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1
www.geemgrupo.blogspot.com.br
DATA: 21/03/2016
O RECONHECIMENTO
CAPÍTULO V
2
3
Convite da diretoria do Hospital
para assistirem a uma reunião de
estudos e experimentações;
Jerônimo negara-se a participar;
Solicitava a presença de um
sacerdote;
Padre Miguel de Santarém;
Encaminhamento de Jerônimo
ao Isolamento;
Métodos educativos severos;
Espíritos recalcitrantes.
4
As vibrações aplicadas pelos médicos
espirituais “... atravessavam nosso
pensamento com os poderes mentais
que possuíam, devassavam nosso
caráter, examinando nossa
personalidade moral a fim de
deliberarem sobre a corrigenda mais
acertada.”
Tratamento magnético muito
eficiente, em alguns dias já podiam
reconhecer-se mais confortados e
raciocinando com maior clareza
Estado de semi-inconsciência,
julgavam que estavam sonhando.
Fluidos beneficentes iriam gradativamente expurgar as sensações físicas.
5
Questão 267 (Livro dos Espíritos): ENSAIO TEÓRICO DA SENSAÇÃO DOS
ESPÍRITOS
O perispírito é o agente das sensações externas;
Durante a vida, o corpo percebe as impressões exteriores e as transmite
ao Espírito por intermédio do perispírito;
A ligação entre corpo físico e perispiritual se desfaz lentamente na maioria
dos processos desencarnatórios; nos suicidas essa conexão permanece;
A dor que sentem não é propriamente uma dor física; é mais uma
reminiscência, porém igualmente penosa.
Sugestão de se educarem mentalmente, na
tentativa de varrerem os gestos que se
repetiam e se tornaram trejeito nervoso e
alucinado de socorrerem-se a si próprios, na
ânsia contumaz de se aliviarem do sofrimento
físico que o gênero de morte provocara.
7
Vício nervoso mental, sucedendo-se através
das vibrações naturais ao princípio vital,
repercutidas na mente e transmitidas à
organização físico-espiritual;
Foram encorajados a crer na imortalidade
da alma, e a não mais serem afetados pelos
distúrbios do envoltório físico-carnal.
“ Ficamos categoricamente convencidos da nossa qualidade de Espíritos
separados do envoltório corporal terreno, o que até então, para a maioria,
era motivo de confusões acerbas de assombros incompreensíveis”
8
Convite para reunião presidida por
Teócrito. Tratamento ministrado, espécie de
doutrinação – “terapêutica moral”.
“Já não deviam sentir aquelas impressões”
Aparelhos semelhantes aos existentes
nas enfermarias.
Belarmino de Queiroz e Souza fora convidado a voltar alguns anos do
momento exato do suicídio. Recordou, em cenas vistas por ele e por
todos, o sofrimento físico que a tuberculose provocara, as lutas
enfrentadas ante a ideia do suicídio, a tristeza inconsolável, a agonia
provocada pelo desejo de viver e a urgência do suicídio, as consequências
advindas do ato no plano espiritual.
9
10
“A grande maioria da assistência pôde compreender a razão da
ardência indescritível dos sofrimentos pelos quais vinham passando...”
Todos traziam fragmentos reluzentes,
quando ainda no Vale, como uma corda ou
cabo elétrico arrebentado, sem que a
energia se houvesse extinguido e isso
explicava todo o sofrimento que os abatia.
Cordão fluídico: liga o corpo físico ao
perispírito. Esse cordão só se escurecerá,
luminoso que é, no desencarne. Com o
suicida, permanece ainda luminoso e fica
pendurado no Espírito retendo a energia
que deveria ter sido usada na Terra.
Fazia-se indispensável, a fim de se desfazerem do enorme desequilíbrio
da organização fluídica, voltar a animar outro corpo carnal, visto que,
enquanto não o fizessem, seriam criaturas desarmonizadas com as leis
que regem o Universo, a quem indefiníveis incômodos os privariam de
quaisquer tipo de progresso.
