Orientações sobre avaliação do aluno da Educação Especial

119.004 visualizações

Publicada em

Slides de orientações sobre a avaliação do aluno da Educação Especial.

Publicada em: Educação, Turismo
4 comentários
44 gostaram
Estatísticas
Notas
Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
119.004
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
4.428
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
2.185
Comentários
4
Gostaram
44
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Orientações sobre avaliação do aluno da Educação Especial

  1. 1. Equipe Instituto Municipal Helena Antipoff Cristiane Correia Taveira
  2. 2. IHA - Educação Especial Cristiane Correia Taveira
  3. 3. Atribuições do AEE <ul><li>Na rede municipal de ensino do Rio de Janeiro, o AEE se constitui de professores de Sala de Recursos e de Itinerância que precisam atuar de forma colaborativa com o professor da classe comum para a definição de estratégias pedagógicas que favoreçam o acesso do aluno ao currículo (ALVES, 2006, p 17). </li></ul><ul><li>ALVES, D. O. Sala de recursos multifuncionais: espaços para atendimento educaional especializado . Brasília: Ministério da Educação, Secretaria da Educação Especial, 2006. </li></ul>
  4. 4. Decreto nº 6571 de 17 de setembro de 2008: Dispõe sobre o AEE <ul><li>Art. 1 o     </li></ul><ul><li>§ 1º    Considera-se atendimento educacional especializado o conjunto de atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicos organizados institucionalmente (...) </li></ul>
  5. 5. Sala de Recursos <ul><li>Foto mostra criança com lupa; recurso que ajuda alunos com deficiência visual estudar. </li></ul><ul><li>http://portal.mec.gov.br/images/stories/noticias/2009/ </li></ul>
  6. 6. Decreto nº 6571 de 17 de setembro de 2008: Dispõe sobre o AEE <ul><li>Art. 2 o   São objetivos do atendimento educacional especializado: </li></ul><ul><li>I -  prover condições de acesso, participação e aprendizagem no ensino regular aos alunos referidos no art. 1º; </li></ul><ul><li>II -  garantir a transversalidade das ações da educação especial no ensino regular; </li></ul><ul><li>III -  fomentar o desenvolvimento de recursos didáticos e pedagógicos que eliminem as barreiras no processo de ensino e aprendizagem; e </li></ul><ul><li>IV -  assegurar condições para a continuidade de estudos nos demais níveis de ensino. </li></ul>
  7. 7. Alteração da dinâmica de AEE para a produção de materiais <ul><li>Dia de visita do AEE pode ser destinado para produção de materiais daqueles alunos com grande volume de produção de recursos adaptados </li></ul><ul><li>Por exemplo: alunos com deficiência física / paralisia cerebral, alunos com deficiência visual / cegos e baixa visão, alunos com deficiência intelectual que demandem a criação de materiais; </li></ul><ul><li>Avaliação da Equipe de Acompanhamento do IHA (demanda avaliada bimestralmente); </li></ul>
  8. 8. Alteração da dinâmica de AEE para auxiliar na aplicação de provas <ul><li>Liberação dos professores de AEE para acompanhamento de alunos nos dias de realização das provas ; </li></ul><ul><li>As provas são realizadas, preferencialmente, na sala de aula do aluno , podendo também serem aplicadas na Sala de Recursos ou em outros ambientes que favoreçam o uso de tecnologias (Laboratório de Informática) e/ou a tranquilidade para o parcelamento das atividades das provas em sessões com intervalos de horários e de datas (Sala de Leitura, Sala de Recursos). </li></ul>
  9. 9. Documento Norteador Acompanhamento do atendimento educacional especializado <ul><li>Parte 2 | Perguntas ao Professor de Classe Comum: </li></ul><ul><li>O professor de Classe Comum está satisfeito com os materiais pedagógicos indicados pelo professor de Sala de Recursos / de Itinerância e com as orientações oferecidas por este acompanhamento? </li></ul><ul><li>() Sim, integralmente satisfeito ()Parcialmente satisfeito () Insatisfeito Motivo:______________________________________________________ </li></ul><ul><li>O professor desejaria ter outros materiais pedagógicos para uso com o aluno e orientações sobre o trabalho em sala de aula? Quais? </li></ul><ul><li>Parte 4 | Relatório do Professor de Sala de Recursos ou de Itinerância: </li></ul><ul><li>Descreva o que foi realizado na Sala de Recursos ou em Itinerância para promover as adaptações pedagógicas para o aluno: </li></ul>
