realidade; operam inconscientemente, sem que a pessoa se dê conta. Psicanálise
  • 18. Mecanismos de Defesa ŸIdentificação EX.: Exemplo: identificação com um ídolo. ŸRepressão Ex.: o marido traído que nega a traição. ŸSublimação Ex.:desejo muito ter filhos, como não posso me dedico às crianças carentes. ŸProjeção Ex.: quando se diz ‘‘ele me odeia’’ em vez de ‘‘eu o odeio’’ Psicanálise
  • 19. Mecanismos de Defesa ŸFixação Ex.: Dormir com urso de pelúcia na idade adulta. ŸRegressão Ex.: Criança que começa a se comportar como bebê quando nasce um irmãozinho. ŸFormação Reativa Ex.: uma pessoa tem exagerada preocupação com organização, devido a inconsciente tendência ao desregramento. Psicanálise
  • 20. Na teoria psicanalítica do desenvolvimento, a criança passa por uma série de estágios psicossexuais, os quais são: ŸEstágio oral - que vai até o segundo ano de vida, quando a estimulação da boca, como sugar, morder e engolir, é a fonte primária de satisfação erótica. Estágios Psicossexuais do Desenvolvimento da Personalidade Psicanálise
  • 21. ŸEstágio anal - quando a gratificação vai da boca para o ânus, e as crianças derivam prazer da zona anal. Psicanálise ŸEstágio fálico - ocorre por volta do quarto ano de idade, quando a satisfação erótica se transfere para a região genital. Freud situou nesse estágio o desenvolvimento do complexo de Êdipo.
  • 22. ŸPeríodo da latência - que dura mais ou menos do quinto ao décimo segundo ano de vida, quando a energia da libido canalizada para atividades sociais. Psicanálise ŸEstágio Genital - quando o comportamento heterossexual se torna evidente. Prevalência de uma sexualidade genital.
  • 23. Psicanálise Apesar das críticas de falta de rigor científico e de fraqueza metodológica, a psicanálise freudiana continua sendo uma importante força na psicologia moderna.