SlideShare uma empresa Scribd logo
Exercício Físico X Sono
Trabalho apresentado a disciplina pela
acadêmica Nicole Cavalcante Souza
Exercício Físico X Sono
Introdução
O exercício tornou-se uma unanimidade na promoção da saúde e melhora da qualidade
de vida, diminuindo os riscos de desenvolvimento de doenças crônicas e atuando como
fator-chave para aumentar a longevidade.
Investigações sobre os efeitos do exercício físico no padrão de sono tiveram inicio há
mais de 30 anos.
Introdução
As causas mais comuns de prejuízo do sono são a restrição e a sua fragmentação. A
restrição do sono pode ser resultado da demanda de trabalho ou escola,
responsabilidade familiar, uso de medicamentos, fatores pessoais e estilos de vida. A
fragmentação resulta em um sono de quantidade e qualidade inadequadas, sendo
consequência de condições médicas ou fatores ambientais que o interrompem.
Como consequências da alteração do padrão de sono podem ocorrer reduções da
eficiência do processamento cognitivo, do tempo de reação, déficit de memória,
aumento da irritabilidade, alterações metabólicas, endócrinas e quadros hipertensivos.
Atualmente, os exercícios são reconhecidos pela American Sleep Disorders
Association como uma intervenção não-farmacológica para a melhora do padrão de
sono.
Introdução
Sono
Vários conceitos foram elaborados com base em aspectos funcionais e comportamentais
desse fenômeno. Entre alguns destes conceitos, Bueladefiniu o sono como um estado
funcional, reversível e cíclico, com algumas manifestações comportamentais
características, como uma imobilidade relativa e o aumento do limiar de resposta aos
estímulos externos.
Em termos orgânicos ocorrem variações dos parâmetros biológicos, acompanhados por
uma modificação da atividade mental, que correspondem ao comportamento de dormir.
Buela G. Avaliação dos distúrbios de iniciar e manter o sono. In: Reimão R. Sono: aspectos atuais. Rio de Janeiro:
Atheneu Editora, 1990: 33.
Estágios do Sono
• Vigília
• Sono não-REM:
• Estágio 1 do sono
• Estágio 2 do sono
• Estágio 3 do sono
• Estágio 4 do sono
• Sono REM
Vigília
Caracterizada por um período de atividade elétrica a (8 a 13Hz) e/ou uma baixa
voltagem, apresentando o EEG deste estágio uma frequência mista; acompanhado por
alta atividade eletromiográfica e frequentes movimentos oculares voluntários.
Sono não-REM
• Estágio 1 - também conhecido como "estágio de transição" ou "meio sono“, é
caracterizado pela sonolência , logo após a vigília, com duração breve e diminuição do
tônus muscular. O ritmo alfa de vigília reduz a amplitude e é substituída por
atividades de baixa frequência e voltagem.
• Estágio 2 - sono leve, limiar de espertar baixo. Ausência de ondas alfa de vigília e
presença de complexos K (ondas bifásicas que pode ser espontâneas ou relacionar-se
com as relações de despertar) e fluxos do sono. Ausência de ondas delta que
caracterizam o sono profundo.
• Estágio 3 - é o sono lento em si ,ambos apresentam na primeira metade ondas delta
• Estágio 4 - predomina na primeira metade da noite diminuindo chegando a
desaparecer nas últimas horas.
Exercicio x sono
Sono REM
O sono REM ou paradoxal é caracterizado por ritmos múltiplos de baixa voltagem no
EEG semelhantes ao estado de vigília .Os fusos e complexos K estão ausentes. Ocorre
uma diminuição quase completa do tônus muscular , abalos muculares bruscos e
movimentos horizontais dos olhos. É nessa fase que acontece o chamado `sono
profundo`( limiar de despertar alto)
Fatores que regulam o sono
• Cronobiologia
• Circadianos: vigília-sono (periodicidade em torno de 24h)
• Ultradianos: batimento cardíaco (periodicidade < 24h)
• Infradianos : ciclo menstrual, ciclo das marés (periodicidade > 28h)
• Processos homeostáticos
Exercicio x sono
O Núcleo Supraquiasmático (NSQ) cicla mesmo
quando as conexões neurais são
eliminadas ou quando os núcleos são mantidos em
cultura e possui um ritmo próprio.
Porem pode se sincronizar aos ritmos ambientais
externos como as oscilações foto periódicas.
Glândula pineal – Centro produtor de melatonina.
Durante o dia, a retina estimula o NSQ cujos neurônios são inibitórios. Como consequência, os neurônios do
núcleo paraventricular deixam de estimular os neurônios pré-ganglionares simpáticos da medula e a produção
de melatonina é baixa durante o dia (ou quando o foto período é longo).
Quando anoitece (pouca luz) acontece o contrário: a concentração de melatonina aumenta e ajuda a induzir o
sono. Dessa forma, o ritmo circadiano integra-se ao ritmo circanual.
Neurotransmissores e o Sono
• Serotonina
• Noradrenalina
• Dopamina
• Ácido gama- aminobutírico(GABA)
• Glucamato e Peptídeos
• Acetilcolina
• Histamina e adenosina
• Aminoácidos excitatórios como glutamato e aspartato, pepitídeos como interleucina1, interferon alfa
2 , colecistocinina 8
• Vasopressina
• Hormônios - como o hormônio Gh e prolactina
Seratonina (5HT)
A serotonina é reguladadora do SOL(sono de ondas lentas ou sono lento) e os núcleos
que a contém são os núcleos da rafe e, como já foi dito, sua lesão induz a insônia. A
atividade nesse núcle diminui conforme o sono se instala sendo reduzida a 50% no SL e
10% no sono REM.
Tem um papel de inibição indireta de neurotransmissores excitatórios, além disso
também é precursora da melatonina.
Seratonina (5HT)
Possui interferências no humor, na ansiedade e na agressão.
• Desordens de humor - a diminuição da liberação de serotonina no sistema nervoso
central esta associada a desordens de humor e depressão.
• Desordem obsessiva compulsiva - associada a redução dos níveis de serotonina no
SNC.
• Apetite- É reduzido por drogas que elevam a serotonina no encéfalo (geralmente
amina)
• Comportamento agressivo e suicídio - tem sido associado a reduzidos níveis de
serotonina no encéfalo.
Seratonina (5HT)
• Latência de sono - a latência de sono (tempo que a pessoa levar para dormir) é
diminuída com “triptofano”, um aminoácido necessário para a síntese de serotonina.
Esse dado sugere que a serotonina pode ter um papel importante na indução do sono.
Obs.: O leite é rico em triptofano, o que sugere que um copo de leite antes de dormir
pode facilitar o sono.
• Percepção - as sinapses serotoninérgicas estão presentes no córtex cerebral e estão
envolvidas nos processos de percepção.
Noradrenalina
Esta relacionado a excitação físico e mental, bem como é conhecido por promover o
bom humor. É produzido no locus coeruleos e atua como mediador dos batimentos
cardíacos, pressão sanguínea, conversão de glicogênio em energia e outros.
• Atenção e alerta - a liberação da noradrenalina facilita a atenção e o alerta durante o
dia. Durante o sono REM os níveis de noradrenalina estão reduzidos;
• Estresse - No estresse “crônico”, verifica-se redução na liberação da noradrenalina.
Porém, no estresse “agudo” a noradrenalina é liberada da glândula adrenal e atua na
amplificação do sistema nervoso simpático.
• Humor - a depressão por redução na captação de noradrenalina pode ser tratada com
algumas drogas que evitam a sua recaptação.
• Aprendizado e memoria - importante nos processos de aprendizado e memoria.
Dopamina (DA)
Controla níveis de estimulação e controle motor em muitas áreas encefálicas. Quando os
níveis de dopamina estão extremamente baixos, os pacientes são incapazes de se mover
voluntariamente.
• Doença de Parkinson - acontece devido degeneração de neurônios dopaminérgicos
oriundos da substancia negra, que enviam as suas projeções para o estriado, o qual
esta envolvido no controle motor do movimento. A doença de Parkinson é tratada
com L-DOPA, o percussor da dopamina no encéfalo.
• Esquizofrenia - patologia causada pelo excesso de dopamina liberada para o terminal
pós- sináptico. Há a hipótese que existe uma excessiva estimulação dopaminérgica no
lobo frontal (causado talvez pela ativação de gens) e tratada por drogas que
bloqueiam a ligação da dopamina no receptor pós-sináptico.
Ácido gama- aminobutírico(GABA)
Principal neurotransmissor inibitório do encéfalo. O processo inibitório ocorre quando
o GABA se liga ao receptor, permitindo dessa forma a entrada de Cloro para dentro da
célula. Responsável pela sintonia fina e coordenação dos movimentos entres outros.
Há hipóteses que a deficiência de GABA leva a algumas formas de Esquizofrenia. Nesse
sentido a deficiência da inibição GABAérgica seria o distúrbio primário para a atividade
