SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 44
A arte egípcia era monumental e de grande
beleza e está ligada à religião, ou seja, ao
culto dos deuses e dos mortos.
Arquitectura
A crença na imortalidade levou os
egípcios a construírem imponentes
túmulos; o facto de adorarem vários
deuses fê-los construir grandes templos.
Túmulos
Os primeiros foram
escavados no solo e
protegidos por uma
construção de tijolos de
terra seca :a mastaba.
Esta elevava-se por cima
da câmara funerária,
decorada com cenas da
vida do defunto, na qual
ficava a urna do faraó ou
de um grande senhor.
O arquitecto Imotep , em 2650 a.C construiu uma
pirâmide em pedra para o Faraó de Djoser.
Era uma sobreposição de mastabas, ou pirâmide
de degraus.
Faraó de Djoser.
As pirâmides mais célebres ficam, no planalto de Guiza :
Khufu (Quéops), a do seu filho Khafré (Quéfren) e a do seu
neto Menkaur (Miquerinos). Junto desta pirâmide localiza-
se a grande esfinge, talhada na rocha.
A esfinge de Gizé fica neste complexo. É a maior
de todas do Egipto. Tem 73 metros de
comprimento e 20 de altura. Foi talhada
directamente na rocha, no reinado de Khafré. O seu
rosto tem os traços do faraó, toucado com menés e
simboliza a força e a potência. Guarda a entrada da
• A zona funerária compõe-se , também, de
pequenas pirâmides que guardam os restos
mortais das esposas dos faraós. Possui,
também, mastabas que guardam as múmias
dos nobres e dos grandes sacerdotes.
As pirâmides eram sempre construídas na
margem esquerda do Nilo e geralmente perto
deste para facilitar o transporte dos materiais.
Os arquitectos, os sacerdotes, astrónomos e
geómetras, delimitavam o local propício que os
operários iriam aplanar.
HIPOGEUS – Túmulos escavados na
rocha
Templo mortuário da rainha Hatshepsut, em
Deir el-Bahari – Associa um pilão e um pátio a
um santuário escavado na falésia
• O Hipogeu de Tutankhamon, descoberto em 1922,
foi encontrado praticamente intacto.
• No seu interior encontravam-se jóias valiosas,
material de escrita, instrumentos musicais, roupas
e muitas mais coisas
A múmia estava encerrada
em vários sarcófagos, uns
dentro dos outros. O último
era de ouro maciço, pesando
110 quilos. O rosto de
Tutankhamon estava coberto
com uma lindíssima máscara
de ouro, pasta de vidro e
lápis-lazúli.
TEMPLOS
O templo de Luxor (acima), na margem leste do rio Nilo.
O templo de Luxor é constituído por gigantescas
colunas, tem à entrada duas grandiosas estátuas
de Ramsés II.
Esquema de um templo.
Este inclui um lago.
Reprodução gráfica do templo.
Templo de Ramsés II em Abu Simbel
Como o Templo ia ser submerso com a
construção da barragem de Assuão foi
cortado ( tinha sido construído na pedra do
lugar) e reconstruído mais longe do rio.
Museu de Louvre
ESCULTURA
Toda a escultura egípcia obedece à lei da
frontalidade
O BAIXO RELEVO
A arte egípcia emprega o baixo relevo
normal no qual se escava o fundo à volta das
figuras e o baixo relevo escavado. Os egípcios
observaram que num país, onde a
luminosidade é intensa os pormenores do
baixo relevo normal sobressaíam mal.
• Ptolomeu entre duas
deusas
• Setoiu I e Hórus (baixo
relevo escavado de
Abydos)
Deuses Egípcios
PINTURA
Grande parte da pintura egípcia encontra-se nas
paredes dos túmulos. Representam aspectos da
vida quotidiana ou cenas religiosas
Obedece a regras fixas: a cabeça , as pernas e os
pés aparecem de perfil; o olho e o tronco de frente
– é a lei da frontalidade.
• O local a ser trabalhado primeiramente recebia um revestimento
de gesso branco e em seguida se aplicava a tinta sobre gesso. Essa
tinta era uma espécie de cola produzida com cores minerais.
Deuses Hórus
e Anúbis
• Os egípcios ao esculpir e pintar tinham o propósito de
relatar os acontecimentos de sua época, as histórias dos
Faraós, deuses e do seu povo em menor escala, já que as
pessoas não podiam ser representadas ao lado de deuses
e nem dentro de templos. Provavelmente eles não
tiveram a intenção de nos deixar a "arte" de seus
criadores.
• O tamanho das pessoas e objetos não caracterizavam necessariamente a distância
um do outro e sim a importância do objeto, o poder e o nível social.
Os valores dos egípcios eram eternos e estáveis. Suas leis perduraram cerca de
6.000 anos. O Faraó representava os homens junto aos deuses e os deuses junto
aos homens, assim como era responsável pelo bem-estar do povo, sendo
considerado também como um próprio Deus.
AS ARTES DECORATIVAS
Fundidores
Nas artes
decorativas
destaca-se o
trabalho de
ourivesaria, como
comprovam as
inúmeras peças
encontradas nos
túmulos.
DIVERSÕES
Música e dança
Gostavam, também de jogos de tabuleiro,
como o Senet.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Mais procurados (20)

