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Por: Luciana Andrade
Índice

  Mensagem ..............................................................1

  Introdução ...............................................................2

  A Escola .................................................................3

  O Regente .................................................................5

  A Turma ....................................................................7

  O Livro Didático.........................................................9

  A Regência ...............................................................11

  Avaliação do Estágio................................................29

  Conclusão..................................................................31

  Agradecimentos.........................................................33

  Referências................................................................34
Mensagem



“ Ensinar é mapear o mundo, fazer visíveis pelo
   poder da palavra os lugares desconhecidos.’’

                                   (Rubem Alves)




                                                   1
Introdução
   A atividade proposta pelo componente curricular
Estágio Supervisionado II, como parte integrante do
processo formativo, contribui para a formação do futuro
profissional de educação, permitindo ao estudante de
graduação acompanhar a rotina diária da escola, a fim
de preparar-se criticamente para a sua prática
profissional.
   As    vivências   relatadas   neste   portfólio   foram
realizadas no Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães,
localizado na Rua Luís Viana, S/N - Centro, Alagoinhas –
Bahia. É uma escola de Ensino Médio (1° ano ao 3° ano).
O estágio foi realizado na turma de 1º ano M2 do turno
matutino durante o período de 14/09/10 à 07/12/10.




                                                             2
A Escola

  Colégio Modelo Luis Eduardo Magalhães
Rua Luís Viana, S/N - Centro, Alagoinhas –BA.

Descrição do Espaço Físico
A escola possui treze salas de aula arejadas e
                                                   Foto I. Entrada da Escola
com boa iluminação. A quantidade de
carteiras são suficientes para a demanda de
alunos e cada sala de aula possui uma TV
pendrive e um quadro branco. O espaço
escolar também disponibiliza uma sala de
                                                      Foto II. Secretaria da Escola
vídeo conferência, uma sala de vídeo, um
laboratório, sala de informática, pátio, sala
de professores, sala de diretor e de vice-
diretor, secretaria, sala de coordenação, uma
pequena cozinha, uma cantina, uma quadra          Foto III. Rampa de Acesso as Salas

poliesportiva descoberta, banheiros, vestiário
masculino   e   feminino,   auditório   e   uma
equipada biblioteca.

                                                         Foto IV. Pátio da Escola
                                                                                       3
A Escola


      O    espaço    físico   escolar   possui   grande
importância para o corpo discente, uma vez que este
será cenário diário de estudo, discussões, debates,
reflexões, convívios sociais e lazer. Este, deve ser
convidativo para os alunos, representando relações de
intimidade e afetividade, que pode se manifestar
através de apreciação visual ou estética e pelos
sentidos a partir de uma longa vivência. Segundo a Lei
de diretrizes e bases da educação brasileira - LDB, lei
9.394 de 1996, o Estado tem o dever de garantir
padrões mínimos de qualidade de ensino definido como
a variedade e quantidade mínimas, por aluno, de
insumos indispensáveis ao desenvolvimento do processo
ensino-aprendizagem.


                                                          4
O Regente

   Nome: Antônio Geraldo da Silva Sá Barreto


    O regente possui Licenciatura Plena em Ciências com
    Habilitação em Biologia pela Universidade do Estado da
    Bahia – UNEB e mestrado pela Universidade Federal da
    Bahia – UFBA. Leciona como professor de Ensino Médio das
    disciplinas Biologia e Química da Secretaria de Educação do
    Estado da Bahia no Colégio Modelo (Alagoinhas) e como
    professor da Universidade do Estado da Bahia - UNEB. É um
    professor tranqüilo, sempre muito amigável e possuí uma boa
    relação com os alunos, com a direção da escola e com os
    colegas de profissão.




                                                                  5
O Regente

       No primeiro dia do estágio, o regente apresentou-me
para a turma e prosseguiu com sua rotineira atividade de
ministrar a aula, o que ocorreu com muito desprendimento.
Mostrou-se responsável e muito bem preparado em todas as
aulas observadas.

      O papel de educador requer muita dedicação, amor
pelo que faz, afetividade, confiança entre professor/aluno,
respeito, sabendo que estará contribuindo com a formação
de seres humanos pensantes, que estão na busca de
conquistar novos conhecimentos, aprender novos valores,
novas atitudes, novos saberes a partir da prática de ensino.




                                                               6
A Turma

           Série: 1º Ano (90 M2)
  A sala era constituída de quarenta e
dois alunos, composta de meninos e
meninas com faixa etária de quinze a
vinte anos de idade. No geral, o turma
era um pouco agitada, dificultando a
                                                Foto I. Tuma 90 M2 – Jogo didático
qualidade das aulas. Havia um pequeno
grupo de alunos que destoava o restante
da turma por sua conversa excessiva e
brincadeiras     fora   de    hora.   Embora
faltasse   uma     certa     experiência   da
estagiária na negociação com os alunos,           Foto II. Tuma 90 M2 – Prova


durante as aulas, os alunos foram bem
respeitadores e receptivos durante toda
a regência.


                                                                                     7
Comentando...

Segundo Crozier e Friedberg (1977),
o exercício do poder não é um
exercício solitário, pois o carácter
relacional do poder implica sempre a
possibilidade de negociação e de
adaptação dos actores envolvidos
nessa relação. Contudo, o educador
                                         Foto I. Tuma 90 M2
deve ter um olhar sensível a todos os
elementos que estão postos em uma
sala    de   aula.   O   modo   como
organizamos materiais e móveis, e a
forma como       interagimos com os
                                        Foto II. Tuma 90 M2 – Prova
educandos, são aspectos reveladores
de     uma   concepção   pedagógica.



