SlideShare uma empresa Scribd logo
O método das ciências
da natureza
Conceito
A ciência da natureza é o
estudo sistemático e racional,
baseado em métodos
adequados de prova, da
natureza e do seu
funcionamento.
O desafio do método
As ciências avançam a partir de
problemas que desafiam a
compreensão dos cientistas. Mesmo
quando são solucionados, surgem
outros que exigem novas pesquisas.
A investigação científica
Inicialmente restrito à física e à
astronomia, o método científico
universalizou-se, servindo de modelo e
inspiração a outras ciências particulares
que se destacavam aos poucos do corpo
da filosofia natural*.
“Filosofia Natural” é a parte
da filosofia que trata do conhecimento
das primeiras causas e dos princípios do
mundo material.
Classificação das ciências
À medida que as ciências tornavam-se
autônomas, surgiu a necessidade de sua
classificação. Vários filósofos
propuseram-se a tarefa, de que resultou
uma enorme compreensível variação,
porque as ciências se encontraram em
contínua transformação e se situam por
vezes em limites não muito bem
definidos.
Ciências formais: matemática e lógica;
Ciências da natureza (ou ciências
naturais): física, química, biologia,
geologia, geografia física, etc.
Ciências humanas (ou culturais):
psicologia, sociologia, ciências sociais,
economia, história, geografia humana,
linguística, etnologia, etc.
O método experimental
Classicamente o método experimental
das ciências da natureza passa pelas
seguintes etapas: observação,
hipótese, experimentação,
generalização ( lei ) e teoria.
Comecemos pelo procedimento levado
a efeito por Claude Bernard, médico e
fisiólogo francês conhecido não só por
suas experiências em biologia, mas
também pelas reflexões sobre o método
Observação
A todo momento estamos observando,
mas a observação comum é com
frequência fortuita, feita ao acaso,
dirigida por propósitos aleatórios. A
observação científica, ao contrário é
rigorosa, precisa metódica, orientada
para a explicação dos fatos e, mais do
que isso, já orientada por uma teoria.
Hipótese
A hipótese é a explicação provisória dos
fenômenos observados, a interpretação
antecipada que deverá ser ou não
confirmada.
O papel da hipótese é reorganizar os
fatos de acordo com uma ordem e tentar
explicá-los provisoriamente.
Qual é a fonte da hipótese? A formulação
da hipótese não depende de
procedimentos mecânicos, mas de
Tipos de raciocínio
Além da imaginação criadora, vários
tipos de raciocínio orientam o cientista
na proposição de uma hipótese, tais
como:
Introdução;
Raciocínio Hipotético-dedutivo (
dedução );
Analogia.
Critérios de valor da hipótese
Usados para julgar o valor ou
aceitabilidade das hipóteses, tais como:
Relevância;
Possibilidade de ser submetida a
testes;
Compatibilidade com hipóteses já
confirmadas;
Experimentação
Enquanto a observação e o estudo dos
fenômenos como se apresentam
naturalmente, a experimentação é o
estudo dos fenômenos em condições
determinadas pelo experimentador.
Trata-se de observação provocada
para fim de controle da hipótese. Além
da experimentação de Claude Bernard
com os coelhos, outro exemplo clássico
de controle experimental foi realizado
Generalização
Aristóteles já dizia não existe ciência
senão universal. A análise dos
fenômenos nos leva à formulação de
leis, enunciados que descrevem
regularidades ou normas.
Na fase de experimentação,
analisamos as variações dos
fenômenos: observadas as relações
constantes, podemos generalizar.
Tipos de generalização
As leis empíricas (ou particulares) são
inferidas de alguns casos particulares,
por exemplo: “o calor dilata os corpos”,
“os mamíferos produzem sua própria
vitamina E”.
As leis teóricas ou teorias ditas são leis
mais gerais e abrangentes que reúnem
as diversas leis particulares sobre uma
perspectiva mais ampla, por exemplo: “a
teoria da gravitação de Newton engloba
as leis planetárias de Kepler e a lei da
A ciência como construção
Hipótese, lei e teoria todas são
hipotéticas e admitem diferentes graus
de comprovação, dependendo dos
testes a que foram submetidas. Ainda
que haja grande diferença entre uma
primeira hipótese não comprovada
pelos fatos e outra suficientemente
testada e corroborada pelos fatos, como
a teoria da gravitação universal de
Newton, mesmo está última poderá ser
contestada sob algum aspecto, como de
O desenvolvimento das ciências
da natureza
Após a física e a astronomia
estabelecerem seus métodos, foi a vez
de se constituírem outras ciências,
como a química. Depois foi a vez das
ciências biológicas e da medicina, que
se desenvolveram no século XIX.
O criacionismo
Existem diversas linhas de adesão. Os
mais radicais são ante evolucionistas,
pois creem na versão bíblica, rejeitando
que os seres humanos tenham derivado
de um ancestral simiesco. No entanto,
há os criacionistas moderados, que
reconhecem as evidências científicas da
evolução de plantas e animais, mas
atribuem a Deus uma ação contínua
nessa evolução.
Evolucionismo ou Criacionismo
As críticas que os cientistas fazem ao
criacionismo é que desde a Idade
Moderna a ciência se tornou laica, isto
é, a fé não deve ser tomada como
critério de avaliação de uma teoria. Isso
não significa desrespeitar ou negar as
crenças pessoais, mas apenas não
aceitá-las como critério de fundamento
para teorias científicas, porque a fé não
se coaduna com a exigência de
A Genética
Gregor Mendel apresentou os
resultados de uma experiência com
ervilhas. Procedendo ao cruzamento de
sucessivas sementes a partir da
combinação de sete caracteres, como
cor, forma, altura etc., chegou a
resultados estatísticos importantes para
elucidar fatores de hereditariedade.
Note-se que, pela primeira vez, um
biólogo usava a matemática em um
A fantástica descoberta da molécula
do DNA esclareceu o fenômeno da
hereditariedade ao explicar como os
ácidos nucleicos dirigem a produção
de proteínas, cuja sequência é única
em cada pessoa. Com isso
vislumbrou-se a possibilidade de
interpretar o plano genético de
qualquer organismo vivo, o que
começo a se concretizar na década de
1970 com a destinação de vultoso
A Crise da Ciência
O desenvolvimento da ciência tinha sido
significativa até o século XIX que não
era possível negar a excelência do
método científico para conhecer a
realidade. Filosofias como positivismo
de Comte e o evolucionismo de Spencer
traduziam o otimismo generalizado que
exaltava a capacidade de transformação
humana em direção a um mundo
melhor.
A ambiguidade do progresso
científico
No esboço que fizemos sobre o
desenvolvimento da ciência, iniciado
na Idade Moderna, ficou patente o
incrível impulso adquirido por ela
durante o século XX. Além de
inúmeras descobertas, houve também
um avanço sem procedentes nas
conquistas tecnológicas.
Valeu!!!

