159. Toda pessoa que sente a influência dos Espíritos, em
qualquer grau de intensidade, é médium. Essa faculdade é
inerente ao homem. Por isso mesmo não constitui privilégio e são
raras as pessoas que não a possuem pelo menos em estado
rudimentar. Pode-se dizer, pois, que todos são mais ou menos
médiuns. Usualmente, porém, essa qualificação se aplica somente
aos que possuem uma faculdade mediúnica bem caracterizada,que
se traduz por efeitos patentes de certa intensidade, o que
depende de uma organização mais ou menos sensitiva.
Deve-se notar, ainda, que essa faculdade não se revela em todos
da mesma maneira. Os médiuns têm, geralmente, aptidão especial
para esta ou aquela ordem de fenômenos, o que os divide em
tantas variedades quantas são as espécies de manifestações. As
principais são: médiuns de efeitos físicos, médiuns sensitivos ou
impressionáveis, auditivos, falantes, videntes, sonâmbulos,
curadores,
pneumatógrafos, escreventes ou psicógrafos.(1)
QUEM SÃO OS MÉDIUNS NA SUA GENERALIDADE
• “Os médiuns, em sua generalidade, não são missionários na acepção
comum do termo; são almas que fracassaram desastradamente, que
contrariaram, sobremaneira, o curso das leis divinas, e que resgatam,
sob o peso de severos compromissos e ilimitadas responsabilidades, o
passado obscuro e delituoso. O seu pretérito, muitas vezes, se
encontra enodoado de graves deslizes e de erros clamorosos. Quase
sempre, são Espíritos que tombaram dos cumes sociais, pelos abusos
do poder, da autoridade, da fortuna e da inteligência, e que regressam
ao orbe terráqueo para se sacrificarem em favor do grande número de
almas que desviaram das sendas luminosas da fé, da caridade e da
virtude. São almas arrependidas que procuram arrebanhar todas as
felicidades que perderam, reorganizando, com sacrifícios, tudo quanto
esfacelaram nos seus instantes de criminosas arbitrariedades e de
condenável insânia.”
“...Centro de Mensageiros da colônia, um lugar
dedicado a instrução e preparação de espíritos que
reencarnarão com a tarefa da mediunidade...”
Essas pessoas que André encontra são, muitas vezes,
médiuns que faliram na última existência e que
novamente se preparam para a tarefa em mais uma
oportunidade. São espíritos que haviam saído da colônia
Nosso Lar com a responsabilidade da mediunidade e
rodeados por recursos para cumpri-la, mas que, por
diversas razões, tomaram outros caminhos.
“Durante uma semana,”
• O MÉDIUM E O DIRIGENTE
• Que os médiuns são pessoas de sensibilidade mais
aguçada , sabemos todos. Ou não seriam médiuns. E,
por isso mesmo, mais sensíveis também à crítica,
especialmente quando injusta, grosseira ou mal
formulada. É imperioso, contudo, distinguir entre
sensibilidade e melindre. O médium responsável e
interessado em dar o melhor de si mesmo à tarefa
que abraçou não apenas aceita a crítica construtiva e
leal, como a procura, desejoso de aperfeiçoar seu
desempenho mediúnico. Melindres ficam com os que
não admitem a menor observação, a não ser o elogio,
o endeusamento,
como se fossem infalíveis instrumentos dos mais elevados manifestantes.
Vai uma diferença muito grande entre a análise crítica construtiva do
trabalho realizado e a implicância, a intolerância, a estreiteza de vistas e até
o ciúme.
.................................................
Seja como for, os primeiros contatos de um médium iniciante, ou no qual a
mediunidade acaba de ser 'diagnosticada', são altamente críticos, É nessa
hora que muito se define do futuro. Se for acolhido com a necessária
compreensão e adequadamente orientado e instruído, poderá chegar a ser
excelente colaborador na tarefa para a qual, evidentemente, veio
preparado. Se mal recebido, tratado com condescendente superioridade,
aspereza, incompreensão e intolerância, ante as peculiaridades de suas
faculdades, é grande a responsabilidade daqueles que não souberam ou
não quiseram estender a mão, no momento oportuno, ao que vem
precisamente para ser ajudado a servir
Afloramento da Mediunidade
Qual a procedência, a origem da Mediunidade?
No complexo mecanismo da consciência humana, a
paranormalidade desabrocha, alargando horizontes da percepção
em torno das realidade profundas do ser e da vida.
A mediunidade, que vige latente no organismo humano, aprimora-
se com o contributo da consciência de responsabilidade e mediante
a atenção que o exercício da sua função bem direcionada lhe
conceda.
Faculdade da consciência superior ou Espírito imortal, reveste-se
dos órgãos físicos que lhe exteriorizam os fenômenos no mundo das
manifestações concretas
(Momentos de Consciência, Cap. 19, Joanna de Ângelis/Divaldo P.
Franco – LEAL)
De que modo a faculdade se manifesta?
Explodindo com relativa violência em determinados
indivíduos, graças a cuja manifestação surgem perturbações
de vária ordem, noutros aparece sutilmente, favorecendo a
penetração em mais amplas faixas vibratórias, aquelas de
onde se procede antes do corpo e para cujo círculo se retorna
depois do desgaste carnal.
(Momentos de Consciência, Cap. 19, Joanna de
Ângelis/Divaldo P. Franco – LEAL)
Por que motivos o afloramento da mediunidade surge, em grande número
dos casos, sob ações obsessivas?