                                                                      8
Livro Didático




  Biologia: citologia/ histologia, do autor Wilson Roberto Paulino.
  Vol. 1 – 1 ed. – São Paulo - Editora Ática, 2005.


     O livro didático adotado pela escola, disponibiliza os
conteúdos com informações corretas e de fácil compreensão. As
abordagens trazidas por ele,     trazem textos intercalados por
ilustrações, contribuindo bastante   para consolidar um bom
trabalho pedagógico, porém alguns conteúdos são trabalhados
de forma técnica e um pouco distante do cotidiano dos alunos.
Um outro aspecto observado é a falta de informações acerca de
algumas escalas, que dificulta no entendimento da informação.
                                                                  9
Comentando...


       O livro didático é um guia que serve para direcionar
 professores e alunos em suas atividades da sala de aula e
 de casa. Machado (1991), ressalta que o livro didático é
 um instrumento que pode auxiliar o professor e o aluno no
 processo da ação educativa, bem como pode ser mero
 instrumento que por si só,   não provoca transformações.
 Dessa maneira,    é   de fundamental importância saber
 utilizar este recurso, de forma que propicie a interação do
 aluno com a linguagem do livro no processo      de ensino-
 aprendizagem.




                                                               10
A educação moderna tem de atender a algumas normas que devem presidir toda e qualquer metodolo




                        A Regência

       A educação pós-moderna tem de atender a algumas
       normas que devem presidir toda e qualquer metodologia,
       consubstanciada em métodos e técnicas de ação didática.
       Estas normas são como que o balizamento da ação
       educativa para que os objetivos da educação possam ser

                           ASdo conteúdo e dos objetivos
       alcançados com eficiência. A escolha da modalidade
       didática vai depender
       selecionados, da AULAS destina, do tempo e dos
                        classe a que se
       recursos disponíveis. As modalidades didáticas utilizadas
                            ...
       durante o Estágio Supervisionado II foram: aula
       expositiva dialogada, vídeos,               jogos didáticos, músicas,
       pesquisas, atividade com massa de modelar, gincana e
       aplicação de prova da IV unidade.




                                                                                        11
1ª
      SEMANA
        19.10.10



    Síntese de Proteína




    Dinâmica de apresentação;

    Aula expositiva dialogada –
     Slides (TV Pendrive);

    Atividade do livro didático
     para casa.




                                   12
Comentando...


         No primeiro dia de regência os alunos foram
bem receptivos e descontraídos na dinâmica de
apresentação. Foi um momento de integração e
levantamento de expectativas para a IV unidade. A
aula foi desenvolvida de acordo com o que foi
programado no plano, embora a TV Pendrive não tenha
funcionado com o vídeo de revisão, a mesma foi
realizada no quadro e com os slides que haviam sido
elaborados para a aula. Os alunos foram participativos
e sempre faziam perguntas durante a exposição do
conteúdo. Segundo Esteban (1999), ao dialogar com o
aluno, ainda que brevemente, e ao dispor a aprender
com ele, o professor desfaz muros e restabelece laços.
Isso favoreceu a aprendizagem e o dinamismo da aula.



                                                         13
2ª SEMANA
2ª        26.10.10




Síntese de Proteína




   Exibição de vídeo;

   Aula expositiva – Slides ;

   Música ácidos nucléicos e
    síntese de proteínas;

   Atividade do livro
    didático para casa .


                                 Vídeo: Projeto Genoma Humano




                                                          14
Comentando ...



      A aula foi desenvolvida de acordo com o que foi
programado no plano, no entanto, haviam poucos alunos na
sala, pois estava acontecendo o conselho de classe na escola
e a maioria dos alunos foi embora. O vídeo (Projeto Genoma
Humano) foi um recurso didático significativo para o
aprendizado dos educandos pois além de aproximar a sala
de aula do cotidiano, das linguagens de aprendizagem e
comunicação da sociedade urbana, também introduziu mais
dinamismo no processo educacional. Segundo Morán (1995), o
vídeo é sensorial, visual, linguagem falada, linguagem musical
e escrita. Somos atingidos por todos os sentidos e de todas as
maneiras. O vídeo nos seduz, informa, entretém, projeta em
outras realidades (no imaginário), em outros tempos e
espaços.

                                                                 15
3ª SEMANA
       09.11.10




Síntese de Proteína




    Correção de
    atividades do
    livro didático;


    Jogo didático
    (Sintetizando
    Proteínas).




                      16
JOGO DIDÁTICO




                     Imagem 1. Jogo Sintetizando Proteínas




Imagem 2. RNAm, RNAt e Fator liberação           Imagem 3. Fator liberação e aminoácidos




          Imagem 4. Ribossomo                                Imagem 5. Brinde: balas


                                                                                           17
Comentando ...


      A aula de correção de exercícios foi tranqüila,
embora boa parte dos alunos não tivesse feito a
atividade. A segunda e terceira aulas, foram observadas
pela professora e orientadora Cláudia Regina, a qual
passou-me muita tranqüilidade. Nesse dia, foi realizado
o jogo (Sintetizando Proteínas) que envolveu bem os
alunos,     e foi um momento para revisar e reforçar o
conteúdo. Miranda (2001), ressalta que mediante o jogo
didático,    vários     objetivos   podem   ser    atingidos,
relacionados à cognição, afeição, socialização, motivação
e criatividade. Segundo Cunha (1988), o jogo didático
é   utilizado    para     atingir   determinados   objetivos
pedagógicos, sendo uma alternativa para se melhorar o
desempenho dos estudantes em alguns conteúdos de
difícil aprendizagem.
                                                                18
4ª SEMANA
Gincana
    21.11.10