  10. 10. Estratégia de parceria entre AEE e Coordenadores Pedagógicos Professores de Salas de Recursos <ul><li>Opção de organizar reuniões periódicas, bimestrais, com os coordenadores pedagógicos , em Sala de Recursos (SR); </li></ul><ul><li>O objetivo das reuniões é a troca de informações entre o apoio de AEE e as Unidades Escolares visando estratégias pedagógicas que favoreçam o acesso do aluno ao currículo. </li></ul>
  11. 11. Estratégia de parceria entre AEE e Coordenadores Pedagógicos Professores em Itinerância <ul><li>O professor em itinerância que necessitar dia quinzenal para produção de material poderá fazê-lo, no IHA ou na Sala de Recursos mais próxima. </li></ul><ul><li>(Agendar a assessoria da SR, dos serviços ou das equipes do IHA) </li></ul><ul><li>  Não é o caso de analisar a necessidade da produção de material a partir da deficiência, mas do estudo dos casos . </li></ul>
  12. 12. IHA - Educação Especial Cristiane Correia Taveira
  13. 13. Primeiras orientações sobre a prática avaliativa <ul><li>Transformar a prática avaliativa em prática de aprendizagem. </li></ul><ul><li>FERNANDES, C. O. Indagações sobre currículo: currículo e avaliação. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2008 </li></ul>
  14. 14. Primeiras orientações sobre adequações <ul><li>As adequações consideram as especificidades apresentadas pelo aluno, no contexto da escola e da comunidade, evitando generalizações por deficiência (por exemplo: nem todos os cegos utilizam Braille e nem todos os surdos usam LIBRAS com fluência). </li></ul>
  15. 15. Primeiras orientações sobre adequações <ul><li>O AEE precisa orientar caso a caso , sobre as estratégias necessárias ao aluno. Estas estratégias e recursos, ou seja, recursos didáticos e pedagógicos que eliminem as barreiras no processo de ensino e aprendizagem (Decreto nº 6571) precisam ser incorporados ao dia-a-dia das atividades escolares e não somente na data de aplicação de provas ou testes. </li></ul>
  16. 16. Primeiras orientações sobre adequações <ul><li>É de responsabilidade do conjunto de profissionais da Educação Pública Municipal </li></ul><ul><li>(de fora e de dentro da unidade escolar), o apoio para viabilizar as adequações pedagógicas e o acompanhamento do desempenho do aluno da Educação Especial. </li></ul><ul><li>O coordenador pedagógico em parceria com os professores regentes precisam dar continuidade as adequações necessárias aos alunos. </li></ul>
  17. 17. Adaptações em provas <ul><li> São encontradas, em Literatura Especializada, opções de adaptações em situação de teste e de provas de que alunos da Educação Especial se beneficiam. </li></ul>
  18. 18. Adaptações em situações de testes e provas (páginas 64 e 65) <ul><li>Provas em versão braille; </li></ul><ul><li>Auxílio ou equipamento adaptativo; </li></ul><ul><li>Orientação para o aluno por meio de sinalização; </li></ul><ul><li>Explicações diretas de várias maneiras; </li></ul><ul><li>Leitura dos testes para os alunos; </li></ul><ul><li>Tempo extra para realização dos testes; </li></ul><ul><li>Intervalos nas sessões dos testes; </li></ul><ul><li>Respostas ditadas para um assistente [escriba]; </li></ul><ul><li>Realização do teste em um local tranquilo; </li></ul><ul><li>Realização do teste em vários dias. </li></ul><ul><li>SMITH, D. D. Introdução à educação especial: ensinar em tempos de inclusão. Porto Alegre: Artmed, 2008. </li></ul>
