SlideShare uma empresa Scribd logo
A CULTURA DO PALÁCIO
Homens novos, espaços novos
TEMPO HISTÓRICO
CRONOLOGIA
Anos Acontecimentos
1434 Cosme de Médicis, senhor de Florença
1456 Impressão da Bíblia por Gutenberg
1478 Lourenço de Médicis, senhor de Florença
1509 Erasmo publica o “Elogio da Loucura”
1516 Maquiavel publica “ O príncipe”.
1517 Lutero publica “As 95 teses contra as indulgências”
1536 Introdução da Inquisição em Portugal
1543 Vesálio escreve o Tratado de Anatomia
1545 Início do Concílio de Trento
1572 Publicação de Os Lusíadas de Luís de Camões
UMA NOVA CONJUNTURA
 Recuperação demográfica,
 Surto urbano,
 Reorganização dos campos,
 Reanimação das rotas terrestres e incremento das rotas marítimas,
 Desenvolvimento das práticas financeiras,
 Ascensão da Burguesia,
 Renovação cultural,
 Tendência de centralização do poder,
 Inovações técnicas e científicas…
A IMPORTÂNCIA DE LISBOA E SEVILHA
MOTIVOS DA EXPANSÃO EUROPEIA DO
SÉCULO XV
 Ultrapassar a crise do século XIV;
 Fazer face à falta de mão de obra;
 Fazer face à falta de cereais;
 Fazer face à falta de metais preciosos.
 Acercar diretamente as riquezas orientais (que chegavam à Europa por
intermédio dos muçulmanos pelas rotas caravaneiras).
 Os reis procuravam também novas terras para expandir a fé cristã e novas
tecnologias que pudessem utilizar para seu proveito.
Pág. 228
OBSERVAÇÃO E DESCRIÇÃO DA NATUREZA
 Os Portugueses contrapuseram
assim, ao conhecimento livresco, o
saber baseado na observação in loco.
Era a base do experiencialismo.
 Todavia, não eram registos
resultantes de experiências científicas,
mas antes de descrições das
observações efetuadas.
• Movimento percursor do espírito crítico e do método científico, Leonardo Da
Vinci segue a inspiração portuguesa de tudo querer observar e questionar.
MATEMATIZAÇÃO DO REAL
 A abertura do mundo facilitou também a abertura de mentalidades e acentuou
uma atitude quantitativa do homem:
 Substitui-se a numeração romana pela indo-árabe,
 Publicam-se vários livros de matemática,
 Desenvolve-se a estatística e a matemática: descobrem-se as equações de
3º grau, os logaritmos, o uso de incógnitas e o nónio (Pedro Nunes, 1502-
1578),
 Determinam-se as leis reguladoras do mundo físico,
 As viagens de descobertas contribuíram para o fim da mentalidade crítica
medieval e para o aparecimento do espírito crítico moderno.
MENTALIDADE QUANTITATIVA
 A enumeração e a quantificação aplicam-se até no tempo: surge o relógio
mecânico.
 A quantificação é necessária para o próprio funcionamento do estado: o rei
necessita saber os homens que tem disponíveis para a guerra, para cobrar
impostos..
 Dissolve-se o carácter feudal e surge um aparelho burocrático.
 Começa-se a agir com base na valorização do número.
 Copérnico inicia uma verdadeira revolução, ao defender, com base em cálculos
matemáticos e geométricos, o Heliocentrismo, corte profundo com as teorias
aristotélicas e com a visão da Igreja.
REVOLUÇÃO DAS CONCEÇÕES COSMOLÓGICAS
 Definição da base do método científico;
 Revolução coperniciana – Copérnico
desenvolve o Heliocentrismo
(ACONTECIMENTO);
 Descobre-se o movimento de rotação
da Terra,
 Giordano Bruno e Galileu Galilei provam
as teorias copernicianas e são presos.
 Kepler determina que as órbitas da Terra são elípticas.
Pág. 240
A HERANÇA CULTURAL
 Nos inícios do séc. XV, começo de uma nova época, o homem ainda se
encontrava fortemente apegado aos conhecimentos anteriores.
 A herança cultural, fortemente dominada pela Igreja, começa aos poucos a
libertar-se da teologia graças a:
 Ao impulso do comércio, que rompe barreiras geográficas;
 Aos progressos das línguas nacionais, que permitem o desenvolvimento de
uma cultura própria;
 Ao desenvolvimento e crescimento da imprensa e das universidades.
 Eram os tempos modernos… o Homem afirma-se em pleno e redescobrem-se
os clássicos greco-romanos. Entra-se assim na fase do Renascimento.
Pág. 229
PRINCIPAIS CENTROS DE DIFUSÃO - ITÁLIA
 Itália, herdeira direta do império Romano, foi o berço do Renascimento.
 Era um país dividido em numerosos estados independentes e rivais entre si. As
rivalidades políticas passavam muitas vezes para o campo cultural e pessoal.
 Destacava-se Florença, principado dos Médicis, zona de grande florescimento
cultural e artístico.
 Roma era outro dos grandes centros culturais da Itália renascentista, onde a
contratação de prestigiados artistas permitiu a monumentalidade da capital da
Cristandade.
 Veneza gozava também de grande prosperidade económica e política. Distinguiu-se
pela escola de pintura e pelas muitas oficinas tipográficas que aí existiam.
Cultura do palácio   contexto
Razões:
• Económicas: o comércio florescente das cidades italianas e existência de uma
burguesia mercantil enriquecida e culta;
• Políticas: existência de príncipes ou burgueses mecenas e estados
independentes e rivais entre si.
A ITÁLIA: BERÇO DO RENASCIMENTO
• Sociais e mentais: poder da burguesia, classe dinâmica e progressista e que tem
uma mentalidade mais livre, bem como a reinterpretação de textos clássicos;
• Outras: existência de sábios bizantinos fugidos de Constantinopla e também de
outros sábios europeus que se refugiavam em Itália, por razões políticas e
religiosas; vestígios de monumentos, esculturas… da época greco-romana.
• Humanismo – nova mentalidade que, partindo do estudo das obras Antiguidade,
valoriza o Homem e as suas capacidades. O Humanismo compreende uma visão
antropocêntrica do mundo, contrária ao Teocentrismo.
• Naturalismo – nova visão da Natureza, baseada na experiência e na observação.
CARACTERÍSTICAS DO RENASCIMENTO
Pág. 229
• O Antropocentrismo, conceito do renascimento, opõe-se ao Teocentrismo,
conceito da época medieval. Como consequência, as atitudes dominantes do
pensamento humanista (e características da época renascentista) são:
– otimismo : esperança no futuro;
– naturalismo: valorização da natureza;
– individualidade: realização da felicidade individual na terra;
– fraternidade: todos os homens são irmãos;
– experiencialismo: raciocínio dedutivo e espírito crítico.
– classicismo: inspiração nos modelos clássicos (gregos e latinos).
• As sementes do Humanismo foram lançadas por nomes como Petrarca,
Bocaccio ou Dante, que têm em comum as críticas à sociedade do seu tempo.
De entre os filósofos destacam-se Pico de la Mirandola e Maquiavel.
Homem Vitruviano
Leonardo da Vinci, 1490 Lápis e tinta sobre papel
34 × 24 cm Gallerie dell'Accademia, Veneza, Itália.
O Homem Vitruviano de Da Vinci é
baseado numa famosa passagem do
arquiteto romano Vitruvius na sua série
de livros intitulados de De Architectura,
