SlideShare uma empresa Scribd logo
EGITO
AULA 2
PROF° BIM
“ O Egito não é um país, é um rio”
Civilização egípcia é hidráulica
A CIVILIZAÇÃO
 Por volta do ano 3100 a.C., o faraó Narmer, com a unificação do norte e do sul do
Egito, inaugura a primeira dinastia do Império egípcio;
 Nas bordas do rio Nilo uma civilização unitária que compreende 31 dinastias;
 Uma sociedade no conceito oficial : Uma sociedade sedentária, com arquitetura e
arte desenvolvida , escrita, matemática e política;
 Os egípcios eram admirados e causavam assombros em outras culturas e serviram
de modelo para a primeira arte grega.
 O desenvolvimento artístico no antigo Egito era determinado pelo complexo sistema
religioso que regia a sociedade.
 No topo da hierarquia religiosa estava o faraó, (próximo aos deuses).
Características da arte egípcia
1- Religiosidade; panteísta (muitos deuses)
2- Crença nos deuses;
3- Vida após a morte era mais importante que
a terrena;
4- Colossais obras de arte para render glórias
aos espíritos após a morte;
5- Acredita-se que o faraó representava os
homens junto aos deuses e os deuses
junto aos homens, por isso a
importância de sua representação
artística: Preservar sua imortalidade!
Busto de
Tutankhamon
Pedra de Roseta, exposta do Museu Britânico,
em Londres
 O estudo da história egípcia nos
tempos modernos começou com a
descoberta da pedra de Rosetta e a
interpretação dos hieróglifos pelo
historiador francês Jean François
Champollion (1790-1832), que em
1826 pediu ao rei Carlos X, da França
, para começar uma coleção de
antiguidades egípcias no Louvre , que
hoje conta com mais de 60 mil itens.
HIERÓGLIFOS
 A escrita é conhecida como
escrita pictográfica ou
hieróglifos.
 Uma escrita que não se
baseia em reprodução gráfica
de fonemas, e sim
estruturada em imagens.
 Apenas os sacerdotes,
membros da realeza, altos
cargos, e escribas conheciam
a arte de ler e escrever esses
sinais "sagrados".
 Deixaram, além dos
hieróglifos, outros dois
sistemas de escrita:
 O hierático, empregado para
fins práticos;
Divisão da arte
Arquitetura
Pintura
Escultura
Arquitetura
Características: Conservação/ solidez / enigmabilidade
Pirâmides – Exemplar maior da arquitetura funerária. Túmulos de
faraós.
Pirâmide de degraus de Saccara: material menos resistente
2 arte egito 2020
MASTABA
 Já na dinastia I
aparece a Mastaba,
tumba constituída
exteriormente por
uma estrutura
retangular , que
abriga também uma
capela de oferendas.
 Mas o edifício mais
comum é a pirâmide.
Arquitetura
 Pirâmides de Gizé foram as obras mais famosas, construídas
pelos faraós Quéops, Quéfren e Miquerinos.Antigo Império
Avô
Filho
Neto
2 arte egito 2020
2 arte egito 2020
Pirâmide de Quéops
146 m. de altura e 2 milhões de blocos
2 arte egito 2020
2 arte egito 2020
“Decifra-me ou te devoro”
Esfinge:
Corpo de Leão (força) , Cabeça humana (sabedoria)
Sua função era afastar os maus espíritos.
Foto escavação da
Esfinge em 1850
Arquitetura: Os Templos
Templo de karnak Templo de Luxor
Construídos em honra ao deus Amon
Os templos eram edifícios construídos para o culto oficial dos deuses
e para celebrar os faraós. Estes templos eram vistos como casas dos
deuses para os quais haviam sido dedicados, ali aconteciam vários
rituais, dentre eles fazer oferendas aos deuses e reencenar suas
interações mitológicas através de festivais.
Templo de Abu Simbel, dedicado a Ramsés II Século
XIII a.C. Novo Império, dinastia XIX
Escultura
 Geralmente de frente, sem sinal de emoção;
Príncipe Rahotep e sua esposa Nofret, 2610 a.C., Museu Egípcio do Cairo
Escultura