  19. 19. Opções para facilitar o acesso dos alunos à aprendizagem (página 154 a 163) <ul><li>STAINBACK, S & STAINBACK, W. Inclusão: um guia para educadores . Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999 </li></ul>
  20. 20. <ul><li>Usar “dicas” variadas </li></ul><ul><li>Aplicar testes orais / verbais e escritos; </li></ul><ul><li>Usar a demonstração prática; </li></ul><ul><li>Usar testes gravados; </li></ul><ul><li>Usar gravuras; </li></ul><ul><li>Ler os testes para os alunos; </li></ul><ul><li>Antecipar a leitura das questões do teste; </li></ul><ul><li>Usar aplicações no ambiente real; </li></ul><ul><li>Providenciar para que o teste seja aplicado por uma pessoa especializada; </li></ul><ul><li>Usar respostas curtas; </li></ul><ul><li>Usar múltipla escolha; </li></ul><ul><li>Modificar formato; </li></ul><ul><li>. </li></ul>
  21. 21. <ul><li>Usar várias instruções </li></ul><ul><li>Dar as instruções em passos separados (escritas/sinalizadas/verbais); </li></ul><ul><li>Usar apoio escrito para as instruções orais; </li></ul><ul><li>Baixar o nível de dificuldade; </li></ul><ul><li>Reduzir as instruções; </li></ul><ul><li>Reduzir as tarefas com lápis e papel; </li></ul><ul><li>Ler as instruções para os alunos; </li></ul><ul><li>Usar instruções por sinais; </li></ul><ul><li>Dar sugestões ou “dicas” extras; </li></ul><ul><li>Permitir que o aluno grave ou datilografe [digite] as instruções; </li></ul><ul><li>Adaptar as folhas de teste; </li></ul><ul><li>Encurtar a extensão; </li></ul><ul><li>Estender a duração; </li></ul>
  22. 22. Ministério da Educação (MEC) Publicações para Download com sugestões de recursos didáticos, recursos tecnológicos e estratégias de ensino-aprendizagem. Atendimento Educacional Especializado (Pessoa com surdez, deficiência física, deficiência visual , Deficiência intelectual) http://portal.mec.gov.br/seesp
  23. 24. Alunos cegos podem ter acesso ao conteúdo das provas e dos testes das seguintes maneiras: <ul><li>1ª) prova transcrita para o braille com o apoio do CTB/IHA; </li></ul><ul><li>2ª) prova lida por professor que funcione como ledor e o aluno escreva as respostas por meio de uma reglete e punção ou de uma máquina de escrever Braille; </li></ul><ul><li>3ª) arquivos digitalizados das provas (revisados e adaptados por conterem imagens que precisam ser descritas/adaptadas), fornecidos pela Sala de Recursos e/ou CTB/IHA; realizar a prova por meio de notebook ou computador que possua o sistema operacional Dosvox (ou outro) . </li></ul>
  24. 25. Aluna utiliza computador com sistema operacional Dosvox
  25. 26. E quando a imagem precisa ser mediada? <ul><li>Quando a imagem não tem a função de mera </li></ul><ul><li>ilustração, mas está articulada com o conteúdo </li></ul><ul><li>em discussão na atividade, é preciso adaptá-la. </li></ul><ul><li>O que fazer para o aluno cego ter acesso a figura? </li></ul><ul><li>Narrar a imagem. </li></ul><ul><li>A imagem com demarcação clara pode ser destacada, com pontilhados ou tinta relevo. </li></ul><ul><li>Indagar o próprio aluno se a adaptação atende às suas necessidades </li></ul><ul><li>REILY, L . Escola inclusiva: linguagem e mediação . Campinas, SP: Papirus, 2004 </li></ul>
  26. 27. <ul><li>Pensar sobre a figura. </li></ul><ul><li>Pensar que o significado será apreendido por via tátil-verbal. </li></ul><ul><li>Ressaltar formas numa figura linear, figura 2-D (altura e largura). </li></ul><ul><li>Não são todas as figuras que fazem sentido para quem não tem visão de profundidade, figura 3-D (profundidade). </li></ul><ul><li>Planos recortados em papelão tipo cenário de teatro, maquetes táteis podem auxiliar na noção de profundidade e de planos gradativamente mais distantes. </li></ul>REILY, , L . Escola inclusiva: linguagem e mediação . Campinas, SP: Papirus, 2004, O que mais é preciso pensar para adaptar figuras, cenários, globo terrestre... Globo terrestre adaptado com texturas feitas em areia representando os continentes e cordões de barbante representando Meridianos.
