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PLACA IDENTIFICADORA DO MOTOR ELÉTRICO 
Hoje vamos entender um pouco de motores elétricos, 
mas especificamente sua placa identificadora. Todo 
motor elétrico possui uma placa identificadora colocada 
pelo fabricante de acordo com a norma NBR 7094 . 
Aqui temos a infomação sobre a potência nominal 
do motor. 
Um motor de 3,7 KW e dentro do parenteses 5 CV. 
Definição : Cada cavalo tem 736 watts, portanto 5 
cv x 736 w = 3.700 watts .
RPM ( rotações por minuto ), trata-se de um motor 
de 2 polos,um motor de alta rotação assíncrona . 
velocidade assíncrona é a rotação medida no eixo 
do motor. Em síntese, é a verdadeira rotação do 
motor, descontado-se as perdas; daí o nome de 
motor assíncrono (em português assíncrono 
significa fora de sincronismo, no caso entre a 
velocidade do campo magnético e a do eixo 
do motor). O valor lido na placa dos motores, 
portanto valor nominal, é o valor da velocidade 
assíncrona. 
Fator de serviço é um multiplicador que, quando 
aplicado à potência nominal do motor elétrico, 
indica a carga que pode ser acionada 
continuamente sob tensão e freqüência nominais e 
com limite de elevação de temperatura do 
enrolamento. A utilização do fator de serviço 
implica uma vida útil inferior aquela do motor 
com carga nominal. O fator de serviço não deve ser 
confundido com a capacidade de sobrecarga 
momentânea que o motor pode suportar. Para este 
caso, o valor é geralmente de até 60% da carga 
nominal durante 15 segundos.
Exemplo : motor de 8,7 A e FS 1,15 Corrente 
máxima admissível = 8,7 A x 1,15 = 10,005 A 
É a determinação da temperatura máxima de 
trabalho,que o motor pode suportar continuamente 
sem ter prejuízos em sua vida útil. 
A classe de cada motor,é em função de suas 
características construtivas. As classes de 
isolamento padronizadas para máquinas elétricas 
são: 
CLASSE A - 105°C; CLASSE E - 120°C; CLASSE B - 
130°C; CLASSE F - 155°C; CLASSE H-180°C.
Os motores elétricos solicitam da rede de 
alimentação, durante a partida, uma corrente de 
valor elevado, da ordem de 6 a 10 vezes a corrente 
nominal. Este valor depende das características 
construtivas do motor e não da carga acionada. A 
carga influencia apenas no tempo durante o qual a 
corrente de acionamento circula no motor e na rede 
de alimentação (tempo de aceleração do motor). 
A corrente é representada na placa de identificação 
pela sigla Ip/In (corrente de partida / corrente 
nominal). 
Atenção: Não se deve confundir com a sigla IP, que 
significa grau de proteção.
É a indicação das características física dos 
equipamentos elétricos, referenciando-se a 
permissão da entrada de corpos estranhos para seu 
interior. É definido pelas letras IP seguidas por dois 
algarismos que representam: 
1º algarismo: indica o grau de proteção contra a 
penetração de corpos sólidos estranhos e contato 
acidental 
0 - sem proteção 
1 - corpos estranhos de dimensões acima de 50 mm 
2 - corpos estranhos de dimensões acima de 12 mm 
4 - corpos estranhos de dimensões acima de 1 mm 
5 - proteção contra acúmulo de poeiras prejudicial 
ao equipamento 
6 - proteção total contra a poeira 
2º algarismo: indica o grau de proteção contra a 
penetração de água no interior do equipamento: 
0 - sem proteção 
1 - pingos de água na vertical 
2 - pingos de água até a inclinação de 15º com a 
vertical 
3 - água de chuva até a inclinação de 60º com a
vertical 
4 - respingos de todas as direções 
5 - jatos de água de todas as direções 
6 - água de vagalhões 
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8 - imersão permanente 
Exemplo: grau de proteção IP55: proteção 
completa contra toques, acúmulo de poeiras 
nocivas e jatos de água de todas as direções . 
