1255042414 solos -_acetatos

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1255042414 solos -_acetatos

  1. 1. CONSTITUIÇÃO DO SOLO • MATÉRIA MINERAL (AREIA, ARGILA OU BARRO, CASCALHO, etc.) • MATÉRIA ORGÂNICA (HÚMUS, RESTOS DE PLANTAS, etc.) • ÁGUA • AR 1
  2. 2. MATÉRIA MINERAL • AREIA - É A PARTE MAIS GROSSA, DEPOIS DE RETIRADAS AS PEDRAS E CASCALHO. NÃO RETÉM OS NUTRIENTES MINERAIS NEM A ÁGUA. FACILITA OS TRABALHOS DE MOBILIZAÇÃO DO SOLO, O SEU AREJAMENTO, A PENETRAÇÃO DAS RAÍZES. • ARGILA - A PARTE MAIS FINA, COMO O PÓ QUE FICA QUE FICA NO AR DURANTE MUITO TEMPO QUANDO NÃO HÁ VENTO. RETÉM COM FACILIDADE OS NUTRIENTES E A ÁGUA. QUANDO EXISTE EM GRANDE QUANTIDADE IMPEDE A INFILTRAÇÃO DA ÁGUA E O AREJAMENTO; DIFICULTA A PENETRAÇÃO DAS RAÍZES. • LIMO - TÊM UM TAMANHO ENTRE A AREIA E A ARGILA. constituição do solo 2
  3. 3. ORIGEM DO SOLO • O SOLO FORMA-SE A PARTIR DA ROCHA MÃE • A FORMAÇÃO DO SOLO É DEVIDA À DESTRUIÇÃO PROGRESSIVA DAS ROCHAS RESULTANTE DA ACÇÃO CONJUNTA DO CLIMA E SERES VIVOS SOBRE AS ROCHAS • EMBORA HOJE JÁ EXISTAM MÁQUINAS DESTINADAS À PREPARAÇÃO DE SOLO ARTIFICIAL, É DO CONHECIMENTO GERAL QUE OS SOLOS SÃO ESSENCIALMENTE, PRODUTO DA NATUREZA • MIL ANOS PODEM SER INSUFICIENTES PARA FORMAR UM SOLO, POR ISSO À ESCALA DO TEMPO GEOLÓGICO, A INTERVENÇÃO HUMANA É RECENTE, E OS MEIOS MECÂNICOS MAL COMEÇARAM A FAZER SENTIR OS SEUS EFEITOS origem do solo 3
  4. 4. MECANISMOS DE FORMAÇÃO DO SOLO • A ROCHA MÃE SOFRE A ACÇÃO DE: • CAUSAS FÍSICAS • CAUSAS QUÍMICAS • CAUSAS BIOLÓGICAS origem do solo 4
  5. 5. CAUSAS FÍSICAS • CLIMA: • AS VARIAÇÕES DE TEMPERATURA, AO PROVOCAREM DIFERENÇAS DE DILATAÇÃO, ORIGINAM FENDAS NAS ROCHAS. • A ÁGUA PENETRANDO NOS POROS E FENDAS DAS ROCHAS, E CONGELANDO DEVIDO A UMA BAIXA DE TEMPERATURA, AUMENTA DE VOLUME E FAZ FENDER E DESAGREGAR. • NOS PAÍSES QUENTES, O GRANDE AQUECIMENTO DAS ROCHAS PELO SOL, DURANTE O DIA SEGUIDO DE UM ARREFECIMENTO RÁPIDO, DURANTE A NOITE, FÁ-LAS ESTALAR E DESAGREGAR-SE. • ACÇÃO DAS CORRENTES DE ÁGUA - OS FRAGMENTOS DAS ROCHAS ARRASTADAS PELAS ÁGUAS CORRENTES FRICCIONANDO UNS CONTRA OS OUTROS, VÃO SE GASTANDO E REDUZINDO A PÓ. origem do solo 5