Escriba sentado, 2500 a.C.,Museu
do Louvre, Paris
 Como achavam que a
escultura deveria durar
para a eternidade
usaram materiais
resistentes como diorito
, granito.
A Tríada de Miquerinos,
Antigo Império, dinastia IV.
Museu Egípcio do Cairo.
Busto de Nefertiti, Novo
Império, dinastia
XVIII,museu Egípcio de
Berlim.
pintura
 Predomínio da frontalidade
( o tronco de frente, enquanto pernas, pés e
cabeça são vistos de perfil) Respeito ao
observador;
- Os polegares e pés devem estar visíveis;
- A gradação , a mistura de tonalidades ,
o claro-escuro não eram utilizados.
 Todo o controle sobre a
confecção das imagens era
regido pelo consenso a respeito
da eternidade.
 As artes ligadas a vida após a
morte se da o nome de arte
canônica, que é regida por
regras iconográficas.
As representações dos deuses
dividem-se em:
 Antropomórficas: Formas
humanas.
 Zoomórficas: Formas de
animais
 Ou Antropozoomórficos:
Sarcófago de Tutankhamon
1. Em ouro maciço;
2. Ficava guardado dentro;
de quatro ataúdes de madeira;
3. O faraó morreu aos
dezenove anos.
Túmulo de Tutankamon, no Vale dos
Reis, descoberto em 1922, por Howard
Carter.
A harmonia e o equilíbrio deveriam ser
mantidos, qualquer perturbação neste
sistema é , consequentemente, um
distúrbio na vida após a morte.
A arte egípcia, à semelhança da arte grega, apreciava muito as cores. As
estátuas, o interior do templos e dos túmulos eram coloridos.
2 arte egito 2020
2 arte egito 2020
2 arte egito 2020
Mumificação
Múmia egípcia no Museu Britânico
Mumificação
 Mumificação é o nome do processo aprimorado pelos egípcios em
que retiram-se os principais órgãos, além do cérebro do cadáver,
dificultando assim a sua decomposição. Geralmente, os corpos são
colocados em sarcófagos de pedra, madeira ou ouro e envoltos por
faixas de algodão ou linho. Após o processo ser concluído são
chamadas de múmias. O processo de mumificação durava cerca de
60 a 70 dias.
 A mumificação era um processo bastante complexo e demorado. O
sacerdote (embalsamador) começava por retirar o cérebro do morto,
com um gancho, por meio das narinas. Depois, faziam um corte no
lado esquerdo do corpo, retirando os orgãos, que eram colocados
em vasos próprios e guardados no túmulo, com exceção do coração,
que, por ser necessário na outra vida, era recolocado no seu lugar.
 Então, o corpo era coberto com natrão (cristais de sal) ou bicabornato
de sódio e deixado a secar durante 60 a 70 dias. Após esse processo,
as cavidades eram cheias com substâncias aromáticas, e enrolava-se
o corpo com ataduras de linho. Os olhos eram cheios com linho ou
pedras pintadas de branco. Também os animais de estimação e os
escravos pessoais eram por vezes colocados vivos na tumba do faraó.
2 arte egito 2020
2 arte egito 2020
 O livro dos mortos dos egípcios , com Osíris á direita e Anúbis ao
centro ,pesando o coração de um morto para avaliar sua vida.
 Segundo a religião do Egito, quando alguém morria era julgado pelo
tribunal de Osíris, Lá , seu coração era colocado em uma parte da
balança, e na outra, uma pluma de avestruz de Maát, representado a
justiça. A pesagem era registrada pelo escriba dos deuses, o deus
Thot. Se a balança se equilibrasse, o morto era conduzido, por
Osíris, para o além.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Povos na Antiguidade Oriental: persas, fenícios, hebreus e egípcios
Povos na Antiguidade Oriental: persas, fenícios, hebreus e egípciosPovos na Antiguidade Oriental: persas, fenícios, hebreus e egípcios
Povos na Antiguidade Oriental: persas, fenícios, hebreus e egípcios
Munis Pedro
 