A tensão de funcionamento na grande maioria dos 
motores elétricos são fornecidos com os terminais 
religáveis, de modo que possam funcionar ao 
menos em dois tipos de tensões. No caso da nossa 
placa 220 volts e 380 volts .
A corrente nominal é lida na placa de identificação 
do motor, ou seja, aquela que o motor absorve da 
rede quando funcionando à potência nominal, sob 
tensão e freqüência nominais. 
Quando houver mais de um valor na placa de 
identificação, cada um refere-se a 
tensão ou a velocidade diferente. 
O motor trifásico é um consumidor de carga elétrica 
equilibrada. Isto significa que todas as suas 
bobinas são iguais, ou seja, têm a mesma potência, 
são para mesma tensão e conseqüentemente, 
consomem a mesma corrente. Logo, as 
correntes medidas nas três fases sempre terão o 
mesmo valor.
Cada tipo de máquina exige uma condição de carga 
diferente do motor. Um ventilador ou uma bomba 
centrífuga, por exemplo, solicita carga contínua, 
enquanto uma prensa puncionadora, um guindaste 
ou uma ponte rolante solicita carga alternada 
(intermitente). 
O regime de serviço define a regularidade da carga 
a que o motor é submetido. A escolha do tipo do 
motor deve ser feita pelo fabricante da máquina a 
ser acionada, comprando o motor mais adequado a 
seu caso. Quando os regimes padrões não 
se enquadram exatamente com o perfil da máquina, 
deve escolher um motor para condições no mínimo 
mais exigentes que a necessária. 
Os regimes padronizados estão definidos a seguir: 
- reg. contínuo (S1) 
- reg. de tempo limitado (S2) 
- reg. intermitente periódico (S3) 
- reg. intermitente periódico com partidas (S4) 
- reg. intermitente periódico com frenagem elétrica 
(S5) 
- reg. contínuo com carga intermitente (S6) 
- reg. contínuo com frenagem elétrica (S7) 
- reg. contínuo com mudança periódica na
relação carga/velocidade de rotação (S8) 
- reg. especiais. 
Nas placas dos motores consta seu tipo de regime 
(Sx). Alguns regimes são acompanhados de dados 
suplementares (Exemplo: S2 60 minutos). 
Frequência nominal de trabalho do 
motor. quanto maior a frequência de um motor , 
maior vai ser a sua velocidade. 
Um motor elétrico não apresenta o mesmo 
conjugado para diferentes rotações. A medida que
vai acelerando, o valor do conjugado altera, 
adquirindo valores que vão depender das 
características de construção do motor 
(normalmente do formato do rotor). A variação do 
conjugado não é linear e não existe relação 
de proporcionalidade com a rotação. 
Existem três categorias de conjugados definidos 
por norma que determinam a relação do conjugado 
com a velocidade e a corrente de partida dos 
motores trifásicos, sendo cada uma adequada a um 
tipo de carga. 
Categoria N – conjugado de partida normal, 
corrente de partida normal, baixo escorregamento. 
A maior parte dos motores encontrados no mercado 
pertencem a esta categoria, e são indicados para o 
acionamento de cargas normais como bombas e 
máquinas operatrizes. 
Categoria H – conjugado de partida alto, corrente 
de partida normal, baixo escorregamento. 
Empregado em máquinas que exigem maior 
conjugado na partida como 
peneiras, transportadores carregadores, cargas de 
alta inércia e outros. 
Categoria D – conjugado de partida alto, corrente 
de partida normal, alto escorregamento (superior a 
5%). Usado em prensas concêntricas e 
máquinas semelhantes, onde a carga apresenta 
picos periódicos, em elevadores e cargas 
que necessitem de conjugados de partida muito 
altos e corrente de partida limitada.
A energia elétrica absorvida da rede por um motor 
elétrico é transformada em energia mecânica 
disponível no eixo. A potência ativa fornecida pela 
rede não será cedida na totalidade como sendo 
potência mecânica no eixo do motor. 
A potência cedida sofre uma diminuição relativa as 
perdas que ocorrem no motor. O rendimento define 
a eficiência desta transformação sendo expresso 
por um número 
(<1) ou em percentagem. 