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Ciência e Método científico
Ciência e Método científicoCiência e Método científico
Ciência e Método científico
Tainara Lira
 
Conhecimento cientifico
Conhecimento cientificoConhecimento cientifico
Conhecimento cientifico
Lucila Pesce
 
Método científico
Método científicoMétodo científico
Método científico
Francisco Chaves
 
Tipos de-pesquisa
Tipos de-pesquisaTipos de-pesquisa
Tipos de-pesquisa
David Daniel Abacar
 
Senso comum e conhecimento científico
Senso comum e conhecimento científicoSenso comum e conhecimento científico
Senso comum e conhecimento científico
Helena Serrão
 
Ciências: dos metodo às leis
Ciências: dos metodo às leisCiências: dos metodo às leis
Ciências: dos metodo às leis
Miguel De Lima
 
Immanuel kant
Immanuel kantImmanuel kant
Immanuel kant
CarolineCougo
 
O nascimento da ciência moderna
O nascimento da ciência modernaO nascimento da ciência moderna
O nascimento da ciência moderna
Tony Oliveira
 
Epistemologia
EpistemologiaEpistemologia
Epistemologia
Ivanderson da Silva
 
Aula 01 - Conhecimento Científico
Aula 01 - Conhecimento CientíficoAula 01 - Conhecimento Científico
Aula 01 - Conhecimento Científico
Ghiordanno Bruno
 
Tipos de conhecimentos aula
Tipos de conhecimentos aulaTipos de conhecimentos aula
Tipos de conhecimentos aula
maloa
 
Conhecimento científico
Conhecimento científicoConhecimento científico
Conhecimento científico
Italo Colares
 
Racionalismo - Filosofia
Racionalismo - FilosofiaRacionalismo - Filosofia
Racionalismo - Filosofia
Carson Souza
 
Senso Comum e Ciência
Senso Comum e CiênciaSenso Comum e Ciência
Senso Comum e Ciência
Jorge Barbosa
 
O que é a filosofia
O que é a filosofiaO que é a filosofia
Filosofia
Filosofia Filosofia
Filosofia
Erica Frau
 
Conhecimento científico
Conhecimento científicoConhecimento científico
Conhecimento científico
mmartinatti
 
Apresentação metodologia científica
Apresentação metodologia científicaApresentação metodologia científica
Apresentação metodologia científica
Cintia Nogueira de Carvalho
 
História da Ciência - Ciência Moderna
História da Ciência - Ciência ModernaHistória da Ciência - Ciência Moderna
História da Ciência - Ciência Moderna
Kelvin Oliveira
 
Immanuel Kant e o criticismo kantiano
Immanuel Kant e o criticismo kantianoImmanuel Kant e o criticismo kantiano
Immanuel Kant e o criticismo kantiano
Colégio Nova Geração COC
 

Mais procurados (20)

