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OTELARIA OSPITALAR: A QUALIDADE EM ASSISTÊNCIA Enfº Eduardo Gomes da Silva COREN -001790 Enfª Juliana Lopes Figueiredo COREN - 99792
INTRODUÇÃO  Propósito de atendimento Evolução da hotelaria
HISTÓRIA DA ERA CRISTÃ Hospitalis  Hospes  Hospitium  Hospital x Hotel Pontos em comum
ADAPTAÇÕES NECESSÁRIAS!! Àquele que manter a viabilidade e melhorar o sistema sobrevive no mercado...
MUDANÇAS NECESSÁRIAS Necessidades Objetivos Competitividade Produtividade
INVESTIMENTOS Qualidade de assistência através do treinamento Processo de venda em recepção aos moldes hoteleiros Novos conceitos – mudanças físicas e processo humano
INOVAÇÕES GRADATIVAS Novas tendências Cozinhas centrais – diminuição de riscos de contaminação Refeições atraentes Receptividade Humanização dos ambientes – minimizar o desconforto de uma internação
COSTA DA MATA ATLÂNTICA Novos recintos Decoração Sofisticação Facilidades Concorrências
INVESTIMENTOS MENORES Componentes imobiliários Facilidades Melhor higienização Ampliação de quartos
PRODUTIVIDADE “ Produtividade é produzir cada vez mais e melhor com custos menores”  (Castelli 2003) Associadas às necessidades e preferências dos clientes Planejados e desenvolvidos de acordo com agregação dos valores dos custos +  qualidade   produtividade
DIMINUIÇÃO DOS CUSTOS Compras de insumos por melhores preços Melhorias no processo produtivo e dos equipamentos Melhor qualificação dos recursos humanos Combate ao desperdício :métodos de trabalho, mão-de-obra, equipamentos e tempo Produtos vencidos Material em demasia Materiais ainda aproveitáveis
DIMINUIÇÃO DOS CUSTOS Armazenamento inadequado Compras superfaturadas Materiais sem saída Compras sem levantamento de preços Embolso de descontos Roubo Devem ser combatidos e  totalmente eliminados!!!
OS 5 “S”... Utilizados por grandes empresas de qualidade: Senso de utilização Senso de ordenação Senso de limpeza Senso de saúde Senso de disciplina
SENSO DE UTILIZAÇÃO Descarte de tudo aquilo que não tenha utilidade no trabalho, tarefa desnecessária e burocracia em excesso Libera espaço Elimina objetos, móveis e utensílios desnecessários Menor desperdício de mercadorias
SENSO DE ORDENAÇÃO Cada coisa no seu devido lugar Torna procedimentos mais fáceis  Acha-se os materiais mais fáceis Torna o ambiente mais agradável
SENSO DE LIMPEZA Primordial em ambiente hospitalar e qualquer empresa É uma forma de inspecionar os equipamentos Conserva o equipamento Previne acidentes  Sensação de bem-estar
SENSO DE SAÚDE Representa qualidade de vida no trabalho Aumenta a produtividade Luminosidade Ruído Vibração Materiais tóxicos Segurança Conforto e relacionamento interpessoal
SENSO DE DISCIPLINA Mantêm ordem de rotina Incentiva criatividade Auto-análise dos colaboradores
MELHORANDO A QUALIDADE... “ Qualidade significa propriedade, atributo ou condições das coisas ou das pessoas, capaz de distingui-las uma das outras e determinar a natureza” (Zanon 2001) DE PARA
PONTOS FUNDAMENTAIS Consciência da necessidade de mudar Estabelecer metas Organizações como comitê de qualidade, identificando problemas Treinamento Soluções de problemas
PONTOS FUNDAMENTAIS Relatar pontos de melhorias Trabalho reconhecido Resultados conseguidos mantidos A qualidade deve ser mantida como parte de rotina da empresa Programa anula de qualidade
GESTÃO EMPRESARIAL Promove recursos humanos e materiais para o planejamento da qualidade Resoluções para problemas associados Foco no paciente (cliente) e colaboradores Eficácia  Efetividade Aceitabilidade  Equidade  Legitimidade
GESTÃO EMPRESARIAL Meados de 1990 – não havia preocupação formal com qualidade INSATISAFAÇÕES E DANOS  RECORRENTES   !!
CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR Criada pela lei 8.078 de 11/09/1990 Nova relação entre hospital/cliente Conhecimento de direitos Preocupação com conceitos administrativos Nova visão logística empresarial
GESTÃO EMPRESARIAL Implantação  dos serviços de hotelaria Inovações e melhorias ao cliente internado
MOTIVAÇÃO PROFISSIONAL Melhor tratamento aos clientes Contratação estratégica – àqueles que gostem de servir! Estimular a disposição em servir Incentivo pode ser um ótimo recurso
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Deve-se pensar a longo prazo para atingir os objetivos Antecipar atitudes Evitar reações reativas Capacidade de alterar o próprio curso AGIR ANTES QUE UM FATO NEGATIVO ACONTEÇA!!
ENTÃO ANTECIPE SUAS ATITUDES!!!
CLIENTES – DIREITOS E DEVERES O conhecimento de direitos e deveres é fundamental – preparam os profissionais para causas especiais, evita problemas e equaciona anomalias.
Clientes - Direitos Identidade: saber o nome do médico, enfermeiro e demais cargos de outros profissionais envolvidos em seu tratamento Informações: claras e objetivas e compreensíveis adaptadas à sua condição cultural, ao seu prontuário, decisões tomadas, contas pendentes Consentimento : não deverá ser submetido a nenhum procedimento sem seu consentimento
Clientes - Direitos Recusa: direito a recusar procedimento terapêuticos,ou conduta a serem nele realizados, bem como diagnósticos, investigações e procedimentos (registrado em prontuário) Visitas: acesso à pessoas fora do hospital conforme normas institucionais Acesso ao tratamento: sem discriminação de sua raça, ideologia política, nacionalidade, sexo, patologia, etc
Clientes - Direitos Confiabilidade: tem o direito de ter as informações sobre seu quadro clínico em resguardo, por sigilo profissional, exceto quando ponham em risco a vida de terceiros e saúde pública Privacidade: tem direito a ser examinado em instalações devidamente elaboradas para esse fim, assegurando isolamento visual e auditivo razoável
Clientes - Direitos Segurança pessoal: ambiente quimicamente e biologicamente seguros, na medida em que os procedimentos e instalações possibilitem
Clientes - Deveres Fornecer informações precisa e completa sobre as queixas atuais Cumprir planos de ações recomendado pelos profissionais de saúde Regulamentos da instituições Respeitar os direitos dos demais clientes
QUALIDADE EM SERVIÇOS HOSPITALARES Atendimento às expectativas = qualidade de produtos e serviços Através das organizações visando o bom atendimento ao cliente Satisfazendo as necessidades dos clientes prestando serviço com qualidade
QUALIDADE EM SERVIÇOS HOSPITALARES A qualidade como melhoria constante é satisfazer uma necessidade, resolver um problema ou prestar benefício à alguém  Deve ser focalizada na assistência e no ambiente
QUALIDADE EM SERVIÇOS HOSPITALARES Dias atuais não basta somente um ambiente limpo com enfermeiros devidamente uniformizados Tecnologia, segurança, conforto e um ambiente hoteleiro, representam a diferença de mercado +  =
QUALIDADE EM SERVIÇOS HOSPITALARES – Passos... Transformações das instalações Melhorias nas áreas de atendimento Incorporação dos serviços hoteleiros Combate ao desperdício Redução de custos Melhorando o atendimento médico
QUALIDADE EM SERVIÇOS HOSPITALARES – Passos... Melhorando a assistência de enfermagem Melhorias na higienização Combate às infecções hospitalares
QUALIDADE EM SERVIÇOS HOSPITALARES – NOVA IMAGEM Substituição de antigos dilemas tradicionais por: Hall de entrada diferenciado Área social confortável para amigos e acompanhantes Lojas de conveniência Bancas de jornais e revistas Terminais bancários
DOMINANDO A ARTE DE GERENCIAR Exige habilidade, bom senso e ações inteligentes Planejamento das ações – programação de estratégias de avanço, envolvendo modernização de equipamentos, sistemas, planejamento hoteleiros e combate ao desperdício
DOMINANDO A ARTE DE GERENCIAR Descobertas de desejos e anseios dos clientes Modernização da infra-estrutura Conseguir bons resultados para os clientes Saber o que o cliente realmente precisa ou deseja Evitar erros Reparar danos Estabelecer uma comunicação entre todos os colaboradores
DOMINANDO A ARTE DE GERENCIAR Respeitar os colaboradores!!