Como se pode avaliar, o período inicial de educação mediúnica sempre se dá
sob ações tormentosas. O médium é Espírito endividado, em si mesmo, com
vasta cópia de compromissos a resgatar, quanto a desdobrar, trazendo
matrizes que facultam o acoplamento de mentes perniciosas do Além-
Túmulo, que o impelem ao trabalho de auto burilamento, quanto ao exercício
da caridade, da paciência e do amor para com os mesmos. Além disso, em
considerando os seus débitos, vincula-se aos cobradores que o não querem
perder de vista, sitiando-lhe a casa mental, afligindo-o com o recurso de um
campo precioso e vasto, qual é a percepção mediúnica, tentando impedir-lhe
o crescimento espiritual, mediante o qual lograria libertar-se do jugo infeliz.
Criam armadilhas, situações difíceis, predispõem mal aquele que vivem em
diferente faixa vibratória, peculiar, diversa aos que não possuem disposição
medianímicas.
É um calvário abençoado, a fase inicial do exercício e
desdobramento da mediunidade. Outrossim, este é o meio de
ampliar, desenvolver o treinamento do sensitivo, que aprende
a discernir o tom psíquico dos que o acompanham, em
espírito, tomando conhecimento das “leis dos fluídos” e
armando-se de resistência para combater as “más
inclinações” que são os ímãs a atrair os que se encontram em
estado de Erraticidade inferior.
A reunião mediúnica é um encontro de trabalhadores
espíritas com a finalidade de exercitar a mediunidade de
forma segura, acolhendo os espíritos desencarnados nas
suas dores e aflições. É um momento de muito
aprendizado, no qual o médium desenvolve a capacidade
de sentir a dor do outro, se colocar no lugar do seu
semelhante, aprendendo a amar e a auxiliar quem
verdadeiramente necessita.
No livro Orientação ao centro espírita, a Federação
Espírita Brasileira apresenta duas reuniões:
Estudo e prática da mediunidade
É uma reunião teórico-prática de estudo da mediunidade, privativa,
constituída de pessoas que possuem conhecimentos básicos do
Espiritismo.
Essa reunião tem por objetivo:
estudar a mediunidade com base nos ensinamentos constantes em O livro
dos médiuns e demais obras da codificação da Doutrina Espírita, além de
outras obras que guardam concordância com o Espiritismo;
desenvolver a mediunidade e contribuir para a educação intelecto-moral
dos participantes;
preparar trabalhadores de forma continuada para atuarem nas reuniões
mediúnicas;
formar adeptos esclarecidos, capazes de compreenderem a mediunidade e
a ação dos espíritos nas diversas circunstâncias da vida. ¹
Reunião mediúnica
É uma atividade privativa, séria, instrutiva, de intercâmbio espiritual
integrada por trabalhadores que possuam conhecimento e formação
espírita do Espiritismo compatível com o objetivo da tarefa. Segundo
Allan Kardec, uma reunião só é verdadeiramente séria quando se
ocupa de coisas úteis, com exclusão de todas as demais. ²
Ainda segundo Kardec: uma reunião é um ser coletivo, cujas
qualidades e propriedades são a resultante das de seus membros e
formam como que um feixe. Ora, este feixe tanto mais força terá
quanto mais homogêneo for. ³
É importante observar que a reunião mediúnica apresenta a interação de
duas equipes, uma encarnada e uma desencarnada. Ademais, de acordo com
o codificador da Doutrina Espírita, a homogeneidade do grupo vai depender
do conhecimento e da afinidade dos participantes dessa reunião.
Ainda de acordo com o livro Orientação ao centro espírita, no mesmo
capítulo, são apresentados os objetivos principais de uma reunião
mediúnica, quais sejam:
• Prestar auxílio moral e doutrinário aos espíritos que sofrem ou que
fazem sofrer, concorrendo para o seu equilíbrio e a sua melhoria;
• Amparar espíritos em processo de reencarnação;
• Contribuir para o reajuste espiritual de espíritos portadores de várias
desarmonias;
• Colaborar com processos de desobsessão planejados e desenvolvidos
pelos obreiros do plano extrafísico;
• Favorecer o desenvolvimento da ciência espírita por meio de estudos
edificantes relacionados à mediunidade e ao processo de intercâmbio
mediúnico;
• Exercitar o desenvolvimento de virtudes, esforçando-se para fornecer
exemplos de transformação moral e ação no bem;
• Cooperar com os benfeitores espirituais no trabalho de defesa do
centro espírita, ante as investidas de espíritos descompromissados
com o bem;
• Auxiliar na construção da paz mundial entre os povos.
Allan Kardec enfatiza que: o objetivo de uma reunião séria deve
consistir em afastar os espíritos mentirosos. Incorreria em erro se
ela se julgasse imune à ação deles, fiando-se tão só nos seus
objetivos e na qualidade de seus médiuns. Tal meta não será
alcançada enquanto a reunião não se achar em condições
favoráveis4.
9ª Qual o médium que se poderia qualificar de perfeito?
"Perfeito, ah! bem sabes que a perfeição não existe na
Terra, sem o que não estaríeis nela. Dize, portanto, bom
médium e já é muito, pois eles são raros. Médium perfeito
seria aquele contra o qual os maus Espíritos
jamais ousassem uma tentativa de enganá-lo. O melhor é
aquele que, simpatizando somente com os bons Espíritos,
tem sido o menos enganado.“ O Livro dos Médiuns, questão
226 /Da influência Moral do Médium
AS DIMENSÕES DA VIDA
QUE SUCEDE À ALMA NO
INSTANTE DA MORTE ?