Ciência e Método científico
Ciência e Método científicoCiência e Método científico
Ciência e Método científico
 
Conhecimento cientifico
Conhecimento cientificoConhecimento cientifico
Conhecimento cientifico
 
Método científico
Método científicoMétodo científico
Método científico
 
Tipos de-pesquisa
Tipos de-pesquisaTipos de-pesquisa
Tipos de-pesquisa
 
Senso comum e conhecimento científico
Senso comum e conhecimento científicoSenso comum e conhecimento científico
Senso comum e conhecimento científico
 
Ciências: dos metodo às leis
Ciências: dos metodo às leisCiências: dos metodo às leis
Ciências: dos metodo às leis
 
Immanuel kant
Immanuel kantImmanuel kant
Immanuel kant
 
O nascimento da ciência moderna
O nascimento da ciência modernaO nascimento da ciência moderna
O nascimento da ciência moderna
 
Epistemologia
EpistemologiaEpistemologia
Epistemologia
 
Aula 01 - Conhecimento Científico
Aula 01 - Conhecimento CientíficoAula 01 - Conhecimento Científico
Aula 01 - Conhecimento Científico
 
Tipos de conhecimentos aula
Tipos de conhecimentos aulaTipos de conhecimentos aula
Tipos de conhecimentos aula
 
Conhecimento científico
Conhecimento científicoConhecimento científico
Conhecimento científico
 
Racionalismo - Filosofia
Racionalismo - FilosofiaRacionalismo - Filosofia
Racionalismo - Filosofia
 
Senso Comum e Ciência
Senso Comum e CiênciaSenso Comum e Ciência
Senso Comum e Ciência
 
O que é a filosofia
O que é a filosofiaO que é a filosofia
O que é a filosofia
 
Filosofia
Filosofia Filosofia
Filosofia
 
Conhecimento científico
Conhecimento científicoConhecimento científico
Conhecimento científico
 
Apresentação metodologia científica
Apresentação metodologia científicaApresentação metodologia científica
Apresentação metodologia científica
 
História da Ciência - Ciência Moderna
História da Ciência - Ciência ModernaHistória da Ciência - Ciência Moderna
História da Ciência - Ciência Moderna
 
Immanuel Kant e o criticismo kantiano
Immanuel Kant e o criticismo kantianoImmanuel Kant e o criticismo kantiano
Immanuel Kant e o criticismo kantiano
 

Destaque

Ciências da natureza
Ciências da naturezaCiências da natureza
Ciências da natureza
PAFB
 
A ciência na história/ As ciências da Natureza/ As ciências humanas
A ciência na história/ As ciências da Natureza/ As ciências humanasA ciência na história/ As ciências da Natureza/ As ciências humanas
A ciência na história/ As ciências da Natureza/ As ciências humanas
Luciana Mara Silveira
 
A revolução científica do século xvii
A revolução científica do século xviiA revolução científica do século xvii
A revolução científica do século xvii
Alan
 
O método das ciências humanas
O método das ciências humanasO método das ciências humanas
O método das ciências humanas
Alan
 
Ciências da Natureza IEEBA
Ciências da Natureza IEEBACiências da Natureza IEEBA
Ciências da Natureza IEEBA
Governo do Estado do Rio Grande do Sul
 
Pacto caderno ciencias da natureza
Pacto caderno ciencias da natureza Pacto caderno ciencias da natureza
Pacto caderno ciencias da natureza
Gilvandenys Leite Sales
 
Introdução às Ciências Humanas
Introdução às Ciências HumanasIntrodução às Ciências Humanas
Introdução às Ciências Humanas
Vitor Vieira Vasconcelos
 
A ciência histórica
A ciência históricaA ciência histórica
A ciência histórica
cattonia
 
Atividades filosofia mito, senso comum e pensamento filosófico e científico
Atividades filosofia mito, senso comum e pensamento filosófico e científicoAtividades filosofia mito, senso comum e pensamento filosófico e científico
Atividades filosofia mito, senso comum e pensamento filosófico e científico
Doug Caesar
 
Ciencias humanas
Ciencias humanasCiencias humanas
Ciencias humanas
mmartinatti
 
O caminho desde a estrutura
O caminho desde a estruturaO caminho desde a estrutura
O caminho desde a estrutura
Ishtar Maria Rincon Alvarez
 
A evolução da ciência psicológica
A evolução da ciência psicológicaA evolução da ciência psicológica
A evolução da ciência psicológica
Girlenia Lima
 
Adolescência e puberdade
Adolescência e puberdadeAdolescência e puberdade
Adolescência e puberdade
Jessica Sofia Tavares
 
Puberdade e Adolescência
Puberdade e AdolescênciaPuberdade e Adolescência
Puberdade e Adolescência
Juliana Gomes
 
Adolescência
Adolescência Adolescência
Adolescência
Eliana Graça
 
Conceitos e classificação da ciência
Conceitos e classificação da ciênciaConceitos e classificação da ciência
Conceitos e classificação da ciência
Valdson Junior
 