Arte grega
Arte gregaArte grega
Arte grega
Marcio Duarte
 
Linha do tempo
Linha do tempoLinha do tempo
Linha do tempo
Solange Maria Bona
 
A arte egipcia
A arte egipciaA arte egipcia
A arte egipcia
Mírian Carlos
 
ARTE EGÍPCIA
ARTE EGÍPCIAARTE EGÍPCIA
ARTE EGÍPCIA
Cristiane Seibt
 
História da arte
História da arteHistória da arte
História da arte
Ana Cristina D Assumpcão
 
Arte grega 2019
Arte grega 2019Arte grega 2019
Arte grega 2019
CLEBER LUIS DAMACENO
 
História da arte grega e romana
História da arte grega e romanaHistória da arte grega e romana
História da arte grega e romana
Ricardo Staiger
 
Arte Egípcia; História da Arte
Arte Egípcia; História da ArteArte Egípcia; História da Arte
Arte Egípcia; História da Arte
Robson Ferraz
 
Antiguidade e idade média
Antiguidade e idade médiaAntiguidade e idade média
Antiguidade e idade média
Antonio Carlos Souza
 
A arte no egito
A arte no egitoA arte no egito
A arte no egito
Giorgia Marrone
 
Arte egípcia
Arte egípciaArte egípcia
Arte egípcia
Sandro Bottene
 
A arte no egito
A arte no egitoA arte no egito
A arte no egito
CEF16
 
História da Arte (PaleoLítico, Mesolítico, Neolítico, Arte Egípsia, Arte Greg...
História da Arte (PaleoLítico, Mesolítico, Neolítico, Arte Egípsia, Arte Greg...História da Arte (PaleoLítico, Mesolítico, Neolítico, Arte Egípsia, Arte Greg...
História da Arte (PaleoLítico, Mesolítico, Neolítico, Arte Egípsia, Arte Greg...
Anita Rink
 
Arte egipcía
Arte egipcíaArte egipcía
Arte egipcía
rolim mendes
 
Aula arte egipicia
Aula arte egipiciaAula arte egipicia
Aula arte egipicia
Mariaprofessora
 
2c15 Arte Grega e Museu da Acrópole 2012
2c15 Arte Grega e Museu da Acrópole 20122c15 Arte Grega e Museu da Acrópole 2012
2c15 Arte Grega e Museu da Acrópole 2012
www.historiadasartes.com
 
Arte grega 2017
Arte grega 2017Arte grega 2017
Arte grega 2017
CLEBER LUIS DAMACENO
 
21 egito resumos
21 egito resumos21 egito resumos
21 egito resumos
Denise Lugli
 
Arte egípcia
Arte egípciaArte egípcia

Mais procurados (20)

Povos na Antiguidade Oriental: persas, fenícios, hebreus e egípcios
Povos na Antiguidade Oriental: persas, fenícios, hebreus e egípciosPovos na Antiguidade Oriental: persas, fenícios, hebreus e egípcios
Povos na Antiguidade Oriental: persas, fenícios, hebreus e egípcios
 
Arte grega
Arte gregaArte grega
Arte grega
 
Linha do tempo
Linha do tempoLinha do tempo
Linha do tempo
 
A arte egipcia
A arte egipciaA arte egipcia
A arte egipcia
 
ARTE EGÍPCIA
ARTE EGÍPCIAARTE EGÍPCIA
ARTE EGÍPCIA
 
História da arte
História da arteHistória da arte
História da arte
 
Arte grega 2019
Arte grega 2019Arte grega 2019
Arte grega 2019
 
História da arte grega e romana
História da arte grega e romanaHistória da arte grega e romana
História da arte grega e romana
 
Arte Egípcia; História da Arte
Arte Egípcia; História da ArteArte Egípcia; História da Arte
Arte Egípcia; História da Arte
 
Antiguidade e idade média
Antiguidade e idade médiaAntiguidade e idade média
Antiguidade e idade média
 
A arte no egito
A arte no egitoA arte no egito
A arte no egito
 
Arte egípcia
Arte egípciaArte egípcia
Arte egípcia
 
A arte no egito
A arte no egitoA arte no egito
A arte no egito
 
História da Arte (PaleoLítico, Mesolítico, Neolítico, Arte Egípsia, Arte Greg...
História da Arte (PaleoLítico, Mesolítico, Neolítico, Arte Egípsia, Arte Greg...História da Arte (PaleoLítico, Mesolítico, Neolítico, Arte Egípsia, Arte Greg...
História da Arte (PaleoLítico, Mesolítico, Neolítico, Arte Egípsia, Arte Greg...
 
Arte egipcía
Arte egipcíaArte egipcía
Arte egipcía
 
Aula arte egipicia
Aula arte egipiciaAula arte egipicia
Aula arte egipicia
 
2c15 Arte Grega e Museu da Acrópole 2012
2c15 Arte Grega e Museu da Acrópole 20122c15 Arte Grega e Museu da Acrópole 2012
2c15 Arte Grega e Museu da Acrópole 2012
 
Arte grega 2017
Arte grega 2017Arte grega 2017
Arte grega 2017
 
21 egito resumos
21 egito resumos21 egito resumos
21 egito resumos
 
Arte egípcia
Arte egípciaArte egípcia
Arte egípcia
 

Semelhante a 2 arte egito 2020

Arte egípcia,1
Arte egípcia,1Arte egípcia,1
Arte egípcia,1
CLEBER LUIS DAMACENO
 
Antigo Egito
Antigo EgitoAntigo Egito
Antigo Egito
Anna Caroline
 
48787715 apostila-de-arte
48787715 apostila-de-arte48787715 apostila-de-arte
Arte egipicia 1° ano
Arte egipicia 1° anoArte egipicia 1° ano
Arte egipicia 1° ano
Aline Raposo
 
O Egito
O EgitoO Egito
O Egito
Jean Carvalho
 
Revisão - Arte Medieval, Antiguidade clássica e Idade Média
Revisão - Arte Medieval, Antiguidade clássica e Idade MédiaRevisão - Arte Medieval, Antiguidade clássica e Idade Média
Revisão - Arte Medieval, Antiguidade clássica e Idade Média
Maiara Giordani
 
