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SEMINÁRIO DE CAPACITAÇÃO PEDAGÓGICA
TEMA: A AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
Orador: Prof. Pedro Marcelino
Sumario:
1. Conceito de Avaliação
2. A avaliação da aprendizagem
3. Modelos da Avaliação da Aprendizagem
4. Taxonomia de Bloom
5. Instrumentos da Avaliação da Aprendizagem
6. Construção de Instrumentos da Avaliação da Aprendizagem;
7. Avaliação Objectiva x Avaliação Subjeciva
Perspectiva Histórica e Conceito Actual
 Testes nas cerimónias de iniciação (de povos antigos?) que testavam a capacidade
dos jovens para entrarem no mundo dos adultos;
 Na Idade Média - debate de ideias como forma de avaliação nas universidades;
 Exame escrito- responde ao aumento de alunos nas escolas;
 A introdução da escolaridade obrigatória (século XIX ) levou a um aumento do
número de alunos que obrigou à generalização dos exames escritos.
 (nos anos 50) avaliação como “processo de determinar até que ponto os objectivos
educacionais são efectivamente alcançados pelo programa do currículo e instrução”
_ FOCO NOS RESULTADOS
 Anos 60 - necessidade da valorização não só dos resultados mas também dos
processos de aprendizagem dos alunos;
 Na Actualidade - forma pela qual o professor e os alunos acompanham todo o
processo de ensino-aprendizagem, tendo em vista a consecução dos objectivos
educacionais claramente definidos.
Conceito de avaliação
A palavra avaliar vem do latim a+valare, que significa atribuir
valor e mérito ao objeto em estudo; assim, avaliar é atribuir juízo
de valor sobre uma ação ou uma matéria.
No processo de ensino e aprendizagem, o seu significado tem
sido pautado pela lógica da mensuração, isto é, associa-se o
significado de avaliar ao de medir os conhecimentos adquiridos
pelos alunos.
Conceito de Avaliação da Aprendizagem
Avaliação da Aprendizagem é parte integrante do
processo de ensino-aprendizagem que visa verificar o
grau de articulação da cadeia constituida por objectivos-
conteúdos-métodos, com vista a constante adequação.
OBJECTIVOS CONTEUDOS METODOSAVALIAÇÃO AVALIAÇÃO
Segundo Davuca (1993:20) toda a actividade avaliativa deve
permitir:
1. A identificação das necessidades de aprendizagem dos
estudantes, de maneira a que o professor possa lhes
adequar ao seu ensino;
2. Que os professores os estudantes sejam informados
constantemente sobre as dificuldades que forem surgindo
de maneira a poder-se ajustar, permanentemente, as
actividades de aprendizagem;
3. Fazer o balanço em função dos objectivos fixados;
4. Que o professor faça a análise da eficiência dos
métodos de ensino e da avaliação que utiliza.
5. Que o professor redefina ou adeque os
objectivos iniciais;
6. Que os estudantes avaliem os esforços que
devem envidar para melhorar a aprendizagem, o
que devem fazer para superar os obstáculos da
aprendizagem;
7. Que os estudantes sejam implicados e mais
estimulados para uma melhor aprendizagem.
Funçoes da avaliacao
Funções da avaliação
Para Enricone at all (1985:129) são funções da
avaliação:
1. Facilitar o diagnóstico (função diagnostica);
2. Melhorar a aprendizagem (função de controle)
3. Estabelecer situações individuais de
aprendizagem (função de controle);
4. Promover, agrupar os alunos (função de
classificação)
TIPOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
Diagnostica
FormativaSomativa
Avaliação diagnostica
É feita no início do ano lectivo ou de
uma unidade didáctica, com o fim de
colher o maior número possível de
dados sobre os estudantes.
Por meio da avaliação diagnóstica o
professor:
Identifica os estudantes com conhecimentos
aceitáveis;
Identifica deficiências em termos de pré-requisitos;
Identifica particularidades;
Reorienta os estudantes na aprendizagem;
Selecciona actividades para a superação das
deficiências;
Individualiza o ensino.
Avaliação Formativa
É feita ao longo do processo de
aprendizagem e tem em vista orientar os
professores na direcção da aprendizagem;
verifica e corrige a situação, apoia os
estudantes, melhora a metodologia de
ensino.
A Avaliacão Formativa permite:
 Incentivar o estudante para o estudo, para as actividades
de aprendizagem, para experiências educativas;
 Informar o estudante o nível em que se encontra em
relação aos objectivos definidos e que se espera que ele
atinja;
 Informar o professor sobre a eficiência dos métodos e
meios que utiliza no ensino-aprendizagem. Ajustar os
métodos e meios ás necessidades dos estudantes em
função dos objectivos definidos.
