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PLANEJANDO A ALFABETIZAÇÃO;PLANEJANDO A ALFABETIZAÇÃO;
INTEGRANDO DIFERENTES ÁREASINTEGRANDO DIFERENTES ÁREAS
DO CONHECIMENTODO CONHECIMENTO
PROJETOS DIDÁTICOS E SEQUÊNCIASPROJETOS DIDÁTICOS E SEQUÊNCIAS
DIDÁTICADIDÁTICA
Ano 01
Unidade 06
Iniciando a conversa...Iniciando a conversa...
Nosso propósito:
Refletir sobre formas de organização do
trabalho pedagógico, especialmente sobre os
projetos didáticos na alfabetização.
Foco:os diálogos entre os diferentes
componentes curriculares, visando a
integração entre os mesmos, bem como o
papel dos diferentes eixos de ensino da
língua na apropriação de conhecimentos
relacionados às diferentes
áreas do saber.
OBJETIVOSOBJETIVOS
 compreender a concepção de alfabetização na perspectiva do
letramento, a partir do aprofundamento de estudos baseados nas
obras pedagógicas do PNBE do Professor e outros textos
publicados pelo MEC;
 aprofundar a compreensão sobre o currículo nos anos iniciais do
Ensino Fundamental e sobre os direitos de aprendizagem e
desenvolvimento nas diferentes áreas de conhecimento;
 analisar e planejar projetos didáticos e sequências didáticas para
turmas de alfabetização, assim como prever atividades
permanentes integrando diferentes componentes curriculares e
atividades voltadas para o desenvolvimento da oralidade, leitura
e escrita;
 conhecer os recursos didáticos distribuídos pelo Ministério da
Educação e planejar projetos e sequências didáticas em que tais
materiais sejam usados;
 compreender a importância da avaliação no ciclo de
alfabetização.
Finalidade maior das iniciativas do MECFinalidade maior das iniciativas do MEC
Relações entre apropriação do Sistema de
Escrita Alfabética e letramento nas
diferentes áreas do Conhecimento
Ivane Pedrosa de Souza
RELEVÂNCIA E PRIORIDADERELEVÂNCIA E PRIORIDADE
Com a implantação do Ensino
Fundamental de nove anos, tais
discussões acerca das Diretrizes
Curriculares Nacionais se reascendem e
ASSUMEM
Um olhar sobre a escolaUm olhar sobre a escola
O QUE É?O QUE É?
PARA QUE SERVE?PARA QUE SERVE?
A QUEM SE DESTINA?A QUEM SE DESTINA?
COMO SE CONSTRÓI?COMO SE CONSTRÓI?
COMO SE IMPLEMENTA?COMO SE IMPLEMENTA?
DISCUSSÃO: CURRÍCULO
Documento:Documento:
”Indagações sobre o currículo””Indagações sobre o currículo”
 [...]os currículos não são conteúdos prontos
a serem passados aos alunos. São uma
construção e seleção de conhecimentos e
práticas produzidas em contextos concretos
e em dinâmicas sociais, políticas e culturais,
intelectuais e pedagógicas. Conhecimentos
e práticas expostos às novas dinâmicas e
reinterpretadas em cada contexto histórico.
As indagações revelam que há
entendimento de que os currículos são
orientados pela dinâmica da Sociedade.
Cabe à nós, como profissionais da
Educação, encontrar respostas.
(LIMA, 2007, p.9)
CURRÍCULO E DESENVOLVIMENTOCURRÍCULO E DESENVOLVIMENTO
HUMANOHUMANO
 “O EDUCADOR NECESSITA ADEQUAR A PRÁTICA
PEDAGÓGICA ÀS POSSIBILIDADES DE
DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM DOS
EDUCANDOS.”
[...] A escola é um espaço de ampliação da
experiência humana, devendo, para tanto,
não se limitar às experiências cotidianas da
criança e trazendo, necessariamente
Conhecimentos novos, metodologias e áreas
de conhecimento contemporâneas. (p.19)
Nem toda proposta ou intenção em sala deNem toda proposta ou intenção em sala de
aula promovem aprendizagem.aula promovem aprendizagem.
QUAL O DESAFIO QUANTO ÀQUAL O DESAFIO QUANTO À
LEITURA E ESCRITA?LEITURA E ESCRITA?
