UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁHOSPITAL UNIVERSITÁRIO JOÃO DE BARROS BARRETOSERVIÇO DE CLÍNICA MÉDICAASMAFlávia MatosR2 de Clínica Médica
INTRODUÇÃOSíndromecomplexaVariadosfenótiposclínicos, Acometetantocriançasquantoadultos. FONTE: MACKAY, IR; ROSEN, F.SN Engl J Med, Vol. 344, No. 5 .February 1, 2001
INTRODUÇÃOCARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS:Grauvariável de obstruçãoaofluxo de ar.Hiperresponsividadebrônquicareversível.Inflamação de via aérea (ProcessoInflamatóriocrônico com períodos de agudização).Episódios recorrentes de sibilância, dispnéia, aperto no peito; c/ piora à noite e pela manhãFONTE: MACKAY, IR; ROSEN, F.SN Engl J Med, Vol. 344, No. 5 .February 1, 2001
INTRODUÇÃOFatores desencadeantesFatores intensificadores Fatores moduladoresFONTE: MACKAY, IR; ROSEN, F.SN Engl J Med, Vol. 344, No. 5 .February 1, 2001
EPIDEMIOLOGIAAfeta 1 a 20% da população. M: F (1:1)Mais comum em negros e crianças na primeira década de vida.Determinação genética de inflamação de vias aéreas.Precipitação por exposição a alguns fatores.FONTE: MACKAY, IR; ROSEN, F.SN Engl J Med, Vol. 344, No. 5 .February 1, 2001
Fatores Desencadeantes de CrisesAtopiaExercíciosIVASRinitesSinusitesGotejamento pós-nasalAlterações ClimáticasRefluxo gastroesofágicoStressFumoDrogas ( AINEs, betabloqueadores, IECA)Ocupacional
EPIDEMIOLOGIAGINA – Global Initiative for Asthma. Update 2006. www.ginasthma.com
EPIDEMIOLOGIAGINA – Global Initiative for Asthma. Update 2006. www.ginasthma.com
BroncoespasmoRedução do calibre das V.A.AsmaHiperreatividade brônquicaAlterações Estruturais de Vias AéreasInflamação
Possíveismecanismosqueconectamas viasaéreassuperiores e inferioresDrenagempós-nasal de material inflamatóriopara as viasaéreasinferioresMudançadarespiração nasal pelabucalAtivação de reflexosbrônquicosnasofaríngeosAbsorção de mediadoresprovenientes do processoinflamatório no narizounosseiosparanasaispelasviasaéreasinferioresTogias AG. Allergy. 1999;54:S94-S105.
HISTOPATOLÓGICONormalAsma moderadaFONTE: MACKAY, IR; ROSEN, F.SN Engl J Med, Vol. 344, No. 5 .February 1, 2001
FISIOPATOLOGIAA redução do calibre das vias aéreas é o principal fator responsável pelo quadro clínico da doença. Ela se dá por:Contração do músculo liso da parede dos brônquiosEdema da mucosa brônquicaHipersecreção mucóide e exsudato inflamatórioAlterações estruturais das vias aéreas (“remodelamento”)
REMODELAMENTO Fibrose subepitelialHipertrofia e hiperplasia do músculo liso dos brônquiosProliferação vascular na parede brônquicaHipersecreção mucóide.
Processo Inflamatório na AsmaRemodelamento das Vias AéreasInflamação AgudaInflamaçãoCrônicaBroncoconstricçãoEdemaSecreçãoTosseRecrutamento celularDano EpitelialModificações Estruturais PrecocesProliferação CelularAumento da Matriz ExtracelularCançado, JE 2000
FONTE: MACKAY, IR; ROSEN, F.SN Engl J Med, Vol. 344, No. 5 .February 1, 2001
Mediadores Inflamatórios
DIAGNÓSTICOHistória Clínica característica.Dúvidas: Prova de função RespiratóriaPEF (mini  “peakflow”)Objetivo: Confirmar a obstrução ao fluxo aéreo e sua reversibilidade após uso de broncodilatador. Oscilações > 20% no PEF e melhora posterior com uso de Broncodilatador (+/-) CI.
