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GASTRONOMIA
COCÇÃO E CONDIMENTOS
ANTONIO MENDES JR. PROF. ESPECIALISTA
O QUE É COCÇÃO?
• É A TRANSFORMAÇÃO DO ALIMENTO “IN NATURA” (EM
ESTADO NATURAL) EM UM ALIMENTO PROCESSADO DEVIDO
A AÇÃO DO CALOR.
• OU SEJA: ASSAR, DEFUMAR, BRASEAR, ESCALFAR, DENTRE
OUTROS SÃO EXEMPLOS DE COCÇÃO.
CONCEITO BÁSICO
• CALOR SECO
• CALOR ÚMIDO
• CALOR MISTO OU COMBINADO
MÉTODOS DE COCÇÃO
• PRIMEIRO PASSO PARA IDENTIFICAÇÃO CLARA DO CALOR
SECO É DIFERENCIAR O QUE É GORDURA E LÍQUIDO.
• GORDURA, QUANDO APLICADA EM TEMPERATURAS MAIS
ALTAS TEM A FUNÇÃO DE DESIDRATAR E NÃO HIDRATAR O
ALIMENTO, ENQUANTO O LÍQUIDO TEM A FUNÇÃO
HIDRATANTE NO ALIMENTO.
CALOR SECO
• QUANDO SE APLICA APENAS O AR SECO E QUENTE
• EXEMPLOS:
ASSAR
GRELHAR
DEFUMAR
CALOR SECO SEM GORDURA
• A GORDURA NÃO POSSUI FUNÇÃO UMEDECEDORA, DAÍ O
FATO DE NÃO SER CONSIDERADO CALOR ÚMIDO.
• EXEMPLOS:
FRITURA RASA
FRITURA POR IMERSÃO
SAUTÉE
CALOR SECO COM GORDURA
• O LÍQUIDO TEM FUNÇÃO ESSENCIAL NESTE MÉTODO DE
COCÇÃO.
• PROMOVE A HIDRATAÇÃO, O AMOLECIMENTO E QUEBRA DAS
FIBRAS DOS ALIMENTOS, RESULTANDO EM SEU COZIMENTO
FINAL.
• EXEMPLOS:
ESCALFAR
FERVER
À VAPOR
CALOR ÚMIDO
• MÉTODO DE COCÇÃO QUE SE UTILIZA DOS OUTROS DOIS
MÉTODOS DE COCÇÃO (CALOR SECO E CALOR ÚMIDO),
PODENDO AGIR DE DUAS MANEIRAS:
• CALOR SECO + CALOR ÚMIDO (GUISADO, ENSOPADO E
BRASEADO)
• CALOR ÚMIDO + CALOR SECO (BATATAS FRITAS PRÉ
COZIDAS)
CALOR MISTO OU COMBINADO
• O CALOR PODE SER TRANSFERIDO PARA O ALIMENTO DE
QUATRO FORMAS:
CONDUÇÃO
CONVECÇÃO
RADIAÇÃO
INDUÇÃO
TRANSFERÊNCIA DE CALOR
• TRATA-SE DE UMA TRANSFERÊNCIA DIRETA DE CALOR.
• A SUPERFÍCIE COM MAIOR FONTE DE CALOR (MAIS
QUENTE), TRANSFERE PARA A MENOR FONTE DE CALOR
(MENOS QUENTE).
CONDUÇÃO
• MÉTODO DE TRANSFERÊNCIA INDIRETA
• É A TRANSFERÊNCIA DE CALOR ATRAVÉS DO MOVIMENTO
DAS MOLÉCULAS DE GASES OU LÍQUIDOS
• EXISTEM DOIS TIPOS DE CONVECÇÃO:
CONVECÇÃO NATURAL
CONVECÇÃO MECÂNICA
CONVECÇÃO
• TRATA-SE DE UM MOVIMENTO NATURAL DE
MOVIMENTAÇÃO MOLECULAR.
• É NECESSÁRIO QUE HAJA A TEMPERATURA ADEQUADA
PARA QUE POSSA OCORRER A MOVIMENTAÇÃO MOLECULAR
E GERAR A CONVECÇÃO.
• EXEMPLO: FERVURA DE ÁGUA.
CONVECÇÃO NATURAL
• NÃO OCORRE DE FORMA NATURAL, SE FAZ NECESSÁRIO QUE
HAJA UMA AGITAÇÃO MECÂNICA PARA QUE TENHA A
CONVECÇÃO.
