Nomes: Amanda Thomé Bruna Queiroz Leopoldo Sena Mayara Castro Aredanna Furquim
QUALIDADE EM SAÚDE
Gestão da Qualidade Melhorias contínuas; Geração de mudanças; Evidências estatísticas; PDSA – Plan, Do, Study e Act.
PDSA P: Planejar - descrever o objetivo da mudança  - relatar e quantificar predileções - selecionar indicadores
D: Fazer - O que será feito? - Quem fará? - Onde e quando? - Quanto custará?
S: Estudar - colher dados após mudança - comparar os dados - confrontar os resultados comas as predileções de P.
A: Agir - sugerir melhoras - reavaliar as ações da etapa D
Gestão da Qualidade Novos protocolos Aumento da demanda SUS Práticas multidisciplinares
METAS Uma maior garantia da qualidade da assistências; Aumento da confiança do cliente e da comunidade; Aprendizado contínuo da organização; Uma estratégia e plano de trabalho para garantir o envolvimento de todos e a obtenção dos resultados necessários e esperados.
Para que as características citadas anteriormente sejam executadas corretamente, é necessária a participação de profissionais de várias formações  e competências, que são plenamente atendidas pela gestão de qualidade.
Objetivos da gestão da qualidade nas organizações de saúde Maior garantia da qualidade de assistência através dos padrões; Aumento da confiança do cliente; Aprendizado contínuo da organização; Estratégia e planos de trabalho para garantir o envolvimento de todos; Obtenção dos resultados necessários e esperados.
PADRÕES DE QUALIDADE SELOS
Acreditação Nível 1 – Segurança Nível 2 – Organização Nível 3 - Práticas de Gestão e Qualidade
CCIH Segurança Organização Práticas de Gestão e Qualidade
Serviços de saúde; Debates; ONA 1998; MS 2001; Anvisa 2002.
DIMENSÕES DA QUALIDADE EM SAÚDE Numa definição alternativa, a prestação de cuidados é dividida entre:  cuidados individuais  cuidados à comunidade
SISTEMA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DAS INFECÇÕES HOSPITALARES E O CICLO PDSA A demonstração da qualidade nos cuidados de saúde inclui a documentação dos resultados obtidos no atendimento ao paciente. Entre os resultados passíveis de ser mensurados estão as infecções hospitalares (IH). As medidas que servem para referenciar os níveis de qualidade são elementos fundamentais no processo de avaliação.
MELHORIA NA QUALIDADE DOS CUIDADOS DE SAÚDE Assegurar que os recursos das Organizações prestadoras de Cuidados de Saúde são utilizados de forma racional e eficiente. Assegurar a satisfação dos utilizadores dos cuidados de saúde. Quantidade de beneficio que se consegue obter com a prestação de cuidados em condições usuais. A capacidade de obter os resultados pretendidos. A capacidade de um procedimento ou intervenção produzir os benefícios pretendidos para uma população definida, em condições ideais de utilização.
Considerações Finais
Conhecimento  +  Aplicação da teoria  +  Adaptação  =  MUDANÇA
Diferentes perspectivas  sobre a Qualidade Efectividade  e Qualidade  do desempenho Ir ao encontro das expectativas, necessidades  e carências Acessibilidade  eficiência e  controle dos custos Qualidade Profissional Qualidade dos doentes Qualidade da Gestão
Ciclo de Resolução de Problemas IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA Que problema escolher? Se existem vários, como escolho o mais importante?   Como descrevo o problema  de forma precisa e completa?   Quais são as causas do problema? Quais as mais importantes para resolver de imediato? Que soluções alternativas existem  para resolver o problema?  Como é que garanto que as soluções são aplicadas de  forma adequada e efectiva?  Como é que as soluções funcionaram?  O que é que necessita de ser modificado?  PLANEAR AS SOLUÇÕES AVALIAR E  MONITORIZAR APLICAR AS SOLUÇÕES DESCRIÇÃO  DO PROBLEMA ANÁLISE DO PROBLEMA
A organização deve movimentar-se do  processo de melhoria da qualidade   para o  processo de   controle da qualidade .
