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CAPÍTULO III
DATA: 07/03/2016
No Hospital “Maria de Nazaré”
Foram resgatados:
Camilo Cândido Botelho – tiro no
ouvido
Belarmino de Queiroz e Souza –
cortou os pulsos
Jerônimo de Araújo Silveira – tiro
no ouvido
João d’Azevedo - envenenamento
Mário Sobral - enforcamento
Durante o trajeto foram observando as paisagens
do caminho.
O lugar, apesar de região triste e desolada, com
certeza era bem melhor do que o vale.
Ficaram inquietos.
À distância a edificação apavorava, sugerindo
rigores e disciplinas austeras, além de poder,
grandeza e majestade.
Os ânimos serenaram quando avistaram a
inscrição: “LEGIÃO DOS SERVOS DE MARIA”.
Passaram pela
- Colônia Correcional (local bem protegido);
- Torre de Vigia – fortificação guerreira idêntica às
da Terra;
- Departamento de Vigilância – foram
reconhecidos e matriculados como internos da
Colônia.
Estavam em uma das mais importantes
agremiações da Legião chefiada pelo grande
Espírito de Maria de Nazaré.
Ali foram registrados com a identidade terrena, as
razões do suicídio, o gênero do mesmo e o local
onde foram enterrados.
As respostas eram gravadas em discos, espécie de
álbuns animados, graças a aparelhos magnéticos
especiais.
Foram conduzidos por estradas
projetadas, em veículos que
pareciam trenós puxados por
cavalos, e adentraram o campo,
chegando ao “Departamento
Hospitalar”.
Visualizavam indicações como:
Manicômio e Isolamento.
Ingressaram no “Hospital Maria
de Nazaré”.
Situava-se num parque ajardinado e constituía-se de
vários edifícios em estilo português, todos brancos.
Ficaram admirados com a beleza do lugar.
Não havia barreiras no Hospital,
diferente do Manicômio e
Isolamento.
Foram acompanhados por dois
indianos, Romeu e Alceste.
Foram separados em grupos de
dez. Cada enfermaria continha dez
leitos, alvíssimos e confortáveis,
amplos salões com balcões para o
parque.
Forneceram banho, vestuário
hospitalar e delicioso caldo. Isso
os fez recordar as reuniões em
família e choraram de emoção.
Destacava-se fascinante
tela a cores, luminosa e
como animada de vida e
inteligência. Era um
quadro da Virgem de
Nazaré, sublimado por
virtuosidades inexistentes
entre os gênios de pintura
na Terra.
Carlos e Roberto de Canalejas,
pai e filho, eram responsáveis
pela enfermaria.
Foram médicos na Terra.
Estes os tranquilizaram e os
fizeram repousar, dizendo:
Sois todos hóspedes de Maria
de Nazaré, a doce mãe de
Jesus... Esta casa é dela.
Começaram a melhorar e sentiram o raciocínio aclarar.
Todavia, o reconforto mental aprofundava mais do que
balsamizava a angústia, pois percebiam a profundeza da
falta que cometeram contra si.
O sentimento era de desgosto, remorso, temor,
desapontamento e os fazia sentir vergonha da
assistência recebida.
Continuavam vivos, e bem vivos!...
Estampavam-se o assombro, o temor e o pesar
inconsolável em seus semblantes desfigurados.
Apesar da hospitalização, novas
amarguras os invadiam, as dores
físicas oriundas do ferimento
que fizeram, continuavam
supliciando suas sensibilidades.
Como sentiam-se de acordo com
o tipo de suicídio cometido:
Camilo e Jerônimo – tiro no
ouvido – gemiam de quando em
quando sob o imperativo do
ferimento feito no ouvido pela
arma de fogo.
Mário Sobral –
enforcamento – estorcia-se,
o pescoço intumescido, a
esbater-se em cacoetes
periódicos contra a asfixia.
João d’Azevedo – envenenamento
– retinha na mente torturada o
envenenamento do corpo, que lá se
consumira sob o túmulo, chorava de
mansinho.