• EXEMPLOS: ATO DE MEXER MOLHO PARA NÃO GRUDAR NO
FUNDO DA PANELA, FORNOS DE CONVECÇÃO, PANELAS DE
FRITURA SEM ÓLEO.
CONVECÇÃO MECÂNICA
• É A TRANSFERÊNCIA DE ENERGIA POR ONDAS DE
ELETROMAGNÉTICAS OU INFRAVERMELHO.
• NÃO REQUER NECESSARIAMENTE O CONTATO ENTRE A
FONTE DE ENERGIA E O ALIMENTO.
RADIAÇÃO
• AS ONDAS ELETROMAGNÉTICAS SÃO ABSORVIDAS PELA
MATÉRIA (ALIMENTO), OCORRE A VIBRAÇÃO DA MATÉRIA,
GERANDO ATRITO, QUE POSTERIORMENTE RESULTA EM
CALOR E GERA O COZIMENTO DO ALIMENTO.
• O GRANDE EXEMPLO DESSE MÉTODO DE COCÇÃO É O
FORNO MICROONDAS.
ONDAS ELETROMAGNÉTICAS
VANTAGENS
• PRATICIDADE E AGILIDADE NO PREPARO DOS ALIMENTOS
• MAIOR FACILIDADE DE LIMPEZA E TRANSPORTE
• FACILIDADE DE DESCONGELAMENTO
VANTAGENS E DESVANTAGENS DO
MICROONDAS
DESVANTAGENS
• PERDA DE UMIDADE EXCESSIVA DOS ALIMENTOS E
CONSEQUENTE RESSECAMENTO
• LIMITAÇÃO DE UTENSÍLIOS (RISCO DE INCÊNDIO E
EXPLOSÕES)
• A PRINCIPAL REFERÊNCIA DE ONDAS POR INFRAVERMELHO
É O CARVÃO EM BRASA, ALÉM DE ALGUNS FORNOS QUE SE
UTILIZAM DESTA FORMA DE TRANSFERÊNCIA DE CALOR.
• O PRINCÍPIO SEGUE O MESMO DA TRANSFERÊNCIA
ELETROMAGNÉTICA, SÓ QUE COM AGENTES DIFERENTES.
INFRAVERMELHO
• MÉTODO DE COCÇÃO RELATIVAMENTE NOVO, TRANSFERE
CALOR DE UMA SUPERFÍCIE DE MATERIAL CERÂMICO LISO,
SOBRE UMA SUPERFÍCIE DE INDUÇÃO.
• ESTE MÉTODO DE COCÇÃO SÓ É EFICAZ QUANDO SE UTILIZA
PANELAS DE METAIS FERROSOS (FERRO FUNDIDO, AÇO
INOXIDÁVEL).
INDUÇÃO
• CASO ISTO NÃO ACONTEÇA A SUPERFÍCIE
PERMANECE RESFRIADA, NÃO EFETUANDO
NENHUMA TRANSFERÊNCIA DE CALOR.
• A AÇÃO DO CALOR GERA MUDANÇAS SIGNIFICATIVAS NA
COMPOSIÇÃO DOS ALIMENTOS.
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REAÇÃO DE MAILLARD
GELATINIZAÇÃO
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ALIMENTARES
• ACONTECE NOS CARBOÍDRATOS (AÇÚCAR), QUANDO
SUBMETIDO A AÇÃO DO CALOR, FORMA UM XAROPE
GROSSO DE COR BRANCA, QUE VAI MUDANDO DE
COR DE ACORDO COM A AÇÃO DO CALOR.
CARAMELIZAÇÃO
PONTOS DE CARAMELIZAÇÃO
• REAÇÃO ENTRE AÇÚCAR E AMINOÁCIDOS (BLOCOS
CONSTRUTORES DAS PROTEÍNAS), COM O AUXÍLIO DE ALTAS
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REAÇÃO DE MAILLARD
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CONDIMENTOS
• UTILIZADOS PARA AGREGAR SABOR E REALÇAR O SABOR
DAS PREPARAÇÕES.
• CONDIMENTOS COSTUMEIRAMENTE UTILIZADOS NA
GASTRONOMIA: ESPECIARIAS, ERVAS E PIMENTAS.
