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Livro: MEMÓRIAS DE UM SUICIDA
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Dados Biograficos
Yvonne do A. Pereira
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Yvonne A. Pereira nasceu em 24 de dezembro de 1900, na
cidade de Rio das Flores (RJ), e faleceu no Rio de Janeiro (RJ),
aos 9 de março de 1984.
Dentre suas múltiplas especialidades mediúnicas, avultou a
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produziram obras, ao mesmo tempo edificantes e de refinado
valor literário, sobre a ciência e a moral espíritas.
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Seminário Memórias de Um Suicida - Abertura - 15-02-2016

  • 2. ABERTURA Seminário anual início: 15-02-2016 Livro: MEMÓRIAS DE UM SUICIDA De: Yvonne do Amaral Pereira Pelo espírito: Camilo Cândido Botelho
  • 3. ABERTURA Motivos da Escolha do Livro Memórias de um Suicida.
  • 4. Visão da Doutrina Espírita O Suicídio é considerado um crime “O suicídio é uma tragédia pessoal e social, cujo sofrimento emocional é incalculável, não cabendo em números”
  • 5. Visão da Doutrina Espírita EXEMPLOS O CÉU E O INFERNO – CAPITULO V Duplo suicídio
  • 6. Visão da Doutrina Espírita HÁ INTENÇÃO OU NÃO DE PRIVAR-SE DA VIDA?
  • 7. Visão da Doutrina Espírita O Espiritismo evita o Suicídio, Não faz homens perfeitos: crença, fé e transformação. A BUSCA É DE CADA UM E DEVE SER CONTÍNUA
  • 8. Visão da Doutrina Espírita Bem- aventurados os aflitos
  • 9. Visão da Doutrina Espírita Causas anteriores das aflições
  • 10. Visão da Doutrina Espírita O Suicídio e a Loucura
  • 11. Visão da Doutrina Espírita Provas Voluntárias O Verdadeiro Cilício Mérito sofrer com resignação, busquemos outras soluções, para nossas dificuldade. Suicídio não é solução.
  • 12. Visão da Doutrina Espírita Sacrifício da própria vida Para servir à Pátria
  • 13. Visão da Doutrina Espírita Sacrifício da própria vida para salvar alguém
  • 14. Visão da Doutrina Espírita O duelo também é suicídio?
  • 15. Visão da Doutrina Espírita DAS PENAS E GOZOS TERRESTRES DESGOSTO DA VIDA SUICÍDIO
  • 16. Visão da Doutrina Espírita Ações preventivas Artigo de Avimar Ferreira Junior, publicado na Revista Brasileira de Psicologia (Salvador, Bahia – 2015);  No Brasil, uma das instituições que está trabalhando pela causa é o Centro de Valorização da Vida – CVV, (http://www.cvv.org.br/) telefone 141;  Movimentos pessoais, familiares, religiosos, sociais...
  • 17. Médium Yvonne do Amaral Pereira Compromissos e responsabilidades dos médiuns
  • 18. Dados Biograficos Yvonne do A. Pereira À Luz do Consolador (Rio de Janeiro: FEB, 1997, 34p)
  • 19. Yvonne A. Pereira nasceu em 24 de dezembro de 1900, na cidade de Rio das Flores (RJ), e faleceu no Rio de Janeiro (RJ), aos 9 de março de 1984. Dentre suas múltiplas especialidades mediúnicas, avultou a psicografia, através da qual renomados autores espirituais produziram obras, ao mesmo tempo edificantes e de refinado valor literário, sobre a ciência e a moral espíritas. Também na imprensa espírita Yvonne A. Pereira serviu com inexcedível zelo, legando com seus artigos, invariavelmente fecundos e belos, um critério seguro para os serviços em tão delicado quão importante setor da seara do Espiritismo Cristão.
  • 20. Memórias de um Suicida (Rio de Janeiro: FEB, 1955. 568p.) Nas Telas do Infinito (Rio de Janeiro: FEB, 1955, 189p) Amor e Ódio (Rio de Janeiro: FEB, 1956. 553p.) A Tragédia de Santa Maria (Rio de Janeiro: FEB, 1957. 267p.)
