SlideShare uma empresa Scribd logo
HISTÓRIA DA
ARTE
(01)
PROF. CARLOS BIDU
“ Nossa! Esse menino sóvive fazendo arte!”
TRAVESSURA
“Ronaldinho Gaúcho tem a arte do futebol.”
HABILIDADE
“Essa sua pintura lembra a arte de Van Gogh!”
ESTILO
“Que massa, seu vestido está uma verdadeira arte!”
BELEZA
“Aquilo é uma obra de arte!”
CRIAÇÃO ESTÉTICA
Arte: toda criação humana com
valores estéticos (beleza, harmonia,
equilíbrio) que sintetiza as emoções
de um artista, sua história, seus
sentimentos, sua cultura, sua visão de
mundo, seu contexto.
TIPOLOGIA:
ARTES CÊNICAS: são as artes do movimento, da ação, da cena.
Exemplos: teatro, dança, circo, cinema, t. de bonecos...
ARTES MUSICAIS: são as que articulam o som e o silêncio, tais como o
canto, a música cantada ou instrumental, a ópera...
ARTES VISUAIS: corespondem as que articulam com imagens e formas
plásticas, entre elas o desenho, a pintura, a escultura, a gravura, a
arquitetura, a fotografia...
LITERATURA: envolvem as criações que usam como suporte a palavra,
a saber: contos, poesias, crônicas, biografias...
ARTES
A arte é uma forma de conhecimento
humano, tal como as religiões, as
ciências e a filosofia. Ao auxiliar o ser
humano a conhecer seus mais elevados
ideais, ela auxilia o exercício da virtude.
A virtude, elevado ao mais alto patamar
é a própria redenção do ser humano – é
o afastamento definitivo da vida
medíocre e vazia.
A interação com a arte se dá
necessariamente pelos sentidos,
mas o efeito provocado não se
restringe ao que empiricamente se
verifica, uma vez que há diálogo
com as experiências e habilidades
cognitivas do indivíduo.
PRÉ-HISTÓRIA
Consideramos como arte pré-histórica todas
as manifestações que se desenvolveram
antes do surgimento das primeiras
civilizações e portanto antes da escrita. No
entanto isso pressupõe uma grande
variedade de produção, por povos diferentes,
em locais diferentes, mas com algumas
características comuns.
O homem introduz duas revoluções nos
costumes: enterrar seus mortos e fazer
pinturas.
A pintura pré-histórica recebeu o nome de arte
rupestre ou parietal pelo fato de ter se
desenvolvido quase que exclusivamente em
paredes de pedra, no interior de cavernas e grutas.
PINTURA
A primeira característica da Arte é o pragmatismo,
ou seja, a arte produzida possuía uma utilidade,
material, cotidiana ou mágico-religiosa.
A princípio retratavam cenas envolvendo principalmente
animais, homens e mulheres e caçadas, existindo ainda a
pintura de símbolos, com significado ainda desconhecido.
Essa fase inicial é marcada pela utilização principalmente
do preto e do vermelho e é considerada portanto como
naturalista.
ESCULTURA
A escultura da pré-história corresponde à
chamada arte móvel e abrange tanto os objetos
religiosos e artísticos quanto os utensílios.
Os temas são animais e figuras humanas.
Os gêneros desenvolvidos foram a estatueta e a
gravação, tanto em pedras calcárias quanto em
argila ou madeira queimada.
As figuras femininas foram mais numerosas, sem dúvida à sua
clara relação com o culto à fecundidade e mostram uma
desproporção deliberada entre os genitais e as demais partes do
corpo. Essas estatuetas são conhecidas entre os especialistas
como Vênus. Entre elas, as mais famosas são a Vênus de
Lespugne, na França, e a Vênus de Willendorf, na Áustria.
FERRAMENTAS
• CARACTERÍSTICAS
• Religiosidade
• Crença nos deuses
• Vida após a morte – mais importante do que a terrena
• Colossais obras de arte – render glórias e eternizar esses
espíritos após a morte.
• A estática de suas figuras, a regularidade geométrica e a
profunda observação da natureza foram características de toda a
arte egípcia.
A arte egípcia era monumental e de
grande beleza e está ligada à religião, ou
seja, ao culto dos deuses e dos mortos.
Arquitetura
A crença na imortalidade levou os
egípcios a construírem imponentes
túmulos: As Pirâmides
Túmulos
Os primeiros foram
escavados no solo e
protegidos por uma construção
de tijolos de terra seca :a
mastaba. Esta elevava-se por
cima da câmara funerária,
decorada com cenas da vida
do defunto, na qual ficava a
urna do faraó ou de um grande
senhor.
O arquiteto Imotep , em 2650 a.C construiu uma pirâmide
em pedra para o Faraó de Djoser.
Era uma sobreposição de mastabas, ou pirâmide de
degraus.
As pirâmides mais célebres ficam, no planalto de Guizé :
Khufu (Quéops), a do seu filho Khafré (Quéfren) e a do seu
neto Menkaur (Miquerinos). Junto desta pirâmide localiza-se
a grande esfinge, talhada na rocha.
A esfinge de Gizé fica neste complexo. É a maior de todas
do Egito. Tem 73 metros de comprimento e 20 de altura. Foi
talhada directamente na rocha, no reinado de Khafré. O seu
rosto tem os traços do faraó, toucado com menés e
simboliza a força e a potência. Guarda a entrada da
sepultura do rei.
As pirâmides eram sempre construídas na margem
esquerda do Nilo e geralmente perto deste para facilitar o
transporte dos materiais.
Os arquitetos, os sacerdotes, astrónomos e geómetras,
delimitavam o local propício que os operários iriam aplanar.
A múmia estava encerrada
em vários sarcófagos, uns
dentro dos outros. O último
era de ouro maciço, pesando
110 quilos. O rosto de
Tutankhamon estava coberto
com uma lindíssima máscara
de ouro, pasta de vidro e
lápis-lazúli.
Tutankamon
Templo de Ramsés II em Abu Simbel
ESCULTURA
Toda a escultura egípcia obedece à lei da
frontalidade
O BAIXO RELEVO
A arte egípcia emprega o baixo relevo
normal no qual se escava o fundo à volta das
figuras e o baixo relevo escavado. Os egípcios
observaram que num país, onde a
luminosidade é intensa os pormenores do
baixo relevo normal sobressaíam mal.
• Ptolomeu entre duas
deusas
• Setoiu I e Hórus
(baixo relevo
escavado de Abydos)
PINTURA
Grande parte da pintura egípcia encontra-se
nas paredes dos túmulos. Representam
aspectos da vida quotidiana ou cenas
religiosas
Obedece a regras fixas: a cabeça , as pernas
e os pés aparecem de perfil; o olho e o tronco
de frente – é a lei da frontalidade.
AS ARTES DECORATIVAS
Nas artes
decorativas
destaca-se o
trabalho de
ourivesaria, como
comprovam as
inúmeras peças
encontradas nos
túmulos.
DIVERSÕES
Música e dança
A ARTE GREGA
A arte grega atingiu o seu maior desenvolvimento no
período entre os séculos V e IV a.C. – o chamado período
clássico.
As principais características da arte deste período são as
seguintes:
•Harmonia
•Equilíbrio
•Proporção
ARQUITETURA GREGA
Estava muito ligada à vida religiosa:
•Construíam-se teatros – em honra de Dionísio.
•Construíam-se estádios – em honra de vários deuses,
como Zeus (no Santuário de Olímpia) e Apolo (no
Santuário de Delfos).
Estádio de Olímpia Estádio de Delfos
•Construíam-se templos – em honra dos vários deuses
adorados pelos gregos.
Parténon (dedicado a Atena)
Templo de Zeus Olímpico
PARTES CONSTITUINTES DE UM
TEMPLO
Partes constituintes de um templo
Na estrutura dos templos, podemos identificar vários elementos:
ORDENS OU ESTILOS
Os gregos criaram três modelos de construção, aos quais chamaram ordens.
A ordem dórica é a mais simples e mais antiga, caracterizando-se pelo capitel
liso e pelo facto de a coluna não ter base.
Templo de Agrigento
A ordem jônica é considerada a mais elegante.
O seu capitel é formado por uma espécie de “caracóis”, a que se dá o nome de
volutas. A coluna é mais fina e tem base.
Templo de Atena Niké
A ordem coríntia é muito parecida com a ordem jónica.
A diferença está no capitel, que aqui apresenta uma decoração a lembrar folhas de
acanto (uma planta decorativa).
Templo de Zeus Olímpico
ESCULTURA
É formada quer por estátuas, quer por relevos.
Estátua do
