Saúde Pública

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Vigilância em Saúde Pública: Vigilância sanitária, epidemiológica e ambiental.

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  • “ Vigilância é a observação contínua da distribuição e tendências da incidência de determinado objeto de estudo mediante a coleta sistemática, consolidação e avaliação de informes de morbidade e mortalidade, assim como de outros dados relevantes, a regulação e a disseminação dessas informações a todos os que necessitam conhecê-la".
  • É um conjunto articulado de ações destinadas a controlar determinantes , riscos e danos á saúde da população que vivem em determinados territórios, onde entram a abordagem individual e a coletiva dos problemas de saúde. A vigilância é hoje a ferramenta metodológica mais importante para a prevenção e controle de doenças em saúde pública. É consensual no discurso de todas as entidades de saúde pública mundo afora, desde as de âmbito internacional até as de abrangência local que não existem ações de prevenção e controle de doenças com base científica que não estejam estruturadas sobre sistemas de vigilância epidemiológica
  • E esse conjunto de ações é construída mediante processos de planejamento de caráter participativo , em que a equipe de saúde e representantes da população , na condição de atores sociais, elegem problemas prioritários e respectivas propostas de enfrentamento como seus objetivos de atuação. Ou seja, envolve a co-responsabilidade sanitária e a participação social.
  • Um terceiro método de controle era o cordão sanitário , caracterizado pelo isolamento de bairros, cidades ou áreas especificadas e não de indivíduos. Tinha por objetivo isolar as zonas afetadas para defender as áreas limpas.
  • Os agravantes ocasionaram um aumento do número de doenças e a disseminação destas. Devido a isso e ao desenvolvimento da microbiologia, surge, então, em saúde pública, um novo conceito de vigilância , a fim de observar contatos de pacientes atingidos pelas denominadas doenças pestilenciais.
  • Já na década de 60, os agentes da vigilância viram que não era mais suficiente a observação. Era necessário o acompanhamento sistemático dos agravos à saúde, afim de criar ou aprimorar medidas de controle.
  • Primeiramente aplicada em 1956, nos Estados Unidos, em uma epidemia de poliomelite em pessoas que tomaram a vacina. Esse caso permitiu a implementação do novo método, possibilitando a descoberta da causa da epidemia (vacina estragada), e a intensificação sobre os estudos da doença.
  • Avaliar o impacto de medidas de intervenção por meio de coleta e análise sistemática de informações relativas ao específico agravo, objeto dessas medidas. Avaliar a adequação de táticas e estratégias de medidas de intervenção, com base não só em dados epidemiológicos, mas também nos referentes à sua operacionalização.
  • É fundamental que a notificação seja enviada dentro dos prazos estabelecidos, mesmo que não tenha ocorrido nenhuma das doenças alvo. Neste caso, será enviada a notificação negativa, que demonstra que a V.E está sendo feita. Não notificar dentro do prazo, não significa ausência de casos, mas sistema de informação deficiente.
  • Se aplica a quem faz a vigilância, ou seja, o sistema de saúde.
  • Geralmente aplicado à doenças que ocorrem raramente ou sistemas voltados aos programas de erradicação de doenças .
  • São designados pelo sistema para servir como pronto alarme para a detecção de casos e surtos.
  • Dão um total de 208 hospitais de ensino e ou alta complexidade
  • Portanto, a subnotificação não permite que o sistema de saúde pública crie padrões que indiquem a incidência, risco atribuível e impacto das medidas de intervenção. Mesmo que a sub- notificação sujeita o profissional da saúde a punicões por parte das entidades de classe e pelo Ministério Público, a notifificação ainda é intensamente esquecida.
