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COLÉGIO SANTA ISABEL




    Maria de Jesus (Mazu)
O QUE DIZ A LEI?



    RELATÓRIO DOS ALUNOS COM NEE NO

    COLÉGIO SANTA ISABEL

    ESTRATÉTIGAS DE INTERVENÇÃO

CONSTITUIÇÃO FEDERAL
Art. 208:
 III – Atendimento educacional especializado
  aos       portadores     de       deficiência,
  preferencialmente na rede regular de ensino.

LEI nº 8.069/90. Dispõe sobre o Estatuto da
  Criança e do Adolescente.
 Art. 2º - A criança e o adolescente portadores
  de    deficiências    receberão   atendimento
  especializado.
LEI nº 9.394/96. Estabelece as diretrizes e bases
  da educação nacional.
 Art.   4º,   III –    atendimento    educacional
  especializado aos portadores de deficiência,
  preferencialmente na rede regular de ensino.

    Art. 58. Entende-se por educação especial, para

    os efeitos desta lei, a modalidade de educação
    escolar, oferecida preferencialmente na rede
    regular de ensino, para educados portadores de
    necessidades especiais.
LEI nº 9.394/96
Art. 59. Os sistema de ensino assegurarão aos
  educandos com necessidades especiais:
I – currículos, métodos, recursos educativos e
  organização específicos para atender às suas
  necessidades.

LEI nº 10.172/01. Aprova o Plano Nacional de Educação
  – estabelece metas para pessoas com NEE:
 i)  desenvolvimento de programas educacionais
  visando à ampliação da oferta de atendimento;
 ii) educação continuada dos professores que estão
  em exercício; etc.
Declaração Mundial de Educação para Todos e
  Declaração de Salamanca (Brasil,1994)
“cada criança tem características, interesses,
  capacidades e necessidades de aprendizagem
  que lhe são próprias”;
“as pessoas com necessidades educacionais
  especiais devem ter acesso às escolas comuns
  que deverão integrá-las numa pedagogia
  centralizada na criança, capaz de atender a
  essas necessidades”.
Institui Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na
  Educação Básica.

Art.2º - Incluem-se os alunos que apresentem:

 I – dificuldades acentuadas na aprendizagem ou limitações

 no desenvolvimento;
a) aquelas não vinculadas a uma causa orgânica específica;
b) aquelas relacionadas a disfunções, limitações ou
 deficiências.

    II – dificuldades de comunicação diferenciada dos demais

    alunos, demandando a utilização de linguagens e códigos
    aplicáveis;

    III – Altas habilidades/superdotação.

Art.º1 -Entende por necessidades educacionais
 especiais aquelas relacionadas às dificuldades
 de    aprendizagem      que   interferem    na
 escolarização de todo e qualquer aluno,
 temporárias ou permanentes.
Art. 8º -

    VII – adotar práticas de ensino consensuais com às

    diferenças dos alunos em geral, oferecendo opções
    metodológicas que contemplem a diversidade;

    Art. 13 – A escola deverá acolher os alunos,

    quaisquer que sejam suas condições físicas,
    intelectuais, sociais,  emocionais,     lingüísticas,
    devendo o atendimento ser feito em classes comuns,
    em todos os níveis e modalidades de ensino,
    respeitadas     as     exigências      pedagógicas
    recomendadas.
Art. 14 – De acordo com as especificidades dos

    alunos que apresentem necessidades educacionais
    especiais, as escolas deverão organizar-se para
    apoiar, complementar, suplementar e, em alguns
    casos, substituir os serviços educacionais comuns,
    propiciando o desenvolvimento das potencialidades
    desses educandos.

    Parágrafo único – Os serviços referidos no caput

    deste artigo compreenderão: salas de recursos, apoio
    pedagógico     e   psicopedagógico,    serviços   de
    itinerância, havendo, ainda, de ser adotadas
    estratégias, intervenções pedagógicas alternativas,
    visando a um atendimento que contemple as
    diferenças individuais.
A) Apoiar: “prestar auxílio ao professor e ao

    aluno tanto em classes comuns quanto em salas
    de recursos”.

    B) Complementar: “completar o currículo para

    viabilizar o acesso à base nacional comum”.

    C) Suplementar: “ampliar, aprofundar           ou

    enriquecer a base nacional comum”.

    D) Substituir: “colocar em lugar de”. Compreende

    o    atendimento      educacional    especializado
    realizado em classes especiais, escolas especiais,
    classes hospitalares e atendimento domiciliar.
Art. 16 – A escolha da sala de aula regular

    onde o aluno será escolarizado deverá
    priorizar como critério a idade cronológica,
    considerando sua maturidade biológica,
    cognitiva,   psicológica    e  social e    a
    especificidade de suas diferenças.

    § 1º – Poderão ser incluídos no máximo dois

    alunos com deficiência na mesma sala de
    aula, observados os critérios do caput deste
    artigo e a natureza da necessidade especial
    que o escolar apresente.
Art. 23 – O sistema de avaliação terá caráter

    formativo,      ultrapassando os   processos
    classificatórios.

