Conteúdo 
• Sumário Executivo 
• Processo Geral 
• Processo de Assessment 
• Participantes por Grupos de Competências 
• Modelo de Competências por Grupos 
• Síntese do Desenvolvimento Comportamental Requerido 
• Matriz Nine Box – Desempenho x Assessment 
• Orientações Nine Box 
• Mapa de Talentos 
• Demanda da Liderança 
• Mapa de Cargos 
• Estudo de Alteração de Fator 
• Quadros Gerais de Assessment por Grupos 
• Análises Individuais 
• Conclusão 
• Glossários
Processo de Assessment
Matriz Nine Box: 
Desempenho x Assessment 
Baixo Alto 
Claudio 
Santana 
Carolina 
Alves 
Marcia 
Monteiro 
Augusto 
Brandão 
Raquel 
Souza 
Lilian 
Maes 
60.5 65.5 70.5 75.5 80.5 85.5 90.5 95.5 100.5 
Desempenho 
Abaixo do Esperado Acima do Esperado 
Assessment 
66.5 
61.5 
56.5 
51.5 
46.5 
Legenda: Correlação com o Cargo 
85-100% 60-84% 40-59% 0-39%. 
Bruno 
Alzugir 
Fabio 
Iwasaki 
Alexandre 
Faustino 
Flavio 
Silva 
Rafael 
Monteiro 
Roberta 
Quirino 
Eliana 
Silva 
Rogerio 
Marcelino
Orientações Nine Box 
Aprofundar análise das causas do 
desempenho insatisfatório: falta de 
processos, relação com superior ou área, 
objetivos funcionais incompatíveis com os 
recursos, área de especialização 
inadequada etc. Pode requerer 
treinamento ou mentoring. Investir no 
treinamento e desenvolvimento do 
colaborador. Um plano estratégico de 
resultados e capacitação deve ser 
montado. 
O colaborador executa adequadamente as 
tarefas atuais e pode ser solicitado a 
assumir novas atribuições para que 
oportunidades a longo prazo possam ser 
aproveitadas com evolução efetiva da 
carreira. O gestor deve dar atenção ao 
desempenho de curto prazo e apoiar o 
colaborador em suas etapas de progresso. 
Um plano estruturado de novas 
funções deve ser estabelecido. 
O desempenho do colaborador é gerador 
de resultados, consistente e ele apresenta 
automotivação que o capacita a assumir 
novas atribuições a curto prazo. Pode ter 
ampliado o escopo do seu trabalho, pois 
está preparado para novos desafios e 
caracteriza-se como futura liderança na 
organização. Uma promoção a curto 
prazo deve ser considerada e o 
colaborador deve ser considerado no 
programa de retenção de talentos. 
O gestor deve avaliar cuidadosamente se 
o colaborador está na área e/ou função 
corretas para seu perfil e competências. É 
aconselhável rever suas atribuições, com 
foco em metas específicas e bem claras 
de resultados-chave e progresso de 
capacitação, acordadas num plano bem 
delineado. 
Há espaço de melhoria na capacitação em 
sua função e nível atuais. A organização 
deve investir no potencial e desempenho e 
explorar as atividades em que o 
colaborador possa crescer em 
desempenho ainda em seu cargo atual. 
Um apoio de Coaching pode ser 
aconselhável. 
Subida na hierarquia na mesma área em 
que o colaborador já atua pode ser 
considerada. O colaborador já exibe 
desempenho acima da expectativa e seu 
potencial deve continuar a ser trabalhado 
para, futuramente, ser considerado em 
trabalhos de outra natureza. O plano de 
desenvolvimento individual deve 
contemplar as possibilidades de 
carreira estratégica na empresa. 
O gestor deve considerar a possibilidade 
de movimentação do colaborador de área 
de atuação ou para um nível menor . As 
causas de seu desempenho inferior e 
baixo potencial naquela função deve ser 
entendidas com profundidade. Em certos 
casos, pode-se considerar o desligamento. 
O colaborador apresenta um desempenho 
mediano, dentro do esperado, mas não 
está preparado para responsabilidades 
maiores. Movimentação horizontal pode 
ser aconselhável para enriquecer o 
escopo de suas funções e avaliar seu 
potencial em novos contextos. 