• NORMALMENTE ENCONTRADOS DA SEGUINTE MANEIRA:
DESIDRATADO, EM PÓ OU “IN NATURA” (FRESCO).
• ESTES PRODUTOS PODEM SER UTILIZADOS PARA
CONDIMENTAR OS ALIMENTOS TANTO COMO
TEMPERO TRADICIONAL QUANTO NA FORMA DE
MARINADAS, FAROFAS DE CONDIMENTOS, CHÁS
OU MANTEIGAS COMPOSTAS.
MARINADAS
• SÃO UM MIX DE CONDIMENTOS QUE TEM COMO OBJETIVO
PRINCIPAL AGREGAR O MÁXIMO DE SABOR POSSÍVEL AS
PREPARAÇÕES.
• OS ALIMENTOS COSTUMAM FICAR UM LONGO PERÍODO DE
TEMPO MARINANDO NESTES CONDIMENTOS, A DEPENDER
DO OBJETIVO DA PREPARAÇÃO.
• QUANTO MAIOR O PERÍODO DE MARINAÇÃO MAIOR A
ABSORÇÃO DOS SABORES PELO ALIMENTO.
• EXISTEM 02 TIPOS BÁSICOS DE MARINADAS:
MARINADA SECA (NÃO HÁ A PRESENÇA DE LÍQUIDOS)
MARINADA ÚMIDA (HÁ A PRESENÇA DE LÍQUIDOS)
• OS LÍQUIDOS UTILIZADOS SÃO: BEBIDAS ALCÓOLICAS,
SUCOS DE FRUTAS, MEIOS ÁCIDOS (VINAGRE, LIMÃO).
• OS INGREDIENTES COMUMENTES UTILIZADOS EM
MARINADOS SÃO: ERVAS, ESPECIARIAS, PIMENTAS,
LÍQUIDOS (BEBIDAS ALCÓOLICAS OU NÃO).
• NORMALMENTE O SAL NÃO É UTILIZADO NAS MARINADAS,
CASO ELAS SEJAM PROLONGADAS, POIS, PODE OCORRER
A DESIDRATAÇÃO DO ALIMENTO.
ESPECIARIAS
• FAZEM PARTE DA HISTÓRIA DA ALIMENTAÇÃO E DE
MUITOS PAÍSES, SENDO ALVO DE GRANDES NAVEGAÇÕES.
• SÃO PRODUTOS EXTREMAMENTE AROMÁTICOS
PRODUZIDOS COM AS CASCAS E AS SEMENTES DAS
PLANTAS.
• GRANDE MAIORIA POSSUI SABOR MARCANTE E DEVE TER
CUIDADO EM SUA UTILIZAÇÃO, PARA NÃO MASCARAR
OUTROS SABORES E AROMAS.
• AS ESPECIARIAS SECAS PODEM SER ENCONTRADAS:
INTEIRAS, MOÍDAS OU EM PÓ.
• AS ESPECIARIAS INTEIRAS POSSUEM MAIOR PODER DE
CONSERVAÇÃO DO QUE AS MOÍDAS.
• SÃO ARMAZENADAS EM RECIPIENTES BEM FECHADOS E EM
ESTOQUE SECO.
• O IDEAL É QUE AS ESPECIARIAS SEJAM
COMPRADAS INTEIRAS E MOÍDAS A DEPENDER DA
NECESSIDADE DE USO, VALORIZANDO A
INTEGRIDADE DE SUAS CARACTERÍSTICAS.
FAROFA DE ESPECIARIAS
• MIX DE ESPECIARIAS UTILIZADOS PARA AGREGAR
SABOR AS PREPARAÇÕES.
• PODEM SER UTILIZADOS EM: MARINADAS,
EMPANAMENTOS E COMO CROSTA EM ALGUMAS
PREPARAÇÕES.
CURRY
• PODE SER CONHECIDO COMO CURRY OU CARIL.
• DIFERENTEMENTE DO QUE SE IMAGINA, NÃO É UMA ÚNICA
ESPECIARIA, É UM MIX DE ESPECIARIAS.
• EXISTEM VARIAÇÕES DO CURRY A DEPENDER DE ONDE É
FABRICADO (MUITO COMUM NA ÍNDIA E EM OUTROS PAÍSES
ORIENTAIS).
ERVAS
• AS ERVAS SÃO RETIRADAS DAS FOLHAS DAS PLANTAS.