Arte Contemporânea brasileira
Arte Contemporânea brasileiraArte Contemporânea brasileira
Arte Contemporânea brasileira
 
A arte na Pré-História
A arte na Pré-HistóriaA arte na Pré-História
A arte na Pré-História
 
Arte indiana
Arte indianaArte indiana
Arte indiana
 
Arte Grega - 6º Ano E.F.
Arte Grega - 6º Ano E.F. Arte Grega - 6º Ano E.F.
Arte Grega - 6º Ano E.F.
 
Arte romana
Arte romanaArte romana
Arte romana
 
Impressionismo
ImpressionismoImpressionismo
Impressionismo
 
1) o que é arte -Texto
1)  o que é arte -Texto1)  o que é arte -Texto
1) o que é arte -Texto
 
Mapa mental arte grega
Mapa mental   arte gregaMapa mental   arte grega
Mapa mental arte grega
 
Arte na pré história
Arte na pré históriaArte na pré história
Arte na pré história
 
A arte egípcia
A arte egípciaA arte egípcia
A arte egípcia
 
Arte Barroca no Brasil
Arte Barroca no BrasilArte Barroca no Brasil
Arte Barroca no Brasil
 
Arte contemporânea
Arte contemporâneaArte contemporânea
Arte contemporânea
 
Jogos Teatrais
Jogos TeatraisJogos Teatrais
Jogos Teatrais
 
História da Arte - Arte egipcia
História da Arte - Arte egipciaHistória da Arte - Arte egipcia
História da Arte - Arte egipcia
 
Arte Rupestre
Arte Rupestre Arte Rupestre
Arte Rupestre
 
Arte barroca luz e sombra- CBG
Arte barroca luz e sombra- CBGArte barroca luz e sombra- CBG
Arte barroca luz e sombra- CBG
 
História da Arte
História da ArteHistória da Arte
História da Arte
 
Linha do tempo história da arte
Linha do tempo história da arteLinha do tempo história da arte
Linha do tempo história da arte
 
Arte pre historia
Arte pre historiaArte pre historia
Arte pre historia
 
DEFINIÇÕES DE ARTE
DEFINIÇÕES DE ARTEDEFINIÇÕES DE ARTE
DEFINIÇÕES DE ARTE
 

Semelhante a A Arte e Arquitetura da Antiga Cultura Egípcia

Semelhante a A Arte e Arquitetura da Antiga Cultura Egípcia (20)

Arte Egípcia
Arte EgípciaArte Egípcia
Arte Egípcia
 
Egipto arte
Egipto arteEgipto arte
Egipto arte
 
Arte Egípcia
Arte EgípciaArte Egípcia
Arte Egípcia
 
Arte egipicia 1° ano
Arte egipicia 1° anoArte egipicia 1° ano
Arte egipicia 1° ano
 
Arte egípcia,1
Arte egípcia,1Arte egípcia,1
Arte egípcia,1
 
Arte egípcia
Arte egípciaArte egípcia
Arte egípcia
 
Revisão de História da Arte (01)
Revisão de História da Arte (01)Revisão de História da Arte (01)
Revisão de História da Arte (01)
 