Belarmino – cortou os pulsos –
esvaía-se em sangue, o braço
dolorido, entorpecido, já paralítico,
preludiando o seu drama físico, em
encarnação posterior.
Mas, o reconforto era sensível.
Eles já não viam as cenas mentais
do suicídio como no vale.
DRAMAS DE CADA UM
Mário Sobral – enforcado – grandes olhos negros ,
cabeleira revolta, olhar alucinado. Cursara a
Universidade de Coimbra, boêmio rico de Lisboa. Seu
palavreado era nervoso e fácil, seria excelente orador se
não tivesse saído da Universidade boêmio e não sábio.
Fora uma entidade das mais sofredoras do vale.
Abandonou a família por amor a Eulina, uma brasileira
que o traiu. Ele a matou estrangulada e suicidou-se
enforcado com tiras de lençóis da amada.
Mário começou contar sua história.
Sua mãe o ensinou os princípios das leis cristãs,
que tinham uma alma imortal, mas, infelizmente
para ele, ignorou a sabedoria materna desviando-
se pelas paixões mundanas.
Mas aceitava a crença na imortalidade da alma:
“Se estou aqui, depois de sofrer tudo que sofri
sem conseguir aniquilar dentro de mim as
potências da vida, é porque sou imortal!”.
Pediu perdão a Deus e
chorou.
Apesar da intensa
amargura, as lágrimas já
não traziam o macabro
característico das
convulsões que
provocavam no vale.
Narrou sua tragédia com
Eulina, por quem
abandonara sua esposa e
três filhos.
Depois de Mário Sobral, iniciou-se uma série de confissões
entre os dez.
A necessidade mútua de consolação os impeliu a abrir os
corações, MAS esse recurso é ineficiente para lenificar
angústias, porque, se é difícil a um suicida o consolar-se,
não será certamente recordando dores e desgraças
passadas que amenizará as penúrias que lhe oprimem a
alma.
Jerônimo – tiro no ouvido – português de bigodes
fartos. O mais impaciente e pretensioso entre eles, mais
incoerente e revoltado. Importador e exportador de
vinhos. Faliu.
Ele cria em Deus, era católico militante e tinha até direitos
a bençãos e indulgências especiais na Irmandade que
participava.
Confessou que nunca levou a sério os verdadeiros deveres
de cristão.
Quando veio a falência e suas consequências, não contou
com o apoio da família, a quem havia acostumado a luxos
excessivos e “fugiu” pelo suicídio.
Belarmino – cortou os pulsos – tuberculoso, era alto e
seco. Muito elegante e fino de maneiras.
Dizia-se rico e viajado, professor de Dialética, Filosofia e
Matemática. Poliglota.
Camilo era irônico com ele, mas jamais revidou suas
impertinências. Polido, educado e sentimental. Contudo
era orgulhoso e egoísta e achava-se superior a todos.
Viciado em jogo. Pensava que a morte o levaria ao Nada,
porque era muito materialista. Para ele a vida era a
expressão máxima da desgraça.
Convencera-se de que o amor era apenas uma secreção
do cérebro, por isso renunciou a constituir família para
não contribuir em lançar à vida outros desgraçados a
mais. Foi um estudioso de Filosofia. Estudava para
esquecer a miserável situação da humanidade.
Sua mãe também era materialista. Ela lhe bastava como
companhia. Foi sempre fisicamente débil, franzino,
triste, sonhador, infeliz e insatisfeito, apavorado do
existir. Ficou tuberculoso, por hereditariedade.
Para que esperar a dolorosa
marcha da tuberculose
apodrecer em lentos
suplícios aquele corpo que
afastou até sua mãe com
medo do contágio?
Morrer era uma solução
boa, muito lógica para quem
só via à frente um corpo
aniquilado pela doença e a
destruição absoluta do ser...
Com simplicidade, Jerônimo recriminou Belarmino por
não acreditar em Deus e este o questionou:
“porque ele, Jerônimo, que mesmo acreditando em Deus e
na sobrevivência da alma havia se matado? A crença em
um poder absoluto proíbe a infração do suicídio”, disse
ele.
Camilo Cândido Botelho –
tiro no ouvido porque ficou
cego.