• BEM COMO AS ESPECIARIAS, AS ERVAS TEM COMO FUNÇÃO
AGREGAR SABOR E AROMA AS PREPARAÇÕES.
• O AROMA É O PRINCIPAL INDICADOR DA QUALIDADE DE UM
PRODUTO, DEVE SER INTENSO E MARCANTE,
CARACTERÍSTICO DE CADA ERVA.
• NA SUA GRANDE MAIORIA, COCÇÕES PROLONGADAS
ALTERAM O SABOR E A COLORAÇÃO DAS ERVAS, SENDO
INDICADO O CONSUMO E PREPARAÇÃO EM COCÇÕES
CURTAS OU “IN NATURA”.
• PODEM SER ENCONTRADAS DESIDRATADAS OU
FRESCAS
• SE FOREM FRESCAS PODEM SER ARMAZENADAS SOB
REFRIGERAÇÃO, AS DESIDRATADAS EM ESTOQUE SECO.
• UNIDAS ÀS ESPECIARIAS, AS ERVAS MODIFICAM
TOTALMENTE O SABOR DE UMA PREPARAÇÃO, POR
ISSO DEVEM SER UTILIZADAS COM PARCIMÔNIA
PARA QUE SE TENHA UM RELACIONAMENTO
HARMÔNICO PARA COM OS OUTROS ALIMENTOS.
PIMENTAS
• JUNTO AO SAL, INICIALMENTE, TINHAM FUNÇÕES
PRIMORDIAIS COMO ELEMENTO DE CONSERVAÇÃO.
• PODEM SER ENCONTRADAS NAS FORMAS DE GRÃOS,
MOÍDAS, DESIDRATADAS OU IN NATURA.
• ELEMENTO RESPONSÁVEL PELA “ARDÊNCIA” É A
CAPSAICINA, ENCONTRADA PRINCIPALMENTE NA SEMENTE
DAS PIMENTAS.
• ESSE ELEMENTO É O QUE DIFERENCIA A PUNGÊNCIA
DE CADA PIMENTA.
• CONTÉM AS PRINCIPAIS QUALIDADES NUTRICIONAIS
DA PIMENTA (INCLUSIVE EMAGRECIMENTO).
• PROVOCA SENSAÇÃO DE ARDÊNCIA NOS MAMÍFEROS,
PORÉM, É INOFENSIVA EM OUTRAS CLASSES DE SERES
VIVOS.
15 000 000 - 16 000 000 capsaicina pura
9,100 000 Nordihydrocapsaicin
2 000 000 - 5,300 000 Spray de pimenta padrão pepper spray
855 000 - 1 041 427 Naga Jolokia
876 000 - 970 000 Dorset Naga
350 000 - 577 000 Red Savina™ Habanero
100 000 - 350 000 Habanero Chile
100 000 - 350 000 Scotch Bonnet
100 000 - 200 000 Jamaican Hot Pepper
50 000 - 100 000
Thai Pepper, Pimenta Malagueta, Chiltepin
Pepper
30 000 - 50 000 Cayenne Pepper, Ají pepper
10 000 - 23 000 Serrano Pepper
ESCALA DE SCOVILLE
7 000 - 8 000 Molho Tabasco Habanero
5 000 - 10 000 Wax Pepper
2 500 - 8 000 Jalapeño Pepper
2 500 - 5 000 Molho Tabasco
1 500 - 2 500 Rocotillo Pepper
1 000 - 1 500 Poblano Pepper
600 - 800 Molho Tabasco Jalapenho
500 - 1000 Pimenta Anaheim
100 - 500 Capsicum, Pepperoncini
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Não-picante, Pimentão
(br.)/(Pimento, pt.)
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Gastronomia: Cocção e condimentos

  • 1. GASTRONOMIA COCÇÃO E CONDIMENTOS ANTONIO MENDES JR. PROF. ESPECIALISTA
  • 2. O QUE É COCÇÃO?