  6. 6. CAUSAS QUÍMICAS - O OXIGÉNIO TRANSFORMA CERTOS ELEMENTOS DAS ROCHAS, OXIDANDO-OS - A ÁGUA DAS CHUVAS CARREGADA DE ANIDRIDO OU DE ÁCIDO CARBÓNICO DECOMPÕE CERTAS ROCHAS CAUSAS BIOLÓGICAS OS SERES VIVOS COMO OS MUSGOS, AS ERVAS, ETC QUE VIVEM SOBRE AS ROCHAS DESAGREGAM-NAS AS RAÍZES DAS PLANTAS PENETRAM NAS FISSURAS DAS ROCHAS E CONTRIBUEM PARA O SEU ALARGAMENTO origem do solo 6
  7. 7. FORMAÇÃO DO SOLO • OS DETRITOS PROVENIENTES DA DESAGREGAÇÃO DAS ROCHAS, CONJUNTAMENTE COM OS RESTOS DAS PLANTAS E ANIMAIS, CONSTITUEM O SOLO. • QUANDO CHOVE, PARTE DA ÁGUA ESCORRE À SUPERFÍCIE, ARRASTANDO CONSIGO AS PARTÍCULAS TERROSAS, DOS PONTOS ALTOS PARA OS MAIS BAIXOS (EROSÃO). • NEM TODAS AS PARTICULAS TERROSAS SÃO ARRASTADAS COM A MESMA FACILIDADE. O CASCALHO DEPOSITA-SE EM PRIMEIRO LUGAR, POR SER MAIS PESADO, DEPOIS A AREIA GROSSA, A AREIA FINA E FINALMENTE, O NATEIRO. • UM SOLO NÚ EVOLUI MAIS DEPRESSA DO QUE UM SOLO COBERTO DE FLORESTA origem do solo 7
  8. 8. FORMAÇÃO DO SOLO • O HOMEM ACTUA SOBRETUDO INDIRECTAMENTE: DESTRUINDO A FLORESTA • O RELEVO: OS DECLIVES FAVORECEM A EROSÃO 8
  9. 9. PERFIL DO SOLO • QUANDO SE OBSERVA UM CORTE DE UM SOLO (EVOLUIDO) DA SUPERFÍCIE ATÉ À ROCHA MÃE PODEMOS DESTINGUIR VARIAS CAMADAS QUE DIFEREM PELA COR, TAMANHO E DISPOSIÇÃO DOS CONSTITUINTES • ESTAS CAMADAS SÃO CHAMADOS OS HORIZONTES • À PRIMEIRA CAMADA É O HORIZONTE A - O MAIS RICO EM NUTRIENTES E DE MAIOR ACTIVIDADE POR PARTE DAS RAÍZES E MICROORGANISMOS. TEM QUASE SEMPRE COR MAIS ESCURA DEVIDO À MATÉRIA ORGÂNICA 9
  10. 10. PERFIL DO SOLO • A SEGUNDA CAMADA É O HORIZONTE B CARACTERIZA-SE PELA ACUMULAÇÃO DE SUBSTÂNCIAS ARRASTADAS DO HORIZONTE OU APENAS UMA ZONA DE TRANSIÇÃO GRADUAL PARA O HORIZONTE SEGUINTE A, • A TERCEIRA CAMADA É O HORIZONTE C - É FORMADO POR PEDAÇOS DE ROCHA, CALHAUS, ENTRE OUTROS MISTURADOS COM TERRA • FINALMENTE ENCONTRA-SE A ROCHA MÃE • AO HORIZONTE A E PARTE DO B DÁ-SE TAMBÉM A DESIGNAÇÃO DE CAMADA ARÁVEL OU SOLO (ONDE SE REALIZAM TRABALHOS DE MOBILIZAÇÃO) À CAMADA QUE FICA POR BAIXO DÁ-SE O NOME DE SUBSOLO (GERALMENTE NÃO SOFRE MOBILIZAÇÕES) 10
  11. 11. MATÉRIA ORGÂNICA • A MATÉRIA ORGÂNICA DO SOLO É O CONJUNTO DE RESÍDUOS VEGETAIS E ANIMAIS • TEM ORIGEM: - NOS RESÍDUOS VEGETAIS DE CULTURAS E DE PLANTAS ESPONTÂNEAS - NAS ESTRUMAÇÕES - CORRECTIVOS ORGÂNICOS - RESÍDUOS QUE O GADO DEIXA NO SOLO 11
  12. 12. MATÉRIA ORGÂNICA A MATÉRIA ORGÂNICA DEPOIS DE DECOMPOSTA CHAMA-SE HÚMUS A MATÉRIA ORGÂNICA VARIA DE LOCAL PARA LOCAL E VAI-SE ALTERANDO AO LONGO DOS ANOS A MANUTENÇÃO DE UM TEOR ADEQUADO DE MATÉRIA ORGÂNICA NO SOLO CONSTITUI UM DOS MELHORES PROCESSOS DE MANTER A SUA PRODUTIVIDADE