  27. 28. Alunos Com baixa visão podem ter acesso ao conteúdo das provas e dos testes das seguintes maneiras: <ul><li>Recorre-se a distribuição sigilosa dos arquivos por meio do CTB para que os profissionais de AEE , nas Salas de Recursos, e/ou junto a direção das escolas ampliem o tamanho da fonte das provas e realizem a impressão do material . </li></ul><ul><li>Alunos com baixa visão nem sempre precisam das provas ampliadas por utilizarem lupas manuais ou lupas de mesa . </li></ul><ul><li>Estes alunos também podem utilizar o sistema operacional Dosvox quando há perda visual considerável atrelada a ampliações cada vez maiores da fonte/letra. </li></ul>
  28. 29. Alunos surdos precisam de duas formas de análise para aplicação da prova: <ul><li>1ª ) Caso o aluno surdo utilize Libras , o professor de Sala de Recursos e de Itinerância com fluência em Libras e/ ou o Intérprete de Libras poderá acompanhá-los durante a prova . </li></ul><ul><li>Caso estes grupos de alunos estejam em turmas/ anos de escolaridade diferenciados ou escolas diferentes, o professor de AEE responsável por estes alunos poderá organizar horários e locais para aplicação da prova nas escolas (de preferência nas escolas de cada grupo de surdos e no momento da realização da prova na turma). </li></ul><ul><li>No entanto, para não ocorrer prejuízo do não acompanhamento dos surdos deve-se agrupá-los mesmo fora da turma, em Sala de Recursos, para que sejam orientados pelo professor fluente em Libras e/ou AEE. </li></ul>
  29. 30. Alunos surdos precisam de duas formas de análise para aplicação da prova: <ul><li>2ª) Caso o aluno surdo ou aluno com deficiência auditiva não utilize Libras , os recursos de apoio visual (as imagens, os desenhos, as cenas) precisam ser auxiliados pela “teatralização”, “os gestos e as mímicas”, as explicações que demonstrem a situação lida e/ou a ideia do conteúdo abordado na questão da prova - dentro de um contexto. O uso do dicionário , para compreensão do vocabulário encontrado, precisa ser fornecido . </li></ul>
  30. 31. E se o aluno surdo está em processo de aquisição de Libras e sabe pouco de Língua Portuguesa?
  31. 32. Transformar a prática avaliativa em prática de aprendizagem. Recontar a história
  32. 33. Alunos com deficiência intelectual precisam de materiais complementares: <ul><li>Os professores de AEE constroem os materiais complementares em conjunto com as escolas </li></ul><ul><li>A construção destes materiais precisa ser uma prática tanto da Sala de Recursos quanto da Sala de Aula e a quantidade de recursos e de materiais precisa ser um somatório de ações conjuntas que beneficie também a turma. </li></ul><ul><li>Exemplos de materiais usados no dia-a-dia e oferecidos durante as provas: </li></ul><ul><li>Materiais para consulta e uso prático tais como materiais concretos para contagem, material dourado, quadro valor lugar, calculadora . </li></ul><ul><li>Materiais para consulta e apoio a esquemas de raciocínio tais como roteiro de estudo, esquemas e pequenos textos produzidos pelo aluno, imagens e maquetes construídas para apreensão de um conceito . </li></ul>
  33. 34. Discussão em grupo Anotações importantes: Transplante Doação de órgãos http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://revistaescola.abril.com.br/
  34. 35. Recursos de baixa e de alta tecnologia para ampliar ou substituir a possibilidade da escrita <ul><li>Pode ocorrer com alunos com deficiência física e outras deficiências ou transtornos , por uma dificuldade ou ausência da possibilidade da escrita, a impossibilidade da resolução das questões das provas, portanto, algumas soluções a seguir são úteis: </li></ul><ul><li>1ª) uso de computador ou máquina elétrica ; </li></ul><ul><li>2ª) uso de escriba (pessoa que fará as anotações escritas para o aluno); </li></ul><ul><li>3ª) uso de opções de múltipla-escolha ; </li></ul>Computador com teclado adaptado
  35. 36. Alterações significativas nas provas
  36. 37. Resolução SME Nº 1060 <ul><li>Na Resolução SME Nº 1060, de 01 de fevereiro de 2010, em seu artigo 6º está delimitado que </li></ul><ul><li>O processo de avaliação dos alunos com deficiência será efetuado pelo professor regente, em conjunto com os professores que atuam em função das necessidades específicas desses alunos . </li></ul><ul><li>E em seu parágrafo único pontua que </li></ul><ul><li>O aluno com deficiência será avaliado, considerando-se as adaptações curriculares propostas, o que requer o estabelecimento de estratégias de avaliação diferenciadas. </li></ul>
