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1
Introdução ao Comércio eletrônico
2015.1 Prof. Francisco de Sousa Lima Neto, Me
Comércio?
 O termo comércio deriva do conceito latim
commercĭum e refere-se à negociação que tem
lugar na hora de comprar ou vender gêneros/bens
e mercadorias.
 Também se dá o nome de comércio a qualquer loja,
armazém ou estabelecimento comercial, e ao
conjunto ou à classe dos comerciantes.
2
Comércio?
3
 Comprador: a pessoa que quer adquirir um produto ou
serviço.
 Vendedor: indivíduo que transfere ou se obriga a
transferir mercadorias a outrem, mediante o
pagamento do preço ajustado.
 Produtor: indivíduo cuja atividade ou profissão é
produzir bens, mercadorias, etc
E-Commerce??
4
 Comércio eletrônico é a automação das transações
comerciais através da tecnologia , e com isso,
estamos falando de facilidades de comunicação e
informação. O comércio eletrônico constitui-se
através de lojas disponíveis na internet.
E-Commerce??
5
 Mundo Globalizado.
 Lojas virtuais aberto 24 horas
 Custo com tecnologia
 Redução com funcionários
 Impostos
 Investimento em inovação
 Segurança
Tipos de Comércio Eletrônico
6
 Business-to-Business (B2B)
ex.: (www.artequadros.com.br)
 Business-to-consumers (B2C)
ex.: (www.submarino.com.br)
 Consumers-to-business (C2C)
ex.: (mercado livre)
 Comércio móvel (m-commerce)
 Comércio Colaborativo (c-commerce)
 F-Commerce
7
 O que é necessário para ter um tipo de
Ecommerce?
www.vcpode.com.br
8
9
 B2W x Nova.com
E-commerce ou E-business?
10
 “É um erro de quem está no mercado utilizar
estas duas expressões para dizer sobre a mesma
coisa".
 Ex.: Diretor de Ecommerce x um de E-Bussines.
B2B – BUSSINES-TO-BUSSINES
11
 É a Negociação Eletrônica entre empresas. Muito
comum, é a modalidade que mais movimenta
importâncias monetárias.
 Ex.: Somente a Petrobrás foi responsável por 45 bi
de dólares em B2B.
B2C – BUSSINES-TO-CONSUMERS
12
 Negociação Eletrônica entre empresas e
consumidores. Esta modalidade representa a
virtualização da compra e venda.
 ―(...) as pessoas escolhem e pagam os produtos
pela internet.‖
 Exemplos de B2C com o site www.americanas.com,
www.submarino.com.br
C2B – CONSUMERS-TO-BUSSINES
13
 Negociação Eletrônica entre consumidores e
empresas. E o reverso do B2C, também chamado
de leilão reverso.
 Acontece quando consumidores vendem para
empresas.
C2C – CONSUMER-TO-CONSUMER
14
 Negociação Eletrônica entre consumidores.
 ―(...) efetua muitas negociações, mas de valores
pequenos.‖
 Ex.: www.mercadolivre.com.br
15
 China proíbe funcionários do governo de comprar
produtos da Apple.
 Além da Apple, foram banidas aquisições de produtos
de outras empresas americanas. Na última semana, a
China vetou antivírus das empresas Symantec e
Kaspersky em computadores de órgãos públicos. Em
maio, o Windows 8 foi barrado dos PCs chineses. Há
informações de que a próxima ―lista negra‖ contenha
dispositivos de empresas como Dell, HP e Lenovo.
16
 25 mil processam Facebook por causa da
privacidade.

O segredo....
17
F-commerce
18
S-commerce
19
M-commerce
20
E-commerce X E-business
21
E-commerce ou E-business?
22
 "E-commerce significa comércio eletrônico, ou
seja, o conjunto de atividades comerciais que
acontecem on line.”
 “E-business não envolve transação comercial, é
um negócio eletrônico, uma negociação feita
pela Internet mas que não envolve
necessariamente uma transação comercial.”
Modelos do e-commerce
23
24
 B2B – business to business - transações entre
empresas conduzidas eletronicamente pela Internet,
por extranets, por intranets ou por redes privadas;
também conhecido como eB2B (electronic B2B) ou
simplesmente B2B.
25
 B2C - business to consumer - Modelo de CE em que
as empresas vendem a compradores individuais
(Comércio entre empresa e consumidor final).
26
 C2C - Comércio eletrônico - Customer-to-customer -
e-commerce em que tanto o vendedor como o
comprador são indivíduos (não empresas); envolve
atividades como anúncios e classificados.
27
 G2C - Government-to-citizens — categoria de e-
government que inclui todas as interações entre um
governo e seus cidadãos.
28
 G2B - Government-to-business — categoria de e-
government que inclui interações entre governos e
empresas (governos que vendem e fornecem
serviços a empresas e empresas que vendem
produtos e serviços ao governo)
M-Commerce:
29
 Comércio eletrônico móvel – mCommerce:
 Caracterizado por uso da rede de telefonia móvel e
transações com valores monetários pequenos;
 No meio corporativo tem aplicações como:
 Venda remota – vendedor de rua;
 reparos na rede de energia, água;
 Operadores logísticos...
Potencialidade na venda/compra
via internet
30
 Oferecer produtos em promoção na página
principal e nas seções internas do site;
 Oferecer produtos relacionados aos que o cliente
está pesquisando/comprando,
 Oferecer diversas formas de pagamento;
 Enviar promoções por e-mail;
 Enviar cupons/brindes...
INTRODUÇÃO
31
 Para atingir 50 milhões de pessoas:
 – O rádio levou 38 anos;
 – A TV aberta 16 anos;
 – A TV a cabo 10 anos
 • E a internet?
 – A Web apenas 5 anos.
Origem do e-commerce
32
 Transferência eletrônica de fundos entre bancos
 Mensagens eletrônicas
 Anos 80: antecessora a Internet – compras e
pedidos de fornecedores (transmissão de
documentos entre empresas e fornecedores)
Anos 90
33
 Foi marcado pela disseminação da Internet
• Facilidade de acesso
– Operação amigável
– Conectividade global e imediata
– Recebimento e envio de informações
rapidamente
– Facilidade e baixo custo ao se disponibilizar
documentos
O que é e-commerce?