  13. 13. MATÉRIA ORGÂNICA • • • • • • • ACUMULA-SE PRINCIPALMENTE NA CAMADA SUPERFICIAL DO SOLO TORNA MAIS FÁCEIS DE TRABALHAR OS SOLOS PESADOS NOS SOLOS PESADOS FACILITA A PENETRAÇÃO DAS RAÍZES CONTÉM E ARMAZENA MUITOS NUTRIENTES, COMO AZOTO, ENXOFRE E MICRONUTRIENTES PERMITE QUE OS NUTRIENTES SEJAM ABSORVIDOS MAIS FACILMENTE AJUDA O SOLO A RETER MAIOR QUANTIDADE DE ÁGUA DÁ VIDA AO SOLO, OS MICROORGANISMOS VÃO BUSCAR À MATÉRIA ORGÂNICA A ENERGIA QUE NECESSITAM PARA VIVER, AO MESMO TEMPO QUE LIBERTAM NUTRIENTES QUE AS PLANTAS APROVEITAM 13
  14. 14. COMO AUMENTAR OU MANTER O TEOR DE MATÉRIA ORGÂNICA NO SOLO? • PELA INCORPORAÇÃO DE ESTRUMES, MATOS, PALHAS, RESTOS DE CULTURAS, ETC. • PELA APLICAÇÃO DE ADUBOS E CORRECTIVOS DE ACORDO COM AS ANÁLISES DE TERRA, QUANTO MAIOR É O DESENVOLVIMENTO DAS CULTURAS MAIOR É A QUANTIDADE DE RESÍDUOS QUE DEIXAM NO SOLO (RAÍZES, FOLHAS, CAULES, ETC.) • PELA UTILIZAÇÃO DE PRADOS NA ROTAÇÃO DAS CULTURAS • PELO COMBATE À EROSÃO, A MATÉRIA ORGÂNICA É ARRASTADA PELA ÁGUA OU PELO VENTO AO MESMO TEMPO QUE MATÉRIA MINERAL Matéria orgânica 14
  15. 15. MATÉRIA MINERAL • MATERIAIS GROSSEIROS (PEDRAS, CASCALHO E SAIBRO) QUE TÊM MAIS DE 2mm DE DIÂMETRO • TERRA FINA É FORMADA POR TODAS AS PARTICULAS COM UM DIÂMETRO INFERIOR A 2mm • A TERRA FINA COMPREENDE 5 CONSTITUINTES: – – – – DE 0.2 mm A 2 mm AREIA GROSSA DE 0.02 mm A 0.2 mm AREIA FINA DE 0.002 mm A 0.02 mm LIMO ABAIXO DE 0.002 ARGILA 15
  16. 16. TEXTURA • TEXTURA É A PROPORÇÃO EM QUE SE ENCONTRAM NO SOLO OS SEUS CONSTITUINTES MINERAIS • SOLOS ARENOSOS - SÃO SOLOS EM QUE A MATÉRIA MINERAL É FORMADA PRINCIPALMENTE POR AREIA (+ DE 90 %) • SOLOS FRANCOS - SÃO SOLOS EM QUE PREDOMINA O LIMO (+50 %) E AREIA EXISTE EM MAIOR QUANTIDADE QUE A ARGILA. TAMBÉM SE CHAMAM FRANCOS OS SOLOS COM MENOS LIMO, SE A ARGILA FOR INFERIOR A 20% • SOLOS ARGILOSOS - SÃO SOLOS EM QUE ARGILA É SUPERIOR A 30% 16
  17. 17. TEXTURA – SOLOS ARENOSOS – SÃO SOLOS POBRES EM NUTRIENTES E NÃO CONSERVAM A ÁGUA, SECANDO COM MUITA FACILIDADE – SÃO AREJADOS, FÁCEIS DE PENETRAR PELA ÁGUA TÊM POUCA CAPACIDADE DE RETENÇÃO DE ÁGUA – SÃO MUITO FÁCEIS DE TRABALHAR, NÃO FORMAM TORRÕES – SÃO POBRES, ÁSPEROS AO TACTO E AQUECEM FACILMENTE – PARA SE TORNAREM PRODUTIVOS PRECISAM DE GRANDES QUANTIDADES DE MATÉRIA ORGÂNICA (ESTRUMES, MATOS, etc.) E EXIGEM REGAS FREQUENTES NO TEMPO SECO. 17