período arcaico
Estátua do
período
clássico (Atena)
Relevo do Parténon (luta
contra os persas)
Praticamente todas as obras têm relação com a religião, mas em todas elas
predomina a figura humana.
Os principais temas são: a representação de deuses; representação de atletas;
representação de cenas da mitologia…
Estátua de
Artemisa
O discóbolo
Relevo do Parténon (luta
dos gregos contra as
amazonas)
CARACTERÍSTICAS DA ESCULTURA:
•Naturalismo ou representação fiel da Natureza e do corpo humano;
•Ideia de movimento (quer do corpo, quer das roupas);
•Perfeição na representação do corpo humano;
•Serenidade, pois as figuras não revelam qualquer sentimento na sua
expressão;
•Harmonia, pois existe proporção entre as várias partes do corpo.
Doríforo
(proporções do
corpo humano)
pintura
Sabe-se que os gregos pintavam as fachadas dos seus
templos de cores alegres e garridas.
É provável também que fizessem pinturas nas paredes
das suas casas como aconteceu nos tempos mais
antigos da civilização grega, na ilha de Creta (Palácio de
Cnossos).
Pintura numa parede do Palácio de
CnossosReconstituição do Parténon
Mas os únicos casos do período clássico (séc. V a.C.) que
chegaram aos nossos dias foram os vasos de cerâmica.
Aqui destacam-se vários períodos diferentes:
•Numa fase mais antiga, decoravam as peças de
cerâmica com motivos geométricos.
Nos sécs. V e IV a.C., os gregos pintavam já figuras
humanas perfeitas nas suas peças de cerâmica.
Essas figuras podiam ser:
•A negro sobre o fundo vermelho do barro;
•A vermelho sobre um fundo preto.
Temas da pintura grega:
•Cenas da mitologia
Cerâmica de figuras vermelhas
(Aquiles e Pátroclo – cena da
guerra de Tróia - Ilíada)
Cerâmica de figuras vermelhas (Hades e
Cerbero)
•Cenas da vida quotidiana.
Cerâmica de figuras vermelhas (duas
jovens ouvem um tocador de cítara)
Cerâmica de figuras
negras (mulheres a
tecer no gineceu)
•Cenas relacionadas com os Jogos Olímpicos ou outras
competições desportivas.
Cerâmica de figuras
negras (corrida de
carros)
Cerâmica de
figuras negras
(discóbolo)
Cerâmica de figuras negras
(corridas pedestres)
Detalhe do Ara Pacis
ARTE EM ROMA
A formação cultural dos romanos foi influenciada
principalmente por gregos e etruscos, que ocuparam diferentes
regiões da península itálica entre os séculos XII e VI a.C. e
contribuíram para que Roma se tornasse o centro de um vasto
império.
Pantheon (interior)
Pantheon (vista aérea)
Um dos legados culturais mais importantes deixados pelos
etruscos aos romanos foi o uso do arco e da abóboda nas
construções.
Arco de Constantino
312-315 d.C. Roma
Abóboda: Cobertura arqueada, côncava internamente, em geral
construídas com pedras ou tijolos apoiados uns nos outros de modo a
suportar o próprio peso e os pesos externos.
O Arco foi uma conquista que permitiu ampliar o vão entre
uma coluna e outra.
Sob a influencia dos Etruscos, construções de pontes e aquedutos.
O Aqueduto de Le Pont du Gard, na França. É uma das
mais representativas obras da construção civil romana
Os romanos costumavam construir seus templos num plano mais
elevado, de modo que a entrada só era alcançada por uma escadaria,
construída diante da fachada principal.
Templo de Fortuna Virilis em Roma 100a.C Templo de Antoninus & Faustina
Graças ao uso de arcos e abóbadas, herdados dos etruscos, os
romanos construíram edifícios sobretudo anfiteatros.
COLISEU
Exterior do Teatro Marcelus
Anfiteatro significa teatro com acento dos dois lados do palco. Na
Roma antiga, era o espaço oval ou circular destinado a espetáculos
públicos, combates de feras, jogos ou representações teatrais.
OS
GLADIADORES
Os gladiadores eram lutadores que participavam de torneios de
luta na Roma Antiga. De origem escrava, estes homens eram
treinados para estes combates, que serviam de entretenimento
para os habitantes de Roma e das províncias.
Um homem podia se tornar um gladiador
de tres maneiras:
 Por ser condenado a morte ou
trabalhos forçados.
 Por ser um escravo castigado por seu
dono.
 Por ser um homem livre que
renunciava a seus direitos de cidadão,
por carecer de recursos econômicos.
Pintura
A maior parte das pinturas romanas que conhecemos hoje
provém das cidades de Pompéia e Herculano, que foram
soterradas pela erupção do Vesúvio em 79 a.C.
Pompéia
Pompéia
Pompéia
Pompéia
Mosaicos Romanos
Mosaicos
Romanos
Mosaicos
Romanos
Tanto na pintura como no mosaico, os artistas romanos, ora
de maneira rústica mas alegre, ora de maneira segura e brilhante,
souberam misturar realismo com imaginação, e suas obras souberam
ocupar grandes espaços nas construções, complementando
ricamente na arquitetura.
Esculturas
Copias Romanas de esculturas gregas.
Grego Romano
Estatua de Trajano, Imperador Romano 98 a 117 d.C
Esculturas
Marco Aurélio – Imperador 170 d.C – Bronze
Esculturas - Bustos
Esculturas - Bustos
Esculturas –Relevo Narrativo
Representam de forma realística,em perfeitos detalhes, relatos
de acontecimentos. Tinham preocupação em dar ilusão espacial.
ARTE CRISTÃ PRIMITIVA
CRISTIANISMO
PRIMITIVO
Por arte cristã primitiva, ou arte
paleocristã, deve-se entender, muito mais
que um “estilo”, um período histórico,
que abrange os primeiros cinco séculos
do surgimento do cristianismo, em que
observamos todas as formas de arte nele
produzidas pelos primeiros cristãos para
o seu próprio povo.
 Quando o cristianismo é perseguido
no Império Romano, os cristãos se
refugiam nas catacumbas(túmulos
subterrâneos) para a realização de
seus cultos.Servindo a fé, Criam uma
arte própria,feita sobretudo, de
símbolos.
NERO: proíbe o cristianismo e
por sua vez, persegue os
cristãos, que manifestavam a
sua fé em locais mais afastados.
CATACUMBAS: galerias
subterrâneas, onde eram
enterrados os mortos e onde os
cristãos puderam manifestar a
sua fé, desenhando símbolos
referentes a vida de Cristo.
Catacumbas de São Calisto.
Catacumbas cristãs, Roma
A arquitetura paleocristã foi
simples e caracterizada pela
simbologia das passagens da
Bíblia.
Destacamos numa primeira
fase catacumbas e cemitérios
subterrâneos em Roma para
celebração de cultos cristãos.
A pintura paleo-cristã é bastante escassa e totalmente
simbólica. Restaram alguns afrescos, encontrados nos muros
das catacumbas; seus temas eram sempre baseados no
Cristianismo, podiam representar orações, figuras humanas e
de animais, símbolos cristãos e passagens dos Evangelhos e
cenas típicas da vida religiosa da época.
ARTE CRISTÃ PRIMITIVA
Cristo e os apóstolos. Catacumba de
Santa Domitilla.
O Orante. Catacumba de Priscila.
• A cruz ‑ símbolo do sacrifício de Cristo;
• A palma ‑ símbolo do martírio;
Inicialmente as pinturas representavam os símbolos
cristãos
• A âncora símbolo da‑
salvação;
• O peixe ‑ símbolo preferido dos
cristãos, pois as letras da palavra
peixe em grego (ichtys) coincidem
com a letra inicial de cada uma das
palvras da expressão “Iesous
Christos, Theou Yios, Soter”, que
significa: “Jesus Cristo, Filho de
Deus, Salvador”.
Mais tarde, as pinturas evoluíram e passaram a
representar cenas do antigo e novo testamento.
O Bom Pastor.
Catacumba de
Santa Priscila.
ARTE CRISTÃ PRIMITIVA
• Em 313, Constantino permite o Cristianismo.
• Em 391, Teodósio o oficializa, tornando-o a religião
oficial do Império.
IMAGENS
A Virgem e o Menino entre
São Teodoro e São Jorge
Catacumba de
Comodilla
Catacumba de São
Marcellino e Peter
O Bom Pastor, centro do Teto do “Velatio” Cubículo –
Catacumba de Priscila
Revisão de História da Arte (01)
Revisão de História da Arte (01)
Revisão de História da Arte (01)
Revisão de História da Arte (01)
Revisão de História da Arte (01)