   II Gincana Solidária e do Conhecimento Lúdico
      Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães




                                                   19
Comentando ...


      A gincana consistiu em atividades lúdicas e de

solidariedade. Nas tarefas lúdicas, os alunos realizaram

confecções de logotipos das equipes, paródias, danças,

dentre outras atividades. Nas tarefas de solidariedade,

foi solicitado as equipes a obtenção de alimentos,

material de limpeza e recursos financeiros para ajudar

as instituições de caridade do município de Alagoinhas-

BA. Os alunos dos três turnos, foram distribuídos em onze

equipes, sendo cada equipe constituída por alunos de

1º, 2º e 3º ano do Ensino Médio, representadas por

alunos dos turnos: matutino, vespertino e noturno. Cada

equipe foi representada por uma cor e com bandeiras

contendo o logotipo da equipe.


                                                            20
Comentando ...


       As atividades da gincana, deram início na frente

da escola, com uma caminhada dos alunos seguida de

um carro de som até o clube ACRA, onde ocorreu o resto

das atividades até o final da tarde. As equipes foram

avaliadas quanto a        criatividade, organização e

cumprimento das regras.

      Os Parâmetros Curriculares Nacionais - PCNs

(BRASIL, 1999) orientam as escolas quanto à elaboração

de seus planos de estudo e dos objetivos que deverão

ser atingidos com a sua aplicação. Surgem alternativas

para que se possa mudar a rotina de sala de aula e

fazer do aluno, sujeito ativo de sua aprendizagem.




                                                          21
Comentando ...


       Rocha (2006),      ressalta que atividades do tipo
gincana são importantes para desenvolver o raciocínio e o
espírito competitivo, preparando os estudantes para novos
desafios em sua vida escolar, profissional e pessoal.

      Dessa maneira, a gincana           foi uma atividade
dinâmica, motivadora e de grande importância,           pois
comprovou que a escola pode, através de projetos maiores,
promover atividades que enfatizem problemas da realidade
social, possibilitando um aprendizado com entusiasmo,
cooperação entre os participantes, construção da cidadania
e dando espaço para a        formação dos valores humanos
fundamentais que são centrais entre os objetivos da
educação.




                                                           22
5ª SEMANA
          23.11.10



         Mitose
                                  Música: Mitose




   Aula expositiva
    dialogada– Slides;

   Música : Mitose

   Atividade dinâmica:
    simulação dos eventos da
    mitose (massa de modelar);

   Atividade do livro didático
    para casa.




                                                   23
Comentando ...


  A aula ocorreu bem, foi realizado o que foi proposto
no plano, porém com algumas adaptações. A atividade
para a confecção       de células nas diferentes fases da
mitose, com massa de modelar, era para ser realizada a
construção de todas as etapas por cada um dos grupos,
porém, devido ao tempo, foi solicitado que cada equipe
escolhesse    apenas     uma   das     fases     da      mitose,
confeccionasse a fase escolhida, e fizessem a descrição
dessa fase. A atividade com massa de            modelar e a
música, foram atividades lúdicas bem interessantes nas
quais os alunos participaram com muita motivação.
Segundo      Neves   (2004),   “o    aluno     intrinsecamente
motivado envolve-se em atividades que oferecem a
oportunidade     para     o    aprimoramento        de     seus
conhecimentos e de suas habilidades”.


                                                               24
Comentando ...


   A música mitose, como recurso didático motivador,
possuí uma linguagem alternativa contemporânea e lúdica
para o ensino do conteúdo, a qual chamou muito a
atenção dos educandos. Para Gaiza (1988), a música é
um elemento fundamental para o desenvolvimento
integral (bio-psicossocial) do ser humano, pois conecta a
absorção       (internalização)   com    a     expressão
(externalização e comunicação) contribuindo para a
transformação e o desenvolvimento. Segundo Pedriva &
Tristão (2006), quando um adulto ouve música, uma
grande quantidade de informação é processada muito
rapidamente.




                                                            25
6ª SEMANA
 30.11.10




               Verificação de
                aprendizagem
                da IV unidade.




     Foto I. Tuma 90 M2 – Aplicação da prova
                                               26
Comentando ...


   Foi solicitado que os alunos sentassem em fila e em

seguida foram lidas as instruções para a realização da

prova. Logo após, a prova da IV unidade foi distribuída

para os alunos sendo proibida a utilização de qualquer

tipo de material para consulta. A avaliação constou de

treze questões, sendo quatro objetivas e nove subjetivas

e teve duração máxima de 1:40h. Segundo Luckesi (2002

apud Comis, 2006), a avaliação da aprendizagem deve

ser assumida como instrumento que existe, propriamente,

para   mensurar   a   qualidade   da    assimilação   do

conhecimento por parte do aluno e para compreender o

estágio de aprendizagem em que ele se encontra.




                                                           27
Comentando ...


  Desta forma, o educador terá capacidade para tomar

posições necessárias para o avanço dos alunos no seu

processo de aprendizagem. Com isso, a avaliação tem o

papel de orientar o aluno a tomar consciência de seus

conhecimentos, ter posicionamento crítico e saber se está

avançando na superação das dificuldades para continuar

progredindo no processo de ensino-aprendizagem.