  18. 18. TEXTURA • COMO HÁ GRANDES VARIAÇÕES ENTRE AS QUANTIDADES DE AREIA, LIMO E ARGILA NO SOLO, SURGEM OUTROS TIPOS DE SOLO, COM CARACTERÍSTICAS INTERMÉDIAS: – – – – – • SOLOS FRANCO-ARGILOSOS SOLOS ARGILO-ARENOSOS SOLOS FRANCO-ARGILO-ARENOSOS SOLOS ARENO-FRANCOS SOLOS FRANCO-ARGILOSOS A TEXTURA INDICA AS QUANTIDADES RELATIVAS DE AREIA, LIMO E ARGILA QUE EXISTEM NO SOLO 18
  19. 19. TEXTURA • SOLOS FRANCOS – SÃO POUCO PESADOS, FÁCEIS DE TRABALHAR (MENOS QUE OS ARENOSOS) – FORMAM TORRÕES FÁCEIS DE DESFAZER – TÊM UM AREJAMENTO BASTANTE BOM (MENOS QUE OS ARENOSOS) – A ÁGUA ATRAVESSA-OS FACILMENTE, MAS CONSEGUEM RETER ALGUMA – SÃO UM POUCO MAIS FRIOS QUE OS ARENOSOS – SÃO MEDIANAMENTE MACIOS AO TACTO 19
  20. 20. TEXTURA • SOLOS ARGILOSOS – SÃO DIFÍCEIS DE TRABALHAR FORA DE CERTAS ÉPOCAS (ESTADO DE SAZÃO) – FORMAM TORRÕES DUROS DIFÍCEIS DE DESFAZER – TÊM POUCO AREJAMENTO – SÃO DIFÍCEIS DE PENETRAR PELA ÀGUA, CONSERVANDO BEM A ÁGUA – SÃO RICOS – SÃO UNTUOSOS AO TACTO E FRIOS 20
  21. 21. PROPRIEDADES DO SOLO • COESÃO • É A PROPRIADADE EM VIRTUDE DA QUAL AS PARTICULAS DO SOLO SE JUNTAM ENTRE SI – AS TERRAS QUE TÊM POUCA COESÃO, ISTO É, COMPOSTAS POR PARTICULAS INDEPENDENTES, SÃO CHAMADAS TERRAS LIGEIRAS, LEVES OU SOLTAS – AS TERRAS QUE TÊM MUITA COESÃO, ISTO É, AS TERRAS EM QUE AS PARTICULAS SE UNEM E SE SOLDAM UMAS ÀS OUTRAS, CHAMAM-SE TERRAS LIGADAS, COMPACTAS OU FORTES 21
  22. 22. SOLO PROPRIEDADES DO • TENACIDADE • É A RESISTÊNCIA QUE A TERRA OPÕE À PENETRAÇÃO DOS INSTRUMENTOS ARATÓRIOS (CHARRUA, ENXADA, ETC.) – É UMA CONSEQUÊNCIA DA COESÃO – PODE-SE MODIFICAR A TENACIDADE E A COESÃO DOS SOLOS, INCORPORANDO CORRECTIVOS (CALCÁRIO) E MATÉRIA ORGÂNICA, OU POR MEIO DE TRABALHOS DE MOBILIZAÇÃO BEM CONDUZIDOS 22
  23. 23. PROPRIEDADES DO SOLO • PLASTICIDADE • É A POSSIBILIDADE DE AMASSANDO UM POUCO DE SOLO COM ÁGUA, O MOLDAR, DE MODO A CONSERVAR A FORMA QUE LHE FOI DADA – RESULTA DA EXISTÊNCIA DE QUANTIDADE SUFICIENTE DE ARGILA – PODE SER USADA COMO FORMA DE VERIFICAR NO CAMPO, APROXIMADAMENTE A TEXTURA: • TOMA-SE UM POUCO DE TERRA, HUMEDECE-SE COM UM POUCO DE ÁGUA, AMASSANDO ATÉ FORMAR UMA PASTA. ESFREGA-SE ESTA PASTA ENTRE AS PALMAS DAS MÃOS, ATÉ FORMAR UM ROLO, COM UMA ESPESSURA UM POUCO INFERIOR