  37. 38. Alunos poderão precisar de alterações significativas no conteúdo <ul><li>O aluno com deficiência intelectual ou TGD (que têm mais facilidade em construir conceitos por meio de imagens e de esquemas próprios ou que necessitem de adaptações significativas do conteúdo ) precisam de maiores apoios e de objetivos diferenciados. </li></ul><ul><li>1º) Compreensão de que precisam do apoio de professor - lado a lado - e do acesso aos materiais de apoio e de consulta . </li></ul><ul><li>2º) O material de apoio ao estudo e de consulta na hora da realização de atividades (anotações de temas, de regras e/ ou fórmulas) são válidos também nas provas e sob a supervisão do professor de AEE ou de classe comum , principalmente nos casos em que o aluno precisa de orientação constante. </li></ul>
  38. 39. QUESTÃO DE PROVA Identifique o ser vivo descrito abaixo: <ul><li>Sou unicelular e não tenho núcleo , meu DNA está espalhado pelo citoplasma . Posso ter a forma de bacilos, cocos ou vibriões, entre outras. Na cadeia alimentar, sou decompositor. </li></ul><ul><li>Sou </li></ul><ul><li>(A) bactéria. </li></ul><ul><li>(B) fungo. </li></ul><ul><li>(C) protozoário. </li></ul><ul><li>(D) vírus. </li></ul><ul><li>Figuras introduzidas pelo </li></ul><ul><li>AEE + Ficha de consulta </li></ul><ul><li>a seguir </li></ul><ul><li>  </li></ul>bactéria vírus vírus fungo protozoário
  39. 40. Quais as principais diferenças entre vírus e bactérias? BACTÉRIA ESTRUTURA   Microrganismo unicelular com membrana e citoplasma, sem núcleo definido . Seu material genético , o ácido desoxirribonucleico (DNA), fica disperso .  MODO DE VIDA    Algumas são parasitas e causam doenças como a pneumonia e a cólera (veja a foto acima) . Outras mantêm uma relação harmoniosa com os seres vivos, como as que vivem no intestino humano, auxiliando a digestão . Há ainda as que se alimentam de matéria orgânica morta.  TAMANHO   O diâmetro da maioria varia entre 0,2 e 2 micras (unidade que representa 1 milésimo de milímetro) e o comprimento entre 2 e 8 micras. Elas são visíveis a olho nu (se reunidas em colônias) ou com auxílio de microscópios ópticos.  SENSÍVEL A ANTIBIÓTICOS?    Sim.  VÍRUS ESTRUTURA   Microrganismo acelular. Os mais simples apresentam uma cobertura proteica que envolve seu material genético - o ácido desoxirribonucleico (DNA) ou o ribonucleico (RNA) .  MODO DE VIDA  Todos são parasitas intracelulares. Alguns causam doenças em seres vivos, como a aids (veja a imagem acima, que representa o modelo do vírus HIV criado em computador) , a gripe, o sarampo e a rubéola .  TAMANHO   Geralmente, eles são menores que as bactérias. O comprimento varia entre 20 e 1.000 namômetros (unidade que representa 1 milionésimo de milímetro). São visíveis somente com auxílio de microscópios eletrônicos.   SENSÍVEL A ANTIBIÓTICOS?  Não.  FICHA DE CONSULTA vírus bactéria Fabíola Torres , São Paulo, SP  Consultoria Glaucia Inglez , coordenadora do Museu de Microbiologia do Instituto Butantan, em São Paulo, e Olga Santana, autora de livros didáticos de Ciências. http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://revistaescola.abril.com.br/
  40. 41. Alunos com deficiência intelectual poderão precisar de alterações significativas no conteúdo: <ul><li>Essencialização e complementação das leituras: </li></ul><ul><li>1ª) usar caneta marca-texto (luminosa) para ressaltar partes essenciais no texto ou nas questões; </li></ul><ul><li>2ª) fornecer ampliação (ou substituição) do texto por meio de figuras ou desenhos  que auxiliem na compreensão do mesmo; </li></ul><ul><li>3ª) usar letras móveis, palavras e frases  previamente recortados para colagem em lacunas e nesse caso as questões poderão ser alteradas (simplificadas, encurtadas, tornadas mais diretas) para possibilitar a compreensão e a oportunidade de resposta. </li></ul><ul><li>4ª) usar calculadora . </li></ul>
  41. 42. Avaliar para redimensionar o processo de ensino-aprendizagem.