Civilização Egípcia
Civilização EgípciaCivilização Egípcia
Civilização Egípcia
Jorge Almeida
 
A Arte Egípcia
A Arte EgípciaA Arte Egípcia
A Arte Egípcia
jorgefmsilva
 
Egito história da arte 7º ano
Egito história da arte 7º anoEgito história da arte 7º ano
Egito história da arte 7º ano
josivaldopassos
 
Arte na antiguidade
Arte na antiguidadeArte na antiguidade
Arte na antiguidade
Rafael Lucas da Silva
 
Egito antigo - Colégio Piaget - 6º Ano
Egito antigo - Colégio Piaget - 6º AnoEgito antigo - Colégio Piaget - 6º Ano
Egito antigo - Colégio Piaget - 6º Ano
Leticia Ribeiro
 
Mesopotâmia e Egito 2019
Mesopotâmia  e Egito 2019Mesopotâmia  e Egito 2019
Mesopotâmia e Egito 2019
CLEBER LUIS DAMACENO
 
Egito Antigo - 6ºAno Colégio Piaget
Egito Antigo - 6ºAno Colégio PiagetEgito Antigo - 6ºAno Colégio Piaget
Egito Antigo - 6ºAno Colégio Piaget
Leticia Ribeiro
 
Revisão de História da Arte (01)
Revisão de História da Arte (01)Revisão de História da Arte (01)
Revisão de História da Arte (01)
Carlos Benjoino Bidu
 
A arte no egito
A arte no egitoA arte no egito
A arte no egito
Daniella Cincoetti
 
Arte Egípcia
Arte EgípciaArte Egípcia
Arte Egípcia
Maria Gomes
 
Arte Egípcia - Escola APP
Arte Egípcia - Escola APPArte Egípcia - Escola APP
Arte Egípcia - Escola APP
Antonio Pinto Pereira
 
Arte na mesopotâmia [modo de compatibilidade]
Arte na mesopotâmia [modo de compatibilidade]Arte na mesopotâmia [modo de compatibilidade]
Arte na mesopotâmia [modo de compatibilidade]
Viviane Marques
 
Arte Egípcia
Arte EgípciaArte Egípcia
Arte Egípcia
Maria Gomes
 
Arte na antiguidade 1ºs anos s.l
Arte na antiguidade 1ºs anos s.lArte na antiguidade 1ºs anos s.l
Arte na antiguidade 1ºs anos s.l
Lú Feitosa
 

Semelhante a 2 arte egito 2020 (20)

Arte egípcia,1
Arte egípcia,1Arte egípcia,1
Arte egípcia,1
 
Antigo Egito
Antigo EgitoAntigo Egito
Antigo Egito
 
48787715 apostila-de-arte
48787715 apostila-de-arte48787715 apostila-de-arte
48787715 apostila-de-arte
 
Arte egipicia 1° ano
Arte egipicia 1° anoArte egipicia 1° ano
Arte egipicia 1° ano
 
O Egito
O EgitoO Egito
O Egito
 
Revisão - Arte Medieval, Antiguidade clássica e Idade Média
Revisão - Arte Medieval, Antiguidade clássica e Idade MédiaRevisão - Arte Medieval, Antiguidade clássica e Idade Média
Revisão - Arte Medieval, Antiguidade clássica e Idade Média
 
Civilização Egípcia
Civilização EgípciaCivilização Egípcia
Civilização Egípcia
 
A Arte Egípcia
A Arte EgípciaA Arte Egípcia
A Arte Egípcia
 
Egito história da arte 7º ano
Egito história da arte 7º anoEgito história da arte 7º ano
Egito história da arte 7º ano
 
Arte na antiguidade
Arte na antiguidadeArte na antiguidade
Arte na antiguidade
 
Egito antigo - Colégio Piaget - 6º Ano
Egito antigo - Colégio Piaget - 6º AnoEgito antigo - Colégio Piaget - 6º Ano
Egito antigo - Colégio Piaget - 6º Ano
 
Mesopotâmia e Egito 2019
Mesopotâmia  e Egito 2019Mesopotâmia  e Egito 2019
Mesopotâmia e Egito 2019
 
Egito Antigo - 6ºAno Colégio Piaget
Egito Antigo - 6ºAno Colégio PiagetEgito Antigo - 6ºAno Colégio Piaget
Egito Antigo - 6ºAno Colégio Piaget
 
Revisão de História da Arte (01)
Revisão de História da Arte (01)Revisão de História da Arte (01)
Revisão de História da Arte (01)
 