estriatal dopaminérgica excessiva no transtorno. Droga como o Valium, ressalta o efeito
do GABA na sinapse. Outros neurotransmissores inibidores são a glicina e a taurina.
Glutamato
O glutamato é o principal neurotransmissor do encéfalo. A atuação do glutamato é
fundamental no processo de memória. Curiosamente, o glutamato também esta
envolvido no processo de suicídio celular, uma vez que o excesso de glutamato é
neurotóxico e mata a célula por excesso de influxo de Cálcio.
Peptídeos
Endorfinas / encefalinas - são neurotransmissores peptídicos opiáceos endógenos
capazes de modular a dor e reduzir o estresse. São encontrados em vários locais no
encéfalo (sistema límbico, mesencéfalo). Eles também são produzidos por glândulas
pituitárias e liberados como hormônios e envolvidos na redução da dor, pressão (eles
aumentam a produção de dopamina) e hibernação. Todos os opiáceos (endógenos ou
sintéticos) alteram o comportamento porque agem nos receptores de encefalina
• Substância P- é um dos neurotransmissores que mediam a experiência de dor. É
encontrado em toda via da dor e sua liberação pode ser bloqueada pela encefalina.
• Neuropeptídio Y / Polipeptídio YY: são neurotransmissores encontrados no
hipotálamo, particularmente no núcleo paraventricular. São correlacionados com
distúrbios de apetite, podendo levar a excessiva ingesta de comida e armazenamento
de gordura.
Acetilcolina ( ACh)
A acetilcolina é o principal neurotransmissor indutor de sono REM. Os níveis de
acetilcolina são altos na vigília e no sono REM e há indícios de que os principais
acontecimentos do sono REM, como a dessincronização das ondas elétricas cerebrais, o
movimento ocular rápido e a atonia muscular são promovidos por uma área do cérebro
que utiliza acetilcolina.
Termorregulação
A manutenção da temperatura central do organismo com uma variação de apenas ±
0,6°C é feita através de mecanismos homeostáticos eficientes que visam manter as
reações químicas orgânicas dentro de padrão compatível com a normalidade. Ainda que
a temperatura do ambiente externo varie de 13°C aos 70 °C, a temperatura corporal será
mantida praticamente constante. Ao contrário da temperatura central, a
temperaturacutânea variará conforme a temperatura ambiente.
Termorregulação
Para ajudar a manter a temperatura constante, algumas partes do corpo são
fundamentais, pois atuam como materiais isolantes.
• Os principais sistemas isolantes do corpo são:
• a pele
• os tecidos subcutâneos
• a gordura dos tecidos subcutâneos
Para que haja um controle efetivo da temperatura corporal é necessário haver um equilíbrio
dinâmico entre a quantidade de calor produzida e a quantidade perdida. E isto se faz através de
diversos mecanismos.
O papel do hipotálamo na termorregulação
Os mecanismos de feedback que regulam a temperatura do corpo operam por meio dos
centros termorreguladores localizados no hipotálamo, auxiliados por detectores de
temperatura que determinam se a temperatura corporal está excessivamente quente ou
fria. Os impulsos provenientes desta área são transmitidos pelas vias autonômicas para
a medula e, daí pela via simpática para a pele de todo o corpo.
O hipotálamo anterior contém grande número de neurônios sensíveis ao calor e ao frio
para o controle da temperatura corporal. Um aumento na frequência de sua descarga é
observado quando a temperatura sobe (neurônios sensíveis ao calor) ou desce
(neurônios sensíveis ao frio).
O papel do hipotálamo na termorregulação
Quando a área do hipotálamo anterior é aquecida, verifica-se imediatamente por todo o
corpo uma sudorese intensa na pele associada a uma vasodilatação cutânea. Além disso,
outros receptores localizados na pele e nos tecidos corporais mais profundos também
atuam na regulação da temperatura. Estes receptores são mais sensíveis ao frio do que
ao calor, sendo bem provável que estejam relacionados com a prevenção a hipotermia
(prevenção a baixas temperaturas corporais).
Uma outra maneira de se ativar a sudorese é através da adrenalina ou da noradrenalina
que circula no sangue. Estes hormônios são importantes, pois quando praticamos
atividades físicas a medula supra renal libera-os na corrente sanguínea.
Exercicio x sono
Exercício x Sono
Inicialmente, a falta de conhecimento sobre a função primordial do sono levou à
utilização do exercício físico como um paradigma nas investigações de teorias que
explicassem a importância do sono.
Assim, os modelos teóricos que buscam explicar os efeitos do exercício sobre o sono
estão associadas às hipóteses termorreguladora, da conservação de energia e da
restauração corporal.
Exercício x Sono
Evidências dos efeitos do exercício sobre o sono a partir dos mecanismos termorreguladores
foram inicialmente propostos por Horne e Moore. Estes autores verificaram que após
exercício com aquecimento por uso de roupas extras ocorria um aumento no sono de ondas
lentas, o que não aconteceu em exercícios com esfriamento abrupto após o término da
sessão.
Portanto, o exercício, ao aumentar a temperatura corporal, criaria uma condição capaz de
facilitar "o disparo" do início do sono, por ativar os processos de dissipação de calor
controlados pelo hipotálamo, assim como os mecanismos indutores do sono dessa mesma
região.
Tanto a teoria da conservação de energia como a da restauração corporal apoiam-se nos
mecanismos homeostáticos reguladores do sono, visto que ambas as teorias afirmam que a
duração total do episódio de sono, assim como a quantidade de sono de ondas lentas,
aumenta em função do aumento do gasto energético.
Horne JA, Moore VJ. Sleep EEG effects of exercise with and without additional body cooling. Electroencephalogr Clin
Neurophysiol 1985; 60:33-8.
Exercício x Sono
A teoria restauradora ou compensatória prediz que a condição para a atividade
anabólica durante o sono é favorecida após alta atividade catabólica durante a vigília.
Dessa forma, o exercício poderia facilitar o sono por reduzir as reservas energéticas
corporais, o que aumentaria a necessidade de sono, principalmente do sono de ondas
lentas.
A teoria da conservação de energia também é baseada na redução da taxa metabólica
que é observada durante os períodos de sono. Entretanto, uma versão afirma que o sono
reduz o metabolismo abaixo do gasto durante a vigília, e outra, que o sono limita o gasto
energético, sendo que ambas permitiriam um balanço energético positivo,
O exercício, portanto, facilitaria o sono por aumentar o gasto energético durante a vigília
e isto aumentaria a necessidade de sono, de forma que se possa alcançar um balanço
energético positivo e se restabeleça a condição adequada para um novo episódio de
vigília.
Conclusão
Os exercícios podem auxiliar no tratamento e prevenção de alguns distúrbios do ciclo
sono-vigília, seja diretamente, por diminuir a fragmentação do sono, provocar aumento
no sono de ondas lentas e diminuição da latência para o de sono, ou indiretamente
através do controle de peso e aquisição de hábitos saudáveis.
Sabe-se que um fator importante para o ganho de desempenho é um período de
recuperação adequado e este período de recuperação sem dúvida alguma inclui o sono.
A importância do sono na recuperação entre as sessões de treinamento torna-se mais
evidente, em vista da associação entre a secreção de hormônio de crescimento (GH) e o
sono de ondas lentas, podendo-se inferir a importância de um sono adequado para a
restauração corporal.
REFERÊNCIAS
• Buela G. Avaliação dos distúrbios de iniciar e manter o sono. In: Reimão R. Sono: aspectos atuais. Rio de
Janeiro: Atheneu Editora, 1990: 33.
• Driver HS, Taylor S. Exercise and sleep. Sleep Med Rev 2000;4:387-402.
• Hobson JA. Sleep after exercise. Science 1968;162:1503-5.
• Horne JA, Moore VJ. Sleep EEG effects of exercise with and without additional body cooling.
Electroencephalogr Clin Neurophysiol 1985; 60:33-8.
• LeSauter J, Silver R. Output signals of the SCN. Chronobiol Int 1998; 15:535-50.
• Moore RY. Circadian rhythms: basic neurobiology and clinical applications. Annu Rev Med 1997;48:253-
66.
• Velluti R. Fisiologia do sono. In: Reimão R. Sono: aspectos atuais. Rio de Janeiro: Atheneu Editora, 1990:1-
16.
• Revista Brasileira de medicina do esporte
Http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1517922001000100006&script=sci_arttext&tlng=e
OBRIGADA!