  • 3. • É A TRANSFORMAÇÃO DO ALIMENTO “IN NATURA” (EM ESTADO NATURAL) EM UM ALIMENTO PROCESSADO DEVIDO A AÇÃO DO CALOR. • OU SEJA: ASSAR, DEFUMAR, BRASEAR, ESCALFAR, DENTRE OUTROS SÃO EXEMPLOS DE COCÇÃO. CONCEITO BÁSICO
  • 4. • CALOR SECO • CALOR ÚMIDO • CALOR MISTO OU COMBINADO MÉTODOS DE COCÇÃO
  • 5. • PRIMEIRO PASSO PARA IDENTIFICAÇÃO CLARA DO CALOR SECO É DIFERENCIAR O QUE É GORDURA E LÍQUIDO. • GORDURA, QUANDO APLICADA EM TEMPERATURAS MAIS ALTAS TEM A FUNÇÃO DE DESIDRATAR E NÃO HIDRATAR O ALIMENTO, ENQUANTO O LÍQUIDO TEM A FUNÇÃO HIDRATANTE NO ALIMENTO. CALOR SECO
  • 6. • QUANDO SE APLICA APENAS O AR SECO E QUENTE • EXEMPLOS: ASSAR GRELHAR DEFUMAR CALOR SECO SEM GORDURA
  • 7.
  • 8. • A GORDURA NÃO POSSUI FUNÇÃO UMEDECEDORA, DAÍ O FATO DE NÃO SER CONSIDERADO CALOR ÚMIDO. • EXEMPLOS: FRITURA RASA FRITURA POR IMERSÃO SAUTÉE CALOR SECO COM GORDURA
  • 9.
  • 10. • O LÍQUIDO TEM FUNÇÃO ESSENCIAL NESTE MÉTODO DE COCÇÃO. • PROMOVE A HIDRATAÇÃO, O AMOLECIMENTO E QUEBRA DAS FIBRAS DOS ALIMENTOS, RESULTANDO EM SEU COZIMENTO FINAL. • EXEMPLOS: ESCALFAR FERVER À VAPOR CALOR ÚMIDO
  • 11.
  • 12. • MÉTODO DE COCÇÃO QUE SE UTILIZA DOS OUTROS DOIS MÉTODOS DE COCÇÃO (CALOR SECO E CALOR ÚMIDO), PODENDO AGIR DE DUAS MANEIRAS: • CALOR SECO + CALOR ÚMIDO (GUISADO, ENSOPADO E BRASEADO) • CALOR ÚMIDO + CALOR SECO (BATATAS FRITAS PRÉ COZIDAS) CALOR MISTO OU COMBINADO
  • 13.
  • 14. • O CALOR PODE SER TRANSFERIDO PARA O ALIMENTO DE QUATRO FORMAS: CONDUÇÃO CONVECÇÃO RADIAÇÃO INDUÇÃO TRANSFERÊNCIA DE CALOR
  • 15. • TRATA-SE DE UMA TRANSFERÊNCIA DIRETA DE CALOR. • A SUPERFÍCIE COM MAIOR FONTE DE CALOR (MAIS QUENTE), TRANSFERE PARA A MENOR FONTE DE CALOR (MENOS QUENTE). CONDUÇÃO
  • 16. • MÉTODO DE TRANSFERÊNCIA INDIRETA • É A TRANSFERÊNCIA DE CALOR ATRAVÉS DO MOVIMENTO DAS MOLÉCULAS DE GASES OU LÍQUIDOS • EXISTEM DOIS TIPOS DE CONVECÇÃO: CONVECÇÃO NATURAL CONVECÇÃO MECÂNICA CONVECÇÃO
  • 17. • TRATA-SE DE UM MOVIMENTO NATURAL DE MOVIMENTAÇÃO MOLECULAR. • É NECESSÁRIO QUE HAJA A TEMPERATURA ADEQUADA PARA QUE POSSA OCORRER A MOVIMENTAÇÃO MOLECULAR E GERAR A CONVECÇÃO. • EXEMPLO: FERVURA DE ÁGUA. CONVECÇÃO NATURAL
  • 18. • NÃO OCORRE DE FORMA NATURAL, SE FAZ NECESSÁRIO QUE HAJA UMA AGITAÇÃO MECÂNICA PARA QUE TENHA A CONVECÇÃO. • EXEMPLOS: ATO DE MEXER MOLHO PARA NÃO GRUDAR NO FUNDO DA PANELA, FORNOS DE CONVECÇÃO, PANELAS DE FRITURA SEM ÓLEO. CONVECÇÃO MECÂNICA