Cinciashumanasapresentacao 141009123410-conversion-gate02
Cinciashumanasapresentacao 141009123410-conversion-gate02Cinciashumanasapresentacao 141009123410-conversion-gate02
Cinciashumanasapresentacao 141009123410-conversion-gate02
Marcelo Ribas
 
Ciências sociais e humanas
Ciências sociais e humanasCiências sociais e humanas
Ciências sociais e humanas
enfanhanguera
 
InformáTica Educativa
InformáTica EducativaInformáTica Educativa
InformáTica Educativa
Freiredg
 
Ciencias humanas e suas tecnologias
Ciencias humanas e suas tecnologiasCiencias humanas e suas tecnologias
Ciencias humanas e suas tecnologias
Anny Karine Machado
 

Destaque (20)

Ciências da natureza
Ciências da naturezaCiências da natureza
Ciências da natureza
 
A ciência na história/ As ciências da Natureza/ As ciências humanas
A ciência na história/ As ciências da Natureza/ As ciências humanasA ciência na história/ As ciências da Natureza/ As ciências humanas
A ciência na história/ As ciências da Natureza/ As ciências humanas
 
A revolução científica do século xvii
A revolução científica do século xviiA revolução científica do século xvii
A revolução científica do século xvii
 
O método das ciências humanas
O método das ciências humanasO método das ciências humanas
O método das ciências humanas
 
Ciências da Natureza IEEBA
Ciências da Natureza IEEBACiências da Natureza IEEBA
Ciências da Natureza IEEBA
 
Pacto caderno ciencias da natureza
Pacto caderno ciencias da natureza Pacto caderno ciencias da natureza
Pacto caderno ciencias da natureza
 
Introdução às Ciências Humanas
Introdução às Ciências HumanasIntrodução às Ciências Humanas
Introdução às Ciências Humanas
 
A ciência histórica
A ciência históricaA ciência histórica
A ciência histórica
 
Atividades filosofia mito, senso comum e pensamento filosófico e científico
Atividades filosofia mito, senso comum e pensamento filosófico e científicoAtividades filosofia mito, senso comum e pensamento filosófico e científico
Atividades filosofia mito, senso comum e pensamento filosófico e científico
 
Ciencias humanas
Ciencias humanasCiencias humanas
Ciencias humanas
 
O caminho desde a estrutura
O caminho desde a estruturaO caminho desde a estrutura
O caminho desde a estrutura
 
A evolução da ciência psicológica
A evolução da ciência psicológicaA evolução da ciência psicológica
A evolução da ciência psicológica
 
Adolescência e puberdade
Adolescência e puberdadeAdolescência e puberdade
Adolescência e puberdade
 
Puberdade e Adolescência
Puberdade e AdolescênciaPuberdade e Adolescência
Puberdade e Adolescência
 
Adolescência
Adolescência Adolescência
Adolescência
 
Conceitos e classificação da ciência
Conceitos e classificação da ciênciaConceitos e classificação da ciência
Conceitos e classificação da ciência
 
Cinciashumanasapresentacao 141009123410-conversion-gate02
Cinciashumanasapresentacao 141009123410-conversion-gate02Cinciashumanasapresentacao 141009123410-conversion-gate02
Cinciashumanasapresentacao 141009123410-conversion-gate02
 
Ciências sociais e humanas
Ciências sociais e humanasCiências sociais e humanas
Ciências sociais e humanas
 
InformáTica Educativa
InformáTica EducativaInformáTica Educativa
InformáTica Educativa
 
Ciencias humanas e suas tecnologias
Ciencias humanas e suas tecnologiasCiencias humanas e suas tecnologias
Ciencias humanas e suas tecnologias
 

Semelhante a O método da ciência da natureza

A Evolução da Ciência.pdf. Resumo do tema "A evolução da Ciência" .
A Evolução da Ciência.pdf. Resumo do tema "A evolução da Ciência" .A Evolução da Ciência.pdf. Resumo do tema "A evolução da Ciência" .
A Evolução da Ciência.pdf. Resumo do tema "A evolução da Ciência" .
filipepereira406050
 
Khun, pop..
Khun, pop..Khun, pop..
Khun, pop..
pyteroliva
 
16 o método científico
16 o método científico16 o método científico
16 o método científico
Joao Balbi
 
CIÊNCIA.pdf
CIÊNCIA.pdfCIÊNCIA.pdf
CIÊNCIA.pdf
AnaClaraBorgesdaSilv
 
21 o método científico
21 o método científico21 o método científico
21 o método científico
Joao Balbi
 
Teoria e Prática Científica - Helena Assumpção
 Teoria e Prática Científica - Helena Assumpção Teoria e Prática Científica - Helena Assumpção
Teoria e Prática Científica - Helena Assumpção
helenabci
 