 Conduzir o estudante a tomar consciência das suas
potencialidades e a ganhar confiança em si mesmo na
aprendizagem.
 Orientar o estudante no sentido de elevar o nível de
conhecimentos, através da remediação ou actividades de
reforço (consolidação) ou através de actividades de
enriquecimento.
Avaliação Somativa
Realiza-se no final de uma unidade didáctica,
de um trimestre ou semestre ou ainda no
final do ano lectivo.
Visa a classificação, selecção ou atribuição da
nota que influi na decisão sobre a aprovação
do estudante.
Caracteristicas da Avaliação Somativa
A avaliação somativa é caracterizada por:
 Ser reducionista por não tomar em consideração outras
dimensões do estudante, com é o caso da dimensão
afectiva;
 Não explica a razão do sucesso ou fracasso do estudante;
 Não informa sobre as dificuldades do estudante;
 Cria efeitos negativos no processo de aprendizagem tais
como:
◦ Nervosismo
◦ Ansiedade
◦ Perda de auto-confiança
◦ Adopção de estratégias impróprias para conseguir
classificação alta.
Fundamentos de avaliação adequada ao
ensino superior
A avaliação deve fazer parte do processo de
ensino-aprendizagem;
A avaliação vincula-se directamente aos objectivos
de aprendizagem;
A avaliação deve ser contínua;
A avaliação deve ser objectiva;
A avaliação deve envolver os diversos domínios da
aprendizagem;
A avaliação deve envolver também o julgamento
dos alunos.
INSTRUMENTOS DA AVALIAÇÃO DA
APRENDIZAGEM
Instrumentos de avaliação
Portfolio
Mapa conceptual
 Mapas conceituais são diagramas bidimensionais mostrando
relações hierárquicas entre conceitos de uma disciplina.
 São diagramas hierarquicos que procuram refletir, em duas
dimensões, a estrutura ou organização conceitual de uma
disciplina ou parte dela. Isto 6, sua existência deriva da
própria estrutura da disciplina.
Exemplo1 de mapa conceptual (estrutura celular)
Qualidades de um instrumento de
avaliação da aprendizagem
Qualidades de um instrumento de avaliação
 Validade – é o grau de precisão com o qual o
instrumento utilizado mede o que se pretende
medir;
 Fidelidade – é a constância com o qual um
instrumento mede uma dada variável;
 Objectividade - concordância de diferentes juízos
 Discriminatória - capacidade de diferenciar
estudantes;
 Pertinência - é o grau de observância dos critérios
estabelecidos na selecção das perguntas para que
correspondam à finalidade do instrumento da
avaliação.
Construção do instrumento da avaliação
A construção de um instrumento de avaliação deve ser
antecedida de decisão ou planeamento sobre que domínio
vai ser avaliado: cognitivo, psicomotor ou afectivo, pois cada
domínio exige um instrumento apropriado. Isso pressupõe o
obrigatório retorno aos objectivos de aprendizagem
anteriormente definidos.
PlaneamentoDefinir
Conteúdos
Definir
Objetivos de
Aprendizagem
Definir
Estilo da
Questão
• Defina o objetivo central
da questão.
Para isso, utilize a Taxonomia
de Bloom
• Defina o eixo temático da
questão
• Selecione conteúdos
relevantes
• Defina o estilo de questão
mais apropriado ao seu
objetivo
Estilos de questões
TAXONOMIA DE BLOOM
BENJAMIM BLOOM
Americano ( EUA) 1913 -1999
Doutor em Ciências da Educação em 1942
Assessor de educação em Israel e India
Taxonomia dos objectivos de aprendizagem cognitiva
Objetivos de Aprendizagem – Taxonomia de
Bloom
Taxonomia de Bloom - I
Dimensão Descrição Verbos
Conhecimento
Lembrar de algo sem necessariamente
compreendê-lo, usá-lo ou modificá-lo. Termos,
fatos, conceitos, princípios, procedimentos.
Lembrar, reconhecer, definir,
descrever, rotular, nomear, listar e
selecionar.
Compreensão
Habilidade de compreender e dar significado ao
conteúdo. Nessa categoria, encontra-se a
capacidade de entender a informação ou fato,
de captar seu significado e de utilizá-la em
contextos diferentes.
Converter, classificar, comparar,
contrastar, defender, determinar,
distinguir, estimar, explicar, estender,
generalizar, inferir, justificar.
Aplicação Habilidade de usar informações, métodos e
conteúdos aprendidos em novas situações
concretas. Regras, métodos, modelos, conceitos,
princípios, leis e teorias.
