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governo e da Assembleia Constituinte;
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7 de agosto de 1975 – 9 membros do Conselho da
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O V Governo foi obrigado a demitir-se;
19 de setembro de 1975 – VI Governo Provisório, liderado
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cercada por trabalhadores, manifestações, etc.;
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esquerda e pelo PCP, organiza um contragolpe;
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Cronologia prec

  • 1. História A - Módulo 8 Portugal e o Mundo da Segunda Guerra Mundial ao início da década de 80 – Opções Internas e Contexto Internacional Unidade 2 Portugal do autoritarismo à democracia Cronologia do Período Revolucionário Em Curso (PREC) http://divulgacaohistoria.com/
  • 2. 25 de abril de 1974 – Golpe militar Desmantelamento das estruturas de suporte do Estado Novo: Demissão do Governo e Presidente da República; Extinção da DGS (ex-PIDE), Mocidade Portuguesa, Legião Portuguesa, Ação Nacional Popular, censura; Libertação dos presos políticos; Autorização de liberdade sindical e formação de partidos;
  • 3. O Movimento das Forças Armadas (MFA) entrega o poder a uma Junta de Salvação Nacional (JSN); O general António de Spínola é nomeado Presidente da República; 16 de maio de 1974 – Nomeia o primeiro Governo Provisório. Primeiro- Ministro, Adelino da Palma Carlos; Este governo integra personalidades de vários quadrantes políticos;
  • 4. Surgem divergências na sociedade e nos militares sobre o rumo a tomar na sociedade portuguesa; Desencadeiam-se greves, manifestações, ocupações de casas, conflitos laborais, boicote ao embarque de soldados para as colónias, etc.;
  • 5. Uma parte do MFA, apoiada pelos partidos mais à esquerda, defendia a criação de uma democracia popular, inspirada nos países do Leste Europeu e o rápido início de negociações que conduzissem à independência das colónias; Uma outra fação, liderada por Spínola, e por partidos políticos mais conservadores, defendia a instauração de uma democracia liberal e uma solução federalista para o problema do Ultramar.
  • 6. Esta instabilidade levou à queda do I Governo Provisório; 12 de julho de 1974 – Nomeado o II Governo Provisório, liderado pelo brigadeiro Vasco Gonçalves; Este governo tem o apoio do PS e do PCP;
  • 7. Spínola fica cada vez mais isolado; 28 de setembro de 1974 – Convocada uma manifestação de apoio a Spínola da “maioria silenciosa” https://www.parlamento.pt/Parlament o/Paginas/construcao- democracia_1974-1976.aspx
  • 8. Esta manifestação foi proibida pelo MFA e não se chegou a realizar; 30 de setembro – António de Spínola demite-se de Presidente da República; O general, Francisco da Costa Gomes, é nomeado Presidente da República, pela Junta de Salvação Nacional;
  • 9. A partir dessa data o processo revolucionário tende a radicalizar-se; Otelo Saraiva de Carvalho, o estratega da revolução, aparece como adepto da extrema-esquerda, é o comandante do Comando Operacional do Continente (COPCON) e persegue e prende vários indivíduos que se opõem ao processo revolucionário;
  • 10. 30 de setembro – Nomeado o III Governo Provisório, liderado por Vasco Gonçalves; Este governo, próximo ideologicamente do PCP, iniciou um vasto programa de nacionalizações; A viragem à esquerda e a radicalização do processo revolucionária estava em marcha;
  • 11. 11 de março de 1975 – O general Spínola lidera um golpe militar, para acabar com a viragem à esquerda do governo; O golpe fracassa e Spínola fugiu para Espanha; 14 de março - Extinguiu-se a Junta de Salvação Nacional e é criado o Conselho da Revolução (constituído por militares)com a função de aplicar o programa do MFA (Democratizar, Descolonizar, Desenvolver);
  • 13. 26 de março – Criado o IV Governo Provisório (Vasco Gonçalves); Um governo ainda mais à esquerda; Objetivos do governo: Conduzir o país rumo ao socialismo;
  • 15. No Alentejo, o Partido Comunista lidera uma reforma agrária que leva a ocupação das grandes herdades pelos trabalhadores rurais que formam “unidades coletivas de produção” (UCP); Este ambiente gera o medo entre as classes alta e média o medo e muitos abandonam o país;
  • 16. Os bancos são nacionalizados para evitar a transferência de grandes somas de dinheiro para o estrangeiro, sobretudo para o Brasil; Muitas outras empresas foram nacionalizadas, nomeadamente nos setores-chave, como os transportes, seguros, siderurgias, cimentos, comunicações;
  • 17. 11 de abril de 1975 – Foi assinado o primeiro Pacto MFA/Partidos; Manter o IV Governo Provisório após as eleições de 25 de abril de 1975; Cabia ao Conselho da Revolução ratificar as decisões do governo e da Assembleia Constituinte; O Conselho da Revolução tornava-se num órgão de soberania;
  • 18. 25 de abril de 1975 – Eleições para a Assembleia Constituinte; Participação de cerca de 92% dos eleitores recenseados; PS - 37,9% - 116 deputados; PPD (PSD) – 26,4% - 81 deputados; PCP – 12,5% - 30 deputados; CDS – 7,6% - 16 deputados; MDP – 4,5% - 5 deputados; A maioria votou nos partidos políticos mais moderados;
  • 19. O Período Revolucionário em Curso (PREC) continuou: Atacaram-se sedes de partidos políticos; Desenvolveu-se o poder popular: ocupação pelos trabalhadores de empresas, constituíram-se comissões de trabalhadores e de moradores; Poder Popular – uma forma direta de exercício do poder. Criam-se associações e assembleias populares que exercem de facto o poder realizando ações como ocupação de fábricas ou casas, etc.;
  • 20. 7 de agosto de 1975 – 9 membros do Conselho da Revolução publicaram o “Documento dos Nove”; Rejeitam o modelo das sociedades do Leste Europeu (comunistas) e defendem um projeto de construção do socialismo em democracia, assegurando todas as liberdades e direitos; 8 de agosto – Nomeado o V Governo Provisório. Liderado por Vasco Gonçalves, conta apenas com o apoio do PCP e do MDP; Inicia-se o “Verão Quente”;
  • 21. Verão Quente – consistiu num período de grandes lutas políticas e sociais; O V Governo foi obrigado a demitir-se; 19 de setembro de 1975 – VI Governo Provisório, liderado pelo almirante Pinheiro de Azevedo; Era um governo mais moderado, mais à direita;
  • 22. O Verão Quente – aumenta a tensão entre as diversas forças políticas e militares; Atentados bombistas, a Assembleia da República é cercada por trabalhadores, manifestações, etc.;
  • 23. 25 de novembro de 1975 – um grupo de militares liderado pelo general Ramalho Eanes, alegando que existe uma tentativa de golpe militar liderada pela esquerda e pelo PCP, organiza um contragolpe; O país fica muito perto de uma guerra civil mas acaba por estabilizar numa democracia parlamentar; O general Costa Gomes declara o estado de sítio;
  • 24. O capitão Vasco Lourenço substituiu Otelo Saraiva de Carvalho no comando do COPCON; É o fim do PREC; Portugal torna-se uma democracia estabilizada;