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Evolução em Dois Mundos
Pelo espírito de André Luiz
Psicografia de Chico Xavier e Waldo Vieira
Federação Espírita do Estado de Goiás – FEEGO
Goiânia (GO)
Primeira Parte - Capítulo XX
Corpo Espiritual e Religiões
21/08/2017
Federação Espírita do Estado de Goiás – FEEGO
Goiânia (GO)
RESPONSABILIDADE E CONSCIÊNCIA
Espírito responsável
Consciência iluminada
A centelha da razão transformou-se em Chama Divina
A inteligência humana entendeu a grandeza do Universo e
compreendeu a própria humildade, reconhecendo, em suas
entranhas, a ideia de Deus.
Como já vimos nos capítulos anteriores,
desde que passou a conduzir-se de forma
racional, impulsionada pela força do
pensamento contínuo, a criatura começou
a experimentar as mais profundas
transformações, tanto na sua forma como
na sua moralidade.
Antes disso, o ser vivia entregue ao trabalho das Inteligências
Divinas que lhes estruturavam o veículo físico, por meio de
preciosos automatismos, preparando-o para o contato com a
razão, mas...
... uma vez iluminada pela responsabilidade, a criatura
assumiu a tarefa de atender, por si só, o aperfeiçoamento de
seu corpo espiritual.
O que antes era uma luta
brutal, dominada única e
exclusivamente pelo instinto e
pelas sensações, começou a
transformar-se pelas
aquisições do conhecimento,
pelas noções de direito e pelo
gradual nascimento da
afetividade que foi se
transmutando em amor entre
os seres.
Os tremendos conflitos da
natureza, em que se
mesclavam a violência e a
brutalidade, foram debitados,
até então, à conta da
evolução..., mas não mais!!
Para libertar-se da animalidade, o pensamento exigia orientação
educativa imprescindível para assimilação da influência divina.
ATIVIDADE RELIGIOSA
E foi assim que nasceu a atividade religiosa, possibilitando a
necessária nutrição psíquica, que, pela perspiração, exterioriza os
produtos que elabora na usina mental na forma de emanações
eletromagnéticas.
Dessa forma, o ser pensante influencia o ambiente e é por ele
influenciado..
Da mesma forma que a Medicina surgiu para atender o corpo físico, a
tarefa religiosa veio ao encontro das civilizações, patrocinando a
orientação do corpo espiritual , em seu necessário refinamento.
A partir desse ponto, tornava-se necessário o crescimento
consciente do homem em direção ao seu destino divino, como
herdeiro e colaborador da obra da criação.
Nesse sentido, a Espiritualidade Sublime respondeu aos seus
anseios de despojar-se da animalidade que ainda lhe presidia os
impulsos e assegurou o auxílio à suas necessidade de consolo e
esclarecimento.
Esse auxílio veio por meio de uma
grande massa de espíritos,
ilustrados mas decaídos,
necessitados de amarga penitência
expiatória e que renasceram na
Terra.
Nos mapas zodiacais, observa-se desenhada uma grande estrela na
Constelação do Cocheiro, que recebeu, na Terra, o nome de Cabra ou Capela.
Magnífico sol entre os astros que nos são mais vizinhos, ela, na sua trajetória
pelo Infinito, faz-se acompanhar, igualmente, da sua família de mundos,
cantando as glórias divinas do Ilimitado.
Alguns milhões de Espíritos rebeldes que
lá viviam, dificultavam a consolidação dos
elevados objetivos daqueles povos, mas
uma ação de saneamento geral foi posta
em prática e as comunidades espirituais,
diretoras do Cosmos, deliberaram, então,
localizar aquelas entidades aqui na Terra
longínqua...Emmanuel. A Caminho da Luz, Cap. 3
Quase todos esses mundos já se purificaram física e moralmente.
Há muitos milênios, um dos orbes dependentes de Capela, que guarda
muitas afinidades com a Terra, atingiu mais
um patamar evolutivo.
Capela
ENXERTO REVITALIZADOR
Os Espíritos exilados na Terra, encarnaram entre as raças negra e
amarela, que já existiam; esse processo de ‘miscigenação’, originou as
quatro grandes raças da humanidade terrestre.
Aos prepostos de Jesus foi necessária grande soma de tempo, no
sentido de fixar o tipo humano.