DIFERENCIAIS NA QUALIDADE Frigobar abastecidos com água mineral tanto para pacientes quanto para acompanhantes Tv à cabo Ar-condicionado Armário com chave Telefones com discagem direta Conexão com a internet
CARGOS DIFERENCIAIS Gerente de hotelaria hospitalar : responsável pelo perfeito funcionamento hoteleiro; implementação de treinamentos, estar atento às inovações Gerente operacional : responsável pela recepção, telefonia, reservas e escriturarias Chefe de recepção: coordenação dos trabalhos de recepção, colaboradores recepcionando os clientes
CARGOS DIFERENCIAIS Recepcionistas de internação e altas: parte burocrática das internações, manter atividades do setor,  informações referentes  à saúde. Cabe também receber valores, registros, relatórios e coordenar os serviços dos mensageiros, capitão-porteiro e porteiro principal. Devem ter características de uma recepcionista de hotel
CARGOS DIFERENCIAIS Capitão-porteiro: fica a postos na porta de entrada, recepcionando os clientes que adentram ao hospital Mensageiro: interage com o cliente, levando seus pertences, apresentando ao enfermeiro e a unidade, bem como as facilidades dos apartamentos ou quartos.
CARGOS DIFERENCIAIS Telefonista Chefe setor de reservas Governança: presta serviços aos clientes e acompanhantes, coordenando as camareiras, controle de roupas, assistentes de lavanderias e higienização. Geral, assistente.
CARGOS DIFERENCIAIS Gerente de alimentos e bebidas: engloba setores como restaurante, bares, cozinhas, copas, etc. responsável pela implementação da estrutura hoteleira em alimentos. Coordena os Maîtres e outros colaboradores ligados ao setor
CARGOS DIFERENCIAIS Maître : coordena os encarregados como garçons, chefe de fila, supervisão das equipes de salão e serviços de alimentos
CARGOS DIFERENCIAIS Garçons: características em seu serviço, atendendo os clientes
CARGOS DIFERENCIAIS Chefe de cozinha: comandar e elaborar alimentos em uma cozinha de restaurante, controla EPIs dos outros colaboradores, orienta as técnicas de cocção, assados e outros.
SISTEMA HOSPITALAR E INFORMATIZAÇÃO Processo dinâmico que substituiu os manuais > segurança  ao profissional e usuário Facilidade e versatilidade de programas internos
DEPARTAMENTO DE RESERVAS Informatizado acerca dos dados dos clientes Promove os cadastros gerais de uma internação Controle de aposentos e leitos, cancelamento de reservas Rede interligada com a recepção Reservas especiais em tempo real
FRONT OFFICE HOSPITALAR Cadastro unificado dos clientes Deve ter dispositivos que evitam duplicações Cadastro das contas Check-in e check-out Controle de altas e óbitos controle de guias e outros Situação dos leitos (manutenção, higienização) Relatório em tempo real
PRONTUÁRIO ELETRÔNICO Mediantes senhas específicas Dados das condições clínicas dos pacientes Evoluções médicas SAE Relatórios de contas faturadas Procedimentos Proporciona  controle por código de barras
MÓDULO AMBULATORIAL Marcação de consultas Agendamento para exames laboratoriais, acoplado a um prontuário único Controle de marcação por especialidades Relatórios gerais dos serviços prestados
MÓDULO DE EMERGÊNCIA E PRONTO-SOCORRO Obter registros de informação dos atendimentos de emergência Possibilidade de acesso ao setor de faturamento Possibilidade de consulta ao sistema geral
MÓDULO DE LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS Apresentação em tela os resultados dos exames para pesquisa e ou consulta pela equipe Cadastro de materiais e faturamento Controle de procedência Geração de etiquetas codificadas para amostras de exames
Outros setores Centro cirúrgico Sistemas de imagens Faturamento  Compras Farmácia e estoque Lavanderia Manutenção
CONCLUSÃO ‘” Mudanças vão sempre ocorrer. Consciência e vontade administrativas são indispensáveis para o gerenciamento e atender novas tendências. É preciso mudar, porém mais que isso, é preciso querer mudar. Retomamos a teoria de Florence Nigthgale onde o bem estar do cliente está na manutenção do ambiente”
 

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Hotelaria Hospitalar

  • 1. OTELARIA OSPITALAR: A QUALIDADE EM ASSISTÊNCIA Enfº Eduardo Gomes da Silva COREN -001790 Enfª Juliana Lopes Figueiredo COREN - 99792
  • 2. INTRODUÇÃO Propósito de atendimento Evolução da hotelaria
  • 3. HISTÓRIA DA ERA CRISTÃ Hospitalis Hospes Hospitium Hospital x Hotel Pontos em comum
  • 4. ADAPTAÇÕES NECESSÁRIAS!! Àquele que manter a viabilidade e melhorar o sistema sobrevive no mercado...