um tratado de arquitetura em que, no
terceiro livro, ele descreve as proporções
do corpo humano masculino.
A união dos interesses de Leonardo
pela ciência e pela arte da proporção é
representada neste famoso desenho.
A IMPRENSA
 A invenção da imprensa, foi atribuída a Gutenberg, que
substituiu as pranchas xilográficas por caracteres móveis de
madeira, depois pelo cobre e, finalmente, pelo aço.
 Criou um processo que, gerando uma espécie de molde de
letras, as permitia montar numa base de chumbo, tintadas
e prensadas. Assim, Gutenberg produziu a primeira Bíblia,
impressa em latim, com uma tiragem de cerca de 300
exemplares.
Pág. 234
A Imprensa permite a reprodução sistemática das obras escritas. A sua
rápida difusão foi possível devido:
• ao progresso das universidades medievais,
• ao crescente gosto pela leitura,
• à divulgação da fórmula de produção do papel.
Gutenberg inventa os caracteres móveis o que possibilita:
-a instalação de tipografias em todas as grandes cidades europeias,
- a multiplicação da circulação das obras clássicas e religiosas,
- a rápida difusão de novas ideias e inovações,
- a criação de bibliotecas particulares...
PRINCIPAIS CENTROS DE DIFUSÃO NA EUROPA
 Tal como na Itália, na Europa do Renascimento os centros culturais foram
impulsionados pelas cortes régias e principescas, círculos aristocráticos e
burgueses, pelas oficinas de imprensa, colégios e universidades renovadas.
 Países Baixos: (duques de Borgonha) a pintura atingiu um elevado grau de
aperfeiçoamento técnico. Erasmo de Roterdão foi um notável filósofo e moralista
holandês.
 França: Francisco I impulsionou os estudos humanistas e favoreceu a aplicação de
uma decoração clássica.
 Alemanha: importante polo de estudos matemáticos, astronómicos e
cartográficos; os pintores conjugavam nos retratos o pormenor descritivo e a
tradição nórdica, com a técnica italiana.
• O Renascimento admirou profundamente a força criadora do Homem, que se
elevava à perfeição divina pelas obras do pensamento (verdadeiro traço
renascentista).
• Especialmente acarinhados e reconhecidos foram os intelectuais e os artistas,
merecedores da proteção dos grandes senhores.
• Os grandes senhores e o próprio Rei rivalizaram entre si nas honras a conceder
aos intelectuais e aos artistas.
• É o redescobrir da prática do mecenato, nascida
no mundo greco-Romano.
O PRESTÍGIO DOS ARTISTAS
Pág. 232
• Por um lado, os mecenas garantiram a sua fama e gloria, através das
grandiosas reuniões que participavam e a uma orientação da opinião pública,
inteligentemente praticada pelos humanistas protegidos.
• Por outro, artistas e intelectuais obtinham um reconhecimento dos seus
méritos e talentos, que elevavam, também aos cumes da glória.
• A cultura torna-se assim um verdadeiro símbolo de riqueza, encarada como
uma forma de afirmação e prestígio social e político.
• Os grandes homens da época procuram associar-se a grandes feitos culturais,
para assim terem a admiração de todos.
• São exemplos o Papa Nicolau V que fundou a Biblioteca Vaticana, Lourenço
de Médicis ou, em Portugal, D. João III, que concedeu diversas bolsas de estudo
em universidades estrangeiras e fundou em Coimbra o Colégio das Artes.
• A educação escolar generaliza-se entre a aristocracia e torna-se mais
dispendiosa, dificultando o acesso às pessoas menos abastadas, daí que a
maioria dos intelectuais da época fossem burgueses ou nobres abastados.
Pág. 238
• Para o homem renascentista, culto e civilizado, o espaço privilegiado para as
suas tertúlias e grandes festas é, sem dúvida, o Palácio.
• No Renascimento, as catedrais continuam a ser construídas, mas os arquitetos
agora queriam realizar construções mais proporcionadas.
• Os palácios tornam-se as grandes estrelas
de uma época em que o homem é a medida de
todas as coisas.
• O primeiro foi o Palácio Médici, construído no
século XV.
O PALÁCIO
Pág. 233
• O Homem do Renascimento rompe com a mentalidade medieval, procurando a
fama, a glória, preocupando-se com a vida terrena, contestando o valor da
hierarquia social tradicional.
• Exalta-se a inteligência, a perspicácia, a astúcia, o calculismo e a força.
• A literatura da época traduz bem estas ideias de um homem perfeito e capaz
(Maquiavel e o “O Príncipe” ou Dante).
OSTENTAÇÃO DAS ELITES
Pág. 233
• O individualismo vai fazer nascer as
preocupações biográficas, os registos e crónicas de
grandes homens e seus feitos.
• As figuras que mais se destacaram neste desejo
de afirmação pessoal são os Condoretti, os Sforza, os
Medicis, os Fugger e artistas e intelectuais como
Camões, Leonardo Da Vinci, Erasmo, Rabelais...
• Este individualismo teve a sua expressão máxima
na Itália onde a burguesia era dinâmica e com grande
capacidade financeira, chegando mesmo a
influenciar o governo dos príncipes italianos (ex. Os
Fugger que se tornaram banqueiros de Carlos V).
• Nobres e burgueses criam à sua volta uma verdadeira corte, comparável à
dos Reis, onde fomentam a erudição, os princípios humanistas e onde se
desenvolve um verdadeiro eixo de mecenato.
• Surge a visão do homem renascentista perfeito: o Cortesão.
• Surgem obras sobre a civilidade ou as boas maneiras (A “Civilidade Pueril” de
Erasmo, o “Tratado de Corte” de Refuge ou “A Arte de Agradar na Corte” de
Nicolas Faret).
• Definem-se as formas corretas de falar, de atuar, de vestir...
• O Cortesão ideal, digno de ser considerado a verdadeira elite social, era
aquele apresentava determinados atributos:
• Talentos físicos;
• Intelectualidade;
• Qualidades morais;
• Boas maneiras;
• Porte e linguagem do seu corpo.
Pág. 234
REVOLUÇÃO DAS CONCEÇÕES RELIGIOSAS
Pág. 236
DOGMAS: CULTO LUTERANISMO CALVINISMO ANGLICANISMO CATOLICISMO
Salvação da Alma
Fé Fé e predestinação
absoluta
Fé e predestinação Fé e boas ações
Fontes da fé Bíblia Bíblia Bíblia
Bíblia, Tradição,
Decisões dos Concílios
Bíblia
-Versão Interpretação
Tradução para a
língua nacional
-Interpretação livre
Tradução para a
língua nacional
-Interpretação de
Calvino
Tradução para a
língua nacional
-Interpretação dos
bispos
-Versão latina
-Interpretação do
Papa
Sacramento Batismo e Eucaristia Batismo e Eucaristia Batismo e Eucaristia
Batismo, Crisma,
Eucaristia,
Matrimónio,
Penitência, Ordem,
Extrema Unção
Comunhão Presença real sem
transubstanciação
Presença espiritual Presença espiritual Presença real com
transubstanciação
Culto da Virgem e dos
Santos
Abolido Abolido Abolido Mantido
Organização
eclesiástica
-Papa
Negada a sua
autoridade
Negada a sua
autoridade
Negada a sua
autoridade
Chefe da Igreja
Hierarquia sacerdotal Suprimida Suprimida Mantida Mantida
Celibato Suprimido Suprimido Suprimido Mantido