  • O pólio e a raiva tem incidência e prevalência baixíssima, pois são doenças erradicadas. Porém, devem ser controladas para que não retornem, pois possuem letalidade altíssima. Índice de Produtividade Perdida, como, por exemplo, dias de incapacidade no leito, dias de trabalho perdidos;
  • Ou seja, é um sistema utilizado para normatizar e controlar a situação sanitária, através de monitorização e avaliação dos perfis epidemiológicos de grupos populacionais, da qualidade de bens, produtos, serviços e procedimentos que interessem à saúde, ao meio ambiente e ao ambiente de trabalho. É um conjunto de medidas que visam elaborar , controlar a aplicação e fiscalizar o cumprimento de normas e padrões de interesses sanitários a diversos locais e substâncias (citar aeroportos, fronteiras, fármacos, cosméticos, alimentos). Neste aspecto, os grupos que podem atuar nesta área, consiste em equipes multidisciplinares compostas por: médicos, farmacêuticos, dentistas, biomédicos, biólogos, veterinários.
  • É uma autarquia sob regime especial , ou seja, uma agência reguladora caracterizada pela independência administrativa, estabilidade de seus dirigentes durante o período de mandato e autonomia financeira. É um campo de atuação muito complexo e multi-institucional de atuação (dentro e fora do setor saúde). Porém, funciona mal em todo o mundo devido a amplitude e a falta de punição. Dentre as punições possíveis, destaca-se: advertências, multas, apreensões, interdições e inutulização do produto e esta checagem acontece pelo “ Alvará de funcionamento ”, que deve ser tirada anualmente.
  • Tem como principal função reunir informações indispensáveis para conhecer: O comportamento de uma doença. A história natural de uma doença. Além de prever qualquer mudança que possa ocorrer no comportamento de uma enfermidade.
  • O funcionamento é falho pois não estão envolvidos somente as questões teóricas, mas também aspectos políticos, que influenciam na prática. Exemplo: Araraquara, que contém todos os dados sobre a dengue, foi a cidade que mais teve casos no ano de 2008, enquanto São Carlos e Rio Claro, que são cidades semelhantes socio-economicamente tiveram pouquíssimos casos. O mesmo aconteceu com Rio de janeiro.
  • FUNASA: Fundação Nacional de Saúde
  • Saúde Pública

    1. 1. Vigilância em Saúde Pública;Vigilância Sanitária,Epidemiológica e Ambiental.Denise Medeiros Selegato (Sula) – 3FBI:deniseselegato@yahoo.com.br
    2. 2. O que é Vigilância?? 1. Ato ou efeito de vigilar(-se). 2. Precaução, cuidado, prevenção. 3. Zelo, diligência. (Dicionário Aurélio)Observar, Analisar, Regular e Distribuir!
    3. 3. A vigilância como instrumento de saúdepública deve ser entendida como umpré-requisito para a elaboração deprogramas de saúde e um instrumentopara avaliação do seu impacto.
    4. 4. Vigilância Vigilância VigilânciaEpidemiológica Sanitária Ambiental + Participação social
    5. 5. Histórico Séculos XVII e XVIII. Tipo restritivo: I. Isolamento. II. Quarentena. III. Cordão sanitário.
    6. 6. Agravantes – Século XIX Crescimento das atividades comerciais nacionais e internacionais, principalmente via porto. Desenvolvimento da microbiologia e das ciências afins.
    7. 7. Década de 60 Observação sistemática de contatos de doentes.  “Nova” Vigilância.Acompanhamento sistemático de eventosadversos à saúde na comunidade, com opropósito de aprimorar as medidas decontrole.  “Novíssima” Vigilância.
    8. 8. “Novíssima” Vigilância em Saúde Pública  Coleta sistemática de dados relevantes (“acompanhamento”).  Análise contínua desses dados.  Regular a disseminação a todos os que necessitam conhecê-los. Primeiramente aplicada em 1956, nos Estados Unidos.
    9. 9. Hoje Identificar novos problemas e os fatores de risco que envolvem a ocorrência de doenças; Estimar a magnitude da mortalidade causadas por determinados agravos; Recomendar, com bases objetivas e científicas, as medidas necessárias para prevenir ou controlar a ocorrência de específicos agravos à saúde;
    10. 10. Hoje Avaliar a adequação de táticas e estratégias de medidas de intervenção, bem como seu impacto sobre a população; Revisar práticas antigas e atuais de sistemas de vigilância, afim de discutir prioridades em saúde pública e propor novos métodos de ação; Documentar a disseminação dedoenças (notificação); Detectar epidemias.