SABERES COMO OBJETOS DE ENSINO...SABERES COMO OBJETOS DE ENSINO...
em relação ao projeto curricular, que o
mesmo se constitua num documento cuja
proposta deixe claro para a escola o seu
papel no sentido de contribuir para que os
objetos de ensino-aprendizagem sejam os
mais fiéis possíveis à forma como
funcionam socialmente fora da escola.
QUAIS PONTOS PRECISAMOS REFLETIR?QUAIS PONTOS PRECISAMOS REFLETIR?
Segundo Lerner (2002), o objeto de
ensino, ao ser apresentado, deve ser fiel
ao saber ou à prática social que se
pretende comunicar, devendo-se partir do
pressuposto de que o aprendiz se
Constitui num participante ativo e capaz
de atribuir ao saber uma pauta, um
sentido pessoal.
Para Chevallard (1997), alguns pontos
precisam ser refletidos quando é
necessário decidir sobre quais são os
conteúdos que devem ser ensinados,
quais devem ser priorizados.
Reconstrução do objeto implicando na
passagem de saberes cientificamente
produzidos ou de práticas socialmente
realizadas para os objetos ou práticas a
ensinar
Ao selecionar conteúdos a serem
ensinados é imprescindível uma
vigilância para que seja evitado um
distanciamento entre o objeto de ensino e
o objeto social de referência, bem como
pensar-se numa hierarquização, o que
deve ser considerado prioritário ou
enfatizado no âmbito do objeto de ensino.
Práticas sociais de leitura ePráticas sociais de leitura e
escritaescrita
Quando o foco de ensino é a leitura e a
escrita, tomando-se por base que a
educação obrigatória é formar cidadãos da
cultura escrita, faz-se necessário propiciar
condições para que as crianças tornem-se
leitoras e capazes de produzir textos.
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Referência
Qual o foco do trabalho pedagógico doQual o foco do trabalho pedagógico do
professor?professor?
Considerando-se essas novas perspectivas
na área do ensino, bem como a inclusão da
criança de seis anos no Ensino fundamental
de nove anos?
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sua atividade de planejamento da prática
pedagógica a partir dos pressupostos hoje
enfatizados e que devem nortear a sua
prática?
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acerca de como ela adquire conhecimentos e
percebe o
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conteúdos, integração entre os mesmos e
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adotadas?
ARTICULAÇÃO ORIGINADA DE REAISARTICULAÇÃO ORIGINADA DE REAIS
NECESSIDADESNECESSIDADES
 TOMADA DE CONSCIÊNCIA
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QUAIS O ALUNO PARTICIPA DENTRO E FORA DA ESCOLA
 DESAFIO DO DOCENTE
 PARAMETROS CONDIZENTES
 NOVA REALIDADE
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 ARTICULAÇÃO
 DIVERSAS ÁREAS DO CONHECIMENTO

EM CONSONÂNCIA
 ROTINA PEDAGÓGICA
 QUE CONTEMPLE
 DIFERENTES EIXOS DO COMPONENTE CURRICULAR LÍNGUA PORTUGUESA
É importante articular o que as crianças
sabem em relação às diferentes áreas do
currículo (Ciências Sociais, Ciências
Naturais, Noções Lógico-Matemáticas e
Linguagens) e isto leva, segundo Corsino
(2007), a uma organização pedagógica
que deve ser flexível, aberta ao novo e ao
imprevisível.
O desafio do alfabetizarO desafio do alfabetizar
letrando está postoletrando está posto
Pensar temas e conteúdos, definir
metodologias relacionadas às diversas
áreas do conhecimento, articulando-as e
pondo em destaque o papel dos diversos
eixos da língua: análise linguística,
oralidade, leitura e escrita, numa
perspectiva de letramento, constituem-se,
então, num grande desafio ao professor.
IMPORTANTE...IMPORTANTE...
Segundo Soares (2003), alfabetização e
letramento são processos distintos, de natureza
essencialmente diferente, mas são
interdependentes e indissociáveis: os dois
processos podem e devem ocorrer
simultaneamente.
Que as crianças participem de experiências
variadas envolvendo a leitura e a escrita, por
meio da Diversidade de gêneros textuais e que
paralelamente desenvolvam as capacidades
exigidas para uma compreensão e apropriação do
SEA.