11
“ Sim, meus amigos! Eu sou imortal!”
12
“ ...retroagimos com o pensamento até à infância e voltamos sobre os
próprios passos, e, muitas vezes banhados em copioso pranto, e
invariavelmente desapontados, confessamo-nos os próprios autores dos
desenganos que nos abateram nos bulcões do suicídio.”
“ Como agíramos mal no desempenho das tarefas diárias que a sociedade
impunha! ... fruto nefasto da escassa educação moral obtida nos lares
destituídos da verdadeira iluminação cristã!...Jovens que, apenas saídos da
adolescência, haviam tombado inermes ao primeiro choque com as
contrariedades comuns à existência terrena, preferindo a aventura do
suicídio”
13
Responsabilidade dos pais ou responsáveis que foram permissivos e
omissos com relação à educação moral e cristã e na imposição de limites a
seus filhos, favorecendo um desequilíbrio que poderia culminar no suicídio.
14
“Severas contas deveriam prestar futuramente
às Soberanas Leis os descautelosos pais que
permitiram asas às perniciosas inclinações dos
filhos, sem tentar corrigi-las, favorecendo assim
ocasiões aos desequilíbrios desesperados de
que o suicídio foi o lógico resultado”
Como deveriam ter agido para evitar o suicídio?
“Em vários casos a solução para os problemas, que abriram as portas
para o abismo, encontrava-se a dois passos de distância do sofredor:
surgiria o socorro enviado pela Providência ao seu filho bem-amado,
dentro de alguns dias, de poucos meses, bastando somente que este
se encorajasse para diminuta espera, em glorioso testemunho de
vontade, paciência e coragem moral, necessária ao seu progresso
espiritual.”
15
O fato de estarem aliviados dos exuberantes incômodos passados, não
implicava diminuição de culpabilidade.
Elenca onze instruções que foram ministradas como incentivo para uma
auto reforma que se fazia necessária:
1- Todos os homens são compostos por corpo carnal, corpo fluídico ou
perispírito e alma ou Espírito;
2- Homem, vivendo na Terra, é um espírito encarnado;
3- Um Espírito volta várias vezes a tomar novo corpo carnal, sobre a Terra;
4- O suicida é um Espírito criminoso;
5- O Espírito de uma suicida voltará a novo corpo terreno em condições
muito penosas de sofrimento;
6- A volta de um suicida a um novo corpo carnal é lei inevitável,
irrevogável;
7- Sucumbindo ao suicídio o homem rejeita e destrói o que a Providência
lhe concede para que se torne um Espírito mais evoluído;
8- O suicida raramente permanecerá durante muito tempo na
Espiritualidade;
9- O suicida é como um clandestino da Espiritualidade;
10- Renascendo em novo corpo carnal, o suicida experimentará as
mesmas ou semelhantes provações;
11- O estado indefinível de angústia, aflição e tristeza que muitas vezes
atinge a vida de um suicida reencarnado somente retornará à
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17
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Seminario Memórias de Um Suicida - Capítulo V - O Reconhecimento - 21-03-2016

  • 3. 3 Convite da diretoria do Hospital para assistirem a uma reunião de estudos e experimentações; Jerônimo negara-se a participar; Solicitava a presença de um sacerdote; Padre Miguel de Santarém; Encaminhamento de Jerônimo ao Isolamento; Métodos educativos severos; Espíritos recalcitrantes.
  • 4. 4 As vibrações aplicadas pelos médicos espirituais “... atravessavam nosso pensamento com os poderes mentais que possuíam, devassavam nosso caráter, examinando nossa personalidade moral a fim de deliberarem sobre a corrigenda mais acertada.” Tratamento magnético muito eficiente, em alguns dias já podiam reconhecer-se mais confortados e raciocinando com maior clareza Estado de semi-inconsciência, julgavam que estavam sonhando.