34
 O Comércio Eletrônico é uma forma de
comércio onde o produto é conhecido,
demonstrado e vendido por meios
eletrônicos
 É a capacidade de realizar transações
envolvendo a troca de bens ou serviços
entre duas ou mais partes utilizando
ferramentas eletrônicas e tecnologias
emergentes.
Definindo e-business
35
 O E-Business pode ser dividido em 3 áreas:
– Dentro da Organização - Intranet
– Entre organizações diferentes - B2B (Extranet)
– Entre organizações e consumidores - B2C
(Internet)
Tipos de Negócios
36
 Intra-Business: integrar as várias funções da
organização a fim de facilitar as aplicações de
negócios.
 Business-to-Business (B2B): relação entre empresas
clientes e fornecedoras de um produto.
 Business-to-Customer (B2C): venda diretamente
para consumidores ou usuários finais.
Interdisciplinaridade
37
A solução de comércio eletrônico envolve áreas
diversas, tais como: processo de compra e venda,
marketing, logística e integração de sistemas de
informação, além da área ligada a tecnologia.
Estratégias para se tornar
online38
 Os meus concorrentes estão on-line. Esse é um
motivo para a minha empresa se tornar online?
 Quais as razões para minha empresa se tornar on-
line?
Razões para se tornar online
39
 Expansão do Alcance do Mercado: reunir
experiência com um novo segmento de mercado.
 Visibilidade: gerar mais visibilidade em seu
mercado-alvo e ganhar parte da atenção dos seus
consumidores.
 Poder de Resposta: aumentar o poder de resposta
aos seus clientes e parceiros.
Razões para se tornar online
40
 Novos Serviços: prover novos serviços aos clientes e
parceiros.
 Fortalecimento do Relacionamento nos Negócios:
aumentar o lucro para cada parceiro envolvido.
 Redução de Custos: reduzir o custo do produto,
suporte, serviço e propriedade.
 Conflitos de canais: prevenir e resolver conflitos de
canais.
Vantagens do CE
41
 Acessibilidade Global e Alcance de Vendas
– Empresas podem expandir sua base de
clientes e até mesmo sua linha de produtos.
 Relacionamento mais Próximo
–Transações B2B podem gerar
relacionamentos mais próximos.
Vantagens do CE
42
 Testes Gratuitos
– Produtos podem ser testados na Web de
forma rápida, fácil e sem custos.
 Custos Reduzidos
– As empresas podem reduzir seus custos de
produção adequando dinamicamente os preços.
Vantagens do CE
43
 Mudanças de Meio de Comunicação
– A internet reduz o número de mudanças de
meios de comunicação necessárias para transportar
a informação.
 Tempo para Comercialização
– Tempo mais curto para comercializar e
menor tempo de resposta em relação às
mudançasda demanda do mercado.
Vantagens do CE
44
 • Lealdade dos clientes
– Melhoria na lealdade dos clientes e nos
serviços por meio de acesso mais fáceis a
informações atualizadas e sempre
disponíveis.
Benefícios do CE
45
 Para as Organizações
 Expande o mercado nos âmbitos nacional e internacional
 Reduz o custo de criar, processar, distribuir, armazenar e recuperar
informações em papel
 Permite a redução de estoques e do custo fixo por facilitar um
gerenciamento mais eficaz da cadeia de suprimentos, em que esta é
movimentada sob demanda
 O processamento sob demanda permite a customização de produtos e
serviços, o que proporciona uma vantagem competitiva a seus
implementadores
 Reduz o tempo decorrido entre o desembolso de capital e o recebimento de
produtos e serviços
 Apoia os esforços de reengenharia de processos de negócios
 Reduz os custos de telecomunicações – a Internet é muito mais barata que as
Van. (Value added network ou rede de valor agregado)
Benefícios do CE
46
 Para as Consumidores
 Permite aos consumidores comprar ou estabelecer outras transações 24 horas
por dia, o ano todo e de praticamente qualquer local
 Dá aos consumidores mais possibilidades de escolha
 Fornece aos consumidores produtos e serviços mais baratos por lhes permitir
pesquisar em muitos lugares e fazer comparações com rapidez e facilidade
 Permite a entrega rápida de produtos e serviços (em alguns casos),
especialmente com produtos digitalizados
 Os consumidores podem receber informações relevantes e detalhadas em
segundos, em vez de em dias ou semanas
 Permite a participação em leilões virtuais
 Permite aos clientes interagir com outros consumidores em comunidades
eletrônicas para trocar idéias e comparar experiências
 Facilita a concorrência, o que possibilita descontos significativos
Benefícios do CE
47
 Para a sociedade
 Permite a mais pessoas trabalhar em casa e a viajar
menos para fazer compras, o que reduz o tráfego nas
estradas e ruas, e portanto a poluição do ar
 Permite que algumas mercadorias sejam vendidas a
preços mais baixos, beneficiando pessoas mais pobres
 Permite que pessoas de países menos desenvolvidos ou
em áreas rurais recebam produtos e serviços aos quais
poderiam não ter acesso
 Facilita o fornecimento de serviços públicos a um custo
reduzido, aumenta a eficácia e/ou melhora a
qualidade
Interação com o usuário
48
 Guardar carrinhos de compras para uso futuro;
 Acompanhamento da situação do pedido;
 Organização, funcionalidade e estética das home
pages;
Influências do Comércio
Eletrônico49
 Menor Ciclo de vida dos Produtos;
 Redução dos Preços;
 novos mercados;
 Maior Oferta de serviços;
 Novos canais de comunicação;
 Novas formas de consumo;
 Redução de Custos;
 Conveniência ao Consumidor;
 Customização
Dificuldades ao se tornar
online50
 Conflito de Canal
– Revendedores e comerciantes temem que
como contado direto ao consumidor haja
prejuízo para as partes envolvidas na
negociação.