                                                            28
Avaliação do Estágio

          Dos alunos (90 M2)                 Questão 1. Qual a
                                           avaliação que você faz
                                               da estagiária?


                                             Questão 2. Qual a
                                             auto-avaliação que
                                              você faz do seu
                                           comportamento frente
                                               ao estagiária?

   A avaliação dos alunos em relação a estagiária foi de boa a

excelente. Os educandos informaram no questionário que as
aulas foram criativas, dinâmicas e bem elaboradas. Entretanto,
em relação ao desempenho dos mesmos e ao comportamento,
alguns informaram que foram excelentes, e a maioria da turma
informou ter sido de bom a regular, devido ao cansaço de final
de ano.
                                                                 29
Avaliação do Estágio feita pelo
  regente Antônio Geraldo

A aluna Luciana Andrade          em regência do Componente
Curricular Biologia, da turma 90m2, 1ª Série do Ensino Médio, no
Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães, na condição de
estagiária, demonstrou domínio dos conteúdos abordados,
responsabilidade no cumprimento de horários e na execução das
atividades por ela desenvolvida, bem como na apresentação dos
planos de aula, criatividade na abordagem dos temas em estudo,
adequada utilização dos recursos didáticos, manutenção de um
ambiente propício à aprendizagem durante as aulas, coerência
na elaboração de instrumentos de avaliação da aprendizagem,
integração à equipe docente, e ótima interação com a equipe
docente, gestora e técnico-administrativa do colégio. Fatores que
levam-me a atribuir nota 10,0 (dez) à referida estagiária.


                               Alagoinhas, 10 de dezembro de 2010.
                                                 Antônio Geraldo Barreto
                                                   Professor Regente
                                                                       30
Conclusão

    O    estágio      é    um   processo   de    aprendizagem
indispensável     a   um    profissional   que   deseja      estar
preparado para enfrentar os desafios de uma carreira.
Este período,      foi de grande importância para minha
formação acadêmica, visto que contribuiu de maneira
significativa para minha capacitação, permitindo-me dar
saltos qualitativos fundamentais para a consolidação da
minha formação profissional. A orientação recebida pela
professora      Cláudia,   os   momentos    de    partilha     de
experiências com os colegas de sala na UNEB, a recepção
do colégio Modelo, a confiança do meu regente,               e as
vivências com os alunos da turma 90m2, me possibilitaram
observar o âmbito escolar com um olhar de educadora.




                                                                     31
Conclusão

Dessa maneira, o estágio      mostrou-me   que o papel do
professor não é apenas o de transmitir informações a cerca
de um determinado conteúdo programático, mas envolve a
participação     do    educador   na   formação,   e   no
amadurecimento        de um cidadão em todos aspectos da
vida. Diante disso, é necessário que nos percebamos como
profissionais da educação capazes de construir no interior
da escola uma prática transformadora e coerente com a
teoria pedagógica, na qual o professor possa atuar tanto
na prática como na teoria, conhecendo e dominando suas
funções e atribuições, pautando sua prática no compromisso
político e social.




                                                             32
Agradecimentos


                    Á:

            UNEB pelo apoio;

   Prof. Cláudia Regina pela orientação;

Direção do Colégio Modelo pela recepção;

  Profº. Antônio Geraldo pela confiança;

       Turma 90M2 pela acolhida.


                            Muito Obrigada!




                                              33
Referências

   CAMPOS, L. M. L. A produção de jogos didáticos para o
    ensino de ciências e biologia: uma proposta para favorecer a
    aprendizagem. São Paulo: Departamento de Educação –
    Instituto de Biociências da Unesp – Campus de Botucatu ,
    2001.


   CUNHA, N. Brinquedo, desafio e descoberta. Rio de Janeiro:
    FAE. 1988.


   GOMES, R. R.; FRIEDRICH, M. A Contribuição dos jogos
    didáticos na aprendizagem de conteúdos de Ciências e
    Biologia. In: EREBIO,1, Rio de Janeiro, 2001, Anais..., Rio de
    Janeiro, 2001, p.389-92.


   MIRANDA, S. No Fascínio do jogo, a alegria de aprender. In:
    Ciência Hoje, v.28, 2001 p. 64-66.


   CROZIER, Michel & FRIEDBERG, Erhard (1977). L’ acteur et le
système. Paris: Seuil.


                                                                     34
Referências

   GAINZA, Violeta. H. Estudos de Psicopedagogia Musical.
    Summus, São Paulo: Novas buscas em educação, 1988.

    MOURA, Manoel. O; MORETTI, Vanessa. D. Investigando a
    aprendizagem do conceito de função a partir dos conceitos
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    p.67-82. Abr. 2003.

   PEDERIVA, Patrícia. L. M & TRISTÃO, Rosana. M. Música e
    cognição. Ciência & Cognição, V. 09, n 3 p. 83-90. Nov,
    2006.

   Luckesi, C. C. Avaliação da aprendizagem na escola:
    reelaborando conceitos e recriando a prática. Editora
    Malabares Comunicação e Eventos, 2007. Disponível em:
    www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/portal/pde/document
    o_sintese.pdf. Acessado em: 17/01/2011.

   MORÁN, José Manuel. O vídeo na sala de aula.
    Comunicação e Educação, São Paulo, (2): 27 a 35, .jan./abr.
    1995.



                                                                     35
Referências

   ROCHA, Ângela Moser. et al. Olimpíada de Ciências e
    Matemática. In: Encontro Gaúcho de Educação Matemática,
    9/2006, Caxias do Sul. Anais.