Romancista, muito pobre.
Velho boêmio de Portugal,
orgulhoso, melindroso e
suscetível, que a morte não
corrigira.
Sentia que fora àquele lugar,
junto àquela corja, por uma
injustiça calamitosa.
Julgava-se melhor, mais digno
do que os outros fugitivos da
justiça.
Personagens de infelizes categorias não se acham à altura de
refrear impulsos do pensamento calando expansões diante de
afins, assim sendo, as torrentes de vibrações deseducadas
derramam-se do seu interior em palavreado ardente e
emotivo, ainda que não desejem, como se as comportas
magnéticas, que as retivessem na mente, se rompessem .
Então Camilo começou a falar:
“Sempre acreditei no Criador,
mas como ELE era uma
incógnita, não associei o respeito
a esse Ser à minha vida. Não cria
na existência de Leis onipotentes
partindo da Divindade Criadora e
cometi erros gravíssimos”.
Sofreu e sua vida foi fértil de
situações desanimadoras.
A resignação nunca foi virtude.
Seu caráter era violento e
agitado por índole.
Orgulhoso por natureza .
Após muitas lutas e insucessos, veio a cegueira! A
descrença em algo angelical (potestades) aumentou.
Duvidou de Deus. Havia outros homens cegos, mas ele
não poderia! Julgava injusto!
Indignado e inconformado com a cegueira, a obsessão
fatal do suicídio começou a lhe rondar.
Enamorou-se dela e lhe deu guarida com todo o
abandono do seu ser desanimado e vencido.
A morte estendia-lhe os braços, falsamente mostrando a
paz do túmulo.
Insocorrido pelo sereno consolador da Fé, que teria
suavizado o seu íntimo desespero, criou um romance
dolorido em torno de si mesmo e considerando-se
mártir, condenou-se sem apelação!
Matou-se por orgulho e vaidade, para que seus inimigos
não o vissem receber a compaixão alheia.
Não queria que assistissem à sua derrota.
Não olharia só para dentro de si mesmo.
Enumerou suas qualidades.
Era inteligente, porém pobre, idealista e bom, tinha
coração sentimental, era incompreendido, honesto,
probo, reto.
Julgou-se injustiçado.
Na verdade, era um poço de covardia, egoísmo, vaidade,
pretensão, falta de fé e descrença.
Impaciente e nada conformado, esses fatos tão comuns e
vulgares na vida cotidiana avultavam como verdadeiras
calamidades morais.
Só compreendeu uma coisa: que precisava morrer. Devia
morrer.
Concluiu:
“E quando uma criatura deixa de confiar no seu Deus e
Criador torna-se desgraçada. Quer o abismo, procura o
abismo, precipita-se no abismo!”
As blasfêmias ditas por Camilo espalharam malvadas
sugestões pelo ambiente mórbido da enfermaria.
A assembleia deixou-se resvalar para as vibrações
desarmoniosas e choraram prantos doloridos em crises
impressionantes, principalmente Jerônimo e Sobral, que
eram os mais sofredores.
O próprio Camilo se deprimira cruamente e chorava
lágrimas rescaldantes.
Acudiram enfermeiros a verem o que se passava, pois
não era previsto o incidente.
No hospital, o enfermo era rodeado da emanações
mentais revificantes de seu tutelares, visitados por
ondas magnéticas salutares e generosas, que visavam a
beneficiá-los.
Deveriam auxiliar o tratamento, conservando-se
silenciosos sem jamais conversar assuntos pessoais.
Conviria repousar, esquecer o passado tormentoso,
varrer recordações chocantes, refazendo-se quanto
possível.
Foram advertidos como infratores dos mais importantes
regulamentos internos.
Em todas as paredes haviam pedidos de silêncio.
Se reincidissem, seriam punidos com a transferência
para o isolamento, pois o fato, a repetir-se, causaria
distúrbios de consequências imprevisíveis, tanto para o
estado geral deles, quanto para a disciplina do hospital.
Passaram a ser vigiados severamente.
Um guarda do regimento de lanceiros hindus ficou de
plantão nas dependências.