Desenvolver plano de job rotation. 
O colaborador apresenta alta performance, 
mas não está adequado para assumir 
maior responsabilidades. Pode ser 
mantido na posição e ser incentivado, via 
remuneração a continuar atingindo seus 
objetivos. Um plano de treinamento de 
manutenção e desenvolvimento a 
médio e longo prazo pode ser 
estruturado.
QUADROS GERAIS DE 
ASSESSMENT POR GRUPOS
Assessment - Inovador 
Legenda: 
Suficiente Insuficiente Boa Performance Alta Performance 
< 1,5 >= 1,5 >=2,5 >=3,5
Diagnósticos e Conclusões 
ANÁLISES INDIVIDUAIS
Considerações Gerais 
DISC ETALENT 
Adaptado Cargo 
Estrutural 
45% 
Âncora de Carreira 
Estilo de vida 
Segurança e estabilidade 
Mudança 
Adaptado 81% 
62% 
Metas futuras 
Equilibrar vida pessoal e profissional. 
Desenvolver competências comportamentais. 
Mudar de área de atuação. 
Exemplo demonstra ser uma profissional ativa e competente. Tendo em vista as mudanças 
organizacionais na Empresa, deverá trabalhar elementos do seu Cubo de Competências para contemplar 
seus novos desafios, inclusive os Conhecimentos (formação)e Habilidades, além do Comportamento. 
Isso exigirá um grande investimento de tempo e energia em sua nova fase, consolidando seu 
direcionamento de carreira. 
Exemplo 
Diagnóstico
Exemplo 
Observações 
Biografia 
Exemplo acumula uma experiência prática na 
gestão, mas ainda sem uma abordagem mais 
estruturada. Com sua versatilidade tem dado conta 
dos desafios até o momento, na Silimed Comércio. 
Motivação e Interesse 
Um cargo executivo do porte do ocupado por 
Fernanda apresenta desafios que podem impactar 
intensamente sua meta de equilíbrio entre vida 
pessoal e profissional. 
Processo Decisório 
Exemplo adota respostas práticas, mas poderia 
criar mais alternativas. 
Desenvolvimento 
O momento de carreira de Exemplo pede uma 
avaliação de seus objetivos pessoais para que ela 
possa direcionar o desenvolvimento de suas 
competências com foco definido. 
Conclusão
Relatório final de assessment empresa v 2

Relatório final de assessment empresa v 2

  • 2.
    Conteúdo • SumárioExecutivo • Processo Geral • Processo de Assessment • Participantes por Grupos de Competências • Modelo de Competências por Grupos • Síntese do Desenvolvimento Comportamental Requerido • Matriz Nine Box – Desempenho x Assessment • Orientações Nine Box • Mapa de Talentos • Demanda da Liderança • Mapa de Cargos • Estudo de Alteração de Fator • Quadros Gerais de Assessment por Grupos • Análises Individuais • Conclusão • Glossários
  • 3.
  • 4.
    Matriz Nine Box: Desempenho x Assessment Baixo Alto Claudio Santana Carolina Alves Marcia Monteiro Augusto Brandão Raquel Souza Lilian Maes 60.5 65.5 70.5 75.5 80.5 85.5 90.5 95.5 100.5 Desempenho Abaixo do Esperado Acima do Esperado Assessment 66.5 61.5 56.5 51.5 46.5 Legenda: Correlação com o Cargo 85-100% 60-84% 40-59% 0-39%. Bruno Alzugir Fabio Iwasaki Alexandre Faustino Flavio Silva Rafael Monteiro Roberta Quirino Eliana Silva Rogerio Marcelino
  • 5.