    Art. 24 – A flexibilização curricular atenderá as

    possibilidades de aprendizagem do aluno.

    Art. 25 – O histórico escolar do estudante com

    necessidades especiais quando necessário,
    apresentará,    de     forma    descritiva,  as
    competências e habilidades adquiridas, em vez
    de notas ou conceitos.

CEC - Art. 26 – Ao aluno com necessidades especiais será

    assegurada a terminalidade compatível com suas
    condições de aprendizagem e desenvolvimento.

    LEI nº 9.394/96

    Art. 59 -II – terminalidade específica para aqueles que

    não puderem atingir o nível exigido para a conclusão do
    ensino fundamental.

    Parecer CNE/CEB 17/2001

    Art. 16 – É facultada às instituições de ensino (...) a

    terminalidade específica do ensino fundamental, por meio
    da certificação de conclusão de escolaridade, com
    histórico escolar que apresente, de forma descritiva, as
    competências desenvolvidas pelos alunos (...).
COLÉGIO
    SANTA ISABEL


ALUNOS COM NECESSIDADES
  EDUCACIONAIS ESPECIAIS
MANHÃ

    Inf. IV


     Síndrome de Genovaro (alteração genética nos

    membros inferiores).

    Inf. V


      Dificuldade motora.
TARDE
 Inf. IV
 Diagnóstico inicial de autismo, deficiência mental.


    Inf. V

    Diagnóstico de Autismo.



    Inf. V

    Novata. Possível diagnóstico de TDAH.



    1º ano

    Encurtamento dos membros (nanismo). Idade óssea de uma

    criança de 04 anos.

    1º ano

    Paralisia cerebral leve (anoxia).

TURNO             NEE                 QUANTIDADE

MANHÃ   Síndrome de              01
        Genovaro
MANHÃ   Dificuldade motora       01

TARDE   Autismo                  01

TARDE   Nanismo (Hidrocefalia)   01

TARDE   TDAH                     01

TARDE   Paralisia cerebral       01
MANHÃ
 2ª
 Diagnóstico    de    TDAH.    Acompanhado      por
  neuropediatra e psicóloga.

    3ª A

    Diagnóstico    de   TDA.    Acompanhada      por

    psicóloga/psicopedagoga.

    3ª B

    Lentidão cognitiva. Acompanhada por psicóloga.



    4ª B

    Diagnóstico de TDAH.

MANHÃ
 4ª B
 Diagnóstico    de     TDA.   Acompanhada   por
  neuropediatra.

    4ª B

    Diagnóstico de TDAH. Acompanhado         por

    neuropediatra e psicopedagoga.

    5ª C

    Diagnóstico    de   TDA.   Acompanhada   por

    neuropediatra.
TARDE
 2ª
 Faz uso de medicação controlada.


    4ª C

    Avaliação com neuropediatra.

    Raciocínio e resolução de atividades lentos.



    4ª C

    Uso de medicação          TDAH.    Acompanhado   por

    neuropediatra.

    4º C

    Diagnóstico de TDAH. Desempenho escolar excelente.

TARDE



    5ª E

    Déficit  conceitual    .  Acompanhado   por

    neuropediatra e psicopedagoga.

    5ª E

    Comportamento disruptivo. Acompanhado por

    neuropediatra. Avaliação psiquiátrica.

    5ª E

    Diagnóstico de TDAH e dislexia. Acompanhado

    por psicopedagoga e neuropediatra.
TURNO   NEE                      QUANTIDADE
MANHÃ                            03
        TRANSTORNO DO DÉFICIT
        DE
        ATENÇÃO/HIPERATIVIDADE
        - TDAH

MANHÃ                            03
        TRANSTORNO DO DÉFICIT
        DE ATENÇÃO - TDA

TARDE                            03
        TDAH


TARDE                            01
        TDAH E DISLEXIA


TARDE                            01
        TDA



TARDE   OUTROS                   03
MANHÃ



    7ª A

    Apresenta comportamento desafiador com os

    professores. Permanece olhando para o tempo,
    completamente apático. Inquieto.

    7ª A

    Diagnóstico  de    TDAH.    Acompanhada     por

    psicopedagoga.

    7ª A

    Apresenta características evidentes de TDAH, mas

    a família se recusa a uma avaliação neurológica.
MANHÃ



    8ª A

    Diagnóstico de TDAH. sala. Acompanhada por

    neurologista.

    8ª A

    Diagnóstico de    TDAH       (hidrocefalia   sem

    comprometimento).

    8ª C

    Possível diagnóstico de      TDAH.     Apresenta

    características evidentes.
TARDE



    6ª D

    Diagnóstico de microcefalia. Acompanhada    por

    neuropediatra e esporádico de psicóloga.

    7ª E

    Diagnóstico     de   TDAH.    Acompanhado   por

    neurologista.

    8ª E

    Diagnóstico      de       TDAH.    Acompanhado

    sistematicamente por terapeuta.
TARDE



    9ª D

    Apresenta baixa visão.