    11. 11. 1. Coleta de Dados
    12. 12. 1.Coleta de Dados Os dados coletados podem ser:o Demográficos;o Índice de Morbidade;o Índice de Mortalidade;o Notificação de epidemias e surtos;o Notificação de agravos inusitados;o Dados laboratoriais;o Dados de farmácia;o Imprensa;o Informação leiga.
    13. 13. 1.Coleta de Dados Principal fonte de dados: notificação São dados relativos a casos suspeitos ou confirmados de doenças ou óbitos.A notificação deve:l Conter dados fidedignos e precisos. Para isso, em geral, usam-se formulários apropriados que especificam exatamente quais os dados que devem ser colhidos.l Ser realizada em intervalos regulares.
    14. 14. 1.Coleta de DadosA notificação de agravos acontece para: Doenças transmissíveis (notificação compulsória)  Principal. Doenças não-transmissíveis ou outros agravos. 1. Cânceres; 2. Diabetes; 3. Causas Externas (homicídio, suicídio).
    15. 15. 1. Botulismo 20. Influenza humana por novo subtipo 2. Carbúnculo ou Antraz (pandêmico) 3. Cólera 21. Leishmaniose Tegumentar Americana 4. Coqueluche 22. Leishmaniose Visceral 5. Dengue 23. Leptospirose 6. Difteria 24. Malária 7. Doença de Creutzfeldt - Jacob 25. Meningite por Haemophilus influenzae 8. Doenças de Chagas (casos agudos) 26. Peste 9. Doença Meningocócica e outras 27. Poliomielite Meningites 28. Paralisia Flácida Aguda10.Esquistossomose (em área não endêmica) 29. Raiva Humana 11. Eventos Adversos Pós-Vacinação 30. Rubéola 12.Febre Amarela 31.Síndrome da Rubéola Congênita 13. Febre do Nilo Ocidental 32. Sarampo 14. Febre Maculosa 33. Sífilis Congênita 15. Febre Tifóide 34. Sífilis em gestante 16. Hanseníase 35. AIDS 17. Hantavirose 36. Síndrome Febril Íctero-hemorrágica Aguda 18. Hepatites Virais 37. Síndrome Respiratória Aguda Grave 19. Infecção pelo vírus HIV em gestantes e 38. Tétano crianças expostas ao risco de transmissão 39. Tularemia vertical 40. Tuberculose 41. Varíola
    16. 16. Tipos de Sistemas de Coleta em Saúde Pública Sistemas passivos. Sistemas ativos.
    17. 17. 1.Coleta de Dados Sistemas Passivos Tem como fonte de informação a notificação espontânea. Notificadores: médicos, farmacêuticos, enfermeiros, dentistas e etc... Método mais antigo e utilizado na maioria dos sistemas de vigilância.
    18. 18. Desvantagens Vantagens  Menor custo. Menos sensível  Maior simplicidade. (subnotificação). Menos representativo  Nem sempre é essencial (maior dificuldade dispormos do número total para a padronização da de casos para estabelecer definição de caso). medidas efetivas de controle.
    19. 19. 1.Coleta de Dados Sistemas Ativos Principal característica:Contato direto, a intervalos regulares, entre asequipes da vigilância e as fontes de informação (ex: hospital, laboratórios, clínicas).
    20. 20. Desvantagem Vantagens  Mais caros.  Permite conhecer melhor oNecessitam de uma melhor comportamento dos infra-estrutura dos serviços agravos à saúde na de saúde e a elaboração de comunidade. uma equipe especializada para a coleta de dados.
    21. 21. 1.Coleta de Dados Postos Sentinelas É um observatório ativo de agravos à saúde e do desempenho e segurança de produtos de saúde regularmente usados. Consiste na escolha de um estabelecimento de saúde, onde é formada uma equipe que, através da coleta ativa e sistemática de dados, obtém as informações epidemiológicas desejadas pelo sistema de vigilância.