 Competição
– A competição que era local agora torna-se
mundial.
Dificuldades ao se tornar
online51
 Direitos Autorais
– Uma vez publicada a informação na Internet,
torna-se fácil sua cópia (arquivos tipo MP3 por exemplo).
 Aceitação do Cliente
– As empresas têm receio se os consumidores
irão aceitar essa nova forma de negócio.
Dificuldades ao se tornar
online52
 Aspectos Legais
– Não existe uma estrutura legal a nível mundial.
 Lealdade
– Pelo fato da procura ser mais rápida e fácil,
os consumidores não garantem lealdade ao seu
vendedor.
Dificuldades ao se tornar
online53
 Preço
– Os preços podem diminuir mas o diferencial
será os serviços prestados aos consumidores.
 Segurança
– Como é a segurança na Internet? Diversas são as
preocupações nesta área.
Dificuldades ao se tornar
online54
 Serviço
– É muito mais fácil e rápido comparar os produtos
de uma empresa e outra.
 Viabilidade
– Muitas empresas estão inseguras em relação à
viabilidade de seu próprio negócio digital.
Dificuldades ao se tornar
online55
 Barreiras do Usuário
– Custo de acesso
– Tecnologia em constantes avanços
– Incerteza sobre a nova economia
– Aprendizado da nova forma de
negócio
Limitações do CE
56
 Faltam padrões universalmente aceitos para qualidade,
segurança e confiabilidade
 A largura de banda das telecomunicações pode ser
insuficiente
 As ferramentas de desenvolvimento de software ainda estão
em evolução
 Há dificuldades na integração do software de Internet e de
CE com determinadas aplicações e bancos de dados
(especialmente de sistemas herdados)
 Há necessidade de servidores especiais para a Web além dos
servidores de rede (o que representa maior custo)
 O acesso à Internet ainda é caro ou não tão simples
Categorias de E-Business
57
 E-Auctioning
 E-Banking
 E-Directories
 E-Engineering
 E-Franchising
 E-Gambling
Categorias de E-Business
58
 E-Learning
 E-Marketing
 E-Operational Resources Management
 E-Procurement
 E-Recruiting
E-Auctioning
59
 Os leilões eram restritos a um local ou número de
pessoas
 Com a Internet:
– Qualquer pessoa pode participar do leilão
– Não existe custo para locomoção
– Os lances são finalizados em segundos
– Finalizado o leilão, a mercadoria é enviada
E-Banking
60
 Comodidade para os clientes que através de um
site simples podem acessar suas contas da mesma
maneira que um caixa automático
– (ATM Automated Teller Machine).
 Redução de pessoas no banco e facilidade para o
cliente que não precisa se deslocar até o banco
para movimentação ou consulta a
E-Banking
61
 Entre outras utilidades que os E-banking fornecem
aos clientes, transações, pagamentos e outras
operações financeiras e de dados.
 Por meio de página segura do Banco Virtual, isto é
bastante útil, especialmente para utilizar os serviços
do banco fora do horário de atendimento ou de
qualquer lugar onde haja acesso à Internet.
E-Directories
62
 Listas telefônicas tanto para linhas residenciais
como para linhas empresariais não estão
centralizadas em um único lugar no qual você deve
ligar para obter a informação desejada.
 São mais fáceis e rápidas para recuperação da
informação da mesma maneira que se torna difícil
devido a quantidade de informações disponíveis na
rede.
E-Directories
63
 O E-Directory é um sistema de guias, classificados,
portal de negócio e atende também várias outras
regras de negócio, esse é o melhor software de
classificados, guias e afins.
 Se você decidiu montar seu site de anúncio ou
classificados, mas ainda tem algumas dúvidas como:
 qual a plataforma ideal?
 Qual a estratégias para montar um guia comercial,
como fazer o marketing do seu site?
 O e-Directory proporciona isso tudo.
E-Engineering
64
 Era restrito a todos os engenheiros que
trabalhavam em um projeto estarem em um mesmo
escritório.
 Com a internet houve a facilidade de
desenvolvimento independente de onde os
engenheiros estão envolvidos.
 Com isso qualquer pessoa é capaz de contribuir
com o código sempre que houver um tempo
disponível
E-Franchising
65
 Também conhecido como franquia virtual
 Na internet o ganho é devido a grandes marcas
terem links para seus parceiros.
 Livrarias geralmente fazem isso.
 Colocam o seu nome com link para os seus
parceiros, garantindo assim o sucesso do site.
E-Learning
66
 É uma modalidade de ensino a distância, utilizada
para definir aprendizagem por meio de mídia
eletrônica.!
 São aplicações projetadas para funcionar como
salas de aula virtuais, gerando várias
possibilidades de interação entre os seus
participantes como:
 Aluno/Tutor, Aluno/Conteúdo, Aluno/Aluno,
Aluno/Ambiente, Aluno/Serviço e Aluno/
Conhecimento.
E-Learning
67
 Ensino à distância
 Implicações tecnológicas
– Blended Learning ou B-learning,
é um derivado do E-learning, e refere-se a um sistema de formação
onde a maior parte dos conteúdos é transmitido em curso à
distância, normalmente pela internet, entretanto inclui
necessariamente situações presenciais, daí a origem da designação
blended, algo misto, combinado.
E-Marketing
68
 Marketing tradicional focava um grupo de pessoas
em particular.
 Com a internet o público é diverso e existe a
necessidade de tratar cada cliente de forma
específica, ou seja, o marketing um-a-um se tornou
o padrão para a internet.
E-Marketing
69
 E-Marketing á a aplicação das técnicas de
Marketing através dos novos canais online
 O conjunto de esforços desenvolvidos por uma
organização através da internet, das redes móveis
ou de outros canais interativos, com o objetivo de
comunicar, promover e vender os seus produtos ou
serviços.
E-Gambling
70
 O jogo ainda é considerado ilegal em alguns
países e em alguns países que os jogos são
permitidos, os mesmos são regidos por leis.