    9ª E

    Está sendo acompanhado por psicopedagoga.

TURNO   NEE                    QUANTIDADE
MANHÃ   TDAH                   03
MANHÃ   Comportamento          01
        desafiador

MANHÃ   Características        02
        evidentes - TDAH

MANHÃ   Outros                 03

TARDE   TDAH                   03
TARDE   Microcefalia           01
TARDE   Perda visual (baixa)   01
ESTRATÉGIAS DE INTERVENÇÃO
       COM O TDA/H
Enfoque multidisciplinar (MIRANDA & CASAS,
  2004):
 Médicos    (utilização de uma medicação
  psicoestimulante);
 Educativa (a modificação de condutas);
 Psicológica (terapia cognitiva de conduta).



A intervenção deve centrar-se em melhorar as
 habilidades de autocontrole deficientes.

O microsistema escolar é um contexto ideal para
 levar a termo programas de intervenção.
Gerenciamento do comportamento;

Estratégias atencionais;

 Instruções      acadêmicas        (atividades
escolares, organização e estrutura da sala
de aula, recursos didáticos, avaliação, áreas
específicas do conhecimento).
Permitir que     se   movimente   por   breves

    períodos;
    Valorizar os pontos fortes;

Reconhecer e reforçar esses pontos fortes, além
  de elevar a
auto-estima estimula sua disposição para
  colaborar em outras
tarefas.
    O professor deverá informar previamente à

    criança as regras e conseqüências de cada
    comportamento e ação;
Adotar uma     atitude positiva (elogios e

    recompensas        para     comportamentos
    adequados);

    As transgressões leves que não          forem

    intencionais devem ser ignoradas;

    Combinar sinais discretos     para   chamar   a

    atenção ou lembrar acordos;

    Welch chama de objetos legais de manuseio,

    artefatos como um carrinho, uma escovinha.
A desatenção aparente pode ser ignorada e a
  desatenção
real deve ser trabalhada.



O discurso auto dirigido:
 o que precisa fazer (qual o meu problema?);
 apontar possíveis estratégias de atuação (qual
  o meu plano?);
 observar   e regular sua execução (estou
  seguindo meu plano?).
Conforme Casas et. al.,(2001).
 Utilizar frases curtas, claras, objetivas, não
  utilizando sentenças de sentido ambíguo;
    Focalizar a atenção nos conceitos-chave

    fazendo, antes de iniciar a explicação, uma lista
    que inclua estes conceitos (na lousa ou em fichas
    de manejo pessoal);
    Incentivar durante as explicações à geração de

    estratégias de categorização e de formação de
    imagens mentais dos conceitos;
    Propiciar aos alunos um sistema de tutoria de

    um colega que os ajude a revisar os pontos
    fundamentais da explicação ou tarefa;
Os alunos devem ser incentivados a tomar

    notas, fazer apontamentos sobre o que escutam;
    Realizar    pausas   periódicas     durante    as

    explicações, para que disponham de tempo para
    assimilar a informação e aplicar estratégias para
    processá-la (2min/20min);
    Relacionar e organizar a informação com os

    conhecimentos já constituídos permitirá uma
    aprendizagem mais significativa
    Manter um contato visual frequente com o

    aluno, a fim de detectar indícios de
    incompreensão;
Fazer   perguntas     frequentes   durante as

    explicações e oferecer uma retroalimentação
    imediata e precisa às suas respostas;
    Utilizar sinais não verbais (gestos cujo

    significado somente seja conhecido pelo aluno e
    o professor), de modo a redirecionar sua
    atenção durante a explicação;
    Permitir a realização de uma atividade motora

    que não seja perturbadora e que o auxilie a
    compreender melhor;
    Manter as rotinas na sala de aula;

Evitar dar vários direcionamentos de uma vez;

    Escrever essas orientações e indicações no quadro

    (lousa), usando canetas de cores diferentes para
    destacá-las;
    Utilizar sinais visuais e auditivos (como um timbre de

    voz e uma campainha) para alertar que haverá
    mudança na atividade;
    Dar orientações para a realização dos tarefas

    mediante única modalidade sensorial, evitando uma
    sobrecarga;
    Ajustar o tempo do trabalho à capacidade de

    permanência da atenção do aluno.
    Movimentar-se pela sala de aula para fornecer ao

    aluno informações sobre sua tarefa (retorno rápido).
Carregam consigo uma sensação apavorante de

    que seu mundo pode desmoronar a qualquer
    momento. Com freqüência sentem-se à beira do
    desastre, como se fizessem malabarismo com
    algumas bolas a mais do que são capazes. Seu
    mundo interior anseia por placas de sinalização e
    por pautas (...) Precisam de estrutura externa
    porque lhes falta estrutura interna (HALLOWELL &
    RATEY,1999:119-20).
A ausência de uma estrutura interna implica a

    urgência de favorecer uma estrutura externa.
    A estrutura é uma questão central no

    tratamento do TDAH (HALLOWELL & RATEY,
    1999:263).
                                          estruturar
    Essas crianças   não   sabem     se

    sozinhas.
    Manter uma rotina estruturada.