Chegou depois um enfermeiro loiro, português, chamado
Joel Steel que os levaria para exames.
Sentiram alegria em saber que suas dores seriam
aliviadas.
Camilo pôde observar admirado a montagem, o grandioso
aparelhamento, conjunto de peças extraordinárias
apropriadas às necessidades da Clínica do astral,
demonstrando o elevado grau da Medicina, mesmo não
sendo zona adiantada da Espiritualidade.
Camilo foi transferido dos cuidados de Joel Steel para o
Dr. Roberto de Canalejas que o encaminhou para exames
da organização físico-espiritual – o perispírito.
Carlos de Canalejas, pai de
Roberto, médico e ancião
venerável, em companhia de
Rosendo, psiquiatra hindu,
coordenaram o trabalho de
assistência a Camilo.
Prestaram socorro físico-astral
nas regiões atingidas pelo tiro.
Ele toma consciência de que
possui um segundo corpo e
expressa:
“Ele foi submetido (o perispírito), a sondagem de luz,
banhos de propriedades magnéticas, bálsamos
quintenssenciados, intervenções de substâncias
luminosas extraídas dos raios solares. Foram também
extraídos mapas e fotografias movediças, sonoras, para
análises especiais que foram enviadas à “Seção de
Planejamento de Corpos Físicos”. “
“Os abnegados servos do
bem tiveram árduos
trabalhos para extinguirem
as correntes magnéticas
afins com o físico terreno, as
quais mantinham o
clamoroso desequilíbrio que
nenhuma expressão humana
será bastante veraz para
descrever.”
No perispírito persiste uma substância material,
conquanto quintessenciada, que lhe faculta a
possibilidade de adoecer, ressentir-se, pois que
semelhante estado de matéria é impressionável e
sensível, de natureza delicada, indestrutível, progressível,
sublime, não podendo, por isso mesmo, padecer, sem
grandes distúrbios, a violência de um ato brutal como um
suicídio, para o seu invólucro terreno.
As dúvidas de Camilo continuavam. No vale sinistro
chegou a pensar que morrera e sua alma estava no
inferno pagando pelos seu pecados.
Agora recebendo a assistência num hospital, sendo
operado, apesar das peculiaridades do local, novas
incertezas inquietavam seu espírito.
Isto seria morte? ... Seria vida?...
Em aflitivo pranto, perguntou:
“Mas afinal, onde me encontro eu? Que aconteceu?
Estarei sonhando? Eu morri ou não morri?”
O cirurgião hindu, com muita
brandura na voz, respondeu:
“Não, meu amigo, não
morreste. Não morrerás
jamais! Porque a morte não
existe na Lei que rege o
Universo. O que se passou foi
um lamentável desastre com o
teu corpo físico-terreno
aniquilado por um ato mal
orientado do teu raciocínio.”
“A vida não residia naquele corpo e sim neste que vês e
sentes no momento, o qual é o que realmente sofre,
realmente vive e pensa e que traz a qualidade sublime
de ser imortal.
Aquele de carne já desapareceu sobre a sombria pedra
do túmulo, como vestimenta passageira .
Ele era apropriado apenas para o uso durante a
permanência na Terra.
Você compreenderá à proporção que te fores
restabelecendo...”
Seu estado requeria repouso. Serviram-lhe caldo porque
sentia fome e água porque sentia sede.
Adormeceu com o desapontamento trazido pela
inapelável realidade, que fazia ecoar em sua mente:
“A vida não residia no corpo físico-terreno, que destruíste,
mas sim neste que vês e sentes no momento, o qual traz a
qualidade sublime do ser imortal!”.
Seminário Memórias de Um Suicida - Capítulo III - No Hospital Maria de Nazaré - 07-03-2016

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Seminário Memórias de Um Suicida - Capítulo III - No Hospital Maria de Nazaré - 07-03-2016

  • 2. CAPÍTULO III DATA: 07/03/2016 No Hospital “Maria de Nazaré”
  • 3. Foram resgatados: Camilo Cândido Botelho – tiro no ouvido Belarmino de Queiroz e Souza – cortou os pulsos Jerônimo de Araújo Silveira – tiro no ouvido João d’Azevedo - envenenamento Mário Sobral - enforcamento
  • 4. Durante o trajeto foram observando as paisagens do caminho. O lugar, apesar de região triste e desolada, com certeza era bem melhor do que o vale. Ficaram inquietos. À distância a edificação apavorava, sugerindo rigores e disciplinas austeras, além de poder, grandeza e majestade.