Exemplo : Qual é a potência fornecida por um motor 
trifásico, com rendimento de 
90%, que recebe uma potência de 15,5 kW? 
P = 15,5 kW x 0,90 
P = 13,95 kW 
Um motor elétrico é acompanhado de uma placa de 
identificação onde são 
informados suas principais características. Outras 
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Postado por TANDLER 
47 comentários: 
1. 
Anônimo9 de outubro de 2012 23:45 
Olá Tandler, 
O blog esta de parabens, os materiais 
postadas são 
de alto nível técnico, auxiliando muitos 
profissionais novos e até antigos com os 
manuais, catalagos e matérias técnicas. 
Francisco das Chagas 
Rio de Janeiro
Responder 
Respostas 
1. 
TANDLER12 de outubro de 2012 
22:13 
VALEU MEU AMIGO PELA 
FORÇA....FICO MUITO FELIZ EM 
SABER QUE ESTOU 
COMPARTILHANDO 
CONHECIMENTOS...... 
Responder 
2. 
Mx24 de outubro de 2012 14:23 
Muito bom Show de bola! 
Ta fino mesmo,continue assim!!!! 
Responder 
3. 
Anônimo9 de novembro de 2012 18:18 
Galera, 
Estou querendo comprar uma esteira com 
motor de 3hp e gostaria de saber por 
quanto tempo posso ficar com ela 
funcinando. Não sei se tem alguma coisa a 
ver, mas peso 100kg. 
abs 
Responder
4. 
Anônimo17 de novembro de 2012 22:50 
CARA ESSE BLOG É MUITO LEGAL, AGORA 
SOU LEITOR DIARIO DE VCS. 
VALEU! 
sOUSA. 
Responder 
5. 
Anônimo29 de novembro de 2012 10:04 
E ai tandler td bem? 
Gostaria que vc me explicasse, se não for 
pedir muito postar uma video aula sobre 
esse assunto. 
Quando um motor de rotor bobinado não 
mantêm carga, neste caso há uma fase 
interrompida. existe um teste, ligando 3 
amperimetros em serie com as fases,para 
detectar essa fase interrompida gostaria 
de uma video aula para ver esse processo. 
Obrigado 
Responder 
6. 
Anônimo2 de janeiro de 2013 08:58 
Parabéns pelo site!!! Muito útil. 
Estive lendo sobre o Fator de serviço e é 
mencionado sobre sobre carga 
momentânea. Esse 60% acima da corrente
nominal, é que deve ser levado em 
consideração para ajustar o valor do relé 
térmico? 
Como devo calcular esse valor para sjustar 
um relé térmico (proteção de sobrecarga)? 
Responder 
7. 
Anônimo2 de janeiro de 2013 16:33 
oi tandler td bem ?tenho uma dúvida para 
dimensionar disjuntores e fusiveis, quando 
se trata de partida direta. pq quando o 
motor parte em patida direta a corrente 
aumenta em aproximadamente 7 vezes, 
em relação a nominal, agora fica a dúvida. 
Deve-se usar um disjuntor e um fusivel 
para uma corrente 7 vezes maior ou deve 
usar o disjuntor e o fusivel de acordo com 
a corrente nominal. Obrigado 
Responder 
Respostas 
1. 
Anônimo19 de janeiro de 2013 
18:24 
NAO HA NECESSIDADE DE SE USAR 
OS DOIS DISPOSITIVOS PARA 
PROTEGER UM EQUIPAMENTO. UM 
DOS DOIS REALIZAM O MESMO 
PAPEL. NO CASO DO DISJUNTOR 
ELE É DIMENSIONADO EM FUNÇÃO 
DA CORRENTE NOMINAL DO 
EQUIPAMENTO E TAMBEM SE
OBSERVANDO A CAPACIDADE DE 
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CABOS ELETRICOS. EM SE 
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Placa identificadora do motor elétrico

  • 1. PLACA IDENTIFICADORA DO MOTOR ELÉTRICO Hoje vamos entender um pouco de motores elétricos, mas especificamente sua placa identificadora. Todo motor elétrico possui uma placa identificadora colocada pelo fabricante de acordo com a norma NBR 7094 . Aqui temos a infomação sobre a potência nominal do motor. Um motor de 3,7 KW e dentro do parenteses 5 CV. Definição : Cada cavalo tem 736 watts, portanto 5 cv x 736 w = 3.700 watts .