  • 5. Fluidos beneficentes iriam gradativamente expurgar as sensações físicas. 5
  • 6. Questão 267 (Livro dos Espíritos): ENSAIO TEÓRICO DA SENSAÇÃO DOS ESPÍRITOS O perispírito é o agente das sensações externas; Durante a vida, o corpo percebe as impressões exteriores e as transmite ao Espírito por intermédio do perispírito; A ligação entre corpo físico e perispiritual se desfaz lentamente na maioria dos processos desencarnatórios; nos suicidas essa conexão permanece; A dor que sentem não é propriamente uma dor física; é mais uma reminiscência, porém igualmente penosa.
  • 7. Sugestão de se educarem mentalmente, na tentativa de varrerem os gestos que se repetiam e se tornaram trejeito nervoso e alucinado de socorrerem-se a si próprios, na ânsia contumaz de se aliviarem do sofrimento físico que o gênero de morte provocara. 7 Vício nervoso mental, sucedendo-se através das vibrações naturais ao princípio vital, repercutidas na mente e transmitidas à organização físico-espiritual; Foram encorajados a crer na imortalidade da alma, e a não mais serem afetados pelos distúrbios do envoltório físico-carnal.
  • 8. “ Ficamos categoricamente convencidos da nossa qualidade de Espíritos separados do envoltório corporal terreno, o que até então, para a maioria, era motivo de confusões acerbas de assombros incompreensíveis” 8 Convite para reunião presidida por Teócrito. Tratamento ministrado, espécie de doutrinação – “terapêutica moral”. “Já não deviam sentir aquelas impressões” Aparelhos semelhantes aos existentes nas enfermarias.
  • 9. Belarmino de Queiroz e Souza fora convidado a voltar alguns anos do momento exato do suicídio. Recordou, em cenas vistas por ele e por todos, o sofrimento físico que a tuberculose provocara, as lutas enfrentadas ante a ideia do suicídio, a tristeza inconsolável, a agonia provocada pelo desejo de viver e a urgência do suicídio, as consequências advindas do ato no plano espiritual. 9
  • 10. 10 “A grande maioria da assistência pôde compreender a razão da ardência indescritível dos sofrimentos pelos quais vinham passando...” Todos traziam fragmentos reluzentes, quando ainda no Vale, como uma corda ou cabo elétrico arrebentado, sem que a energia se houvesse extinguido e isso explicava todo o sofrimento que os abatia. Cordão fluídico: liga o corpo físico ao perispírito. Esse cordão só se escurecerá, luminoso que é, no desencarne. Com o suicida, permanece ainda luminoso e fica pendurado no Espírito retendo a energia que deveria ter sido usada na Terra.
  • 11. Fazia-se indispensável, a fim de se desfazerem do enorme desequilíbrio da organização fluídica, voltar a animar outro corpo carnal, visto que, enquanto não o fizessem, seriam criaturas desarmonizadas com as leis que regem o Universo, a quem indefiníveis incômodos os privariam de quaisquer tipo de progresso. 11
  • 12. “ Sim, meus amigos! Eu sou imortal!” 12
  • 13. “ ...retroagimos com o pensamento até à infância e voltamos sobre os próprios passos, e, muitas vezes banhados em copioso pranto, e invariavelmente desapontados, confessamo-nos os próprios autores dos desenganos que nos abateram nos bulcões do suicídio.” “ Como agíramos mal no desempenho das tarefas diárias que a sociedade impunha! ... fruto nefasto da escassa educação moral obtida nos lares destituídos da verdadeira iluminação cristã!...Jovens que, apenas saídos da adolescência, haviam tombado inermes ao primeiro choque com as contrariedades comuns à existência terrena, preferindo a aventura do suicídio” 13
