influenza A (H1N1)



       Dr Renato S Grinbaum
Virus
RNA, enveloped

Viral family:
Orthomyxoviridae

Size:
80-200nm or .08 – 0.12
µm (micron) in diameter           Credi...
Influenza virus




(Paul Digard, Dept Pathology, University of Cambridge)
Definitions: General

Epidemic – a located cluster of cases
Pandemic – worldwide epidemic
Antigenic drift
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ALTERAÇÕES ANTIGÊNICAS
(“ANTIGENIC DRIFTS”)

 Genes codificadores de HA e NA
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MUDANÇAS ANTIGÊNICAS
(“ANTIGENIC SHIFTS”)

 “novas” proteínas HA ou NA pela
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Haemagglutinin subtype        Neuraminidase subtype




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De onde vem H e N do vírus
Influenza A?

    14 tipos de HA
    (H1-H14)
     9 tipos de NA
    (N1-N9)
      todas circul...
De onde vem as “novas” HA e NA?
- A ‘nova’ gripe aviária pode infectar
humanos diretamente?

                  Gripe aviária H5N1?
Annual influenza
                              epidemics

3-5 million cases of severe illness


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Deaths from infectious
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  1918                        1968
   “Spanish flu”          “Hong Kon...
Pandemic Influenza Summary
 Easily transmitted from person to person
 Highly infectious virus
 Most of population has no e...
Worst case scenario


Pandemic of human-adapted avian influenza
such as the 1997 H5N1 strain could easily
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“GRIPE”

Doença respiratória febril com
sintomas sistêmicos causada por
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organismos e inad...
SINTOMAS
•   FEBRE
•   DOR DE CABEÇA
•   MIALGIA
•   TOSSE
•   RINITE
•   SINTOMAS OCULARES

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GRIPE
• Influenza Verdadeira
 –Virus influenza A ou Vírus
  influenza B
 –Virus influenza C (menos
  severo)

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MUCOSA DE TRAQUÉIA NORMAL




        3 DIAS PÓS-INFECÇÃO                          7 DIAS PÓS-INFECÇÃO
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RECUPERAÇÃO
• INTERFERON – MUITO IMPORTANTE NA
 RECUPERAÇÃO MAS PRODUZ OS EFEITOS
 COLATERAIS TÍPICOS DA GRIPE:
  – FEBRE,...
ASPECTOS CLÍNICOS
    •Os casos de mortalidade e morbidade
    tem aumentado devido a alguns
    possíveis fatores:



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COMPLICAÇÕES
        PULMONARES
• CRUPE (CRIANÇAS JOVENS)
• PNEUMONIA PRIMÁRIA PELO VÍRUS
• INFECÇÕES BACTERIANAS
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COMPLICAÇÕES NÃO-
        PULMONARES
• miosite (rara, > em crianças, > mais
  comum no tipo B)
• complicações cardíacas
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Síndrome de Reye
•   fígado – depósitos de gordura
•   cérebro - edema
•   vômito, letargia, coma
•   Fatores de risco
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DIAGNÓSTICO
• ISOLAMENTO VIRAL
 – NARIZ, SWAB DE GARGANTA
 – CULTURA DE TECIDOS OU OVOS
• SOROLOGIA
• AMPLIFICAÇÃO GÊNICA ...
VACINA

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 PRINCIPAIS SUBTIPOS
 ANTIGÊNICOS
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    tipo A - H1N1
    tipo A - H3N2
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VACINA
 inativadas
 Crescidas em ovos
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 crianças

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RECOMENDAÇÕES
 Vacina anual é recomendada para pessoas com
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 influenza:

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Tratamento da gripe

 Pessoas em risco
 Formas graves
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Extraídas do Manual de Normas Técnicas do CVE-
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Influenza e diálise
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  profissional que terá contato direto e
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ftp://ftp.cve.saude.sp.gov.br/doc_tec/RESP/NT09_FLUALERTA2...
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Influenza e nefrologia