  • 2. RPM ( rotações por minuto ), trata-se de um motor de 2 polos,um motor de alta rotação assíncrona . velocidade assíncrona é a rotação medida no eixo do motor. Em síntese, é a verdadeira rotação do motor, descontado-se as perdas; daí o nome de motor assíncrono (em português assíncrono significa fora de sincronismo, no caso entre a velocidade do campo magnético e a do eixo do motor). O valor lido na placa dos motores, portanto valor nominal, é o valor da velocidade assíncrona. Fator de serviço é um multiplicador que, quando aplicado à potência nominal do motor elétrico, indica a carga que pode ser acionada continuamente sob tensão e freqüência nominais e com limite de elevação de temperatura do enrolamento. A utilização do fator de serviço implica uma vida útil inferior aquela do motor com carga nominal. O fator de serviço não deve ser confundido com a capacidade de sobrecarga momentânea que o motor pode suportar. Para este caso, o valor é geralmente de até 60% da carga nominal durante 15 segundos.
  • 3. Exemplo : motor de 8,7 A e FS 1,15 Corrente máxima admissível = 8,7 A x 1,15 = 10,005 A É a determinação da temperatura máxima de trabalho,que o motor pode suportar continuamente sem ter prejuízos em sua vida útil. A classe de cada motor,é em função de suas características construtivas. As classes de isolamento padronizadas para máquinas elétricas são: CLASSE A - 105°C; CLASSE E - 120°C; CLASSE B - 130°C; CLASSE F - 155°C; CLASSE H-180°C.
  • 4. Os motores elétricos solicitam da rede de alimentação, durante a partida, uma corrente de valor elevado, da ordem de 6 a 10 vezes a corrente nominal. Este valor depende das características construtivas do motor e não da carga acionada. A carga influencia apenas no tempo durante o qual a corrente de acionamento circula no motor e na rede de alimentação (tempo de aceleração do motor). A corrente é representada na placa de identificação pela sigla Ip/In (corrente de partida / corrente nominal). Atenção: Não se deve confundir com a sigla IP, que significa grau de proteção.
  • 5. É a indicação das características física dos equipamentos elétricos, referenciando-se a permissão da entrada de corpos estranhos para seu interior. É definido pelas letras IP seguidas por dois algarismos que representam: 1º algarismo: indica o grau de proteção contra a penetração de corpos sólidos estranhos e contato acidental 0 - sem proteção 1 - corpos estranhos de dimensões acima de 50 mm 2 - corpos estranhos de dimensões acima de 12 mm 4 - corpos estranhos de dimensões acima de 1 mm 5 - proteção contra acúmulo de poeiras prejudicial ao equipamento 6 - proteção total contra a poeira 2º algarismo: indica o grau de proteção contra a penetração de água no interior do equipamento: 0 - sem proteção 1 - pingos de água na vertical 2 - pingos de água até a inclinação de 15º com a vertical 3 - água de chuva até a inclinação de 60º com a
  • 6. vertical 4 - respingos de todas as direções 5 - jatos de água de todas as direções 6 - água de vagalhões 7 - imersão temporária 8 - imersão permanente Exemplo: grau de proteção IP55: proteção completa contra toques, acúmulo de poeiras nocivas e jatos de água de todas as direções . A tensão de funcionamento na grande maioria dos motores elétricos são fornecidos com os terminais religáveis, de modo que possam funcionar ao menos em dois tipos de tensões. No caso da nossa placa 220 volts e 380 volts .