Organização do trabalho pedagógicoOrganização do trabalho pedagógico
por projetos didáticospor projetos didáticos
Maria Helena Santos DubeuxMaria Helena Santos Dubeux
Rosinalda TelesRosinalda Teles
Conceituando Projeto...Conceituando Projeto...
[...] conjuntos de atividades que
trabalham com conhecimentos
específicos, construídos a partir de
um dos eixos de trabalho que se
organizam ao redor de um problema
para resolver um produto final que se
quer obter. (p. 57, v. 1)
Referencial Curricular para Educação Infantil (1998)
O que visa um projeto?O que visa um projeto?
Levar a criança a ser protagonista,
investigadora, capaz de descobrir
significados de novas relações e de
perceber os poderes dos seus
pensamentos por meio da síntese de
diversas linguagens, expressivas,
comunicativas e cognitivas.
Os projetos de um modo geral...Os projetos de um modo geral...
aprofundam conteúdos de estudo que
começam com uma ideia e são
desenvolvidos durante um período,
envolvendo situações concretas que levam
a reflexões resultantes destas.
considera-se que um bom projeto é
aquele que possibilita às crianças
interagirem entre elas, discutindo,
decidindo, dialogando, resolvendo
conflitos e estabelecendo regras e metas.
Selva e Coutinho(2006):Selva e Coutinho(2006):
Independentemente da(s) áreas de
conhecimento que venha(m) a ser
prioritariamente enfocadas(s) no
projeto (Ciências Naturais, Artes,
História, Língua Portuguesa, etc.), a
leitura de textos de diferentes
gêneros está frequentemente
presente em projetos didáticos de
qualquer natureza. (p. 117)
Planejamento e PráticaPlanejamento e Prática
essa modalidade de organização do
trabalho pedagógico prevê um produto
final, com objetivos claros,
dimensionamento no tempo, divisão de
tarefas e, por fim, a avaliação final em
função do que se pretendia. Tudo isso
feito de forma compartilhada e com cada
estudante tendo autonomia pessoal e
responsabilidade coletiva para o
desenvolvimento do projeto. (p. 119)
Projeto:“Os nomes e perfis deProjeto:“Os nomes e perfis de
animais de estimaçãoanimais de estimação
Os alunos fizeram comentários sobre
os animais de que mais gostavam e
aproveitando essa mobilização o
professor discutiu a ideia de se fazer
um trabalho sobre animais de
estimação e produzir poemas sobre
esses animais. As crianças
participaram do trabalho em todas as
suas etapas, opinando e avaliando
continuamente.
Conteúdos das aulas - os direitos deConteúdos das aulas - os direitos de
aprendizagem – Língua Portuguesaaprendizagem – Língua Portuguesa
Após as leituras, o professor refletiu
sobre os elementos textuais, como
título e autoria e sobre os conteúdos
de ambos os textos, sendo os alunos
indagados se conheciam e como eram
os respectivos animais. A partir de
figuras da zebra e do gato, os alunos
foram elencando as características
dos animais, distinguindo o que é
peculiar entre aqueles que vivem nas
casas.
Aula 1:Eixo da leitura - Direito de aprendizagemAula 1:Eixo da leitura - Direito de aprendizagem
Ao final, foi organizado um quadro contendo as
informações fornecidas pelos alunos sobre seus animais de
estimação:
Concluída essa atividade, o professor solicitou como tarefa de
casa que os alunos:
a)perguntassem aos seus pais ou demais parentes se eles já
criaram animais de estimação e quais eram esses animais;
b) pedissem para um adulto relatar uma história envolvendo um
animal de estimação.
AULA 2AULA 2
O conjunto das informações sobre os três animais foram elencadas
numa tabela:
Nessa segunda aula, a partir da tarefa de casa, os
conteúdos das discussões foram ampliados e
relacionados com novas fontes de informações.
AULA 3AULA 3
Retomada dos nomes dos animais trabalhados na aula anterior,
sendo realizada a votação do nome de um animal como sugestão
para a criação coletiva de um poema:
“O gato” foi relido para que os alunos identificassem as rimas.
Depois, as palavras com rimas foram anotadas no quadro, como:
seguro e muro, opinião e chão etc.