A atitude científica
A atitude científicaA atitude científica
A atitude científica
MARISE VON FRUHAUF HUBLARD
 
Os parametros da pesquisa
Os parametros da pesquisaOs parametros da pesquisa
Os parametros da pesquisa
unesp
 
Verificab..
Verificab..Verificab..
Verificab..
pyteroliva
 
A ciência e sua estrutura
A ciência e sua estruturaA ciência e sua estrutura
A ciência e sua estrutura
eduardocondemoura
 
Cap 01(qualitativa)
Cap 01(qualitativa)Cap 01(qualitativa)
Cap 01(qualitativa)
Eliúde Maia
 
Aula de Metodologia do Trabalho Cientifico.ppt
Aula de Metodologia do Trabalho Cientifico.pptAula de Metodologia do Trabalho Cientifico.ppt
Aula de Metodologia do Trabalho Cientifico.ppt
Pedro Luis Moraes
 
Método científico
Método científicoMétodo científico
Método científico
Francisco Chaves
 
O método das ciências da natureza
O método das ciências da naturezaO método das ciências da natureza
O método das ciências da natureza
Lauriane Carvalho
 
TEORIA E PRÁTICA CIENTÍFICA
TEORIA E PRÁTICA CIENTÍFICATEORIA E PRÁTICA CIENTÍFICA
TEORIA E PRÁTICA CIENTÍFICA
jlpaesjr
 
O que e ciencia afinal
O que e ciencia afinalO que e ciencia afinal
O que e ciencia afinal
Ivo Mai
 
( Espiritismo) # - andre henrique - a revolucao do espirito # perspectivas ...
( Espiritismo)   # - andre henrique - a revolucao do espirito # perspectivas ...( Espiritismo)   # - andre henrique - a revolucao do espirito # perspectivas ...
( Espiritismo) # - andre henrique - a revolucao do espirito # perspectivas ...
Instituto de Psicobiofísica Rama Schain
 
( Espiritismo) # - andre henrique - a revolucao do espirito # perspectivas ...
( Espiritismo)   # - andre henrique - a revolucao do espirito # perspectivas ...( Espiritismo)   # - andre henrique - a revolucao do espirito # perspectivas ...
( Espiritismo) # - andre henrique - a revolucao do espirito # perspectivas ...
Instituto de Psicobiofísica Rama Schain
 
Aula 6º ano - Introdução às ciências, método científico, ciências e senso comum
Aula 6º ano - Introdução às ciências, método científico, ciências e senso comumAula 6º ano - Introdução às ciências, método científico, ciências e senso comum
Aula 6º ano - Introdução às ciências, método científico, ciências e senso comum
Leonardo Kaplan
 
Introdução a ciencia
Introdução a cienciaIntrodução a ciencia
Introdução a ciencia
ClaudiaGianine
 

Semelhante a O método da ciência da natureza (20)

A Evolução da Ciência.pdf. Resumo do tema "A evolução da Ciência" .
A Evolução da Ciência.pdf. Resumo do tema "A evolução da Ciência" .A Evolução da Ciência.pdf. Resumo do tema "A evolução da Ciência" .
A Evolução da Ciência.pdf. Resumo do tema "A evolução da Ciência" .
 
Khun, pop..
Khun, pop..Khun, pop..
Khun, pop..
 
16 o método científico
16 o método científico16 o método científico
16 o método científico
 
CIÊNCIA.pdf
CIÊNCIA.pdfCIÊNCIA.pdf
CIÊNCIA.pdf
 
21 o método científico
21 o método científico21 o método científico
21 o método científico
 
Teoria e Prática Científica - Helena Assumpção
 Teoria e Prática Científica - Helena Assumpção Teoria e Prática Científica - Helena Assumpção
Teoria e Prática Científica - Helena Assumpção
 
A atitude científica
A atitude científicaA atitude científica
A atitude científica
 
Os parametros da pesquisa
Os parametros da pesquisaOs parametros da pesquisa
Os parametros da pesquisa
 
Verificab..
Verificab..Verificab..
Verificab..
 
A ciência e sua estrutura
A ciência e sua estruturaA ciência e sua estrutura
A ciência e sua estrutura
 
Cap 01(qualitativa)
Cap 01(qualitativa)Cap 01(qualitativa)
Cap 01(qualitativa)
 
Aula de Metodologia do Trabalho Cientifico.ppt
Aula de Metodologia do Trabalho Cientifico.pptAula de Metodologia do Trabalho Cientifico.ppt
Aula de Metodologia do Trabalho Cientifico.ppt
 
Método científico
Método científicoMétodo científico
Método científico
 
O método das ciências da natureza
O método das ciências da naturezaO método das ciências da natureza
O método das ciências da natureza
 
TEORIA E PRÁTICA CIENTÍFICA
TEORIA E PRÁTICA CIENTÍFICATEORIA E PRÁTICA CIENTÍFICA
TEORIA E PRÁTICA CIENTÍFICA
 
O que e ciencia afinal
O que e ciencia afinalO que e ciencia afinal
O que e ciencia afinal
 
( Espiritismo) # - andre henrique - a revolucao do espirito # perspectivas ...
( Espiritismo)   # - andre henrique - a revolucao do espirito # perspectivas ...( Espiritismo)   # - andre henrique - a revolucao do espirito # perspectivas ...
( Espiritismo) # - andre henrique - a revolucao do espirito # perspectivas ...
 