    O planejamento-padrão ajuda a colocar nos

    trilhos sua vida (HALLOWELL & RATEY, 1999;
    BENCZIK, 2002).
ATIVIDADES ESCOLARES
 Aumentar a inovação e o interesse nas tarefas com
  o uso de estimulação exacerbada (ex: cor, forma,
  textura);
    As tarefas passivas intercaladas com tarefas ativas;


    Limitar a quantidade de tarefas, priorizando as

    questões importantes e modificando-as, de modo
    que facilite a compreensão do aluno;
    Aceitar   formas opcionais   de   mostrar   o

    conhecimento, como respostas orais ou ditadas
    para escrever;
    Dividir a tarefa     em    unidades    pequenas    e

    administráveis;
Antes de dar início a uma atividade, enfatizar

    com o aluno ou reescrever as orientações com
    lápis coloridos, para ter claras as informações
    importantes;
    Grifar, circular ou colorir as orientações das

    tarefas, palavras mais difíceis, sinais gráficos;
    As orientações devem ser claras e breves,

    devendo ser apresentadas de maneira visível
    (cartazes, listas e outros lembretes visuais);
    Iniciar a aula a partir das atividades que

    requerem mais atenção.
ORGANIZAÇÃO E ESTRUTURA DA SALA DE AULA
    Disposição de cadeiras (modo tradicional);


    Sentar próximo a mesa do professor e distante de

    janela, porta, etc;
    Sala de aula organizada e previsível;


    Elaboração de um quadro de tarefas e regras da

    sala, de uma tabela de reforços para cada
    atividade;
    Privilegiar turmas menores;


    Equilibrar a escassa motivação visual e estímulos

    em excesso;
RECURSOS DIDÁTICOS
      Rief (1997 apud MOOJEN, et. al., 2003) sugere como
   recursos:
i) responder no livro em vez de copiar no caderno;
ii) uso do computador por meio de softwares
   educacionais e programas especialmente organizados
   para facilitar a compreensão de conteúdos acadêmicos
   e
iii) uso diferenciado do material matemático: calculadoras
   e tabuadas, listas de fórmulas.
AVALIAÇÃO
 Dar mais tempo para o alunos;

    Colocar um número menor de atividades por folha;


    Solicitar que a criança cheque a resposta (subtipo

    impulsivo/hiperativo).
ÀREAS DO CONHECIMENTO

LEITURA
A decodificação fonológica se processa bem,
 mas os problemas centram-se na compreensão
 leitora, provavelmente devido a sua falha em
 monitorar a compreensão. Apresentam mais
 facilidade com a leitura oral. Como ajudar:

    Pedir que leia oralmente enquanto os colegas

    acompanham silenciosamente.
    Sugerir que ilustre as histórias para facilitar a

    compreensão.
Ressaltar as idéias fundamentais do texto antes

    de pedir que o aluno leia.
    Discutir, antes da leitura, algumas questões

    que deverão ser respondidas com a leitura.
    Incentivar o uso de histórias gravadas em áudio

    ou vídeo.
    Estimular que a família tenha cópias dos livros

    didáticos para que possam ser retomados em
    casa.
ESCRITA
A escrita é o sistema simbólico mais afetado
 pelo TDAH. Apresenta dificuldades tanto nos
 aspectos gráficos, quanto nos ortográficos e
 nas produções narrativas.
GRAFIA
Podem apresentar torpeza motora – aspecto
  desorganizado e traçado inadequado das
  letras.
 Permitir que não usem letra cursiva.
 Ensinar a resumir anotações que sintetizem o
  conteúdo de uma explicação.
 Algumas vezes, não fazê-los copiar grandes
  textos do quadro, dando-lhes uma fotocópia.
 Escrever e escutar simultaneamente pode ser
  muito difícil para eles.
ORTOGRAFIA
Dificuldades na fixação das representações
  ortográficas.
 Desafiar o estudante a aprender a cada dia uma
  nova palavra.
 Valorizar os trabalhos pelo seu conteúdo e não
  pelos erros de escrita.
 Em provas, não corrigir todos os erros de
  escrita.
PRODUÇÃO TEXTUAL
Dificuldades em planejar e elaborar narrativas
 Ensinar individualmente ao estudante como
  deve organizar seu trabalho escrito.
Mostrar como é organizada a maior parte das

    narrativas (apresenta personagens, local e
    ação).
    Incentivar a revisar suas produções.

    Permitir que ele dite a história para um colega.



MATEMÁTICA
Dificuldades mais comuns referem-se a
  diferentes tipos de esquecimentos (“vai um” ou
  “emprestou     um”),    para   memorizar     a
  multiplicação, entre outros.
 Compreender a necessidade de revisar as
  tarefas matemáticas, passo a passo.
Realçar, com caneta marca-texto, por

    exemplo, os símbolos aritméticos (+, -, x,
    :).
    Incentivar o uso de lápis e papel para fazer

    as contas (em vez de fazer mentalmente,
    pois se eles se distraem é mais fácil
    recomeçar).
    Circular a palavra-chave que identifica a

    operação que deverá ser realizada (“a
    soma”).
    Usar material concreto.