  • 21. Ressurreição e Vida (Rio de Janeiro: FEB, 1963. 314p.) Nas Voragens do Pecado (Rio de Janeiro: FEB, 1960. 317p) O Cavaleiro de Numiers (Rio de Janeiro: FEB, 1976. 216p.) O Drama da Bretanha (Rio de Janeiro: FEB, 1974. 206p.)
  • 22. Dramas da Obsessão (Rio de Janeiro: FEB, 1964. 209p.) Sublimação (Rio de Janeiro: FEB, 1974. 221p.) A Família Espírita À Luz do Consolador (Rio de Janeiro: FEB, 1997, 34p)
  • 23. Cânticos do Coração (Rio de Janeiro: Ed. CELD. 1994. 2 v. 246 p.) Contos Amigos (Rio de Janeiro: FEB, 2014, 156p.) Devassando o Invisível (Rio de Janeiro: FEB, 1963. 232p.)
  • 24. Evangelho aos Simples O Livro de Eneida Pontos Doutrinários – reúne crônicas publicadas na revista Reformador. Recordações da Mediunidade (Rio de Janeiro: FEB, 1968. 212p.) Lei de Deus
  • 25. Diretrizes preventivas Encarnados, desencarnados, suicidas ou não, todos, onde e como estivermos, poderemos usar estes ensinamentos nas tomadas de decisões rumo à jornada evolutiva.
  • 26. ENQUANTO ENCARNADOS O SUICÍDIO É O GRANDE ENGANO DE DESISTÊNCIA DA VIDA ENQUANTO DESENCARNADOS NÃO HÁ COMO SUICIDAR-SE, NÃO HÁ COMO DESISTIR DA VIDA, POIS A VIDA EM ESPÍRITO É ETERNA
  • 27. POR PIOR QUE SEJAM AS DIFICULDADES, BUSQUEMOS A LUZ FORTALEÇAMO-NOS PELA PRECE
  • 28.
  • 29.
  • 31. TENHAMOS MÃOS DE LUZ, QUE SOCORREM E ACOLHEM

Notas do Editor

  1. Para o seminário foi escolhido o tema suicídio e suas consequências na visão da Doutrina Espírita, buscando pela informação prevenir irmãos encarnados dos perigos que o ato do suicídio oferece, sem a solução dos problemas e dificuldades que poderão levar ao retornarem à Pátria Espiritual.   Outro motivo foi o fato do suicídio ser considerado pelos órgãos mundiais de saúde pública, como calamidade pública, comprovado estatisticamente.
  2. O suicídio é considerado um crime, e pode ser entendido não somente no ato voluntário que produz a morte instantânea, mas em tudo quanto se faça conscientemente para apressar a extinção das forças vitais. Importa numa transgressão da Lei Divina. É sempre uma falta de resignação e de submissão à vontade do Criador. (Equipe da FEB, 1997) 
  3. O suicídio mais severamente punido é o resultante do desespero que visa a redenção das misérias terrenas, misérias que são ao mesmo tempo expiações e provações. Furtar-se a elas é recuar ante a tarefa aceita e, às vezes, ante a missão que se devera cumprir. O suicídio não consiste somente no ato voluntário que produz a morte instantânea, mas em tudo quanto se faça conscientemente para apressar a extinção das forças vitais.
  4. Não se pode tachar de suicida aquele que dedicadamente se expõe à morte para salvar o seu semelhante: primeiro, porque no caso não há intenção de se privar da vida, e, segundo, porque não há perigo do qual a Providência nos não possa subtrair, quando a hora não seja chegada. A morte em tais contingências é sacrifício meritório, como ato de abnegação em proveito de outrem. (O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. V, itens nos 5, 6, 18 e 19.)