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Módulo 7 contexto histórico
Módulo 7   contexto históricoMódulo 7   contexto histórico
Módulo 7 contexto histórico
Carla Freitas
 
Módulo 4 - Pintura Gótica
Módulo 4 - Pintura GóticaMódulo 4 - Pintura Gótica
Módulo 4 - Pintura Gótica
Carla Freitas
 
Módulo 8 contextualização histórica
Módulo 8   contextualização históricaMódulo 8   contextualização histórica
Módulo 8 contextualização histórica
Carla Freitas
 
O romantismo
O romantismoO romantismo
O romantismo
Ana Barreiros
 
Pintura barroca
Pintura barrocaPintura barroca
Pintura barroca
Ana Barreiros
 
Módulo 6 contextualização
Módulo 6   contextualizaçãoMódulo 6   contextualização
Módulo 6 contextualização
Carla Freitas
 
Palácio da Pena - caso prático
Palácio da Pena - caso práticoPalácio da Pena - caso prático
Palácio da Pena - caso prático
Hca Faro
 
A cultura do palco
A cultura do palcoA cultura do palco
A cultura do palco
Carlos Pinheiro
 
A cultura da catedral contexto
A cultura da catedral   contextoA cultura da catedral   contexto
A cultura da catedral contexto
cattonia
 
A cultura da gare
A cultura da gareA cultura da gare
A cultura da gare
Ana Barreiros
 
Neoclassicismo em portugal
Neoclassicismo em portugalNeoclassicismo em portugal
Neoclassicismo em portugal
Ana Barreiros
 
A Arte Neoclássica
A Arte NeoclássicaA Arte Neoclássica
A Arte Neoclássica
Carlos Pinheiro
 
A Cultura do Palco: tempo, espaço, local, biografia, acontecimento, síntese
A Cultura do Palco: tempo, espaço, local, biografia, acontecimento, sínteseA Cultura do Palco: tempo, espaço, local, biografia, acontecimento, síntese
A Cultura do Palco: tempo, espaço, local, biografia, acontecimento, síntese
Hca Faro
 
A cultura do cinema
A cultura do cinemaA cultura do cinema
A cultura do cinema
Tekas1967
 
A Cultura Do PaláCio I
A Cultura Do PaláCio IA Cultura Do PaláCio I
A Cultura Do PaláCio I
luisant
 
A cultura da gare
A cultura da gareA cultura da gare
A cultura da gare
Catarina Barbosa
 
Cultura do espaço virtual
Cultura do espaço virtual Cultura do espaço virtual
Cultura do espaço virtual
Ana Barreiros
 
Cultura do salao
Cultura do salaoCultura do salao
Cultura do salao
Ana Barreiros
 
A cultura da Gare - História da Cultura e das Artes
A cultura da Gare - História da Cultura e das ArtesA cultura da Gare - História da Cultura e das Artes
A cultura da Gare - História da Cultura e das Artes
João Couto
 
Módulo 7 caso pratico 1 bodas de figaro
Módulo 7   caso pratico 1 bodas de figaroMódulo 7   caso pratico 1 bodas de figaro
Módulo 7 caso pratico 1 bodas de figaro
Carla Freitas
 

Mais procurados (20)

Módulo 7 contexto histórico
Módulo 7   contexto históricoMódulo 7   contexto histórico
Módulo 7 contexto histórico
 
Módulo 4 - Pintura Gótica
Módulo 4 - Pintura GóticaMódulo 4 - Pintura Gótica
Módulo 4 - Pintura Gótica
 
Módulo 8 contextualização histórica
Módulo 8   contextualização históricaMódulo 8   contextualização histórica
Módulo 8 contextualização histórica
 
O romantismo
O romantismoO romantismo
O romantismo
 
Pintura barroca
Pintura barrocaPintura barroca
Pintura barroca
 
Módulo 6 contextualização
Módulo 6   contextualizaçãoMódulo 6   contextualização
Módulo 6 contextualização
 
Palácio da Pena - caso prático
Palácio da Pena - caso práticoPalácio da Pena - caso prático
Palácio da Pena - caso prático
 
A cultura do palco
A cultura do palcoA cultura do palco
A cultura do palco
 
A cultura da catedral contexto
A cultura da catedral   contextoA cultura da catedral   contexto
A cultura da catedral contexto
 
A cultura da gare
A cultura da gareA cultura da gare
A cultura da gare
 
Neoclassicismo em portugal
Neoclassicismo em portugalNeoclassicismo em portugal
Neoclassicismo em portugal
 