É importante que desafiemos continuamente os
 paradigmas a respeito de nós mesmos, do
 mundo em torno de nós, de nossas
 organizações e das outras pessoas. Lembrem-
 se que o mundo exterior entra em nossa
 consciência através dos filtros de nossos
 paradigmas. E nossos paradigmas nem sempre
 são corretos...Não vemos o mundo como ele é,
 como nós somos. (p.43)
A mudança nos desinstala, nos tira da nossa
 zona de conforto e nos força a fazer as coisas
 de modo diferente...Em vez de refletir sobre
 seus comportamentos e enfrentar a árdua
 tarefa de mudar seus paradigmas, muitos se
 contentam em permanecer para sempre
 paralisados em seus pequenos trilhos. (P.44)
(trechos do livro: O monge e o executivo)
INCLUSÃO DOS ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS

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INCLUSÃO DOS ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS

  • 1. COLÉGIO SANTA ISABEL Maria de Jesus (Mazu)
  • 2. O QUE DIZ A LEI?  RELATÓRIO DOS ALUNOS COM NEE NO  COLÉGIO SANTA ISABEL ESTRATÉTIGAS DE INTERVENÇÃO 
  • 3. CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art. 208:  III – Atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino. LEI nº 8.069/90. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente.  Art. 2º - A criança e o adolescente portadores de deficiências receberão atendimento especializado.
  • 4. LEI nº 9.394/96. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.  Art. 4º, III – atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino. Art. 58. Entende-se por educação especial, para  os efeitos desta lei, a modalidade de educação escolar, oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educados portadores de necessidades especiais.
  • 5. LEI nº 9.394/96 Art. 59. Os sistema de ensino assegurarão aos educandos com necessidades especiais: I – currículos, métodos, recursos educativos e organização específicos para atender às suas necessidades. LEI nº 10.172/01. Aprova o Plano Nacional de Educação – estabelece metas para pessoas com NEE:  i) desenvolvimento de programas educacionais visando à ampliação da oferta de atendimento;  ii) educação continuada dos professores que estão em exercício; etc.
  • 6. Declaração Mundial de Educação para Todos e Declaração de Salamanca (Brasil,1994) “cada criança tem características, interesses, capacidades e necessidades de aprendizagem que lhe são próprias”; “as pessoas com necessidades educacionais especiais devem ter acesso às escolas comuns que deverão integrá-las numa pedagogia centralizada na criança, capaz de atender a essas necessidades”.
  • 7. Institui Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. Art.2º - Incluem-se os alunos que apresentem: I – dificuldades acentuadas na aprendizagem ou limitações  no desenvolvimento; a) aquelas não vinculadas a uma causa orgânica específica; b) aquelas relacionadas a disfunções, limitações ou deficiências. II – dificuldades de comunicação diferenciada dos demais  alunos, demandando a utilização de linguagens e códigos aplicáveis;  III – Altas habilidades/superdotação. 
  • 8. Art.º1 -Entende por necessidades educacionais especiais aquelas relacionadas às dificuldades de aprendizagem que interferem na escolarização de todo e qualquer aluno, temporárias ou permanentes.
  • 9. Art. 8º -  VII – adotar práticas de ensino consensuais com às  diferenças dos alunos em geral, oferecendo opções metodológicas que contemplem a diversidade; Art. 13 – A escola deverá acolher os alunos,  quaisquer que sejam suas condições físicas, intelectuais, sociais, emocionais, lingüísticas, devendo o atendimento ser feito em classes comuns, em todos os níveis e modalidades de ensino, respeitadas as exigências pedagógicas recomendadas.
  • 10. Art. 14 – De acordo com as especificidades dos  alunos que apresentem necessidades educacionais especiais, as escolas deverão organizar-se para apoiar, complementar, suplementar e, em alguns casos, substituir os serviços educacionais comuns, propiciando o desenvolvimento das potencialidades desses educandos.  Parágrafo único – Os serviços referidos no caput  deste artigo compreenderão: salas de recursos, apoio pedagógico e psicopedagógico, serviços de itinerância, havendo, ainda, de ser adotadas estratégias, intervenções pedagógicas alternativas, visando a um atendimento que contemple as diferenças individuais.
  • 11. A) Apoiar: “prestar auxílio ao professor e ao  aluno tanto em classes comuns quanto em salas de recursos”. B) Complementar: “completar o currículo para  viabilizar o acesso à base nacional comum”. C) Suplementar: “ampliar, aprofundar ou  enriquecer a base nacional comum”. D) Substituir: “colocar em lugar de”. Compreende  o atendimento educacional especializado realizado em classes especiais, escolas especiais, classes hospitalares e atendimento domiciliar.