A arte no egito
A arte no egitoA arte no egito
A arte no egito
 
Arte Egípcia
Arte EgípciaArte Egípcia
Arte Egípcia
 
Arte Egípcia - Escola APP
Arte Egípcia - Escola APPArte Egípcia - Escola APP
Arte Egípcia - Escola APP
 
Arte na mesopotâmia [modo de compatibilidade]
Arte na mesopotâmia [modo de compatibilidade]Arte na mesopotâmia [modo de compatibilidade]
Arte na mesopotâmia [modo de compatibilidade]
 
Arte Egípcia
Arte EgípciaArte Egípcia
Arte Egípcia
 
Arte na antiguidade 1ºs anos s.l
Arte na antiguidade 1ºs anos s.lArte na antiguidade 1ºs anos s.l
Arte na antiguidade 1ºs anos s.l
 

Mais de CLEBER LUIS DAMACENO

5-FINAL.pptx
5-FINAL.pptx5-FINAL.pptx
5-FINAL.pptx
CLEBER LUIS DAMACENO
 
4-argumentoe roteiro.pptx
4-argumentoe roteiro.pptx4-argumentoe roteiro.pptx
4-argumentoe roteiro.pptx
CLEBER LUIS DAMACENO
 
3-Gêneros cinematográficos.pptx
3-Gêneros cinematográficos.pptx3-Gêneros cinematográficos.pptx
3-Gêneros cinematográficos.pptx
CLEBER LUIS DAMACENO
 
2- cinema brasileiro.pptx
2- cinema brasileiro.pptx2- cinema brasileiro.pptx
2- cinema brasileiro.pptx
CLEBER LUIS DAMACENO
 
1-historia do cinema.pptx
1-historia do cinema.pptx1-historia do cinema.pptx
1-historia do cinema.pptx
CLEBER LUIS DAMACENO
 
Modernismo 8ºano
Modernismo 8ºanoModernismo 8ºano
Modernismo 8ºano
CLEBER LUIS DAMACENO
 
Missao artística francesa
Missao artística  francesaMissao artística  francesa
Missao artística francesa
CLEBER LUIS DAMACENO
 
Barroco no Brasil 8 ano
Barroco no Brasil 8 anoBarroco no Brasil 8 ano
Barroco no Brasil 8 ano
CLEBER LUIS DAMACENO
 
Aula de arte urbana
Aula de arte urbanaAula de arte urbana
Aula de arte urbana
CLEBER LUIS DAMACENO
 
Tropicalia 8 ano
Tropicalia 8 anoTropicalia 8 ano
Tropicalia 8 ano
CLEBER LUIS DAMACENO
 
Vanguardas europeias 2020
Vanguardas  europeias 2020Vanguardas  europeias 2020
Vanguardas europeias 2020
CLEBER LUIS DAMACENO
 
Renascimento 2020
Renascimento 2020Renascimento 2020
Renascimento 2020
CLEBER LUIS DAMACENO
 
1 arte brasileira-voz
1 arte brasileira-voz1 arte brasileira-voz
1 arte brasileira-voz
CLEBER LUIS DAMACENO
 
Aula 6 arte brasileira-2020
Aula 6 arte brasileira-2020Aula 6 arte brasileira-2020
Aula 6 arte brasileira-2020
CLEBER LUIS DAMACENO
 
Aula 5 arte crista 2020
Aula 5 arte crista 2020Aula 5 arte crista 2020
Aula 5 arte crista 2020
CLEBER LUIS DAMACENO
 
5 arte crista 2020
5 arte crista 20205 arte crista 2020
5 arte crista 2020
CLEBER LUIS DAMACENO
 
Patrimonio cultural
Patrimonio culturalPatrimonio cultural
Patrimonio cultural
CLEBER LUIS DAMACENO
 
26 arte contemporanea 2020
26 arte contemporanea 202026 arte contemporanea 2020
26 arte contemporanea 2020
CLEBER LUIS DAMACENO
 
25 arte anos 1950 2020
25 arte anos 1950 202025 arte anos 1950 2020
25 arte anos 1950 2020
CLEBER LUIS DAMACENO
 
24 pop art 2020
24 pop art 202024 pop art 2020
24 pop art 2020
CLEBER LUIS DAMACENO
 

Mais de CLEBER LUIS DAMACENO (20)

5-FINAL.pptx
5-FINAL.pptx5-FINAL.pptx
5-FINAL.pptx
 
4-argumentoe roteiro.pptx
4-argumentoe roteiro.pptx4-argumentoe roteiro.pptx
4-argumentoe roteiro.pptx
 
3-Gêneros cinematográficos.pptx
3-Gêneros cinematográficos.pptx3-Gêneros cinematográficos.pptx
3-Gêneros cinematográficos.pptx
 