  42. 43. Primeira reflexões <ul><li>Não generalização das alterações necessárias por deficiência - a cada caso podemos necessitar de uma estratégia de avaliação diferenciada, desse modo, o AEE poderá propor um conceito que leve em consideração reduzida porcentagem do aproveitamento em prova. </li></ul><ul><li>O documento de Acompanhamento do atendimento educacional especializado, parte 4, é extremamente importante para discussão da conceituação – dados discutidos e acordados entre AEE, Unidades Escolares, IHA/SME e CRE. </li></ul>
  43. 44. Documento Norteador Acompanhamento do atendimento educacional especializado <ul><li>Parte 4 | Relatório do Professor de Sala de Recursos ou de Itinerância: </li></ul><ul><li>Informe como foi a aplicação de provas a partir das orientações sobre adaptações realizadas pelo IHA. Relate como foi realizado o processo de avaliação do desempenho escolar do aluno durante o bimestre e que conceito foi atribuído ao aluno: </li></ul><ul><li>_____________________________________________________________________________________________________________________________________________ </li></ul>
  44. 45. Decisões importantes a serem discutidas para cada aluno da Educação Especial <ul><li>Que atividades serão mantidas com a atual formulação por considerarmos adequadas para o aluno? </li></ul><ul><li>Quais deveríamos adequar? </li></ul><ul><li>Quais deveríamos eliminar ? </li></ul><ul><li>Quais deveríamos introduzir de outro nível ou ano de escolaridade? </li></ul><ul><li>Quais os apoios e materiais necessários ao aluno? </li></ul><ul><li>Registrar as adequações, eliminações e introduções necessárias ao aluno no documento a seguir. </li></ul>
  45. 46. R elatório de AEE Planejamento do atendimento educacional especializado para o aluno da educação especial em classe comum <ul><li>Informações sobre o planejamento – Resumo Bimestral </li></ul><ul><li>Quais os apoios (material pedagógico especializado, equipamentos, outros atendimentos) que o aluno faz uso? Quais os materiais que o aluno mais utiliza? Sinalizar materiais a serem produzidos para o aluno. Indicar materiais e equipamentos a serem adquiridos e/ou providenciados. </li></ul><ul><li>Quais os aspectos curriculares que precisam de prioridade e/ou necessitam de adequações para atenderem às necessidades do aluno? Apontar aspectos a serem discutidos com a escola para possibilitar acessibilidade ao currículo. </li></ul><ul><li>Quais os principais objetivos do AEE para o aluno? Profissionais da escola receberão orientações do AEE? Delimite atividades a serem desenvolvidas na sala de recursos e/ou na classe comum. </li></ul>
  46. 47. Conceituação <ul><li>Exemplo de situação discutida com a escola </li></ul>
  47. 48. E quando ocorrem as seguintes situações? <ul><li>Tenho oito textos para interpretação numa prova de português... </li></ul><ul><li>O que fazer se avaliei que mesmo dividindo a prova em dois dias, ainda assim, o material para interpretação está muito extenso para o aluno? </li></ul><ul><li>E se ele não lê? É válido ler para ele e marcar o número de acertos da interpretação no cartão-resposta? </li></ul><ul><li>Qual a nota da prova? Como avaliá-lo em outras situações a partir de outros objetivos, como por exemplo, da aquisição da leitura e da escrita? </li></ul><ul><li>Qual será o conceito desse aluno? </li></ul>
  48. 49. Respostas possíveis discutidas na escola... <ul><li>Houve a tentativa de ler os textos em dois dias, mas no primeiro dia não foi possível trabalhar quatro deles. Foram trabalhados três textos. </li></ul><ul><li>Ficou combinado trabalhar três textos em cada dia para interpretá-los. Leu os textos para o aluno. </li></ul><ul><li>O número de acertos (nota na prova) foi calculado proporcionalmente ao número de questões propostas ao aluno (a extensão da prova não favorecia a esse aluno). </li></ul><ul><li>Seis questões (no lugar de oito questões) foram consideradas 100% da prova. </li></ul>
