CABEAMENTO ESTRUTURADO
Vitor Monteiro de Barros
vitor.estacio.sc@gmail.com
2015
Vitor Monteiro de Barros
O cuidado que deve ser tomado quando da
instalação do cabeamento lógico é a sua proteção
contra ruídos, notadamente originária de fontes de
energia elétrica, tais como:
 Luminárias, reatores e cabeamento e
equipamentos elétricos.
 Novamente a norma EIA/TIA 569 nos traz
orientação de como proceder na instalação do
cabeamento.
Rede Lógica x Rede Elétrica
Vitor Monteiro de Barros
Com o lançamento da Norma EIA/TIA 569 A,
houve uma mudança substancial no que tange as
distâncias entre as redes lógicas e elétricas,
passando a ser aceito a seguinte situação:
É permitido o compartilhamento entre rede
elétrica e rede lógica em uma mesma canaleta,
desde que:
 a) Exista uma separação física entre as duas
redes dentro da canaleta;
Rede Lógica x Rede Elétrica
Vitor Monteiro de Barros
 b) Na rede elétrica a corrente total não poderá
ser superior a 20 A.
Tubulações de telecomunicações
 Para evitar interferências eletromagnéticas, as
tubulações de telecomunicações deverão
cruzar perpendicularmente as lâmpadas e
cabos elétricos e devem prever afastamento
mínimo de:
Rede Lógica x Rede Elétrica
Vitor Monteiro de Barros
 - 1,20 metros de grandes motores elétricos ou
transformadores;
 - 30 cm de condutores e cabos utilizados em
distribuição elétrica;
 - 12 cm de lâmpadas fluorescentes.
Os valores acima referem-se a circuitos
elétricos de potência inferior a 5 KVA. Todas as
tubulações citadas devem ser blindadas.
Rede Lógica x Rede Elétrica
Vitor Monteiro de Barros
Essa blindagem poderá ser obtida através de
eletrocalhas fechadas ou eletrodutos (conduítes)
metálicos; na montagem não deve haver
descontinuidade elétrica entre o transmissor e o
receptor, ou seja, não deve haver mistura de
tubulações condutoras e isolantes na trajetória até
a Área de Trabalho
Rede Lógica x Rede Elétrica
Vitor Monteiro de Barros
1) Faça uma pesquisa sobre os padrões de
cabeamento estruturado:
ANSI/TIA/EIA-568-B.3
ANSI/TIA/EIA-568-C.3
TIA-526-14-A
TIA-526-7
ANSI / EIA / TIA TSB 67
Data de Entrega 18 / 03 / 2016
Trabalho
Vitor Monteiro de Barros
Problemas na transmissão do sinal
Shannon, em 1957, lançou a teoria da
comunicação, a qual, em termos básicos,
determina que todo meio físico (mídia) limita a
taxa de transmissão em bits por segundo na
proporção inversa da presença do ruído nesse
meio. Por outro lado, a largura de banda
influencia diretamente na taxa de transmissão
obtida nesse meio.
Averiguação de uma instalação
Vitor Monteiro de Barros
Averiguação de uma instalação
Vitor Monteiro de Barros
Averiguação de uma instalação
Vitor Monteiro de Barros
Testes em cabos UTP
A seguir iremos discutir os principais testes de
certificação realizados nos cabos UTP.
Comprimento
Mede o comprimento do cabo através de meios
elétricos.
É limitado a um valor de 100 m, sendo este o valor
considerado como referência para este tipo de
teste.
Testes
Vitor Monteiro de Barros
Um equipamento TDR é utilizado para
calcular o comprimento total do link através da
medida do tempo que um determinado pulso leva
para ir e voltar ao longo do cabo.
Wire Map (Mapeamento dos fios)
Identifica a integridade e correção das
interligações dos fios do cabo aos pinos
correspondentes na terminação (tomada, bloco ou
patch panel);
Testes
Vitor Monteiro de Barros
Alguns testes que devem ser feitos:
 Continuidade;
 Curto circuito;
 Par cruzado;
 Par reverso;
 Par dividido.
Testes
Vitor Monteiro de Barros
Indica inversão de pares, falhas de contato,
etc.;
Denotam falhas de montagem sérias, que
deveriam ter sido detectadas durante a montagem.