   BRASIL, Ministério da Educação, Secretaria de Educação
    Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais.
    Brasília: 1999. 360p. (PCN Ensino Médio).


   ESTEBAN, Maria Teresa (Org). Avaliação: uma prática em
    busca de novos sentidos. Rio de Janeiro: D P& A, 1999.


   NEVES, E. R. C. & BORUCHOVITCH, E. A Motivação de
    Alunos e o Contexto de Progressão Continuada. Psicologia:
    Teoria e pesquisa. Jan-Abr 2004, Vol. 20 n. 1, pp. 077-085 .




                                                                   36

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Plano de aula adriana fernandes viiiPlano de aula adriana fernandes viii
Plano de aula adriana fernandes viii
 
Plano de aula adriana fernandes vii (prova)
Plano de aula adriana fernandes vii (prova)Plano de aula adriana fernandes vii (prova)
Plano de aula adriana fernandes vii (prova)
 
Plano de aula adriana fernandes vii (prova)
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Plano de aula adriana fernandes vi ( estudo dirigido)
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Plano de aula adriana fernandes v (teste)
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Plano aula adriana fernandes iv
Plano aula adriana fernandes ivPlano aula adriana fernandes iv
Plano aula adriana fernandes iv
 

Portfólio luciana andrade

  • 2. Índice Mensagem ..............................................................1 Introdução ...............................................................2 A Escola .................................................................3 O Regente .................................................................5 A Turma ....................................................................7 O Livro Didático.........................................................9 A Regência ...............................................................11 Avaliação do Estágio................................................29 Conclusão..................................................................31 Agradecimentos.........................................................33 Referências................................................................34
  • 3. Mensagem “ Ensinar é mapear o mundo, fazer visíveis pelo poder da palavra os lugares desconhecidos.’’ (Rubem Alves) 1
  • 4. Introdução A atividade proposta pelo componente curricular Estágio Supervisionado II, como parte integrante do processo formativo, contribui para a formação do futuro profissional de educação, permitindo ao estudante de graduação acompanhar a rotina diária da escola, a fim de preparar-se criticamente para a sua prática profissional. As vivências relatadas neste portfólio foram realizadas no Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães, localizado na Rua Luís Viana, S/N - Centro, Alagoinhas – Bahia. É uma escola de Ensino Médio (1° ano ao 3° ano). O estágio foi realizado na turma de 1º ano M2 do turno matutino durante o período de 14/09/10 à 07/12/10. 2
  • 5. A Escola Colégio Modelo Luis Eduardo Magalhães Rua Luís Viana, S/N - Centro, Alagoinhas –BA. Descrição do Espaço Físico A escola possui treze salas de aula arejadas e Foto I. Entrada da Escola com boa iluminação. A quantidade de carteiras são suficientes para a demanda de alunos e cada sala de aula possui uma TV pendrive e um quadro branco. O espaço escolar também disponibiliza uma sala de Foto II. Secretaria da Escola vídeo conferência, uma sala de vídeo, um laboratório, sala de informática, pátio, sala de professores, sala de diretor e de vice- diretor, secretaria, sala de coordenação, uma pequena cozinha, uma cantina, uma quadra Foto III. Rampa de Acesso as Salas poliesportiva descoberta, banheiros, vestiário masculino e feminino, auditório e uma equipada biblioteca. Foto IV. Pátio da Escola 3
  • 6. A Escola O espaço físico escolar possui grande importância para o corpo discente, uma vez que este será cenário diário de estudo, discussões, debates, reflexões, convívios sociais e lazer. Este, deve ser convidativo para os alunos, representando relações de intimidade e afetividade, que pode se manifestar através de apreciação visual ou estética e pelos sentidos a partir de uma longa vivência. Segundo a Lei de diretrizes e bases da educação brasileira - LDB, lei 9.394 de 1996, o Estado tem o dever de garantir padrões mínimos de qualidade de ensino definido como a variedade e quantidade mínimas, por aluno, de insumos indispensáveis ao desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem. 4
  • 7. O Regente  Nome: Antônio Geraldo da Silva Sá Barreto O regente possui Licenciatura Plena em Ciências com Habilitação em Biologia pela Universidade do Estado da Bahia – UNEB e mestrado pela Universidade Federal da Bahia – UFBA. Leciona como professor de Ensino Médio das disciplinas Biologia e Química da Secretaria de Educação do Estado da Bahia no Colégio Modelo (Alagoinhas) e como professor da Universidade do Estado da Bahia - UNEB. É um professor tranqüilo, sempre muito amigável e possuí uma boa relação com os alunos, com a direção da escola e com os colegas de profissão. 5
  • 8. O Regente No primeiro dia do estágio, o regente apresentou-me para a turma e prosseguiu com sua rotineira atividade de ministrar a aula, o que ocorreu com muito desprendimento. Mostrou-se responsável e muito bem preparado em todas as aulas observadas. O papel de educador requer muita dedicação, amor pelo que faz, afetividade, confiança entre professor/aluno, respeito, sabendo que estará contribuindo com a formação de seres humanos pensantes, que estão na busca de conquistar novos conhecimentos, aprender novos valores, novas atitudes, novos saberes a partir da prática de ensino. 6