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

5. sistema nervoso
5. sistema nervoso5. sistema nervoso
5. sistema nervoso
Luiz Gonçalves Mendes Jr
 
Farmacologia das drogas do snc
Farmacologia das drogas do sncFarmacologia das drogas do snc
Farmacologia das drogas do snc
Julia Martins Ulhoa
 
Farmacologia snc
Farmacologia sncFarmacologia snc
Farmacologia snc
Tiago Sampaio
 
Aula de Farmacologia sobre Fármacos Antidepressivos
Aula de Farmacologia sobre Fármacos AntidepressivosAula de Farmacologia sobre Fármacos Antidepressivos
Aula de Farmacologia sobre Fármacos Antidepressivos
Jaqueline Almeida
 
Ansiolíticos
AnsiolíticosAnsiolíticos
Ansiolíticos
Dr.João Calais.:
 
Farmacologia X Espasticidade e Distonia
Farmacologia X Espasticidade e DistoniaFarmacologia X Espasticidade e Distonia
Farmacologia X Espasticidade e Distonia
adonems
 
Sistema nervoso parassimpático - Fármacos que atuam.
Sistema nervoso parassimpático - Fármacos que atuam.Sistema nervoso parassimpático - Fármacos que atuam.
Sistema nervoso parassimpático - Fármacos que atuam.
Karen Zanferrari
 
Aula de Farmacologia sobre Fármacos Ansiolíticos
Aula de Farmacologia sobre Fármacos AnsiolíticosAula de Farmacologia sobre Fármacos Ansiolíticos
Aula de Farmacologia sobre Fármacos Ansiolíticos
Jaqueline Almeida
 
Fisiologia do sono, drogas e medilicazação.
Fisiologia do sono, drogas e medilicazação.Fisiologia do sono, drogas e medilicazação.
Fisiologia do sono, drogas e medilicazação.
Stephanie Bittencourt
 
[Instituto Interage - Curso de Psicofarmacologia] Aula 4
[Instituto Interage - Curso de Psicofarmacologia] Aula 4[Instituto Interage - Curso de Psicofarmacologia] Aula 4
[Instituto Interage - Curso de Psicofarmacologia] Aula 4
Marcelo Zanotti da Silva
 
Agonista e antagonista colinérgico
Agonista e antagonista colinérgicoAgonista e antagonista colinérgico
Agonista e antagonista colinérgico
tatiany ferreira de oliveira
 
Psicofarmacologia
PsicofarmacologiaPsicofarmacologia
Psicofarmacologia
Aroldo Gavioli
 
Adrenergicos e antiadrenergicos
Adrenergicos e antiadrenergicosAdrenergicos e antiadrenergicos
Adrenergicos e antiadrenergicos
samaradd
 
Antiparkinsonianos
AntiparkinsonianosAntiparkinsonianos
Antiparkinsonianos
Safia Naser
 
Apresentação antidepressivos e ansioliticos
Apresentação antidepressivos e ansioliticosApresentação antidepressivos e ansioliticos
Apresentação antidepressivos e ansioliticos
Paula Soares
 
psicofarmacologia 2
psicofarmacologia 2psicofarmacologia 2
psicofarmacologia 2
Aroldo Gavioli
 