  • 7. A corrente nominal é lida na placa de identificação do motor, ou seja, aquela que o motor absorve da rede quando funcionando à potência nominal, sob tensão e freqüência nominais. Quando houver mais de um valor na placa de identificação, cada um refere-se a tensão ou a velocidade diferente. O motor trifásico é um consumidor de carga elétrica equilibrada. Isto significa que todas as suas bobinas são iguais, ou seja, têm a mesma potência, são para mesma tensão e conseqüentemente, consomem a mesma corrente. Logo, as correntes medidas nas três fases sempre terão o mesmo valor.
  • 8. Cada tipo de máquina exige uma condição de carga diferente do motor. Um ventilador ou uma bomba centrífuga, por exemplo, solicita carga contínua, enquanto uma prensa puncionadora, um guindaste ou uma ponte rolante solicita carga alternada (intermitente). O regime de serviço define a regularidade da carga a que o motor é submetido. A escolha do tipo do motor deve ser feita pelo fabricante da máquina a ser acionada, comprando o motor mais adequado a seu caso. Quando os regimes padrões não se enquadram exatamente com o perfil da máquina, deve escolher um motor para condições no mínimo mais exigentes que a necessária. Os regimes padronizados estão definidos a seguir: - reg. contínuo (S1) - reg. de tempo limitado (S2) - reg. intermitente periódico (S3) - reg. intermitente periódico com partidas (S4) - reg. intermitente periódico com frenagem elétrica (S5) - reg. contínuo com carga intermitente (S6) - reg. contínuo com frenagem elétrica (S7) - reg. contínuo com mudança periódica na
  • 9. relação carga/velocidade de rotação (S8) - reg. especiais. Nas placas dos motores consta seu tipo de regime (Sx). Alguns regimes são acompanhados de dados suplementares (Exemplo: S2 60 minutos). Frequência nominal de trabalho do motor. quanto maior a frequência de um motor , maior vai ser a sua velocidade. Um motor elétrico não apresenta o mesmo conjugado para diferentes rotações. A medida que
  • 10. vai acelerando, o valor do conjugado altera, adquirindo valores que vão depender das características de construção do motor (normalmente do formato do rotor). A variação do conjugado não é linear e não existe relação de proporcionalidade com a rotação. Existem três categorias de conjugados definidos por norma que determinam a relação do conjugado com a velocidade e a corrente de partida dos motores trifásicos, sendo cada uma adequada a um tipo de carga. Categoria N – conjugado de partida normal, corrente de partida normal, baixo escorregamento. A maior parte dos motores encontrados no mercado pertencem a esta categoria, e são indicados para o acionamento de cargas normais como bombas e máquinas operatrizes. Categoria H – conjugado de partida alto, corrente de partida normal, baixo escorregamento. Empregado em máquinas que exigem maior conjugado na partida como peneiras, transportadores carregadores, cargas de alta inércia e outros. Categoria D – conjugado de partida alto, corrente de partida normal, alto escorregamento (superior a 5%). Usado em prensas concêntricas e máquinas semelhantes, onde a carga apresenta picos periódicos, em elevadores e cargas que necessitem de conjugados de partida muito altos e corrente de partida limitada.