  • 9. A Turma Série: 1º Ano (90 M2) A sala era constituída de quarenta e dois alunos, composta de meninos e meninas com faixa etária de quinze a vinte anos de idade. No geral, o turma era um pouco agitada, dificultando a Foto I. Tuma 90 M2 – Jogo didático qualidade das aulas. Havia um pequeno grupo de alunos que destoava o restante da turma por sua conversa excessiva e brincadeiras fora de hora. Embora faltasse uma certa experiência da estagiária na negociação com os alunos, Foto II. Tuma 90 M2 – Prova durante as aulas, os alunos foram bem respeitadores e receptivos durante toda a regência. 7
  • 10. Comentando... Segundo Crozier e Friedberg (1977), o exercício do poder não é um exercício solitário, pois o carácter relacional do poder implica sempre a possibilidade de negociação e de adaptação dos actores envolvidos nessa relação. Contudo, o educador Foto I. Tuma 90 M2 deve ter um olhar sensível a todos os elementos que estão postos em uma sala de aula. O modo como organizamos materiais e móveis, e a forma como interagimos com os Foto II. Tuma 90 M2 – Prova educandos, são aspectos reveladores de uma concepção pedagógica. 8
  • 11. Livro Didático Biologia: citologia/ histologia, do autor Wilson Roberto Paulino. Vol. 1 – 1 ed. – São Paulo - Editora Ática, 2005. O livro didático adotado pela escola, disponibiliza os conteúdos com informações corretas e de fácil compreensão. As abordagens trazidas por ele, trazem textos intercalados por ilustrações, contribuindo bastante para consolidar um bom trabalho pedagógico, porém alguns conteúdos são trabalhados de forma técnica e um pouco distante do cotidiano dos alunos. Um outro aspecto observado é a falta de informações acerca de algumas escalas, que dificulta no entendimento da informação. 9
  • 12. Comentando... O livro didático é um guia que serve para direcionar professores e alunos em suas atividades da sala de aula e de casa. Machado (1991), ressalta que o livro didático é um instrumento que pode auxiliar o professor e o aluno no processo da ação educativa, bem como pode ser mero instrumento que por si só, não provoca transformações. Dessa maneira, é de fundamental importância saber utilizar este recurso, de forma que propicie a interação do aluno com a linguagem do livro no processo de ensino- aprendizagem. 10
  • 13. A educação moderna tem de atender a algumas normas que devem presidir toda e qualquer metodolo A Regência A educação pós-moderna tem de atender a algumas normas que devem presidir toda e qualquer metodologia, consubstanciada em métodos e técnicas de ação didática. Estas normas são como que o balizamento da ação educativa para que os objetivos da educação possam ser ASdo conteúdo e dos objetivos alcançados com eficiência. A escolha da modalidade didática vai depender selecionados, da AULAS destina, do tempo e dos classe a que se recursos disponíveis. As modalidades didáticas utilizadas ... durante o Estágio Supervisionado II foram: aula expositiva dialogada, vídeos, jogos didáticos, músicas, pesquisas, atividade com massa de modelar, gincana e aplicação de prova da IV unidade. 11
  • 14. SEMANA 19.10.10 Síntese de Proteína  Dinâmica de apresentação;  Aula expositiva dialogada – Slides (TV Pendrive);  Atividade do livro didático para casa. 12
  • 15. Comentando... No primeiro dia de regência os alunos foram bem receptivos e descontraídos na dinâmica de apresentação. Foi um momento de integração e levantamento de expectativas para a IV unidade. A aula foi desenvolvida de acordo com o que foi programado no plano, embora a TV Pendrive não tenha funcionado com o vídeo de revisão, a mesma foi realizada no quadro e com os slides que haviam sido elaborados para a aula. Os alunos foram participativos e sempre faziam perguntas durante a exposição do conteúdo. Segundo Esteban (1999), ao dialogar com o aluno, ainda que brevemente, e ao dispor a aprender com ele, o professor desfaz muros e restabelece laços. Isso favoreceu a aprendizagem e o dinamismo da aula. 13
  • 16. 2ª SEMANA 2ª 26.10.10 Síntese de Proteína  Exibição de vídeo;  Aula expositiva – Slides ;  Música ácidos nucléicos e síntese de proteínas;  Atividade do livro didático para casa . Vídeo: Projeto Genoma Humano 14
  • 17. Comentando ... A aula foi desenvolvida de acordo com o que foi programado no plano, no entanto, haviam poucos alunos na sala, pois estava acontecendo o conselho de classe na escola e a maioria dos alunos foi embora. O vídeo (Projeto Genoma Humano) foi um recurso didático significativo para o aprendizado dos educandos pois além de aproximar a sala de aula do cotidiano, das linguagens de aprendizagem e comunicação da sociedade urbana, também introduziu mais dinamismo no processo educacional. Segundo Morán (1995), o vídeo é sensorial, visual, linguagem falada, linguagem musical e escrita. Somos atingidos por todos os sentidos e de todas as maneiras. O vídeo nos seduz, informa, entretém, projeta em outras realidades (no imaginário), em outros tempos e espaços. 15
  • 18. 3ª SEMANA 09.11.10 Síntese de Proteína  Correção de atividades do livro didático;  Jogo didático (Sintetizando Proteínas). 16
  • 19. JOGO DIDÁTICO Imagem 1. Jogo Sintetizando Proteínas Imagem 2. RNAm, RNAt e Fator liberação Imagem 3. Fator liberação e aminoácidos Imagem 4. Ribossomo Imagem 5. Brinde: balas 17