Aula - SNC - Tratamento da Doença de Parkinson
Aula - SNC - Tratamento da Doença de ParkinsonAula - SNC - Tratamento da Doença de Parkinson
Aula - SNC - Tratamento da Doença de Parkinson
Mauro Cunha Xavier Pinto
 
Aula - SNC - Ansiolíticos e Hipnóticos
Aula - SNC - Ansiolíticos e HipnóticosAula - SNC - Ansiolíticos e Hipnóticos
Aula - SNC - Ansiolíticos e Hipnóticos
Mauro Cunha Xavier Pinto
 
Antidepressivos
AntidepressivosAntidepressivos
Antidepressivos
Cliomar Santos
 
Seminário ansiolíticos e hipnóticos ok
Seminário ansiolíticos e hipnóticos okSeminário ansiolíticos e hipnóticos ok
Seminário ansiolíticos e hipnóticos ok
Robeísa Danya
 

Mais procurados (20)

5. sistema nervoso
5. sistema nervoso5. sistema nervoso
5. sistema nervoso
 
Farmacologia das drogas do snc
Farmacologia das drogas do sncFarmacologia das drogas do snc
Farmacologia das drogas do snc
 
Farmacologia snc
Farmacologia sncFarmacologia snc
Farmacologia snc
 
Aula de Farmacologia sobre Fármacos Antidepressivos
Aula de Farmacologia sobre Fármacos AntidepressivosAula de Farmacologia sobre Fármacos Antidepressivos
Aula de Farmacologia sobre Fármacos Antidepressivos
 
Ansiolíticos
AnsiolíticosAnsiolíticos
Ansiolíticos
 
Farmacologia X Espasticidade e Distonia
Farmacologia X Espasticidade e DistoniaFarmacologia X Espasticidade e Distonia
Farmacologia X Espasticidade e Distonia
 
Sistema nervoso parassimpático - Fármacos que atuam.
Sistema nervoso parassimpático - Fármacos que atuam.Sistema nervoso parassimpático - Fármacos que atuam.
Sistema nervoso parassimpático - Fármacos que atuam.
 
Aula de Farmacologia sobre Fármacos Ansiolíticos
Aula de Farmacologia sobre Fármacos AnsiolíticosAula de Farmacologia sobre Fármacos Ansiolíticos
Aula de Farmacologia sobre Fármacos Ansiolíticos
 
Fisiologia do sono, drogas e medilicazação.
Fisiologia do sono, drogas e medilicazação.Fisiologia do sono, drogas e medilicazação.
Fisiologia do sono, drogas e medilicazação.
 
[Instituto Interage - Curso de Psicofarmacologia] Aula 4
[Instituto Interage - Curso de Psicofarmacologia] Aula 4[Instituto Interage - Curso de Psicofarmacologia] Aula 4
[Instituto Interage - Curso de Psicofarmacologia] Aula 4
 
Agonista e antagonista colinérgico
Agonista e antagonista colinérgicoAgonista e antagonista colinérgico
Agonista e antagonista colinérgico
 
Psicofarmacologia
PsicofarmacologiaPsicofarmacologia
Psicofarmacologia
 
Adrenergicos e antiadrenergicos
Adrenergicos e antiadrenergicosAdrenergicos e antiadrenergicos
Adrenergicos e antiadrenergicos
 
Antiparkinsonianos
AntiparkinsonianosAntiparkinsonianos
Antiparkinsonianos
 
Apresentação antidepressivos e ansioliticos
Apresentação antidepressivos e ansioliticosApresentação antidepressivos e ansioliticos
Apresentação antidepressivos e ansioliticos
 
psicofarmacologia 2
psicofarmacologia 2psicofarmacologia 2
psicofarmacologia 2
 
Aula - SNC - Tratamento da Doença de Parkinson
Aula - SNC - Tratamento da Doença de ParkinsonAula - SNC - Tratamento da Doença de Parkinson
Aula - SNC - Tratamento da Doença de Parkinson
 
Aula - SNC - Ansiolíticos e Hipnóticos
Aula - SNC - Ansiolíticos e HipnóticosAula - SNC - Ansiolíticos e Hipnóticos
Aula - SNC - Ansiolíticos e Hipnóticos
 
Antidepressivos
AntidepressivosAntidepressivos
Antidepressivos
 
Seminário ansiolíticos e hipnóticos ok
Seminário ansiolíticos e hipnóticos okSeminário ansiolíticos e hipnóticos ok
Seminário ansiolíticos e hipnóticos ok
 

Destaque

Sono
SonoSono
Aula 2 Sono e Vigília
Aula 2   Sono e VigíliaAula 2   Sono e Vigília
Aula 2 Sono e Vigília
SimoneGAP
 
Deus ajuda quem cedo madruga
Deus ajuda quem cedo madrugaDeus ajuda quem cedo madruga
Deus ajuda quem cedo madruga
Leandro Lourenção Duarte
 
Tronco encefálico
Tronco encefálico Tronco encefálico
Tronco encefálico
Jumooca
 
Distúrbio do Sono
Distúrbio  do SonoDistúrbio  do Sono
Distúrbio do Sono
Claudio3
 
Transtornos não orgânicos do sono ou Distúrbios do Sono
Transtornos não orgânicos do sono ou Distúrbios do SonoTranstornos não orgânicos do sono ou Distúrbios do Sono
Transtornos não orgânicos do sono ou Distúrbios do Sono
Diego Ribeiro
 
Sono - Drª Teresa Paiva
Sono - Drª Teresa PaivaSono - Drª Teresa Paiva
Sono - Drª Teresa Paiva
maria25
 
Aula 1 Cronobiologia
Aula 1   CronobiologiaAula 1   Cronobiologia
Aula 1 Cronobiologia
SimoneGAP
 
Ciclo vigiia sono
Ciclo vigiia sonoCiclo vigiia sono
Ciclo vigiia sono
gesicerebro
 
FISIOLOGIA DO SONO, MEMÓRIA E CONSCIÊNCIA
FISIOLOGIA DO SONO, MEMÓRIA E CONSCIÊNCIAFISIOLOGIA DO SONO, MEMÓRIA E CONSCIÊNCIA
FISIOLOGIA DO SONO, MEMÓRIA E CONSCIÊNCIA
Paulo Cardoso
 
PowerPoint Sono
PowerPoint SonoPowerPoint Sono
PowerPoint Sono
André Costa E Silva
 
O sono e a sua importância
O sono e a sua importânciaO sono e a sua importância
O sono e a sua importância
Sonia Vilarinho
 
Ritmos circadianos
Ritmos circadianosRitmos circadianos
Ritmos circadianos
jruizmed
 
Resenha acadêmica
Resenha acadêmicaResenha acadêmica
Resenha acadêmica
megainfoin
 

Destaque (14)

Sono
SonoSono
Sono
 
Aula 2 Sono e Vigília
Aula 2   Sono e VigíliaAula 2   Sono e Vigília
Aula 2 Sono e Vigília
 