Arte egípcia
Arte egípciaArte egípcia
Arte egípcia
 
2 arte egito 2020
2 arte egito 20202 arte egito 2020
2 arte egito 2020
 
Religião do Egipto
Religião do EgiptoReligião do Egipto
Religião do Egipto
 
Religião Egícia
Religião EgíciaReligião Egícia
Religião Egícia
 
A ARTE NO EGITO - AULA 3
A ARTE NO EGITO - AULA 3A ARTE NO EGITO - AULA 3
A ARTE NO EGITO - AULA 3
 
Arte egipicia
Arte egipiciaArte egipicia
Arte egipicia
 
Arte egipicia
Arte egipiciaArte egipicia
Arte egipicia
 
Historia da arte primeiras civilizacoes
Historia da arte primeiras civilizacoesHistoria da arte primeiras civilizacoes
Historia da arte primeiras civilizacoes
 
A arte egípcia
A arte egípciaA arte egípcia
A arte egípcia
 
Egipto
EgiptoEgipto
Egipto
 
A civilização egípcia apontamentos
A civilização egípcia   apontamentosA civilização egípcia   apontamentos
A civilização egípcia apontamentos
 
A Arte Egípcia
A Arte EgípciaA Arte Egípcia
A Arte Egípcia
 
Arte na mesopotâmia [modo de compatibilidade]
Arte na mesopotâmia [modo de compatibilidade]Arte na mesopotâmia [modo de compatibilidade]
Arte na mesopotâmia [modo de compatibilidade]
 

Mais de Antonio Pinto Pereira

Anelídeos - 2º Ano Ensino Médio - Biologia
Anelídeos - 2º Ano Ensino Médio - BiologiaAnelídeos - 2º Ano Ensino Médio - Biologia
Anelídeos - 2º Ano Ensino Médio - BiologiaAntonio Pinto Pereira
 
Higiene e Segurança no Trabalho - Técnico em RH
Higiene e Segurança no Trabalho - Técnico em RHHigiene e Segurança no Trabalho - Técnico em RH
Higiene e Segurança no Trabalho - Técnico em RHAntonio Pinto Pereira
 
Divisão do estado de Mato Grosso do Sul
Divisão do estado de Mato Grosso do SulDivisão do estado de Mato Grosso do Sul
Divisão do estado de Mato Grosso do SulAntonio Pinto Pereira
 
Darwin - 3º Ano E. M. - Biologia - APP
Darwin - 3º Ano E. M. - Biologia - APPDarwin - 3º Ano E. M. - Biologia - APP
Darwin - 3º Ano E. M. - Biologia - APPAntonio Pinto Pereira
 
Reino animalia - Biologia - 2º Ano E. M. - APP - Jardim
Reino animalia - Biologia - 2º Ano E. M. - APP - JardimReino animalia - Biologia - 2º Ano E. M. - APP - Jardim
Reino animalia - Biologia - 2º Ano E. M. - APP - JardimAntonio Pinto Pereira
 
Pontos e linhas - Arte - Escola APP - 3º Ano EF
Pontos e linhas - Arte - Escola APP - 3º Ano EFPontos e linhas - Arte - Escola APP - 3º Ano EF
Pontos e linhas - Arte - Escola APP - 3º Ano EFAntonio Pinto Pereira
 

Mais de Antonio Pinto Pereira (20)

Bibliotecas pelo Mundo - Histórico
Bibliotecas pelo Mundo - HistóricoBibliotecas pelo Mundo - Histórico
Bibliotecas pelo Mundo - Histórico
 
Jardim MS - Sua História
Jardim MS - Sua HistóriaJardim MS - Sua História
Jardim MS - Sua História
 
Janjão o Grandão - Bullying
Janjão o Grandão - BullyingJanjão o Grandão - Bullying
Janjão o Grandão - Bullying
 
Manual de Conduta Hoteleira
Manual de Conduta HoteleiraManual de Conduta Hoteleira
Manual de Conduta Hoteleira
 
Divisão celular I
Divisão celular IDivisão celular I
Divisão celular I
 
Lei de Coulomb - 3º Ano EM
Lei de Coulomb - 3º Ano EMLei de Coulomb - 3º Ano EM
Lei de Coulomb - 3º Ano EM
 
Ondas e sua caracterização
Ondas e sua caracterizaçãoOndas e sua caracterização
Ondas e sua caracterização
 