  • 20. Comentando ... A aula de correção de exercícios foi tranqüila, embora boa parte dos alunos não tivesse feito a atividade. A segunda e terceira aulas, foram observadas pela professora e orientadora Cláudia Regina, a qual passou-me muita tranqüilidade. Nesse dia, foi realizado o jogo (Sintetizando Proteínas) que envolveu bem os alunos, e foi um momento para revisar e reforçar o conteúdo. Miranda (2001), ressalta que mediante o jogo didático, vários objetivos podem ser atingidos, relacionados à cognição, afeição, socialização, motivação e criatividade. Segundo Cunha (1988), o jogo didático é utilizado para atingir determinados objetivos pedagógicos, sendo uma alternativa para se melhorar o desempenho dos estudantes em alguns conteúdos de difícil aprendizagem. 18
  • 21. 4ª SEMANA Gincana 21.11.10 II Gincana Solidária e do Conhecimento Lúdico Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães 19
  • 22. Comentando ... A gincana consistiu em atividades lúdicas e de solidariedade. Nas tarefas lúdicas, os alunos realizaram confecções de logotipos das equipes, paródias, danças, dentre outras atividades. Nas tarefas de solidariedade, foi solicitado as equipes a obtenção de alimentos, material de limpeza e recursos financeiros para ajudar as instituições de caridade do município de Alagoinhas- BA. Os alunos dos três turnos, foram distribuídos em onze equipes, sendo cada equipe constituída por alunos de 1º, 2º e 3º ano do Ensino Médio, representadas por alunos dos turnos: matutino, vespertino e noturno. Cada equipe foi representada por uma cor e com bandeiras contendo o logotipo da equipe. 20
  • 23. Comentando ... As atividades da gincana, deram início na frente da escola, com uma caminhada dos alunos seguida de um carro de som até o clube ACRA, onde ocorreu o resto das atividades até o final da tarde. As equipes foram avaliadas quanto a criatividade, organização e cumprimento das regras. Os Parâmetros Curriculares Nacionais - PCNs (BRASIL, 1999) orientam as escolas quanto à elaboração de seus planos de estudo e dos objetivos que deverão ser atingidos com a sua aplicação. Surgem alternativas para que se possa mudar a rotina de sala de aula e fazer do aluno, sujeito ativo de sua aprendizagem. 21
  • 24. Comentando ... Rocha (2006), ressalta que atividades do tipo gincana são importantes para desenvolver o raciocínio e o espírito competitivo, preparando os estudantes para novos desafios em sua vida escolar, profissional e pessoal. Dessa maneira, a gincana foi uma atividade dinâmica, motivadora e de grande importância, pois comprovou que a escola pode, através de projetos maiores, promover atividades que enfatizem problemas da realidade social, possibilitando um aprendizado com entusiasmo, cooperação entre os participantes, construção da cidadania e dando espaço para a formação dos valores humanos fundamentais que são centrais entre os objetivos da educação. 22
  • 25. 5ª SEMANA 23.11.10 Mitose Música: Mitose  Aula expositiva dialogada– Slides;  Música : Mitose  Atividade dinâmica: simulação dos eventos da mitose (massa de modelar);  Atividade do livro didático para casa. 23
  • 26. Comentando ... A aula ocorreu bem, foi realizado o que foi proposto no plano, porém com algumas adaptações. A atividade para a confecção de células nas diferentes fases da mitose, com massa de modelar, era para ser realizada a construção de todas as etapas por cada um dos grupos, porém, devido ao tempo, foi solicitado que cada equipe escolhesse apenas uma das fases da mitose, confeccionasse a fase escolhida, e fizessem a descrição dessa fase. A atividade com massa de modelar e a música, foram atividades lúdicas bem interessantes nas quais os alunos participaram com muita motivação. Segundo Neves (2004), “o aluno intrinsecamente motivado envolve-se em atividades que oferecem a oportunidade para o aprimoramento de seus conhecimentos e de suas habilidades”. 24
  • 27. Comentando ... A música mitose, como recurso didático motivador, possuí uma linguagem alternativa contemporânea e lúdica para o ensino do conteúdo, a qual chamou muito a atenção dos educandos. Para Gaiza (1988), a música é um elemento fundamental para o desenvolvimento integral (bio-psicossocial) do ser humano, pois conecta a absorção (internalização) com a expressão (externalização e comunicação) contribuindo para a transformação e o desenvolvimento. Segundo Pedriva & Tristão (2006), quando um adulto ouve música, uma grande quantidade de informação é processada muito rapidamente. 25
  • 28. 6ª SEMANA 30.11.10  Verificação de aprendizagem da IV unidade. Foto I. Tuma 90 M2 – Aplicação da prova 26
  • 29. Comentando ... Foi solicitado que os alunos sentassem em fila e em seguida foram lidas as instruções para a realização da prova. Logo após, a prova da IV unidade foi distribuída para os alunos sendo proibida a utilização de qualquer tipo de material para consulta. A avaliação constou de treze questões, sendo quatro objetivas e nove subjetivas e teve duração máxima de 1:40h. Segundo Luckesi (2002 apud Comis, 2006), a avaliação da aprendizagem deve ser assumida como instrumento que existe, propriamente, para mensurar a qualidade da assimilação do conhecimento por parte do aluno e para compreender o estágio de aprendizagem em que ele se encontra. 27