Emmanuel destaca o grandioso trabalho dos operários do Invisível
sobre os complexos celulares, chegando a dizer da impossibilidade de
qualquer cogitação mendelista (influência da genética ou da hereditariedade)
nessa época da evolução planetária.
A encarnação de Espíritos tão avançados em conhecimentos, em
corpos de raças primitivas, trouxe proveito para todos. Ao mesmo
tempo em que introduziam importantes características diferenciais
entre a humanidade terrestre, esses Espíritos tiveram a oportunidade
de trabalhar sua imprescindível melhoria moral por meio de suas
dolorosas experiências, adquirindo a provisão de amor para suas
consciências ressequidas.
Depois de longos milênios de luta espiritual, surgem no mundo, como
grupos por eles organizados, a China pré histórica e a Índia védica, o
antigo Egito, o povo de Israel e civilizações outras que se perderam no
abismo das eras, nos quais a religião assume aspecto enobrecido como
ciência moral de aperfeiçoamento, para mais alta ascensão da mente
humana à Consciência Cósmica.
Lemúria
Atlândida
Dentre todas essas civilizações, o Egito desempenhou missão
especial, organizando escolas de iniciação mais profunda.
Em obediência aos requisitos da crença popular, herdeira intransigente
das fixações mitológicas, o sacerdócio manteve cultos diversos a deuses
vários, nas manifestações esotéricas dos templos descerrados ao povo.
O lar e a escola, a agricultura e o comércio, as indústrias e
as artes possuíam gênios especiais que os presidiam, em
nome da convicção vulgar, mas, na intimidade do
santuário, o monoteísmo dirigia a implantação da fé.
“A unidade de Deus é o alicerce de toda a religião egípcia, em sua
feição superior.”
“Para os antigos egípcios, Deus plasmou os seus próprios
membros, que são os deuses conhecidos. Cada um desses
deuses secundários pode ser tomado como sendo análogo ao
Deus Único, e cada um deles pode formar um tipo novo do qual se
irradiam por sua vez, e pelo mesmo processo, outros tipos de
deuses inferiores.”
Essa argumentação teológica imaginava, erroneamente, potências
espirituais centralizadas no Criador Excelso, dotadas de mesmo poder
criador, quando só Ele tem a faculdade de verdadeiramente criar.
Contudo, esse conceito expressava a solidariedade que se estabelece
entre todas as vidas que constituem a família do Supremo Senhor em
todo o Universo.
“Compete-nos, pois, anotar que o fluído cósmico ou plasma divino é
a força em que todos vivemos, nos ângulos variados da Natureza,
motivo pelo qual já se afirmou, e com toda a razão, que “em Deus
nos movemos e existimos”.
Lembrando o que André Luiz nos relata no 1o capítulo:
Os iniciados egípcios sabiam da existência do corpo espiritual e acreditavam que
a morte era um fenômeno de passagem para outra existência em que a alma
(Rá) se desprendia do corpo (Ká).
Sendo o corpo compreendido como a morada da alma, havia uma grande
preocupação em conservá-lo após a morte. Foi assim que se desenvolveram
variadas técnicas de mumificação.
Se a alma não voltasse para o corpo, significava que este não tinha sido
conservado. Parte, daí, a importância da mumificação, do embalsamento e da
conservação e, para isso, existiam técnicas avançadas para os nobres e mais
simples e para os pobres.
MISSÃO DE MOISÉS
Os egípcios “cultivavam a mediunidade
em grau avançado, atendiam à
complexas aplicações do magnetismo,
traçavam disciplinas à vida íntima e
comunicavam-se com os mortos,
consagrando-lhes reverência especial”.
“Nesse campo de conhecimento mais
nobre, reencarna-se Moisés como
missionário da renovação, para dar à
mente do povo a concepção do Deus
Único, transferindo-a dos recintos
iniciáticos para a praça pública.”
De acordo com Emmanuel, foi nesse ambiente “que vamos encontrar o grande
legislador hebreu saturando-se de todos os conhecimentos iniciáticos...”
“...foi ali que seu espírito recebeu primorosa educação, à sombra do prestígio de
Termútis, cuja caridade fraterna o recolhera”.
“Na sua qualidade de mensageiro do Divino Mestre, Moisés procura então
concentrar o seu povo para a grande jornada em busca da Terra da Promissão.”
“Médium extraordinário, realiza grandes feitos ante os seus irmãos e
companheiros maravilhados. É, então que recebe, de emissários do Cristo, no
Sinai, os dez sagrados mandamentos que, até hoje, representam a base de toda a
justiça do mundo.”