 Com a internet qualquer pessoa pode acessar os
cassinos a partir de um clique de mouse.
 Geralmente os sites que operam com jogos estão
situados em países no qual o jogo é legalmente
permitido.
E-Procurement
71
 Tem como objetivo reduzir os gastos das compras
rotineiras de materiais que são importantes para o
funcionamento da organização.
 Ex.: canetas e papéis possuem custo baixo e número
de procedimentos pequenos, mas se a necessidade
da empresa em compras de matérias primas for
algo considerável, a utilização dessa categoria de
ebusiness pode diminuir de 5% a 15% os custos e
de 70% a 80% as quantidades de procedimentos
E-Recruiting
72
 Seleção de candidatos a uma vaga
 Praticamente todo processo de entrevista pode ser
feito de forma online
 É possível fazer entrevistas através de
videoconferência
 Análise de histórico nas redes sociais
73
Dados: Comércio eletrônico no Brasil
2015.1 Prof. Francisco de Sousa Lima Neto, Me
Dados: CE no Brasil
74
Dados: CE no Brasil
75
Dados: CE no Brasil
76
77
Dados: CE no Brasil
78
Dados: CE no Brasil
79
Dados: CE no Brasil
80
Dados: CE no Brasil
81
Perfil do Consumidor
Renda Familiar - Quantidade de Transações ( R$ / mês )
Fonte: E-bit- 2013
Dados: CE no Brasil
82
Perfil do Consumidor
Faixa Etária - Quantidade de Transações
Fonte: E-bit- 2013
Dados: CE no Brasil
83
Perfil do Consumidor
Escolaridade - Quantidade de Transações
Fonte: E-bit- 2013
CE vs. Comércio Tradicional
84
Objetivo do Comércio Eletrônico
Reduzir as cadeias de valores eliminando intermediários
Transação Comercial
Convencional85
 Etapas:
– Apreciação da Mercadoria: o comprador busca
informações sobre o produto
– Negociação: preços, quantidades, condições e
prazos;
– Pagamento: pagamento à vista ou parcelado,
cheque, dinheiro ou cartão de credito;
– Entrega: prazo para o comprador receber seu
produto.
Adaptando Transações para
CE86
 Ligar 0800-xxxxxx e informar os dados
necessários
 Enviar um fax ou email com as informações
necessárias para o comerciante
 Criar um formulário online
 Pagamento digital (direto no banco), CyberCash
O varejo virtual
87
 Apesar de logística ser um conceito universal, a
logística do varejo virtual possui características
únicas, que exigem um esforço de aprendizagem
para todos os envolvidos atividade:
 Fornecedores;
 Transportadoras;
 Operadores logísticos e
 Empresas de varejo virtual.
Características do varejo
virtual88
 A loja funciona 24 horas por dia, sete dias da
semana.
 A loja oferece um rico conjunto de informações;
 O ciclo de tempo para a entrega de produtos e
serviços é menor.
 Divulgação é estratégica para a visibilidade da
loja virtual.
 Os custos de comunicação podem ser menores;
 O tempo de exposição da marca é aumentado.
Etapas da venda de um produto
em uma loja virtual
89
1 - Preparação do pedido:
90
 O comprador precisa localizar e identificar a
mercadoria, obter as informações necessárias para
tomar a decisão de compra, autorizar a transação
financeira e transmitir o seu pedido para o site.
2 - Processamento do
pedido:91
 A partir do pedido efetuado pelo cliente, cabe ao
site e às entidades envolvidas no processo, como as
administradoras de cartão de crédito e empresas
anti-fraude, analisar os dados, processar e validar
o pedido. O pedido válido e sem risco de fraude
segue para o financeiro.
3 - Confirmação do pedido:
92
 Implica na confirmação da transação financeira,
separação da mercadoria - ou sua encomenda
junto ao fornecedor - embalagem, emissão da
documentação fiscal e entrega ao transportador. O
tempo de entrega é contado a partir desse
momento.
4 - Entrega:
93
 Corresponde ao envio da mercadoria ao
destinatário. Pode ser oferecida ao comprador a
possibilidade de rastreamento das mercadorias
após a entrega delas ao transportador.
Atividade.
94
 E-Logística;
 E-Broker;
E-Logística
95
 Um termo usado no comércio eletrônico. Ele
pode ser definido como um componente
essencial do e-commerce, compreendendo a
totalidade da cadeia logística que pode ser
composta de:
 Recepção e condicionamento de produtos;
 Estocagem;
 Picking (deslocamento de produtos para a
preparação do pedido);
 Intervenção das transportadoras assumindo a
entrega.
96
E-Logística
97
 Essas etapas devem ser inseridas em
ferramentas de rastreamento dos pedidos,
permitindo um melhor controle das diferentes
operações, e dando aos clientes informações
em tempo real da fase em que se encontra o
produto adquirido.
E-Logística
98
Por que a logística é
fundamental ?99
 Apesar do custo de um serviço de logística pode
ser bastante elevado, e ele deve ser levado em
conta nos cálculos dos custos totais da loja para
que seu crescimento seja sustentável.
 De qualquer maneira, ter uma boa e-logística –
sendo ela interna ou com o auxílio de uma boa
plataforma externa – é uma real vantagem
concorrencial para fidelizar os clientes de sua loja
virtual.
E-broker
100
 É uma empresa que presta serviços à indústria
para cuidar das vendas, promoções,
merchandising, pesquisas, créditos e cobrança,
armazenamento e distribuição junto as lojas de
varejo, utilizando a internet como canal.
101
102
103
Home Broker
104
 É um sistema oferecido pela Bolsa de
Valores, Mercadorias e Futuros de São
Paulo (BM&FBOVESPA) utilizado para
conectar usuários ao pregão eletrônico no
mercado de capitais.
105
Mobile Broker...
106
 é uma variação do home broker desenvolvida
especificamente para dispositivo móvel. Ou seja,
são softwares que permitem um usuário se conectar
ao pregão eletrônico no mercado de capitais
através de seu dispositivo móvel .
107
Mobile Broker...