2- cinema brasileiro.pptx
2- cinema brasileiro.pptx2- cinema brasileiro.pptx
2- cinema brasileiro.pptx
 
1-historia do cinema.pptx
1-historia do cinema.pptx1-historia do cinema.pptx
1-historia do cinema.pptx
 
Modernismo 8ºano
Modernismo 8ºanoModernismo 8ºano
Modernismo 8ºano
 
Missao artística francesa
Missao artística  francesaMissao artística  francesa
Missao artística francesa
 
Barroco no Brasil 8 ano
Barroco no Brasil 8 anoBarroco no Brasil 8 ano
Barroco no Brasil 8 ano
 
Aula de arte urbana
Aula de arte urbanaAula de arte urbana
Aula de arte urbana
 
Tropicalia 8 ano
Tropicalia 8 anoTropicalia 8 ano
Tropicalia 8 ano
 
Vanguardas europeias 2020
Vanguardas  europeias 2020Vanguardas  europeias 2020
Vanguardas europeias 2020
 
Renascimento 2020
Renascimento 2020Renascimento 2020
Renascimento 2020
 
1 arte brasileira-voz
1 arte brasileira-voz1 arte brasileira-voz
1 arte brasileira-voz
 
Aula 6 arte brasileira-2020
Aula 6 arte brasileira-2020Aula 6 arte brasileira-2020
Aula 6 arte brasileira-2020
 
Aula 5 arte crista 2020
Aula 5 arte crista 2020Aula 5 arte crista 2020
Aula 5 arte crista 2020
 
5 arte crista 2020
5 arte crista 20205 arte crista 2020
5 arte crista 2020
 
Patrimonio cultural
Patrimonio culturalPatrimonio cultural
Patrimonio cultural
 
26 arte contemporanea 2020
26 arte contemporanea 202026 arte contemporanea 2020
26 arte contemporanea 2020
 
25 arte anos 1950 2020
25 arte anos 1950 202025 arte anos 1950 2020
25 arte anos 1950 2020
 
24 pop art 2020
24 pop art 202024 pop art 2020
24 pop art 2020
 

Último

Aprendizagem Imersiva: Conceitos e Caminhos
Aprendizagem Imersiva: Conceitos e CaminhosAprendizagem Imersiva: Conceitos e Caminhos
Aprendizagem Imersiva: Conceitos e Caminhos
Leonel Morgado
 
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Guia referencial de Apoio - Planejamento Escolar 2024.pdf
Guia referencial de Apoio - Planejamento Escolar 2024.pdfGuia referencial de Apoio - Planejamento Escolar 2024.pdf
Guia referencial de Apoio - Planejamento Escolar 2024.pdf
FLAVIOROBERTOGOUVEA
 
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
Espanhol Online
 
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1) educação infantil fu...
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1)  educação infantil fu...1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1)  educação infantil fu...
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1) educação infantil fu...
antonio carlos
 
Ideais do Ministério jovem Adventista pdf
Ideais do Ministério jovem Adventista pdfIdeais do Ministério jovem Adventista pdf
Ideais do Ministério jovem Adventista pdf
Anesio2
 
TEORIAS UECE.pdf química geral nome de cientistas famosos da química
TEORIAS UECE.pdf química geral nome de cientistas famosos da químicaTEORIAS UECE.pdf química geral nome de cientistas famosos da química
TEORIAS UECE.pdf química geral nome de cientistas famosos da química
VictorEmanoel37
 
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
DirceuSilva26
 
escrita criativa utilizada na arteterapia
escrita criativa   utilizada na arteterapiaescrita criativa   utilizada na arteterapia
escrita criativa utilizada na arteterapia
shirleisousa9166
 
Relatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdfCaderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
shirleisousa9166
 
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Colaborar Educacional
 
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsxNoite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Luzia Gabriele
 
Registros da 8ª edição da FECINTEC - AFV
Registros da 8ª edição da FECINTEC - AFVRegistros da 8ª edição da FECINTEC - AFV
Registros da 8ª edição da FECINTEC - AFV
Yan Kayk da Cruz Ferreira
 
Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptxSlide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
LeilaVilasboas
 
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. WeaverAs Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
C4io99
 
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptxLicao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
jetroescola
 
Acróstico - Bullying é crime!
Acróstico - Bullying é crime!Acróstico - Bullying é crime!
Acróstico - Bullying é crime!
Mary Alvarenga
 

Último (20)

Aprendizagem Imersiva: Conceitos e Caminhos
Aprendizagem Imersiva: Conceitos e CaminhosAprendizagem Imersiva: Conceitos e Caminhos
Aprendizagem Imersiva: Conceitos e Caminhos
 
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2015 CENSIPAM.pdf
 
Guia referencial de Apoio - Planejamento Escolar 2024.pdf
Guia referencial de Apoio - Planejamento Escolar 2024.pdfGuia referencial de Apoio - Planejamento Escolar 2024.pdf
Guia referencial de Apoio - Planejamento Escolar 2024.pdf
 
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
A experiência do professor. Publicado EM 08.07.2024
 
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
 
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1) educação infantil fu...
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1)  educação infantil fu...1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1)  educação infantil fu...
1°ao5°ano_HISTÓRIA_ORGANIZADOR CURRICULAR BIMESTRAL (1) educação infantil fu...
 