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Aula 02 arte-crista- id_media
Aula 02 arte-crista- id_mediaAula 02 arte-crista- id_media
Aula 02 arte-crista- id_media
Marcio Duarte
 
Resumo final av2 historia da arte (2)
Resumo final av2   historia da arte (2)Resumo final av2   historia da arte (2)
Resumo final av2 historia da arte (2)
Tania Maria Araujo
 
Arte na antiguidade.
Arte na antiguidade.Arte na antiguidade.
Arte na antiguidade.
mundica broda
 
Aula História da Arte_Introdução à história da arte segundo Gombrich
Aula História da Arte_Introdução à história da arte segundo GombrichAula História da Arte_Introdução à história da arte segundo Gombrich
Aula História da Arte_Introdução à história da arte segundo Gombrich
Lila Donato
 
Portfolio historia da arte
Portfolio historia da artePortfolio historia da arte
Portfolio historia da arte
Ariceli Nunes
 
Arte na linha do tempo
Arte na linha do tempo Arte na linha do tempo
Arte na linha do tempo
Regina Ferreira
 
Arte Pré Histórica
Arte Pré HistóricaArte Pré Histórica
Arte Pré Histórica
Prof Palmito Rocha
 
Linha do tempo
Linha do tempoLinha do tempo
Linha do tempo
Solange Maria Bona
 
HistóRia Da Arte
HistóRia Da ArteHistóRia Da Arte
HistóRia Da Arte
Escola Adalgisa de Barros
 
Artes antigas
Artes antigasArtes antigas
Artes antigas
Dodidemais Oliveira
 
Desenho artístico e de apresentação - Parte 1: História da Arte
Desenho artístico e de apresentação - Parte 1: História da ArteDesenho artístico e de apresentação - Parte 1: História da Arte
Desenho artístico e de apresentação - Parte 1: História da Arte
Ana Beatriz Cargnin
 
Introdução à História da Arte - Pré História e Egito
Introdução à História da Arte - Pré História e EgitoIntrodução à História da Arte - Pré História e Egito
Introdução à História da Arte - Pré História e Egito
alinewar
 
Aula 13 historia da arte.
Aula 13 historia da arte.Aula 13 historia da arte.
Aula 13 historia da arte.
Rafael Serra
 
História da Arte - Pré-história e Antiguidade
História da Arte - Pré-história e AntiguidadeHistória da Arte - Pré-história e Antiguidade
História da Arte - Pré-história e Antiguidade
Marcio Duarte
 
48787715 apostila-de-arte
48787715 apostila-de-arte48787715 apostila-de-arte
A arte na antiguidade
A  arte  na  antiguidadeA  arte  na  antiguidade
A arte na antiguidade
escolacaldas.jr
 
Exercício de revisão sobre história da arte com gabarito
Exercício de revisão sobre história da arte com gabaritoExercício de revisão sobre história da arte com gabarito
Exercício de revisão sobre história da arte com gabarito
Suelen Freitas
 
Revisão - Arte Medieval, Antiguidade clássica e Idade Média
Revisão - Arte Medieval, Antiguidade clássica e Idade MédiaRevisão - Arte Medieval, Antiguidade clássica e Idade Média
Revisão - Arte Medieval, Antiguidade clássica e Idade Média
Maiara Giordani
 
Aula 04 barroco-e_rococo
Aula 04 barroco-e_rococoAula 04 barroco-e_rococo
Aula 04 barroco-e_rococo
Marcio Duarte
 
Historia da arte unip
Historia da arte unipHistoria da arte unip
Historia da arte unip
producaoaudiovisualunip
 

Mais procurados (20)

Aula 02 arte-crista- id_media
Aula 02 arte-crista- id_mediaAula 02 arte-crista- id_media
Aula 02 arte-crista- id_media
 
Resumo final av2 historia da arte (2)
Resumo final av2   historia da arte (2)Resumo final av2   historia da arte (2)
Resumo final av2 historia da arte (2)
 
Arte na antiguidade.
Arte na antiguidade.Arte na antiguidade.
Arte na antiguidade.
 
Aula História da Arte_Introdução à história da arte segundo Gombrich
Aula História da Arte_Introdução à história da arte segundo GombrichAula História da Arte_Introdução à história da arte segundo Gombrich
Aula História da Arte_Introdução à história da arte segundo Gombrich
 
Portfolio historia da arte
Portfolio historia da artePortfolio historia da arte
Portfolio historia da arte
 
Arte na linha do tempo
Arte na linha do tempo Arte na linha do tempo
Arte na linha do tempo
 
Arte Pré Histórica
Arte Pré HistóricaArte Pré Histórica
Arte Pré Histórica
 
Linha do tempo
Linha do tempoLinha do tempo
Linha do tempo
 
HistóRia Da Arte
HistóRia Da ArteHistóRia Da Arte
HistóRia Da Arte
 
Artes antigas
Artes antigasArtes antigas
Artes antigas
 
Desenho artístico e de apresentação - Parte 1: História da Arte
Desenho artístico e de apresentação - Parte 1: História da ArteDesenho artístico e de apresentação - Parte 1: História da Arte
Desenho artístico e de apresentação - Parte 1: História da Arte
 
Introdução à História da Arte - Pré História e Egito
Introdução à História da Arte - Pré História e EgitoIntrodução à História da Arte - Pré História e Egito
Introdução à História da Arte - Pré História e Egito
 
Aula 13 historia da arte.
Aula 13 historia da arte.Aula 13 historia da arte.
Aula 13 historia da arte.
 