  5. Exemplo 7 (Um Ateu – item 5) “Concebe-se o suicídio quando a vida é sem esperança; procura-se então fugir-lhe a qualquer preço. Com o Espiritismo, ao contrário, a esperança fortalece-se porque o futuro se nos desdobra.  O suicídio deixa de ser objetivo, uma vez reconhecido que apenas se isenta a gente do mal para arrostar com um mal cem vezes pior. Eis por que o Espiritismo tem sequestrado muita gente a uma morte voluntária. Grandemente culpados são os que se esforçam por acreditar, com sofismas científicos e a pretexto de uma falsa razão, nessa idéia desesperadora, fonte de tantos crimes e males, de que tudo acaba com a vida. Esses serão responsáveis não só pelos próprios erros, como igualmente por todos os males a que os mesmos derem causa.”  Guia da médium na comunicação de XUMÈNE (Bordéus, 1862), p 454 Espiritismo não faz imediatamente homens perfeitos, mesmo entre os adeptos mais crentes. A crença é o primeiro passo; vindo em seguida a fé e a transformação a seu turno; mas, além disso, força é que muitos venham revigorar-se no mundo espiritual.
  6. Evangelho Segundo o Espiritismo - Capítulo V – Bem-aventurados os aflitos Causas anteriores das aflições: Itens 5/6
  7. Evangelho Segundo o Espiritismo - Capítulo V – Bem-aventurados os aflitos Causas anteriores das aflições: Itens 5/6
  8. Evangelho Segundo o Espiritismo - Capítulo V – Bem-aventurados os aflitos O suicídio e a loucura: Itens 14/19.
  9. Provas voluntárias. Capítulo V – Bem-aventurados os aflitos – Provas voluntárias – item 26: O verdadeiro cilício 26. Perguntais se é lícito ao homem abrandar suas próprias provas. Essa questão equivale a esta outra: É lícito, àquele que se afoga, cuidar de salvar-se? Àquele em quem um espinho entrou, retirá-lo? Ao que está doente, chamar o médico? As provas têm por fim exercitar a inteligência, tanto quanto a paciência e a resignação. Pode dar-se que um homem nasça em posição penosa e difícil, precisamente para se ver obrigado a procurar meios de vencer as dificuldades. O mérito consiste em sofrer, sem murmurar, as consequências dos males que lhe não seja possível evitar, em perseverar na luta, em se não desesperar, se não é bem-sucedido; nunca, porém, numa negligência que seria mais preguiça do que virtude.
  10. Capítulo V – Bem-aventurados os aflitos – item 26: Sacrifício da própria vida 29. Aquele que se acha desgostoso da vida, mas que não quer extingui-la por suas próprias mãos, será culpado se procurar a morte num campo de batalha, com o propósito de tornar útil sua morte?
  11. Capítulo V – Bem-aventurados os aflitos – item 26: Sacrifício da própria vida 30. Se um homem se expõe a um perigo iminente para salvar a vida a um de seus semelhantes, sabendo de antemão que sucumbirá, pode o seu ato ser considerado suicídio? Desde que no ato não entre a intenção de buscar a morte, não há suicídio, e sim, apenas, devotamento e abnegação, embora também haja a certeza de que morrerá. Mas quem pode ter essa certeza?
  12. Capítulo XII - Amai os vossos inimigos – item 12: O duelo – Instruções dos Espíritos – O duelo 12. Em certos casos, sem dúvida, pode o duelo constituir uma prova de coragem física, de desprezo pela vida, mas também é, incontestavelmente, uma prova de covardia moral, como o suicídio. O suicida não tem coragem de enfrentar as vicissitudes da vida; o duelista não tem a de suportar as ofensas.
