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PSICOLOGIA APLICADA A
ADMINISTRAÇÃO


        PERSONALIDADE
DEFINIÇÕES
 A personalidade deve ser apresentada
  como um conjunto de características
  que diferenciam os indivíduos. Estes
  atributos seriam permanentes e
  dizem respeito à constituição,
  temperamento, inteligência, caráter,
  um jeito específico de se comportar.
 Para as teorias que utilizam o
  conceito de personalidade, ela
  significa a “organização dinâmica dos
  aspectos cognitivos, afetivos,
  fisiológicos e morfológico do
  indivíduo”.
 Deve-se deduzir que a personalidade
  pressupõe a possibilidade de um indivíduo
  se diferenciar, ser original e ter
  particularidades.
 A personalidade é fruto de uma organização
  progressiva do ser humano e não apenas
  entendida como um fenômeno em si. Ela
  evolui de acordo com a organização interna
  do indivíduo.
PERSONALIDADE
 É a resultante da personalidade
  psicofísica da interação da
  hereditariedade com o meio,
  manifestada através do
  comportamento, cujas características
  são peculiares a cada pessoa.
Constituição
 A personalidade apoia-se na estrutura
  física do indivíduo, a qual chamamos
  constituição. Nesta há um conjunto
  de características individuais
  hereditárias que pode ou não se
  desenvolver nas interações com o
  meio.
Temperamento
 É a tendência herdada do indivíduo
  para reagir ao meio de maneira
  peculiar. Assim, desde o nascimento,
  entre os indivíduos verificam-se
  diferentes limiares de sensibilidade
  frente aos estímulos internos ou
  externos.
Caráter
 É o conjunto de formas
  comportamentais mais elaboradas e
  determinadas pelas influências
  ambientais, sociais, culturais, que o
  indivíduo usa para adaptar-se ao
  meio. Ao contrário do temperamento,
  o caráter é predominante volitivo e
  intencional. Entretanto, de modo
  geral, temperamento e caráter estão
 Intimamente associados, podendo
  estar tão imbricados que se torna
  difícil sua distinção. Portanto,
  personalidade é a integração dos
  aspectos físicos, temperamentais e
  caracterológicos. Esta integração é
  dinâmica e evolutiva.
As estruturas dinâmicas da
             personalidade