  1. 1. influenza A (H1N1) Dr Renato S Grinbaum
  2. 2. Virus RNA, enveloped Viral family: Orthomyxoviridae Size: 80-200nm or .08 – 0.12 µm (micron) in diameter Credit: L. Stammard, 1995 Three types A, B, C Surface antigens H (haemaglutinin) N (neuraminidase)
  3. 3. Influenza virus (Paul Digard, Dept Pathology, University of Cambridge)
  4. 4. Definitions: General Epidemic – a located cluster of cases Pandemic – worldwide epidemic Antigenic drift Changes in proteins by genetic point mutation & selection Ongoing and basis for change in vaccine each year Antigenic shift Changes in proteins through genetic reassortment Produces different viruses not covered by annual vaccine
  5. 5. ALTERAÇÕES ANTIGÊNICAS (“ANTIGENIC DRIFTS”) Genes codificadores de HA e NA acumulam mutações Resposta imune não protege totalmente Gera epidemias esporádicas
  6. 6. MUDANÇAS ANTIGÊNICAS (“ANTIGENIC SHIFTS”) “novas” proteínas HA ou NA pela natureza segmentada do genoma e rearranjos gênicos em co-infecções por diferentes subtipos. Anticorpos pré-existentes não protegem completamente. Podem gerar pandemias.
  7. 7. Haemagglutinin subtype Neuraminidase subtype H1 N1 H2 N2 H3 N3 H4 N4 H5 N5 H6 N6 H7 N7 H8 N8 H9 N9 H10 H11 H12 H13 H14 H15 H16
  8. 8. Antigenic drift & shift drift shift (Albert Osterhaus, Erasmus University, Rotterdam, Netherlands)
  9. 9. De onde vem H e N do vírus Influenza A? 14 tipos de HA (H1-H14) 9 tipos de NA (N1-N9) todas circulam em aves e porcos Nem todas infectam humanos
  10. 10. De onde vem as “novas” HA e NA?
  11. 11. - A ‘nova’ gripe aviária pode infectar humanos diretamente? Gripe aviária H5N1?
  12. 12. Annual influenza epidemics 3-5 million cases of severe illness Significant mortality among the elderly and in developing countries Enormous health care costs, economic loss and work absenteeism Current vaccines about 70 % protective
  13. 13. Deaths from infectious diseases in USA Deaths from infectious diseases fell in the United States during the 20th century. The spike shows the 1918 influenza pandemic, which killed more than 40 million people, include about 500,000 Americans. Graph: CDC.
  14. 14. Past Influenza Pandemics 1918 1968 “Spanish flu” “Hong Kong flu” Killed 40-50 million killed 46.000 H1N1 H3N2 1957 1997 “Asian flu” “Hong Kong” killed 98.000 First Human H5N1 H2N2 (killing 6/18)
  15. 15. Pandemic Influenza Summary Easily transmitted from person to person Highly infectious virus Most of population has no experience (immunity) May also infect animals other than humans Limited or no vaccine Limited antiviral medications available Limited excess capacity in health care system
  16. 16. Worst case scenario Pandemic of human-adapted avian influenza such as the 1997 H5N1 strain could easily reach mortality rate of 30-40% Within a few months, 25% could have been infected Over 1/2 billion deaths …or worse
  17. 17. “GRIPE” Doença respiratória febril com sintomas sistêmicos causada por uma variedade de outros organismos e inadequadamente denominada “gripe”.
  18. 18. SINTOMAS • FEBRE • DOR DE CABEÇA • MIALGIA • TOSSE • RINITE • SINTOMAS OCULARES 33
  19. 19. GRIPE • Influenza Verdadeira –Virus influenza A ou Vírus influenza B –Virus influenza C (menos severo) 2
  20. 20. MUCOSA DE TRAQUÉIA NORMAL 3 DIAS PÓS-INFECÇÃO 7 DIAS PÓS-INFECÇÃO 10 Lycke and Norrby Textbook of Medical Virology 1983
  21. 21. RECUPERAÇÃO • INTERFERON – MUITO IMPORTANTE NA RECUPERAÇÃO MAS PRODUZ OS EFEITOS COLATERAIS TÍPICOS DA GRIPE: – FEBRE, MIALGIA, FATIGA, INDISPOSIÇÃO • RESPOSTA IMUNE MEDIADA POR CÉLULAS • REPARO TECIDUAL- PODE LEVAR ALGUM TEMPO 12
  22. 22. ASPECTOS CLÍNICOS •Os casos de mortalidade e morbidade tem aumentado devido a alguns possíveis fatores: • SEVERIDADE AUMENTA NOS – MUITO JOVENS – IDOSOS – IMUNO- COMPROMETIDOS – DOENTES CARDÍACOS E PULMONARES 34
  23. 23. COMPLICAÇÕES PULMONARES • CRUPE (CRIANÇAS JOVENS) • PNEUMONIA PRIMÁRIA PELO VÍRUS • INFECÇÕES BACTERIANAS SECUNDÁRIAS – Streptococcus pneumoniae – Staphlyococcus aureus – Hemophilus influenzae 35
  24. 24. COMPLICAÇÕES NÃO- PULMONARES • miosite (rara, > em crianças, > mais comum no tipo B) • complicações cardíacas • Encefalopatia (raro) • Fígado e SNC – Síndrome de Reye • Sistema nervoso periférico (síndrome de Guillian-Barré) 36