( Espiritismo) # - andre henrique - a revolucao do espirito # perspectivas ...
( Espiritismo)   # - andre henrique - a revolucao do espirito # perspectivas ...( Espiritismo)   # - andre henrique - a revolucao do espirito # perspectivas ...
( Espiritismo) # - andre henrique - a revolucao do espirito # perspectivas ...
 
Aula 6º ano - Introdução às ciências, método científico, ciências e senso comum
Aula 6º ano - Introdução às ciências, método científico, ciências e senso comumAula 6º ano - Introdução às ciências, método científico, ciências e senso comum
Aula 6º ano - Introdução às ciências, método científico, ciências e senso comum
 
Introdução a ciencia
Introdução a cienciaIntrodução a ciencia
Introdução a ciencia
 

Mais de Fernando Pereira

Usina hidreletrica
Usina hidreletricaUsina hidreletrica
Usina hidreletrica
Fernando Pereira
 
Modelo OSI Camada Física
Modelo OSI Camada FísicaModelo OSI Camada Física
Modelo OSI Camada Física
Fernando Pereira
 
Erico verissimo Biografia
Erico verissimo BiografiaErico verissimo Biografia
Erico verissimo Biografia
Fernando Pereira
 
Jorge amado biografia
Jorge amado biografiaJorge amado biografia
Jorge amado biografia
Fernando Pereira
 
Herança do Sexo
Herança do SexoHerança do Sexo
Herança do Sexo
Fernando Pereira
 
Vinicius de Moraes: Biografia
Vinicius de Moraes: Biografia Vinicius de Moraes: Biografia
Vinicius de Moraes: Biografia
Fernando Pereira
 
Murilo mendes: Biografia
Murilo mendes: Biografia Murilo mendes: Biografia
Murilo mendes: Biografia
Fernando Pereira
 
Período entre Guerras
Período entre Guerras Período entre Guerras
Período entre Guerras
Fernando Pereira
 
Instalações Elétricas
Instalações Elétricas Instalações Elétricas
Instalações Elétricas
Fernando Pereira
 
O consumo de Energia no Brasil
O consumo de Energia no BrasilO consumo de Energia no Brasil
O consumo de Energia no Brasil
Fernando Pereira
 
Carvão Mineral e Energia Elétrica
Carvão Mineral e Energia ElétricaCarvão Mineral e Energia Elétrica
Carvão Mineral e Energia Elétrica
Fernando Pereira
 
A grande guerra
A grande guerraA grande guerra
A grande guerra
Fernando Pereira
 
Conceitos básicos de eletricidade
Conceitos básicos de eletricidadeConceitos básicos de eletricidade
Conceitos básicos de eletricidade
Fernando Pereira
 
História social do romantismo
História social do romantismoHistória social do romantismo
História social do romantismo
Fernando Pereira
 
As vanguardas Brasileiras e Vanguardas Europeias
As vanguardas Brasileiras e Vanguardas Europeias As vanguardas Brasileiras e Vanguardas Europeias
As vanguardas Brasileiras e Vanguardas Europeias
Fernando Pereira
 

Mais de Fernando Pereira (15)

Usina hidreletrica
Usina hidreletricaUsina hidreletrica
Usina hidreletrica
 
Modelo OSI Camada Física
Modelo OSI Camada FísicaModelo OSI Camada Física
Modelo OSI Camada Física
 
Erico verissimo Biografia
Erico verissimo BiografiaErico verissimo Biografia
Erico verissimo Biografia
 
Jorge amado biografia
Jorge amado biografiaJorge amado biografia
Jorge amado biografia
 
Herança do Sexo
Herança do SexoHerança do Sexo
Herança do Sexo
 
Vinicius de Moraes: Biografia
Vinicius de Moraes: Biografia Vinicius de Moraes: Biografia
Vinicius de Moraes: Biografia
 
Murilo mendes: Biografia
Murilo mendes: Biografia Murilo mendes: Biografia
Murilo mendes: Biografia
 
Período entre Guerras
Período entre Guerras Período entre Guerras
Período entre Guerras
 
Instalações Elétricas
Instalações Elétricas Instalações Elétricas
Instalações Elétricas
 
O consumo de Energia no Brasil
O consumo de Energia no BrasilO consumo de Energia no Brasil
O consumo de Energia no Brasil
 
Carvão Mineral e Energia Elétrica
Carvão Mineral e Energia ElétricaCarvão Mineral e Energia Elétrica
Carvão Mineral e Energia Elétrica
 