Moisés “enfrenta batalhas terríveis do pensamento acomodado aos
circuitos da tradição em que as classes se exploram mutuamente, [...]
para afinal receber os fundamentos da Lei, no Sinai”.
Desde essa hora, o conhecimento religioso generalizou-se no âmago
das nações, porquanto, através da mensagem de Moisés, o homem
comum informou-se de que, perante Deus, o Senhor do Universo e da
Vida, ele é obrigado a respeitar o direito dos semelhantes para que
seja igualmente respeitado, reconhecendo que ele e o próximo são
irmãos entre si e filhos de um Pai Único.
A CAMINHO DA LUZ, cap. 3: O povo de Israel - Moisés
Antes de abandonar as lutas da Terra, na extática visão da Terra
Prometida, Moisés lega à posteridade as suas tradições no
Pentateuco, iniciando a construção da mais elevada ciência religiosa
de todos os tempos, para as coletividades porvindouras.
A CAMINHO DA LUZ, cap. 3: O povo de Israel - Moisés
“Os dez mandamentos,
recebidos mediunicamente
pelo profeta, brilham ainda
hoje por alicerce de luz na
edificação do direito,
dentro da ordem social.”
Os Dez Mandamentos
“A palavra da Esfera
Superior gravava a lei de
causa e efeito para o
homem, advertindo-o
solenemente:”
“– Consagra amor supremo ao Pai de Bondade Eterna, n’Ele
reconhecendo a tua divina origem.”
“Precata-te contra os enganos do antropomorfismo, porque
padronizar os atributos divinos absolutos pelos acanhados atributos
humanos é cair em perigosas armadilhas da vaidade e do orgulho.”
1.Eu sou o Senhor, teu Deus [...] Não terás outros deuses diante de mim. [...] Não
farás imagem esculpida, nem figura alguma do que está em cima do céu, nem
embaixo na Terra...
ou seja...
2. Não pronunciarás em vão o nome do Senhor, teu
Deus.
“Abstém-te de envolver o Julgamento Divino na estreiteza de
teus julgamentos.”
ou seja...
“Recorda o impositivo da meditação em teu favor e em
benefício daqueles que te atendem na esfera de trabalho,
para que possas assimilar com segurança os valores da
experiência.”
4. Honra a teu pai e tua mãe, a fim de viveres longo tempo
na terra que o Senhor teu Deus te dará́.
“Lembra-te de que a dívida para com teus pais terrestres é
sempre insolvável por sua natureza sublime.”
ou seja...
5. Não matarás.
Responsabilizar-te-ás pelas vidas que
deliberadamente extinguires.
ou seja...
6. Não cometerás
adultério.
“Foge de obscurecer
ou conturbar
(enganar) o
sentimento alheio,
porque o cálculo
delituoso emite ondas
de força desorientada
que voltarão sobre ti
mesmo.”
7. Não roubarás.
Evita a apropriação indébita para que não agraves
as próprias dívidas.
8. Não levantarás falso testemunho contra o teu próximo.
“Desterra de teus lábios toda palavra dolosa a fim
de que não se transforme, um dia, em tropeço para
os teus pés.”
9. Não desejes a mulher do próximo.
10. Não cobices a casa do teu próximo, nem o seu servo,
nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu asno, nem
qualquer das coisas que lhe pertençam.
‘Acautela-te contra a inveja e o despeito, a inconformação e
o ciúme, aprendendo a conquistar alegria e tranquilidade,
ao preço do esforço próprio, porque os teus pensamentos te
precedem os passos, plasmando-te, hoje, o caminho de
amanhã.”
Com Jesus, a religião, como sistema educativo, alcança
eminência inimaginável.
Nem templos de pedra, nem rituais.
Nem hierarquias efêmeras, nem avanço ao poder humano.
O Mestre desaferrolha as arcas do conhecimento enobrecido
e distribui-lhe os tesouros.
Jesus e a Religião
Dirige-se aos simples de
coração...
aos aflitos,
aos que tem sede e fome de
justiça,
aos que ainda desconhecem
a responsabilidade que tem
sobre seu próprio destino,
abraça os deserdados e fala-
lhes da Providência Infinita,
e fala-lhes a verdade, cheio de
amor, para que o sol da
esperança lhes renasça no ser.