De uma boa prática clínica. Do modo como estão organizados e  são prestados os serviços. A Qualidade dos cuidados de saúde depende de dois fatores:
Melhoria Contínua Qualidade Definir Qualidade Def Q Avaliar a  Qualidade Aval Q Melhorar Qualidade Mel Q
" É sempre possível melhorar a qualidade dos cuidados prestados, apesar dos poucos recursos disponíveis.  O fato de atuarmos num ambiente pouco favorável à qualidade, só vai condicionar a nossa forma de intervenção.” H. Palmer
REFERÊNCIAS CDC. Centers for disease control and prevention. Monitoring hospital acquired infections to promote patient safety - United States 1990 -1999.  MMWR 2000;49(8):149-53. Burmester H, Malik AM. Controle de qualidade no atendimento médico-hospitalar. In: Rodrigues EA, Mendonça JS, Amarante JMB, Alves Filho MB, Grinbaum RS, Richtmann. Infecções hospitalares - prevenção e controle. São Paulo: Sarvier, 1997;(cap 5):46-54. Deming WE. Qualidade: a revolução da administração. Rio de Janeiro Marques – Saraiva, 1982.  Horan TC, Gaynes RP. Surveillance of nosocom ial infections. In: Mayhall, CG. Hospital epidemiology and infection control. William & Wilkins, Baltimore 1996;94:1659-1702. Lee TB, Baker OG, Lee JT, Scheckler WE, Steele L, Laxton CE.  Recommended practices for surveillance. Am J Infect Control 1998;(26)3:1-16. ONA. Organização Nacional de Acreditação. Manual das Organizações Prestadoras de Serviços Hospitalares.  Ed. Educat, Pelotas – PR 2001 Classen, David C."Information Management in Infectious Diseases: Survival of the Fittest" – 1994 Department of Clinical Epidemiology, LDS Hospital and Division of Infectious Diseases University of Utah School of Medicine - Salt Lake City, Utah Enz, Alfredo Luiz "Qualidade nas instituições Públicas" – 1994 Mestrado em Qualidade da UNICAMP Furlan, José Davi "Reengenharia da Informação: do mito à realidade" – 1994 Makron Books do Brasil Editora Ltda
OBRIGADO PELA ATENÇÃO!!
 

Qualidade Em SaúDe

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    Nomes: Amanda ThoméBruna Queiroz Leopoldo Sena Mayara Castro Aredanna Furquim
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    Gestão da QualidadeMelhorias contínuas; Geração de mudanças; Evidências estatísticas; PDSA – Plan, Do, Study e Act.
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    PDSA P: Planejar- descrever o objetivo da mudança - relatar e quantificar predileções - selecionar indicadores
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    D: Fazer -O que será feito? - Quem fará? - Onde e quando? - Quanto custará?
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    S: Estudar -colher dados após mudança - comparar os dados - confrontar os resultados comas as predileções de P.
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    A: Agir -sugerir melhoras - reavaliar as ações da etapa D
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    Gestão da QualidadeNovos protocolos Aumento da demanda SUS Práticas multidisciplinares
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    METAS Uma maiorgarantia da qualidade da assistências; Aumento da confiança do cliente e da comunidade; Aprendizado contínuo da organização; Uma estratégia e plano de trabalho para garantir o envolvimento de todos e a obtenção dos resultados necessários e esperados.
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    Para que ascaracterísticas citadas anteriormente sejam executadas corretamente, é necessária a participação de profissionais de várias formações e competências, que são plenamente atendidas pela gestão de qualidade.
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    Objetivos da gestãoda qualidade nas organizações de saúde Maior garantia da qualidade de assistência através dos padrões; Aumento da confiança do cliente; Aprendizado contínuo da organização; Estratégia e planos de trabalho para garantir o envolvimento de todos; Obtenção dos resultados necessários e esperados.
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    Acreditação Nível 1– Segurança Nível 2 – Organização Nível 3 - Práticas de Gestão e Qualidade
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    CCIH Segurança OrganizaçãoPráticas de Gestão e Qualidade
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    Serviços de saúde;Debates; ONA 1998; MS 2001; Anvisa 2002.
