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Strongyloides stercoralis “Strongylos” = arredondado; esférico;  “stercus” = esterco; Causa a doença estrongiloidíase, e...
Larva Rabditóide         Vestíbulo bucal curto        (diferente da l. rabditóide da        Ancylostoma);         Primór...
Larva Filarióide           Esôfago longo;                Cauda    entalhada          (diferente da l. filarióide        ...
Auto-infecção
Sintomas Forma Aguda (penetração e fase pulmonar):   o Lesões cutâneas;   o Síndrome de Loeffler (tosse, falta de ar, bro...
Hiperinfecçãoo Auto-infecção interna acelerada;o Alto número de parasitas no pulmão e intestino  delgado;o Potencialmente ...
Pacientes Imunodeprimidos Uso de drogas imunosupressoras. Radioterapia. Uso Sistêmico de corticoesteróides. Lupus. In...
IntroduçãoA imunossupressão,como ocorre eminfecções por HIV,aumenta o risco desíndrome          dehiperinfecção     empaci...
Relato Clínico
PacienteDados:                 Sintomas: Mulher de 41 anos     Febre;  de idade;                        Tosse persisten...
Exames/Resultados Exame físico  Broncoespasmo; Raio X  Infiltração bilateral intersticial, normalmente relacionada com...
Histórico Médico Infecções Oportunistas:   PCP (Pneumonia por Pneumocystis jiroveci);   Encefalite por Toxoplasma;
o Clínico geral;o 48hrs: Atendimento de emergência na  ambulância (traqueobronquite aguda);o 72hrs: Hospital    especializ...
Hospital “Francisco J. Muñiz”∞ Trimetropin-metoxazol    +   corticóides intravenosamente.∞ Lavado Broncoalveolar.
Diagnóstico/Resultadoso Presença de Strongyloides stercoralis em  estágio de hiperinfecção.o Provavelmente foi infectada q...
A paciente não resistiu emorreu        de  falênciarespiratória.
Discussão
 A fatalidade da hiperinfecção por S. stercoralis está  relacionada com a AIDS?o Porque o parasita não foi encontrado no ...
 O diagnóstico precoce e o tratamento  oferecem uma alta porcentagem de cura; Poucos pacientes que convivem com a AIDS  ...
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  • Falar das fontes e dos autores! Ler com calma e falar sobre o caso clínico.
  • Tem alta prevalência em regiões tropicais e subtropicais Infecta mamíferos como cães, gatos, macacos e o homem. É um importante problema médico e social pois é facilmente transmitido , tem caráter crônico e auto-infecção e pode originar hiperinfecção, disseminação e reagudização de indivíduos imunodeprimidos como o caso que veremos a seguir.
  • Fêmea Parasita: faz partenogênese. Tem corpo cilíndrico com aspecto filiforme. Extremidade anterior arredondada e e posterior afilada. Esôfago Longo. Não apresenta Receptáculo seminal . Fêmea de vida livre ou estercoral Corpo Fusiforme. Extremidade anterior arredondada e posterior afilada. Útero divergente. Possui receptáculo seminal. Põe 28 ovos por dia. Macho de vida livre Corpo fusiforme. Extremidade anterior arredondada e posterios recurvada ventralmente. Possui testículos, vesícula seminal, canal eferente e etc... Ovos Parecidos com os ovos dos Ancilostomídeos. Parece fina e transparente. Ovo da Fêmea Livre é maior que o ovo da Fêmea parasita. São encontradas em fezes diarréicas. Larva Rabditóide Possui vestíbulo bucal curto (compreimento menos que o diâmetro do corpo). Apresenta primórdio genital nítido (diferente das larvas rabditóides de Ancilostomídeos - não tem). Terminam em cauda pontiaguda. Larva Filarióide Esôfago longo (metade do comprimento da larva). Tem cauda entalhada (diferente das larvas filarióides do ancilostomídeos que é pontiaguda). É a foma infectante do parasito pois penetra na pele e na mucosa.
  • Forma infectante do parasita que penetra em pele e na mucosa.
  • A fase do ciclo que se passa no solo exige solo arenoso, umidade alta, temperatura em 27ºC e ausência de luz solar direta. As larvas secretam melanoproteases que facilitam na penetração e na migração desta nos tecidos. A penetração cutânea é discreta, com reação celular apenas em torno das larvas mortas que não conseguiram atingir o sistema respiratório.
  • Causa sintomas como: pulmonar - tosse, febre, dispnéia, crises de asma e, em casos mais graves, broncopneumonia, edema pulmonar e insuficiência respiratória. Intestinal – enterite catarral (alta produção de muco), endematosa (desaparecimento do relevo mucoso  síndrome da má absorção), ulcerosa (parasitas provocam inflamação com eosinofilia intensa substituindo o tecido intestinal por fibroso – rigidez da mucosa intestinal). Em indivíduos com sistema imunitário saudável, a auto-infecção é eficientemente combatida, tornando a doença crônica, mas em imunodeprimidos como na SIDA / AIDS e outros, a auto-infecção pode causar problemas muito graves devido à multiplicação e constante invasão das larvas, caso chamado de hiper-infecção.
  • O diagnóstico não é feito com muita frequência pois os achados clínicos e radiográficos não são específicos.
  • PORÉM, É RARO!
  • Foi admitida na unidade de emergência. Tomava seu coquetel viral corretamente.