ALM
A
VOLTA A SER ESPÍRITO, ISTO É, VOLVE AO
MUNDO DOS ESPÍRITOS, DONDE SE APARTARA
MOMENTANEAMENTE
ESPÍRITO
CORPO
FÍSICO
(O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC, CAP. III)
QUE DEFINIÇÃO SE PODE DAR DE ESPÍRITOS ?
 SÃO OS SERES INTELIGENTES DA CRIAÇÃO
 SÃO AS ALMAS DOS HOMENS DESPOJADAS DO
CORPO FÍSICO
(O LIVRO DOS ESPÍRITOS - CAP I - ALLAN KARDEC
DEPOIS DA MORTE – LÉON DENIS)
INFLUEM OS
ESPÍRITOS EM
NOSSOS
PENSAMENTOS E
EM NOSSOS ATOS ?
 MUITO MAIS DO
QUE
IMAGINAIS
$
ESPÍRITO
S
VÊEM OS ESPÍRITOS TUDO O QUE
FAZEMOS ?
 PODEM VER, POIS QUE CONSTANTEMENTE
VOS RODEIAM
(O LIVRO DOS ESPÍRITOS – ALLAN KARDEC)
 NA MAIORIA DAS VEZES, AGIMOS SOB A
INFLUÊNCIA
DE ENTIDADES ESPIRITUAIS
 OS ESPÍRITOS SE AFINAM COM O NOSSO MODO DE
PENSAR E DE SER
(OBSESSÃO/DESOBSESSÃO – SUELY C. SHUBERT)
 É A AÇÃO PERSISTENTE DE UM MAU
ESPÍRITO SOBRE UMA PESSOA
 É INFLUENCIAÇÃO NOCIVA
 É PRATICADA SOMENTE POR
ESPÍRITOS
INFERIORES
 DECORRE SEMPRE DE UMA
IMPERFEIÇÃO MORAL
(O LIVRO DOS ESPÍRITOS – ALLAN KARDEC)
(O LIVRO DOS MÉDIUNS – ALLAN KARDEC – CAP. XXIII)
COMO
SE
PROCESS
A
HIPNOSE
(OBSESSÃO /DESOBSESSÃO, SUELY C. SCHUBERT, CAP. 9)
FALTA DO
BEM
MORAL
CÁRMICA
SINTONIA
MENTAL
ENVOLVI-
MENTO
FLUÍDICO
INCURSIONAM NA MENTE DA
VÍTIMA,
SUGERINDO PENSAMENTOS QUE
VISAM ACENTUAR SUAS
PREOCUPAÇÕES, FOBIAS E
TENDÊNCIAS, NUMA
REPETIÇÃO CONSTANTE
$
ESPÍRITO
S
(DRAMAS DA OBSESSÃO – BEZERRA DE
MENEZES)
(O LIVRO DOS MÉDIUNS - ALLAN KARDEC - CAP XXIII)
ENCARNADO
ENCARNADO
DESENCARNADO
DESENCARNADO
ENCARNADO
DESENCARNADO
DESENCARNADO
ENCARNADO
OBSESSÃO
RECÍPROCA
AUTO-
OBSESSÃO
(OBSESSÃO/DESOBSESSÃO - SUELY C.
SCHUBERT)
O HOMEM NÃO
RARAMENTE É
O
OBSESSOR DE
SI MESMO
CONSEQÜÊNCIAS
DA
OBSESSÃO
( OBSESSÃO/DESOBSESSÃO - SUELY C. SCHUBERT)
SUICÍDIO
DOENÇAS
VÍCIOS
BREVE
PERIÓDICA
PERMANENTE
CABE À NOSSA
CONSCIÊNCIA A ESCOLHA E A
LIBERDADE DE CEDER OU
NÃO ÀS INFLUÊNCIAS
ESPIRITUAIS
QUE SE EXERCEM
SOBRE NÓS.
(O LIVRO DOS ESPÍRITOS – 2ª PARTE – CAP. IX)
NÃO HÁ HOMEM SOBRE QUEM DEIXE DE
ATUAR
A INFLUÊNCIA BOA OU MÁ DOS ESPÍRITOS.
VIVEMOS NO MEIO DE UMA MULTIDÃO
INVISÍVEL, QUE ASSISTE, ATENTA,
A NOSSA EXISTÊNCIA.
(LÉON DENIS – DEPOIS DA MORTE – CAP.
XXII)
ORIENTA O
TRATAMENTO
DAS
OBSESSÕES
ESCLARECE
SOBRE O
OBSESSOR E O
OBSIDIADO
DEMONSTRA A
IMPORTÂNCIA
DA PARTICIPAÇÃO
DO ENFERMO
UTILIZA A
TERAPÊUTICA
ESPIRITUAL PARA
A CURA DA
OBSESSÃO
(OBSESSÃO/DESOBSESSÃO – SUELY C.
SCHUBERT)
( OBSESSÃO/DESOBSESSÃO - SUELY C. SCHUBERT
)
DESOBSESSÃO
PRECE
ÁGUA
FLUIDIFICADA
PASSES
EVANGELIZAÇÃO
TRABALHO DOUTRINÁRIO E
MEDIÚNICO QUE SE FAZ
PROCURANDO
LIBERTAR ALGUÉM DA AÇÃO
ESPIRITUAL PREJUDICIAL E
INSISTENTE QUE ESTEJA SOFRENDO
(O LIVRO DOS MÉDIUNS – ALLAN KARDEC – CAP.