A Arte Neoclássica
A Arte NeoclássicaA Arte Neoclássica
A Arte Neoclássica
 
A Cultura do Palco: tempo, espaço, local, biografia, acontecimento, síntese
A Cultura do Palco: tempo, espaço, local, biografia, acontecimento, sínteseA Cultura do Palco: tempo, espaço, local, biografia, acontecimento, síntese
A Cultura do Palco: tempo, espaço, local, biografia, acontecimento, síntese
 
A cultura do cinema
A cultura do cinemaA cultura do cinema
A cultura do cinema
 
A Cultura Do PaláCio I
A Cultura Do PaláCio IA Cultura Do PaláCio I
A Cultura Do PaláCio I
 
A cultura da gare
A cultura da gareA cultura da gare
A cultura da gare
 
Cultura do espaço virtual
Cultura do espaço virtual Cultura do espaço virtual
Cultura do espaço virtual
 
Cultura do salao
Cultura do salaoCultura do salao
Cultura do salao
 
A cultura da Gare - História da Cultura e das Artes
A cultura da Gare - História da Cultura e das ArtesA cultura da Gare - História da Cultura e das Artes
A cultura da Gare - História da Cultura e das Artes
 
Módulo 7 caso pratico 1 bodas de figaro
Módulo 7   caso pratico 1 bodas de figaroMódulo 7   caso pratico 1 bodas de figaro
Módulo 7 caso pratico 1 bodas de figaro
 

Destaque

Módulo 9 arte e função
Módulo 9   arte e funçãoMódulo 9   arte e função
Módulo 9 arte e função
cattonia
 
Arquitetura moderna
Arquitetura modernaArquitetura moderna
Arquitetura moderna
Daniela Radavelli
 
História da Cultura e das Artes - 12.º ano - Módulo 9
História da Cultura e das Artes - 12.º ano - Módulo 9História da Cultura e das Artes - 12.º ano - Módulo 9
História da Cultura e das Artes - 12.º ano - Módulo 9
Carlos Pinheiro
 
O funcionalismo na arquitectura
O funcionalismo na arquitecturaO funcionalismo na arquitectura
O funcionalismo na arquitectura
catarinaferrao
 
A arquitetura da 1ª metade século xx
A arquitetura da 1ª metade século xxA arquitetura da 1ª metade século xx
A arquitetura da 1ª metade século xx
Ana Barreiros
 
Le Corbusier
Le CorbusierLe Corbusier
Le Corbusier
Rakesh Samaddar
 
Bauhaus final ppt
Bauhaus final pptBauhaus final ppt
Bauhaus final ppt
Sajida Shah
 

Destaque (7)

Módulo 9 arte e função
Módulo 9   arte e funçãoMódulo 9   arte e função
Módulo 9 arte e função
 
Arquitetura moderna
Arquitetura modernaArquitetura moderna
Arquitetura moderna
 
História da Cultura e das Artes - 12.º ano - Módulo 9
História da Cultura e das Artes - 12.º ano - Módulo 9História da Cultura e das Artes - 12.º ano - Módulo 9
História da Cultura e das Artes - 12.º ano - Módulo 9
 
O funcionalismo na arquitectura
O funcionalismo na arquitecturaO funcionalismo na arquitectura
O funcionalismo na arquitectura
 
A arquitetura da 1ª metade século xx
A arquitetura da 1ª metade século xxA arquitetura da 1ª metade século xx
A arquitetura da 1ª metade século xx
 
Le Corbusier
Le CorbusierLe Corbusier
Le Corbusier
 
Bauhaus final ppt
Bauhaus final pptBauhaus final ppt
Bauhaus final ppt
 

Semelhante a Cultura do palácio contexto

Introdução ao módulo 5
Introdução ao módulo 5Introdução ao módulo 5
Introdução ao módulo 5
cattonia
 
A abertura ao mundo
A abertura ao mundoA abertura ao mundo
A abertura ao mundo
cattonia
 
O Renascimento
O RenascimentoO Renascimento
O Renascimento
João Lima
 
Os Tempos Modernos (Renascimento e Reforma)
Os Tempos Modernos (Renascimento e Reforma)Os Tempos Modernos (Renascimento e Reforma)
Os Tempos Modernos (Renascimento e Reforma)
Bruno Marques
 
Renascimento parte1
Renascimento parte1Renascimento parte1
Renascimento parte1
Carla Teixeira
 
Renascimento.pdf
Renascimento.pdfRenascimento.pdf
Renascimento.pdf
ssusera065a2
 
Cap
CapCap
Renascimento joão pedro - 20130802
Renascimento   joão pedro - 20130802Renascimento   joão pedro - 20130802
Renascimento joão pedro - 20130802
José Welington (Ton) Nogueira Filho
 
Ficha cultura do palacio
Ficha cultura do palacioFicha cultura do palacio
Ficha cultura do palacio
Ana Barreiros
 
A produção cultural renascentista.pptx
A produção cultural renascentista.pptxA produção cultural renascentista.pptx
A produção cultural renascentista.pptx
cattonia
 
Os Tempos Modernos
Os Tempos Modernos Os Tempos Modernos
Os Tempos Modernos
Bruno Marques
 
Trabalho do Renascimente
Trabalho do RenascimenteTrabalho do Renascimente
Trabalho do Renascimente
rebeccabishop
 
O Renascimento
O RenascimentoO Renascimento
O Renascimento
Inês Oliveira
 
3 a abertura europeia ao mundo
3   a abertura europeia ao mundo3   a abertura europeia ao mundo
3 a abertura europeia ao mundo
Maria Cristina Ribeiro
 
oficinahg16.pptx
oficinahg16.pptxoficinahg16.pptx
oficinahg16.pptx
Juliana618850
 
Renascimento
RenascimentoRenascimento
Renascimento
IdinneyMax1
 
Fichaculturadopalacio
FichaculturadopalacioFichaculturadopalacio
Fichaculturadopalacio
Associação de Pais C appalmesc
 
RENASCIMENTO. a virada de chave desencadeou na sociedade
RENASCIMENTO.  a virada  de chave desencadeou na sociedadeRENASCIMENTO.  a virada  de chave desencadeou na sociedade
RENASCIMENTO. a virada de chave desencadeou na sociedade
Ricardo Diniz campos
 