  • 12. Art. 16 – A escolha da sala de aula regular  onde o aluno será escolarizado deverá priorizar como critério a idade cronológica, considerando sua maturidade biológica, cognitiva, psicológica e social e a especificidade de suas diferenças.  § 1º – Poderão ser incluídos no máximo dois  alunos com deficiência na mesma sala de aula, observados os critérios do caput deste artigo e a natureza da necessidade especial que o escolar apresente.
  • 13. Art. 23 – O sistema de avaliação terá caráter  formativo, ultrapassando os processos classificatórios.  Art. 24 – A flexibilização curricular atenderá as  possibilidades de aprendizagem do aluno.  Art. 25 – O histórico escolar do estudante com  necessidades especiais quando necessário, apresentará, de forma descritiva, as competências e habilidades adquiridas, em vez de notas ou conceitos. 
  • 14. CEC - Art. 26 – Ao aluno com necessidades especiais será  assegurada a terminalidade compatível com suas condições de aprendizagem e desenvolvimento. LEI nº 9.394/96  Art. 59 -II – terminalidade específica para aqueles que  não puderem atingir o nível exigido para a conclusão do ensino fundamental. Parecer CNE/CEB 17/2001  Art. 16 – É facultada às instituições de ensino (...) a  terminalidade específica do ensino fundamental, por meio da certificação de conclusão de escolaridade, com histórico escolar que apresente, de forma descritiva, as competências desenvolvidas pelos alunos (...).
  • 15. COLÉGIO SANTA ISABEL ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS
  • 16. MANHÃ Inf. IV  Síndrome de Genovaro (alteração genética nos  membros inferiores). Inf. V  Dificuldade motora.
  • 17. TARDE  Inf. IV  Diagnóstico inicial de autismo, deficiência mental. Inf. V  Diagnóstico de Autismo.  Inf. V  Novata. Possível diagnóstico de TDAH.  1º ano  Encurtamento dos membros (nanismo). Idade óssea de uma  criança de 04 anos. 1º ano  Paralisia cerebral leve (anoxia). 
  • 18. TURNO NEE QUANTIDADE MANHÃ Síndrome de 01 Genovaro MANHÃ Dificuldade motora 01 TARDE Autismo 01 TARDE Nanismo (Hidrocefalia) 01 TARDE TDAH 01 TARDE Paralisia cerebral 01
  • 19. MANHÃ  2ª  Diagnóstico de TDAH. Acompanhado por neuropediatra e psicóloga. 3ª A  Diagnóstico de TDA. Acompanhada por  psicóloga/psicopedagoga. 3ª B  Lentidão cognitiva. Acompanhada por psicóloga.  4ª B  Diagnóstico de TDAH. 
  • 20. MANHÃ  4ª B  Diagnóstico de TDA. Acompanhada por neuropediatra. 4ª B  Diagnóstico de TDAH. Acompanhado por  neuropediatra e psicopedagoga. 5ª C  Diagnóstico de TDA. Acompanhada por  neuropediatra.
  • 21. TARDE  2ª  Faz uso de medicação controlada. 4ª C  Avaliação com neuropediatra.  Raciocínio e resolução de atividades lentos.  4ª C  Uso de medicação TDAH. Acompanhado por  neuropediatra. 4º C  Diagnóstico de TDAH. Desempenho escolar excelente. 
  • 22. TARDE  5ª E  Déficit conceitual . Acompanhado por  neuropediatra e psicopedagoga. 5ª E  Comportamento disruptivo. Acompanhado por  neuropediatra. Avaliação psiquiátrica. 5ª E  Diagnóstico de TDAH e dislexia. Acompanhado  por psicopedagoga e neuropediatra.
  • 23. TURNO NEE QUANTIDADE MANHÃ 03 TRANSTORNO DO DÉFICIT DE ATENÇÃO/HIPERATIVIDADE - TDAH MANHÃ 03 TRANSTORNO DO DÉFICIT DE ATENÇÃO - TDA TARDE 03 TDAH TARDE 01 TDAH E DISLEXIA TARDE 01 TDA TARDE OUTROS 03
  • 24. MANHÃ  7ª A  Apresenta comportamento desafiador com os  professores. Permanece olhando para o tempo, completamente apático. Inquieto. 7ª A  Diagnóstico de TDAH. Acompanhada por  psicopedagoga. 7ª A  Apresenta características evidentes de TDAH, mas  a família se recusa a uma avaliação neurológica.
  • 25. MANHÃ  8ª A  Diagnóstico de TDAH. sala. Acompanhada por  neurologista. 8ª A  Diagnóstico de TDAH (hidrocefalia sem  comprometimento). 8ª C  Possível diagnóstico de TDAH. Apresenta  características evidentes.
  • 26. TARDE  6ª D  Diagnóstico de microcefalia. Acompanhada por  neuropediatra e esporádico de psicóloga. 7ª E  Diagnóstico de TDAH. Acompanhado por  neurologista. 8ª E  Diagnóstico de TDAH. Acompanhado  sistematicamente por terapeuta.
  • 27. TARDE  9ª D  Apresenta baixa visão.  9ª E  Está sendo acompanhado por psicopedagoga. 
  • 28. TURNO NEE QUANTIDADE MANHÃ TDAH 03 MANHÃ Comportamento 01 desafiador MANHÃ Características 02 evidentes - TDAH MANHÃ Outros 03 TARDE TDAH 03 TARDE Microcefalia 01 TARDE Perda visual (baixa) 01