108
 Os mobile brokers se caracterizam por
possuírem:
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Recursos de usabilidade específicos para
dispositivos móveis
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Introdução comercio eletronico

  • 1. 1 Introdução ao Comércio eletrônico 2015.1 Prof. Francisco de Sousa Lima Neto, Me
  • 2. Comércio?  O termo comércio deriva do conceito latim commercĭum e refere-se à negociação que tem lugar na hora de comprar ou vender gêneros/bens e mercadorias.  Também se dá o nome de comércio a qualquer loja, armazém ou estabelecimento comercial, e ao conjunto ou à classe dos comerciantes. 2
  • 3. Comércio? 3  Comprador: a pessoa que quer adquirir um produto ou serviço.  Vendedor: indivíduo que transfere ou se obriga a transferir mercadorias a outrem, mediante o pagamento do preço ajustado.  Produtor: indivíduo cuja atividade ou profissão é produzir bens, mercadorias, etc
  • 4. E-Commerce?? 4  Comércio eletrônico é a automação das transações comerciais através da tecnologia , e com isso, estamos falando de facilidades de comunicação e informação. O comércio eletrônico constitui-se através de lojas disponíveis na internet.
  • 5. E-Commerce?? 5  Mundo Globalizado.  Lojas virtuais aberto 24 horas  Custo com tecnologia  Redução com funcionários  Impostos  Investimento em inovação  Segurança
  • 6. Tipos de Comércio Eletrônico 6  Business-to-Business (B2B) ex.: (www.artequadros.com.br)  Business-to-consumers (B2C) ex.: (www.submarino.com.br)  Consumers-to-business (C2C) ex.: (mercado livre)  Comércio móvel (m-commerce)  Comércio Colaborativo (c-commerce)  F-Commerce
  • 7. 7  O que é necessário para ter um tipo de Ecommerce?
  • 9. 9  B2W x Nova.com
  • 10. E-commerce ou E-business? 10  “É um erro de quem está no mercado utilizar estas duas expressões para dizer sobre a mesma coisa".  Ex.: Diretor de Ecommerce x um de E-Bussines.
  • 11. B2B – BUSSINES-TO-BUSSINES 11  É a Negociação Eletrônica entre empresas. Muito comum, é a modalidade que mais movimenta importâncias monetárias.  Ex.: Somente a Petrobrás foi responsável por 45 bi de dólares em B2B.
  • 12. B2C – BUSSINES-TO-CONSUMERS 12  Negociação Eletrônica entre empresas e consumidores. Esta modalidade representa a virtualização da compra e venda.  ―(...) as pessoas escolhem e pagam os produtos pela internet.‖  Exemplos de B2C com o site www.americanas.com, www.submarino.com.br
  • 13. C2B – CONSUMERS-TO-BUSSINES 13  Negociação Eletrônica entre consumidores e empresas. E o reverso do B2C, também chamado de leilão reverso.  Acontece quando consumidores vendem para empresas.
  • 14. C2C – CONSUMER-TO-CONSUMER 14  Negociação Eletrônica entre consumidores.  ―(...) efetua muitas negociações, mas de valores pequenos.‖  Ex.: www.mercadolivre.com.br
  • 15. 15  China proíbe funcionários do governo de comprar produtos da Apple.  Além da Apple, foram banidas aquisições de produtos de outras empresas americanas. Na última semana, a China vetou antivírus das empresas Symantec e Kaspersky em computadores de órgãos públicos. Em maio, o Windows 8 foi barrado dos PCs chineses. Há informações de que a próxima ―lista negra‖ contenha dispositivos de empresas como Dell, HP e Lenovo.
  • 16. 16  25 mil processam Facebook por causa da privacidade. 
  • 22. E-commerce ou E-business? 22  "E-commerce significa comércio eletrônico, ou seja, o conjunto de atividades comerciais que acontecem on line.”  “E-business não envolve transação comercial, é um negócio eletrônico, uma negociação feita pela Internet mas que não envolve necessariamente uma transação comercial.”
  • 24. 24  B2B – business to business - transações entre empresas conduzidas eletronicamente pela Internet, por extranets, por intranets ou por redes privadas; também conhecido como eB2B (electronic B2B) ou simplesmente B2B.
  • 25. 25  B2C - business to consumer - Modelo de CE em que as empresas vendem a compradores individuais (Comércio entre empresa e consumidor final).
  • 26. 26  C2C - Comércio eletrônico - Customer-to-customer - e-commerce em que tanto o vendedor como o comprador são indivíduos (não empresas); envolve atividades como anúncios e classificados.
  • 27. 27  G2C - Government-to-citizens — categoria de e- government que inclui todas as interações entre um governo e seus cidadãos.
  • 28. 28  G2B - Government-to-business — categoria de e- government que inclui interações entre governos e empresas (governos que vendem e fornecem serviços a empresas e empresas que vendem produtos e serviços ao governo)
  • 29. M-Commerce: 29  Comércio eletrônico móvel – mCommerce:  Caracterizado por uso da rede de telefonia móvel e transações com valores monetários pequenos;  No meio corporativo tem aplicações como:  Venda remota – vendedor de rua;  reparos na rede de energia, água;  Operadores logísticos...
  • 30. Potencialidade na venda/compra via internet 30  Oferecer produtos em promoção na página principal e nas seções internas do site;  Oferecer produtos relacionados aos que o cliente está pesquisando/comprando,  Oferecer diversas formas de pagamento;  Enviar promoções por e-mail;  Enviar cupons/brindes...
  • 31. INTRODUÇÃO 31  Para atingir 50 milhões de pessoas:  – O rádio levou 38 anos;  – A TV aberta 16 anos;  – A TV a cabo 10 anos  • E a internet?  – A Web apenas 5 anos.