   ID, Ego e o Superego

 ID: a matriz da vida psíquica
 Dimensão psíquica a partir do qual se formam o
  Ego e o Superego.
 Constituída pelo conjunto de pulsões inatas,
  primárias: Instintos, pulsões(vida e morte
  [agressivo e destrutivo]) desejos. Realiza-as
  através de símbolos ou formas ilusórias.
 É totalmente inconsciente mas não é todo o
  inconsciente.
 Não atua segundo princípios lógicos e
  morais.
 É amoral e ilógico pois é dominado pela
  fantasia (pretende realizar tudo o que lhe
  agrada sem ter a preocupação de ser bom
  ou mau e não distingue o bem do mal).
 Rege-se pelo princípio do prazer.
 É o grande reservatório da libido.
 Não tem nenhuma ligação com o mundo
  exterior.
EGO: o representante da realidade
 É o oposto do ID
 O ID para entrar em contacto com a
  realidade e agir sobre ela necessita
  do Ego.
 Começa a desenvolver-se por volta
  dos 6 meses(conflito do desmame).
 Funciona segundo princípios lógicos e
  racionais.
 Atua segundo o principio da
  realidade. Adia a satisfação dos
  impulsos do ID, isto é, está
  realisticamente ao serviço do
  princípio do prazer.
 Resolve os conflitos.
 Parte consciente onde surge os juízos
  morais.
 Procura conciliar as divergências que
  existem entre as pulsões e os limites
  que a realidade impõe.
 Põe ordem aos nossos desejos
  irrealistas.
 Ego significa juiz que gera o prazer,
  realidade e moralidade.
SUPEREGO: o representante da
moralidade
 Representa um complexo de
  motivações ligado à interiorização de
  proibições morais.
 Critica o Ego, produz angústia e
  ansiedade quando o Ego manifesta
  tendência aceitar os impulsos vindos
  do ID.
 Indica o que devemos ou não fazer.
 Forma-se por volta dos 3-5 anos
  (conflito de édipo).
 É o representante interno dos
  valores, normas e ideais morais de
  uma sociedade.
 Estabelece um equilíbrio interno:
  reprime certos atos, favorece outros.
 É o resultado da educação e da forma
  como ela nos é transmitida pelos
  agentes de socialização primária. A
  forma como a criança a interioriza
  (processo de introjeção) pode
  influenciar a sua maneira de estar na
  sociedade.
Papel do Superego
 Inibir ou refrear os impulsos, sobretudo de
  natureza sexual e agressiva, provenientes
  do ID que o Ego pode autorizar.
 Persuadir o Ego a substituir objetivos
  realistas por objetivos morais e moralistas.
 Procurar a perfeição moral- supermoral
  (ambiciona a perfeição moral).
Mecanismos de Defesa do Ego
 Os mecanismos de defesa do Ego são
  formas de resolução ilusória e em
  grande parte inconsciente de conflitos
  intra-psíquicos que permitem ao Ego
  lidar com sentimentos
  desconfortáveis devido à ansiedade e
  à tensão. São formas de reduzir a
  ansiedade provocada pelos conflitos
  intra-psíquicos gerados pelo ID e pelo
  Superego.
Recalcamento
 Mecanismo de defesa que consiste
  em reprimir e afastar da consciência
  impulsos e desejos inaceitáveis do Id,
  assim como recordações traumáticas
  que causem angústia e ansiedade.
Racionalização
 Mecanismo de defesa que visa
  proteger a nossa auto-estima e evitar
  complexos de inferioridade mediante
  argumentos ou justificações que
  mascaram a verdadeira realidade dos
  fatos. Substituição de um fato
  inaceitável por outro que encobre e
  protege a auto-estima do sujeito.
Projeção
 Mecanismo de defesa do Ego que
  consiste em atribuir a outros
  sentimentos e desejos que são
  nossos mas que recusamos por
  serem, regra geral, inaceitáveis ou
  pouco apropriados.
Deslocamento
 Mecanismo de defesa mediante o qual
  o Ego de um indivíduo substitui o
  objeto original de um impulso por
  outro sobre o qual liberta a tensão.
Sublimação
 É o Mecanismo de defesa mais
  saudável que o Ego utiliza,
  canalizando ou dirigindo para
  atividades socialmente aceitas,
  impulsos libidinais e agressivos
  considerados indesejáveis e
  perigosos.
Compensação
 Mecanismo de defesa que visa
  superar situações de inferioridade
  através do envolvimento em
  atividades que as compensem e
  possibilitem a nossa auto-afirmação.
Regressão
 Mecanismo de defesa que consiste
  em o indivíduo adaptar formas de
  comportamento características de
  estádios anteriores do seu
  desenvolvimento psicossexual,
  sobretudo os estádios infantis.
A sexualidade infantil
 As descobertas de Freud sobre a
  sexualidade infantil provocaram
  grande espanto na sociedade
  conservadora do final do século XIX,
  visto que até esta época a criança era
  vista como um símbolo de pureza, um
  ser assexuado.
 Ao longo dos tempos, a sociedade
  vem, pouco a pouco, familiarizando-
  se e compreendendo as diferentes
  formas de expressão da sexualidade
  infantil. Sexualidade esta que evolui,
  segundo Freud, de acordo com etapas
  de desenvolvimento que ele
  denominou de fase oral, anal, fálica,
  latência e genital.
 Embora as características de cada
  uma destas fases estejam
  amplamente difundidas nos meios de
  comunicação, de tal forma que os
  pais possam reconhecer as
  manifestações desta sexualidade em
  seus filhos, persiste ainda muito
  equívocos na forma como eles lidam
  com esta questão.
 É comum encontrarmos pais que se
  espantam ao se defrontarem com
  seus filhos a masturbarem-se, ou que
  explicam com meias verdades as
  clássicas perguntas infantis sobre a
  origem dos bebês.
 A sexualidade na criança nasce masculina -
  feminina, macho ou fêmea, futuramente
  que será homem ou mulher. Entram fatores
  culturais para modelar.