DIAGNÓSTICOTestes de BroncoprovocaçãoMetacolina ou HistaminaInduzido por exercício (esteira)Registro de piora da PEF e após uso de Broncodilatador melhora ou normalização do PEF.
EXAME FÍSICOSibilos TaquipnéiaProlongamento do tempo ExpiratórioTiragemHiperinsuflação pulmonarRedução da ExpansibilidadeHiperssonoridade à percussãoEstigmas atópicosExpiração Forçada
Expiração
 Expiração e Inspiração
 Silêncio Respiratório- Rinorréia, - Polipose nasal,- Eczema flexural
DIAGNÓSTICO DIFERENCIALDPOCSíndrome de hiperventilaçãoAtaque de pânicoDisfunção de cordas vocaisObstrução de vias aéreas Doenças pulmonares não obstrutivas (doenças difusas do parênquima pulmonar)Insuficiência ventricular esquerda Corpo Estranho
 Estenose de Traquéia
 Tumores
 Lesões Granulomatosas
Classificação quanto ao Controle
OBJETIVOS DO TRATAMENTOAlcançar e manter o controle dos sintomas.Manter atividade física normal, incluindo a possibilidade de executar exercícios físicos.Manter a função pulmonar o mais perto possível do normal.Prevenir exacerbações.Evitar efeitos adversos das medicações.Prevenir mortalidade por asma.EDUCAR O PACIENTE
TRATAMENTOEducaçãoRedução da Exposição a fatores desencadeantesTratamento farmacológico (crise e manutenção)
Tratamento Farmacológico
TRATAMENTO INICIALBaseia-se na Classificação de Gravidade.1. Asma intermitenteEducação e controle ambiental.Beta-2 agonista de curta duração conforme a necessidade.2. Asma persistente leveEducação e controle ambientalCorticóide inalado em baixa dose (1ª opção) ou antileucotrienoBeta-2 agonista de curta duração conforme a necessidade
Tratamento Inicial3. Asma persistente moderadaEducação e controle ambiental Beta-2 agonista de curta duração conforme a necessidadeCorticóide inalado em baixa dose + beta-2 agonista de ação prolongada (1ª opção) oucorticóide inalado em dose alta.Outras opções: corticóide inalado em baixa dose + antileucotrieno.corticóide inalado em baixa dose + teofilina.
Tratamento Inicial4. Asma persistente graveEducação e controle ambientalCorticóide inalado em dose moderada/alta + beta-2 agonista de ação prolongada (1ª opção). Outras opções: corticóide inalado em dose baixa/moderada/alta + beta-2 agonista de ação prolongada + antileucotrieno.corticóide inalado em dose baixa/moderada/alta + beta-2 agonista de ação prolongada + teofilina.Beta-2 agonista de curta duração conforme a necessidade.
Estratégia dos NíveisDoença sob controleo tratamento deve ser mantido, até que, após 3 meses assim, ele deve ser reduzido para um nível abaixo. asma descontrolada  eleva-se o nível de tratamento, progressivamente, até se obter o controle. Parcialmente controlados  cogitar aumentar o tratamento para um nível acima.
Tratamento sequencial1ª Redução: Após 3 meses de estabilidade da doença.Como fazer: Se em uso de (CI) em doses moderadas ou altas  redução de 50%. Reavaliar após 3 meses.Após 3 meses de estabilidade com CI em doses baixas  Redução para 1 vez ao dia.Após 1 ano sob controle : Retirada da medicação.
Corticóide InalatórioMEDICAÇÃO DE ESCOLHA NO TRATAMENTO DA ASMAEfeitos colaterais: Rouquidão e monilíase oralBaixa ou nenhuma absorção sistêmica em doses terapêuticas
Corticóide SistêmicoReservado para Crises ou Asma de difícil controle:Endovenoso: Hidrocortisona ou Metilprednisolona.Via oral: Prednisona ou prednisolona
Corticóides Sistêmicos
XANTINAS
Interações com Xantinas
XANTINAS- Efeitos Adversos
Agonistas B adrenérgicos
Efeitos Adversos – B agonistas
ASMA DE DIFÍCIL CONTROLE
ASMA- TRATAMENTO NA CRISE
INTENSIDADE DA CRISE

Asma sessão clínica