  • 32. Origem do e-commerce 32  Transferência eletrônica de fundos entre bancos  Mensagens eletrônicas  Anos 80: antecessora a Internet – compras e pedidos de fornecedores (transmissão de documentos entre empresas e fornecedores)
  • 33. Anos 90 33  Foi marcado pela disseminação da Internet • Facilidade de acesso – Operação amigável – Conectividade global e imediata – Recebimento e envio de informações rapidamente – Facilidade e baixo custo ao se disponibilizar documentos
  • 34. O que é e-commerce? 34  O Comércio Eletrônico é uma forma de comércio onde o produto é conhecido, demonstrado e vendido por meios eletrônicos  É a capacidade de realizar transações envolvendo a troca de bens ou serviços entre duas ou mais partes utilizando ferramentas eletrônicas e tecnologias emergentes.
  • 35. Definindo e-business 35  O E-Business pode ser dividido em 3 áreas: – Dentro da Organização - Intranet – Entre organizações diferentes - B2B (Extranet) – Entre organizações e consumidores - B2C (Internet)
  • 36. Tipos de Negócios 36  Intra-Business: integrar as várias funções da organização a fim de facilitar as aplicações de negócios.  Business-to-Business (B2B): relação entre empresas clientes e fornecedoras de um produto.  Business-to-Customer (B2C): venda diretamente para consumidores ou usuários finais.
  • 37. Interdisciplinaridade 37 A solução de comércio eletrônico envolve áreas diversas, tais como: processo de compra e venda, marketing, logística e integração de sistemas de informação, além da área ligada a tecnologia.
  • 38. Estratégias para se tornar online38  Os meus concorrentes estão on-line. Esse é um motivo para a minha empresa se tornar online?  Quais as razões para minha empresa se tornar on- line?
  • 39. Razões para se tornar online 39  Expansão do Alcance do Mercado: reunir experiência com um novo segmento de mercado.  Visibilidade: gerar mais visibilidade em seu mercado-alvo e ganhar parte da atenção dos seus consumidores.  Poder de Resposta: aumentar o poder de resposta aos seus clientes e parceiros.
  • 40. Razões para se tornar online 40  Novos Serviços: prover novos serviços aos clientes e parceiros.  Fortalecimento do Relacionamento nos Negócios: aumentar o lucro para cada parceiro envolvido.  Redução de Custos: reduzir o custo do produto, suporte, serviço e propriedade.  Conflitos de canais: prevenir e resolver conflitos de canais.
  • 41. Vantagens do CE 41  Acessibilidade Global e Alcance de Vendas – Empresas podem expandir sua base de clientes e até mesmo sua linha de produtos.  Relacionamento mais Próximo –Transações B2B podem gerar relacionamentos mais próximos.
  • 42. Vantagens do CE 42  Testes Gratuitos – Produtos podem ser testados na Web de forma rápida, fácil e sem custos.  Custos Reduzidos – As empresas podem reduzir seus custos de produção adequando dinamicamente os preços.
  • 43. Vantagens do CE 43  Mudanças de Meio de Comunicação – A internet reduz o número de mudanças de meios de comunicação necessárias para transportar a informação.  Tempo para Comercialização – Tempo mais curto para comercializar e menor tempo de resposta em relação às mudançasda demanda do mercado.
  • 44. Vantagens do CE 44  • Lealdade dos clientes – Melhoria na lealdade dos clientes e nos serviços por meio de acesso mais fáceis a informações atualizadas e sempre disponíveis.
  • 45. Benefícios do CE 45  Para as Organizações  Expande o mercado nos âmbitos nacional e internacional  Reduz o custo de criar, processar, distribuir, armazenar e recuperar informações em papel  Permite a redução de estoques e do custo fixo por facilitar um gerenciamento mais eficaz da cadeia de suprimentos, em que esta é movimentada sob demanda  O processamento sob demanda permite a customização de produtos e serviços, o que proporciona uma vantagem competitiva a seus implementadores  Reduz o tempo decorrido entre o desembolso de capital e o recebimento de produtos e serviços  Apoia os esforços de reengenharia de processos de negócios  Reduz os custos de telecomunicações – a Internet é muito mais barata que as Van. (Value added network ou rede de valor agregado)
  • 46. Benefícios do CE 46  Para as Consumidores  Permite aos consumidores comprar ou estabelecer outras transações 24 horas por dia, o ano todo e de praticamente qualquer local  Dá aos consumidores mais possibilidades de escolha  Fornece aos consumidores produtos e serviços mais baratos por lhes permitir pesquisar em muitos lugares e fazer comparações com rapidez e facilidade  Permite a entrega rápida de produtos e serviços (em alguns casos), especialmente com produtos digitalizados  Os consumidores podem receber informações relevantes e detalhadas em segundos, em vez de em dias ou semanas  Permite a participação em leilões virtuais  Permite aos clientes interagir com outros consumidores em comunidades eletrônicas para trocar idéias e comparar experiências  Facilita a concorrência, o que possibilita descontos significativos
  • 47. Benefícios do CE 47  Para a sociedade  Permite a mais pessoas trabalhar em casa e a viajar menos para fazer compras, o que reduz o tráfego nas estradas e ruas, e portanto a poluição do ar  Permite que algumas mercadorias sejam vendidas a preços mais baixos, beneficiando pessoas mais pobres  Permite que pessoas de países menos desenvolvidos ou em áreas rurais recebam produtos e serviços aos quais poderiam não ter acesso  Facilita o fornecimento de serviços públicos a um custo reduzido, aumenta a eficácia e/ou melhora a qualidade
  • 48. Interação com o usuário 48  Guardar carrinhos de compras para uso futuro;  Acompanhamento da situação do pedido;  Organização, funcionalidade e estética das home pages;
  • 49. Influências do Comércio Eletrônico49  Menor Ciclo de vida dos Produtos;  Redução dos Preços;  novos mercados;  Maior Oferta de serviços;  Novos canais de comunicação;  Novas formas de consumo;  Redução de Custos;  Conveniência ao Consumidor;  Customização
  • 50. Dificuldades ao se tornar online50  Conflito de Canal – Revendedores e comerciantes temem que como contado direto ao consumidor haja prejuízo para as partes envolvidas na negociação.  Competição – A competição que era local agora torna-se mundial.