  • Devido a sua tosse persistente, ela já tinha ido a três médicos diferentes: Um clínico geral, que a deu um xarope, para suprimir a tosse. Ambulância de emergências, depois de 48 horas de febra a 38ºC, foi diagnosticada com traqueobronquite aguda , causada pela inalação de uma diversidades de broncodilatadores. Antes de chegar ao ponto da dispnéia, ela visitou um médico de um hospital especializado em pulmão, onde foi diagnosticada com PCP , onde foi receitado a administração do ATB trimetropin-sulfametoxazol oralmente. Como os sintomas não tinham melhorado e os ATB não estavam fazendo efeito, ela visitou o Hospital “Franscisco J. Muñiz”, especializado em doenças tropicais e infecciosas, onde médicos decidiram manter o tratamento dos ATB, porém, intravenosamente e com adição do corticóide. .
  • O lavado dessa amostra do sistema respiratório foi centrifugado e uma preparação foi feita a partir destes E os resultados obtidos foram:
  • Uma grande quantidade de larvas radbitóides e filarióides do S. stercoralis.
  • E uma pequena quantidade de ovos.
  • Ela morou na argentina por 30 anos em acomodações precárias, sem piso (terra), sem água potável e sem condições sanitária alguma e aterros sanitários. A paciente disse, antes de morrer que costumava andar constantemente nesse chão de terra onde ficavam a água sem tratamento e o lixo.
  • Strongyloides stercoralis hyperinfection in a patient with aids

    1. 1. Strongyloides stercoralisHyperinfection in a Patient With AIDS Fonte: Journal of the International Association of Phisians in AIDS Care – Volume 000 Number 00 – Abril 2009. Autores: Amadeo Javier Bava, MD, PhD Alcides R. Troncoso, MD, PhD
    2. 2. Strongyloides stercoralis “Strongylos” = arredondado; esférico; “stercus” = esterco; Causa a doença estrongiloidíase, estrongiloidose ou anguilulose; Regiões Tropicais e Subtropicais; Infecta preferencialmente mamíferos; É um importante problema médico e social.
    3. 3. Larva Rabditóide  Vestíbulo bucal curto (diferente da l. rabditóide da Ancylostoma);  Primórdio genital nítido (diferente da l. rabditóide da Ancylostoma);  Cauda pontiaguda.
    4. 4. Larva Filarióide  Esôfago longo;  Cauda entalhada (diferente da l. filarióide da Ancylostoma);  Forma infectante do parasita (L3).
    5. 5. Auto-infecção
    6. 6. Sintomas Forma Aguda (penetração e fase pulmonar): o Lesões cutâneas; o Síndrome de Loeffler (tosse, falta de ar, bronquite), febre, crises asmatiformes; Forma crônica (intestinal): o Moderada: dor abdominal, náuseas, vômitos, diarréia, má absorção; Forma Disseminada (hiperinfecção): o Larvas em diversos órgãos; o Infecções bacterianas secundárias;
    7. 7. Hiperinfecçãoo Auto-infecção interna acelerada;o Alto número de parasitas no pulmão e intestino delgado;o Potencialmente fatal, caso não seja diagnosticado precocemente;o Acontece, na sua grande maioria, em indivíduos imunodeprimidos, com constipação intestinal e que ingerem corticoesteróides.
    8. 8. Pacientes Imunodeprimidos Uso de drogas imunosupressoras. Radioterapia. Uso Sistêmico de corticoesteróides. Lupus. Indivíduos imunodeprimidos por:  Neoplasias;  Síndrome Nefrótica;  HIV (AIDS);  Gravidez;  Desnutrição;
    9. 9. IntroduçãoA imunossupressão,como ocorre eminfecções por HIV,aumenta o risco desíndrome dehiperinfecção empacientes comestrongiloidíase.
    10. 10. Relato Clínico
    11. 11. PacienteDados: Sintomas: Mulher de 41 anos  Febre; de idade;  Tosse persistente; Caucasiana;  Dispnéia (falta de ar);  Aparentava estar Portadora do vírus severamente doente; HIV;
    12. 12. Exames/Resultados Exame físico  Broncoespasmo; Raio X  Infiltração bilateral intersticial, normalmente relacionada com pneumonia causada por Pneumocystis jiroveci (PCP).
    13. 13. Histórico Médico Infecções Oportunistas:  PCP (Pneumonia por Pneumocystis jiroveci);  Encefalite por Toxoplasma;
    14. 14. o Clínico geral;o 48hrs: Atendimento de emergência na ambulância (traqueobronquite aguda);o 72hrs: Hospital especializado em pulmão;o 96hrs: Hospital “Franscisco J. Muñiz”, especializado em doenças tropicais e infecciosas.
    15. 15. Hospital “Francisco J. Muñiz”∞ Trimetropin-metoxazol + corticóides intravenosamente.∞ Lavado Broncoalveolar.
    16. 16. Diagnóstico/Resultadoso Presença de Strongyloides stercoralis em estágio de hiperinfecção.o Provavelmente foi infectada quando morou na província de Corrientes, no nordeste da Argentina (região endêmica).
    17. 17. A paciente não resistiu emorreu de falênciarespiratória.
    18. 18. Discussão
    19. 19.  A fatalidade da hiperinfecção por S. stercoralis está relacionada com a AIDS?o Porque o parasita não foi encontrado no exame de fezes? Quem você culpa por não ter analisado os outros fatores do histórico médico dela? Como: • Morar ou viajar para uma região endêmica; • Andar descalços em regiões sem higiene; • Condições sanitária precárias; • Baixo grau de educação;
    20. 20.  O diagnóstico precoce e o tratamento oferecem uma alta porcentagem de cura; Poucos pacientes que convivem com a AIDS adquirem hiperinfecção por S. stercoralis; Análise do histórico epidemiológico dos pacientes, principalmente os imunocomprometidos evitam esse tipo de fatalidade; A família se opôs a realização da autópsia.

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