O átomo e sua estrutura -
O átomo e sua estrutura - O átomo e sua estrutura -
O átomo e sua estrutura -
 
Anelídeos - 2º Ano Ensino Médio - Biologia
Anelídeos - 2º Ano Ensino Médio - BiologiaAnelídeos - 2º Ano Ensino Médio - Biologia
Anelídeos - 2º Ano Ensino Médio - Biologia
 
Higiene e Segurança no Trabalho - Técnico em RH
Higiene e Segurança no Trabalho - Técnico em RHHigiene e Segurança no Trabalho - Técnico em RH
Higiene e Segurança no Trabalho - Técnico em RH
 
Divisão do estado de Mato Grosso do Sul
Divisão do estado de Mato Grosso do SulDivisão do estado de Mato Grosso do Sul
Divisão do estado de Mato Grosso do Sul
 
Planejamento em RH - Técnico em RH
Planejamento em RH - Técnico em RHPlanejamento em RH - Técnico em RH
Planejamento em RH - Técnico em RH
 
Reino Animalia
Reino Animalia Reino Animalia
Reino Animalia
 
Foclore brasileiro - 3º Ano EF
Foclore brasileiro - 3º Ano EFFoclore brasileiro - 3º Ano EF
Foclore brasileiro - 3º Ano EF
 
Darwin - 3º Ano E. M. - Biologia - APP
Darwin - 3º Ano E. M. - Biologia - APPDarwin - 3º Ano E. M. - Biologia - APP
Darwin - 3º Ano E. M. - Biologia - APP
 
Reino animalia - Biologia - 2º Ano E. M. - APP - Jardim
Reino animalia - Biologia - 2º Ano E. M. - APP - JardimReino animalia - Biologia - 2º Ano E. M. - APP - Jardim
Reino animalia - Biologia - 2º Ano E. M. - APP - Jardim
 
Traffic signs in english
Traffic signs in englishTraffic signs in english
Traffic signs in english
 
Mundo da arte - 5º Ano
Mundo da arte - 5º AnoMundo da arte - 5º Ano
Mundo da arte - 5º Ano
 
Pontos e linhas - Arte - Escola APP - 3º Ano EF
Pontos e linhas - Arte - Escola APP - 3º Ano EFPontos e linhas - Arte - Escola APP - 3º Ano EF
Pontos e linhas - Arte - Escola APP - 3º Ano EF
 
Seasons of the year - English
Seasons of the year - EnglishSeasons of the year - English
Seasons of the year - English
 

Último

Caixa jogo da onça. para imprimir e jogar
Caixa jogo da onça. para imprimir e jogarCaixa jogo da onça. para imprimir e jogar
Caixa jogo da onça. para imprimir e jogarIedaGoethe
 
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029Centro Jacques Delors
 
Educação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SPEducação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SPanandatss1
 
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdfCultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdfaulasgege
 
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024Sandra Pratas
 
Cenários de Aprendizagem - Estratégia para implementação de práticas pedagógicas
Cenários de Aprendizagem - Estratégia para implementação de práticas pedagógicasCenários de Aprendizagem - Estratégia para implementação de práticas pedagógicas
Cenários de Aprendizagem - Estratégia para implementação de práticas pedagógicasRosalina Simão Nunes
 
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autoresSociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autoresaulasgege
 
A experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptx
A experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptxA experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptx
A experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptxfabiolalopesmartins1
 
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdfO Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdfPastor Robson Colaço
 
Slides Lição 4, Betel, Ordenança quanto à contribuição financeira, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, Betel, Ordenança quanto à contribuição financeira, 2Tr24.pptxSlides Lição 4, Betel, Ordenança quanto à contribuição financeira, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, Betel, Ordenança quanto à contribuição financeira, 2Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Época Realista y la obra de Madame Bovary.
Época Realista y la obra de Madame Bovary.Época Realista y la obra de Madame Bovary.
Época Realista y la obra de Madame Bovary.keislayyovera123
 
ATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptx
ATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptxATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptx
ATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptxOsnilReis1
 
Apostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptx
Apostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptxApostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptx
Apostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptxIsabelaRafael2
 
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024Sandra Pratas
 
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdfSimulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdfEditoraEnovus
 