À DE UM LÁPIS E DE SEGUIDA, TENTA-SE TRANSFORMAR O ROLO NUMA CIRCUNFERÊNCIA QUE CAIBA NA PALMA DA MÃO, ENCURVANDO AS PONTAS ATÉ SE ENCONTRAREM. • SE NÃO CONSEGUIRMOS FORMAR O ROLO, O SOLO É ARENOSO. • CASO SE FORME ROLO, MAS NÃO SEJA POSSÍVEL ENROLÁ-LO SEM SE PARTIR, O SOLO É FRANCO ARENOSO. • SE SE ENROLAR MAIS OU MENOS, MAS COMEÇAR A PARTIR-SE, O SOLO É FRANCO. • SE FORMA UMA CIRCUNFERÊNCIA PERFEITA, O SOLO É ARGILOSO. 23
  24. 24. PROPRIEDADES DO SOLO • ADESIVIDADE • ADESIVIDADE É PROPRIEDADE EM VIRTUDE DA QUAL AS TERRAS ADEREM (COLAM) AOS ORGÃOS DAS MÁQUINAS (CHARRUA, ENXADA) – AS TERRAS MUITO TENAZES (COM MUITA TENACIDADE), MUITO COESIVAS (COM MUITA ADESÃO) SÃO ESTÁVEIS, OFERECEM UM APOIO SEGURO PARA AS PLANTAS, MAS SÃO DIFÍCEIS DE TRABALHAR. – AS TERRAS POUCO TENAZES, POUCO COESIVAS E POUCO ADESIVAS SÃO MENOS ESTÁVEIS E OFERECEM MENOS SEGURANÇA ÀS RAÍZES, MAS SÃO MAIS FÁCEIS DE TRABALHAR 24
  25. 25. ESTRUTURA • AS PARTICULAS DE MATÉRIA MINERAL E MATÉRIA ORGÂNICA LIGAM-SE ENTRE SI FORMANDO AGREGADOS (TORRÕES), COM FORMAS E TAMANHOS VARIÁVEIS, SEGUNDO O TIPO DE SOLO. • À FORMA, TAMANHO E MODO COMO SE ENCONTRAM UNIDAS AS PARTICULAS DÁ-SE O NOME DE ESTRUTURA. • ESTRUTURA É MODO COMO AS PARTICULAS DO SOLO (AREIA, LIMO, ARGILA, E MATÉRIA ORGÂNICA) SE ENCONTRAM UNIDAS, ISTO É, COMO FORMAM OS AGREGADOS. 25
  26. 26. QUE PRECISAM AS PLANTAS PARA CRESCER? • AS PLANTAS SÃO SERES VIVOS QUE, TAL COMO OS ANIMAIS, SÃO AFECTADAS NO SEU CRESCIMENTO POR VARIADISSÍMAS CAUSAS: – ALGUMAS CAUSAS DEPENDEM DA PRÓPRIA PLANTA. SÃO FACTORES GENÉTICOS. – OUTRAS CAUSAS SÃO AMBIENTAIS: LUZ E TEMPERATURA. – AS DOENÇAS E PRAGAS – HÁ FACTORES DEPENDENTES DA TERRA, CHAMADOS EDÁFICOS. O HOMEM PODE MODIFICAR PARA MELHOR AS SUA TERRAS: • PODE-LHES FORNECER NUTRIENTES: FERTILIZANDO • PODE-LHES FORNECER HUMIDADE: REGANDO • PODE-LHES FORNECER AR: LAVRANDO OU GRADANDO 26
  27. 27. NUTRIENTES • AZOTO - N • FÓSFORO - P • POTÁSSIO - K • CÁLCIO - Ca • MAGNÉSIO - Mg • ENXOFRE - S • FERRO - Fe • MANGANÊS - Mn • ZINCO - Zn • COBRE - Cu • BORO - B • MOLIBDÉNIO - Mo • CLORO - Cl 27
  28. 28. NUTRIENTES • • BASTA FALTAR UM DELES PARA QUE AS PLANTAS NÃO CRESÇAM O NORMAL E NÃO PRODUZAM BEM. HÁ NUTRIENTES QUE AS PLANTAS CONSOMEM EM MAIORES QUANTIDADES, CHAMAM-SE: – MACRONUTRIENTES: – AZOTO (N) – FÓSFORO (P) – POTÁSSIO (K) 28