História da Arte - Pré-história e Antiguidade
História da Arte - Pré-história e AntiguidadeHistória da Arte - Pré-história e Antiguidade
História da Arte - Pré-história e Antiguidade
 
48787715 apostila-de-arte
48787715 apostila-de-arte48787715 apostila-de-arte
48787715 apostila-de-arte
 
A arte na antiguidade
A  arte  na  antiguidadeA  arte  na  antiguidade
A arte na antiguidade
 
Exercício de revisão sobre história da arte com gabarito
Exercício de revisão sobre história da arte com gabaritoExercício de revisão sobre história da arte com gabarito
Exercício de revisão sobre história da arte com gabarito
 
Revisão - Arte Medieval, Antiguidade clássica e Idade Média
Revisão - Arte Medieval, Antiguidade clássica e Idade MédiaRevisão - Arte Medieval, Antiguidade clássica e Idade Média
Revisão - Arte Medieval, Antiguidade clássica e Idade Média
 
Aula 04 barroco-e_rococo
Aula 04 barroco-e_rococoAula 04 barroco-e_rococo
Aula 04 barroco-e_rococo
 
Historia da arte unip
Historia da arte unipHistoria da arte unip
Historia da arte unip
 

Destaque

Pinturas Rupestres
Pinturas RupestresPinturas Rupestres
Pinturas Rupestres
Nancihorta
 
PRÉ-HISTÓRIA SLIDES COMPLETOS
PRÉ-HISTÓRIA SLIDES COMPLETOSPRÉ-HISTÓRIA SLIDES COMPLETOS
PRÉ-HISTÓRIA SLIDES COMPLETOS
carlosbidu
 
HISTÓRIA DA ARTE - REVISÃO 02
HISTÓRIA DA ARTE - REVISÃO 02HISTÓRIA DA ARTE - REVISÃO 02
HISTÓRIA DA ARTE - REVISÃO 02
Carlos Benjoino Bidu
 
Artes 3º bimestre 2014 (Ensino Fundamental)
Artes 3º bimestre 2014 (Ensino Fundamental)Artes 3º bimestre 2014 (Ensino Fundamental)
Artes 3º bimestre 2014 (Ensino Fundamental)
Carlos Benjoino Bidu
 
Renascimento Cultural
Renascimento CulturalRenascimento Cultural
Renascimento Cultural
Carlos Benjoino Bidu
 
Art Nouveau
Art Nouveau Art Nouveau
Art Nouveau
carlosbidu
 
HISTÓRIA DA ARTE: CRISTÃ PRIMITIVA E ARTE BIZANTINA
HISTÓRIA DA ARTE: CRISTÃ PRIMITIVA E ARTE BIZANTINAHISTÓRIA DA ARTE: CRISTÃ PRIMITIVA E ARTE BIZANTINA
HISTÓRIA DA ARTE: CRISTÃ PRIMITIVA E ARTE BIZANTINA
Carlos Benjoino Bidu
 
Barroco & Rococó
Barroco & Rococó Barroco & Rococó
Barroco & Rococó
carlosbidu
 
Futurismo aula
Futurismo aulaFuturismo aula
Futurismo aula
carlosbidu
 
Cubismo
Cubismo Cubismo
Cubismo
carlosbidu
 
Arte Gótica
Arte GóticaArte Gótica
Arte Gótica
carlosbidu
 
Futurismo
FuturismoFuturismo
Futurismo
carlosbidu
 

Destaque (12)

Pinturas Rupestres
Pinturas RupestresPinturas Rupestres
Pinturas Rupestres
 
PRÉ-HISTÓRIA SLIDES COMPLETOS
PRÉ-HISTÓRIA SLIDES COMPLETOSPRÉ-HISTÓRIA SLIDES COMPLETOS
PRÉ-HISTÓRIA SLIDES COMPLETOS
 
HISTÓRIA DA ARTE - REVISÃO 02
HISTÓRIA DA ARTE - REVISÃO 02HISTÓRIA DA ARTE - REVISÃO 02
HISTÓRIA DA ARTE - REVISÃO 02
 
Artes 3º bimestre 2014 (Ensino Fundamental)
Artes 3º bimestre 2014 (Ensino Fundamental)Artes 3º bimestre 2014 (Ensino Fundamental)
Artes 3º bimestre 2014 (Ensino Fundamental)
 
Renascimento Cultural
Renascimento CulturalRenascimento Cultural
Renascimento Cultural
 
Art Nouveau
Art Nouveau Art Nouveau
Art Nouveau
 
HISTÓRIA DA ARTE: CRISTÃ PRIMITIVA E ARTE BIZANTINA
HISTÓRIA DA ARTE: CRISTÃ PRIMITIVA E ARTE BIZANTINAHISTÓRIA DA ARTE: CRISTÃ PRIMITIVA E ARTE BIZANTINA
HISTÓRIA DA ARTE: CRISTÃ PRIMITIVA E ARTE BIZANTINA
 
Barroco & Rococó
Barroco & Rococó Barroco & Rococó
Barroco & Rococó
 
Futurismo aula
Futurismo aulaFuturismo aula
Futurismo aula
 
Cubismo
Cubismo Cubismo
Cubismo
 
Arte Gótica
Arte GóticaArte Gótica
Arte Gótica
 
Futurismo
FuturismoFuturismo
Futurismo
 

Semelhante a Revisão de História da Arte (01)

Portefólio de Historia
Portefólio de HistoriaPortefólio de Historia
Portefólio de Historia
Rita Cavalheiro
 
Arte grega 1 em 2015 - Claretiano
Arte grega 1 em 2015 - ClaretianoArte grega 1 em 2015 - Claretiano
Arte grega 1 em 2015 - Claretiano
Adriana Guimarães Manaro
 
Arte grega
Arte gregaArte grega
Historia da arte primeiras civilizacoes
Historia da arte primeiras civilizacoesHistoria da arte primeiras civilizacoes
Historia da arte primeiras civilizacoes
George Alex
 
A Arte na Grécia
A Arte na GréciaA Arte na Grécia
A Arte na Grécia
Cinthya Nascimento
 
Arte grega: história da pintura.
Arte grega: história da pintura.Arte grega: história da pintura.
Arte grega: história da pintura.
Professor Gilson Nunes
 
6o. ano texto -Arte na Grécia- 2-
6o. ano  texto -Arte na Grécia- 2-6o. ano  texto -Arte na Grécia- 2-
6o. ano texto -Arte na Grécia- 2-
ArtesElisa
 
A arte no egito
A arte no egitoA arte no egito
A arte no egito
Giorgia Marrone
 
Arte Grega.ppt
Arte Grega.pptArte Grega.ppt
Arte Grega.ppt
Endelion
 
Textos historia da arte Ensino Medio
Textos historia da arte Ensino MedioTextos historia da arte Ensino Medio
Textos historia da arte Ensino Medio
Dulcinea Lisboa Passos
 
História da arte
História da arteHistória da arte
História da arte
Ana Cristina D Assumpcão
 
A6_HARTEIII_arte grega
A6_HARTEIII_arte gregaA6_HARTEIII_arte grega
A6_HARTEIII_arte grega
Camila
 