    Orientações Nine Box Aprofundar análise das causas do desempenho insatisfatório: falta de processos, relação com superior ou área, objetivos funcionais incompatíveis com os recursos, área de especialização inadequada etc. Pode requerer treinamento ou mentoring. Investir no treinamento e desenvolvimento do colaborador. Um plano estratégico de resultados e capacitação deve ser montado. O colaborador executa adequadamente as tarefas atuais e pode ser solicitado a assumir novas atribuições para que oportunidades a longo prazo possam ser aproveitadas com evolução efetiva da carreira. O gestor deve dar atenção ao desempenho de curto prazo e apoiar o colaborador em suas etapas de progresso. Um plano estruturado de novas funções deve ser estabelecido. O desempenho do colaborador é gerador de resultados, consistente e ele apresenta automotivação que o capacita a assumir novas atribuições a curto prazo. Pode ter ampliado o escopo do seu trabalho, pois está preparado para novos desafios e caracteriza-se como futura liderança na organização. Uma promoção a curto prazo deve ser considerada e o colaborador deve ser considerado no programa de retenção de talentos. O gestor deve avaliar cuidadosamente se o colaborador está na área e/ou função corretas para seu perfil e competências. É aconselhável rever suas atribuições, com foco em metas específicas e bem claras de resultados-chave e progresso de capacitação, acordadas num plano bem delineado. Há espaço de melhoria na capacitação em sua função e nível atuais. A organização deve investir no potencial e desempenho e explorar as atividades em que o colaborador possa crescer em desempenho ainda em seu cargo atual. Um apoio de Coaching pode ser aconselhável. Subida na hierarquia na mesma área em que o colaborador já atua pode ser considerada. O colaborador já exibe desempenho acima da expectativa e seu potencial deve continuar a ser trabalhado para, futuramente, ser considerado em trabalhos de outra natureza. O plano de desenvolvimento individual deve contemplar as possibilidades de carreira estratégica na empresa. O gestor deve considerar a possibilidade de movimentação do colaborador de área de atuação ou para um nível menor . As causas de seu desempenho inferior e baixo potencial naquela função deve ser entendidas com profundidade. Em certos casos, pode-se considerar o desligamento. O colaborador apresenta um desempenho mediano, dentro do esperado, mas não está preparado para responsabilidades maiores. Movimentação horizontal pode ser aconselhável para enriquecer o escopo de suas funções e avaliar seu potencial em novos contextos. Desenvolver plano de job rotation. O colaborador apresenta alta performance, mas não está adequado para assumir maior responsabilidades. Pode ser mantido na posição e ser incentivado, via remuneração a continuar atingindo seus objetivos. Um plano de treinamento de manutenção e desenvolvimento a médio e longo prazo pode ser estruturado.
  • 6.
    QUADROS GERAIS DE ASSESSMENT POR GRUPOS
  • 7.
    Assessment - Inovador Legenda: Suficiente Insuficiente Boa Performance Alta Performance < 1,5 >= 1,5 >=2,5 >=3,5
  • 8.
    Diagnósticos e Conclusões ANÁLISES INDIVIDUAIS
  • 9.
    Considerações Gerais DISCETALENT Adaptado Cargo Estrutural 45% Âncora de Carreira Estilo de vida Segurança e estabilidade Mudança Adaptado 81% 62% Metas futuras Equilibrar vida pessoal e profissional. Desenvolver competências comportamentais. Mudar de área de atuação. Exemplo demonstra ser uma profissional ativa e competente. Tendo em vista as mudanças organizacionais na Empresa, deverá trabalhar elementos do seu Cubo de Competências para contemplar seus novos desafios, inclusive os Conhecimentos (formação)e Habilidades, além do Comportamento. Isso exigirá um grande investimento de tempo e energia em sua nova fase, consolidando seu direcionamento de carreira. Exemplo Diagnóstico
  • 10.
    Exemplo Observações Biografia Exemplo acumula uma experiência prática na gestão, mas ainda sem uma abordagem mais estruturada. Com sua versatilidade tem dado conta dos desafios até o momento, na Silimed Comércio. Motivação e Interesse Um cargo executivo do porte do ocupado por Fernanda apresenta desafios que podem impactar intensamente sua meta de equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Processo Decisório Exemplo adota respostas práticas, mas poderia criar mais alternativas. Desenvolvimento O momento de carreira de Exemplo pede uma avaliação de seus objetivos pessoais para que ela possa direcionar o desenvolvimento de suas competências com foco definido. Conclusão