XXIII)
+ +
( OBSESSÃO/DESOBSESSÃO - SUELY C. SCHUBERT
)
VONTADE
MUDANÇA
DOS
PENSAMENTOS
REFORMA
ÍNTIMA
“Daí a necessidade de se fortificar a
alma
e de o obsidiado trabalhar no seu próprio
melhoramento.”
(A Gênese - Allan Kardec, item 46)
“Pode, visto que
tais Espíritos só se
apegam aos que, pelos seus
desejos, os chamam, ou aos
que, pelos seus pensamentos,
os atraem.”
Pode o homem
eximir-se da influência
dos Espíritos que
procuram arrastá-lo
ao mal?
PERGUNTA 467 - OLE
RESPOSTA
ESTUDAR A DOUTRINA ESPÍRITA
8
LER E MEDITAR SOBRE O EVANGELHO DE JESUS
7
( OBSESSÃO/O PASSE/A DOUTRINAÇÃO - J. HERCULANO PIRES
)
NÃO CULTIVAR A DEPRESSÃO
6
NÃO SE CONSIDERAR VÍTIMA
5
VIGIAR PENSAMENTOS, SENTIMENTOS E PALAVRAS
4
ACEITAR OS SEMELHANTES
3
COMPREENDER O QUE É OBSESSÃO
2
FAZER PRECE
1
IMEDIATISMO E FALTA DE CONTINUIDADE
INDIFERENÇA AO ESFORÇO PRÓPRIO
NECESSIDADE DE MUDANÇA INTERIOR
(PAINÉIS DA OBSESSÃO – MANOEL P. DE
MIRANDA)
NÃO SÃO POUCOS AQUELES QUE,
LOGO QUE MELHORAM, ABANDONAM
AS DISPOSIÇÕES DE TRABALHO
E PROGRESSO
O SENTIDO DA VIDA
CRESCIMENTO ELEVAÇÃO
DESENVOL-
VIMENTO
AS VÁRIAS EXISTÊNCIAS TERRENAS
TEM POR FIM A SUPERAÇÃO DAS
NOSSAS IMPERFEIÇÕES
(OBSESSÃO/O PASSE/A DOUTRINAÇÃO - J. HERCULANO
PIRES)
 É A AÇÃO PERSISTENTE DE UM MAU ESPÍRITO
SOBRE UMA PESSOA
 É SEMPRE O RESULTADO DE UMA
IMPERFEIÇÃO MORAL DANDO ACESSO A UM
ESPÍRITO MAU
SOBRE O ENCARNADO
DÉBITOS
DE VIDAS
PASSADAS
+IMPERFEIÇÕES
MORAIS
BRECHAS PARA
A OBSESSÃO
(OBSESSÃO/DESOBSESSÃO - SUELY C.
SCHUBERT)
(O LIVRO DOS ESPÍRITOS – ALLAN
KARDEC)
DISCIPLINA DAS
EMOÇÕES E
PENSAMENTOS
REFORMA
INTERIOR
PRÁTICA DO
BEM
PRECE E FÉ
EM DEUS
TORNA-SE NECESSÁRIO DESTRUIR EM SI
MESMO A CAUSA DA ATRAÇÃO
DOS MAUS ESPÍRITOS
(ALLAN KARDEC)
1
PRECE FERVOROSA E ESFORÇOS PARA
MELHORAR-SE CONSTITUEM MEIOS DE
AFASTAR OS MAUS ESPÍRITOS
(ALLAN KARDEC)
2
PRÁTICA DO BEM E FÉ EM DEUS REPELEM
A INFLUÊNCIA DOS ESPÍRITOS INFERIORES
(EMMANUEL)
3
É O PENSAMENTO A TRANSITAR
E A SINTONIZAR NAS FAIXAS
INFERIORES
(OBSESSÃO/DESOBSESSÃO - SUELY C. SCHUBERT)
É A MUDANÇA DE DIREÇÃO DO
PENSAMENTO PARA RUMOS
NOBRES E CONSTRUTIVOS
  


DE ACORDO COM O QUE PENSAMOS SERÃO AS
NOSSAS COMPANHIAS ESPIRITUAIS.
“DIZE-ME O QUE PENSAS E TE DIREI COM
QUEM
ANDAS”.
TIRA TODO
PRETEXTO
ÀS
REPRESÁLIAS
SENSIBILIZA
O CORAÇÃO
PERVERSO
FAZ DO
INIMIGO
UM AMIGO
IRRITA O INIMIGO,
QUE SE CONSTITUI INSTRUMENTO
DE QUE A JUSTIÇA DE DEUS SE
SERVE PARA PUNIR AQUELE
QUE NÃO PERDOOU
(O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO - CAP. XII)
Bibliografia
1 – Livro Orientação ao centro espírita, capítulo 9, 1ª edição revista e atualizada em
2/2021
2 – Kardec, Allan, O Livro dos Médiuns, 2ª parte, capítulo 29, item 327, FEB, 81ª edição
3 – Kardec, Allan, O Livro dos Médiuns, 2ª parte, capítulo 29, item 331, FEB, 81ª edição
4 – Kardec, Allan, O Livro dos Médiuns, 2ª parte, capítulo 29, item 330, FEB, 81ª edição
5 – Denis, Léon, No invisível, 1ª parte, capítulo X
6 – Miranda, Hermínio C. de, Diálogo com as sombras, 1ª parte, capítulo 1
7 – Schubert, Suely Caldas, Obsessão desobsessão, 3ª parte, capítulo 5, 10ª edição, FEB
8 – Xavier, F. C e Vieira, Waldo, Desobsessão, capítulo 24, pelo Espírito André Luiz
9 – Orientação para a prática mediúnica no centro espírita, capítulo 8 – Orientações
específicas, FEB, 1ª edição 2016
10 – Orientação para a prática mediúnica no centro espírita, capítulo 9 – Orientações
específicas, FEB, 1ª edição 2016
https://palestrasdiversas.com.br/espiritismo
_PPT.htm

Mediunidade e Obsessão - Doutrina Espírita

  • 2.