Aplicar, alterar, programar,
demonstrar, desenvolver, descobrir,
dramatizar, empregar, ilustrar,
interpretar, manipular, modificar,
operacionalizar, organizar, prever,
preparar, produzir, relatar, resolver,
transferir, usar, construir, esboçar,
escolher, escrever, operar e praticar.
Taxonomia de Bloom - II
Dimensão Descrição Verbos
Análise
Habilidade de subdividir o conteúdo em partes
menores com a finalidade de entender a estrutura
final. Essa habilidade pode incluir a identificação das
partes, análise de relacionamento entre as partes e
reconhecimento dos princípios envolvidos. Identificar
partes e suas inter- relações.
Analisar, reduzir, classificar, comparar,
contrastar, determinar, deduzir, diagramar,
distinguir, diferenciar, identificar, ilustrar,
apontar, inferir, relacionar, selecionar, separar,
subdividir, calcular, discriminar, examinar,
experimentar, testar, esquematizar e
questionar.
Síntese
Habilidade de agregar e juntar partes com a
finalidade de criar um novo todo. Envolve a produção
de uma comunicação única (tema ou discurso), um
plano de operações (propostas de pesquisas) ou um
conjunto de relações abstratas (esquema para
classificar informações).
Combinar, compilar, compor, conceber,
construir, criar, desenhar, elaborar, estabelecer,
explicar, formular, generalizar, inventar,
modificar, organizar, originar, planejar, propor,
reorganizar, relacionar, revisar, reescrever,
resumir, sistematizar, escrever, desenvolver,
estruturar, montar e projetar.
Avaliação
Habilidade de julgar o valor do material (proposta,
pesquisa, projeto) para um propósito específico. O
julgamento é baseado em critérios bem definidos.
Julgar o valor do conhecimento.
Avaliar, averiguar, escolher, comparar,
concluir, contrastar, criticar, decidir, defender,
discriminar, explicar, interpretar, justificar,
relatar, resolver, resumir, apoiar, validar,
escrever um review sobre, detectar, estimar,
julgar e selecionar.
Fases da elaboração de uma prova de
avaliação
A elaboração de um teste de avaliação escrito passa
normalmente pelas seguintes fases;
 Selecção de objectivos e conteúdos;
 Construção de uma matriz de dupla entrada, onde se indicam na
vertical os conteúdos e na horizontal:
 os objectivos gerais seleccionados;
 objectivos comportamentais a serem testados;
 Selecção dos tipos de perguntas mais apropriadas a cada objectivo;
 Elaboração de perguntas em número superior ao necessário onde são
sugeridas algumas regras e sugestões na elaboração de perguntas);
 Construção da prova com as perguntas dispostas numa ordem
crescente de dificuldade dentro de cada grupo de perguntas;
 Definição dos critérios de correcção;
 Cotação das perguntas;
 Escrita e montagem do enunciado do teste.
Matriz de especificação das questões
Unidade Temática
Descritor Ojectivos da apredizgem Total de intes
Concecimento Compreensã
o
Análise
Concepções sobre
o conhecimento
Identificar o
conhecimento
como produto
de interação
entre o
homem e a
natureza
4 0 0 4
Estabelecer
relação entre
o senso
comum e a
ciência
3 3
TOTAL 4 3 -- 7
Erros a evitarem na elaboração de uma teste escrito
Na elaboração de um teste escrito é necessário evitar cometer
erros como por exemplo:
1. Inclusão de um número desproporcionado de perguntas
correspondentes a objectivos de determinada categoria.
2. Insistência num determinado assunto, criando uma
desproporcionalidade nos conteúdos aferidos pelo teste.
3. Incluir questões não adequadas aos objectivos; ao presumível
grau médio de maturidade dos alunos.
4. Incluir questões:
ambíguas;
em número exagerado para o tempo disponível;
com erros de carácter cientifico;
4. Ininteligíveis do ponto de vista gráfico ou lógico;
5. Com falta de clareza;
6. Incorrectamente ordenados.
Provas objectivas
São constituídas por itens de resposta breve e
controlada não existindo subjectividade na realização
nem na correcção;
O seu principal inconveniente é não permitir medir
formas complexas de aprendizagem (níveis de
síntese, analise e avaliação)
Formas de provas objectivas
1. Itens de elaboração de resposta ou de resposta
aberta;
 De resposta breve.
Exemplo:
Quando foi fundada a UniLurio?
2. De completação
 Faz-se um enunciado de forma incompleta para que o
aluno o termine com a resposta.