Deus ajuda quem cedo madruga
Deus ajuda quem cedo madrugaDeus ajuda quem cedo madruga
Deus ajuda quem cedo madruga
 
Tronco encefálico
Tronco encefálico Tronco encefálico
Tronco encefálico
 
Distúrbio do Sono
Distúrbio  do SonoDistúrbio  do Sono
Distúrbio do Sono
 
Transtornos não orgânicos do sono ou Distúrbios do Sono
Transtornos não orgânicos do sono ou Distúrbios do SonoTranstornos não orgânicos do sono ou Distúrbios do Sono
Transtornos não orgânicos do sono ou Distúrbios do Sono
 
Sono - Drª Teresa Paiva
Sono - Drª Teresa PaivaSono - Drª Teresa Paiva
Sono - Drª Teresa Paiva
 
Aula 1 Cronobiologia
Aula 1   CronobiologiaAula 1   Cronobiologia
Aula 1 Cronobiologia
 
Ciclo vigiia sono
Ciclo vigiia sonoCiclo vigiia sono
Ciclo vigiia sono
 
FISIOLOGIA DO SONO, MEMÓRIA E CONSCIÊNCIA
FISIOLOGIA DO SONO, MEMÓRIA E CONSCIÊNCIAFISIOLOGIA DO SONO, MEMÓRIA E CONSCIÊNCIA
FISIOLOGIA DO SONO, MEMÓRIA E CONSCIÊNCIA
 
PowerPoint Sono
PowerPoint SonoPowerPoint Sono
PowerPoint Sono
 
O sono e a sua importância
O sono e a sua importânciaO sono e a sua importância
O sono e a sua importância
 
Ritmos circadianos
Ritmos circadianosRitmos circadianos
Ritmos circadianos
 
Resenha acadêmica
Resenha acadêmicaResenha acadêmica
Resenha acadêmica
 

Semelhante a Exercicio x sono

Neuromoduladores
NeuromoduladoresNeuromoduladores
Neuromoduladores
Natha Fisioterapia
 
TRANSTORNO DO SONO.pptx
TRANSTORNO DO SONO.pptxTRANSTORNO DO SONO.pptx
TRANSTORNO DO SONO.pptx
TercioSantos7
 
How to fix a broken clock
How to fix a broken clockHow to fix a broken clock
How to fix a broken clock
Valentina Cará
 
Antidepressivos
AntidepressivosAntidepressivos
Antidepressivos
Isabel Teixeira
 
Antidepressivos
AntidepressivosAntidepressivos
Antidepressivos
Isabel Teixeira
 
18 sono vigilia
18 sono vigilia18 sono vigilia
18 sono vigilia
argeropulos1
 
Doença de parkison
Doença de parkisonDoença de parkison
Doença de parkison
hihdidushd
 
Principais Neurotransmissores e receptores e suas bases de transmissão - Copi...
Principais Neurotransmissores e receptores e suas bases de transmissão - Copi...Principais Neurotransmissores e receptores e suas bases de transmissão - Copi...
Principais Neurotransmissores e receptores e suas bases de transmissão - Copi...
AlessandroLeal15
 
Doença de parkinson
Doença de parkinsonDoença de parkinson
Doença de parkinson
CaioUrsine
 
Drogas e sinalização celular
Drogas e sinalização celular Drogas e sinalização celular
Drogas e sinalização celular
Daniela Trindade
 
Neurofisiologia fisiopato dq
Neurofisiologia   fisiopato dqNeurofisiologia   fisiopato dq
Neurofisiologia fisiopato dq
Aurea Garios Garios
 
Aula 03.pptx
Aula 03.pptxAula 03.pptx
Aula 03.pptx
IvanildoVieira5
 
Farmacologia da depressão + anticonvulsivantes.
Farmacologia da depressão + anticonvulsivantes.Farmacologia da depressão + anticonvulsivantes.
Farmacologia da depressão + anticonvulsivantes.
MAIQUELE SANTANA
 
aula-4-sinapse-bio2022.pdf
aula-4-sinapse-bio2022.pdfaula-4-sinapse-bio2022.pdf
aula-4-sinapse-bio2022.pdf
YuriSambeni
 
Sistema nervoso autônomo
Sistema nervoso autônomoSistema nervoso autônomo
Sistema nervoso autônomo
Erivelton Marinheiro
 
Sistema nervoso II
Sistema nervoso IISistema nervoso II
Sistema nervoso II
spondias
 
Antidepressivos
AntidepressivosAntidepressivos
Antidepressivos
Kimberly Casemiro
 
DistúRbios Do Sono No Idoso
DistúRbios Do Sono No IdosoDistúRbios Do Sono No Idoso
DistúRbios Do Sono No Idoso
galegoo
 
SNC.pptx
SNC.pptxSNC.pptx
Doença de de parkinson
Doença de de parkinsonDoença de de parkinson
Doença de de parkinson
Isadora Oliveira
 

Semelhante a Exercicio x sono (20)

Neuromoduladores
NeuromoduladoresNeuromoduladores
Neuromoduladores
 
TRANSTORNO DO SONO.pptx
TRANSTORNO DO SONO.pptxTRANSTORNO DO SONO.pptx
TRANSTORNO DO SONO.pptx
 
How to fix a broken clock
How to fix a broken clockHow to fix a broken clock
How to fix a broken clock
 
Antidepressivos
AntidepressivosAntidepressivos
Antidepressivos
 
Antidepressivos
AntidepressivosAntidepressivos
Antidepressivos
 
18 sono vigilia
18 sono vigilia18 sono vigilia
18 sono vigilia
 
Doença de parkison
Doença de parkisonDoença de parkison
Doença de parkison
 
Principais Neurotransmissores e receptores e suas bases de transmissão - Copi...
Principais Neurotransmissores e receptores e suas bases de transmissão - Copi...Principais Neurotransmissores e receptores e suas bases de transmissão - Copi...
Principais Neurotransmissores e receptores e suas bases de transmissão - Copi...
 