A6 H Arte I
A6 H Arte IA6 H Arte I
A6 H Arte I
guestf7402f6
 
Arte grega
Arte gregaArte grega
Arte grega
Aline Raposo
 
Arte egipicia 1° ano
Arte egipicia 1° anoArte egipicia 1° ano
Arte egipicia 1° ano
Aline Raposo
 
Atividades com pintura artes1o ano 2009
Atividades  com pintura artes1o ano 2009Atividades  com pintura artes1o ano 2009
Atividades com pintura artes1o ano 2009
beljinaldo
 
A arte no egito
A arte no egitoA arte no egito
A arte no egito
CEF16
 
Arte Egípcia
Arte EgípciaArte Egípcia
Arte Egípcia
Maria Gomes
 
GréCia Antiga Arte
GréCia  Antiga ArteGréCia  Antiga Arte
GréCia Antiga Arte
Sílvia Mendonça
 
Arte Egípcia
Arte EgípciaArte Egípcia
Arte Egípcia
Maria Gomes
 

Semelhante a Revisão de História da Arte (01) (20)

Portefólio de Historia
Portefólio de HistoriaPortefólio de Historia
Portefólio de Historia
 
Arte grega 1 em 2015 - Claretiano
Arte grega 1 em 2015 - ClaretianoArte grega 1 em 2015 - Claretiano
Arte grega 1 em 2015 - Claretiano
 
Arte grega
Arte gregaArte grega
Arte grega
 
Historia da arte primeiras civilizacoes
Historia da arte primeiras civilizacoesHistoria da arte primeiras civilizacoes
Historia da arte primeiras civilizacoes
 
A Arte na Grécia
A Arte na GréciaA Arte na Grécia
A Arte na Grécia
 
Arte grega: história da pintura.
Arte grega: história da pintura.Arte grega: história da pintura.
Arte grega: história da pintura.
 
6o. ano texto -Arte na Grécia- 2-
6o. ano  texto -Arte na Grécia- 2-6o. ano  texto -Arte na Grécia- 2-
6o. ano texto -Arte na Grécia- 2-
 
A arte no egito
A arte no egitoA arte no egito
A arte no egito
 
Arte Grega.ppt
Arte Grega.pptArte Grega.ppt
Arte Grega.ppt
 
Textos historia da arte Ensino Medio
Textos historia da arte Ensino MedioTextos historia da arte Ensino Medio
Textos historia da arte Ensino Medio
 
História da arte
História da arteHistória da arte
História da arte
 
A6_HARTEIII_arte grega
A6_HARTEIII_arte gregaA6_HARTEIII_arte grega
A6_HARTEIII_arte grega
 
A6 H Arte I
A6 H Arte IA6 H Arte I
A6 H Arte I
 
Arte grega
Arte gregaArte grega
Arte grega
 
Arte egipicia 1° ano
Arte egipicia 1° anoArte egipicia 1° ano
Arte egipicia 1° ano
 
Atividades com pintura artes1o ano 2009
Atividades  com pintura artes1o ano 2009Atividades  com pintura artes1o ano 2009
Atividades com pintura artes1o ano 2009
 
A arte no egito
A arte no egitoA arte no egito
A arte no egito
 
Arte Egípcia
Arte EgípciaArte Egípcia
Arte Egípcia
 
GréCia Antiga Arte
GréCia  Antiga ArteGréCia  Antiga Arte
GréCia Antiga Arte
 
Arte Egípcia
Arte EgípciaArte Egípcia
Arte Egípcia
 

Mais de Carlos Benjoino Bidu

Revisão HISTÓRIA DA ARTE - 04
Revisão HISTÓRIA DA ARTE - 04Revisão HISTÓRIA DA ARTE - 04
Revisão HISTÓRIA DA ARTE - 04
Carlos Benjoino Bidu
 
Revisão HISTÓRIA DA ARTE - 03
Revisão HISTÓRIA DA ARTE - 03Revisão HISTÓRIA DA ARTE - 03
Revisão HISTÓRIA DA ARTE - 03
Carlos Benjoino Bidu
 
Revisão HISTÓRIA DA ARTE - 02
Revisão HISTÓRIA DA ARTE - 02Revisão HISTÓRIA DA ARTE - 02
Revisão HISTÓRIA DA ARTE - 02
Carlos Benjoino Bidu
 
Revisão HISTÓRIA DA ARTE - 01
Revisão HISTÓRIA DA ARTE - 01Revisão HISTÓRIA DA ARTE - 01
Revisão HISTÓRIA DA ARTE - 01
Carlos Benjoino Bidu
 
“Resumão” da Filosofia para o Vestibular
“Resumão” da Filosofia para o Vestibular“Resumão” da Filosofia para o Vestibular
“Resumão” da Filosofia para o Vestibular
Carlos Benjoino Bidu
 
Revisão Conceitual de SOCIOLOGIA
Revisão Conceitual de SOCIOLOGIARevisão Conceitual de SOCIOLOGIA
Revisão Conceitual de SOCIOLOGIA
Carlos Benjoino Bidu
 
Revisão temporal do século XX e aplicação da linha do tempo
Revisão temporal do século XX e aplicação da linha do tempoRevisão temporal do século XX e aplicação da linha do tempo
Revisão temporal do século XX e aplicação da linha do tempo
Carlos Benjoino Bidu
 
Arte: Vanguardas Europeias
Arte: Vanguardas EuropeiasArte: Vanguardas Europeias
Arte: Vanguardas Europeias
Carlos Benjoino Bidu
 
O que é Arte?
O que é Arte?O que é Arte?
O que é Arte?
Carlos Benjoino Bidu
 
Revisão SOCIOLOGIA
Revisão SOCIOLOGIARevisão SOCIOLOGIA
Revisão SOCIOLOGIA
Carlos Benjoino Bidu
 
Uma Breve linha do Tempo: Século XX
Uma Breve linha do Tempo: Século XXUma Breve linha do Tempo: Século XX
Uma Breve linha do Tempo: Século XX
Carlos Benjoino Bidu
 
Movimentos Sociais
Movimentos SociaisMovimentos Sociais
Movimentos Sociais
Carlos Benjoino Bidu
 
Cultura de Massa e Indústria Cultural
Cultura de Massa e Indústria CulturalCultura de Massa e Indústria Cultural
Cultura de Massa e Indústria Cultural
Carlos Benjoino Bidu
 
Partidos políticos, eleições e voto
Partidos políticos, eleições e votoPartidos políticos, eleições e voto
Partidos políticos, eleições e voto
Carlos Benjoino Bidu
 
Esferas culturais: O Popular, o Erudito e o Patrimônio
Esferas culturais:  O Popular, o Erudito e o Patrimônio Esferas culturais:  O Popular, o Erudito e o Patrimônio
Esferas culturais: O Popular, o Erudito e o Patrimônio
Carlos Benjoino Bidu
 
Os 03 Poderes da Federação
Os 03 Poderes da FederaçãoOs 03 Poderes da Federação
Os 03 Poderes da Federação
Carlos Benjoino Bidu
 
Cultura: definição antropológica
Cultura: definição antropológicaCultura: definição antropológica
Cultura: definição antropológica
Carlos Benjoino Bidu
 
Da Vinci, anatomia e a arte que transforma
Da Vinci, anatomia e a arte que transforma Da Vinci, anatomia e a arte que transforma
Da Vinci, anatomia e a arte que transforma
Carlos Benjoino Bidu
 
Cuidar de você
Cuidar de vocêCuidar de você
Cuidar de você
Carlos Benjoino Bidu
 
Clássicos da Sociologia Brasileira
Clássicos da Sociologia BrasileiraClássicos da Sociologia Brasileira
Clássicos da Sociologia Brasileira
Carlos Benjoino Bidu
 