  29. 29. NUTRIENTES • OS NUTRIENTES QUE AS PLANTAS CONSOMEM EM QUANTIDADES INFERIORES ÁS DOS MACRONUTRIENTES, EMBORA EM QUANTIDADES CONSIDERÁVEIS CHAMAM-SE: – MACRONUTRIENTES SECUNDÁRIOS: – CÁLCIO (Ca) – MAGNÉSIO (Mg) – ENXOFRE (S) 29
  30. 30. NUTRIENTES • OS NUTRIENTES QUE AS PLANTAS DE UMA MANEIRA GERAL, ABSORVEM EM QUANTIDADES REDUZIDAS CHAMAM-SE: – MICRONUTRIENTES: – – – – – – – – ALUMINIO (Al) FERRO (Fe) MANGANÊS (Mn) ZINCO (Zn) COBRE (Cu) BORO (B) MOLIBDÉNIO (Mo) CLORO (Cl) 30
  31. 31. NUTRIENTES • • OS MACRONUTRIENTES PRINCIPAIS ALÉM DE SEREM ABSORVIDOS EM GRANDES QUANTIDADES, A QUANTIDADE DISPONÍVEL NO SOLO É NA MAIOR PARTE DAS VEZES INSUFICIENTE, SENDO NECESSÁRIO QUASE SEMPRE APLICÁ-LO SOB A FORMA DE FERTILIZANTES (ADUBOS) QUANDO EXISTEM NO SOLO EM EXCESSO, NÃO CAUSAM INTOXICAÇÃO ÀS PLANTAS. • OS MACRONUTRIENTES SECUNDÁRIOS EMBORA SEJAM ABSORVIDOS EM GRANDES QUANTIDADES PELAS PLANTAS, ADMITE-SE QUE EXISTAM NOS SOLOS EM QUANTIDADES SUFICIENTES NÃO SENDO NECESSÁRIO APLICÁLOS SOB A FORMA DE FERTILIZANTES • OS MICRONUTRIENTES QUANDO ABSORVIDOS EM GRANDES QUANTIDADES PODEM CAUSAR INTOXICAÇÕES. GERALMENTE EXISTEM NO SOLO EM QUANTIDADES SUFICIENTES. 31
  32. 32. AZOTO • O AZOTO FAZ PARTE DE SUBSTÂNCIAS COMO: – – – – VITAMINAS ENZIMAS PROTEINAS MOLÉCULA DE CLOROFILA(SUBSTÂNCIA VERDE QUE FUNDAMENTALMENTE EXISTE NAS FOLHAS) – SINTOMA DE DEFICIÊNCIA – AMARLECIMENTO DAS FOLHAS (CLOROSE) ESSE AMARELECIMENTO OBSERVA-SE PRIMEIRO NAS FOLHAS MAIS VELHAS – EXCESSO DE AZOTO – ATRASA A MATURAÇÃO – DIMINUI A RESISTÊNCIA ÀS DOENÇAS – PROVOCA A ACAMA(AS PLANTAS FICAM MAIS FRACAS, TOMBANDO COM FACILIDADE COM O VENTO) 32
  33. 33. AZOTO • FORMA AMONIACAL (AMÓNIO) (NH4) NÃO ASSIMILÁVEL PELAS PLANTAS • FORMA NITRICA (NO3) ASSIMILÁVEL PELAS PLANTAS • AZOTO (N) MUDA MUITO DEPRESSA DE FORMA • NITRIFICAÇÃO • OS COMPOSTOS AMONIACAIS PELA ACÇÃO DE MICROORGANISMOS SÃO TRANSFORMADOS EM NITRITOS (NO2) E LOGO DE SEGUIDA EM NITRATOS (NO3) 33
  34. 34. AZOTO • A NITRIFICAÇÃO DEPENDE DE: – – – – – BOM AREJAMENTO DO SOLO TEMPERATURA DO SOLO HUMIDADE DO SOLO PRESENÇA DE NH4 PRESENÇA DE CÁLCIO E FÓSFORO • DESNITRIFICAÇÃO • EM SOLOS ENCHARCADOS COM POUCO OXIGÉNIO 34
  35. 35. FÓSFORO • O FÓSFORO (P) NÃO É ARRASTADO PELAS ÁGUAS • FIXA-SE FORTEMENTE Á TERRA E POR VEZES AS PLANTAS TÊM DIFICULDADE EM O ABSORVER • HÁ VANTAGENS SE NA ADUBAÇÃO FICAR PRÓXIMO DAS RAÍZES • É DE GRANDE IMPORTÂNCIA NAS ZONAS DE CRESCIMENTO DAS PLANTAS COMO SEJAM NOS REBENTOS E AS RAÍZES. • AUMENTA A RESISTÊNCIA À SECURA 35