  • 5. MUDANÇAS NECESSÁRIAS Necessidades Objetivos Competitividade Produtividade
  • 6. INVESTIMENTOS Qualidade de assistência através do treinamento Processo de venda em recepção aos moldes hoteleiros Novos conceitos – mudanças físicas e processo humano
  • 7. INOVAÇÕES GRADATIVAS Novas tendências Cozinhas centrais – diminuição de riscos de contaminação Refeições atraentes Receptividade Humanização dos ambientes – minimizar o desconforto de uma internação
  • 8. COSTA DA MATA ATLÂNTICA Novos recintos Decoração Sofisticação Facilidades Concorrências
  • 9. INVESTIMENTOS MENORES Componentes imobiliários Facilidades Melhor higienização Ampliação de quartos
  • 10. PRODUTIVIDADE “ Produtividade é produzir cada vez mais e melhor com custos menores” (Castelli 2003) Associadas às necessidades e preferências dos clientes Planejados e desenvolvidos de acordo com agregação dos valores dos custos + qualidade produtividade
  • 11. DIMINUIÇÃO DOS CUSTOS Compras de insumos por melhores preços Melhorias no processo produtivo e dos equipamentos Melhor qualificação dos recursos humanos Combate ao desperdício :métodos de trabalho, mão-de-obra, equipamentos e tempo Produtos vencidos Material em demasia Materiais ainda aproveitáveis
  • 12. DIMINUIÇÃO DOS CUSTOS Armazenamento inadequado Compras superfaturadas Materiais sem saída Compras sem levantamento de preços Embolso de descontos Roubo Devem ser combatidos e totalmente eliminados!!!
  • 13. OS 5 “S”... Utilizados por grandes empresas de qualidade: Senso de utilização Senso de ordenação Senso de limpeza Senso de saúde Senso de disciplina
  • 14. SENSO DE UTILIZAÇÃO Descarte de tudo aquilo que não tenha utilidade no trabalho, tarefa desnecessária e burocracia em excesso Libera espaço Elimina objetos, móveis e utensílios desnecessários Menor desperdício de mercadorias
  • 15. SENSO DE ORDENAÇÃO Cada coisa no seu devido lugar Torna procedimentos mais fáceis Acha-se os materiais mais fáceis Torna o ambiente mais agradável
  • 16. SENSO DE LIMPEZA Primordial em ambiente hospitalar e qualquer empresa É uma forma de inspecionar os equipamentos Conserva o equipamento Previne acidentes Sensação de bem-estar
  • 17. SENSO DE SAÚDE Representa qualidade de vida no trabalho Aumenta a produtividade Luminosidade Ruído Vibração Materiais tóxicos Segurança Conforto e relacionamento interpessoal
  • 18. SENSO DE DISCIPLINA Mantêm ordem de rotina Incentiva criatividade Auto-análise dos colaboradores
  • 19. MELHORANDO A QUALIDADE... “ Qualidade significa propriedade, atributo ou condições das coisas ou das pessoas, capaz de distingui-las uma das outras e determinar a natureza” (Zanon 2001) DE PARA
  • 20. PONTOS FUNDAMENTAIS Consciência da necessidade de mudar Estabelecer metas Organizações como comitê de qualidade, identificando problemas Treinamento Soluções de problemas
  • 21. PONTOS FUNDAMENTAIS Relatar pontos de melhorias Trabalho reconhecido Resultados conseguidos mantidos A qualidade deve ser mantida como parte de rotina da empresa Programa anula de qualidade
  • 22. GESTÃO EMPRESARIAL Promove recursos humanos e materiais para o planejamento da qualidade Resoluções para problemas associados Foco no paciente (cliente) e colaboradores Eficácia Efetividade Aceitabilidade Equidade Legitimidade
  • 23. GESTÃO EMPRESARIAL Meados de 1990 – não havia preocupação formal com qualidade INSATISAFAÇÕES E DANOS RECORRENTES !!