A CULTURA DO PALÁCIO.pptx
A CULTURA DO PALÁCIO.pptxA CULTURA DO PALÁCIO.pptx
A CULTURA DO PALÁCIO.pptx
TeresaLopes78
 
Aula 05 renascimento cultural
Aula 05   renascimento culturalAula 05   renascimento cultural
Aula 05 renascimento cultural
Jonatas Carlos
 

Semelhante a Cultura do palácio contexto (20)

Introdução ao módulo 5
Introdução ao módulo 5Introdução ao módulo 5
Introdução ao módulo 5
 
A abertura ao mundo
A abertura ao mundoA abertura ao mundo
A abertura ao mundo
 
O Renascimento
O RenascimentoO Renascimento
O Renascimento
 
Os Tempos Modernos (Renascimento e Reforma)
Os Tempos Modernos (Renascimento e Reforma)Os Tempos Modernos (Renascimento e Reforma)
Os Tempos Modernos (Renascimento e Reforma)
 
Renascimento parte1
Renascimento parte1Renascimento parte1
Renascimento parte1
 
Renascimento.pdf
Renascimento.pdfRenascimento.pdf
Renascimento.pdf
 
Cap
CapCap
Cap
 
Renascimento joão pedro - 20130802
Renascimento   joão pedro - 20130802Renascimento   joão pedro - 20130802
Renascimento joão pedro - 20130802
 
Ficha cultura do palacio
Ficha cultura do palacioFicha cultura do palacio
Ficha cultura do palacio
 
A produção cultural renascentista.pptx
A produção cultural renascentista.pptxA produção cultural renascentista.pptx
A produção cultural renascentista.pptx
 
Os Tempos Modernos
Os Tempos Modernos Os Tempos Modernos
Os Tempos Modernos
 
Trabalho do Renascimente
Trabalho do RenascimenteTrabalho do Renascimente
Trabalho do Renascimente
 
O Renascimento
O RenascimentoO Renascimento
O Renascimento
 
3 a abertura europeia ao mundo
3   a abertura europeia ao mundo3   a abertura europeia ao mundo
3 a abertura europeia ao mundo
 
oficinahg16.pptx
oficinahg16.pptxoficinahg16.pptx
oficinahg16.pptx
 
Renascimento
RenascimentoRenascimento
Renascimento
 
Fichaculturadopalacio
FichaculturadopalacioFichaculturadopalacio
Fichaculturadopalacio
 
RENASCIMENTO. a virada de chave desencadeou na sociedade
RENASCIMENTO.  a virada  de chave desencadeou na sociedadeRENASCIMENTO.  a virada  de chave desencadeou na sociedade
RENASCIMENTO. a virada de chave desencadeou na sociedade
 
A CULTURA DO PALÁCIO.pptx
A CULTURA DO PALÁCIO.pptxA CULTURA DO PALÁCIO.pptx
A CULTURA DO PALÁCIO.pptx
 
Aula 05 renascimento cultural
Aula 05   renascimento culturalAula 05   renascimento cultural
Aula 05 renascimento cultural
 

Mais de cattonia

Deseq regionais.pptx
Deseq regionais.pptxDeseq regionais.pptx
Deseq regionais.pptx
cattonia
 
arte portuguesa.ppsx
arte portuguesa.ppsxarte portuguesa.ppsx
arte portuguesa.ppsx
cattonia
 
A reinvenção das formas.ppsx
A reinvenção das formas.ppsxA reinvenção das formas.ppsx
A reinvenção das formas.ppsx
cattonia
 
Era digital
Era digitalEra digital
Era digital
cattonia
 
Família
FamíliaFamília
Família
cattonia
 
A revolução francesa
A revolução francesaA revolução francesa
A revolução francesa
cattonia
 
O alargamento do conhec do mundo
O alargamento do conhec do mundoO alargamento do conhec do mundo
O alargamento do conhec do mundo
cattonia
 
2. o espaço português
2. o espaço português2. o espaço português
2. o espaço português
cattonia
 
Mercantilismo português
Mercantilismo portuguêsMercantilismo português
Mercantilismo português
cattonia
 
O quadro económico e demográfico xii xiv
O quadro económico e demográfico xii xivO quadro económico e demográfico xii xiv
O quadro económico e demográfico xii xiv
cattonia
 
3. hesitações do crescimento
3. hesitações do crescimento3. hesitações do crescimento
3. hesitações do crescimento
cattonia
 
1. a identidade civilizacional da europa
1. a identidade civilizacional da europa1. a identidade civilizacional da europa
1. a identidade civilizacional da europa
cattonia
 
Globalização
GlobalizaçãoGlobalização
Globalização
cattonia
 
Hegemonia inglesa
Hegemonia inglesaHegemonia inglesa
Hegemonia inglesa
cattonia
 
Trabalho
TrabalhoTrabalho
Trabalho
cattonia
 
1. uma europa a dois ritmos
1. uma europa a dois ritmos1. uma europa a dois ritmos
1. uma europa a dois ritmos
cattonia
 
Roma
RomaRoma
Roma
cattonia
 
Constr do social ii
Constr do social iiConstr do social ii
Constr do social ii
cattonia
 
A constr do social
A constr do socialA constr do social
A constr do social
cattonia
 
Apos a guerra fria
Apos a guerra friaApos a guerra fria
Apos a guerra fria
cattonia
 

Mais de cattonia (20)

Deseq regionais.pptx
Deseq regionais.pptxDeseq regionais.pptx
Deseq regionais.pptx
 
arte portuguesa.ppsx
arte portuguesa.ppsxarte portuguesa.ppsx
arte portuguesa.ppsx
 
A reinvenção das formas.ppsx
A reinvenção das formas.ppsxA reinvenção das formas.ppsx
A reinvenção das formas.ppsx
 
Era digital
Era digitalEra digital
Era digital
 
Família
FamíliaFamília
Família
 
A revolução francesa
A revolução francesaA revolução francesa
A revolução francesa
 
O alargamento do conhec do mundo
O alargamento do conhec do mundoO alargamento do conhec do mundo
O alargamento do conhec do mundo
 
2. o espaço português
2. o espaço português2. o espaço português
2. o espaço português
 
Mercantilismo português
Mercantilismo portuguêsMercantilismo português
Mercantilismo português
 
O quadro económico e demográfico xii xiv
O quadro económico e demográfico xii xivO quadro económico e demográfico xii xiv
O quadro económico e demográfico xii xiv
 
3. hesitações do crescimento
3. hesitações do crescimento3. hesitações do crescimento
3. hesitações do crescimento
 