  • 30. Comentando ... Desta forma, o educador terá capacidade para tomar posições necessárias para o avanço dos alunos no seu processo de aprendizagem. Com isso, a avaliação tem o papel de orientar o aluno a tomar consciência de seus conhecimentos, ter posicionamento crítico e saber se está avançando na superação das dificuldades para continuar progredindo no processo de ensino-aprendizagem. 28
  • 31. Avaliação do Estágio Dos alunos (90 M2) Questão 1. Qual a avaliação que você faz da estagiária? Questão 2. Qual a auto-avaliação que você faz do seu comportamento frente ao estagiária? A avaliação dos alunos em relação a estagiária foi de boa a excelente. Os educandos informaram no questionário que as aulas foram criativas, dinâmicas e bem elaboradas. Entretanto, em relação ao desempenho dos mesmos e ao comportamento, alguns informaram que foram excelentes, e a maioria da turma informou ter sido de bom a regular, devido ao cansaço de final de ano. 29
  • 32. Avaliação do Estágio feita pelo regente Antônio Geraldo A aluna Luciana Andrade em regência do Componente Curricular Biologia, da turma 90m2, 1ª Série do Ensino Médio, no Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães, na condição de estagiária, demonstrou domínio dos conteúdos abordados, responsabilidade no cumprimento de horários e na execução das atividades por ela desenvolvida, bem como na apresentação dos planos de aula, criatividade na abordagem dos temas em estudo, adequada utilização dos recursos didáticos, manutenção de um ambiente propício à aprendizagem durante as aulas, coerência na elaboração de instrumentos de avaliação da aprendizagem, integração à equipe docente, e ótima interação com a equipe docente, gestora e técnico-administrativa do colégio. Fatores que levam-me a atribuir nota 10,0 (dez) à referida estagiária. Alagoinhas, 10 de dezembro de 2010. Antônio Geraldo Barreto Professor Regente 30
  • 33. Conclusão O estágio é um processo de aprendizagem indispensável a um profissional que deseja estar preparado para enfrentar os desafios de uma carreira. Este período, foi de grande importância para minha formação acadêmica, visto que contribuiu de maneira significativa para minha capacitação, permitindo-me dar saltos qualitativos fundamentais para a consolidação da minha formação profissional. A orientação recebida pela professora Cláudia, os momentos de partilha de experiências com os colegas de sala na UNEB, a recepção do colégio Modelo, a confiança do meu regente, e as vivências com os alunos da turma 90m2, me possibilitaram observar o âmbito escolar com um olhar de educadora. 31
  • 34. Conclusão Dessa maneira, o estágio mostrou-me que o papel do professor não é apenas o de transmitir informações a cerca de um determinado conteúdo programático, mas envolve a participação do educador na formação, e no amadurecimento de um cidadão em todos aspectos da vida. Diante disso, é necessário que nos percebamos como profissionais da educação capazes de construir no interior da escola uma prática transformadora e coerente com a teoria pedagógica, na qual o professor possa atuar tanto na prática como na teoria, conhecendo e dominando suas funções e atribuições, pautando sua prática no compromisso político e social. 32
  • 35. Agradecimentos Á: UNEB pelo apoio; Prof. Cláudia Regina pela orientação; Direção do Colégio Modelo pela recepção; Profº. Antônio Geraldo pela confiança; Turma 90M2 pela acolhida. Muito Obrigada! 33
  • 36. Referências  CAMPOS, L. M. L. A produção de jogos didáticos para o ensino de ciências e biologia: uma proposta para favorecer a aprendizagem. São Paulo: Departamento de Educação – Instituto de Biociências da Unesp – Campus de Botucatu , 2001.  CUNHA, N. Brinquedo, desafio e descoberta. Rio de Janeiro: FAE. 1988.  GOMES, R. R.; FRIEDRICH, M. A Contribuição dos jogos didáticos na aprendizagem de conteúdos de Ciências e Biologia. In: EREBIO,1, Rio de Janeiro, 2001, Anais..., Rio de Janeiro, 2001, p.389-92.  MIRANDA, S. No Fascínio do jogo, a alegria de aprender. In: Ciência Hoje, v.28, 2001 p. 64-66.  CROZIER, Michel & FRIEDBERG, Erhard (1977). L’ acteur et le système. Paris: Seuil. 34
  • 37. Referências  GAINZA, Violeta. H. Estudos de Psicopedagogia Musical. Summus, São Paulo: Novas buscas em educação, 1988.  MOURA, Manoel. O; MORETTI, Vanessa. D. Investigando a aprendizagem do conceito de função a partir dos conceitos prévios e das interações sociais .Ciência & Educação, V.9, n1, p.67-82. Abr. 2003.  PEDERIVA, Patrícia. L. M & TRISTÃO, Rosana. M. Música e cognição. Ciência & Cognição, V. 09, n 3 p. 83-90. Nov, 2006.  Luckesi, C. C. Avaliação da aprendizagem na escola: reelaborando conceitos e recriando a prática. Editora Malabares Comunicação e Eventos, 2007. Disponível em: www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/portal/pde/document o_sintese.pdf. Acessado em: 17/01/2011.  MORÁN, José Manuel. O vídeo na sala de aula. Comunicação e Educação, São Paulo, (2): 27 a 35, .jan./abr. 1995. 35
  • 38. Referências  ROCHA, Ângela Moser. et al. Olimpíada de Ciências e Matemática. In: Encontro Gaúcho de Educação Matemática, 9/2006, Caxias do Sul. Anais.  BRASIL, Ministério da Educação, Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: 1999. 360p. (PCN Ensino Médio).  ESTEBAN, Maria Teresa (Org). Avaliação: uma prática em busca de novos sentidos. Rio de Janeiro: D P& A, 1999.  NEVES, E. R. C. & BORUCHOVITCH, E. A Motivação de Alunos e o Contexto de Progressão Continuada. Psicologia: Teoria e pesquisa. Jan-Abr 2004, Vol. 20 n. 1, pp. 077-085 . 36