  25. 25. Síndrome de Reye • fígado – depósitos de gordura • cérebro - edema • vômito, letargia, coma • Fatores de risco – jovens – Certas infecções virais (influenza, varicela) – aspirina 37
  26. 26. DIAGNÓSTICO • ISOLAMENTO VIRAL – NARIZ, SWAB DE GARGANTA – CULTURA DE TECIDOS OU OVOS • SOROLOGIA • AMPLIFICAÇÃO GÊNICA (PCR) 40
  27. 27. VACINA ‘MELHORES ESCOLHAS’ DOS PRINCIPAIS SUBTIPOS ANTIGÊNICOS ATUALMENTE tipo A - H1N1 tipo A - H3N2 tipo B A cada ano verificar qual variante de um determinado subtipo é a melhor para garantir proteção
  28. 28. VACINA inativadas Crescidas em ovos Formulações aprovadas para idosos e crianças Vacina viva de rearranjos distintos aprovada em 2003 Para pessoas saudáveis com idades entre 5- 49 anos
  29. 29. RECOMENDAÇÕES Vacina anual é recomendada para pessoas com alto risco de complicações pelo vírus da influenza: - Maiores de 65 anos Crianças entre 6-23 meses Adultos e children com condições crônicas (e.g., asma, diabetes, cardíacos, falência renal, hemoglobinopatias ou resposta imune comprometida) Mulheres que estão grávidas durante uma epidemia Médicos, enfermeiros e pessoas que atuam em hospitais, clínicas ou asilos
  30. 30. Tratamento da gripe Pessoas em risco Formas graves Oseltamivir 75mg/VO duas vezes ao dia, por sete dias
  31. 31. Prevenção:Medidas de Prevenção Gerais Extraídas do Manual de Normas Técnicas do CVE- SP - Freqüente higienização das mãos. - Utilizar lenço descartável para higiene nasal; - Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir; - Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca; - Higienizar as mãos após tossir ou espirrar;
  32. 32. Prevenção:Medidas de Prevenção Gerais Extraídas do Manual de Normas Técnicas do CVE- SP - Evitar tocar superfícies com luvas ou outro EPI contaminados ou com mãos contaminadas. As superfícies envolvem aquelas próximas ao paciente (ex. mobiliário e equipamentos para a saúde) e aquelas fora do ambiente próximo ao paciente, porém relacionadas ao cuidado com o paciente (ex. maçaneta, interruptor de luz, chave, telefone celular, caneta, entre outros);
  33. 33. Prevenção:Medidas de Prevenção Gerais Extraídas do Manual de Normas Técnicas do CVE- SP - Não circular dentro ou fora do hospital usando EPI (avental); estes devem ser imediatamente removidos após a saída do quarto, enfermaria ou área de isolamento; - Restringir a atuação de profissionais de saúde com doença respiratória aguda na assistência ao paciente.
  34. 34. Influenza e diálise Vacinar anualmente pacientes e profissionais de saúde; Evitar que profissionais de saúde com infecções respiratórias agudas tenham contato direto com pacientes de risco, incluindo nefropatas e transplantados; Procurar identificar através de triagem pacientes com infecções respiratórias aguda, no momento da chegada à unidade; Paramentar com máscara cirúrgica pacientes com infecções respiratórias agudas dentro da unidade de diálise; Sempre que possível, separar pacientes com doença respiratória aguda em quarto separado dos demais;
  35. 35. Influenza e diálise Paramentar com máscaras cirúrgicas profissional que terá contato direto e próximo (<1 metro) com pacientes portadores de infecções respiratórias agudas; Estimular higienização de mãos; Disponibilizar estrutura mínima adequada para higienização das mãos; quando não houver possibilidade de pias, disponibilizar álcool a 70% gel em dispensador, ou embalagens individualizadas;
  36. 36. Influenza e diálise Orientar pacientes sobre cuidados gerais para prevenção de infecções respiratórias agudas; Orientar pacientes quanto a riscos das infecções respiratórias agudas, e orientar referência para atendimento; Tratar pacientes com risco (nefropatas, pneumopatas, transplantados, etc) com oseltamivir nas primeiras 48 horas após sintomas; Notificar autoridades em caso de surto de infecção respiratória aguda na unidade.
  37. 37. http://www.cdc.gov/vaccines/pubs/downloads/b_dialysis_guide.pdf ftp://ftp.cve.saude.sp.gov.br/doc_tec/RESP/NT09_FLUALERTA2707.pdf http://www.cve.saude.sp.gov.br/htm/resp/influa_polos.htm

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