A grande guerra
A grande guerraA grande guerra
A grande guerra
 
Conceitos básicos de eletricidade
Conceitos básicos de eletricidadeConceitos básicos de eletricidade
Conceitos básicos de eletricidade
 
História social do romantismo
História social do romantismoHistória social do romantismo
História social do romantismo
 
As vanguardas Brasileiras e Vanguardas Europeias
As vanguardas Brasileiras e Vanguardas Europeias As vanguardas Brasileiras e Vanguardas Europeias
As vanguardas Brasileiras e Vanguardas Europeias
 

Último

UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
Manuais Formação
 
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptxTREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
erssstcontato
 
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃOAUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
FernandaOliveira758273
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Zenir Carmen Bez Trombeta
 
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
Gênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9ºGênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9º
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
sjcelsorocha
 
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica BasicaExercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
ElinarioCosta
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
A importância das conjunções- Ensino Médio
A importância das conjunções- Ensino MédioA importância das conjunções- Ensino Médio
A importância das conjunções- Ensino Médio
nunesly
 
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdfUFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
Manuais Formação
 
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Mary Alvarenga
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
Manuais Formação
 
filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou co...
filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou  co...filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou  co...
filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou co...
SidneySilva523387
 
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionaisResumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
beatrizsilva525654
 
Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...
Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...
Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...
samucajaime015
 
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTALPlanejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
katbrochier1
 
Aula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdf
Aula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdfAula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdf
Aula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdf
vitorreissouzasilva
 
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasnTabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
CarlosJean21
 
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptxRoteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
pamellaaraujo10
 
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptxSlides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 

Último (20)

UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
 
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
 
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptxTREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
TREINAMENTO DE BRIGADA DE INCENDIO BRIGADA CCB 2023.pptx
 
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃOAUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
AUTISMO LEGAL - DIREITOS DOS AUTISTAS- LEGISLAÇÃO
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
 
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
Gênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9ºGênero Textual sobre Crônicas,  8º e  9º
Gênero Textual sobre Crônicas, 8º e 9º
 
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica BasicaExercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
 
A importância das conjunções- Ensino Médio
A importância das conjunções- Ensino MédioA importância das conjunções- Ensino Médio
A importância das conjunções- Ensino Médio
 
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdfUFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
UFCD_6580_Cuidados na saúde a populações mais vulneráveis_índice.pdf
 
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
 
filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou co...
filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou  co...filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou  co...
filosofia e Direito- É a teoria que explica como a sociedade se organizou co...
 
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionaisResumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
Resumo de Química 10º ano Estudo exames nacionais
 
Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...
Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...
Aula de fundamentos de Programação Orientada a Objeto na linguagem de program...
 
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTALPlanejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
Planejamento BNCC - 4 ANO -TRIMESTRAL - ENSINO FUNDAMENTAL
 
Aula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdf
Aula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdfAula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdf
Aula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdf
 
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasnTabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
 
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptxRoteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
 
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptxSlides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
 