Reúne, em torno de sua glória que a humildade escondia, os velhos e
os doentes, os cansados e os tristes, os pobres e os oprimidos, as mães
sofredoras e as crianças abandonadas e entrega-lhes as bem
aventuranças celestes.
Ensina que a felicidade não pode nascer das posses efêmeras e sim da
caridade e do entendimento, da modéstia e do trabalho, da tolerância
e do perdão.
Afirma-lhes que há muitas moradas na casa do Pai e que o
homem deve nascer de novo para progredir na direção da
Sabedoria Divina.
Proclama que a morte não existe e que a Criação é beleza e
segurança, alegria e vitória em plena imortalidade.
Pelas revelações com que
vence a superstição e o crime,
a violência e a perversidade,
paga na cruz o imposto de
extremo sacrifício aos
preconceitos humanos que
não lhe perdoam a soberana
grandeza, mas, reaparecendo
redivivo, para a mesma
Humanidade que o
escarnecera e crucificara,
desvenda-lhe, em novo
cântico de humildade, a
excelsitude da vida eterna.
Desde então, ergue-se o Evangelho, inspirando o
devotamento ao bem de todos até o sacrifico voluntário, a
fraternidade viva, o serviço infatigável aos semelhantes e o
perdão sem limites.
Revivescência do Cristianismo
Moisés instalara o princípio da justiça, coordenando a
vida e influenciando-a de fora para dentro.
Jesus inaugurou na Terra o
princípio do amor, a exteriorizar-
se do coração, de dentro para
fora, traçando-lhe a rota para
Deus.
E eis que o Cristianismo grandioso e simples
ressurge agora no Espiritismo, induzindo-nos
à sublimação da vida íntima, para que nossa
alma se liberte da sombra que a densifica,
encaminhando-se, renovada, para as
culminâncias da Luz.
Sugestões de leitura
Kardec, A. O Evangelho segundo o Espiritismo. Capítulo 1:
Não vim destruir a Lei
Xavier, F.C. A Caminho da Luz. Pelo Espírito Emmanuel.
Xavier, F.C. Emmanuel. Pelo Espírito Emmanuel. Cap. 2 e 3
Kardec, A. O Livro dos Espíritos. Perguntas 667 e 668

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Evolução em Dois Mundos - Primeira Parte - Capítulo XX - Corpo e Espiritual e Religiões - 21/08/2017

  • 1. Evolução em Dois Mundos Pelo espírito de André Luiz Psicografia de Chico Xavier e Waldo Vieira Federação Espírita do Estado de Goiás – FEEGO Goiânia (GO)
  • 2. Primeira Parte - Capítulo XX Corpo Espiritual e Religiões 21/08/2017 Federação Espírita do Estado de Goiás – FEEGO Goiânia (GO)
  • 3. RESPONSABILIDADE E CONSCIÊNCIA Espírito responsável Consciência iluminada A centelha da razão transformou-se em Chama Divina A inteligência humana entendeu a grandeza do Universo e compreendeu a própria humildade, reconhecendo, em suas entranhas, a ideia de Deus.
  • 4. Como já vimos nos capítulos anteriores, desde que passou a conduzir-se de forma racional, impulsionada pela força do pensamento contínuo, a criatura começou a experimentar as mais profundas transformações, tanto na sua forma como na sua moralidade. Antes disso, o ser vivia entregue ao trabalho das Inteligências Divinas que lhes estruturavam o veículo físico, por meio de preciosos automatismos, preparando-o para o contato com a razão, mas... ... uma vez iluminada pela responsabilidade, a criatura assumiu a tarefa de atender, por si só, o aperfeiçoamento de seu corpo espiritual.
  • 5. O que antes era uma luta brutal, dominada única e exclusivamente pelo instinto e pelas sensações, começou a transformar-se pelas aquisições do conhecimento, pelas noções de direito e pelo gradual nascimento da afetividade que foi se transmutando em amor entre os seres. Os tremendos conflitos da natureza, em que se mesclavam a violência e a brutalidade, foram debitados, até então, à conta da evolução..., mas não mais!!