Aula - 1º Ano - Émile Durkheim - Um dos clássicos da sociologia
Aula - 1º Ano - Émile Durkheim - Um dos clássicos da sociologiaAula - 1º Ano - Émile Durkheim - Um dos clássicos da sociologia
Aula - 1º Ano - Émile Durkheim - Um dos clássicos da sociologiaaulasgege
 
Investimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANO
Investimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANOInvestimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANO
Investimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANOMarcosViniciusLemesL
 
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGISPrática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGISVitor Vieira Vasconcelos
 

Último (20)

Caixa jogo da onça. para imprimir e jogar
Caixa jogo da onça. para imprimir e jogarCaixa jogo da onça. para imprimir e jogar
Caixa jogo da onça. para imprimir e jogar
 
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptxSlides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, CPAD, Como se Conduzir na Caminhada, 2Tr24.pptx
 
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
 
Educação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SPEducação São Paulo centro de mídias da SP
Educação São Paulo centro de mídias da SP
 
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdfCultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
 
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
 
Cenários de Aprendizagem - Estratégia para implementação de práticas pedagógicas
Cenários de Aprendizagem - Estratégia para implementação de práticas pedagógicasCenários de Aprendizagem - Estratégia para implementação de práticas pedagógicas
Cenários de Aprendizagem - Estratégia para implementação de práticas pedagógicas
 
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autoresSociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
 
A experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptx
A experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptxA experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptx
A experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptx
 
Orientação Técnico-Pedagógica EMBcae Nº 001, de 16 de abril de 2024
Orientação Técnico-Pedagógica EMBcae Nº 001, de 16 de abril de 2024Orientação Técnico-Pedagógica EMBcae Nº 001, de 16 de abril de 2024
Orientação Técnico-Pedagógica EMBcae Nº 001, de 16 de abril de 2024
 
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdfO Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
O Universo Cuckold - Compartilhando a Esposas Com Amigo.pdf
 
Slides Lição 4, Betel, Ordenança quanto à contribuição financeira, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, Betel, Ordenança quanto à contribuição financeira, 2Tr24.pptxSlides Lição 4, Betel, Ordenança quanto à contribuição financeira, 2Tr24.pptx
Slides Lição 4, Betel, Ordenança quanto à contribuição financeira, 2Tr24.pptx
 
Época Realista y la obra de Madame Bovary.
Época Realista y la obra de Madame Bovary.Época Realista y la obra de Madame Bovary.
Época Realista y la obra de Madame Bovary.
 
ATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptx
ATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptxATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptx
ATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptx
 
Apostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptx
Apostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptxApostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptx
Apostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptx
 
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO3_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
 
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdfSimulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
 
Aula - 1º Ano - Émile Durkheim - Um dos clássicos da sociologia
Aula - 1º Ano - Émile Durkheim - Um dos clássicos da sociologiaAula - 1º Ano - Émile Durkheim - Um dos clássicos da sociologia
Aula - 1º Ano - Émile Durkheim - Um dos clássicos da sociologia
 
Investimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANO
Investimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANOInvestimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANO
Investimentos. EDUCAÇÃO FINANCEIRA 8º ANO
 
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGISPrática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
 