  • 5. Os ânimos serenaram quando avistaram a inscrição: “LEGIÃO DOS SERVOS DE MARIA”. Passaram pela - Colônia Correcional (local bem protegido); - Torre de Vigia – fortificação guerreira idêntica às da Terra; - Departamento de Vigilância – foram reconhecidos e matriculados como internos da Colônia.
  • 6. Estavam em uma das mais importantes agremiações da Legião chefiada pelo grande Espírito de Maria de Nazaré. Ali foram registrados com a identidade terrena, as razões do suicídio, o gênero do mesmo e o local onde foram enterrados. As respostas eram gravadas em discos, espécie de álbuns animados, graças a aparelhos magnéticos especiais.
  • 7. Foram conduzidos por estradas projetadas, em veículos que pareciam trenós puxados por cavalos, e adentraram o campo, chegando ao “Departamento Hospitalar”. Visualizavam indicações como: Manicômio e Isolamento. Ingressaram no “Hospital Maria de Nazaré”.
  • 8. Situava-se num parque ajardinado e constituía-se de vários edifícios em estilo português, todos brancos. Ficaram admirados com a beleza do lugar.
  • 9. Não havia barreiras no Hospital, diferente do Manicômio e Isolamento. Foram acompanhados por dois indianos, Romeu e Alceste. Foram separados em grupos de dez. Cada enfermaria continha dez leitos, alvíssimos e confortáveis, amplos salões com balcões para o parque. Forneceram banho, vestuário hospitalar e delicioso caldo. Isso os fez recordar as reuniões em família e choraram de emoção.
  • 10. Destacava-se fascinante tela a cores, luminosa e como animada de vida e inteligência. Era um quadro da Virgem de Nazaré, sublimado por virtuosidades inexistentes entre os gênios de pintura na Terra.
  • 11. Carlos e Roberto de Canalejas, pai e filho, eram responsáveis pela enfermaria. Foram médicos na Terra. Estes os tranquilizaram e os fizeram repousar, dizendo: Sois todos hóspedes de Maria de Nazaré, a doce mãe de Jesus... Esta casa é dela.
  • 12. Começaram a melhorar e sentiram o raciocínio aclarar. Todavia, o reconforto mental aprofundava mais do que balsamizava a angústia, pois percebiam a profundeza da falta que cometeram contra si. O sentimento era de desgosto, remorso, temor, desapontamento e os fazia sentir vergonha da assistência recebida. Continuavam vivos, e bem vivos!... Estampavam-se o assombro, o temor e o pesar inconsolável em seus semblantes desfigurados.
  • 13. Apesar da hospitalização, novas amarguras os invadiam, as dores físicas oriundas do ferimento que fizeram, continuavam supliciando suas sensibilidades. Como sentiam-se de acordo com o tipo de suicídio cometido: Camilo e Jerônimo – tiro no ouvido – gemiam de quando em quando sob o imperativo do ferimento feito no ouvido pela arma de fogo.
  • 14. Mário Sobral – enforcamento – estorcia-se, o pescoço intumescido, a esbater-se em cacoetes periódicos contra a asfixia.
  • 15. João d’Azevedo – envenenamento – retinha na mente torturada o envenenamento do corpo, que lá se consumira sob o túmulo, chorava de mansinho. Belarmino – cortou os pulsos – esvaía-se em sangue, o braço dolorido, entorpecido, já paralítico, preludiando o seu drama físico, em encarnação posterior. Mas, o reconforto era sensível. Eles já não viam as cenas mentais do suicídio como no vale.