  • 24. CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR Criada pela lei 8.078 de 11/09/1990 Nova relação entre hospital/cliente Conhecimento de direitos Preocupação com conceitos administrativos Nova visão logística empresarial
  • 25. GESTÃO EMPRESARIAL Implantação dos serviços de hotelaria Inovações e melhorias ao cliente internado
  • 26. MOTIVAÇÃO PROFISSIONAL Melhor tratamento aos clientes Contratação estratégica – àqueles que gostem de servir! Estimular a disposição em servir Incentivo pode ser um ótimo recurso
  • 27. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Deve-se pensar a longo prazo para atingir os objetivos Antecipar atitudes Evitar reações reativas Capacidade de alterar o próprio curso AGIR ANTES QUE UM FATO NEGATIVO ACONTEÇA!!
  • 28. ENTÃO ANTECIPE SUAS ATITUDES!!!
  • 29. CLIENTES – DIREITOS E DEVERES O conhecimento de direitos e deveres é fundamental – preparam os profissionais para causas especiais, evita problemas e equaciona anomalias.
  • 30. Clientes - Direitos Identidade: saber o nome do médico, enfermeiro e demais cargos de outros profissionais envolvidos em seu tratamento Informações: claras e objetivas e compreensíveis adaptadas à sua condição cultural, ao seu prontuário, decisões tomadas, contas pendentes Consentimento : não deverá ser submetido a nenhum procedimento sem seu consentimento
  • 31. Clientes - Direitos Recusa: direito a recusar procedimento terapêuticos,ou conduta a serem nele realizados, bem como diagnósticos, investigações e procedimentos (registrado em prontuário) Visitas: acesso à pessoas fora do hospital conforme normas institucionais Acesso ao tratamento: sem discriminação de sua raça, ideologia política, nacionalidade, sexo, patologia, etc
  • 32. Clientes - Direitos Confiabilidade: tem o direito de ter as informações sobre seu quadro clínico em resguardo, por sigilo profissional, exceto quando ponham em risco a vida de terceiros e saúde pública Privacidade: tem direito a ser examinado em instalações devidamente elaboradas para esse fim, assegurando isolamento visual e auditivo razoável
  • 33. Clientes - Direitos Segurança pessoal: ambiente quimicamente e biologicamente seguros, na medida em que os procedimentos e instalações possibilitem
  • 34. Clientes - Deveres Fornecer informações precisa e completa sobre as queixas atuais Cumprir planos de ações recomendado pelos profissionais de saúde Regulamentos da instituições Respeitar os direitos dos demais clientes
  • 35. QUALIDADE EM SERVIÇOS HOSPITALARES Atendimento às expectativas = qualidade de produtos e serviços Através das organizações visando o bom atendimento ao cliente Satisfazendo as necessidades dos clientes prestando serviço com qualidade
  • 36. QUALIDADE EM SERVIÇOS HOSPITALARES A qualidade como melhoria constante é satisfazer uma necessidade, resolver um problema ou prestar benefício à alguém Deve ser focalizada na assistência e no ambiente
  • 37. QUALIDADE EM SERVIÇOS HOSPITALARES Dias atuais não basta somente um ambiente limpo com enfermeiros devidamente uniformizados Tecnologia, segurança, conforto e um ambiente hoteleiro, representam a diferença de mercado + =
  • 38. QUALIDADE EM SERVIÇOS HOSPITALARES – Passos... Transformações das instalações Melhorias nas áreas de atendimento Incorporação dos serviços hoteleiros Combate ao desperdício Redução de custos Melhorando o atendimento médico
  • 39. QUALIDADE EM SERVIÇOS HOSPITALARES – Passos... Melhorando a assistência de enfermagem Melhorias na higienização Combate às infecções hospitalares
  • 40. QUALIDADE EM SERVIÇOS HOSPITALARES – NOVA IMAGEM Substituição de antigos dilemas tradicionais por: Hall de entrada diferenciado Área social confortável para amigos e acompanhantes Lojas de conveniência Bancas de jornais e revistas Terminais bancários
  • 41. DOMINANDO A ARTE DE GERENCIAR Exige habilidade, bom senso e ações inteligentes Planejamento das ações – programação de estratégias de avanço, envolvendo modernização de equipamentos, sistemas, planejamento hoteleiros e combate ao desperdício
  • 42. DOMINANDO A ARTE DE GERENCIAR Descobertas de desejos e anseios dos clientes Modernização da infra-estrutura Conseguir bons resultados para os clientes Saber o que o cliente realmente precisa ou deseja Evitar erros Reparar danos Estabelecer uma comunicação entre todos os colaboradores
  • 43. DOMINANDO A ARTE DE GERENCIAR Respeitar os colaboradores!!