  • 30. Enfoque multidisciplinar (MIRANDA & CASAS, 2004):  Médicos (utilização de uma medicação psicoestimulante);  Educativa (a modificação de condutas);  Psicológica (terapia cognitiva de conduta). A intervenção deve centrar-se em melhorar as habilidades de autocontrole deficientes. O microsistema escolar é um contexto ideal para levar a termo programas de intervenção.
  • 31. Gerenciamento do comportamento; Estratégias atencionais; Instruções acadêmicas (atividades escolares, organização e estrutura da sala de aula, recursos didáticos, avaliação, áreas específicas do conhecimento).
  • 32. Permitir que se movimente por breves  períodos; Valorizar os pontos fortes;  Reconhecer e reforçar esses pontos fortes, além de elevar a auto-estima estimula sua disposição para colaborar em outras tarefas. O professor deverá informar previamente à  criança as regras e conseqüências de cada comportamento e ação;
  • 33. Adotar uma atitude positiva (elogios e  recompensas para comportamentos adequados); As transgressões leves que não forem  intencionais devem ser ignoradas; Combinar sinais discretos para chamar a  atenção ou lembrar acordos; Welch chama de objetos legais de manuseio,  artefatos como um carrinho, uma escovinha.
  • 34. A desatenção aparente pode ser ignorada e a desatenção real deve ser trabalhada. O discurso auto dirigido:  o que precisa fazer (qual o meu problema?);  apontar possíveis estratégias de atuação (qual o meu plano?);  observar e regular sua execução (estou seguindo meu plano?).
  • 35. Conforme Casas et. al.,(2001).  Utilizar frases curtas, claras, objetivas, não utilizando sentenças de sentido ambíguo; Focalizar a atenção nos conceitos-chave  fazendo, antes de iniciar a explicação, uma lista que inclua estes conceitos (na lousa ou em fichas de manejo pessoal); Incentivar durante as explicações à geração de  estratégias de categorização e de formação de imagens mentais dos conceitos; Propiciar aos alunos um sistema de tutoria de  um colega que os ajude a revisar os pontos fundamentais da explicação ou tarefa;
  • 36. Os alunos devem ser incentivados a tomar  notas, fazer apontamentos sobre o que escutam; Realizar pausas periódicas durante as  explicações, para que disponham de tempo para assimilar a informação e aplicar estratégias para processá-la (2min/20min); Relacionar e organizar a informação com os  conhecimentos já constituídos permitirá uma aprendizagem mais significativa Manter um contato visual frequente com o  aluno, a fim de detectar indícios de incompreensão;
  • 37. Fazer perguntas frequentes durante as  explicações e oferecer uma retroalimentação imediata e precisa às suas respostas; Utilizar sinais não verbais (gestos cujo  significado somente seja conhecido pelo aluno e o professor), de modo a redirecionar sua atenção durante a explicação; Permitir a realização de uma atividade motora  que não seja perturbadora e que o auxilie a compreender melhor; Manter as rotinas na sala de aula; 
  • 38. Evitar dar vários direcionamentos de uma vez;  Escrever essas orientações e indicações no quadro  (lousa), usando canetas de cores diferentes para destacá-las; Utilizar sinais visuais e auditivos (como um timbre de  voz e uma campainha) para alertar que haverá mudança na atividade; Dar orientações para a realização dos tarefas  mediante única modalidade sensorial, evitando uma sobrecarga; Ajustar o tempo do trabalho à capacidade de  permanência da atenção do aluno. Movimentar-se pela sala de aula para fornecer ao  aluno informações sobre sua tarefa (retorno rápido).
  • 39. Carregam consigo uma sensação apavorante de  que seu mundo pode desmoronar a qualquer momento. Com freqüência sentem-se à beira do desastre, como se fizessem malabarismo com algumas bolas a mais do que são capazes. Seu mundo interior anseia por placas de sinalização e por pautas (...) Precisam de estrutura externa porque lhes falta estrutura interna (HALLOWELL & RATEY,1999:119-20).
  • 40. A ausência de uma estrutura interna implica a  urgência de favorecer uma estrutura externa. A estrutura é uma questão central no  tratamento do TDAH (HALLOWELL & RATEY, 1999:263). estruturar Essas crianças não sabem se  sozinhas. Manter uma rotina estruturada.  O planejamento-padrão ajuda a colocar nos  trilhos sua vida (HALLOWELL & RATEY, 1999; BENCZIK, 2002).
  • 41. ATIVIDADES ESCOLARES  Aumentar a inovação e o interesse nas tarefas com o uso de estimulação exacerbada (ex: cor, forma, textura); As tarefas passivas intercaladas com tarefas ativas;  Limitar a quantidade de tarefas, priorizando as  questões importantes e modificando-as, de modo que facilite a compreensão do aluno; Aceitar formas opcionais de mostrar o  conhecimento, como respostas orais ou ditadas para escrever; Dividir a tarefa em unidades pequenas e  administráveis;