  • 19. • É A TRANSFERÊNCIA DE ENERGIA POR ONDAS DE ELETROMAGNÉTICAS OU INFRAVERMELHO. • NÃO REQUER NECESSARIAMENTE O CONTATO ENTRE A FONTE DE ENERGIA E O ALIMENTO. RADIAÇÃO
  • 20. • AS ONDAS ELETROMAGNÉTICAS SÃO ABSORVIDAS PELA MATÉRIA (ALIMENTO), OCORRE A VIBRAÇÃO DA MATÉRIA, GERANDO ATRITO, QUE POSTERIORMENTE RESULTA EM CALOR E GERA O COZIMENTO DO ALIMENTO. • O GRANDE EXEMPLO DESSE MÉTODO DE COCÇÃO É O FORNO MICROONDAS. ONDAS ELETROMAGNÉTICAS
  • 21. VANTAGENS • PRATICIDADE E AGILIDADE NO PREPARO DOS ALIMENTOS • MAIOR FACILIDADE DE LIMPEZA E TRANSPORTE • FACILIDADE DE DESCONGELAMENTO VANTAGENS E DESVANTAGENS DO MICROONDAS
  • 22. DESVANTAGENS • PERDA DE UMIDADE EXCESSIVA DOS ALIMENTOS E CONSEQUENTE RESSECAMENTO • LIMITAÇÃO DE UTENSÍLIOS (RISCO DE INCÊNDIO E EXPLOSÕES)
  • 23. • A PRINCIPAL REFERÊNCIA DE ONDAS POR INFRAVERMELHO É O CARVÃO EM BRASA, ALÉM DE ALGUNS FORNOS QUE SE UTILIZAM DESTA FORMA DE TRANSFERÊNCIA DE CALOR. • O PRINCÍPIO SEGUE O MESMO DA TRANSFERÊNCIA ELETROMAGNÉTICA, SÓ QUE COM AGENTES DIFERENTES. INFRAVERMELHO
  • 24. • MÉTODO DE COCÇÃO RELATIVAMENTE NOVO, TRANSFERE CALOR DE UMA SUPERFÍCIE DE MATERIAL CERÂMICO LISO, SOBRE UMA SUPERFÍCIE DE INDUÇÃO. • ESTE MÉTODO DE COCÇÃO SÓ É EFICAZ QUANDO SE UTILIZA PANELAS DE METAIS FERROSOS (FERRO FUNDIDO, AÇO INOXIDÁVEL). INDUÇÃO
  • 25. • CASO ISTO NÃO ACONTEÇA A SUPERFÍCIE PERMANECE RESFRIADA, NÃO EFETUANDO NENHUMA TRANSFERÊNCIA DE CALOR.
  • 26.
  • 27.
  • 28. • A AÇÃO DO CALOR GERA MUDANÇAS SIGNIFICATIVAS NA COMPOSIÇÃO DOS ALIMENTOS. • OS PRINCIPAIS EXEMPLOS SÃO: CARAMELIZAÇÃO REAÇÃO DE MAILLARD GELATINIZAÇÃO DESNATURAÇÃO DE PROTEÍNAS EFEITO DO CALOR NOS COMPONENTES ALIMENTARES
  • 29. • ACONTECE NOS CARBOÍDRATOS (AÇÚCAR), QUANDO SUBMETIDO A AÇÃO DO CALOR, FORMA UM XAROPE GROSSO DE COR BRANCA, QUE VAI MUDANDO DE COR DE ACORDO COM A AÇÃO DO CALOR. CARAMELIZAÇÃO
  • 31. • REAÇÃO ENTRE AÇÚCAR E AMINOÁCIDOS (BLOCOS CONSTRUTORES DAS PROTEÍNAS), COM O AUXÍLIO DE ALTAS TEMPERATURAS. • CONFERE COR, SABOR E AROMAS ESPECÍFICOS PARA ALIMENTOS. • EX: AROMA DO CAFÉ, AROMA DE PÃO FRESCO, COR DOURADA DE ASSADOS, CHOCOLATE, DENTRE OUTROS. REAÇÃO DE MAILLARD
  • 32.
  • 33. • OCORRE NA PRESENÇA DE ÁGUA, AMIDO E ALTAS TEMPERATURAS. • O RESULTADO É ABSORÇÃO DE LÍQUIDO PELOS GRÂNULOS DE AMIDO, PROVOCANDO UM “INCHAÇO”. GELATINIZAÇÃO
  • 34. • GRAÇAS A AÇÃO DO CALOR, OCORRE O DESENROLAR DA ESTRUTURA DAS MOLÉCULAS DE PROTEÍNAS. • O RESULTADO DESSE DESENROLAR É A PERDA PARCIAL DA CAPACIDADE DE RETER ÁGUA E MELHORA NA DIGESTIBILIDADE. DESNATURAÇÃO DE PROTEÍNAS
  • 35.