AULA 4:“O Cachorro Tobi”
Leitura
Análise da disposição dos versos no
cartaz,chamando atenção para o título e
autoria do texto;
DITADO DE PALAVRAS QUE RIMAM
ESCRITA DE PALAVRAS NO QUADRO
Contagem das letras e sílabas
rimas das palavras e solicitado que os alunos
dissessem outras palavras que rimassem
Aula 5:Gráficos - Material douradoAula 5:Gráficos - Material dourado
Aula 6:Construção de tabelasAula 6:Construção de tabelas
OBSERVAMOS...OBSERVAMOS...
uso da habilidade de compreensão de textos escritos de um gênero
específico – textos científicos lidos pelo professor para atender ao
propósito comunicativo de organização de informações a serem
compartilhadas na escola.
Aula 7:Aula 7:
Produção coletiva de um poema sobre um dos animais tratados
na aula anterior, iniciada com uma votação para escolha do
animal, nome e título.
Análise fonológica, com contagem de letras e sílabas, comparação
do número de letras e sílabas entre as palavras e semelhanças de
sons finais.
Aula 8Aula 8
Foram retomadas informações das tabelas e
gráficos construídos em aulas anteriores
(2, 5 e 6), expostos na parede da sala.
Discutidos esses conteúdos, foram produzidos
poemas, em duplas. Cada dupla escreveu sobre
seu animal de estimação.
Durante a produção dos poemas o professor
orientou os alunos sobre o conteúdo que
poderiam tratar nos textos, bem como tirou
dúvidas sobre a escrita de determinada palavra.
Revisão auxiliada pelo professor
Aula 9:Prazer e adequaçãoAula 9:Prazer e adequação
As crianças complementaram o trabalho
de poemas produzidos na aula anterior,
assinando e ilustrando com desenhos
representativos.
Cada produção ficou composta por 3
folhas, uma do poema e duas com as
ilustrações, uma de cada elemento da
dupla.
CULMINÂNCIA DO PROJETOCULMINÂNCIA DO PROJETO
 Foram lidos os dados das tabelas e gráficos,
contendo: a) os animais de estimação levantados
(cachorro, cavalo, gato e rato); b) os nomes dados
aos animais; c) o perfil dos animais, considerando-se
características físicas, tipo de alimentação e cuidados
 o projeto integrou diferentes Componentes
curriculares, tendo como foco um produto final claro
(exposição sobre animais de estimação). Como
qualquer bom trabalho em sala de aula, pode inspirar
novas experiências, tais como as indicadas no
parágrafo anterior.
Organização do trabalho pedagógicoOrganização do trabalho pedagógico
por sequências didáticaspor sequências didáticas
Uma diferença básica entre o projeto
didático e a sequência didática é que no
projeto didático o planejamento,
monitoramento e avaliação de todo o
processo se dá de forma compartilhada,
ou seja, as crianças participam da
organização geral do trabalho de modo
mais direto.
A estrutura de base de uma sequência
didática obedece a um esquema em que
são distintos os seguintes componentes
de forma sequenciada: apresentação da
situação; produção inicial; módulo 1,
módulo 2, módulo “n”; produção final.
Três questões no encaminhamentoTrês questões no encaminhamento
do trabalho:do trabalho:
• Os alunos aprendem a dominar uma
linguagem técnica
• Constroem conhecimentos sobre o
gênero
• Produção final
““CONHECENDO AVES”CONHECENDO AVES”
 Apresentação da capa do livro
 Autor da obra, explorando a partir do título e da ilustração
 Roda de leitura
 Questionamentos:
 “Quem conhece alguma ave aqui citada?
 Quem conhece outras aves que não estão no
livro?
Qual a ave que você mais gostou? Por
quê?
Vocês gostariam de saber mais sobre
estas aves? Que coisas vocês gostariam de
aprender sobre elas?”
Curiosidades...Curiosidades...
O interessante, durante essa sequência didática, foram as
reflexões dos alunos sobre os conhecimentos adquiridos.
Eles realmente gostaram e houve vários
questionamentos, como: A galinha é uma ave, mas não
voa, voa?
A ema é tão grande, mas não sabe voar!
O urubu só se alimenta de coisas nojentas. Por que tem
aves que voam e aves que não voam?
Por que a coruja fica acordada durante a noite? Se
papagaio fala, por que a arara não fala? Como é que o
tucano come com um bico tão grande?
Considerações...Considerações...