    159. Toda pessoaque sente a influência dos Espíritos, em qualquer grau de intensidade, é médium. Essa faculdade é inerente ao homem. Por isso mesmo não constitui privilégio e são raras as pessoas que não a possuem pelo menos em estado rudimentar. Pode-se dizer, pois, que todos são mais ou menos médiuns. Usualmente, porém, essa qualificação se aplica somente aos que possuem uma faculdade mediúnica bem caracterizada,que se traduz por efeitos patentes de certa intensidade, o que depende de uma organização mais ou menos sensitiva. Deve-se notar, ainda, que essa faculdade não se revela em todos da mesma maneira. Os médiuns têm, geralmente, aptidão especial para esta ou aquela ordem de fenômenos, o que os divide em tantas variedades quantas são as espécies de manifestações. As principais são: médiuns de efeitos físicos, médiuns sensitivos ou impressionáveis, auditivos, falantes, videntes, sonâmbulos, curadores, pneumatógrafos, escreventes ou psicógrafos.(1)
  • 3.
    QUEM SÃO OSMÉDIUNS NA SUA GENERALIDADE • “Os médiuns, em sua generalidade, não são missionários na acepção comum do termo; são almas que fracassaram desastradamente, que contrariaram, sobremaneira, o curso das leis divinas, e que resgatam, sob o peso de severos compromissos e ilimitadas responsabilidades, o passado obscuro e delituoso. O seu pretérito, muitas vezes, se encontra enodoado de graves deslizes e de erros clamorosos. Quase sempre, são Espíritos que tombaram dos cumes sociais, pelos abusos do poder, da autoridade, da fortuna e da inteligência, e que regressam ao orbe terráqueo para se sacrificarem em favor do grande número de almas que desviaram das sendas luminosas da fé, da caridade e da virtude. São almas arrependidas que procuram arrebanhar todas as felicidades que perderam, reorganizando, com sacrifícios, tudo quanto esfacelaram nos seus instantes de criminosas arbitrariedades e de condenável insânia.”
  • 4.
    “...Centro de Mensageirosda colônia, um lugar dedicado a instrução e preparação de espíritos que reencarnarão com a tarefa da mediunidade...” Essas pessoas que André encontra são, muitas vezes, médiuns que faliram na última existência e que novamente se preparam para a tarefa em mais uma oportunidade. São espíritos que haviam saído da colônia Nosso Lar com a responsabilidade da mediunidade e rodeados por recursos para cumpri-la, mas que, por diversas razões, tomaram outros caminhos. “Durante uma semana,”
  • 5.
    • O MÉDIUME O DIRIGENTE • Que os médiuns são pessoas de sensibilidade mais aguçada , sabemos todos. Ou não seriam médiuns. E, por isso mesmo, mais sensíveis também à crítica, especialmente quando injusta, grosseira ou mal formulada. É imperioso, contudo, distinguir entre sensibilidade e melindre. O médium responsável e interessado em dar o melhor de si mesmo à tarefa que abraçou não apenas aceita a crítica construtiva e leal, como a procura, desejoso de aperfeiçoar seu desempenho mediúnico. Melindres ficam com os que não admitem a menor observação, a não ser o elogio, o endeusamento,
  • 6.
    como se fosseminfalíveis instrumentos dos mais elevados manifestantes. Vai uma diferença muito grande entre a análise crítica construtiva do trabalho realizado e a implicância, a intolerância, a estreiteza de vistas e até o ciúme. .................................................
  • 7.
    Seja como for,os primeiros contatos de um médium iniciante, ou no qual a mediunidade acaba de ser 'diagnosticada', são altamente críticos, É nessa hora que muito se define do futuro. Se for acolhido com a necessária compreensão e adequadamente orientado e instruído, poderá chegar a ser excelente colaborador na tarefa para a qual, evidentemente, veio preparado. Se mal recebido, tratado com condescendente superioridade, aspereza, incompreensão e intolerância, ante as peculiaridades de suas faculdades, é grande a responsabilidade daqueles que não souberam ou não quiseram estender a mão, no momento oportuno, ao que vem precisamente para ser ajudado a servir
  • 10.
    Afloramento da Mediunidade Quala procedência, a origem da Mediunidade? No complexo mecanismo da consciência humana, a paranormalidade desabrocha, alargando horizontes da percepção em torno das realidade profundas do ser e da vida. A mediunidade, que vige latente no organismo humano, aprimora- se com o contributo da consciência de responsabilidade e mediante a atenção que o exercício da sua função bem direcionada lhe conceda. Faculdade da consciência superior ou Espírito imortal, reveste-se dos órgãos físicos que lhe exteriorizam os fenômenos no mundo das manifestações concretas (Momentos de Consciência, Cap. 19, Joanna de Ângelis/Divaldo P. Franco – LEAL)
  • 11.
    De que modoa faculdade se manifesta? Explodindo com relativa violência em determinados indivíduos, graças a cuja manifestação surgem perturbações de vária ordem, noutros aparece sutilmente, favorecendo a penetração em mais amplas faixas vibratórias, aquelas de onde se procede antes do corpo e para cujo círculo se retorna depois do desgaste carnal. (Momentos de Consciência, Cap. 19, Joanna de Ângelis/Divaldo P. Franco – LEAL)
  • 12.