Doença de parkinson
Doença de parkinsonDoença de parkinson
Doença de parkinson
 
Drogas e sinalização celular
Drogas e sinalização celular Drogas e sinalização celular
Drogas e sinalização celular
 
Neurofisiologia fisiopato dq
Neurofisiologia   fisiopato dqNeurofisiologia   fisiopato dq
Neurofisiologia fisiopato dq
 
Aula 03.pptx
Aula 03.pptxAula 03.pptx
Aula 03.pptx
 
Farmacologia da depressão + anticonvulsivantes.
Farmacologia da depressão + anticonvulsivantes.Farmacologia da depressão + anticonvulsivantes.
Farmacologia da depressão + anticonvulsivantes.
 
aula-4-sinapse-bio2022.pdf
aula-4-sinapse-bio2022.pdfaula-4-sinapse-bio2022.pdf
aula-4-sinapse-bio2022.pdf
 
Sistema nervoso autônomo
Sistema nervoso autônomoSistema nervoso autônomo
Sistema nervoso autônomo
 
Sistema nervoso II
Sistema nervoso IISistema nervoso II
Sistema nervoso II
 
Antidepressivos
AntidepressivosAntidepressivos
Antidepressivos
 
DistúRbios Do Sono No Idoso
DistúRbios Do Sono No IdosoDistúRbios Do Sono No Idoso
DistúRbios Do Sono No Idoso
 
SNC.pptx
SNC.pptxSNC.pptx
SNC.pptx
 
Doença de de parkinson
Doença de de parkinsonDoença de de parkinson
Doença de de parkinson
 

Último

UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdfUFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
Manuais Formação
 
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdfGeotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Falcão Brasil
 
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdfPortfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Falcão Brasil
 
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdfEscola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Falcão Brasil
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Luzia Gabriele
 
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
Falcão Brasil
 
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdfIntrodução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
valdeci17
 
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Falcão Brasil
 
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
principeandregalli
 
Plano Estratégico Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de ...
Plano Estratégico Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de ...Plano Estratégico Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de ...
Plano Estratégico Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de ...
Falcão Brasil
 
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdfEscola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Falcão Brasil
 
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Falcão Brasil
 
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdfA Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
Falcão Brasil
 
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosasFotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
MariaJooSilva58
 
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Falcão Brasil
 
Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras - SISFRON.pdf
Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras - SISFRON.pdfSistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras - SISFRON.pdf
Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras - SISFRON.pdf
Falcão Brasil
 
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdfAPRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
portaladministradores
 
Plano Diretor da Tecnologia da Informação PDTIC 2020 a 2023.pdf
Plano Diretor da Tecnologia da Informação PDTIC 2020 a 2023.pdfPlano Diretor da Tecnologia da Informação PDTIC 2020 a 2023.pdf
Plano Diretor da Tecnologia da Informação PDTIC 2020 a 2023.pdf
Falcão Brasil
 
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIALA GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
ArapiracaNoticiasFat
 

Último (20)

UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdfUFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
 
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdfGeotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
 
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdfPortfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
 
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdfEscola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
 
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
 
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdfIntrodução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
 
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
 
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
 
Plano Estratégico Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de ...
Plano Estratégico Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de ...Plano Estratégico Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de ...
Plano Estratégico Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de ...
 
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdfEscola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
 
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
 
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdfA Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
 
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosasFotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
 
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
 
Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras - SISFRON.pdf
Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras - SISFRON.pdfSistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras - SISFRON.pdf
Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras - SISFRON.pdf
 
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdfAPRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
 
Plano Diretor da Tecnologia da Informação PDTIC 2020 a 2023.pdf
Plano Diretor da Tecnologia da Informação PDTIC 2020 a 2023.pdfPlano Diretor da Tecnologia da Informação PDTIC 2020 a 2023.pdf
Plano Diretor da Tecnologia da Informação PDTIC 2020 a 2023.pdf
 
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIALA GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
A GEOPOLÍTICA ATUAL E A INTEGRAÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL
 