A motivação das crianças e o nível de
envolvimento das mesmas, no conjunto
das atividades realizadas com uma
integração entre os diferentes eixos da
língua, contribuíram para a forma
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PNAC - Ano 01 unidade 6

  • 1. PLANEJANDO A ALFABETIZAÇÃO;PLANEJANDO A ALFABETIZAÇÃO; INTEGRANDO DIFERENTES ÁREASINTEGRANDO DIFERENTES ÁREAS DO CONHECIMENTODO CONHECIMENTO PROJETOS DIDÁTICOS E SEQUÊNCIASPROJETOS DIDÁTICOS E SEQUÊNCIAS DIDÁTICADIDÁTICA Ano 01 Unidade 06
  • 2. Iniciando a conversa...Iniciando a conversa... Nosso propósito: Refletir sobre formas de organização do trabalho pedagógico, especialmente sobre os projetos didáticos na alfabetização. Foco:os diálogos entre os diferentes componentes curriculares, visando a integração entre os mesmos, bem como o papel dos diferentes eixos de ensino da língua na apropriação de conhecimentos relacionados às diferentes áreas do saber.
  • 3. OBJETIVOSOBJETIVOS  compreender a concepção de alfabetização na perspectiva do letramento, a partir do aprofundamento de estudos baseados nas obras pedagógicas do PNBE do Professor e outros textos publicados pelo MEC;  aprofundar a compreensão sobre o currículo nos anos iniciais do Ensino Fundamental e sobre os direitos de aprendizagem e desenvolvimento nas diferentes áreas de conhecimento;  analisar e planejar projetos didáticos e sequências didáticas para turmas de alfabetização, assim como prever atividades permanentes integrando diferentes componentes curriculares e atividades voltadas para o desenvolvimento da oralidade, leitura e escrita;  conhecer os recursos didáticos distribuídos pelo Ministério da Educação e planejar projetos e sequências didáticas em que tais materiais sejam usados;  compreender a importância da avaliação no ciclo de alfabetização.
  • 4. Finalidade maior das iniciativas do MECFinalidade maior das iniciativas do MEC Relações entre apropriação do Sistema de Escrita Alfabética e letramento nas diferentes áreas do Conhecimento Ivane Pedrosa de Souza
  • 5. RELEVÂNCIA E PRIORIDADERELEVÂNCIA E PRIORIDADE Com a implantação do Ensino Fundamental de nove anos, tais discussões acerca das Diretrizes Curriculares Nacionais se reascendem e ASSUMEM
  • 6. Um olhar sobre a escolaUm olhar sobre a escola
  • 7. O QUE É?O QUE É? PARA QUE SERVE?PARA QUE SERVE? A QUEM SE DESTINA?A QUEM SE DESTINA? COMO SE CONSTRÓI?COMO SE CONSTRÓI? COMO SE IMPLEMENTA?COMO SE IMPLEMENTA? DISCUSSÃO: CURRÍCULO
  • 8. Documento:Documento: ”Indagações sobre o currículo””Indagações sobre o currículo”  [...]os currículos não são conteúdos prontos a serem passados aos alunos. São uma construção e seleção de conhecimentos e práticas produzidas em contextos concretos e em dinâmicas sociais, políticas e culturais, intelectuais e pedagógicas. Conhecimentos e práticas expostos às novas dinâmicas e reinterpretadas em cada contexto histórico. As indagações revelam que há entendimento de que os currículos são orientados pela dinâmica da Sociedade. Cabe à nós, como profissionais da Educação, encontrar respostas. (LIMA, 2007, p.9)
  • 9. CURRÍCULO E DESENVOLVIMENTOCURRÍCULO E DESENVOLVIMENTO HUMANOHUMANO  “O EDUCADOR NECESSITA ADEQUAR A PRÁTICA PEDAGÓGICA ÀS POSSIBILIDADES DE DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM DOS EDUCANDOS.” [...] A escola é um espaço de ampliação da experiência humana, devendo, para tanto, não se limitar às experiências cotidianas da criança e trazendo, necessariamente Conhecimentos novos, metodologias e áreas de conhecimento contemporâneas. (p.19)
  • 10. Nem toda proposta ou intenção em sala deNem toda proposta ou intenção em sala de aula promovem aprendizagem.aula promovem aprendizagem.
  • 11. QUAL O DESAFIO QUANTO ÀQUAL O DESAFIO QUANTO À LEITURA E ESCRITA?LEITURA E ESCRITA?