    Por que motivoso afloramento da mediunidade surge, em grande número dos casos, sob ações obsessivas? Como se pode avaliar, o período inicial de educação mediúnica sempre se dá sob ações tormentosas. O médium é Espírito endividado, em si mesmo, com vasta cópia de compromissos a resgatar, quanto a desdobrar, trazendo matrizes que facultam o acoplamento de mentes perniciosas do Além- Túmulo, que o impelem ao trabalho de auto burilamento, quanto ao exercício da caridade, da paciência e do amor para com os mesmos. Além disso, em considerando os seus débitos, vincula-se aos cobradores que o não querem perder de vista, sitiando-lhe a casa mental, afligindo-o com o recurso de um campo precioso e vasto, qual é a percepção mediúnica, tentando impedir-lhe o crescimento espiritual, mediante o qual lograria libertar-se do jugo infeliz. Criam armadilhas, situações difíceis, predispõem mal aquele que vivem em diferente faixa vibratória, peculiar, diversa aos que não possuem disposição medianímicas.
  • 13.
    É um calvárioabençoado, a fase inicial do exercício e desdobramento da mediunidade. Outrossim, este é o meio de ampliar, desenvolver o treinamento do sensitivo, que aprende a discernir o tom psíquico dos que o acompanham, em espírito, tomando conhecimento das “leis dos fluídos” e armando-se de resistência para combater as “más inclinações” que são os ímãs a atrair os que se encontram em estado de Erraticidade inferior.
  • 14.
    A reunião mediúnicaé um encontro de trabalhadores espíritas com a finalidade de exercitar a mediunidade de forma segura, acolhendo os espíritos desencarnados nas suas dores e aflições. É um momento de muito aprendizado, no qual o médium desenvolve a capacidade de sentir a dor do outro, se colocar no lugar do seu semelhante, aprendendo a amar e a auxiliar quem verdadeiramente necessita. No livro Orientação ao centro espírita, a Federação Espírita Brasileira apresenta duas reuniões:
  • 15.
    Estudo e práticada mediunidade É uma reunião teórico-prática de estudo da mediunidade, privativa, constituída de pessoas que possuem conhecimentos básicos do Espiritismo. Essa reunião tem por objetivo: estudar a mediunidade com base nos ensinamentos constantes em O livro dos médiuns e demais obras da codificação da Doutrina Espírita, além de outras obras que guardam concordância com o Espiritismo; desenvolver a mediunidade e contribuir para a educação intelecto-moral dos participantes; preparar trabalhadores de forma continuada para atuarem nas reuniões mediúnicas; formar adeptos esclarecidos, capazes de compreenderem a mediunidade e a ação dos espíritos nas diversas circunstâncias da vida. ¹
  • 16.
    Reunião mediúnica É umaatividade privativa, séria, instrutiva, de intercâmbio espiritual integrada por trabalhadores que possuam conhecimento e formação espírita do Espiritismo compatível com o objetivo da tarefa. Segundo Allan Kardec, uma reunião só é verdadeiramente séria quando se ocupa de coisas úteis, com exclusão de todas as demais. ² Ainda segundo Kardec: uma reunião é um ser coletivo, cujas qualidades e propriedades são a resultante das de seus membros e formam como que um feixe. Ora, este feixe tanto mais força terá quanto mais homogêneo for. ³
  • 17.
    É importante observarque a reunião mediúnica apresenta a interação de duas equipes, uma encarnada e uma desencarnada. Ademais, de acordo com o codificador da Doutrina Espírita, a homogeneidade do grupo vai depender do conhecimento e da afinidade dos participantes dessa reunião. Ainda de acordo com o livro Orientação ao centro espírita, no mesmo capítulo, são apresentados os objetivos principais de uma reunião mediúnica, quais sejam:
  • 18.
    • Prestar auxíliomoral e doutrinário aos espíritos que sofrem ou que fazem sofrer, concorrendo para o seu equilíbrio e a sua melhoria; • Amparar espíritos em processo de reencarnação; • Contribuir para o reajuste espiritual de espíritos portadores de várias desarmonias; • Colaborar com processos de desobsessão planejados e desenvolvidos pelos obreiros do plano extrafísico; • Favorecer o desenvolvimento da ciência espírita por meio de estudos edificantes relacionados à mediunidade e ao processo de intercâmbio mediúnico; • Exercitar o desenvolvimento de virtudes, esforçando-se para fornecer exemplos de transformação moral e ação no bem; • Cooperar com os benfeitores espirituais no trabalho de defesa do centro espírita, ante as investidas de espíritos descompromissados com o bem; • Auxiliar na construção da paz mundial entre os povos.
  • 19.
    Allan Kardec enfatizaque: o objetivo de uma reunião séria deve consistir em afastar os espíritos mentirosos. Incorreria em erro se ela se julgasse imune à ação deles, fiando-se tão só nos seus objetivos e na qualidade de seus médiuns. Tal meta não será alcançada enquanto a reunião não se achar em condições favoráveis4.
  • 20.
    9ª Qual omédium que se poderia qualificar de perfeito? "Perfeito, ah! bem sabes que a perfeição não existe na Terra, sem o que não estaríeis nela. Dize, portanto, bom médium e já é muito, pois eles são raros. Médium perfeito seria aquele contra o qual os maus Espíritos jamais ousassem uma tentativa de enganá-lo. O melhor é aquele que, simpatizando somente com os bons Espíritos, tem sido o menos enganado.“ O Livro dos Médiuns, questão 226 /Da influência Moral do Médium
  • 21.