Ideais do Ministério jovem Adventista pdf
Ideais do Ministério jovem Adventista pdfIdeais do Ministério jovem Adventista pdf
Ideais do Ministério jovem Adventista pdf
 
TEORIAS UECE.pdf química geral nome de cientistas famosos da química
TEORIAS UECE.pdf química geral nome de cientistas famosos da químicaTEORIAS UECE.pdf química geral nome de cientistas famosos da química
TEORIAS UECE.pdf química geral nome de cientistas famosos da química
 
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
Auxiliar Adolescente 2024 3 trimestre 24
 
escrita criativa utilizada na arteterapia
escrita criativa   utilizada na arteterapiaescrita criativa   utilizada na arteterapia
escrita criativa utilizada na arteterapia
 
Relatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2016 CENSIPAM.pdf
 
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO                .
FOTOS_AS CIÊNCIAS EM AÇÃO .
 
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdfCaderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
 
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores LocaisTemática – Projeto para Empreendedores Locais
Temática – Projeto para Empreendedores Locais
 
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsxNoite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
Noite Alva! José Ernesto Ferraresso.ppsx
 
Registros da 8ª edição da FECINTEC - AFV
Registros da 8ª edição da FECINTEC - AFVRegistros da 8ª edição da FECINTEC - AFV
Registros da 8ª edição da FECINTEC - AFV
 
Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptxSlide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
 
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. WeaverAs Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
As Ideias Têm Consequências - Richard M. Weaver
 
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptxLicao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
Licao de adultos Topico 1 CPAD edit.pptx
 
Acróstico - Bullying é crime!
Acróstico - Bullying é crime!Acróstico - Bullying é crime!
Acróstico - Bullying é crime!
 