  • 16. DRAMAS DE CADA UM Mário Sobral – enforcado – grandes olhos negros , cabeleira revolta, olhar alucinado. Cursara a Universidade de Coimbra, boêmio rico de Lisboa. Seu palavreado era nervoso e fácil, seria excelente orador se não tivesse saído da Universidade boêmio e não sábio. Fora uma entidade das mais sofredoras do vale. Abandonou a família por amor a Eulina, uma brasileira que o traiu. Ele a matou estrangulada e suicidou-se enforcado com tiras de lençóis da amada.
  • 17. Mário começou contar sua história. Sua mãe o ensinou os princípios das leis cristãs, que tinham uma alma imortal, mas, infelizmente para ele, ignorou a sabedoria materna desviando- se pelas paixões mundanas. Mas aceitava a crença na imortalidade da alma: “Se estou aqui, depois de sofrer tudo que sofri sem conseguir aniquilar dentro de mim as potências da vida, é porque sou imortal!”.
  • 18. Pediu perdão a Deus e chorou. Apesar da intensa amargura, as lágrimas já não traziam o macabro característico das convulsões que provocavam no vale. Narrou sua tragédia com Eulina, por quem abandonara sua esposa e três filhos.
  • 19. Depois de Mário Sobral, iniciou-se uma série de confissões entre os dez. A necessidade mútua de consolação os impeliu a abrir os corações, MAS esse recurso é ineficiente para lenificar angústias, porque, se é difícil a um suicida o consolar-se, não será certamente recordando dores e desgraças passadas que amenizará as penúrias que lhe oprimem a alma.
  • 20. Jerônimo – tiro no ouvido – português de bigodes fartos. O mais impaciente e pretensioso entre eles, mais incoerente e revoltado. Importador e exportador de vinhos. Faliu. Ele cria em Deus, era católico militante e tinha até direitos a bençãos e indulgências especiais na Irmandade que participava. Confessou que nunca levou a sério os verdadeiros deveres de cristão. Quando veio a falência e suas consequências, não contou com o apoio da família, a quem havia acostumado a luxos excessivos e “fugiu” pelo suicídio.
  • 21. Belarmino – cortou os pulsos – tuberculoso, era alto e seco. Muito elegante e fino de maneiras. Dizia-se rico e viajado, professor de Dialética, Filosofia e Matemática. Poliglota. Camilo era irônico com ele, mas jamais revidou suas impertinências. Polido, educado e sentimental. Contudo era orgulhoso e egoísta e achava-se superior a todos. Viciado em jogo. Pensava que a morte o levaria ao Nada, porque era muito materialista. Para ele a vida era a expressão máxima da desgraça.
  • 22. Convencera-se de que o amor era apenas uma secreção do cérebro, por isso renunciou a constituir família para não contribuir em lançar à vida outros desgraçados a mais. Foi um estudioso de Filosofia. Estudava para esquecer a miserável situação da humanidade. Sua mãe também era materialista. Ela lhe bastava como companhia. Foi sempre fisicamente débil, franzino, triste, sonhador, infeliz e insatisfeito, apavorado do existir. Ficou tuberculoso, por hereditariedade.
  • 23. Para que esperar a dolorosa marcha da tuberculose apodrecer em lentos suplícios aquele corpo que afastou até sua mãe com medo do contágio? Morrer era uma solução boa, muito lógica para quem só via à frente um corpo aniquilado pela doença e a destruição absoluta do ser...
  • 24. Com simplicidade, Jerônimo recriminou Belarmino por não acreditar em Deus e este o questionou: “porque ele, Jerônimo, que mesmo acreditando em Deus e na sobrevivência da alma havia se matado? A crença em um poder absoluto proíbe a infração do suicídio”, disse ele.
  • 25. Camilo Cândido Botelho – tiro no ouvido porque ficou cego. Romancista, muito pobre. Velho boêmio de Portugal, orgulhoso, melindroso e suscetível, que a morte não corrigira. Sentia que fora àquele lugar, junto àquela corja, por uma injustiça calamitosa. Julgava-se melhor, mais digno do que os outros fugitivos da justiça.