 Durante a infância ocorre desenvolvimento
  de jogos corporais onde as crianças vão-se
  descobrindo e amadurecendo.
 A sexualidade é reconhecida como
  um instinto com o qual as pessoas
  nascem e que se expressa de formas
  distintas de acordo com as fases do
  desenvolvimento que são:
  Fase Oral; Fase Anal; Fase Fálica;
  Período de Latência e a Fase Genital.
ETAPAS DO DESENVOLVIMENTO
PSICOSSEXUAL
 Fase Oral
  Período: de 0 a 1 ano aproximadamente.
  Características principais: a região do corpo
  que proporciona maior prazer à criança é a
  boca. É pela boca que a criança entra em
  contacto com o mundo, é por esta razão
  que a criança pequena tende a levar tudo o
  que pega à boca. O principal objeto de
  desejo nesta fase é o seio da mãe, que
  além de a alimentar proporciona satisfação
  ao bebê.
Fase Anal
 Período: 2 a 4 anos
  aproximadamente
  Características: Neste período a
  criança passa a adquirir o controle
  dos esfíncteres a zona de maior
  satisfação é a região do anus.
  Ambivalência (impulsos
  contraditórios)
 A criança descobre que pode
  controlar as fezes que sai de seu
  interior, oferecendo-o à mãe ora
  como um presente, ora como algo
  agressivo.
  É nesta etapa que a criança começa a
  ter noção de higiene.
  Fases de birras.
Fase Fálica
 Período: de 4 a 6 anos
  aproximadamente.

  Características: Nesta etapa do
  desenvolvimento a atenção da criança
  volta-se para a região genital.
 Inicialmente a criança imagina que tanto os
  meninos quanto as meninas possuem um
  pênis. Ao serem defrontadas com as
  diferenças anatômicas entre os sexos, as
  crianças criam as chamadas "teorias
  sexuais infantis", imaginando que as
  meninas não tem pênis porque este órgão
  lhe foi arrancado (complexo de castração).
  É neste momento que a menina tem medo
  de perder o seu pênis.
 Neste período surge também o
  complexo de Édipo, no qual o menino
  passa a apresentar uma atração pela
  mãe e a se rivalizar com o pai, e na
  menina ocorre o inverso.
Fase de Latência
 Período: de 6 a 11 anos aproximadamente.

  Características: este período tem por
  característica principal um deslocamento da
  libido da sexualidade para atividades
  socialmente aceitas, ou seja, a criança
  passa a gastar sua energia em atividades
  sociais e escolares.
Fase Genital
 Período: a partir de 11 anos.

  Características: neste período, que
  tem início com a adolescência, há
  uma retomada dos impulsos sexuais,
  o adolescente passa a buscar, em
  pessoas fora de seu grupo familiar,
  um objeto de amor.
 A adolescência é um período de
  mudanças no qual o jovem tem que
  elaborar a perda da identidade infantil
  e dos pais da infância para que pouco
  a pouco possa assumir uma
  identidade adulta.