  13. LIVRO DOS ESPIRITOS - PARTE QUARTA – DAS ESPERANÇAS E CONSOLAÇÕES – CAPÍTULO I DAS PENAS E GOZOS TERRESTRES – DESGOSTO DA VIDA. SUICÍDIO 945. Que se deve pensar do suicídio que tem como causa o desgosto da vida? “Insensatos! Por que não trabalhavam? A existência não lhes teria sido tão pesada.” 946. E do suicídio cujo fim é fugir, aquele que o comete, às misérias e às decepções deste mundo? “Pobres Espíritos, que não têm a coragem de suportar as misérias da existência! Deus ajuda aos que sofrem e não aos que carecem de energia e de coragem. As tribulações da vida são provas ou expiações. Felizes os que as suportam sem se queixar, porque serão recompensados! Ai, porém, daqueles que esperam a salvação do que, na sua impiedade, chamam acaso, ou fortuna! O acaso, ou a fortuna, para me servir da linguagem deles, podem, com efeito, favorecê-los por um momento, mas para lhes fazer sentir mais tarde, cruelmente, a vacuidade dessas palavras.” a) — Os que hajam conduzido o desgraçado a esse ato de desespero sofrerão as consequências de tal proceder? “Oh! Esses, ai deles! Responderão como por um assassínio.” 947. Pode ser considerado suicida aquele que, a braços com a maior penúria, se deixa morrer de fome? “É um suicídio, mas os que lhe foram causa, ou que teriam podido impedi-lo, são mais culpados do que ele, a quem a indulgência espera. Todavia, não penseis que seja totalmente absolvido, se lhe faltaram firmeza e perseverança e se não usou de toda a sua inteligência para sair do atoleiro. Ai dele, sobretudo, se o seu desespero nasce do orgulho. Quero dizer: se for quais homens em quem o orgulho anula os recursos da inteligência, que corariam de dever a existência ao trabalho de suas mãos e que preferem morrer de fome a renunciar ao que chamam sua posição social! Não haverá mil vezes mais grandeza e dignidade em lutar contra a adversidade, em afrontar a crítica de um mundo fútil e egoísta, que só tem boa vontade para com aqueles a quem nada falta e que vos volta as costas assim precisais dele? Sacrificar a vida à consideração desse mundo é estultícia, porquanto ele a isso nenhum apreço dá.” 948. É tão reprovável, como o que tem por causa o desespero, o suicídio daquele que procura escapar à vergonha de uma ação má? “O suicídio não apaga a falta. Ao contrário, em vez de uma, haverá duas. Quando se teve a coragem de praticar o mal, é preciso ter-se a de lhe sofrer as consequências. Deus, que julga, pode, conforme a causa, abrandar os rigores de sua justiça.”
  14. “O suicídio é uma tragédia pessoal e social, cujo sofrimento emocional é incalculável, não cabendo em números” (...) “...o fenômeno suicida é um grave problema de saúde pública, mas também um grave problema econômico e social, e por tanto político, não podendo sua prevenção ser abordada apenas pelo viés medicamentoso ou psicoterápico”.    Artigo de Avimar Ferreira Junior, publicado na Revista Brasileira de Psicologia (Salvador, Bahia, 2015), em “Considerações Finais”: “O suicídio é uma tragédia pessoal e social, cujo sofrimento emocional é incalculável, não cabendo em números. Contudo, estima-se que a cada suicídio, seis outras pessoas são impactadas tanto emocional como economicamente. Assim, o impacto do suicídio também se faz sentir na economia, bem como por ela é influenciada. As crises econômicas elevam os números de suicídio, lembrando que 75% dos suicídios se dão em países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento, acometendo principalmente os jovens em idade laboral.” (...) “Deste modo, o fenômeno suicida é um grave problema de saúde pública, mas também um grave problema econômico e social, e por tanto político, não podendo sua prevenção ser abordada apenas pelo viés medicamentoso ou psicoterápico. Como afirma a OMS, a comunidade é fundamental na prevenção do suicídio ao fornecerem apoio social aos vulneráveis e aos familiares e amigos das vítimas de suicídio.” Em 03 de dezembro de 2014 foi realizado em Brasília um Simpósio sobre suicídio (“Suicídio: é possível