  • 6. Para libertar-se da animalidade, o pensamento exigia orientação educativa imprescindível para assimilação da influência divina. ATIVIDADE RELIGIOSA E foi assim que nasceu a atividade religiosa, possibilitando a necessária nutrição psíquica, que, pela perspiração, exterioriza os produtos que elabora na usina mental na forma de emanações eletromagnéticas. Dessa forma, o ser pensante influencia o ambiente e é por ele influenciado.. Da mesma forma que a Medicina surgiu para atender o corpo físico, a tarefa religiosa veio ao encontro das civilizações, patrocinando a orientação do corpo espiritual , em seu necessário refinamento.
  • 7. A partir desse ponto, tornava-se necessário o crescimento consciente do homem em direção ao seu destino divino, como herdeiro e colaborador da obra da criação. Nesse sentido, a Espiritualidade Sublime respondeu aos seus anseios de despojar-se da animalidade que ainda lhe presidia os impulsos e assegurou o auxílio à suas necessidade de consolo e esclarecimento. Esse auxílio veio por meio de uma grande massa de espíritos, ilustrados mas decaídos, necessitados de amarga penitência expiatória e que renasceram na Terra.
  • 8. Nos mapas zodiacais, observa-se desenhada uma grande estrela na Constelação do Cocheiro, que recebeu, na Terra, o nome de Cabra ou Capela. Magnífico sol entre os astros que nos são mais vizinhos, ela, na sua trajetória pelo Infinito, faz-se acompanhar, igualmente, da sua família de mundos, cantando as glórias divinas do Ilimitado. Alguns milhões de Espíritos rebeldes que lá viviam, dificultavam a consolidação dos elevados objetivos daqueles povos, mas uma ação de saneamento geral foi posta em prática e as comunidades espirituais, diretoras do Cosmos, deliberaram, então, localizar aquelas entidades aqui na Terra longínqua...Emmanuel. A Caminho da Luz, Cap. 3 Quase todos esses mundos já se purificaram física e moralmente. Há muitos milênios, um dos orbes dependentes de Capela, que guarda muitas afinidades com a Terra, atingiu mais um patamar evolutivo. Capela
  • 9. ENXERTO REVITALIZADOR Os Espíritos exilados na Terra, encarnaram entre as raças negra e amarela, que já existiam; esse processo de ‘miscigenação’, originou as quatro grandes raças da humanidade terrestre. Aos prepostos de Jesus foi necessária grande soma de tempo, no sentido de fixar o tipo humano. Emmanuel destaca o grandioso trabalho dos operários do Invisível sobre os complexos celulares, chegando a dizer da impossibilidade de qualquer cogitação mendelista (influência da genética ou da hereditariedade) nessa época da evolução planetária.
  • 10. A encarnação de Espíritos tão avançados em conhecimentos, em corpos de raças primitivas, trouxe proveito para todos. Ao mesmo tempo em que introduziam importantes características diferenciais entre a humanidade terrestre, esses Espíritos tiveram a oportunidade de trabalhar sua imprescindível melhoria moral por meio de suas dolorosas experiências, adquirindo a provisão de amor para suas consciências ressequidas.
  • 11. Depois de longos milênios de luta espiritual, surgem no mundo, como grupos por eles organizados, a China pré histórica e a Índia védica, o antigo Egito, o povo de Israel e civilizações outras que se perderam no abismo das eras, nos quais a religião assume aspecto enobrecido como ciência moral de aperfeiçoamento, para mais alta ascensão da mente humana à Consciência Cósmica. Lemúria Atlândida
  • 12. Dentre todas essas civilizações, o Egito desempenhou missão especial, organizando escolas de iniciação mais profunda. Em obediência aos requisitos da crença popular, herdeira intransigente das fixações mitológicas, o sacerdócio manteve cultos diversos a deuses vários, nas manifestações esotéricas dos templos descerrados ao povo.
  • 13. O lar e a escola, a agricultura e o comércio, as indústrias e as artes possuíam gênios especiais que os presidiam, em nome da convicção vulgar, mas, na intimidade do santuário, o monoteísmo dirigia a implantação da fé.
  • 14. “A unidade de Deus é o alicerce de toda a religião egípcia, em sua feição superior.” “Para os antigos egípcios, Deus plasmou os seus próprios membros, que são os deuses conhecidos. Cada um desses deuses secundários pode ser tomado como sendo análogo ao Deus Único, e cada um deles pode formar um tipo novo do qual se irradiam por sua vez, e pelo mesmo processo, outros tipos de deuses inferiores.”