  • 36. CONDIMENTOS • UTILIZADOS PARA AGREGAR SABOR E REALÇAR O SABOR DAS PREPARAÇÕES. • CONDIMENTOS COSTUMEIRAMENTE UTILIZADOS NA GASTRONOMIA: ESPECIARIAS, ERVAS E PIMENTAS. • NORMALMENTE ENCONTRADOS DA SEGUINTE MANEIRA: DESIDRATADO, EM PÓ OU “IN NATURA” (FRESCO).
  • 37. • ESTES PRODUTOS PODEM SER UTILIZADOS PARA CONDIMENTAR OS ALIMENTOS TANTO COMO TEMPERO TRADICIONAL QUANTO NA FORMA DE MARINADAS, FAROFAS DE CONDIMENTOS, CHÁS OU MANTEIGAS COMPOSTAS.
  • 38. MARINADAS • SÃO UM MIX DE CONDIMENTOS QUE TEM COMO OBJETIVO PRINCIPAL AGREGAR O MÁXIMO DE SABOR POSSÍVEL AS PREPARAÇÕES. • OS ALIMENTOS COSTUMAM FICAR UM LONGO PERÍODO DE TEMPO MARINANDO NESTES CONDIMENTOS, A DEPENDER DO OBJETIVO DA PREPARAÇÃO. • QUANTO MAIOR O PERÍODO DE MARINAÇÃO MAIOR A ABSORÇÃO DOS SABORES PELO ALIMENTO.
  • 39. • EXISTEM 02 TIPOS BÁSICOS DE MARINADAS: MARINADA SECA (NÃO HÁ A PRESENÇA DE LÍQUIDOS) MARINADA ÚMIDA (HÁ A PRESENÇA DE LÍQUIDOS) • OS LÍQUIDOS UTILIZADOS SÃO: BEBIDAS ALCÓOLICAS, SUCOS DE FRUTAS, MEIOS ÁCIDOS (VINAGRE, LIMÃO).
  • 40. • OS INGREDIENTES COMUMENTES UTILIZADOS EM MARINADOS SÃO: ERVAS, ESPECIARIAS, PIMENTAS, LÍQUIDOS (BEBIDAS ALCÓOLICAS OU NÃO). • NORMALMENTE O SAL NÃO É UTILIZADO NAS MARINADAS, CASO ELAS SEJAM PROLONGADAS, POIS, PODE OCORRER A DESIDRATAÇÃO DO ALIMENTO.
  • 41. ESPECIARIAS • FAZEM PARTE DA HISTÓRIA DA ALIMENTAÇÃO E DE MUITOS PAÍSES, SENDO ALVO DE GRANDES NAVEGAÇÕES. • SÃO PRODUTOS EXTREMAMENTE AROMÁTICOS PRODUZIDOS COM AS CASCAS E AS SEMENTES DAS PLANTAS. • GRANDE MAIORIA POSSUI SABOR MARCANTE E DEVE TER CUIDADO EM SUA UTILIZAÇÃO, PARA NÃO MASCARAR OUTROS SABORES E AROMAS.
  • 42. • AS ESPECIARIAS SECAS PODEM SER ENCONTRADAS: INTEIRAS, MOÍDAS OU EM PÓ. • AS ESPECIARIAS INTEIRAS POSSUEM MAIOR PODER DE CONSERVAÇÃO DO QUE AS MOÍDAS. • SÃO ARMAZENADAS EM RECIPIENTES BEM FECHADOS E EM ESTOQUE SECO.
  • 43. • O IDEAL É QUE AS ESPECIARIAS SEJAM COMPRADAS INTEIRAS E MOÍDAS A DEPENDER DA NECESSIDADE DE USO, VALORIZANDO A INTEGRIDADE DE SUAS CARACTERÍSTICAS.
  • 44. FAROFA DE ESPECIARIAS • MIX DE ESPECIARIAS UTILIZADOS PARA AGREGAR SABOR AS PREPARAÇÕES. • PODEM SER UTILIZADOS EM: MARINADAS, EMPANAMENTOS E COMO CROSTA EM ALGUMAS PREPARAÇÕES.