  • 12. SABERES COMO OBJETOS DE ENSINO...SABERES COMO OBJETOS DE ENSINO... em relação ao projeto curricular, que o mesmo se constitua num documento cuja proposta deixe claro para a escola o seu papel no sentido de contribuir para que os objetos de ensino-aprendizagem sejam os mais fiéis possíveis à forma como funcionam socialmente fora da escola.
  • 13. QUAIS PONTOS PRECISAMOS REFLETIR?QUAIS PONTOS PRECISAMOS REFLETIR? Segundo Lerner (2002), o objeto de ensino, ao ser apresentado, deve ser fiel ao saber ou à prática social que se pretende comunicar, devendo-se partir do pressuposto de que o aprendiz se Constitui num participante ativo e capaz de atribuir ao saber uma pauta, um sentido pessoal.
  • 14. Para Chevallard (1997), alguns pontos precisam ser refletidos quando é necessário decidir sobre quais são os conteúdos que devem ser ensinados, quais devem ser priorizados. Reconstrução do objeto implicando na passagem de saberes cientificamente produzidos ou de práticas socialmente realizadas para os objetos ou práticas a ensinar
  • 15. Ao selecionar conteúdos a serem ensinados é imprescindível uma vigilância para que seja evitado um distanciamento entre o objeto de ensino e o objeto social de referência, bem como pensar-se numa hierarquização, o que deve ser considerado prioritário ou enfatizado no âmbito do objeto de ensino.
  • 16. Práticas sociais de leitura ePráticas sociais de leitura e escritaescrita Quando o foco de ensino é a leitura e a escrita, tomando-se por base que a educação obrigatória é formar cidadãos da cultura escrita, faz-se necessário propiciar condições para que as crianças tornem-se leitoras e capazes de produzir textos. Discussão: Definir o objeto de ensino Referência
  • 17. Qual o foco do trabalho pedagógico doQual o foco do trabalho pedagógico do professor?professor?
  • 18. Considerando-se essas novas perspectivas na área do ensino, bem como a inclusão da criança de seis anos no Ensino fundamental de nove anos? Que desafios ele encontra, atualmente, em sua atividade de planejamento da prática pedagógica a partir dos pressupostos hoje enfatizados e que devem nortear a sua prática? Que visão de criança e que compreensão acerca de como ela adquire conhecimentos e percebe o mundo, o motiva e influencia na escolha de conteúdos, integração entre os mesmos e metodologias/estratégias de ensino a serem adotadas?
  • 19. ARTICULAÇÃO ORIGINADA DE REAISARTICULAÇÃO ORIGINADA DE REAIS NECESSIDADESNECESSIDADES  TOMADA DE CONSCIÊNCIA  COMPREENSÃO ACERCA DA NATUREZA E COMPLEXIDADE DAS INTERAÇÕES DAS QUAIS O ALUNO PARTICIPA DENTRO E FORA DA ESCOLA  DESAFIO DO DOCENTE  PARAMETROS CONDIZENTES  NOVA REALIDADE  EM BUSCA  ARTICULAÇÃO  DIVERSAS ÁREAS DO CONHECIMENTO  EM CONSONÂNCIA  ROTINA PEDAGÓGICA  QUE CONTEMPLE  DIFERENTES EIXOS DO COMPONENTE CURRICULAR LÍNGUA PORTUGUESA
  • 20. É importante articular o que as crianças sabem em relação às diferentes áreas do currículo (Ciências Sociais, Ciências Naturais, Noções Lógico-Matemáticas e Linguagens) e isto leva, segundo Corsino (2007), a uma organização pedagógica que deve ser flexível, aberta ao novo e ao imprevisível.
  • 21. O desafio do alfabetizarO desafio do alfabetizar letrando está postoletrando está posto Pensar temas e conteúdos, definir metodologias relacionadas às diversas áreas do conhecimento, articulando-as e pondo em destaque o papel dos diversos eixos da língua: análise linguística, oralidade, leitura e escrita, numa perspectiva de letramento, constituem-se, então, num grande desafio ao professor.
  • 22. IMPORTANTE...IMPORTANTE... Segundo Soares (2003), alfabetização e letramento são processos distintos, de natureza essencialmente diferente, mas são interdependentes e indissociáveis: os dois processos podem e devem ocorrer simultaneamente. Que as crianças participem de experiências variadas envolvendo a leitura e a escrita, por meio da Diversidade de gêneros textuais e que paralelamente desenvolvam as capacidades exigidas para uma compreensão e apropriação do SEA.