  • 15. Essa argumentação teológica imaginava, erroneamente, potências espirituais centralizadas no Criador Excelso, dotadas de mesmo poder criador, quando só Ele tem a faculdade de verdadeiramente criar. Contudo, esse conceito expressava a solidariedade que se estabelece entre todas as vidas que constituem a família do Supremo Senhor em todo o Universo. “Compete-nos, pois, anotar que o fluído cósmico ou plasma divino é a força em que todos vivemos, nos ângulos variados da Natureza, motivo pelo qual já se afirmou, e com toda a razão, que “em Deus nos movemos e existimos”. Lembrando o que André Luiz nos relata no 1o capítulo:
  • 16. Os iniciados egípcios sabiam da existência do corpo espiritual e acreditavam que a morte era um fenômeno de passagem para outra existência em que a alma (Rá) se desprendia do corpo (Ká). Sendo o corpo compreendido como a morada da alma, havia uma grande preocupação em conservá-lo após a morte. Foi assim que se desenvolveram variadas técnicas de mumificação. Se a alma não voltasse para o corpo, significava que este não tinha sido conservado. Parte, daí, a importância da mumificação, do embalsamento e da conservação e, para isso, existiam técnicas avançadas para os nobres e mais simples e para os pobres.
  • 17. MISSÃO DE MOISÉS Os egípcios “cultivavam a mediunidade em grau avançado, atendiam à complexas aplicações do magnetismo, traçavam disciplinas à vida íntima e comunicavam-se com os mortos, consagrando-lhes reverência especial”. “Nesse campo de conhecimento mais nobre, reencarna-se Moisés como missionário da renovação, para dar à mente do povo a concepção do Deus Único, transferindo-a dos recintos iniciáticos para a praça pública.”
  • 18. De acordo com Emmanuel, foi nesse ambiente “que vamos encontrar o grande legislador hebreu saturando-se de todos os conhecimentos iniciáticos...” “...foi ali que seu espírito recebeu primorosa educação, à sombra do prestígio de Termútis, cuja caridade fraterna o recolhera”. “Na sua qualidade de mensageiro do Divino Mestre, Moisés procura então concentrar o seu povo para a grande jornada em busca da Terra da Promissão.” “Médium extraordinário, realiza grandes feitos ante os seus irmãos e companheiros maravilhados. É, então que recebe, de emissários do Cristo, no Sinai, os dez sagrados mandamentos que, até hoje, representam a base de toda a justiça do mundo.”
  • 19. Moisés “enfrenta batalhas terríveis do pensamento acomodado aos circuitos da tradição em que as classes se exploram mutuamente, [...] para afinal receber os fundamentos da Lei, no Sinai”. Desde essa hora, o conhecimento religioso generalizou-se no âmago das nações, porquanto, através da mensagem de Moisés, o homem comum informou-se de que, perante Deus, o Senhor do Universo e da Vida, ele é obrigado a respeitar o direito dos semelhantes para que seja igualmente respeitado, reconhecendo que ele e o próximo são irmãos entre si e filhos de um Pai Único. A CAMINHO DA LUZ, cap. 3: O povo de Israel - Moisés
  • 20. Antes de abandonar as lutas da Terra, na extática visão da Terra Prometida, Moisés lega à posteridade as suas tradições no Pentateuco, iniciando a construção da mais elevada ciência religiosa de todos os tempos, para as coletividades porvindouras. A CAMINHO DA LUZ, cap. 3: O povo de Israel - Moisés
  • 21. “Os dez mandamentos, recebidos mediunicamente pelo profeta, brilham ainda hoje por alicerce de luz na edificação do direito, dentro da ordem social.” Os Dez Mandamentos “A palavra da Esfera Superior gravava a lei de causa e efeito para o homem, advertindo-o solenemente:”
  • 22. “– Consagra amor supremo ao Pai de Bondade Eterna, n’Ele reconhecendo a tua divina origem.” “Precata-te contra os enganos do antropomorfismo, porque padronizar os atributos divinos absolutos pelos acanhados atributos humanos é cair em perigosas armadilhas da vaidade e do orgulho.” 1.Eu sou o Senhor, teu Deus [...] Não terás outros deuses diante de mim. [...] Não farás imagem esculpida, nem figura alguma do que está em cima do céu, nem embaixo na Terra... ou seja...