  • 14. Responsabilidade dos pais ou responsáveis que foram permissivos e omissos com relação à educação moral e cristã e na imposição de limites a seus filhos, favorecendo um desequilíbrio que poderia culminar no suicídio. 14 “Severas contas deveriam prestar futuramente às Soberanas Leis os descautelosos pais que permitiram asas às perniciosas inclinações dos filhos, sem tentar corrigi-las, favorecendo assim ocasiões aos desequilíbrios desesperados de que o suicídio foi o lógico resultado”
  • 15. Como deveriam ter agido para evitar o suicídio? “Em vários casos a solução para os problemas, que abriram as portas para o abismo, encontrava-se a dois passos de distância do sofredor: surgiria o socorro enviado pela Providência ao seu filho bem-amado, dentro de alguns dias, de poucos meses, bastando somente que este se encorajasse para diminuta espera, em glorioso testemunho de vontade, paciência e coragem moral, necessária ao seu progresso espiritual.” 15
  • 16. O fato de estarem aliviados dos exuberantes incômodos passados, não implicava diminuição de culpabilidade. Elenca onze instruções que foram ministradas como incentivo para uma auto reforma que se fazia necessária: 1- Todos os homens são compostos por corpo carnal, corpo fluídico ou perispírito e alma ou Espírito; 2- Homem, vivendo na Terra, é um espírito encarnado; 3- Um Espírito volta várias vezes a tomar novo corpo carnal, sobre a Terra; 4- O suicida é um Espírito criminoso; 5- O Espírito de uma suicida voltará a novo corpo terreno em condições muito penosas de sofrimento;
  • 17. 6- A volta de um suicida a um novo corpo carnal é lei inevitável, irrevogável; 7- Sucumbindo ao suicídio o homem rejeita e destrói o que a Providência lhe concede para que se torne um Espírito mais evoluído; 8- O suicida raramente permanecerá durante muito tempo na Espiritualidade; 9- O suicida é como um clandestino da Espiritualidade; 10- Renascendo em novo corpo carnal, o suicida experimentará as mesmas ou semelhantes provações; 11- O estado indefinível de angústia, aflição e tristeza que muitas vezes atinge a vida de um suicida reencarnado somente retornará à normalidade ao findar das causas que provocaram; 17
  • 18. 18

Notas do Editor

  1. Segundo CVV, para cada suicídio, há em média 5 ou 6 pessoas próximas ao falecido que sofrem sérias consequências sociais, emocionais e econômicas
  2. Para entender como os Espíritos estando desencarnados podem experimentar sensações e sofrimentos como os encarnados é preciso compreender o perispírito. Este pode mostrar perfuração à bala, punhal, abdome corroído por veneno, corpos retalhados, pescoços quebrados, pois há íntima ligação entre perispírito e corpo material, caso haja agressão em um deles, ocorrerá ressonância no outro. Isto ocorre pois as energias que envolvem essas duas “matérias continuam interagindo, resultando dessa troca, dores, incômodos.
  3. Hora do Angelus: corresponde as 6, 12 ou 18hs, relembra aos católicos , mediante preces e orações o momento da Anunciação, feita pelo Anjo Gabriel a Maria, da concepção de Jesus.
  4. Segunda causa de morte no mundo entre jovens de 15 a 29(OMS.) 20% das crianças e adolescentes do mundo têm alguma desordem mental(OMS) “sensação de vazio” para designar um estado aflitivo que acomete com frequencia os mais jovens. Situações mais estressantes: drogas, falta de habilidade para lidar com os problemas, ansiedade gerada pela avalanche de informações que recebem na internet, as redes sociais e seus amigos virtuais, Bulcão: enorme agonia ou padecimento; nuvem ou nevoeiro espesso e escuro
  5. Descauteloso: Imprudente; que se comporta sem cautela; desprovido de prudência; sem moderação.
  6. 5- corporeidade: propriedade do perispírito que tem a capacidade de moldar o corpo físico desde a fase embrionária do feto imprimindo às celulas e tecidos em formação as sua características.