  49. 50. Como foi conceituado o aluno do caso narrado? <ul><li>O professor considerou os seguintes dados: </li></ul><ul><li>Nota 8,0 na prova </li></ul><ul><li>Nota 6,0 nas atividades individuais (em objetivos, como por exemplo, da aquisição da leitura e da escrita) </li></ul><ul><li>Nota 7,0 para participação e frequências as aulas (o aluno tem faltado aulas da escola) </li></ul><ul><li>Nota 7,0 nas atividades em grupo </li></ul><ul><li>Nota 8,0 da auto-avaliação do aluno </li></ul><ul><li>Conceito discutido em COC a partir da média 7,0 </li></ul>
  50. 51. Avaliar para redimensionar o processo de ensino-aprendizagem
  51. 52. Quais foram as metas delimitadas junto com a equipe de professores da escola e com o AEE? <ul><li>Construção de jogos que auxiliem no letramento (para o aluno e a turma). </li></ul><ul><li>Anotações diárias sobre assuntos trabalhados com a turma (fichas de consulta) criadas nos grupos. </li></ul><ul><li>Construção de alfabetário da turma (palavras, expressões e desenhos) de diferentes temáticas e histórias trabalhadas - sempre atualizados por todos, no mural (professores e colegas). </li></ul><ul><li>Buscar diálogo e apoio da família quanto a frequência do aluno. </li></ul><ul><li>Providenciar o uso do Dosvox em provas. </li></ul>
  52. 54. Colaboração dos alunos: um elemento essencial para a elaboração de currículos no Século XXI <ul><li>Muitos dos nossos problemas mais críticos não estão no mundo das coisas, mas no mundo das pessoas. Nosso maior fracasso como seres humanos tem sido a incapacidade de assegurar a cooperação e o entendimento com os outros (HERSEY & BLANCHARD, 1977, p.1). </li></ul><ul><li>VILLA, R. A. & THOUSAND, J. S. Colaboração dos alunos: um elemento essencial para a elaboração de currículos no Século XXI In: STAINBACK, S & STAINBACK, W. Inclusão: um guia para educadores . Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999. p. 200-222 </li></ul>
  53. 55. Algumas questões do questionário de Colaboração do Aluno para reflexão sobre nossas experiências como aluno... <ul><li>Quando você era aluno, teve oportunidade e treinamento para atuar como instrutor de um colega? </li></ul><ul><li>Nunca Raramente Às vezes Frequentemente Muitas vezes </li></ul><ul><li>Com que frequência era esperado que você ajudasse a aprendizagem acadêmica e social de outros alunos, ao mesmo tempo em que era responsável por sua própria aprendizagem? </li></ul><ul><li>Nunca Raramente Às vezes Frequentemente Muitas vezes </li></ul><ul><li>Como aluno, você teve oportunidade para servir de mediador de conflitos entre colegas? </li></ul><ul><li>Nunca Raramente Às vezes Frequentemente Muitas vezes </li></ul><ul><li>(STAINBACK, S & STAINBACK, W, 1999, p. 203) </li></ul>
  54. 56. Algumas questões do questionário de Colaboração do Aluno para reflexão sobre nossas experiências como aluno... <ul><li>Com que frequência você foi solicitado a avaliar sua própria aprendizagem? </li></ul><ul><li>Nunca Raramente Às vezes Frequentemente Muitas vezes </li></ul><ul><li>Com que frequência você teve a oportunidade de defender os interesses educacionais de um colega ou foi solicitado a ajudar na determinação de modificações e de acomodações ao currículo? </li></ul><ul><li>Nunca Raramente Às vezes Frequentemente Muitas vezes </li></ul><ul><li>Com que frequência você como aluno, achou que a escola “pertencia” a você, que as experiências da escola eram, antes de tudo, estruturadas tendo em vista os interesses dos alunos? </li></ul><ul><li>Nunca Raramente Às vezes Frequentemente Muitas vezes </li></ul><ul><li>(STAINBACK, S & STAINBACK, W, 1999, p. 203) </li></ul>

×