  • 45.
  • 46. CURRY • PODE SER CONHECIDO COMO CURRY OU CARIL. • DIFERENTEMENTE DO QUE SE IMAGINA, NÃO É UMA ÚNICA ESPECIARIA, É UM MIX DE ESPECIARIAS. • EXISTEM VARIAÇÕES DO CURRY A DEPENDER DE ONDE É FABRICADO (MUITO COMUM NA ÍNDIA E EM OUTROS PAÍSES ORIENTAIS).
  • 47. ERVAS • AS ERVAS SÃO RETIRADAS DAS FOLHAS DAS PLANTAS. • BEM COMO AS ESPECIARIAS, AS ERVAS TEM COMO FUNÇÃO AGREGAR SABOR E AROMA AS PREPARAÇÕES. • O AROMA É O PRINCIPAL INDICADOR DA QUALIDADE DE UM PRODUTO, DEVE SER INTENSO E MARCANTE, CARACTERÍSTICO DE CADA ERVA.
  • 48. • NA SUA GRANDE MAIORIA, COCÇÕES PROLONGADAS ALTERAM O SABOR E A COLORAÇÃO DAS ERVAS, SENDO INDICADO O CONSUMO E PREPARAÇÃO EM COCÇÕES CURTAS OU “IN NATURA”. • PODEM SER ENCONTRADAS DESIDRATADAS OU FRESCAS • SE FOREM FRESCAS PODEM SER ARMAZENADAS SOB REFRIGERAÇÃO, AS DESIDRATADAS EM ESTOQUE SECO.
  • 49. • UNIDAS ÀS ESPECIARIAS, AS ERVAS MODIFICAM TOTALMENTE O SABOR DE UMA PREPARAÇÃO, POR ISSO DEVEM SER UTILIZADAS COM PARCIMÔNIA PARA QUE SE TENHA UM RELACIONAMENTO HARMÔNICO PARA COM OS OUTROS ALIMENTOS.
  • 50. PIMENTAS • JUNTO AO SAL, INICIALMENTE, TINHAM FUNÇÕES PRIMORDIAIS COMO ELEMENTO DE CONSERVAÇÃO. • PODEM SER ENCONTRADAS NAS FORMAS DE GRÃOS, MOÍDAS, DESIDRATADAS OU IN NATURA. • ELEMENTO RESPONSÁVEL PELA “ARDÊNCIA” É A CAPSAICINA, ENCONTRADA PRINCIPALMENTE NA SEMENTE DAS PIMENTAS.
  • 51. • ESSE ELEMENTO É O QUE DIFERENCIA A PUNGÊNCIA DE CADA PIMENTA. • CONTÉM AS PRINCIPAIS QUALIDADES NUTRICIONAIS DA PIMENTA (INCLUSIVE EMAGRECIMENTO). • PROVOCA SENSAÇÃO DE ARDÊNCIA NOS MAMÍFEROS, PORÉM, É INOFENSIVA EM OUTRAS CLASSES DE SERES VIVOS.
  • 52. 15 000 000 - 16 000 000 capsaicina pura 9,100 000 Nordihydrocapsaicin 2 000 000 - 5,300 000 Spray de pimenta padrão pepper spray 855 000 - 1 041 427 Naga Jolokia 876 000 - 970 000 Dorset Naga 350 000 - 577 000 Red Savina™ Habanero 100 000 - 350 000 Habanero Chile 100 000 - 350 000 Scotch Bonnet 100 000 - 200 000 Jamaican Hot Pepper 50 000 - 100 000 Thai Pepper, Pimenta Malagueta, Chiltepin Pepper 30 000 - 50 000 Cayenne Pepper, Ají pepper 10 000 - 23 000 Serrano Pepper ESCALA DE SCOVILLE
  • 53. 7 000 - 8 000 Molho Tabasco Habanero 5 000 - 10 000 Wax Pepper 2 500 - 8 000 Jalapeño Pepper 2 500 - 5 000 Molho Tabasco 1 500 - 2 500 Rocotillo Pepper 1 000 - 1 500 Poblano Pepper 600 - 800 Molho Tabasco Jalapenho 500 - 1000 Pimenta Anaheim 100 - 500 Capsicum, Pepperoncini 0 Não-picante, Pimentão (br.)/(Pimento, pt.)
  • 54. FIM