  • 44. DIFERENCIAIS NA QUALIDADE Frigobar abastecidos com água mineral tanto para pacientes quanto para acompanhantes Tv à cabo Ar-condicionado Armário com chave Telefones com discagem direta Conexão com a internet
  • 45. CARGOS DIFERENCIAIS Gerente de hotelaria hospitalar : responsável pelo perfeito funcionamento hoteleiro; implementação de treinamentos, estar atento às inovações Gerente operacional : responsável pela recepção, telefonia, reservas e escriturarias Chefe de recepção: coordenação dos trabalhos de recepção, colaboradores recepcionando os clientes
  • 46. CARGOS DIFERENCIAIS Recepcionistas de internação e altas: parte burocrática das internações, manter atividades do setor, informações referentes à saúde. Cabe também receber valores, registros, relatórios e coordenar os serviços dos mensageiros, capitão-porteiro e porteiro principal. Devem ter características de uma recepcionista de hotel
  • 47. CARGOS DIFERENCIAIS Capitão-porteiro: fica a postos na porta de entrada, recepcionando os clientes que adentram ao hospital Mensageiro: interage com o cliente, levando seus pertences, apresentando ao enfermeiro e a unidade, bem como as facilidades dos apartamentos ou quartos.
  • 48. CARGOS DIFERENCIAIS Telefonista Chefe setor de reservas Governança: presta serviços aos clientes e acompanhantes, coordenando as camareiras, controle de roupas, assistentes de lavanderias e higienização. Geral, assistente.
  • 49. CARGOS DIFERENCIAIS Gerente de alimentos e bebidas: engloba setores como restaurante, bares, cozinhas, copas, etc. responsável pela implementação da estrutura hoteleira em alimentos. Coordena os Maîtres e outros colaboradores ligados ao setor
  • 50. CARGOS DIFERENCIAIS Maître : coordena os encarregados como garçons, chefe de fila, supervisão das equipes de salão e serviços de alimentos
  • 51. CARGOS DIFERENCIAIS Garçons: características em seu serviço, atendendo os clientes
  • 52. CARGOS DIFERENCIAIS Chefe de cozinha: comandar e elaborar alimentos em uma cozinha de restaurante, controla EPIs dos outros colaboradores, orienta as técnicas de cocção, assados e outros.
  • 53. SISTEMA HOSPITALAR E INFORMATIZAÇÃO Processo dinâmico que substituiu os manuais > segurança ao profissional e usuário Facilidade e versatilidade de programas internos
  • 54. DEPARTAMENTO DE RESERVAS Informatizado acerca dos dados dos clientes Promove os cadastros gerais de uma internação Controle de aposentos e leitos, cancelamento de reservas Rede interligada com a recepção Reservas especiais em tempo real
  • 55. FRONT OFFICE HOSPITALAR Cadastro unificado dos clientes Deve ter dispositivos que evitam duplicações Cadastro das contas Check-in e check-out Controle de altas e óbitos controle de guias e outros Situação dos leitos (manutenção, higienização) Relatório em tempo real
  • 56. PRONTUÁRIO ELETRÔNICO Mediantes senhas específicas Dados das condições clínicas dos pacientes Evoluções médicas SAE Relatórios de contas faturadas Procedimentos Proporciona controle por código de barras
  • 57. MÓDULO AMBULATORIAL Marcação de consultas Agendamento para exames laboratoriais, acoplado a um prontuário único Controle de marcação por especialidades Relatórios gerais dos serviços prestados
  • 58. MÓDULO DE EMERGÊNCIA E PRONTO-SOCORRO Obter registros de informação dos atendimentos de emergência Possibilidade de acesso ao setor de faturamento Possibilidade de consulta ao sistema geral
  • 59. MÓDULO DE LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS Apresentação em tela os resultados dos exames para pesquisa e ou consulta pela equipe Cadastro de materiais e faturamento Controle de procedência Geração de etiquetas codificadas para amostras de exames
  • 60. Outros setores Centro cirúrgico Sistemas de imagens Faturamento Compras Farmácia e estoque Lavanderia Manutenção
  • 61. CONCLUSÃO ‘” Mudanças vão sempre ocorrer. Consciência e vontade administrativas são indispensáveis para o gerenciamento e atender novas tendências. É preciso mudar, porém mais que isso, é preciso querer mudar. Retomamos a teoria de Florence Nigthgale onde o bem estar do cliente está na manutenção do ambiente”
  • 62.