  • 26. Personagens de infelizes categorias não se acham à altura de refrear impulsos do pensamento calando expansões diante de afins, assim sendo, as torrentes de vibrações deseducadas derramam-se do seu interior em palavreado ardente e emotivo, ainda que não desejem, como se as comportas magnéticas, que as retivessem na mente, se rompessem .
  • 27. Então Camilo começou a falar: “Sempre acreditei no Criador, mas como ELE era uma incógnita, não associei o respeito a esse Ser à minha vida. Não cria na existência de Leis onipotentes partindo da Divindade Criadora e cometi erros gravíssimos”. Sofreu e sua vida foi fértil de situações desanimadoras. A resignação nunca foi virtude. Seu caráter era violento e agitado por índole. Orgulhoso por natureza .
  • 28. Após muitas lutas e insucessos, veio a cegueira! A descrença em algo angelical (potestades) aumentou. Duvidou de Deus. Havia outros homens cegos, mas ele não poderia! Julgava injusto! Indignado e inconformado com a cegueira, a obsessão fatal do suicídio começou a lhe rondar. Enamorou-se dela e lhe deu guarida com todo o abandono do seu ser desanimado e vencido. A morte estendia-lhe os braços, falsamente mostrando a paz do túmulo.
  • 29. Insocorrido pelo sereno consolador da Fé, que teria suavizado o seu íntimo desespero, criou um romance dolorido em torno de si mesmo e considerando-se mártir, condenou-se sem apelação! Matou-se por orgulho e vaidade, para que seus inimigos não o vissem receber a compaixão alheia. Não queria que assistissem à sua derrota. Não olharia só para dentro de si mesmo.
  • 30. Enumerou suas qualidades. Era inteligente, porém pobre, idealista e bom, tinha coração sentimental, era incompreendido, honesto, probo, reto. Julgou-se injustiçado. Na verdade, era um poço de covardia, egoísmo, vaidade, pretensão, falta de fé e descrença. Impaciente e nada conformado, esses fatos tão comuns e vulgares na vida cotidiana avultavam como verdadeiras calamidades morais. Só compreendeu uma coisa: que precisava morrer. Devia morrer.
  • 31. Concluiu: “E quando uma criatura deixa de confiar no seu Deus e Criador torna-se desgraçada. Quer o abismo, procura o abismo, precipita-se no abismo!”
  • 32. As blasfêmias ditas por Camilo espalharam malvadas sugestões pelo ambiente mórbido da enfermaria. A assembleia deixou-se resvalar para as vibrações desarmoniosas e choraram prantos doloridos em crises impressionantes, principalmente Jerônimo e Sobral, que eram os mais sofredores. O próprio Camilo se deprimira cruamente e chorava lágrimas rescaldantes.
  • 33. Acudiram enfermeiros a verem o que se passava, pois não era previsto o incidente. No hospital, o enfermo era rodeado da emanações mentais revificantes de seu tutelares, visitados por ondas magnéticas salutares e generosas, que visavam a beneficiá-los. Deveriam auxiliar o tratamento, conservando-se silenciosos sem jamais conversar assuntos pessoais. Conviria repousar, esquecer o passado tormentoso, varrer recordações chocantes, refazendo-se quanto possível.
  • 34. Foram advertidos como infratores dos mais importantes regulamentos internos. Em todas as paredes haviam pedidos de silêncio. Se reincidissem, seriam punidos com a transferência para o isolamento, pois o fato, a repetir-se, causaria distúrbios de consequências imprevisíveis, tanto para o estado geral deles, quanto para a disciplina do hospital. Passaram a ser vigiados severamente. Um guarda do regimento de lanceiros hindus ficou de plantão nas dependências.
  • 35. Chegou depois um enfermeiro loiro, português, chamado Joel Steel que os levaria para exames. Sentiram alegria em saber que suas dores seriam aliviadas. Camilo pôde observar admirado a montagem, o grandioso aparelhamento, conjunto de peças extraordinárias apropriadas às necessidades da Clínica do astral, demonstrando o elevado grau da Medicina, mesmo não sendo zona adiantada da Espiritualidade. Camilo foi transferido dos cuidados de Joel Steel para o Dr. Roberto de Canalejas que o encaminhou para exames da organização físico-espiritual – o perispírito.