Mais de Carlos Benjoino Bidu (20)

Revisão HISTÓRIA DA ARTE - 04
Revisão HISTÓRIA DA ARTE - 04Revisão HISTÓRIA DA ARTE - 04
Revisão HISTÓRIA DA ARTE - 04
 
Revisão HISTÓRIA DA ARTE - 03
Revisão HISTÓRIA DA ARTE - 03Revisão HISTÓRIA DA ARTE - 03
Revisão HISTÓRIA DA ARTE - 03
 
Revisão HISTÓRIA DA ARTE - 02
Revisão HISTÓRIA DA ARTE - 02Revisão HISTÓRIA DA ARTE - 02
Revisão HISTÓRIA DA ARTE - 02
 
Revisão HISTÓRIA DA ARTE - 01
Revisão HISTÓRIA DA ARTE - 01Revisão HISTÓRIA DA ARTE - 01
Revisão HISTÓRIA DA ARTE - 01
 
“Resumão” da Filosofia para o Vestibular
“Resumão” da Filosofia para o Vestibular“Resumão” da Filosofia para o Vestibular
“Resumão” da Filosofia para o Vestibular
 
Revisão Conceitual de SOCIOLOGIA
Revisão Conceitual de SOCIOLOGIARevisão Conceitual de SOCIOLOGIA
Revisão Conceitual de SOCIOLOGIA
 
Revisão temporal do século XX e aplicação da linha do tempo
Revisão temporal do século XX e aplicação da linha do tempoRevisão temporal do século XX e aplicação da linha do tempo
Revisão temporal do século XX e aplicação da linha do tempo
 
Arte: Vanguardas Europeias
Arte: Vanguardas EuropeiasArte: Vanguardas Europeias
Arte: Vanguardas Europeias
 
O que é Arte?
O que é Arte?O que é Arte?
O que é Arte?
 
Revisão SOCIOLOGIA
Revisão SOCIOLOGIARevisão SOCIOLOGIA
Revisão SOCIOLOGIA
 
Uma Breve linha do Tempo: Século XX
Uma Breve linha do Tempo: Século XXUma Breve linha do Tempo: Século XX
Uma Breve linha do Tempo: Século XX
 
Movimentos Sociais
Movimentos SociaisMovimentos Sociais
Movimentos Sociais
 
Cultura de Massa e Indústria Cultural
Cultura de Massa e Indústria CulturalCultura de Massa e Indústria Cultural
Cultura de Massa e Indústria Cultural
 
Partidos políticos, eleições e voto
Partidos políticos, eleições e votoPartidos políticos, eleições e voto
Partidos políticos, eleições e voto
 
Esferas culturais: O Popular, o Erudito e o Patrimônio
Esferas culturais:  O Popular, o Erudito e o Patrimônio Esferas culturais:  O Popular, o Erudito e o Patrimônio
Esferas culturais: O Popular, o Erudito e o Patrimônio
 
Os 03 Poderes da Federação
Os 03 Poderes da FederaçãoOs 03 Poderes da Federação
Os 03 Poderes da Federação
 
Cultura: definição antropológica
Cultura: definição antropológicaCultura: definição antropológica
Cultura: definição antropológica
 
Da Vinci, anatomia e a arte que transforma
Da Vinci, anatomia e a arte que transforma Da Vinci, anatomia e a arte que transforma
Da Vinci, anatomia e a arte que transforma
 
Cuidar de você
Cuidar de vocêCuidar de você
Cuidar de você
 
Clássicos da Sociologia Brasileira
Clássicos da Sociologia BrasileiraClássicos da Sociologia Brasileira
Clássicos da Sociologia Brasileira
 

Último

Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
AntonioAngeloNeves
 
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdfUFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
Manuais Formação
 
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdf
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdfCurativo de cateter venoso central na UTI.pdf
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdf
BiancaCristina75
 
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
AntonioLobosco3
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
Manuais Formação
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
joaresmonte3
 
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptxRoteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
pamellaaraujo10
 
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdfApostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
bmgrama
 
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junhoATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
Crisnaiara
 
Atividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docxAtividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docx
MARCELARUBIAGAVA
 
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
JoanaFigueira11
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
HisrelBlog
 
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasnTabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
CarlosJean21
 
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdfComo montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
AlineOliveira625820
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
silvamelosilva300
 
A importância das conjunções- Ensino Médio
A importância das conjunções- Ensino MédioA importância das conjunções- Ensino Médio
A importância das conjunções- Ensino Médio
nunesly
 
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
Eró Cunha
 
As sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativasAs sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativas
rloureiro1
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
Manuais Formação
 

Último (20)

Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
 
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdfUFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
 
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdf
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdfCurativo de cateter venoso central na UTI.pdf
Curativo de cateter venoso central na UTI.pdf
 
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
A influência do comércio eletrônico no processo de gestão das livrarias e edi...
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
 
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptxAtpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
Atpcg PEI Rev Irineu GESTÃO DE SALA DE AULA.pptx
 
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptxRoteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
 
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdfApostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
 
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junhoATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
ATIVIDADES de alfabetização do mês de junho
 
Atividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docxAtividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docx
 
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
 
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIASA SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
A SOCIOLOGIA E O TRABALHO: ANÁLISES E VIVÊNCIAS
 
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasnTabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
 
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdfComo montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
 
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdfO Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
O Mito da Caverna de Platão_ Uma Jornada em Busca da Verdade.pdf
 
A importância das conjunções- Ensino Médio
A importância das conjunções- Ensino MédioA importância das conjunções- Ensino Médio
A importância das conjunções- Ensino Médio
 
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
 
As sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativasAs sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativas
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
 

Revisão de História da Arte (01)