A Arte e Arquitetura da Antiga Cultura Egípcia

  • 1.
  • 2. A arte egípcia era monumental e de grande beleza e está ligada à religião, ou seja, ao culto dos deuses e dos mortos.
  • 3. Arquitectura A crença na imortalidade levou os egípcios a construírem imponentes túmulos; o facto de adorarem vários deuses fê-los construir grandes templos.
  • 4. Túmulos Os primeiros foram escavados no solo e protegidos por uma construção de tijolos de terra seca :a mastaba. Esta elevava-se por cima da câmara funerária, decorada com cenas da vida do defunto, na qual ficava a urna do faraó ou de um grande senhor.
  • 5. O arquitecto Imotep , em 2650 a.C construiu uma pirâmide em pedra para o Faraó de Djoser. Era uma sobreposição de mastabas, ou pirâmide de degraus. Faraó de Djoser.
  • 6. As pirâmides mais célebres ficam, no planalto de Guiza : Khufu (Quéops), a do seu filho Khafré (Quéfren) e a do seu neto Menkaur (Miquerinos). Junto desta pirâmide localiza- se a grande esfinge, talhada na rocha.
  • 7.
  • 8.
  • 9. A esfinge de Gizé fica neste complexo. É a maior de todas do Egipto. Tem 73 metros de comprimento e 20 de altura. Foi talhada directamente na rocha, no reinado de Khafré. O seu rosto tem os traços do faraó, toucado com menés e simboliza a força e a potência. Guarda a entrada da
  • 10. • A zona funerária compõe-se , também, de pequenas pirâmides que guardam os restos mortais das esposas dos faraós. Possui, também, mastabas que guardam as múmias dos nobres e dos grandes sacerdotes.
  • 11. As pirâmides eram sempre construídas na margem esquerda do Nilo e geralmente perto deste para facilitar o transporte dos materiais. Os arquitectos, os sacerdotes, astrónomos e geómetras, delimitavam o local propício que os operários iriam aplanar.
  • 12. HIPOGEUS – Túmulos escavados na rocha
  • 13. Templo mortuário da rainha Hatshepsut, em Deir el-Bahari – Associa um pilão e um pátio a um santuário escavado na falésia
  • 14.
  • 15. • O Hipogeu de Tutankhamon, descoberto em 1922, foi encontrado praticamente intacto. • No seu interior encontravam-se jóias valiosas, material de escrita, instrumentos musicais, roupas e muitas mais coisas
  • 16.
  • 17. A múmia estava encerrada em vários sarcófagos, uns dentro dos outros. O último era de ouro maciço, pesando 110 quilos. O rosto de Tutankhamon estava coberto com uma lindíssima máscara de ouro, pasta de vidro e lápis-lazúli.
  • 19. O templo de Luxor (acima), na margem leste do rio Nilo.
  • 20. O templo de Luxor é constituído por gigantescas colunas, tem à entrada duas grandiosas estátuas de Ramsés II.
  • 21. Esquema de um templo. Este inclui um lago.
  • 23. Templo de Ramsés II em Abu Simbel
  • 24. Como o Templo ia ser submerso com a construção da barragem de Assuão foi cortado ( tinha sido construído na pedra do lugar) e reconstruído mais longe do rio.
  • 27.
  • 28. Toda a escultura egípcia obedece à lei da frontalidade
  • 29. O BAIXO RELEVO A arte egípcia emprega o baixo relevo normal no qual se escava o fundo à volta das figuras e o baixo relevo escavado. Os egípcios observaram que num país, onde a luminosidade é intensa os pormenores do baixo relevo normal sobressaíam mal.
  • 30. • Ptolomeu entre duas deusas • Setoiu I e Hórus (baixo relevo escavado de Abydos)
  • 33. Grande parte da pintura egípcia encontra-se nas paredes dos túmulos. Representam aspectos da vida quotidiana ou cenas religiosas Obedece a regras fixas: a cabeça , as pernas e os pés aparecem de perfil; o olho e o tronco de frente – é a lei da frontalidade.
  • 34. • O local a ser trabalhado primeiramente recebia um revestimento de gesso branco e em seguida se aplicava a tinta sobre gesso. Essa tinta era uma espécie de cola produzida com cores minerais.
  • 35. Deuses Hórus e Anúbis • Os egípcios ao esculpir e pintar tinham o propósito de relatar os acontecimentos de sua época, as histórias dos Faraós, deuses e do seu povo em menor escala, já que as pessoas não podiam ser representadas ao lado de deuses e nem dentro de templos. Provavelmente eles não tiveram a intenção de nos deixar a "arte" de seus criadores.
  • 36. • O tamanho das pessoas e objetos não caracterizavam necessariamente a distância um do outro e sim a importância do objeto, o poder e o nível social. Os valores dos egípcios eram eternos e estáveis. Suas leis perduraram cerca de 6.000 anos. O Faraó representava os homens junto aos deuses e os deuses junto aos homens, assim como era responsável pelo bem-estar do povo, sendo considerado também como um próprio Deus.
  • 38.
  • 39. Nas artes decorativas destaca-se o trabalho de ourivesaria, como comprovam as inúmeras peças encontradas nos túmulos.
  • 41.
  • 42.
  • 43.
  • 44. Gostavam, também de jogos de tabuleiro, como o Senet.