  • 36. Carlos de Canalejas, pai de Roberto, médico e ancião venerável, em companhia de Rosendo, psiquiatra hindu, coordenaram o trabalho de assistência a Camilo. Prestaram socorro físico-astral nas regiões atingidas pelo tiro. Ele toma consciência de que possui um segundo corpo e expressa:
  • 37. “Ele foi submetido (o perispírito), a sondagem de luz, banhos de propriedades magnéticas, bálsamos quintenssenciados, intervenções de substâncias luminosas extraídas dos raios solares. Foram também extraídos mapas e fotografias movediças, sonoras, para análises especiais que foram enviadas à “Seção de Planejamento de Corpos Físicos”. “
  • 38. “Os abnegados servos do bem tiveram árduos trabalhos para extinguirem as correntes magnéticas afins com o físico terreno, as quais mantinham o clamoroso desequilíbrio que nenhuma expressão humana será bastante veraz para descrever.”
  • 39. No perispírito persiste uma substância material, conquanto quintessenciada, que lhe faculta a possibilidade de adoecer, ressentir-se, pois que semelhante estado de matéria é impressionável e sensível, de natureza delicada, indestrutível, progressível, sublime, não podendo, por isso mesmo, padecer, sem grandes distúrbios, a violência de um ato brutal como um suicídio, para o seu invólucro terreno.
  • 40. As dúvidas de Camilo continuavam. No vale sinistro chegou a pensar que morrera e sua alma estava no inferno pagando pelos seu pecados. Agora recebendo a assistência num hospital, sendo operado, apesar das peculiaridades do local, novas incertezas inquietavam seu espírito. Isto seria morte? ... Seria vida?... Em aflitivo pranto, perguntou: “Mas afinal, onde me encontro eu? Que aconteceu? Estarei sonhando? Eu morri ou não morri?”
  • 41. O cirurgião hindu, com muita brandura na voz, respondeu: “Não, meu amigo, não morreste. Não morrerás jamais! Porque a morte não existe na Lei que rege o Universo. O que se passou foi um lamentável desastre com o teu corpo físico-terreno aniquilado por um ato mal orientado do teu raciocínio.”
  • 42. “A vida não residia naquele corpo e sim neste que vês e sentes no momento, o qual é o que realmente sofre, realmente vive e pensa e que traz a qualidade sublime de ser imortal. Aquele de carne já desapareceu sobre a sombria pedra do túmulo, como vestimenta passageira . Ele era apropriado apenas para o uso durante a permanência na Terra. Você compreenderá à proporção que te fores restabelecendo...”
  • 43. Seu estado requeria repouso. Serviram-lhe caldo porque sentia fome e água porque sentia sede. Adormeceu com o desapontamento trazido pela inapelável realidade, que fazia ecoar em sua mente: “A vida não residia no corpo físico-terreno, que destruíste, mas sim neste que vês e sentes no momento, o qual traz a qualidade sublime do ser imortal!”.

Notas do Editor

  1. Só recordando. As causas do suicídio, além da saciedade, ociosidade, é a pouca fé, a fraqueza. Porque Jesus falou: “Conhecereis a verdade e ela vos libertará.” Estamos conhecendo um pouco dessa verdade... Quando assimilarmos de verdade que temos que enfrentar os nossos sofrimentos nesta, ou em outras encarnações, no resignaremos e talvez não nos suicidaremos mais...
  2. Não vou fazer apenas o resumo da história, mas, enfatizar a essência do capitulo.
  3. Se percebe a extrema organização
  4. Ele descreve o conforto das instalações da enfermaria.
  5. Pág. 63, 65,66 e 67
  6. Pág. 63, 65,66 e 67
  7. Vou relatar, para conhecermos a história de cada um
  8. Personalidade que só podia atrair obsessores...
  9. Personalidade que só podia atrair obsessores...
  10. Personalidade que só podia atrair obsessores...
  11. João d’Azevedo antipatizara com Botelho na mesma proporção que este a Belarmino.
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