  • 2.
  • 3. “ Nossa! Esse menino sóvive fazendo arte!” TRAVESSURA “Ronaldinho Gaúcho tem a arte do futebol.” HABILIDADE “Essa sua pintura lembra a arte de Van Gogh!” ESTILO “Que massa, seu vestido está uma verdadeira arte!” BELEZA “Aquilo é uma obra de arte!” CRIAÇÃO ESTÉTICA
  • 4. Arte: toda criação humana com valores estéticos (beleza, harmonia, equilíbrio) que sintetiza as emoções de um artista, sua história, seus sentimentos, sua cultura, sua visão de mundo, seu contexto.
  • 5.
  • 6.
  • 7.
  • 8. TIPOLOGIA: ARTES CÊNICAS: são as artes do movimento, da ação, da cena. Exemplos: teatro, dança, circo, cinema, t. de bonecos... ARTES MUSICAIS: são as que articulam o som e o silêncio, tais como o canto, a música cantada ou instrumental, a ópera... ARTES VISUAIS: corespondem as que articulam com imagens e formas plásticas, entre elas o desenho, a pintura, a escultura, a gravura, a arquitetura, a fotografia... LITERATURA: envolvem as criações que usam como suporte a palavra, a saber: contos, poesias, crônicas, biografias...
  • 9. ARTES A arte é uma forma de conhecimento humano, tal como as religiões, as ciências e a filosofia. Ao auxiliar o ser humano a conhecer seus mais elevados ideais, ela auxilia o exercício da virtude. A virtude, elevado ao mais alto patamar é a própria redenção do ser humano – é o afastamento definitivo da vida medíocre e vazia. A interação com a arte se dá necessariamente pelos sentidos, mas o efeito provocado não se restringe ao que empiricamente se verifica, uma vez que há diálogo com as experiências e habilidades cognitivas do indivíduo.
  • 10.
  • 12. Consideramos como arte pré-histórica todas as manifestações que se desenvolveram antes do surgimento das primeiras civilizações e portanto antes da escrita. No entanto isso pressupõe uma grande variedade de produção, por povos diferentes, em locais diferentes, mas com algumas características comuns. O homem introduz duas revoluções nos costumes: enterrar seus mortos e fazer pinturas.
  • 13. A pintura pré-histórica recebeu o nome de arte rupestre ou parietal pelo fato de ter se desenvolvido quase que exclusivamente em paredes de pedra, no interior de cavernas e grutas. PINTURA
  • 14.
  • 15. A primeira característica da Arte é o pragmatismo, ou seja, a arte produzida possuía uma utilidade, material, cotidiana ou mágico-religiosa.
  • 16. A princípio retratavam cenas envolvendo principalmente animais, homens e mulheres e caçadas, existindo ainda a pintura de símbolos, com significado ainda desconhecido. Essa fase inicial é marcada pela utilização principalmente do preto e do vermelho e é considerada portanto como naturalista.
  • 18. A escultura da pré-história corresponde à chamada arte móvel e abrange tanto os objetos religiosos e artísticos quanto os utensílios. Os temas são animais e figuras humanas. Os gêneros desenvolvidos foram a estatueta e a gravação, tanto em pedras calcárias quanto em argila ou madeira queimada.
  • 19. As figuras femininas foram mais numerosas, sem dúvida à sua clara relação com o culto à fecundidade e mostram uma desproporção deliberada entre os genitais e as demais partes do corpo. Essas estatuetas são conhecidas entre os especialistas como Vênus. Entre elas, as mais famosas são a Vênus de Lespugne, na França, e a Vênus de Willendorf, na Áustria.
  • 21.
  • 22.
  • 23. • CARACTERÍSTICAS • Religiosidade • Crença nos deuses • Vida após a morte – mais importante do que a terrena • Colossais obras de arte – render glórias e eternizar esses espíritos após a morte. • A estática de suas figuras, a regularidade geométrica e a profunda observação da natureza foram características de toda a arte egípcia.
  • 24. A arte egípcia era monumental e de grande beleza e está ligada à religião, ou seja, ao culto dos deuses e dos mortos.
  • 25. Arquitetura A crença na imortalidade levou os egípcios a construírem imponentes túmulos: As Pirâmides
  • 26. Túmulos Os primeiros foram escavados no solo e protegidos por uma construção de tijolos de terra seca :a mastaba. Esta elevava-se por cima da câmara funerária, decorada com cenas da vida do defunto, na qual ficava a urna do faraó ou de um grande senhor.
  • 27. O arquiteto Imotep , em 2650 a.C construiu uma pirâmide em pedra para o Faraó de Djoser. Era uma sobreposição de mastabas, ou pirâmide de degraus.
  • 28. As pirâmides mais célebres ficam, no planalto de Guizé : Khufu (Quéops), a do seu filho Khafré (Quéfren) e a do seu neto Menkaur (Miquerinos). Junto desta pirâmide localiza-se a grande esfinge, talhada na rocha.
  • 29. A esfinge de Gizé fica neste complexo. É a maior de todas do Egito. Tem 73 metros de comprimento e 20 de altura. Foi talhada directamente na rocha, no reinado de Khafré. O seu rosto tem os traços do faraó, toucado com menés e simboliza a força e a potência. Guarda a entrada da sepultura do rei.
  • 30. As pirâmides eram sempre construídas na margem esquerda do Nilo e geralmente perto deste para facilitar o transporte dos materiais. Os arquitetos, os sacerdotes, astrónomos e geómetras, delimitavam o local propício que os operários iriam aplanar.
  • 31.
  • 32.
  • 33. A múmia estava encerrada em vários sarcófagos, uns dentro dos outros. O último era de ouro maciço, pesando 110 quilos. O rosto de Tutankhamon estava coberto com uma lindíssima máscara de ouro, pasta de vidro e lápis-lazúli. Tutankamon
  • 34. Templo de Ramsés II em Abu Simbel
  • 36.
  • 37. Toda a escultura egípcia obedece à lei da frontalidade
  • 38. O BAIXO RELEVO A arte egípcia emprega o baixo relevo normal no qual se escava o fundo à volta das figuras e o baixo relevo escavado. Os egípcios observaram que num país, onde a luminosidade é intensa os pormenores do baixo relevo normal sobressaíam mal.
  • 39. • Ptolomeu entre duas deusas • Setoiu I e Hórus (baixo relevo escavado de Abydos)
  • 41. Grande parte da pintura egípcia encontra-se nas paredes dos túmulos. Representam aspectos da vida quotidiana ou cenas religiosas Obedece a regras fixas: a cabeça , as pernas e os pés aparecem de perfil; o olho e o tronco de frente – é a lei da frontalidade.
  • 43.
  • 44. Nas artes decorativas destaca-se o trabalho de ourivesaria, como comprovam as inúmeras peças encontradas nos túmulos.
  • 46.
  • 47.
  • 48.
  • 50. A arte grega atingiu o seu maior desenvolvimento no período entre os séculos V e IV a.C. – o chamado período clássico. As principais características da arte deste período são as seguintes: •Harmonia •Equilíbrio •Proporção
  • 51. ARQUITETURA GREGA Estava muito ligada à vida religiosa: •Construíam-se teatros – em honra de Dionísio.
  • 52. •Construíam-se estádios – em honra de vários deuses, como Zeus (no Santuário de Olímpia) e Apolo (no Santuário de Delfos). Estádio de Olímpia Estádio de Delfos
  • 53. •Construíam-se templos – em honra dos vários deuses adorados pelos gregos. Parténon (dedicado a Atena) Templo de Zeus Olímpico
  • 54. PARTES CONSTITUINTES DE UM TEMPLO Partes constituintes de um templo Na estrutura dos templos, podemos identificar vários elementos:
  • 55. ORDENS OU ESTILOS Os gregos criaram três modelos de construção, aos quais chamaram ordens. A ordem dórica é a mais simples e mais antiga, caracterizando-se pelo capitel liso e pelo facto de a coluna não ter base. Templo de Agrigento
  • 56. A ordem jônica é considerada a mais elegante. O seu capitel é formado por uma espécie de “caracóis”, a que se dá o nome de volutas. A coluna é mais fina e tem base. Templo de Atena Niké
  • 57. A ordem coríntia é muito parecida com a ordem jónica. A diferença está no capitel, que aqui apresenta uma decoração a lembrar folhas de acanto (uma planta decorativa). Templo de Zeus Olímpico