prevenir? Um olhar da sociedade”), sob os auspícios do Conselho Federal de Medicina – CFM e da Associação Brasileira de Psiquiatria – ABP. Segundo artigo do Dr. Ruy Palhano Silva, neuropsiquiatra e professor de psiquiatria da Universidade Federal do Maranhão – UFMA, uma das conclusões extraídas do Simpósio é de que “o assunto é muito importante e, em boa hora o CFM, ABP e outras instituições congêneres, se lançam conjuntamente para enfrentar essa epidemia do ponto de vista da saúde pública. Nesse aspecto há alguns fatos relevantes: primeiro, o desmascaramento ou despreconceitualização faz-se necessário para se iniciar estratégias preventivas de suicídio. Lamenta-se que ainda hoje haja entre nós um enorme preconceito sobre esse assunto. Quando se fala em suicídio as pessoas ainda ficam horrorizadas e ainda se assustam além do mais, se reservam, por vergonha a tratar disso em público. Os tabus, os preconceitos, os estigmas são enormes que foram sendo construídos ao longo dos anos, e por garantia esconderam o tema “debaixo do tapete” nos impedindo de se chegar mais próximo no âmago da questão. (...) Segundo, ninguém se mata em condições de saúde mental. Não há a menor chance de alguém se suicidar desfrutando plenamente de sua saúde mental e psicossocial e, entre os que o praticam, se encontram gravemente doentes do ponto de vista psiquiátrico. Essa constatação nos aproxima muito da natureza do suicídio como um evento médico e psicossocial, portanto como um fenômeno que nasce de disfunções psicopatológicas severa nos seres humanos e, em sendo assim passível de ser tratada e previsível e prevenível.”. (grifos nossos)  No Brasil, uma das instituições que está trabalhando pela causa é o Centro de Valorização da Vida – CVV. Esta instituição é uma das organizações não-governamentais (ONG) mais antigas do Brasil. Sua atuação baseia-se essencialmente no trabalho voluntário de milhares de pessoas distribuídas por todas as regiões do Brasil, oferecendo intervenção em crise a pessoas que telefonam buscando apoio emocional. É associado ao Befrienders Worldwide (http://www.befrienders.org/), entidade que congrega instituições de apoio emocional e prevenção do suicídio em todo o mundo. O acesso pode ser feito de inúmeras formas. A mais comum é pelo telefone 141. Mas pode-se acessar o site do CVV e fazer contato via chat,skype, e-mail ou pessoalmente (endereços no site). 
  15. Médium Yvonne do Amaral Pereira Compromissos e responsabilidades dos médiuns Os depoimentos e exemplos de Yvonne do Amaral Pereira nos leva a refletir sobre as dificuldades, a renúncia, os compromissos assumidos, a humildade, a obediência, a resignação e a gratidão.   Suas dificuldades financeiras, sua persistência tanto nos dados biográficos quanto no decorres das exposições nos dá testemunho de devotamento e amor, fatores a todos os médiuns por menor que seja seu compromisso mediúnico. Conscientizaçao de cada médiu dos compromissos assumidos ao reencarnar e correspondente responsabilidade diante dos encarnados e desencarnados que precisam de seu axílio.
  16. Amei e respeitei a Casa-Máter do Espiritismo no Brasil desde a minha infância, guiada por meu pai, que igualmente a amava e respeitava. A ela submeti-me mais tarde, aconselhada por meus amados guias espirituais Bezerra de Menezes e Charles. Diziam-me, mesmo, as duas entidades: “Somente à Federação Espírita Brasileira confia as tuas produções literárias mediúnicas. Se, um dia, alguma delas for rejeitada, submete-te: guarda-a, a fim de refazê-la mais tarde, ou destrua-a. Mas não a confies a outrem” Quando expliquei que levava dois livros ao exame da Federação (eram eles Memórias de um Suicida e Amor e Ódio), aquele senhor cortou-me a palavra, dizendo: — Não, não, não, não! Aqui só entram livros mediúnicos de Chico Xavier. Estou muito ocupado, tenho 200 livros para examinar e traduzir e não disponho de tempo para mais... Retirei-me sem me agastar. Eu reconhecia a minha incapacidade e não insisti. Aliás, eu mesma não soubera