  36. 36. FÓSFORO • • • O FÓSFORO É UM ELEMENTO ESSENCIAL DAS SEMENTES E DOS FRUTOS AO CONTRÁRIO DO AZOTO O FÓSFORO NÃO É ABSORVIDO PELAS PLANTAS EM CONSUMO DE LUXO O FÓSFORO COMBATE ALGUNS DOS PROBLEMAS PROVOCADOS POR EXCESSO DE AZOTO: – DÁ RESISTÊNCIA AOS CAULES COMBATENDO A ACAMA. – AVANÇA A MATURAÇÃO – AUMENTA O METABOLISMO DO AZOTO EVITANDO A ACUMULAÇÃO DE NITRATOS E AMIDAS 36
  37. 37. FÓSFORO • SINTOMA DE DEFICIÊNCIA – MANIFESTA-SE PELO APARECIMENTO DE UMA COLORAÇÃO VERMELHO-VIOLETA, ESTA COLORAÇÃO APARECE EM PRIMEIRO LUGAR NAS FOLHAS VELHAS COMO AUMENTAR A DISPONIBILIDADE DE FÓSFORO NO SOLO: – CORRECÇÃO DO pH DO SOLO – ADIÇÃO DE MATÉRIA ORGÂNICA – APLICAÇÃO DO FÓSFORO PERTO DAS RAÍZES DAS PLANTAS 37
  38. 38. FÓSFORO FORMAS DO FÓSFORO NO SOLO • FORMA ORGÂNICA (MENOS REPRESENTATIVA) • FORMA MINERAL (MAIS REPRESENTATIVA) FORMA ORGÂNICA • NÃO É DIRECTAMENTE UTILIZÁVEL PELAS PLANTAS, A SUA ABSORÇÃO SÓ PODERÁ OCORRER APÓS SOFREREM A MINERALIZAÇÃO POR ACÇÃO DOS MICROORGANISMOS • SOLOS COM pH PRÓXIMO DO NEUTRO FACILITAM A MINERALIZAÇÃO 38
  39. 39. FÓSFORO FORMA MINERAL • EM SOLOS MUITO ÁCIDOS, O FÓSFORO É POUCO DISPONÍVEL • A PRESENÇA DE MATÉRIA ORGÂNICA PODE LEVAR A UMA MAIOR DISPONIBILIDADE DE FÓSFORO • NOS SOLOS ALCALINOS, O EXCESSO DE CARBONATO DE CÁLCIO LEVA Á IMOBILIZAÇÃO DO FÓSFORO 39
  40. 40. POTÁSSIO • É POUCO ARRASTADO PELA ÁGUA • QUALIDADE DOS PRODUTOS AGRÍCOLAS • RESISTÊNCIA DAS PLANTAS AOS INSECTOS E DOENÇAS • REGIME HÍDRICO DA PLANTA SINTOMA DE DEFICÊNCIA • MANIFESTA-SE NAS FOLHAS VELHAS, QUASE SEMPRE PELA MORTE E ENROLAMENTO SOBRE A PÁGINA DAS MARGENS DAS FOLHAS 40
  41. 41. MACRONUTRIENTES SECUNDÁRIOS • CÁLCIO • • A SUA FALTA PROVOCA GERALMENTE NA PLANTA A DEFORMAÇÃO DAS FOLHAS JOVENS E DOS PONTOS DE CRESCIMENTO TÊM GRANDE INFLUÊNCIA NAS PROPRIEDADES DO SOLO (pH) • MAGNÉSIO • QUANDO EM FALTA PROVOCA O APARECIMENTO DE MANCHAS AMARELADAS, QUE MAIS TARDE PODEM SECAR, ENTRE AS NERVURAS DAS FOLHAS MAIS VELHAS • ENXOFRE • CARÊNCIA MANIFESTA-SE POR UM AMARELECIMENTO GENERALIZADO A TODAS AS FOLHAS, PRINCIPALMENTE AS MAIS JOVENS 41