Exercicio x sono

  • 2. Trabalho apresentado a disciplina pela acadêmica Nicole Cavalcante Souza Exercício Físico X Sono
  • 3. Introdução O exercício tornou-se uma unanimidade na promoção da saúde e melhora da qualidade de vida, diminuindo os riscos de desenvolvimento de doenças crônicas e atuando como fator-chave para aumentar a longevidade. Investigações sobre os efeitos do exercício físico no padrão de sono tiveram inicio há mais de 30 anos.
  • 4. Introdução As causas mais comuns de prejuízo do sono são a restrição e a sua fragmentação. A restrição do sono pode ser resultado da demanda de trabalho ou escola, responsabilidade familiar, uso de medicamentos, fatores pessoais e estilos de vida. A fragmentação resulta em um sono de quantidade e qualidade inadequadas, sendo consequência de condições médicas ou fatores ambientais que o interrompem.
  • 5. Como consequências da alteração do padrão de sono podem ocorrer reduções da eficiência do processamento cognitivo, do tempo de reação, déficit de memória, aumento da irritabilidade, alterações metabólicas, endócrinas e quadros hipertensivos. Atualmente, os exercícios são reconhecidos pela American Sleep Disorders Association como uma intervenção não-farmacológica para a melhora do padrão de sono. Introdução
  • 6. Sono Vários conceitos foram elaborados com base em aspectos funcionais e comportamentais desse fenômeno. Entre alguns destes conceitos, Bueladefiniu o sono como um estado funcional, reversível e cíclico, com algumas manifestações comportamentais características, como uma imobilidade relativa e o aumento do limiar de resposta aos estímulos externos. Em termos orgânicos ocorrem variações dos parâmetros biológicos, acompanhados por uma modificação da atividade mental, que correspondem ao comportamento de dormir. Buela G. Avaliação dos distúrbios de iniciar e manter o sono. In: Reimão R. Sono: aspectos atuais. Rio de Janeiro: Atheneu Editora, 1990: 33.
  • 7. Estágios do Sono • Vigília • Sono não-REM: • Estágio 1 do sono • Estágio 2 do sono • Estágio 3 do sono • Estágio 4 do sono • Sono REM
  • 8. Vigília Caracterizada por um período de atividade elétrica a (8 a 13Hz) e/ou uma baixa voltagem, apresentando o EEG deste estágio uma frequência mista; acompanhado por alta atividade eletromiográfica e frequentes movimentos oculares voluntários.
  • 9. Sono não-REM • Estágio 1 - também conhecido como "estágio de transição" ou "meio sono“, é caracterizado pela sonolência , logo após a vigília, com duração breve e diminuição do tônus muscular. O ritmo alfa de vigília reduz a amplitude e é substituída por atividades de baixa frequência e voltagem. • Estágio 2 - sono leve, limiar de espertar baixo. Ausência de ondas alfa de vigília e presença de complexos K (ondas bifásicas que pode ser espontâneas ou relacionar-se com as relações de despertar) e fluxos do sono. Ausência de ondas delta que caracterizam o sono profundo. • Estágio 3 - é o sono lento em si ,ambos apresentam na primeira metade ondas delta • Estágio 4 - predomina na primeira metade da noite diminuindo chegando a desaparecer nas últimas horas.
  • 11. Sono REM O sono REM ou paradoxal é caracterizado por ritmos múltiplos de baixa voltagem no EEG semelhantes ao estado de vigília .Os fusos e complexos K estão ausentes. Ocorre uma diminuição quase completa do tônus muscular , abalos muculares bruscos e movimentos horizontais dos olhos. É nessa fase que acontece o chamado `sono profundo`( limiar de despertar alto)
  • 12. Fatores que regulam o sono • Cronobiologia • Circadianos: vigília-sono (periodicidade em torno de 24h) • Ultradianos: batimento cardíaco (periodicidade < 24h) • Infradianos : ciclo menstrual, ciclo das marés (periodicidade > 28h) • Processos homeostáticos
  • 14. O Núcleo Supraquiasmático (NSQ) cicla mesmo quando as conexões neurais são eliminadas ou quando os núcleos são mantidos em cultura e possui um ritmo próprio. Porem pode se sincronizar aos ritmos ambientais externos como as oscilações foto periódicas. Glândula pineal – Centro produtor de melatonina.
  • 15. Durante o dia, a retina estimula o NSQ cujos neurônios são inibitórios. Como consequência, os neurônios do núcleo paraventricular deixam de estimular os neurônios pré-ganglionares simpáticos da medula e a produção de melatonina é baixa durante o dia (ou quando o foto período é longo). Quando anoitece (pouca luz) acontece o contrário: a concentração de melatonina aumenta e ajuda a induzir o sono. Dessa forma, o ritmo circadiano integra-se ao ritmo circanual.
  • 16. Neurotransmissores e o Sono • Serotonina • Noradrenalina • Dopamina • Ácido gama- aminobutírico(GABA) • Glucamato e Peptídeos • Acetilcolina • Histamina e adenosina • Aminoácidos excitatórios como glutamato e aspartato, pepitídeos como interleucina1, interferon alfa 2 , colecistocinina 8 • Vasopressina • Hormônios - como o hormônio Gh e prolactina
  • 17. Seratonina (5HT) A serotonina é reguladadora do SOL(sono de ondas lentas ou sono lento) e os núcleos que a contém são os núcleos da rafe e, como já foi dito, sua lesão induz a insônia. A atividade nesse núcle diminui conforme o sono se instala sendo reduzida a 50% no SL e 10% no sono REM. Tem um papel de inibição indireta de neurotransmissores excitatórios, além disso também é precursora da melatonina.
  • 18. Seratonina (5HT) Possui interferências no humor, na ansiedade e na agressão. • Desordens de humor - a diminuição da liberação de serotonina no sistema nervoso central esta associada a desordens de humor e depressão. • Desordem obsessiva compulsiva - associada a redução dos níveis de serotonina no SNC. • Apetite- É reduzido por drogas que elevam a serotonina no encéfalo (geralmente amina) • Comportamento agressivo e suicídio - tem sido associado a reduzidos níveis de serotonina no encéfalo.
  • 19. Seratonina (5HT) • Latência de sono - a latência de sono (tempo que a pessoa levar para dormir) é diminuída com “triptofano”, um aminoácido necessário para a síntese de serotonina. Esse dado sugere que a serotonina pode ter um papel importante na indução do sono. Obs.: O leite é rico em triptofano, o que sugere que um copo de leite antes de dormir pode facilitar o sono. • Percepção - as sinapses serotoninérgicas estão presentes no córtex cerebral e estão envolvidas nos processos de percepção.
  • 20. Noradrenalina Esta relacionado a excitação físico e mental, bem como é conhecido por promover o bom humor. É produzido no locus coeruleos e atua como mediador dos batimentos cardíacos, pressão sanguínea, conversão de glicogênio em energia e outros. • Atenção e alerta - a liberação da noradrenalina facilita a atenção e o alerta durante o dia. Durante o sono REM os níveis de noradrenalina estão reduzidos; • Estresse - No estresse “crônico”, verifica-se redução na liberação da noradrenalina. Porém, no estresse “agudo” a noradrenalina é liberada da glândula adrenal e atua na amplificação do sistema nervoso simpático. • Humor - a depressão por redução na captação de noradrenalina pode ser tratada com algumas drogas que evitam a sua recaptação. • Aprendizado e memoria - importante nos processos de aprendizado e memoria.
  • 21. Dopamina (DA) Controla níveis de estimulação e controle motor em muitas áreas encefálicas. Quando os níveis de dopamina estão extremamente baixos, os pacientes são incapazes de se mover voluntariamente. • Doença de Parkinson - acontece devido degeneração de neurônios dopaminérgicos oriundos da substancia negra, que enviam as suas projeções para o estriado, o qual esta envolvido no controle motor do movimento. A doença de Parkinson é tratada com L-DOPA, o percussor da dopamina no encéfalo. • Esquizofrenia - patologia causada pelo excesso de dopamina liberada para o terminal pós- sináptico. Há a hipótese que existe uma excessiva estimulação dopaminérgica no lobo frontal (causado talvez pela ativação de gens) e tratada por drogas que bloqueiam a ligação da dopamina no receptor pós-sináptico.
  • 22. Ácido gama- aminobutírico(GABA) Principal neurotransmissor inibitório do encéfalo. O processo inibitório ocorre quando o GABA se liga ao receptor, permitindo dessa forma a entrada de Cloro para dentro da célula. Responsável pela sintonia fina e coordenação dos movimentos entres outros. Há hipóteses que a deficiência de GABA leva a algumas formas de Esquizofrenia. Nesse sentido a deficiência da inibição GABAérgica seria o distúrbio primário para a atividade estriatal dopaminérgica excessiva no transtorno. Droga como o Valium, ressalta o efeito do GABA na sinapse. Outros neurotransmissores inibidores são a glicina e a taurina.