  • 51. Dificuldades ao se tornar online51  Direitos Autorais – Uma vez publicada a informação na Internet, torna-se fácil sua cópia (arquivos tipo MP3 por exemplo).  Aceitação do Cliente – As empresas têm receio se os consumidores irão aceitar essa nova forma de negócio.
  • 52. Dificuldades ao se tornar online52  Aspectos Legais – Não existe uma estrutura legal a nível mundial.  Lealdade – Pelo fato da procura ser mais rápida e fácil, os consumidores não garantem lealdade ao seu vendedor.
  • 53. Dificuldades ao se tornar online53  Preço – Os preços podem diminuir mas o diferencial será os serviços prestados aos consumidores.  Segurança – Como é a segurança na Internet? Diversas são as preocupações nesta área.
  • 54. Dificuldades ao se tornar online54  Serviço – É muito mais fácil e rápido comparar os produtos de uma empresa e outra.  Viabilidade – Muitas empresas estão inseguras em relação à viabilidade de seu próprio negócio digital.
  • 55. Dificuldades ao se tornar online55  Barreiras do Usuário – Custo de acesso – Tecnologia em constantes avanços – Incerteza sobre a nova economia – Aprendizado da nova forma de negócio
  • 56. Limitações do CE 56  Faltam padrões universalmente aceitos para qualidade, segurança e confiabilidade  A largura de banda das telecomunicações pode ser insuficiente  As ferramentas de desenvolvimento de software ainda estão em evolução  Há dificuldades na integração do software de Internet e de CE com determinadas aplicações e bancos de dados (especialmente de sistemas herdados)  Há necessidade de servidores especiais para a Web além dos servidores de rede (o que representa maior custo)  O acesso à Internet ainda é caro ou não tão simples
  • 57. Categorias de E-Business 57  E-Auctioning  E-Banking  E-Directories  E-Engineering  E-Franchising  E-Gambling
  • 58. Categorias de E-Business 58  E-Learning  E-Marketing  E-Operational Resources Management  E-Procurement  E-Recruiting
  • 59. E-Auctioning 59  Os leilões eram restritos a um local ou número de pessoas  Com a Internet: – Qualquer pessoa pode participar do leilão – Não existe custo para locomoção – Os lances são finalizados em segundos – Finalizado o leilão, a mercadoria é enviada
  • 60. E-Banking 60  Comodidade para os clientes que através de um site simples podem acessar suas contas da mesma maneira que um caixa automático – (ATM Automated Teller Machine).  Redução de pessoas no banco e facilidade para o cliente que não precisa se deslocar até o banco para movimentação ou consulta a
  • 61. E-Banking 61  Entre outras utilidades que os E-banking fornecem aos clientes, transações, pagamentos e outras operações financeiras e de dados.  Por meio de página segura do Banco Virtual, isto é bastante útil, especialmente para utilizar os serviços do banco fora do horário de atendimento ou de qualquer lugar onde haja acesso à Internet.
  • 62. E-Directories 62  Listas telefônicas tanto para linhas residenciais como para linhas empresariais não estão centralizadas em um único lugar no qual você deve ligar para obter a informação desejada.  São mais fáceis e rápidas para recuperação da informação da mesma maneira que se torna difícil devido a quantidade de informações disponíveis na rede.
  • 63. E-Directories 63  O E-Directory é um sistema de guias, classificados, portal de negócio e atende também várias outras regras de negócio, esse é o melhor software de classificados, guias e afins.  Se você decidiu montar seu site de anúncio ou classificados, mas ainda tem algumas dúvidas como:  qual a plataforma ideal?  Qual a estratégias para montar um guia comercial, como fazer o marketing do seu site?  O e-Directory proporciona isso tudo.
  • 64. E-Engineering 64  Era restrito a todos os engenheiros que trabalhavam em um projeto estarem em um mesmo escritório.  Com a internet houve a facilidade de desenvolvimento independente de onde os engenheiros estão envolvidos.  Com isso qualquer pessoa é capaz de contribuir com o código sempre que houver um tempo disponível
  • 65. E-Franchising 65  Também conhecido como franquia virtual  Na internet o ganho é devido a grandes marcas terem links para seus parceiros.  Livrarias geralmente fazem isso.  Colocam o seu nome com link para os seus parceiros, garantindo assim o sucesso do site.
  • 66. E-Learning 66  É uma modalidade de ensino a distância, utilizada para definir aprendizagem por meio de mídia eletrônica.!  São aplicações projetadas para funcionar como salas de aula virtuais, gerando várias possibilidades de interação entre os seus participantes como:  Aluno/Tutor, Aluno/Conteúdo, Aluno/Aluno, Aluno/Ambiente, Aluno/Serviço e Aluno/ Conhecimento.
  • 67. E-Learning 67  Ensino à distância  Implicações tecnológicas – Blended Learning ou B-learning, é um derivado do E-learning, e refere-se a um sistema de formação onde a maior parte dos conteúdos é transmitido em curso à distância, normalmente pela internet, entretanto inclui necessariamente situações presenciais, daí a origem da designação blended, algo misto, combinado.
  • 68. E-Marketing 68  Marketing tradicional focava um grupo de pessoas em particular.  Com a internet o público é diverso e existe a necessidade de tratar cada cliente de forma específica, ou seja, o marketing um-a-um se tornou o padrão para a internet.
  • 69. E-Marketing 69  E-Marketing á a aplicação das técnicas de Marketing através dos novos canais online  O conjunto de esforços desenvolvidos por uma organização através da internet, das redes móveis ou de outros canais interativos, com o objetivo de comunicar, promover e vender os seus produtos ou serviços.
  • 70. E-Gambling 70  O jogo ainda é considerado ilegal em alguns países e em alguns países que os jogos são permitidos, os mesmos são regidos por leis.  Com a internet qualquer pessoa pode acessar os cassinos a partir de um clique de mouse.  Geralmente os sites que operam com jogos estão situados em países no qual o jogo é legalmente permitido.
