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Introdução a 
psicanálise
SIGMUNDO 
FREUD 
(1856-1939) 
UNIVERSIDADE DE 
VIENA DOUTOR EM 
Medicina- 1881 
Estudo sobre 
neurologia
[...]então por trás 
destas fantasias 
surgiu,em toda sua 
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Estabelece equilíbrio entre as 
exigências do ID, as 
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do prazer para buscar a 
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A etapa oral (exemplificada pelo prazer dos bebes ao chupar a 
chupeta, que não tem nenhuma função vital, mas apenas de 
proporcionar prazer). A fase oral é dividida em duas etapas, a de 
sucção e a de mordida.A criança que morde na verdade está 
procurando uma forma prazerosa de se expressar com o mundo, de se 
descobrir dentro dele, pois nesta fase a sua libido está centrada na 
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A etapa anal (exemplificada pelo prazer das crianças ao controlar 
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Logo a seguir, ocorre a etapa fálica (que é demonstrada pela 
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Freud, defende que na fase fálica, ocorre o Complexo de 
Édipo, segundo o qual a criança passa a amar o progenitor do 
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No final desta fase, ela percebe que este amor e ódio sentidos 
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Seguido a esta fase, surge a fase da latência. É um período 
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  • 2. SIGMUNDO FREUD (1856-1939) UNIVERSIDADE DE VIENA DOUTOR EM Medicina- 1881 Estudo sobre neurologia
  • 3. [...]então por trás destas fantasias surgiu,em toda sua vastidão, a vida sexual da criança. Teoria da fantasia sexual [...]Descobrimos que essas fantasias serviam para dissimular a atividade erótica dos primeiros anos da infancia.
  • 4. Freud encontra na mente uma divisão entre três elementos:
  • 5. Estão os elementos instintivos, que nunca foram conscientes e que não são acessíveis à consciência E também, material que foi excluído da consciência, censurado e reprimido inconsciente Uma parte do inconsciente que pode tornar-se consciente com facilidade Pré-inconsciente consciente Pequena parte do aparelho psíquico, inclui tudo do que estamos cientes em um dado momento
  • 6. Mais tarde Freud desenvolve uma segunda forma de estruturar a personalidade, que seria constituída por:
  • 7. constitui o reservatório da energia psíquica, é onde se “localizam” as PULSÕES : de vida e de morte. É regido pelo princípio de prazer Estabelece equilíbrio entre as exigências do ID, as exigências da realidade e as “ordens” do SUPEREGO É regido pelo princípio de realidade. É um regulador, na medida que altera o princípio do prazer para buscar a satisfação considerando as condições objetivas da realidade. Funções básicas: percepção, memória, sentimentos, pensamento. ID EGO SUPEREGO É o depósito dos códigos morais, modelos de conduta. Constituem as inibições da personalidade e geram os “sentimentos de culpa” Funções: consciência, auto-observação e formação de ideais.
  • 8. Argumentava que os humanos nascem "polimorficamente perversos", no sentido de que uma grande variedade de objetos possam ser uma fonte de prazer, sem ter a pretensão de se chegar à finalidade última, ou seja, o ato sexual.
  • 9. libido É uma palavra feminina que significa prazer .a libido constitui uma força de grande alcance na nossa personalidade; é um impulso fundamental ou fonte de energia.
  • 10. FASE DE DESENVOLVIMENTO PSICOSSOCIAL ORAL FÁLICA PERIODO DE LATENCIA GENITAL 4 a 5 anos zona erógena: órgão genital ANAL O a 2 anos zona erógena: boca 2 a 3 anos zona erógena: ânus 6 a 9 anos “intervalo” na evolução sexual 10 anos em diante o prazer está no objeto externo ao indivíduo
  • 11. A etapa oral (exemplificada pelo prazer dos bebes ao chupar a chupeta, que não tem nenhuma função vital, mas apenas de proporcionar prazer). A fase oral é dividida em duas etapas, a de sucção e a de mordida.A criança que morde na verdade está procurando uma forma prazerosa de se expressar com o mundo, de se descobrir dentro dele, pois nesta fase a sua libido está centrada na boca.
  • 12. A etapa anal (exemplificada pelo prazer das crianças ao controlar sua defecação)
  • 13. Logo a seguir, ocorre a etapa fálica (que é demonstrada pela manipulação dos órgãos genitais). Até então percebe-se que a libido é voltada para o próprio ego, ou seja, a criança sente prazer consigo mesma.
  • 14. Freud, defende que na fase fálica, ocorre o Complexo de Édipo, segundo o qual a criança passa a amar o progenitor do sexo oposto e a experiência um sentimento de ódio em relação ao progenitor do mesmo sexo.
  • 15. No final desta fase, ela percebe que este amor e ódio sentidos são proibidos. O complexo de Édipo é então finalizado com o surgimento do superego, com a desistência deste amor e com a identificação da criança com o progenitor do mesmo sexo.
  • 16. Seguido a esta fase, surge a fase da latência. É um período em que o instinto sexual está adormecido,temporariamente sublimado em atividades escolares, passatempos e desporto e no desenvolvimento de amizades com pessoas do mesmo sexo.
  • 17. Fase genital Começa na puberdade, o adolescente tem que se adaptar às sanções e tabus da sociedade que existem em relação à expressão sexual A energia sexual pode ser parcialmente satisfeita por substitutos socialmente aceites e, mais tarde, através de uma relação de compromisso com uma pessoa do sexo oposto. Na opinião do grupo os educadores da criança devem ter especial atenção em todos estes estádios. Qualquer erro ocorrido poderá ser um problema para o futuro da criança!
  • 18. falo O conceito de falo, refere-se ao momento decisivo do desenvolvimento da sexualidade infantil, no qual acontece o complexo de castração.Freud utiliza-o como “pênis ”,quando se trata da parte ameaçada do corpo do menino e ausente do corpo da É o que a criança percebe que esse elemento presente em uns e ausente em outros não é o pênis, mas sua representação psíquica, sendo ela imaginária ou sendo simbólica.
  • 19. IDENTIFICAÇÃO PRINCIPAIS MECANISMOS DE DEFESAS SUBLIMAÇÃO FORACLUSÃO PROJEÇÃO RECALQUE INTROJEÇÃO
  • 20. Identificação Processo psíquico por meio do qual um indivíduo assimila um aspecto, um característica de outro, e se transforma, total ou parcialmente, apresentando-se conforme o modelo desse outro. A personalidade constitui-se e diferencia-se por uma série de identificações . Sublimação Parte da energia investida nos impulsos sexuais é direcionada, canalizada à consecução de realizações socialmente aceitáveis A foraclusão desordena as relações do real e do simbólico, alterando a estrutura. Na psicose não há um dito que designe o desejo, não há um laço entre o simbólico e o real; as representações de coisas estão ausentes e separadas das de palavras. Projeção Atribuir sentimentos ou impulsos inaceitáveis para si mesmo a outra pessoa Introjeção Integrar as crenças e os valores de um outro indivíduo à estrutura do próprio ego recalcamento – Mecanismo de repressão de pensamentos, recordações, sentimentos, pulsões e desejos que, por provocarem ansiedade e porem em causa o equilíbrio intra-psíquico, são excluídos da consciência e mantidos no inconsciente.
  • 21. CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO EXTREMO SUL DA BAHIA FACULDADE DE CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS CURSO DE SERVIÇO SOCIAL Componentes : AMANDA, JAMILE,LAURINDA,LUDMILA, MARIA E SANDRA VITALLI