O método da ciência da natureza

  • 1. O método das ciências da natureza
  • 2. Conceito A ciência da natureza é o estudo sistemático e racional, baseado em métodos adequados de prova, da natureza e do seu funcionamento.
  • 3. O desafio do método As ciências avançam a partir de problemas que desafiam a compreensão dos cientistas. Mesmo quando são solucionados, surgem outros que exigem novas pesquisas.
  • 4. A investigação científica Inicialmente restrito à física e à astronomia, o método científico universalizou-se, servindo de modelo e inspiração a outras ciências particulares que se destacavam aos poucos do corpo da filosofia natural*. “Filosofia Natural” é a parte da filosofia que trata do conhecimento das primeiras causas e dos princípios do mundo material.
  • 5. Classificação das ciências À medida que as ciências tornavam-se autônomas, surgiu a necessidade de sua classificação. Vários filósofos propuseram-se a tarefa, de que resultou uma enorme compreensível variação, porque as ciências se encontraram em contínua transformação e se situam por vezes em limites não muito bem definidos.
  • 6. Ciências formais: matemática e lógica; Ciências da natureza (ou ciências naturais): física, química, biologia, geologia, geografia física, etc. Ciências humanas (ou culturais): psicologia, sociologia, ciências sociais, economia, história, geografia humana, linguística, etnologia, etc.
  • 7. O método experimental Classicamente o método experimental das ciências da natureza passa pelas seguintes etapas: observação, hipótese, experimentação, generalização ( lei ) e teoria. Comecemos pelo procedimento levado a efeito por Claude Bernard, médico e fisiólogo francês conhecido não só por suas experiências em biologia, mas também pelas reflexões sobre o método
  • 8. Observação A todo momento estamos observando, mas a observação comum é com frequência fortuita, feita ao acaso, dirigida por propósitos aleatórios. A observação científica, ao contrário é rigorosa, precisa metódica, orientada para a explicação dos fatos e, mais do que isso, já orientada por uma teoria.
  • 9.
  • 10. Hipótese A hipótese é a explicação provisória dos fenômenos observados, a interpretação antecipada que deverá ser ou não confirmada. O papel da hipótese é reorganizar os fatos de acordo com uma ordem e tentar explicá-los provisoriamente. Qual é a fonte da hipótese? A formulação da hipótese não depende de procedimentos mecânicos, mas de
  • 11. Tipos de raciocínio Além da imaginação criadora, vários tipos de raciocínio orientam o cientista na proposição de uma hipótese, tais como: Introdução; Raciocínio Hipotético-dedutivo ( dedução ); Analogia.
  • 12. Critérios de valor da hipótese Usados para julgar o valor ou aceitabilidade das hipóteses, tais como: Relevância; Possibilidade de ser submetida a testes; Compatibilidade com hipóteses já confirmadas;
  • 13. Experimentação Enquanto a observação e o estudo dos fenômenos como se apresentam naturalmente, a experimentação é o estudo dos fenômenos em condições determinadas pelo experimentador. Trata-se de observação provocada para fim de controle da hipótese. Além da experimentação de Claude Bernard com os coelhos, outro exemplo clássico de controle experimental foi realizado
  • 14. Generalização Aristóteles já dizia não existe ciência senão universal. A análise dos fenômenos nos leva à formulação de leis, enunciados que descrevem regularidades ou normas. Na fase de experimentação, analisamos as variações dos fenômenos: observadas as relações constantes, podemos generalizar.
  • 15. Tipos de generalização As leis empíricas (ou particulares) são inferidas de alguns casos particulares, por exemplo: “o calor dilata os corpos”, “os mamíferos produzem sua própria vitamina E”. As leis teóricas ou teorias ditas são leis mais gerais e abrangentes que reúnem as diversas leis particulares sobre uma perspectiva mais ampla, por exemplo: “a teoria da gravitação de Newton engloba as leis planetárias de Kepler e a lei da
  • 16. A ciência como construção Hipótese, lei e teoria todas são hipotéticas e admitem diferentes graus de comprovação, dependendo dos testes a que foram submetidas. Ainda que haja grande diferença entre uma primeira hipótese não comprovada pelos fatos e outra suficientemente testada e corroborada pelos fatos, como a teoria da gravitação universal de Newton, mesmo está última poderá ser contestada sob algum aspecto, como de
  • 17. O desenvolvimento das ciências da natureza Após a física e a astronomia estabelecerem seus métodos, foi a vez de se constituírem outras ciências, como a química. Depois foi a vez das ciências biológicas e da medicina, que se desenvolveram no século XIX.
  • 18. O criacionismo Existem diversas linhas de adesão. Os mais radicais são ante evolucionistas, pois creem na versão bíblica, rejeitando que os seres humanos tenham derivado de um ancestral simiesco. No entanto, há os criacionistas moderados, que reconhecem as evidências científicas da evolução de plantas e animais, mas atribuem a Deus uma ação contínua nessa evolução.
  • 19. Evolucionismo ou Criacionismo As críticas que os cientistas fazem ao criacionismo é que desde a Idade Moderna a ciência se tornou laica, isto é, a fé não deve ser tomada como critério de avaliação de uma teoria. Isso não significa desrespeitar ou negar as crenças pessoais, mas apenas não aceitá-las como critério de fundamento para teorias científicas, porque a fé não se coaduna com a exigência de
  • 20. A Genética Gregor Mendel apresentou os resultados de uma experiência com ervilhas. Procedendo ao cruzamento de sucessivas sementes a partir da combinação de sete caracteres, como cor, forma, altura etc., chegou a resultados estatísticos importantes para elucidar fatores de hereditariedade. Note-se que, pela primeira vez, um biólogo usava a matemática em um
  • 21.
  • 22. A fantástica descoberta da molécula do DNA esclareceu o fenômeno da hereditariedade ao explicar como os ácidos nucleicos dirigem a produção de proteínas, cuja sequência é única em cada pessoa. Com isso vislumbrou-se a possibilidade de interpretar o plano genético de qualquer organismo vivo, o que começo a se concretizar na década de 1970 com a destinação de vultoso
  • 23. A Crise da Ciência O desenvolvimento da ciência tinha sido significativa até o século XIX que não era possível negar a excelência do método científico para conhecer a realidade. Filosofias como positivismo de Comte e o evolucionismo de Spencer traduziam o otimismo generalizado que exaltava a capacidade de transformação humana em direção a um mundo melhor.
  • 24.
  • 25. A ambiguidade do progresso científico No esboço que fizemos sobre o desenvolvimento da ciência, iniciado na Idade Moderna, ficou patente o incrível impulso adquirido por ela durante o século XX. Além de inúmeras descobertas, houve também um avanço sem procedentes nas conquistas tecnológicas.