1. a identidade civilizacional da europa
1. a identidade civilizacional da europa1. a identidade civilizacional da europa
1. a identidade civilizacional da europa
 
Globalização
GlobalizaçãoGlobalização
Globalização
 
Hegemonia inglesa
Hegemonia inglesaHegemonia inglesa
Hegemonia inglesa
 
Trabalho
TrabalhoTrabalho
Trabalho
 
1. uma europa a dois ritmos
1. uma europa a dois ritmos1. uma europa a dois ritmos
1. uma europa a dois ritmos
 
Roma
RomaRoma
Roma
 
Constr do social ii
Constr do social iiConstr do social ii
Constr do social ii
 
A constr do social
A constr do socialA constr do social
A constr do social
 
Apos a guerra fria
Apos a guerra friaApos a guerra fria
Apos a guerra fria
 

Último

Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
Sandra Pratas
 
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História. Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
Mary Alvarenga
 
Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptxSlide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
LeilaVilasboas
 
apresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacionalapresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacional
shirleisousa9166
 
Os Profetas do Velho Testamento: Cronologia
Os Profetas do Velho Testamento: CronologiaOs Profetas do Velho Testamento: Cronologia
Os Profetas do Velho Testamento: Cronologia
Renato Henriques
 
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UEInfografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Centro Jacques Delors
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptxAPA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
orquestrasinfonicaam
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
Mary Alvarenga
 
O processo da farinhada no Assentamento lagoa de Dentro, Zona Rural de Várzea...
O processo da farinhada no Assentamento lagoa de Dentro, Zona Rural de Várzea...O processo da farinhada no Assentamento lagoa de Dentro, Zona Rural de Várzea...
O processo da farinhada no Assentamento lagoa de Dentro, Zona Rural de Várzea...
AntHropológicas Visual PPGA-UFPE
 
escrita criativa utilizada na arteterapia
escrita criativa   utilizada na arteterapiaescrita criativa   utilizada na arteterapia
escrita criativa utilizada na arteterapia
shirleisousa9166
 
FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24
FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24
FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24
Sandra Pratas
 
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdf
PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdfPERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdf
PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdf
EsterGabriiela1
 
Alfabetização de adultos.pdf
Alfabetização de             adultos.pdfAlfabetização de             adultos.pdf
Alfabetização de adultos.pdf
arodatos81
 
Guerra e Paz Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Guerra e Paz Maria Inês Aroeira Braga.ppsxGuerra e Paz Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Guerra e Paz Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Luzia Gabriele
 
Relatório de Atividades 2018 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2018 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2018 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2018 CENSIPAM.pdf
Falcão Brasil
 
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Centro Jacques Delors
 
Guerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibéricaGuerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibérica
felipescherner
 

Último (20)

Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2020 CENSIPAM.pdf
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_RITA E CLÁUDIA_22_23
 
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História. Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
 
Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptxSlide para aplicação  da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
Slide para aplicação da AVAL. FLUÊNCIA.pptx
 
apresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacionalapresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacional
 
Os Profetas do Velho Testamento: Cronologia
Os Profetas do Velho Testamento: CronologiaOs Profetas do Velho Testamento: Cronologia
Os Profetas do Velho Testamento: Cronologia
 
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UEInfografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
 
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptxAPA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
APA fonoaudiologia Pratica Trabalho Prontos.pptx
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
 
O processo da farinhada no Assentamento lagoa de Dentro, Zona Rural de Várzea...
O processo da farinhada no Assentamento lagoa de Dentro, Zona Rural de Várzea...O processo da farinhada no Assentamento lagoa de Dentro, Zona Rural de Várzea...
O processo da farinhada no Assentamento lagoa de Dentro, Zona Rural de Várzea...
 
escrita criativa utilizada na arteterapia
escrita criativa   utilizada na arteterapiaescrita criativa   utilizada na arteterapia
escrita criativa utilizada na arteterapia
 
FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24
FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24
FILMES DE ABRIL_BECRE D. CARLOS I_2023_24
 
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2021/2022 CENSIPAM.pdf
 
PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdf
PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdfPERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdf
PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdf
 
Alfabetização de adultos.pdf
Alfabetização de             adultos.pdfAlfabetização de             adultos.pdf
Alfabetização de adultos.pdf
 
Guerra e Paz Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Guerra e Paz Maria Inês Aroeira Braga.ppsxGuerra e Paz Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Guerra e Paz Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
 
Relatório de Atividades 2018 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2018 CENSIPAM.pdfRelatório de Atividades 2018 CENSIPAM.pdf
Relatório de Atividades 2018 CENSIPAM.pdf
 
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
 
Guerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibéricaGuerra de reconquista da Península ibérica
Guerra de reconquista da Península ibérica
 