    AS DIMENSÕES DAVIDA QUE SUCEDE À ALMA NO INSTANTE DA MORTE ? ALM A VOLTA A SER ESPÍRITO, ISTO É, VOLVE AO MUNDO DOS ESPÍRITOS, DONDE SE APARTARA MOMENTANEAMENTE ESPÍRITO CORPO FÍSICO (O LIVRO DOS ESPÍRITOS - ALLAN KARDEC, CAP. III)
  • 22.
    QUE DEFINIÇÃO SEPODE DAR DE ESPÍRITOS ?  SÃO OS SERES INTELIGENTES DA CRIAÇÃO  SÃO AS ALMAS DOS HOMENS DESPOJADAS DO CORPO FÍSICO (O LIVRO DOS ESPÍRITOS - CAP I - ALLAN KARDEC DEPOIS DA MORTE – LÉON DENIS)
  • 23.
    INFLUEM OS ESPÍRITOS EM NOSSOS PENSAMENTOSE EM NOSSOS ATOS ?  MUITO MAIS DO QUE IMAGINAIS $ ESPÍRITO S VÊEM OS ESPÍRITOS TUDO O QUE FAZEMOS ?  PODEM VER, POIS QUE CONSTANTEMENTE VOS RODEIAM (O LIVRO DOS ESPÍRITOS – ALLAN KARDEC)  NA MAIORIA DAS VEZES, AGIMOS SOB A INFLUÊNCIA DE ENTIDADES ESPIRITUAIS  OS ESPÍRITOS SE AFINAM COM O NOSSO MODO DE PENSAR E DE SER (OBSESSÃO/DESOBSESSÃO – SUELY C. SHUBERT)
  • 24.
     É AAÇÃO PERSISTENTE DE UM MAU ESPÍRITO SOBRE UMA PESSOA  É INFLUENCIAÇÃO NOCIVA  É PRATICADA SOMENTE POR ESPÍRITOS INFERIORES  DECORRE SEMPRE DE UMA IMPERFEIÇÃO MORAL (O LIVRO DOS ESPÍRITOS – ALLAN KARDEC)
  • 25.
    (O LIVRO DOSMÉDIUNS – ALLAN KARDEC – CAP. XXIII) COMO SE PROCESS A HIPNOSE (OBSESSÃO /DESOBSESSÃO, SUELY C. SCHUBERT, CAP. 9) FALTA DO BEM MORAL CÁRMICA SINTONIA MENTAL ENVOLVI- MENTO FLUÍDICO
  • 26.
    INCURSIONAM NA MENTEDA VÍTIMA, SUGERINDO PENSAMENTOS QUE VISAM ACENTUAR SUAS PREOCUPAÇÕES, FOBIAS E TENDÊNCIAS, NUMA REPETIÇÃO CONSTANTE $ ESPÍRITO S (DRAMAS DA OBSESSÃO – BEZERRA DE MENEZES)
  • 27.
    (O LIVRO DOSMÉDIUNS - ALLAN KARDEC - CAP XXIII)
  • 28.
  • 29.
    CONSEQÜÊNCIAS DA OBSESSÃO ( OBSESSÃO/DESOBSESSÃO -SUELY C. SCHUBERT) SUICÍDIO DOENÇAS VÍCIOS BREVE PERIÓDICA PERMANENTE
  • 30.
    CABE À NOSSA CONSCIÊNCIAA ESCOLHA E A LIBERDADE DE CEDER OU NÃO ÀS INFLUÊNCIAS ESPIRITUAIS QUE SE EXERCEM SOBRE NÓS. (O LIVRO DOS ESPÍRITOS – 2ª PARTE – CAP. IX) NÃO HÁ HOMEM SOBRE QUEM DEIXE DE ATUAR A INFLUÊNCIA BOA OU MÁ DOS ESPÍRITOS. VIVEMOS NO MEIO DE UMA MULTIDÃO INVISÍVEL, QUE ASSISTE, ATENTA, A NOSSA EXISTÊNCIA. (LÉON DENIS – DEPOIS DA MORTE – CAP. XXII)
  • 31.
    ORIENTA O TRATAMENTO DAS OBSESSÕES ESCLARECE SOBRE O OBSESSORE O OBSIDIADO DEMONSTRA A IMPORTÂNCIA DA PARTICIPAÇÃO DO ENFERMO UTILIZA A TERAPÊUTICA ESPIRITUAL PARA A CURA DA OBSESSÃO (OBSESSÃO/DESOBSESSÃO – SUELY C. SCHUBERT)
  • 32.
    ( OBSESSÃO/DESOBSESSÃO -SUELY C. SCHUBERT ) DESOBSESSÃO PRECE ÁGUA FLUIDIFICADA PASSES EVANGELIZAÇÃO
  • 33.
    TRABALHO DOUTRINÁRIO E MEDIÚNICOQUE SE FAZ PROCURANDO LIBERTAR ALGUÉM DA AÇÃO ESPIRITUAL PREJUDICIAL E INSISTENTE QUE ESTEJA SOFRENDO (O LIVRO DOS MÉDIUNS – ALLAN KARDEC – CAP. XXIII)
  • 34.
    + + ( OBSESSÃO/DESOBSESSÃO- SUELY C. SCHUBERT ) VONTADE MUDANÇA DOS PENSAMENTOS REFORMA ÍNTIMA
  • 35.