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    DIMENSÕES DA QUALIDADEEM SAÚDE Numa definição alternativa, a prestação de cuidados é dividida entre: cuidados individuais cuidados à comunidade
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    SISTEMA DE VIGILÂNCIAEPIDEMIOLÓGICA DAS INFECÇÕES HOSPITALARES E O CICLO PDSA A demonstração da qualidade nos cuidados de saúde inclui a documentação dos resultados obtidos no atendimento ao paciente. Entre os resultados passíveis de ser mensurados estão as infecções hospitalares (IH). As medidas que servem para referenciar os níveis de qualidade são elementos fundamentais no processo de avaliação.
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    MELHORIA NA QUALIDADEDOS CUIDADOS DE SAÚDE Assegurar que os recursos das Organizações prestadoras de Cuidados de Saúde são utilizados de forma racional e eficiente. Assegurar a satisfação dos utilizadores dos cuidados de saúde. Quantidade de beneficio que se consegue obter com a prestação de cuidados em condições usuais. A capacidade de obter os resultados pretendidos. A capacidade de um procedimento ou intervenção produzir os benefícios pretendidos para uma população definida, em condições ideais de utilização.
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    Conhecimento + Aplicação da teoria + Adaptação = MUDANÇA
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    Diferentes perspectivas sobre a Qualidade Efectividade e Qualidade do desempenho Ir ao encontro das expectativas, necessidades e carências Acessibilidade eficiência e controle dos custos Qualidade Profissional Qualidade dos doentes Qualidade da Gestão
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    Ciclo de Resoluçãode Problemas IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA Que problema escolher? Se existem vários, como escolho o mais importante? Como descrevo o problema de forma precisa e completa? Quais são as causas do problema? Quais as mais importantes para resolver de imediato? Que soluções alternativas existem para resolver o problema? Como é que garanto que as soluções são aplicadas de forma adequada e efectiva? Como é que as soluções funcionaram? O que é que necessita de ser modificado? PLANEAR AS SOLUÇÕES AVALIAR E MONITORIZAR APLICAR AS SOLUÇÕES DESCRIÇÃO DO PROBLEMA ANÁLISE DO PROBLEMA
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    A organização devemovimentar-se do processo de melhoria da qualidade para o processo de controle da qualidade .
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    De uma boaprática clínica. Do modo como estão organizados e são prestados os serviços. A Qualidade dos cuidados de saúde depende de dois fatores:
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    Melhoria Contínua QualidadeDefinir Qualidade Def Q Avaliar a Qualidade Aval Q Melhorar Qualidade Mel Q
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    " É semprepossível melhorar a qualidade dos cuidados prestados, apesar dos poucos recursos disponíveis. O fato de atuarmos num ambiente pouco favorável à qualidade, só vai condicionar a nossa forma de intervenção.” H. Palmer
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    REFERÊNCIAS CDC. Centersfor disease control and prevention. Monitoring hospital acquired infections to promote patient safety - United States 1990 -1999. MMWR 2000;49(8):149-53. Burmester H, Malik AM. Controle de qualidade no atendimento médico-hospitalar. In: Rodrigues EA, Mendonça JS, Amarante JMB, Alves Filho MB, Grinbaum RS, Richtmann. Infecções hospitalares - prevenção e controle. São Paulo: Sarvier, 1997;(cap 5):46-54. Deming WE. Qualidade: a revolução da administração. Rio de Janeiro Marques – Saraiva, 1982. Horan TC, Gaynes RP. Surveillance of nosocom ial infections. In: Mayhall, CG. Hospital epidemiology and infection control. William & Wilkins, Baltimore 1996;94:1659-1702. Lee TB, Baker OG, Lee JT, Scheckler WE, Steele L, Laxton CE. Recommended practices for surveillance. Am J Infect Control 1998;(26)3:1-16. ONA. Organização Nacional de Acreditação. Manual das Organizações Prestadoras de Serviços Hospitalares. Ed. Educat, Pelotas – PR 2001 Classen, David C."Information Management in Infectious Diseases: Survival of the Fittest" – 1994 Department of Clinical Epidemiology, LDS Hospital and Division of Infectious Diseases University of Utah School of Medicine - Salt Lake City, Utah Enz, Alfredo Luiz "Qualidade nas instituições Públicas" – 1994 Mestrado em Qualidade da UNICAMP Furlan, José Davi "Reengenharia da Informação: do mito à realidade" – 1994 Makron Books do Brasil Editora Ltda
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