Cultura do palácio contexto

  • 1. A CULTURA DO PALÁCIO Homens novos, espaços novos
  • 2. TEMPO HISTÓRICO CRONOLOGIA Anos Acontecimentos 1434 Cosme de Médicis, senhor de Florença 1456 Impressão da Bíblia por Gutenberg 1478 Lourenço de Médicis, senhor de Florença 1509 Erasmo publica o “Elogio da Loucura” 1516 Maquiavel publica “ O príncipe”. 1517 Lutero publica “As 95 teses contra as indulgências” 1536 Introdução da Inquisição em Portugal 1543 Vesálio escreve o Tratado de Anatomia 1545 Início do Concílio de Trento 1572 Publicação de Os Lusíadas de Luís de Camões
  • 3. UMA NOVA CONJUNTURA  Recuperação demográfica,  Surto urbano,  Reorganização dos campos,  Reanimação das rotas terrestres e incremento das rotas marítimas,  Desenvolvimento das práticas financeiras,  Ascensão da Burguesia,  Renovação cultural,  Tendência de centralização do poder,  Inovações técnicas e científicas…
  • 4. A IMPORTÂNCIA DE LISBOA E SEVILHA
  • 5. MOTIVOS DA EXPANSÃO EUROPEIA DO SÉCULO XV  Ultrapassar a crise do século XIV;  Fazer face à falta de mão de obra;  Fazer face à falta de cereais;  Fazer face à falta de metais preciosos.  Acercar diretamente as riquezas orientais (que chegavam à Europa por intermédio dos muçulmanos pelas rotas caravaneiras).  Os reis procuravam também novas terras para expandir a fé cristã e novas tecnologias que pudessem utilizar para seu proveito. Pág. 228
  • 6. OBSERVAÇÃO E DESCRIÇÃO DA NATUREZA  Os Portugueses contrapuseram assim, ao conhecimento livresco, o saber baseado na observação in loco. Era a base do experiencialismo.  Todavia, não eram registos resultantes de experiências científicas, mas antes de descrições das observações efetuadas. • Movimento percursor do espírito crítico e do método científico, Leonardo Da Vinci segue a inspiração portuguesa de tudo querer observar e questionar.
  • 7. MATEMATIZAÇÃO DO REAL  A abertura do mundo facilitou também a abertura de mentalidades e acentuou uma atitude quantitativa do homem:  Substitui-se a numeração romana pela indo-árabe,  Publicam-se vários livros de matemática,  Desenvolve-se a estatística e a matemática: descobrem-se as equações de 3º grau, os logaritmos, o uso de incógnitas e o nónio (Pedro Nunes, 1502- 1578),  Determinam-se as leis reguladoras do mundo físico,  As viagens de descobertas contribuíram para o fim da mentalidade crítica medieval e para o aparecimento do espírito crítico moderno.
  • 8. MENTALIDADE QUANTITATIVA  A enumeração e a quantificação aplicam-se até no tempo: surge o relógio mecânico.  A quantificação é necessária para o próprio funcionamento do estado: o rei necessita saber os homens que tem disponíveis para a guerra, para cobrar impostos..  Dissolve-se o carácter feudal e surge um aparelho burocrático.  Começa-se a agir com base na valorização do número.  Copérnico inicia uma verdadeira revolução, ao defender, com base em cálculos matemáticos e geométricos, o Heliocentrismo, corte profundo com as teorias aristotélicas e com a visão da Igreja.
  • 9. REVOLUÇÃO DAS CONCEÇÕES COSMOLÓGICAS  Definição da base do método científico;  Revolução coperniciana – Copérnico desenvolve o Heliocentrismo (ACONTECIMENTO);  Descobre-se o movimento de rotação da Terra,  Giordano Bruno e Galileu Galilei provam as teorias copernicianas e são presos.  Kepler determina que as órbitas da Terra são elípticas. Pág. 240
  • 10. A HERANÇA CULTURAL  Nos inícios do séc. XV, começo de uma nova época, o homem ainda se encontrava fortemente apegado aos conhecimentos anteriores.  A herança cultural, fortemente dominada pela Igreja, começa aos poucos a libertar-se da teologia graças a:  Ao impulso do comércio, que rompe barreiras geográficas;  Aos progressos das línguas nacionais, que permitem o desenvolvimento de uma cultura própria;  Ao desenvolvimento e crescimento da imprensa e das universidades.  Eram os tempos modernos… o Homem afirma-se em pleno e redescobrem-se os clássicos greco-romanos. Entra-se assim na fase do Renascimento. Pág. 229
  • 11. PRINCIPAIS CENTROS DE DIFUSÃO - ITÁLIA  Itália, herdeira direta do império Romano, foi o berço do Renascimento.  Era um país dividido em numerosos estados independentes e rivais entre si. As rivalidades políticas passavam muitas vezes para o campo cultural e pessoal.  Destacava-se Florença, principado dos Médicis, zona de grande florescimento cultural e artístico.  Roma era outro dos grandes centros culturais da Itália renascentista, onde a contratação de prestigiados artistas permitiu a monumentalidade da capital da Cristandade.  Veneza gozava também de grande prosperidade económica e política. Distinguiu-se pela escola de pintura e pelas muitas oficinas tipográficas que aí existiam.
  • 13. Razões: • Económicas: o comércio florescente das cidades italianas e existência de uma burguesia mercantil enriquecida e culta; • Políticas: existência de príncipes ou burgueses mecenas e estados independentes e rivais entre si. A ITÁLIA: BERÇO DO RENASCIMENTO
  • 14. • Sociais e mentais: poder da burguesia, classe dinâmica e progressista e que tem uma mentalidade mais livre, bem como a reinterpretação de textos clássicos; • Outras: existência de sábios bizantinos fugidos de Constantinopla e também de outros sábios europeus que se refugiavam em Itália, por razões políticas e religiosas; vestígios de monumentos, esculturas… da época greco-romana.
  • 15. • Humanismo – nova mentalidade que, partindo do estudo das obras Antiguidade, valoriza o Homem e as suas capacidades. O Humanismo compreende uma visão antropocêntrica do mundo, contrária ao Teocentrismo. • Naturalismo – nova visão da Natureza, baseada na experiência e na observação. CARACTERÍSTICAS DO RENASCIMENTO Pág. 229
  • 16. • O Antropocentrismo, conceito do renascimento, opõe-se ao Teocentrismo, conceito da época medieval. Como consequência, as atitudes dominantes do pensamento humanista (e características da época renascentista) são: – otimismo : esperança no futuro; – naturalismo: valorização da natureza; – individualidade: realização da felicidade individual na terra; – fraternidade: todos os homens são irmãos; – experiencialismo: raciocínio dedutivo e espírito crítico. – classicismo: inspiração nos modelos clássicos (gregos e latinos). • As sementes do Humanismo foram lançadas por nomes como Petrarca, Bocaccio ou Dante, que têm em comum as críticas à sociedade do seu tempo. De entre os filósofos destacam-se Pico de la Mirandola e Maquiavel.
  • 17. Homem Vitruviano Leonardo da Vinci, 1490 Lápis e tinta sobre papel 34 × 24 cm Gallerie dell'Accademia, Veneza, Itália. O Homem Vitruviano de Da Vinci é baseado numa famosa passagem do arquiteto romano Vitruvius na sua série de livros intitulados de De Architectura, um tratado de arquitetura em que, no terceiro livro, ele descreve as proporções do corpo humano masculino. A união dos interesses de Leonardo pela ciência e pela arte da proporção é representada neste famoso desenho.