  • 71. E-Procurement 71  Tem como objetivo reduzir os gastos das compras rotineiras de materiais que são importantes para o funcionamento da organização.  Ex.: canetas e papéis possuem custo baixo e número de procedimentos pequenos, mas se a necessidade da empresa em compras de matérias primas for algo considerável, a utilização dessa categoria de ebusiness pode diminuir de 5% a 15% os custos e de 70% a 80% as quantidades de procedimentos
  • 72. E-Recruiting 72  Seleção de candidatos a uma vaga  Praticamente todo processo de entrevista pode ser feito de forma online  É possível fazer entrevistas através de videoconferência  Análise de histórico nas redes sociais
  • 73. 73 Dados: Comércio eletrônico no Brasil 2015.1 Prof. Francisco de Sousa Lima Neto, Me
  • 74. Dados: CE no Brasil 74
  • 75. Dados: CE no Brasil 75
  • 76. Dados: CE no Brasil 76
  • 77. 77
  • 78. Dados: CE no Brasil 78
  • 79. Dados: CE no Brasil 79
  • 80. Dados: CE no Brasil 80
  • 81. Dados: CE no Brasil 81 Perfil do Consumidor Renda Familiar - Quantidade de Transações ( R$ / mês ) Fonte: E-bit- 2013
  • 82. Dados: CE no Brasil 82 Perfil do Consumidor Faixa Etária - Quantidade de Transações Fonte: E-bit- 2013
  • 83. Dados: CE no Brasil 83 Perfil do Consumidor Escolaridade - Quantidade de Transações Fonte: E-bit- 2013
  • 84. CE vs. Comércio Tradicional 84 Objetivo do Comércio Eletrônico Reduzir as cadeias de valores eliminando intermediários
  • 85. Transação Comercial Convencional85  Etapas: – Apreciação da Mercadoria: o comprador busca informações sobre o produto – Negociação: preços, quantidades, condições e prazos; – Pagamento: pagamento à vista ou parcelado, cheque, dinheiro ou cartão de credito; – Entrega: prazo para o comprador receber seu produto.
  • 86. Adaptando Transações para CE86  Ligar 0800-xxxxxx e informar os dados necessários  Enviar um fax ou email com as informações necessárias para o comerciante  Criar um formulário online  Pagamento digital (direto no banco), CyberCash
  • 87. O varejo virtual 87  Apesar de logística ser um conceito universal, a logística do varejo virtual possui características únicas, que exigem um esforço de aprendizagem para todos os envolvidos atividade:  Fornecedores;  Transportadoras;  Operadores logísticos e  Empresas de varejo virtual.
  • 88. Características do varejo virtual88  A loja funciona 24 horas por dia, sete dias da semana.  A loja oferece um rico conjunto de informações;  O ciclo de tempo para a entrega de produtos e serviços é menor.  Divulgação é estratégica para a visibilidade da loja virtual.  Os custos de comunicação podem ser menores;  O tempo de exposição da marca é aumentado.
  • 89. Etapas da venda de um produto em uma loja virtual 89
  • 90. 1 - Preparação do pedido: 90  O comprador precisa localizar e identificar a mercadoria, obter as informações necessárias para tomar a decisão de compra, autorizar a transação financeira e transmitir o seu pedido para o site.
  • 91. 2 - Processamento do pedido:91  A partir do pedido efetuado pelo cliente, cabe ao site e às entidades envolvidas no processo, como as administradoras de cartão de crédito e empresas anti-fraude, analisar os dados, processar e validar o pedido. O pedido válido e sem risco de fraude segue para o financeiro.
  • 92. 3 - Confirmação do pedido: 92  Implica na confirmação da transação financeira, separação da mercadoria - ou sua encomenda junto ao fornecedor - embalagem, emissão da documentação fiscal e entrega ao transportador. O tempo de entrega é contado a partir desse momento.
  • 93. 4 - Entrega: 93  Corresponde ao envio da mercadoria ao destinatário. Pode ser oferecida ao comprador a possibilidade de rastreamento das mercadorias após a entrega delas ao transportador.
  • 95. E-Logística 95  Um termo usado no comércio eletrônico. Ele pode ser definido como um componente essencial do e-commerce, compreendendo a totalidade da cadeia logística que pode ser composta de:  Recepção e condicionamento de produtos;  Estocagem;  Picking (deslocamento de produtos para a preparação do pedido);  Intervenção das transportadoras assumindo a entrega.
  • 96. 96
  • 97. E-Logística 97  Essas etapas devem ser inseridas em ferramentas de rastreamento dos pedidos, permitindo um melhor controle das diferentes operações, e dando aos clientes informações em tempo real da fase em que se encontra o produto adquirido.
  • 99. Por que a logística é fundamental ?99  Apesar do custo de um serviço de logística pode ser bastante elevado, e ele deve ser levado em conta nos cálculos dos custos totais da loja para que seu crescimento seja sustentável.  De qualquer maneira, ter uma boa e-logística – sendo ela interna ou com o auxílio de uma boa plataforma externa – é uma real vantagem concorrencial para fidelizar os clientes de sua loja virtual.
  • 100. E-broker 100  É uma empresa que presta serviços à indústria para cuidar das vendas, promoções, merchandising, pesquisas, créditos e cobrança, armazenamento e distribuição junto as lojas de varejo, utilizando a internet como canal.
  • 101. 101
  • 102. 102
  • 103. 103
  • 104. Home Broker 104  É um sistema oferecido pela Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo (BM&FBOVESPA) utilizado para conectar usuários ao pregão eletrônico no mercado de capitais.
  • 105. 105
  • 106. Mobile Broker... 106  é uma variação do home broker desenvolvida especificamente para dispositivo móvel. Ou seja, são softwares que permitem um usuário se conectar ao pregão eletrônico no mercado de capitais através de seu dispositivo móvel .
  • 107. 107
  • 108. Mobile Broker... 108  Os mobile brokers se caracterizam por possuírem: Interface leve Recursos de usabilidade específicos para dispositivos móveis Adaptação às especificidades de cada aparelho.
  • 109. 109