  • 58. ESCULTURA É formada quer por estátuas, quer por relevos. Estátua do período arcaico Estátua do período clássico (Atena) Relevo do Parténon (luta contra os persas)
  • 59. Praticamente todas as obras têm relação com a religião, mas em todas elas predomina a figura humana. Os principais temas são: a representação de deuses; representação de atletas; representação de cenas da mitologia… Estátua de Artemisa O discóbolo Relevo do Parténon (luta dos gregos contra as amazonas)
  • 60. CARACTERÍSTICAS DA ESCULTURA: •Naturalismo ou representação fiel da Natureza e do corpo humano; •Ideia de movimento (quer do corpo, quer das roupas); •Perfeição na representação do corpo humano; •Serenidade, pois as figuras não revelam qualquer sentimento na sua expressão; •Harmonia, pois existe proporção entre as várias partes do corpo. Doríforo (proporções do corpo humano)
  • 61. pintura Sabe-se que os gregos pintavam as fachadas dos seus templos de cores alegres e garridas. É provável também que fizessem pinturas nas paredes das suas casas como aconteceu nos tempos mais antigos da civilização grega, na ilha de Creta (Palácio de Cnossos). Pintura numa parede do Palácio de CnossosReconstituição do Parténon
  • 62. Mas os únicos casos do período clássico (séc. V a.C.) que chegaram aos nossos dias foram os vasos de cerâmica. Aqui destacam-se vários períodos diferentes: •Numa fase mais antiga, decoravam as peças de cerâmica com motivos geométricos.
  • 63. Nos sécs. V e IV a.C., os gregos pintavam já figuras humanas perfeitas nas suas peças de cerâmica. Essas figuras podiam ser: •A negro sobre o fundo vermelho do barro; •A vermelho sobre um fundo preto.
  • 64. Temas da pintura grega: •Cenas da mitologia Cerâmica de figuras vermelhas (Aquiles e Pátroclo – cena da guerra de Tróia - Ilíada) Cerâmica de figuras vermelhas (Hades e Cerbero)
  • 65. •Cenas da vida quotidiana. Cerâmica de figuras vermelhas (duas jovens ouvem um tocador de cítara) Cerâmica de figuras negras (mulheres a tecer no gineceu)
  • 66. •Cenas relacionadas com os Jogos Olímpicos ou outras competições desportivas. Cerâmica de figuras negras (corrida de carros) Cerâmica de figuras negras (discóbolo) Cerâmica de figuras negras (corridas pedestres)
  • 67.
  • 68. Detalhe do Ara Pacis ARTE EM ROMA
  • 69. A formação cultural dos romanos foi influenciada principalmente por gregos e etruscos, que ocuparam diferentes regiões da península itálica entre os séculos XII e VI a.C. e contribuíram para que Roma se tornasse o centro de um vasto império. Pantheon (interior) Pantheon (vista aérea)
  • 70. Um dos legados culturais mais importantes deixados pelos etruscos aos romanos foi o uso do arco e da abóboda nas construções. Arco de Constantino 312-315 d.C. Roma Abóboda: Cobertura arqueada, côncava internamente, em geral construídas com pedras ou tijolos apoiados uns nos outros de modo a suportar o próprio peso e os pesos externos.
  • 71. O Arco foi uma conquista que permitiu ampliar o vão entre uma coluna e outra. Sob a influencia dos Etruscos, construções de pontes e aquedutos. O Aqueduto de Le Pont du Gard, na França. É uma das mais representativas obras da construção civil romana
  • 72. Os romanos costumavam construir seus templos num plano mais elevado, de modo que a entrada só era alcançada por uma escadaria, construída diante da fachada principal. Templo de Fortuna Virilis em Roma 100a.C Templo de Antoninus & Faustina
  • 73. Graças ao uso de arcos e abóbadas, herdados dos etruscos, os romanos construíram edifícios sobretudo anfiteatros. COLISEU
  • 74. Exterior do Teatro Marcelus Anfiteatro significa teatro com acento dos dois lados do palco. Na Roma antiga, era o espaço oval ou circular destinado a espetáculos públicos, combates de feras, jogos ou representações teatrais.
  • 76. Os gladiadores eram lutadores que participavam de torneios de luta na Roma Antiga. De origem escrava, estes homens eram treinados para estes combates, que serviam de entretenimento para os habitantes de Roma e das províncias.
  • 77. Um homem podia se tornar um gladiador de tres maneiras:  Por ser condenado a morte ou trabalhos forçados.  Por ser um escravo castigado por seu dono.  Por ser um homem livre que renunciava a seus direitos de cidadão, por carecer de recursos econômicos.
  • 78. Pintura A maior parte das pinturas romanas que conhecemos hoje provém das cidades de Pompéia e Herculano, que foram soterradas pela erupção do Vesúvio em 79 a.C. Pompéia
  • 85. Tanto na pintura como no mosaico, os artistas romanos, ora de maneira rústica mas alegre, ora de maneira segura e brilhante, souberam misturar realismo com imaginação, e suas obras souberam ocupar grandes espaços nas construções, complementando ricamente na arquitetura.
  • 86. Esculturas Copias Romanas de esculturas gregas.
  • 88. Estatua de Trajano, Imperador Romano 98 a 117 d.C Esculturas
  • 89. Marco Aurélio – Imperador 170 d.C – Bronze
  • 92. Esculturas –Relevo Narrativo Representam de forma realística,em perfeitos detalhes, relatos de acontecimentos. Tinham preocupação em dar ilusão espacial.
  • 93.
  • 95. CRISTIANISMO PRIMITIVO Por arte cristã primitiva, ou arte paleocristã, deve-se entender, muito mais que um “estilo”, um período histórico, que abrange os primeiros cinco séculos do surgimento do cristianismo, em que observamos todas as formas de arte nele produzidas pelos primeiros cristãos para o seu próprio povo.
  • 96.  Quando o cristianismo é perseguido no Império Romano, os cristãos se refugiam nas catacumbas(túmulos subterrâneos) para a realização de seus cultos.Servindo a fé, Criam uma arte própria,feita sobretudo, de símbolos.
  • 97. NERO: proíbe o cristianismo e por sua vez, persegue os cristãos, que manifestavam a sua fé em locais mais afastados. CATACUMBAS: galerias subterrâneas, onde eram enterrados os mortos e onde os cristãos puderam manifestar a sua fé, desenhando símbolos referentes a vida de Cristo. Catacumbas de São Calisto.
  • 98. Catacumbas cristãs, Roma A arquitetura paleocristã foi simples e caracterizada pela simbologia das passagens da Bíblia. Destacamos numa primeira fase catacumbas e cemitérios subterrâneos em Roma para celebração de cultos cristãos.
  • 99. A pintura paleo-cristã é bastante escassa e totalmente simbólica. Restaram alguns afrescos, encontrados nos muros das catacumbas; seus temas eram sempre baseados no Cristianismo, podiam representar orações, figuras humanas e de animais, símbolos cristãos e passagens dos Evangelhos e cenas típicas da vida religiosa da época.
  • 100. ARTE CRISTÃ PRIMITIVA Cristo e os apóstolos. Catacumba de Santa Domitilla. O Orante. Catacumba de Priscila.
  • 101. • A cruz ‑ símbolo do sacrifício de Cristo; • A palma ‑ símbolo do martírio; Inicialmente as pinturas representavam os símbolos cristãos
  • 102. • A âncora símbolo da‑ salvação; • O peixe ‑ símbolo preferido dos cristãos, pois as letras da palavra peixe em grego (ichtys) coincidem com a letra inicial de cada uma das palvras da expressão “Iesous Christos, Theou Yios, Soter”, que significa: “Jesus Cristo, Filho de Deus, Salvador”.
  • 103. Mais tarde, as pinturas evoluíram e passaram a representar cenas do antigo e novo testamento. O Bom Pastor. Catacumba de Santa Priscila.
  • 104. ARTE CRISTÃ PRIMITIVA • Em 313, Constantino permite o Cristianismo. • Em 391, Teodósio o oficializa, tornando-o a religião oficial do Império.
  • 106. A Virgem e o Menino entre São Teodoro e São Jorge
  • 109. O Bom Pastor, centro do Teto do “Velatio” Cubículo – Catacumba de Priscila

Notas do Editor

  1. gf