  • 23. 2. Não pronunciarás em vão o nome do Senhor, teu Deus. “Abstém-te de envolver o Julgamento Divino na estreiteza de teus julgamentos.” ou seja... “Recorda o impositivo da meditação em teu favor e em benefício daqueles que te atendem na esfera de trabalho, para que possas assimilar com segurança os valores da experiência.”
  • 24. 4. Honra a teu pai e tua mãe, a fim de viveres longo tempo na terra que o Senhor teu Deus te dará́. “Lembra-te de que a dívida para com teus pais terrestres é sempre insolvável por sua natureza sublime.” ou seja...
  • 25. 5. Não matarás. Responsabilizar-te-ás pelas vidas que deliberadamente extinguires. ou seja...
  • 26. 6. Não cometerás adultério. “Foge de obscurecer ou conturbar (enganar) o sentimento alheio, porque o cálculo delituoso emite ondas de força desorientada que voltarão sobre ti mesmo.”
  • 27. 7. Não roubarás. Evita a apropriação indébita para que não agraves as próprias dívidas.
  • 28. 8. Não levantarás falso testemunho contra o teu próximo. “Desterra de teus lábios toda palavra dolosa a fim de que não se transforme, um dia, em tropeço para os teus pés.”
  • 29. 9. Não desejes a mulher do próximo. 10. Não cobices a casa do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu asno, nem qualquer das coisas que lhe pertençam. ‘Acautela-te contra a inveja e o despeito, a inconformação e o ciúme, aprendendo a conquistar alegria e tranquilidade, ao preço do esforço próprio, porque os teus pensamentos te precedem os passos, plasmando-te, hoje, o caminho de amanhã.”
  • 30. Com Jesus, a religião, como sistema educativo, alcança eminência inimaginável. Nem templos de pedra, nem rituais. Nem hierarquias efêmeras, nem avanço ao poder humano. O Mestre desaferrolha as arcas do conhecimento enobrecido e distribui-lhe os tesouros. Jesus e a Religião
  • 31. Dirige-se aos simples de coração... aos aflitos, aos que tem sede e fome de justiça, aos que ainda desconhecem a responsabilidade que tem sobre seu próprio destino, abraça os deserdados e fala- lhes da Providência Infinita, e fala-lhes a verdade, cheio de amor, para que o sol da esperança lhes renasça no ser.
  • 32. Reúne, em torno de sua glória que a humildade escondia, os velhos e os doentes, os cansados e os tristes, os pobres e os oprimidos, as mães sofredoras e as crianças abandonadas e entrega-lhes as bem aventuranças celestes. Ensina que a felicidade não pode nascer das posses efêmeras e sim da caridade e do entendimento, da modéstia e do trabalho, da tolerância e do perdão.
  • 33. Afirma-lhes que há muitas moradas na casa do Pai e que o homem deve nascer de novo para progredir na direção da Sabedoria Divina. Proclama que a morte não existe e que a Criação é beleza e segurança, alegria e vitória em plena imortalidade.
  • 34. Pelas revelações com que vence a superstição e o crime, a violência e a perversidade, paga na cruz o imposto de extremo sacrifício aos preconceitos humanos que não lhe perdoam a soberana grandeza, mas, reaparecendo redivivo, para a mesma Humanidade que o escarnecera e crucificara, desvenda-lhe, em novo cântico de humildade, a excelsitude da vida eterna.
  • 35. Desde então, ergue-se o Evangelho, inspirando o devotamento ao bem de todos até o sacrifico voluntário, a fraternidade viva, o serviço infatigável aos semelhantes e o perdão sem limites. Revivescência do Cristianismo
  • 36. Moisés instalara o princípio da justiça, coordenando a vida e influenciando-a de fora para dentro. Jesus inaugurou na Terra o princípio do amor, a exteriorizar- se do coração, de dentro para fora, traçando-lhe a rota para Deus.
  • 37. E eis que o Cristianismo grandioso e simples ressurge agora no Espiritismo, induzindo-nos à sublimação da vida íntima, para que nossa alma se liberte da sombra que a densifica, encaminhando-se, renovada, para as culminâncias da Luz.
  • 38. Sugestões de leitura Kardec, A. O Evangelho segundo o Espiritismo. Capítulo 1: Não vim destruir a Lei Xavier, F.C. A Caminho da Luz. Pelo Espírito Emmanuel. Xavier, F.C. Emmanuel. Pelo Espírito Emmanuel. Cap. 2 e 3 Kardec, A. O Livro dos Espíritos. Perguntas 667 e 668