  • 23. Organização do trabalho pedagógicoOrganização do trabalho pedagógico por projetos didáticospor projetos didáticos Maria Helena Santos DubeuxMaria Helena Santos Dubeux Rosinalda TelesRosinalda Teles
  • 24. Conceituando Projeto...Conceituando Projeto... [...] conjuntos de atividades que trabalham com conhecimentos específicos, construídos a partir de um dos eixos de trabalho que se organizam ao redor de um problema para resolver um produto final que se quer obter. (p. 57, v. 1) Referencial Curricular para Educação Infantil (1998)
  • 25. O que visa um projeto?O que visa um projeto? Levar a criança a ser protagonista, investigadora, capaz de descobrir significados de novas relações e de perceber os poderes dos seus pensamentos por meio da síntese de diversas linguagens, expressivas, comunicativas e cognitivas.
  • 26. Os projetos de um modo geral...Os projetos de um modo geral... aprofundam conteúdos de estudo que começam com uma ideia e são desenvolvidos durante um período, envolvendo situações concretas que levam a reflexões resultantes destas. considera-se que um bom projeto é aquele que possibilita às crianças interagirem entre elas, discutindo, decidindo, dialogando, resolvendo conflitos e estabelecendo regras e metas.
  • 27. Selva e Coutinho(2006):Selva e Coutinho(2006): Independentemente da(s) áreas de conhecimento que venha(m) a ser prioritariamente enfocadas(s) no projeto (Ciências Naturais, Artes, História, Língua Portuguesa, etc.), a leitura de textos de diferentes gêneros está frequentemente presente em projetos didáticos de qualquer natureza. (p. 117)
  • 28. Planejamento e PráticaPlanejamento e Prática essa modalidade de organização do trabalho pedagógico prevê um produto final, com objetivos claros, dimensionamento no tempo, divisão de tarefas e, por fim, a avaliação final em função do que se pretendia. Tudo isso feito de forma compartilhada e com cada estudante tendo autonomia pessoal e responsabilidade coletiva para o desenvolvimento do projeto. (p. 119)
  • 29. Projeto:“Os nomes e perfis deProjeto:“Os nomes e perfis de animais de estimaçãoanimais de estimação Os alunos fizeram comentários sobre os animais de que mais gostavam e aproveitando essa mobilização o professor discutiu a ideia de se fazer um trabalho sobre animais de estimação e produzir poemas sobre esses animais. As crianças participaram do trabalho em todas as suas etapas, opinando e avaliando continuamente.
  • 30. Conteúdos das aulas - os direitos deConteúdos das aulas - os direitos de aprendizagem – Língua Portuguesaaprendizagem – Língua Portuguesa Após as leituras, o professor refletiu sobre os elementos textuais, como título e autoria e sobre os conteúdos de ambos os textos, sendo os alunos indagados se conheciam e como eram os respectivos animais. A partir de figuras da zebra e do gato, os alunos foram elencando as características dos animais, distinguindo o que é peculiar entre aqueles que vivem nas casas.
  • 31. Aula 1:Eixo da leitura - Direito de aprendizagemAula 1:Eixo da leitura - Direito de aprendizagem Ao final, foi organizado um quadro contendo as informações fornecidas pelos alunos sobre seus animais de estimação: Concluída essa atividade, o professor solicitou como tarefa de casa que os alunos: a)perguntassem aos seus pais ou demais parentes se eles já criaram animais de estimação e quais eram esses animais; b) pedissem para um adulto relatar uma história envolvendo um animal de estimação.
  • 32. AULA 2AULA 2 O conjunto das informações sobre os três animais foram elencadas numa tabela: Nessa segunda aula, a partir da tarefa de casa, os conteúdos das discussões foram ampliados e relacionados com novas fontes de informações.
  • 33. AULA 3AULA 3 Retomada dos nomes dos animais trabalhados na aula anterior, sendo realizada a votação do nome de um animal como sugestão para a criação coletiva de um poema: “O gato” foi relido para que os alunos identificassem as rimas. Depois, as palavras com rimas foram anotadas no quadro, como: seguro e muro, opinião e chão etc.