    22. 22. 1.Coleta de Dados Região Norte - 18 hospitais sentinelas Região Nordeste - 41 hospitais sentinelas Região Centro-oeste - 13 hospitais sentinelas Região Sudeste - 80 hospitais sentinelas Região Sul - 36 hospitais sentinelas
    23. 23. 1.Coleta de Dados Fluxo de notificaçãoNíveis mais Periféricos Aumento da área de abrangência e do volume de informações disponíveis.Níveis mais Centrais(realiza a análise dos dados deforma mais refinada, e apoia asações desenvolvidas à nívellocal)
    24. 24. 1.Coleta de DadosLimitações dos Sistemas de Notificações 1. Subnotificação (sistemas passivos); 3. Baixa representatividade; 5. Inconsistência da definição de caso.
    25. 25. 1.Coleta de DadosLimitações dos Sistemas de Notificações 1. Subnotificação Pode diminuir a eficiência das ações de controle de doenças, pois: 1. Induz distorções: i. Na tendência observada em sua incidência; ii. Na estimativa do risco atribuível para se contrair uma enfermidade. 2. Interfere na exatidão da avaliação do impacto de medidas de intervenção.
    26. 26. 1.Coleta de DadosLimitações dos Sistemas de Notificações 1. SubnotificaçãoA subnotificação está relacionada com: Falta de conhecimento, por parte dos profissionais da saúde, da importância e dos procedimentos necessários para a notificação; Desconhecimento da lista de doenças submetidasà vigilância;
    27. 27. 1.Coleta de DadosLimitações de Sistemas de Notificações 1. Subnotificação • Falta de submetidas pelos profissionais, da relevância das doenças percepção, à vigilância; • Ausênciapreenchimento notificação,pela ausência consumido no de adesão à da ficha e pelo tempo do retorno da informação analisada com as recomendações técnicas pertinentes.
    28. 28. 1.Coleta de DadosLimitações dos Sistemas de Notificações 2. Baixa RepresentatividadeÉ resultante da subnotificação, dificultando a identificação de tendências, grupos e fatores de risco.Erros Sistemáticos: Maior notificação de casos de maior gravidade e hospitalizados do que os de característica benigna (mesmo que estes constituam as principais fontes de infecção). Notifica-se, com maior intensidade, doenças focalizadas pelos meios de comunicação.
    29. 29. 2. Análise de Dados
    30. 30. 2. Análise de Dados Identificação de Prioridades paraElaboração de um Programa de Ação o Incidência e prevalência de casos; o Letalidade (Pólio, Raiva); o Índices de produtividade perdida; o Taxa de mortalidade; o Anos de vida potencialmente perdidos;
    31. 31. 2. Análise de Dadoso Impacto potencial das medidas de intervenção sobre os fatores de risco (risco atribuível);o Identificação de subgrupos da população que estarão sujeitos a um risco elevado de ser atingidos pelo dano;o Custo e facilidade da intervenção x eficácia.
    32. 32. 2. Análise de DadosSistema Nacional de Laboratório de Saúde Pública Foi instituído pela Portaria n.º 2.031, de 23 de setembro de 2004. Tem objetivo de atender, com maior eficácia, as ações de vigilância.
    33. 33. 3. Regulação e Disseminação dos Dados Obtidos
    34. 34. Programas Programa Nacional dePrograma Nacional de Controle da DengueControle da Hanseníase
    35. 35. Programa Nacional de HIV/AidsPrograma Nacional deControle da Tuberculose
    36. 36. Programa Nacional de Imunizações
    37. 37. 3. Regulação e Disseminação dos Dados Obtidos Avaliação dos Programas de Vigilância em Saúde PúblicaSão usados para determinar a necessidade derealização de ações de saúde como para avaliar aefetividade dessas ações.
    38. 38. 3. Regulação e Disseminação dos Dados ObtidosA avaliação deve estar presente em todos os níveis do sistema, e deve levar em consideração:l A importância de determinado evento;l A utilidade e custo do determinado programa de ação;l A qualidade do programa de ação, medida através da representatividade, oportunidade, simplicidade, flexibilidade e aceitabilidade.