Testes efetuados:
Continuidade;
Curto circuito;
Par cruzado;
Par reverso;
Par dividido.
Testes
Vitor Monteiro de Barros
Essa modalidade é a mais básica das
certificações. Segundo a ANSI/EIA/TIA, é um teste
obrigatório a toda instalação de cabeamento.
Consiste em utilizar um aparelho, chamado de
cable scanner, para se testar todos os pontos
instalados da rede. O scanner está programado
para realizar todos os testes requeridos pelas
normas (da ANSI/EIA/TIA ou ISO/IEC) e compará-
los a valores padrões.
Testes de certificação
Vitor Monteiro de Barros
Para cada ponto testado, é gerada uma
página de relatório que detalha o resultado
da análise e exibe um status, que pode ser PASSA
ou FALHA. É altamente desejável que 100% dos
pontos testados exibam o status PASSA. Também
é importante que os testes sejam realizados de
acordo com a categoria do cabeamento instalado.
De nada adianta testar um cabeamento Categoria
6 utilizando o scanner configurado para teste em
Categoria 5e.
Testes
Vitor Monteiro de Barros
Todas as conexões ópticas também devem ser
testadas. O teste requerido por norma é o de
atenuação óptica, feito com um conjunto Power
Meter & Fonte de Luz. O resultado da perda óptica
de cada link de fibra, medido em dB, deve ser
entregue como parte da documentação.
Exija do instalador uma cópia, impressa ou
em mídia, de todos os testes realizados após a
finalização da obra. Guarde esses testes para
posterior consulta caso seja detectada alguma
falha.
Testes
Vitor Monteiro de Barros
Todas as conexões ópticas também devem ser
testadas. O teste requerido por norma é o de
atenuação óptica, feito com um conjunto Power
Meter & Fonte de Luz. O resultado da perda óptica
de cada link de fibra, medido em dB, deve ser
entregue como parte da documentação.
Exija do instalador uma cópia, impressa ou
em mídia, de todos os testes realizados após a
finalização da obra. Guarde esses testes para
posterior consulta caso seja detectada alguma
falha.
Testes
Vitor Monteiro de Barros
Cable Scanner

Cabeamento Estruturado - Rede Lógica x Rede Elétrica

  • 1.
    CABEAMENTO ESTRUTURADO Vitor Monteirode Barros vitor.estacio.sc@gmail.com 2015
  • 2.
    Vitor Monteiro deBarros O cuidado que deve ser tomado quando da instalação do cabeamento lógico é a sua proteção contra ruídos, notadamente originária de fontes de energia elétrica, tais como:  Luminárias, reatores e cabeamento e equipamentos elétricos.  Novamente a norma EIA/TIA 569 nos traz orientação de como proceder na instalação do cabeamento. Rede Lógica x Rede Elétrica
  • 3.
    Vitor Monteiro deBarros Com o lançamento da Norma EIA/TIA 569 A, houve uma mudança substancial no que tange as distâncias entre as redes lógicas e elétricas, passando a ser aceito a seguinte situação: É permitido o compartilhamento entre rede elétrica e rede lógica em uma mesma canaleta, desde que:  a) Exista uma separação física entre as duas redes dentro da canaleta; Rede Lógica x Rede Elétrica
  • 4.
    Vitor Monteiro deBarros  b) Na rede elétrica a corrente total não poderá ser superior a 20 A. Tubulações de telecomunicações  Para evitar interferências eletromagnéticas, as tubulações de telecomunicações deverão cruzar perpendicularmente as lâmpadas e cabos elétricos e devem prever afastamento mínimo de: Rede Lógica x Rede Elétrica
  • 5.
    Vitor Monteiro deBarros  - 1,20 metros de grandes motores elétricos ou transformadores;  - 30 cm de condutores e cabos utilizados em distribuição elétrica;  - 12 cm de lâmpadas fluorescentes. Os valores acima referem-se a circuitos elétricos de potência inferior a 5 KVA. Todas as tubulações citadas devem ser blindadas. Rede Lógica x Rede Elétrica
  • 6.
    Vitor Monteiro deBarros Essa blindagem poderá ser obtida através de eletrocalhas fechadas ou eletrodutos (conduítes) metálicos; na montagem não deve haver descontinuidade elétrica entre o transmissor e o receptor, ou seja, não deve haver mistura de tubulações condutoras e isolantes na trajetória até a Área de Trabalho Rede Lógica x Rede Elétrica
  • 7.