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Personalidade

  • 2. DEFINIÇÕES  A personalidade deve ser apresentada como um conjunto de características que diferenciam os indivíduos. Estes atributos seriam permanentes e dizem respeito à constituição, temperamento, inteligência, caráter, um jeito específico de se comportar.
  • 3.  Para as teorias que utilizam o conceito de personalidade, ela significa a “organização dinâmica dos aspectos cognitivos, afetivos, fisiológicos e morfológico do indivíduo”.
  • 4.  Deve-se deduzir que a personalidade pressupõe a possibilidade de um indivíduo se diferenciar, ser original e ter particularidades.  A personalidade é fruto de uma organização progressiva do ser humano e não apenas entendida como um fenômeno em si. Ela evolui de acordo com a organização interna do indivíduo.
  • 5. PERSONALIDADE  É a resultante da personalidade psicofísica da interação da hereditariedade com o meio, manifestada através do comportamento, cujas características são peculiares a cada pessoa.
  • 6. Constituição  A personalidade apoia-se na estrutura física do indivíduo, a qual chamamos constituição. Nesta há um conjunto de características individuais hereditárias que pode ou não se desenvolver nas interações com o meio.
  • 7. Temperamento  É a tendência herdada do indivíduo para reagir ao meio de maneira peculiar. Assim, desde o nascimento, entre os indivíduos verificam-se diferentes limiares de sensibilidade frente aos estímulos internos ou externos.
  • 8. Caráter  É o conjunto de formas comportamentais mais elaboradas e determinadas pelas influências ambientais, sociais, culturais, que o indivíduo usa para adaptar-se ao meio. Ao contrário do temperamento, o caráter é predominante volitivo e intencional. Entretanto, de modo geral, temperamento e caráter estão
  • 9.  Intimamente associados, podendo estar tão imbricados que se torna difícil sua distinção. Portanto, personalidade é a integração dos aspectos físicos, temperamentais e caracterológicos. Esta integração é dinâmica e evolutiva.
  • 10. As estruturas dinâmicas da personalidade  ID, Ego e o Superego  ID: a matriz da vida psíquica  Dimensão psíquica a partir do qual se formam o Ego e o Superego.  Constituída pelo conjunto de pulsões inatas, primárias: Instintos, pulsões(vida e morte [agressivo e destrutivo]) desejos. Realiza-as através de símbolos ou formas ilusórias.  É totalmente inconsciente mas não é todo o inconsciente.
  • 11.  Não atua segundo princípios lógicos e morais.  É amoral e ilógico pois é dominado pela fantasia (pretende realizar tudo o que lhe agrada sem ter a preocupação de ser bom ou mau e não distingue o bem do mal).  Rege-se pelo princípio do prazer.  É o grande reservatório da libido.  Não tem nenhuma ligação com o mundo exterior.
  • 12. EGO: o representante da realidade  É o oposto do ID  O ID para entrar em contacto com a realidade e agir sobre ela necessita do Ego.  Começa a desenvolver-se por volta dos 6 meses(conflito do desmame).  Funciona segundo princípios lógicos e racionais.
  • 13.  Atua segundo o principio da realidade. Adia a satisfação dos impulsos do ID, isto é, está realisticamente ao serviço do princípio do prazer.  Resolve os conflitos.  Parte consciente onde surge os juízos morais.
  • 14.  Procura conciliar as divergências que existem entre as pulsões e os limites que a realidade impõe.  Põe ordem aos nossos desejos irrealistas.  Ego significa juiz que gera o prazer, realidade e moralidade.
  • 15. SUPEREGO: o representante da moralidade  Representa um complexo de motivações ligado à interiorização de proibições morais.  Critica o Ego, produz angústia e ansiedade quando o Ego manifesta tendência aceitar os impulsos vindos do ID.  Indica o que devemos ou não fazer.
  • 16.  Forma-se por volta dos 3-5 anos (conflito de édipo).  É o representante interno dos valores, normas e ideais morais de uma sociedade.  Estabelece um equilíbrio interno: reprime certos atos, favorece outros.
  • 17.  É o resultado da educação e da forma como ela nos é transmitida pelos agentes de socialização primária. A forma como a criança a interioriza (processo de introjeção) pode influenciar a sua maneira de estar na sociedade.
  • 18. Papel do Superego  Inibir ou refrear os impulsos, sobretudo de natureza sexual e agressiva, provenientes do ID que o Ego pode autorizar.  Persuadir o Ego a substituir objetivos realistas por objetivos morais e moralistas.  Procurar a perfeição moral- supermoral (ambiciona a perfeição moral).
  • 19. Mecanismos de Defesa do Ego  Os mecanismos de defesa do Ego são formas de resolução ilusória e em grande parte inconsciente de conflitos intra-psíquicos que permitem ao Ego lidar com sentimentos desconfortáveis devido à ansiedade e à tensão. São formas de reduzir a ansiedade provocada pelos conflitos intra-psíquicos gerados pelo ID e pelo Superego.
  • 20. Recalcamento  Mecanismo de defesa que consiste em reprimir e afastar da consciência impulsos e desejos inaceitáveis do Id, assim como recordações traumáticas que causem angústia e ansiedade.