  • 18. A IMPRENSA  A invenção da imprensa, foi atribuída a Gutenberg, que substituiu as pranchas xilográficas por caracteres móveis de madeira, depois pelo cobre e, finalmente, pelo aço.  Criou um processo que, gerando uma espécie de molde de letras, as permitia montar numa base de chumbo, tintadas e prensadas. Assim, Gutenberg produziu a primeira Bíblia, impressa em latim, com uma tiragem de cerca de 300 exemplares. Pág. 234
  • 19. A Imprensa permite a reprodução sistemática das obras escritas. A sua rápida difusão foi possível devido: • ao progresso das universidades medievais, • ao crescente gosto pela leitura, • à divulgação da fórmula de produção do papel. Gutenberg inventa os caracteres móveis o que possibilita: -a instalação de tipografias em todas as grandes cidades europeias, - a multiplicação da circulação das obras clássicas e religiosas, - a rápida difusão de novas ideias e inovações, - a criação de bibliotecas particulares...
  • 20. PRINCIPAIS CENTROS DE DIFUSÃO NA EUROPA  Tal como na Itália, na Europa do Renascimento os centros culturais foram impulsionados pelas cortes régias e principescas, círculos aristocráticos e burgueses, pelas oficinas de imprensa, colégios e universidades renovadas.  Países Baixos: (duques de Borgonha) a pintura atingiu um elevado grau de aperfeiçoamento técnico. Erasmo de Roterdão foi um notável filósofo e moralista holandês.  França: Francisco I impulsionou os estudos humanistas e favoreceu a aplicação de uma decoração clássica.  Alemanha: importante polo de estudos matemáticos, astronómicos e cartográficos; os pintores conjugavam nos retratos o pormenor descritivo e a tradição nórdica, com a técnica italiana.
  • 21. • O Renascimento admirou profundamente a força criadora do Homem, que se elevava à perfeição divina pelas obras do pensamento (verdadeiro traço renascentista). • Especialmente acarinhados e reconhecidos foram os intelectuais e os artistas, merecedores da proteção dos grandes senhores. • Os grandes senhores e o próprio Rei rivalizaram entre si nas honras a conceder aos intelectuais e aos artistas. • É o redescobrir da prática do mecenato, nascida no mundo greco-Romano. O PRESTÍGIO DOS ARTISTAS Pág. 232
  • 22. • Por um lado, os mecenas garantiram a sua fama e gloria, através das grandiosas reuniões que participavam e a uma orientação da opinião pública, inteligentemente praticada pelos humanistas protegidos. • Por outro, artistas e intelectuais obtinham um reconhecimento dos seus méritos e talentos, que elevavam, também aos cumes da glória. • A cultura torna-se assim um verdadeiro símbolo de riqueza, encarada como uma forma de afirmação e prestígio social e político. • Os grandes homens da época procuram associar-se a grandes feitos culturais, para assim terem a admiração de todos.
  • 23. • São exemplos o Papa Nicolau V que fundou a Biblioteca Vaticana, Lourenço de Médicis ou, em Portugal, D. João III, que concedeu diversas bolsas de estudo em universidades estrangeiras e fundou em Coimbra o Colégio das Artes. • A educação escolar generaliza-se entre a aristocracia e torna-se mais dispendiosa, dificultando o acesso às pessoas menos abastadas, daí que a maioria dos intelectuais da época fossem burgueses ou nobres abastados. Pág. 238
  • 24. • Para o homem renascentista, culto e civilizado, o espaço privilegiado para as suas tertúlias e grandes festas é, sem dúvida, o Palácio. • No Renascimento, as catedrais continuam a ser construídas, mas os arquitetos agora queriam realizar construções mais proporcionadas. • Os palácios tornam-se as grandes estrelas de uma época em que o homem é a medida de todas as coisas. • O primeiro foi o Palácio Médici, construído no século XV. O PALÁCIO Pág. 233
  • 25. • O Homem do Renascimento rompe com a mentalidade medieval, procurando a fama, a glória, preocupando-se com a vida terrena, contestando o valor da hierarquia social tradicional. • Exalta-se a inteligência, a perspicácia, a astúcia, o calculismo e a força. • A literatura da época traduz bem estas ideias de um homem perfeito e capaz (Maquiavel e o “O Príncipe” ou Dante). OSTENTAÇÃO DAS ELITES Pág. 233
  • 26. • O individualismo vai fazer nascer as preocupações biográficas, os registos e crónicas de grandes homens e seus feitos. • As figuras que mais se destacaram neste desejo de afirmação pessoal são os Condoretti, os Sforza, os Medicis, os Fugger e artistas e intelectuais como Camões, Leonardo Da Vinci, Erasmo, Rabelais... • Este individualismo teve a sua expressão máxima na Itália onde a burguesia era dinâmica e com grande capacidade financeira, chegando mesmo a influenciar o governo dos príncipes italianos (ex. Os Fugger que se tornaram banqueiros de Carlos V).
  • 27. • Nobres e burgueses criam à sua volta uma verdadeira corte, comparável à dos Reis, onde fomentam a erudição, os princípios humanistas e onde se desenvolve um verdadeiro eixo de mecenato. • Surge a visão do homem renascentista perfeito: o Cortesão.
  • 28. • Surgem obras sobre a civilidade ou as boas maneiras (A “Civilidade Pueril” de Erasmo, o “Tratado de Corte” de Refuge ou “A Arte de Agradar na Corte” de Nicolas Faret). • Definem-se as formas corretas de falar, de atuar, de vestir... • O Cortesão ideal, digno de ser considerado a verdadeira elite social, era aquele apresentava determinados atributos: • Talentos físicos; • Intelectualidade; • Qualidades morais; • Boas maneiras; • Porte e linguagem do seu corpo. Pág. 234
  • 29. REVOLUÇÃO DAS CONCEÇÕES RELIGIOSAS Pág. 236
  • 30. DOGMAS: CULTO LUTERANISMO CALVINISMO ANGLICANISMO CATOLICISMO Salvação da Alma Fé Fé e predestinação absoluta Fé e predestinação Fé e boas ações Fontes da fé Bíblia Bíblia Bíblia Bíblia, Tradição, Decisões dos Concílios Bíblia -Versão Interpretação Tradução para a língua nacional -Interpretação livre Tradução para a língua nacional -Interpretação de Calvino Tradução para a língua nacional -Interpretação dos bispos -Versão latina -Interpretação do Papa Sacramento Batismo e Eucaristia Batismo e Eucaristia Batismo e Eucaristia Batismo, Crisma, Eucaristia, Matrimónio, Penitência, Ordem, Extrema Unção Comunhão Presença real sem transubstanciação Presença espiritual Presença espiritual Presença real com transubstanciação Culto da Virgem e dos Santos Abolido Abolido Abolido Mantido Organização eclesiástica -Papa Negada a sua autoridade Negada a sua autoridade Negada a sua autoridade Chefe da Igreja Hierarquia sacerdotal Suprimida Suprimida Mantida Mantida Celibato Suprimido Suprimido Suprimido Mantido