  42. 42. MICRONUTRIENTES • AS CARÊNCIAS EM MICRONUTRIENTES MANIFESTAM-SE GERALMENTE NAS FOLHAS MAIS NOVAS • COMO SÃO NECESSÁRIOS À PLANTA EM QUANTIDADES MUITO PEQUENAS A SUA APLICAÇÃO SÓ DEVE SER FEITA EM CASO DE NECESSIDADE • APLICAÇÕES EXCESSIVAS PODEM PROVOCAR CASOS DE TOXICIDADE 42
  43. 43. NUTRIENTES • A IDENTIFICAÇÃO DOS SINTOMAS DE CARÊNCIA NAS PLANTAS NÃO É FACIL, ALÉM DE DIFERENTES ENTRE OS VÁRIOS TIPOS DE PLANTAS, AS PRAGAS, DOENÇAS, GEADAS E PESTICIDAS, etc. PODEM ORIGINAR SINAIS SEMELHANTES OU MODIFICAR OS EXISTENTES, MUITAS VEZES SÓ COM O AUXÍLIO DA ANÁLISE DA TERRA OU ANÁLISE DA PLANTA SE PODERÁ IDENTIFICAR A CAUSA • SE A PLANTA MANIFESTAR SINTOMAS DE CARÊNCIA, MESMO QUE SE PROCEDA À SUA CORRECÇÃO, A PRODUÇÃO NESSE ANO VIRÁ AFECTADA, TANTO MAIS QUANTO MAIS CURTO FOR O CICLO VEGETATIVO DA PLANTA E MAIS TARDE SE FIZER A SUA CORRECÇÃO 43
  44. 44. ANÁLISE DA TERRA • A ANÁLISE DA TERRA INFORMA SOBRE O SEU ESTADO DE FERTILIDADE • FICA-SE A SABER QUAIS OS NUTRIENTES QUE ESCASSEIAM, OS QUE ESTÃO EM QUANTIDADES EXCESSIVAS OU APROPRIADAS • É O PRIMEIRO PASSO PARA A DEFINIÇÃO DE UMA FERTILIZAÇÃO CORRECTA • COM A ANÁLISE DE TERRA ELIMINA-SE O RISCO DE APLICAR FERTILIZANTES DESNECESSÁRIOS EM VEZ DE OUTROS INDESPENSÁVEIS 44
  45. 45. ANÁLISE DA TERRA • COM A ANÁLISE EVITA-SE APLICAÇÃO DE FERTILIZANTES EM QUANTIDADES INSUFICIENTES OU EXAGERADAS • PERMITE AO AGRICULTOR INVESTIR EM ADUBOS E CORRECTIVOS COM MAIS GARANTIA DE SUCESSO • É CONVENIENTE PEDIR AS ANÁLISES COM A MAIOR ANTECEDÊNCIA POSSÍVEL, DE MODO QUE AGRICULTOR POSSA ADQUIRIR EM TEMPO OPORTUNO OS FERTILIZANTES NECESSÁRIOS 45
  46. 46. FERTILIZANTES F E R T IL IZ A N T E S ADUBOS ELEM ENTARES A Z O T A D O S (N ) F O S F A T A D O S (P ) P O T Á S S IC O S (K ) C O R R E C T IV O S C O M PO STO S B IN Á R IO S NeP NeK PeK T E R N Á R IO S N,P,K O R G Â N IC O S M IN E R A IS ESTRU M E PALHA CAL C A L C Á R IO GESSO ENXO FRE 46
  47. 47. ADUBOS • ACIDIFICANTES - AUMENTAM A ACIDEZ DO SOLO • NEUTROS - NÃO AUMENTAM NEM DIMINUEM A ACIDEZ DO SOLO • ALCALINIZANTES - ALCALINIZAM OS SOLOS (DIMINUEM A SUA ACIDEZ) • A FORÇA QUE UM ADUBO TEM EM ACIDIFICAR OU ALCALINIZAR UM SOLO É MEDIDA PELO SEU EQUIVALENTE DE ACIDEZ OU EQUIVALENTE DE BASICIDADE 47
  48. 48. CORRECTIVOS MELHORAM AS PROPRIEDADES QUÍMICAS, FÍSICAS E BIOLÓGICAS DO SOLO CORRECTIVOS ALCALINIZANTES CALCÁRIO CAL CORRECTIVOS ACIDIFICANTES ENXOFRE 48
  49. 49. CICLO DA ÁGUA

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