compreender o enredo de Memórias de um Suicida, acreditava tratar-se de uma grande mistificação, e silenciei. Em chegando à minha residência, tomei de uma caixa de fósforos e dos originais dos dois livros e dirigi-me ao quintal, a fim de queimá-los, pois nem mesmo tinha um local conveniente para guardá-los. Mas, ao riscar o fósforo e aproximar as páginas da chama vi, de súbito, o braço e a mão de um homem, transparentes e levemente azulados, estendidos como protegendo as páginas, e uma voz assustada, dizendo-me ao ouvido: — Espera! Guarda-os! De quem seria essa voz? Meu coração reconheceu-a como sendo vibrações de Bezerra de Menezes. Obedeci, tornei a guardar os originais, esperei. Advieram-me, em seguida, terríveis provações e testemunhos pungentes. Sofri, lutei penosamente, dei todos os testemunhos que a Lei de Deus exigiu de minhas forças. Certa manhã, porém, após as preces e o receituário que eu fazia em meu humilde domicílio, para os necessitados que me procuravam, apresentou-se Léon Denis dizendo: — Vamos refazer o livro sobre o suicídio. Ele está incompleto, não poderá ser publicado como está. — Está bem — respondi. — Começá-lo-ei na próxima semana, vou-me preparar. — Não! Vamos começá-lo hoje, agora, neste momento! Então, compreendi que o Sr. Quintão fora inspirado pelos amigos espirituais para não me receber quando o procurei na Federação, porque, se aquele livro fosse lido por aquela ocasião, seria irremediavelmente rejeitado. Camilo, o seu autor espiritual, não o completara devidamente, não lhe dera aquela feição doutrinária necessária, feição que, então, Léon Denis lhe deu. Uma vez terminada a revisão da obra, voltei à Federação, a qual eu frequentava semanalmente e me demorava em palestra doutrinária com o capitão Paiva, então diretor da Assistência aos Necessitados, sem, contudo, me referir ao caso dos livros. Fui paternalmente recebida por ele, como sempre. Expliquei-lhe o que se passava e pedi-lhe conselhos. Ele interessou-se, recomendou-me ao Dr. Wantuil de Freitas, que era o presidente da Federação na época. Fui recebida pelo Dr. Wantuil também paternalmente, como o fora pelo capitão Paiva. E disse-me ele: — Dou-lhe os meus parabéns pelo que me está relatando. Pode trazer as obras. Serão examinadas com atenção e espírito de fraternidade. Mas, precisam ser datilografadas com dois espaços, para major comodidade do exame. Passaram-se sete anos até que eu obtivesse uma máquina de escrever. Meu sobrinho César Augusto favoreceu-ma. Então, a obra foi datilografada e no ano de 1955 voltei novamente a Federação Espírita Brasileira. Fui recebida com a mesma fraternidade cristã e as obras aceitas pelos examinadores. Eu levara três: Nas telas do Infinito, a primeira a ser publicada; Memórias de um Suicida e Amor e Ódio. E ao nobre Espírito Manuel Quintão agradeço, ainda neste momento, não me ter atendido no ano de 1944, quando procurei a mesma Federação, levando os meus trabalhos ainda incompletos. Sua recusa salvou não só Memórias de um Suicida, mas toda a minha posterior obra mediúnica, pois, se esse livro fosse lido naquela ocasião, seria rejeitado e eu não mais cuidaria, certamente, de literatura mediúnica. No momento, agosto de 1973, tudo indica que não mais obterei literatura mediúnica. Meu compromisso com a Espiritualidade, nesse setor, está encerrado. Produzi, talvez, pouco, para a bibliografia espírita, mas fi-lo com o máximo respeito e o máximo amor pela Doutrina Espírita e a minha mediunidade. Foi o que pude fazer. E sinto a consciência tranquila e o coração confiante na justiça de Deus. Entretanto, trabalhei em receituário e conselhos até 1980. Aos amados guias espirituais que me assistiram nos trabalhos que realizei e me ampararam na travessia da existência, o meu coração agradecido e reverente.
  17. Realidade descritas pelos depoimentos dos suicidas
  18. Não alimentemos a ideia do suicídio, lentamente a vida inteira. Rejeitando a vida que temos, alimentamos desilusões que nos envolverá cada vez mais em dificuldades