  • 21. Racionalização  Mecanismo de defesa que visa proteger a nossa auto-estima e evitar complexos de inferioridade mediante argumentos ou justificações que mascaram a verdadeira realidade dos fatos. Substituição de um fato inaceitável por outro que encobre e protege a auto-estima do sujeito.
  • 22. Projeção  Mecanismo de defesa do Ego que consiste em atribuir a outros sentimentos e desejos que são nossos mas que recusamos por serem, regra geral, inaceitáveis ou pouco apropriados.
  • 23. Deslocamento  Mecanismo de defesa mediante o qual o Ego de um indivíduo substitui o objeto original de um impulso por outro sobre o qual liberta a tensão.
  • 24. Sublimação  É o Mecanismo de defesa mais saudável que o Ego utiliza, canalizando ou dirigindo para atividades socialmente aceitas, impulsos libidinais e agressivos considerados indesejáveis e perigosos.
  • 25. Compensação  Mecanismo de defesa que visa superar situações de inferioridade através do envolvimento em atividades que as compensem e possibilitem a nossa auto-afirmação.
  • 26. Regressão  Mecanismo de defesa que consiste em o indivíduo adaptar formas de comportamento características de estádios anteriores do seu desenvolvimento psicossexual, sobretudo os estádios infantis.
  • 27. A sexualidade infantil  As descobertas de Freud sobre a sexualidade infantil provocaram grande espanto na sociedade conservadora do final do século XIX, visto que até esta época a criança era vista como um símbolo de pureza, um ser assexuado.
  • 28.  Ao longo dos tempos, a sociedade vem, pouco a pouco, familiarizando- se e compreendendo as diferentes formas de expressão da sexualidade infantil. Sexualidade esta que evolui, segundo Freud, de acordo com etapas de desenvolvimento que ele denominou de fase oral, anal, fálica, latência e genital.
  • 29.  Embora as características de cada uma destas fases estejam amplamente difundidas nos meios de comunicação, de tal forma que os pais possam reconhecer as manifestações desta sexualidade em seus filhos, persiste ainda muito equívocos na forma como eles lidam com esta questão.
  • 30.  É comum encontrarmos pais que se espantam ao se defrontarem com seus filhos a masturbarem-se, ou que explicam com meias verdades as clássicas perguntas infantis sobre a origem dos bebês.
  • 31.  A sexualidade na criança nasce masculina - feminina, macho ou fêmea, futuramente que será homem ou mulher. Entram fatores culturais para modelar.  Durante a infância ocorre desenvolvimento de jogos corporais onde as crianças vão-se descobrindo e amadurecendo.
  • 32.  A sexualidade é reconhecida como um instinto com o qual as pessoas nascem e que se expressa de formas distintas de acordo com as fases do desenvolvimento que são: Fase Oral; Fase Anal; Fase Fálica; Período de Latência e a Fase Genital.
  • 33. ETAPAS DO DESENVOLVIMENTO PSICOSSEXUAL  Fase Oral Período: de 0 a 1 ano aproximadamente. Características principais: a região do corpo que proporciona maior prazer à criança é a boca. É pela boca que a criança entra em contacto com o mundo, é por esta razão que a criança pequena tende a levar tudo o que pega à boca. O principal objeto de desejo nesta fase é o seio da mãe, que além de a alimentar proporciona satisfação ao bebê.
  • 34. Fase Anal  Período: 2 a 4 anos aproximadamente Características: Neste período a criança passa a adquirir o controle dos esfíncteres a zona de maior satisfação é a região do anus. Ambivalência (impulsos contraditórios)
  • 35.  A criança descobre que pode controlar as fezes que sai de seu interior, oferecendo-o à mãe ora como um presente, ora como algo agressivo. É nesta etapa que a criança começa a ter noção de higiene. Fases de birras.
  • 36. Fase Fálica  Período: de 4 a 6 anos aproximadamente. Características: Nesta etapa do desenvolvimento a atenção da criança volta-se para a região genital.
  • 37.  Inicialmente a criança imagina que tanto os meninos quanto as meninas possuem um pênis. Ao serem defrontadas com as diferenças anatômicas entre os sexos, as crianças criam as chamadas "teorias sexuais infantis", imaginando que as meninas não tem pênis porque este órgão lhe foi arrancado (complexo de castração). É neste momento que a menina tem medo de perder o seu pênis.
  • 38.  Neste período surge também o complexo de Édipo, no qual o menino passa a apresentar uma atração pela mãe e a se rivalizar com o pai, e na menina ocorre o inverso.
  • 39. Fase de Latência  Período: de 6 a 11 anos aproximadamente. Características: este período tem por característica principal um deslocamento da libido da sexualidade para atividades socialmente aceitas, ou seja, a criança passa a gastar sua energia em atividades sociais e escolares.
  • 40. Fase Genital  Período: a partir de 11 anos. Características: neste período, que tem início com a adolescência, há uma retomada dos impulsos sexuais, o adolescente passa a buscar, em pessoas fora de seu grupo familiar, um objeto de amor.
  • 41.  A adolescência é um período de mudanças no qual o jovem tem que elaborar a perda da identidade infantil e dos pais da infância para que pouco a pouco possa assumir uma identidade adulta.