    Vitor Monteiro deBarros 1) Faça uma pesquisa sobre os padrões de cabeamento estruturado: ANSI/TIA/EIA-568-B.3 ANSI/TIA/EIA-568-C.3 TIA-526-14-A TIA-526-7 ANSI / EIA / TIA TSB 67 Data de Entrega 18 / 03 / 2016 Trabalho
  • 8.
    Vitor Monteiro deBarros Problemas na transmissão do sinal Shannon, em 1957, lançou a teoria da comunicação, a qual, em termos básicos, determina que todo meio físico (mídia) limita a taxa de transmissão em bits por segundo na proporção inversa da presença do ruído nesse meio. Por outro lado, a largura de banda influencia diretamente na taxa de transmissão obtida nesse meio. Averiguação de uma instalação
  • 9.
    Vitor Monteiro deBarros Averiguação de uma instalação
  • 10.
    Vitor Monteiro deBarros Averiguação de uma instalação
  • 11.
    Vitor Monteiro deBarros Testes em cabos UTP A seguir iremos discutir os principais testes de certificação realizados nos cabos UTP. Comprimento Mede o comprimento do cabo através de meios elétricos. É limitado a um valor de 100 m, sendo este o valor considerado como referência para este tipo de teste. Testes
  • 12.
    Vitor Monteiro deBarros Um equipamento TDR é utilizado para calcular o comprimento total do link através da medida do tempo que um determinado pulso leva para ir e voltar ao longo do cabo. Wire Map (Mapeamento dos fios) Identifica a integridade e correção das interligações dos fios do cabo aos pinos correspondentes na terminação (tomada, bloco ou patch panel); Testes
  • 13.
    Vitor Monteiro deBarros Alguns testes que devem ser feitos:  Continuidade;  Curto circuito;  Par cruzado;  Par reverso;  Par dividido. Testes
  • 14.
    Vitor Monteiro deBarros Indica inversão de pares, falhas de contato, etc.; Denotam falhas de montagem sérias, que deveriam ter sido detectadas durante a montagem. Testes efetuados: Continuidade; Curto circuito; Par cruzado; Par reverso; Par dividido. Testes
  • 15.
    Vitor Monteiro deBarros Essa modalidade é a mais básica das certificações. Segundo a ANSI/EIA/TIA, é um teste obrigatório a toda instalação de cabeamento. Consiste em utilizar um aparelho, chamado de cable scanner, para se testar todos os pontos instalados da rede. O scanner está programado para realizar todos os testes requeridos pelas normas (da ANSI/EIA/TIA ou ISO/IEC) e compará- los a valores padrões. Testes de certificação
  • 16.
    Vitor Monteiro deBarros Para cada ponto testado, é gerada uma página de relatório que detalha o resultado da análise e exibe um status, que pode ser PASSA ou FALHA. É altamente desejável que 100% dos pontos testados exibam o status PASSA. Também é importante que os testes sejam realizados de acordo com a categoria do cabeamento instalado. De nada adianta testar um cabeamento Categoria 6 utilizando o scanner configurado para teste em Categoria 5e. Testes
  • 17.
    Vitor Monteiro deBarros Todas as conexões ópticas também devem ser testadas. O teste requerido por norma é o de atenuação óptica, feito com um conjunto Power Meter & Fonte de Luz. O resultado da perda óptica de cada link de fibra, medido em dB, deve ser entregue como parte da documentação. Exija do instalador uma cópia, impressa ou em mídia, de todos os testes realizados após a finalização da obra. Guarde esses testes para posterior consulta caso seja detectada alguma falha. Testes
  • 18.
    Vitor Monteiro deBarros Todas as conexões ópticas também devem ser testadas. O teste requerido por norma é o de atenuação óptica, feito com um conjunto Power Meter & Fonte de Luz. O resultado da perda óptica de cada link de fibra, medido em dB, deve ser entregue como parte da documentação. Exija do instalador uma cópia, impressa ou em mídia, de todos os testes realizados após a finalização da obra. Guarde esses testes para posterior consulta caso seja detectada alguma falha. Testes
  • 19.
    Vitor Monteiro deBarros Cable Scanner