  • 23. Glutamato O glutamato é o principal neurotransmissor do encéfalo. A atuação do glutamato é fundamental no processo de memória. Curiosamente, o glutamato também esta envolvido no processo de suicídio celular, uma vez que o excesso de glutamato é neurotóxico e mata a célula por excesso de influxo de Cálcio.
  • 24. Peptídeos Endorfinas / encefalinas - são neurotransmissores peptídicos opiáceos endógenos capazes de modular a dor e reduzir o estresse. São encontrados em vários locais no encéfalo (sistema límbico, mesencéfalo). Eles também são produzidos por glândulas pituitárias e liberados como hormônios e envolvidos na redução da dor, pressão (eles aumentam a produção de dopamina) e hibernação. Todos os opiáceos (endógenos ou sintéticos) alteram o comportamento porque agem nos receptores de encefalina • Substância P- é um dos neurotransmissores que mediam a experiência de dor. É encontrado em toda via da dor e sua liberação pode ser bloqueada pela encefalina. • Neuropeptídio Y / Polipeptídio YY: são neurotransmissores encontrados no hipotálamo, particularmente no núcleo paraventricular. São correlacionados com distúrbios de apetite, podendo levar a excessiva ingesta de comida e armazenamento de gordura.
  • 25. Acetilcolina ( ACh) A acetilcolina é o principal neurotransmissor indutor de sono REM. Os níveis de acetilcolina são altos na vigília e no sono REM e há indícios de que os principais acontecimentos do sono REM, como a dessincronização das ondas elétricas cerebrais, o movimento ocular rápido e a atonia muscular são promovidos por uma área do cérebro que utiliza acetilcolina.
  • 26. Termorregulação A manutenção da temperatura central do organismo com uma variação de apenas ± 0,6°C é feita através de mecanismos homeostáticos eficientes que visam manter as reações químicas orgânicas dentro de padrão compatível com a normalidade. Ainda que a temperatura do ambiente externo varie de 13°C aos 70 °C, a temperatura corporal será mantida praticamente constante. Ao contrário da temperatura central, a temperaturacutânea variará conforme a temperatura ambiente.
  • 27. Termorregulação Para ajudar a manter a temperatura constante, algumas partes do corpo são fundamentais, pois atuam como materiais isolantes. • Os principais sistemas isolantes do corpo são: • a pele • os tecidos subcutâneos • a gordura dos tecidos subcutâneos Para que haja um controle efetivo da temperatura corporal é necessário haver um equilíbrio dinâmico entre a quantidade de calor produzida e a quantidade perdida. E isto se faz através de diversos mecanismos.
  • 28. O papel do hipotálamo na termorregulação Os mecanismos de feedback que regulam a temperatura do corpo operam por meio dos centros termorreguladores localizados no hipotálamo, auxiliados por detectores de temperatura que determinam se a temperatura corporal está excessivamente quente ou fria. Os impulsos provenientes desta área são transmitidos pelas vias autonômicas para a medula e, daí pela via simpática para a pele de todo o corpo. O hipotálamo anterior contém grande número de neurônios sensíveis ao calor e ao frio para o controle da temperatura corporal. Um aumento na frequência de sua descarga é observado quando a temperatura sobe (neurônios sensíveis ao calor) ou desce (neurônios sensíveis ao frio).
  • 29. O papel do hipotálamo na termorregulação Quando a área do hipotálamo anterior é aquecida, verifica-se imediatamente por todo o corpo uma sudorese intensa na pele associada a uma vasodilatação cutânea. Além disso, outros receptores localizados na pele e nos tecidos corporais mais profundos também atuam na regulação da temperatura. Estes receptores são mais sensíveis ao frio do que ao calor, sendo bem provável que estejam relacionados com a prevenção a hipotermia (prevenção a baixas temperaturas corporais). Uma outra maneira de se ativar a sudorese é através da adrenalina ou da noradrenalina que circula no sangue. Estes hormônios são importantes, pois quando praticamos atividades físicas a medula supra renal libera-os na corrente sanguínea.
  • 31. Exercício x Sono Inicialmente, a falta de conhecimento sobre a função primordial do sono levou à utilização do exercício físico como um paradigma nas investigações de teorias que explicassem a importância do sono. Assim, os modelos teóricos que buscam explicar os efeitos do exercício sobre o sono estão associadas às hipóteses termorreguladora, da conservação de energia e da restauração corporal.
  • 32. Exercício x Sono Evidências dos efeitos do exercício sobre o sono a partir dos mecanismos termorreguladores foram inicialmente propostos por Horne e Moore. Estes autores verificaram que após exercício com aquecimento por uso de roupas extras ocorria um aumento no sono de ondas lentas, o que não aconteceu em exercícios com esfriamento abrupto após o término da sessão. Portanto, o exercício, ao aumentar a temperatura corporal, criaria uma condição capaz de facilitar "o disparo" do início do sono, por ativar os processos de dissipação de calor controlados pelo hipotálamo, assim como os mecanismos indutores do sono dessa mesma região. Tanto a teoria da conservação de energia como a da restauração corporal apoiam-se nos mecanismos homeostáticos reguladores do sono, visto que ambas as teorias afirmam que a duração total do episódio de sono, assim como a quantidade de sono de ondas lentas, aumenta em função do aumento do gasto energético. Horne JA, Moore VJ. Sleep EEG effects of exercise with and without additional body cooling. Electroencephalogr Clin Neurophysiol 1985; 60:33-8.
  • 33. Exercício x Sono A teoria restauradora ou compensatória prediz que a condição para a atividade anabólica durante o sono é favorecida após alta atividade catabólica durante a vigília. Dessa forma, o exercício poderia facilitar o sono por reduzir as reservas energéticas corporais, o que aumentaria a necessidade de sono, principalmente do sono de ondas lentas. A teoria da conservação de energia também é baseada na redução da taxa metabólica que é observada durante os períodos de sono. Entretanto, uma versão afirma que o sono reduz o metabolismo abaixo do gasto durante a vigília, e outra, que o sono limita o gasto energético, sendo que ambas permitiriam um balanço energético positivo, O exercício, portanto, facilitaria o sono por aumentar o gasto energético durante a vigília e isto aumentaria a necessidade de sono, de forma que se possa alcançar um balanço energético positivo e se restabeleça a condição adequada para um novo episódio de vigília.
  • 34. Conclusão Os exercícios podem auxiliar no tratamento e prevenção de alguns distúrbios do ciclo sono-vigília, seja diretamente, por diminuir a fragmentação do sono, provocar aumento no sono de ondas lentas e diminuição da latência para o de sono, ou indiretamente através do controle de peso e aquisição de hábitos saudáveis. Sabe-se que um fator importante para o ganho de desempenho é um período de recuperação adequado e este período de recuperação sem dúvida alguma inclui o sono. A importância do sono na recuperação entre as sessões de treinamento torna-se mais evidente, em vista da associação entre a secreção de hormônio de crescimento (GH) e o sono de ondas lentas, podendo-se inferir a importância de um sono adequado para a restauração corporal.
  • 35. REFERÊNCIAS • Buela G. Avaliação dos distúrbios de iniciar e manter o sono. In: Reimão R. Sono: aspectos atuais. Rio de Janeiro: Atheneu Editora, 1990: 33. • Driver HS, Taylor S. Exercise and sleep. Sleep Med Rev 2000;4:387-402. • Hobson JA. Sleep after exercise. Science 1968;162:1503-5. • Horne JA, Moore VJ. Sleep EEG effects of exercise with and without additional body cooling. Electroencephalogr Clin Neurophysiol 1985; 60:33-8. • LeSauter J, Silver R. Output signals of the SCN. Chronobiol Int 1998; 15:535-50. • Moore RY. Circadian rhythms: basic neurobiology and clinical applications. Annu Rev Med 1997;48:253- 66. • Velluti R. Fisiologia do sono. In: Reimão R. Sono: aspectos atuais. Rio de Janeiro: Atheneu Editora, 1990:1- 16. • Revista Brasileira de medicina do esporte Http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1517922001000100006&script=sci_arttext&tlng=e

Notas do Editor

  1. Substitua estas imagens de exemplo por suas próprias imagens. É fácil: selecione a imagem de exemplo e exclua-a. Agora clique no ícone Inserir Imagens dentro da moldura e localize a imagem que você quer exibir.
  2. Substitua estas imagens de exemplo por suas próprias imagens. É fácil: selecione a imagem de exemplo e exclua-a. Agora clique no ícone Inserir Imagens dentro da moldura e localize a imagem que você quer exibir.