    39. 39. Observar Analisar Vigilâncias em Saúde PúblicaRegular Distribuir
    40. 40. Vigilância Sanitária
    41. 41. Vigilância SanitáriaDefinição: promulgada pela Lei 8.080“Conjunto de ações capaz de eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde e de intervir nos problemas sanitários decorrentes do meio ambiente, da produção e circulação de bens e da prestação de serviços de interesse da saúde, abrangendo: o controle de bens de consumo que, direta ou indiretamente, se relacionem com a saúde, compreendidas todas as etapas e processos, da produção ao consumo; e o controle da prestação de serviços que se relacionam direta ou indiretamente com a saúde.”
    42. 42. Vigilância SanitáriaANVISA
    43. 43. Vigilância Sanitária ANVISA: Justificativas São decorrentes de exigências sociais e políticas. Diluição do papel da administração pública como fornecedor exclusivo ou principal de serviços públicos.
    44. 44. Vigilância Epidemiológica: Prevenção e Controle
    45. 45. Vigilância Epidemiológica Definição: promulgada na Lei 8080/90“Conjunto de ações que propiciam oconhecimento, a detecção ou prevenção dequalquer mudança nos fatores determinantes econdicionantes da saúde individual ou coletiva,com a finalidade de recomendar e adotar medidasde prevenção e controle de determinadasdoenças ou agravos.”
    46. 46. Vigilância Epidemiológica Doenças prioritárias para a Vigilância EpidemiológicaA decisão sobre uma doença deve ser dependente das políticas de saúde e das prioridades de cada país, estado, região.
    47. 47. Vigilância EpidemiológicaEstas prioridades são determinadas com base: número de pessoas atingidas (magnitude); medidas de controle existentes (vulnerabilidade); viabilidade da implantação das medidas de controle (factibilidade); recursos disponíveis; definição dos grupos de população expostos a maior risco, nos quais deve-se concentrar medidas de controle.
    48. 48. Vigilância EpidemiológicaFuncionamento?
    49. 49. Vigilância Epidemiológica Tipos de dados utilizados pela V.E1. Dados demográficos (população total e a compreendida pelo programa) por: grupo de idade; zona geográfica; gênero, etc.
    50. 50. Vigilância Epidemiológica Tipos de dados utilizados pela V.E2. Dados de morbidade e mortalidade:Devem conter: nome, idade, sexo, residência, profissão, etc; datas do início da doença, da notificação e da investigação; antecedentes e data de vacinação; lista de comunicantes (contatos).
    51. 51. Vigilância Epidemiológica Tipos de dados utilizados pela V.E3. Dados do Programa de Controle de Doenças.ex: Programa de imunização número de doses de vacinas; cobertura vacinal; percentual de unidades com notificação regular; retroalimentação; apoio laboratorial.
    52. 52. Vigilância Ambiental
    53. 53. Vigilância AmbientalDefinição regulamentada no Decreto n.° 3.450, 2000, pela FUNASA“Conjunto de ações que proporciona o conhecimento e a detecção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana, com a finalidade de identificar as medidas de prevenção e controle dos fatores de risco ambientais relacionados às doenças ou outros agravos à saúde.”
    54. 54. Dúvidas? ? Obrigada!
    55. 55. Bibliografia Teixeira, Carmen F., Pinto, Lorene L. Vilasbôas , Ana Luiza. O processo de trabalho da vigilância em saúde. Vilasbôas, Ana Luzia. Planejamento e progamação das ações de vigilância em saúde no nível local do Sistema Único de Saúde. Revista Brasileira – Saúde Da Família 16 – Ano VII – Outubro a Dezembro de 2007 pg.63 a 67 http://189.28.128.100/portal/saude/profissional/area.cfm?id_area=974 – acesado em 07/06/2009 http://www.saude.sc.gov.br/gestores/sala_de_leitura/saude_e_cidadania/ed_07/06_0 - acessado em 07/06/2009 www.anvisa.gov.br/ - acessado em 28/06/2009 http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/saude_cidadania_volume07.pdf - acessado em 28/06/2009 Filme: www.mundofox.com.br/br/videos/epidemias http://www.presidenteprudente.sp.gov.br/secretarias/sms_vigilancia_epidemiologic http://www.opas.org.br/ambiente/temas.cfm?id=52&area=Conceito

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