    “Daí a necessidadede se fortificar a alma e de o obsidiado trabalhar no seu próprio melhoramento.” (A Gênese - Allan Kardec, item 46) “Pode, visto que tais Espíritos só se apegam aos que, pelos seus desejos, os chamam, ou aos que, pelos seus pensamentos, os atraem.” Pode o homem eximir-se da influência dos Espíritos que procuram arrastá-lo ao mal? PERGUNTA 467 - OLE RESPOSTA
  • 36.
    ESTUDAR A DOUTRINAESPÍRITA 8 LER E MEDITAR SOBRE O EVANGELHO DE JESUS 7 ( OBSESSÃO/O PASSE/A DOUTRINAÇÃO - J. HERCULANO PIRES ) NÃO CULTIVAR A DEPRESSÃO 6 NÃO SE CONSIDERAR VÍTIMA 5 VIGIAR PENSAMENTOS, SENTIMENTOS E PALAVRAS 4 ACEITAR OS SEMELHANTES 3 COMPREENDER O QUE É OBSESSÃO 2 FAZER PRECE 1
  • 37.
    IMEDIATISMO E FALTADE CONTINUIDADE INDIFERENÇA AO ESFORÇO PRÓPRIO NECESSIDADE DE MUDANÇA INTERIOR (PAINÉIS DA OBSESSÃO – MANOEL P. DE MIRANDA) NÃO SÃO POUCOS AQUELES QUE, LOGO QUE MELHORAM, ABANDONAM AS DISPOSIÇÕES DE TRABALHO E PROGRESSO
  • 38.
    O SENTIDO DAVIDA CRESCIMENTO ELEVAÇÃO DESENVOL- VIMENTO AS VÁRIAS EXISTÊNCIAS TERRENAS TEM POR FIM A SUPERAÇÃO DAS NOSSAS IMPERFEIÇÕES (OBSESSÃO/O PASSE/A DOUTRINAÇÃO - J. HERCULANO PIRES)
  • 39.
     É AAÇÃO PERSISTENTE DE UM MAU ESPÍRITO SOBRE UMA PESSOA  É SEMPRE O RESULTADO DE UMA IMPERFEIÇÃO MORAL DANDO ACESSO A UM ESPÍRITO MAU SOBRE O ENCARNADO DÉBITOS DE VIDAS PASSADAS +IMPERFEIÇÕES MORAIS BRECHAS PARA A OBSESSÃO (OBSESSÃO/DESOBSESSÃO - SUELY C. SCHUBERT) (O LIVRO DOS ESPÍRITOS – ALLAN KARDEC)
  • 40.
    DISCIPLINA DAS EMOÇÕES E PENSAMENTOS REFORMA INTERIOR PRÁTICADO BEM PRECE E FÉ EM DEUS TORNA-SE NECESSÁRIO DESTRUIR EM SI MESMO A CAUSA DA ATRAÇÃO DOS MAUS ESPÍRITOS (ALLAN KARDEC) 1 PRECE FERVOROSA E ESFORÇOS PARA MELHORAR-SE CONSTITUEM MEIOS DE AFASTAR OS MAUS ESPÍRITOS (ALLAN KARDEC) 2 PRÁTICA DO BEM E FÉ EM DEUS REPELEM A INFLUÊNCIA DOS ESPÍRITOS INFERIORES (EMMANUEL) 3
  • 41.
    É O PENSAMENTOA TRANSITAR E A SINTONIZAR NAS FAIXAS INFERIORES (OBSESSÃO/DESOBSESSÃO - SUELY C. SCHUBERT) É A MUDANÇA DE DIREÇÃO DO PENSAMENTO PARA RUMOS NOBRES E CONSTRUTIVOS      DE ACORDO COM O QUE PENSAMOS SERÃO AS NOSSAS COMPANHIAS ESPIRITUAIS. “DIZE-ME O QUE PENSAS E TE DIREI COM QUEM ANDAS”.
  • 42.
    TIRA TODO PRETEXTO ÀS REPRESÁLIAS SENSIBILIZA O CORAÇÃO PERVERSO FAZDO INIMIGO UM AMIGO IRRITA O INIMIGO, QUE SE CONSTITUI INSTRUMENTO DE QUE A JUSTIÇA DE DEUS SE SERVE PARA PUNIR AQUELE QUE NÃO PERDOOU (O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO - CAP. XII)
  • 43.
    Bibliografia 1 – LivroOrientação ao centro espírita, capítulo 9, 1ª edição revista e atualizada em 2/2021 2 – Kardec, Allan, O Livro dos Médiuns, 2ª parte, capítulo 29, item 327, FEB, 81ª edição 3 – Kardec, Allan, O Livro dos Médiuns, 2ª parte, capítulo 29, item 331, FEB, 81ª edição 4 – Kardec, Allan, O Livro dos Médiuns, 2ª parte, capítulo 29, item 330, FEB, 81ª edição 5 – Denis, Léon, No invisível, 1ª parte, capítulo X 6 – Miranda, Hermínio C. de, Diálogo com as sombras, 1ª parte, capítulo 1 7 – Schubert, Suely Caldas, Obsessão desobsessão, 3ª parte, capítulo 5, 10ª edição, FEB 8 – Xavier, F. C e Vieira, Waldo, Desobsessão, capítulo 24, pelo Espírito André Luiz 9 – Orientação para a prática mediúnica no centro espírita, capítulo 8 – Orientações específicas, FEB, 1ª edição 2016 10 – Orientação para a prática mediúnica no centro espírita, capítulo 9 – Orientações específicas, FEB, 1ª edição 2016 https://palestrasdiversas.com.br/espiritismo _PPT.htm