  • 42. Antes de dar início a uma atividade, enfatizar  com o aluno ou reescrever as orientações com lápis coloridos, para ter claras as informações importantes; Grifar, circular ou colorir as orientações das  tarefas, palavras mais difíceis, sinais gráficos; As orientações devem ser claras e breves,  devendo ser apresentadas de maneira visível (cartazes, listas e outros lembretes visuais); Iniciar a aula a partir das atividades que  requerem mais atenção.
  • 43. ORGANIZAÇÃO E ESTRUTURA DA SALA DE AULA Disposição de cadeiras (modo tradicional);  Sentar próximo a mesa do professor e distante de  janela, porta, etc; Sala de aula organizada e previsível;  Elaboração de um quadro de tarefas e regras da  sala, de uma tabela de reforços para cada atividade; Privilegiar turmas menores;  Equilibrar a escassa motivação visual e estímulos  em excesso;
  • 44. RECURSOS DIDÁTICOS Rief (1997 apud MOOJEN, et. al., 2003) sugere como recursos: i) responder no livro em vez de copiar no caderno; ii) uso do computador por meio de softwares educacionais e programas especialmente organizados para facilitar a compreensão de conteúdos acadêmicos e iii) uso diferenciado do material matemático: calculadoras e tabuadas, listas de fórmulas. AVALIAÇÃO  Dar mais tempo para o alunos; Colocar um número menor de atividades por folha;  Solicitar que a criança cheque a resposta (subtipo  impulsivo/hiperativo).
  • 45. ÀREAS DO CONHECIMENTO LEITURA A decodificação fonológica se processa bem, mas os problemas centram-se na compreensão leitora, provavelmente devido a sua falha em monitorar a compreensão. Apresentam mais facilidade com a leitura oral. Como ajudar: Pedir que leia oralmente enquanto os colegas  acompanham silenciosamente. Sugerir que ilustre as histórias para facilitar a  compreensão.
  • 46. Ressaltar as idéias fundamentais do texto antes  de pedir que o aluno leia. Discutir, antes da leitura, algumas questões  que deverão ser respondidas com a leitura. Incentivar o uso de histórias gravadas em áudio  ou vídeo. Estimular que a família tenha cópias dos livros  didáticos para que possam ser retomados em casa. ESCRITA A escrita é o sistema simbólico mais afetado pelo TDAH. Apresenta dificuldades tanto nos aspectos gráficos, quanto nos ortográficos e nas produções narrativas.
  • 47. GRAFIA Podem apresentar torpeza motora – aspecto desorganizado e traçado inadequado das letras.  Permitir que não usem letra cursiva.  Ensinar a resumir anotações que sintetizem o conteúdo de uma explicação.  Algumas vezes, não fazê-los copiar grandes textos do quadro, dando-lhes uma fotocópia.  Escrever e escutar simultaneamente pode ser muito difícil para eles.
  • 48. ORTOGRAFIA Dificuldades na fixação das representações ortográficas.  Desafiar o estudante a aprender a cada dia uma nova palavra.  Valorizar os trabalhos pelo seu conteúdo e não pelos erros de escrita.  Em provas, não corrigir todos os erros de escrita. PRODUÇÃO TEXTUAL Dificuldades em planejar e elaborar narrativas  Ensinar individualmente ao estudante como deve organizar seu trabalho escrito.
  • 49. Mostrar como é organizada a maior parte das  narrativas (apresenta personagens, local e ação). Incentivar a revisar suas produções.  Permitir que ele dite a história para um colega.  MATEMÁTICA Dificuldades mais comuns referem-se a diferentes tipos de esquecimentos (“vai um” ou “emprestou um”), para memorizar a multiplicação, entre outros.  Compreender a necessidade de revisar as tarefas matemáticas, passo a passo.
  • 50. Realçar, com caneta marca-texto, por  exemplo, os símbolos aritméticos (+, -, x, :). Incentivar o uso de lápis e papel para fazer  as contas (em vez de fazer mentalmente, pois se eles se distraem é mais fácil recomeçar). Circular a palavra-chave que identifica a  operação que deverá ser realizada (“a soma”). Usar material concreto. 
  • 51. É importante que desafiemos continuamente os paradigmas a respeito de nós mesmos, do mundo em torno de nós, de nossas organizações e das outras pessoas. Lembrem- se que o mundo exterior entra em nossa consciência através dos filtros de nossos paradigmas. E nossos paradigmas nem sempre são corretos...Não vemos o mundo como ele é, como nós somos. (p.43) A mudança nos desinstala, nos tira da nossa zona de conforto e nos força a fazer as coisas de modo diferente...Em vez de refletir sobre seus comportamentos e enfrentar a árdua tarefa de mudar seus paradigmas, muitos se contentam em permanecer para sempre paralisados em seus pequenos trilhos. (P.44) (trechos do livro: O monge e o executivo)