  • 11. A energia elétrica absorvida da rede por um motor elétrico é transformada em energia mecânica disponível no eixo. A potência ativa fornecida pela rede não será cedida na totalidade como sendo potência mecânica no eixo do motor. A potência cedida sofre uma diminuição relativa as perdas que ocorrem no motor. O rendimento define a eficiência desta transformação sendo expresso por um número (<1) ou em percentagem. Exemplo : Qual é a potência fornecida por um motor trifásico, com rendimento de 90%, que recebe uma potência de 15,5 kW? P = 15,5 kW x 0,90 P = 13,95 kW Um motor elétrico é acompanhado de uma placa de identificação onde são informados suas principais características. Outras precisam ser obtidas com o
  • 12. fabricante através de catálogos ou consultas diretas. Poderá também gostar de: INVERSORES DE FREQUÊNCIA SOFT-START FATOR DE POTÊNCIA TIPOS DE DISJUNTORES HARMÔNICAS Linkwithin Postado por TANDLER 47 comentários: 1. Anônimo9 de outubro de 2012 23:45 Olá Tandler, O blog esta de parabens, os materiais postadas são de alto nível técnico, auxiliando muitos profissionais novos e até antigos com os manuais, catalagos e matérias técnicas. Francisco das Chagas Rio de Janeiro
  • 13. Responder Respostas 1. TANDLER12 de outubro de 2012 22:13 VALEU MEU AMIGO PELA FORÇA....FICO MUITO FELIZ EM SABER QUE ESTOU COMPARTILHANDO CONHECIMENTOS...... Responder 2. Mx24 de outubro de 2012 14:23 Muito bom Show de bola! Ta fino mesmo,continue assim!!!! Responder 3. Anônimo9 de novembro de 2012 18:18 Galera, Estou querendo comprar uma esteira com motor de 3hp e gostaria de saber por quanto tempo posso ficar com ela funcinando. Não sei se tem alguma coisa a ver, mas peso 100kg. abs Responder
  • 14. 4. Anônimo17 de novembro de 2012 22:50 CARA ESSE BLOG É MUITO LEGAL, AGORA SOU LEITOR DIARIO DE VCS. VALEU! sOUSA. Responder 5. Anônimo29 de novembro de 2012 10:04 E ai tandler td bem? Gostaria que vc me explicasse, se não for pedir muito postar uma video aula sobre esse assunto. Quando um motor de rotor bobinado não mantêm carga, neste caso há uma fase interrompida. existe um teste, ligando 3 amperimetros em serie com as fases,para detectar essa fase interrompida gostaria de uma video aula para ver esse processo. Obrigado Responder 6. Anônimo2 de janeiro de 2013 08:58 Parabéns pelo site!!! Muito útil. Estive lendo sobre o Fator de serviço e é mencionado sobre sobre carga momentânea. Esse 60% acima da corrente
  • 15. nominal, é que deve ser levado em consideração para ajustar o valor do relé térmico? Como devo calcular esse valor para sjustar um relé térmico (proteção de sobrecarga)? Responder 7. Anônimo2 de janeiro de 2013 16:33 oi tandler td bem ?tenho uma dúvida para dimensionar disjuntores e fusiveis, quando se trata de partida direta. pq quando o motor parte em patida direta a corrente aumenta em aproximadamente 7 vezes, em relação a nominal, agora fica a dúvida. Deve-se usar um disjuntor e um fusivel para uma corrente 7 vezes maior ou deve usar o disjuntor e o fusivel de acordo com a corrente nominal. Obrigado Responder Respostas 1. Anônimo19 de janeiro de 2013 18:24 NAO HA NECESSIDADE DE SE USAR OS DOIS DISPOSITIVOS PARA PROTEGER UM EQUIPAMENTO. UM DOS DOIS REALIZAM O MESMO PAPEL. NO CASO DO DISJUNTOR ELE É DIMENSIONADO EM FUNÇÃO DA CORRENTE NOMINAL DO EQUIPAMENTO E TAMBEM SE
  • 16. OBSERVANDO A CAPACIDADE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE DOS CABOS ELETRICOS. EM SE TRATANDO DE MOTORES ELETRICOS DEVE-SE OBSERVAR A CURVA DO DISJUNTOR:C,D,E, ETC. POR EXEMPLO, O DISJUNTOR DE CURVA C(PERMITE ATÉ 7 VEZES A CORRENTE)NOMINAL DO MOTOR NA HORA DA PARTIDA SEM DESLIGAR O EQUIPAMENTO. E PROTEGE O EQUIPAMENTO NO CASO DE UMA ELEVAÇÃO ANORMAL DA CORRENT, OU CURTO CIRCUITO, OU SEJA, ELE DESARMA. NO CASO DO FUSIVEL ELE TEM QUE SER DE RETARDO,ISTO É, ELE AGUENTA A CORRENTE DE PARTIDA SEM SE ROMPER, E REALIZAR O PAPEL DE PROTEGER O MOTOR CONTRA UM CURTO CIRCUITO(QUANDO A CORRENTE TENDE AO INFINIT0, POR EXEMPLO SE UMA FASE ENCOSTAR NA OUTRA FASE.