  • 34. AULA 4:“O Cachorro Tobi” Leitura Análise da disposição dos versos no cartaz,chamando atenção para o título e autoria do texto; DITADO DE PALAVRAS QUE RIMAM ESCRITA DE PALAVRAS NO QUADRO Contagem das letras e sílabas rimas das palavras e solicitado que os alunos dissessem outras palavras que rimassem
  • 35. Aula 5:Gráficos - Material douradoAula 5:Gráficos - Material dourado
  • 36. Aula 6:Construção de tabelasAula 6:Construção de tabelas
  • 37. OBSERVAMOS...OBSERVAMOS... uso da habilidade de compreensão de textos escritos de um gênero específico – textos científicos lidos pelo professor para atender ao propósito comunicativo de organização de informações a serem compartilhadas na escola.
  • 38. Aula 7:Aula 7: Produção coletiva de um poema sobre um dos animais tratados na aula anterior, iniciada com uma votação para escolha do animal, nome e título. Análise fonológica, com contagem de letras e sílabas, comparação do número de letras e sílabas entre as palavras e semelhanças de sons finais.
  • 39. Aula 8Aula 8 Foram retomadas informações das tabelas e gráficos construídos em aulas anteriores (2, 5 e 6), expostos na parede da sala. Discutidos esses conteúdos, foram produzidos poemas, em duplas. Cada dupla escreveu sobre seu animal de estimação. Durante a produção dos poemas o professor orientou os alunos sobre o conteúdo que poderiam tratar nos textos, bem como tirou dúvidas sobre a escrita de determinada palavra. Revisão auxiliada pelo professor
  • 40. Aula 9:Prazer e adequaçãoAula 9:Prazer e adequação As crianças complementaram o trabalho de poemas produzidos na aula anterior, assinando e ilustrando com desenhos representativos. Cada produção ficou composta por 3 folhas, uma do poema e duas com as ilustrações, uma de cada elemento da dupla.
  • 41.
  • 42. CULMINÂNCIA DO PROJETOCULMINÂNCIA DO PROJETO  Foram lidos os dados das tabelas e gráficos, contendo: a) os animais de estimação levantados (cachorro, cavalo, gato e rato); b) os nomes dados aos animais; c) o perfil dos animais, considerando-se características físicas, tipo de alimentação e cuidados  o projeto integrou diferentes Componentes curriculares, tendo como foco um produto final claro (exposição sobre animais de estimação). Como qualquer bom trabalho em sala de aula, pode inspirar novas experiências, tais como as indicadas no parágrafo anterior.
  • 43. Organização do trabalho pedagógicoOrganização do trabalho pedagógico por sequências didáticaspor sequências didáticas Uma diferença básica entre o projeto didático e a sequência didática é que no projeto didático o planejamento, monitoramento e avaliação de todo o processo se dá de forma compartilhada, ou seja, as crianças participam da organização geral do trabalho de modo mais direto.
  • 44.
  • 45. A estrutura de base de uma sequência didática obedece a um esquema em que são distintos os seguintes componentes de forma sequenciada: apresentação da situação; produção inicial; módulo 1, módulo 2, módulo “n”; produção final.
  • 46. Três questões no encaminhamentoTrês questões no encaminhamento do trabalho:do trabalho:
  • 47. • Os alunos aprendem a dominar uma linguagem técnica • Constroem conhecimentos sobre o gênero • Produção final
  • 48. ““CONHECENDO AVES”CONHECENDO AVES”  Apresentação da capa do livro  Autor da obra, explorando a partir do título e da ilustração  Roda de leitura  Questionamentos:  “Quem conhece alguma ave aqui citada?  Quem conhece outras aves que não estão no livro? Qual a ave que você mais gostou? Por quê? Vocês gostariam de saber mais sobre estas aves? Que coisas vocês gostariam de aprender sobre elas?”
  • 50. O interessante, durante essa sequência didática, foram as reflexões dos alunos sobre os conhecimentos adquiridos. Eles realmente gostaram e houve vários questionamentos, como: A galinha é uma ave, mas não voa, voa? A ema é tão grande, mas não sabe voar! O urubu só se alimenta de coisas nojentas. Por que tem aves que voam e aves que não voam? Por que a coruja fica acordada durante a noite? Se papagaio fala, por que a arara não fala? Como é que o tucano come com um bico tão grande?
  • 51. Considerações...Considerações... A motivação das crianças e o nível de envolvimento das mesmas, no conjunto das atividades realizadas com uma integração entre os diferentes eixos da língua, contribuíram para a forma significativa como a aprendizagem ocorreu.