2 arte egito 2020

  • 2. “ O Egito não é um país, é um rio” Civilização egípcia é hidráulica
  • 3. A CIVILIZAÇÃO  Por volta do ano 3100 a.C., o faraó Narmer, com a unificação do norte e do sul do Egito, inaugura a primeira dinastia do Império egípcio;  Nas bordas do rio Nilo uma civilização unitária que compreende 31 dinastias;  Uma sociedade no conceito oficial : Uma sociedade sedentária, com arquitetura e arte desenvolvida , escrita, matemática e política;  Os egípcios eram admirados e causavam assombros em outras culturas e serviram de modelo para a primeira arte grega.  O desenvolvimento artístico no antigo Egito era determinado pelo complexo sistema religioso que regia a sociedade.  No topo da hierarquia religiosa estava o faraó, (próximo aos deuses).
  • 4. Características da arte egípcia 1- Religiosidade; panteísta (muitos deuses) 2- Crença nos deuses; 3- Vida após a morte era mais importante que a terrena; 4- Colossais obras de arte para render glórias aos espíritos após a morte; 5- Acredita-se que o faraó representava os homens junto aos deuses e os deuses junto aos homens, por isso a importância de sua representação artística: Preservar sua imortalidade! Busto de Tutankhamon
  • 5. Pedra de Roseta, exposta do Museu Britânico, em Londres  O estudo da história egípcia nos tempos modernos começou com a descoberta da pedra de Rosetta e a interpretação dos hieróglifos pelo historiador francês Jean François Champollion (1790-1832), que em 1826 pediu ao rei Carlos X, da França , para começar uma coleção de antiguidades egípcias no Louvre , que hoje conta com mais de 60 mil itens.
  • 6. HIERÓGLIFOS  A escrita é conhecida como escrita pictográfica ou hieróglifos.  Uma escrita que não se baseia em reprodução gráfica de fonemas, e sim estruturada em imagens.  Apenas os sacerdotes, membros da realeza, altos cargos, e escribas conheciam a arte de ler e escrever esses sinais "sagrados".  Deixaram, além dos hieróglifos, outros dois sistemas de escrita:  O hierático, empregado para fins práticos;
  • 8. Arquitetura Características: Conservação/ solidez / enigmabilidade Pirâmides – Exemplar maior da arquitetura funerária. Túmulos de faraós. Pirâmide de degraus de Saccara: material menos resistente
  • 10. MASTABA  Já na dinastia I aparece a Mastaba, tumba constituída exteriormente por uma estrutura retangular , que abriga também uma capela de oferendas.  Mas o edifício mais comum é a pirâmide.
  • 11. Arquitetura  Pirâmides de Gizé foram as obras mais famosas, construídas pelos faraós Quéops, Quéfren e Miquerinos.Antigo Império Avô Filho Neto
  • 14. Pirâmide de Quéops 146 m. de altura e 2 milhões de blocos
  • 17. “Decifra-me ou te devoro” Esfinge: Corpo de Leão (força) , Cabeça humana (sabedoria) Sua função era afastar os maus espíritos.
  • 19. Arquitetura: Os Templos Templo de karnak Templo de Luxor Construídos em honra ao deus Amon
  • 20. Os templos eram edifícios construídos para o culto oficial dos deuses e para celebrar os faraós. Estes templos eram vistos como casas dos deuses para os quais haviam sido dedicados, ali aconteciam vários rituais, dentre eles fazer oferendas aos deuses e reencenar suas interações mitológicas através de festivais.
  • 21. Templo de Abu Simbel, dedicado a Ramsés II Século XIII a.C. Novo Império, dinastia XIX
  • 22. Escultura  Geralmente de frente, sem sinal de emoção; Príncipe Rahotep e sua esposa Nofret, 2610 a.C., Museu Egípcio do Cairo
  • 23. Escultura Escriba sentado, 2500 a.C.,Museu do Louvre, Paris  Como achavam que a escultura deveria durar para a eternidade usaram materiais resistentes como diorito , granito.
  • 24. A Tríada de Miquerinos, Antigo Império, dinastia IV. Museu Egípcio do Cairo. Busto de Nefertiti, Novo Império, dinastia XVIII,museu Egípcio de Berlim.
  • 25. pintura  Predomínio da frontalidade ( o tronco de frente, enquanto pernas, pés e cabeça são vistos de perfil) Respeito ao observador; - Os polegares e pés devem estar visíveis; - A gradação , a mistura de tonalidades , o claro-escuro não eram utilizados.
  • 26.  Todo o controle sobre a confecção das imagens era regido pelo consenso a respeito da eternidade.  As artes ligadas a vida após a morte se da o nome de arte canônica, que é regida por regras iconográficas. As representações dos deuses dividem-se em:  Antropomórficas: Formas humanas.  Zoomórficas: Formas de animais  Ou Antropozoomórficos:
  • 27. Sarcófago de Tutankhamon 1. Em ouro maciço; 2. Ficava guardado dentro; de quatro ataúdes de madeira; 3. O faraó morreu aos dezenove anos.
  • 28. Túmulo de Tutankamon, no Vale dos Reis, descoberto em 1922, por Howard Carter. A harmonia e o equilíbrio deveriam ser mantidos, qualquer perturbação neste sistema é , consequentemente, um distúrbio na vida após a morte. A arte egípcia, à semelhança da arte grega, apreciava muito as cores. As estátuas, o interior do templos e dos túmulos eram coloridos.
  • 33. Mumificação  Mumificação é o nome do processo aprimorado pelos egípcios em que retiram-se os principais órgãos, além do cérebro do cadáver, dificultando assim a sua decomposição. Geralmente, os corpos são colocados em sarcófagos de pedra, madeira ou ouro e envoltos por faixas de algodão ou linho. Após o processo ser concluído são chamadas de múmias. O processo de mumificação durava cerca de 60 a 70 dias.  A mumificação era um processo bastante complexo e demorado. O sacerdote (embalsamador) começava por retirar o cérebro do morto, com um gancho, por meio das narinas. Depois, faziam um corte no lado esquerdo do corpo, retirando os orgãos, que eram colocados em vasos próprios e guardados no túmulo, com exceção do coração, que, por ser necessário na outra vida, era recolocado no seu lugar.  Então, o corpo era coberto com natrão (cristais de sal) ou bicabornato de sódio e deixado a secar durante 60 a 70 dias. Após esse processo, as cavidades eram cheias com substâncias aromáticas, e enrolava-se o corpo com ataduras de linho. Os olhos eram cheios com linho ou pedras pintadas de branco. Também os animais de estimação e os escravos pessoais eram por vezes colocados vivos na tumba do faraó.
  • 36.  O livro dos mortos dos egípcios , com Osíris á direita e Anúbis ao centro ,pesando o coração de um morto para avaliar sua vida.  Segundo a religião do Egito, quando alguém morria era julgado pelo tribunal de Osíris, Lá , seu coração era colocado em uma parte da balança, e na outra, uma pluma de avestruz de Maát, representado a justiça. A pesagem era registrada pelo escriba dos deuses, o deus Thot. Se a balança se equilibrasse, o morto era conduzido, por Osíris, para o além.