Exemplo:
O primeiro reitor da Unilurio foi_____________________
3. Textos lacunares
 Estão integrados por um texto pouco extenso onde se deixam
vários espaços em branco para o aluno completar com as
respostas
Exemplo:
A intensidade da corrente eléctrica que circula num circuito é
directamente proporcional a__________________e inversamente
proporcional a___________________
4. Itens de selecção de resposta ou de
resposta fechada
 O aluno não elabora a resposta, deve sim seleccioná-la entre
as várias opções que se lhe oferecem no próprio item.
4.1. De múltipla escolha
 Caracterizam-se por estarem formadas por um enunciado (tronco) e uma série de
soluções propostas (alternativas) entre as quais só uma é correcta, assumindo as
outras o papel de “distractores”.
Pode medir-se a aprendizagem cognitiva em quase todas as suas facetas.
Estrutura de questões de múltipla escolha
Instrução
Suporte
Enunciado da situação problema e comando
da resposta
Alternativas
Leia atentamente a questão e responda:
Exemplo 1:
A possibilidade que um instrumento de
avaliação oferece de classificar
adequadamente os estudantes segundo as
diferenças individuais chama-se:
a. Validade
b. Fidelidade
c. Objectividade
d. Discriminação
2.De identificação ou localização.
Indica-se ao aluno que realize um
trabalho concreto (de localização,
selecção, identificação, relação, etc.)
sobre um esquema gráfico (mapa, plano,
diagrama, quadro, etc.) que se lhe
propõe no item.
ASSOCIAÇÃO DAS
PRGUNTAS AOS NÍVEIS DE
CONHECIMNTO SEGUNDO
BLOOM
Nível 1: Conhecimento
 As perguntas requerem uma evocação factual do material
Exemplos:
 Quanto é…
 Quem é…
 O que é…
 Quando foi…
 Como é que foi…
Nível 2: Compreensão
 As perguntas requerem que o aluno pense em
termos mais abrangentes, que mostre uma
compreensão mais profunda e que explique pelas
próprias palavras.
Exemplos:
 Demonstre o significado de …
Ponha por palavras suas…
Dê um exemplo…
Explique o significado de …
Nível 3: Aplicação
 As questores que solicitam ao estudante que aplique os
conhecimentos a novas situações
Exemplos:
Que aconteceria se…
Aplique a fórmula ao seguinte problema…
Resolva o problema aplicando a Lei de…
Nivel 4: Análise
 Pergunta que obriguem os estudantes a decompor a matéria e examinar as partes
componentes.
Exemplos:
 Em que se assemelha a celula anima da vegetal ?
 Distinga o _________ do ________.
Nivel 5: Síntese
 As perguntas levam o estudante para além do nosso
conhecimento presente
Exemplos:
Descreva as três principais teorias e mostre como é que
podem ser combinadas…
Nivel 6: Avaliação
As perguntas são concebidas para levas o
estudante a avaliar ideias de acordo com um
conjunto explicito e detalhado de razões. O
sistema de julgamento utilizado terá de ser
claramente explicado
Exemplos:
Escreva uma crítica cuidada da teoria X.
Pormenorize os seu pontos forte e fracos.
Justifique a sua conclusão.
Avalie as decisões recentes sobre Y de acordo
com os princípios democráticos…
TAREFA:
A PARTIR DOS PLANOS DE AULA:
1. ELABORAR UMA MATRIZ DE ESPECIFICACAO DAS
PERGUNTAS DA PROVA;
2. ELABORAR UMA PROVA OBJECTIVA OU
SUBJECTIVA.
3. APRESENTAR A PROVA EM PLENÁRIO
BIBLIOGRAFÍA
ENRICONE, Santana at all.(1985) Planejamento de Ensino e Avaliaçao. Sagra Editora e
Distribuidora. Lda. S. Paulo.
DAVUCA (1991) Introdução a avaliação da aprendizagem….
GONZÁLEZ, Xosé M. Souto. (1999) Didáctica de la Geografía, Problemas Sociales e
Conocimiento del Medio, Barcelona, Ediciones del Serbal.
GUZAMAN e CONCEPCIÓN. (1998) Orientaciones Didacticas para el processo de
Ensino-Aprendizaje. Amigo del Hogar. R. Dominicana.
LUCKESI, C.C. (2002 )Avaliação da aprendizagem escolar. 14 Ed. São Paulo: Cortez,.
NÉRICI, Imideo G .( 1977). Metodologia do ensino: uma introdução. São Paulo: Atlas,.
NERICI, Imideo. (1963) Didáctica Geral. Fundo de Cultura. Brazil.
RICHAR, I. Arends.(1995). Aprender a Ensinar. Me.Graw-Hell. Lisboa.
RODRIGUEZ,Orlanda Dalila. (1991) Medicione e Evaluacion. Publicaciones
Pruerturriquenos,Inc.
OBRIGADO

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AVALIACAO DOPEA

  • 1. SEMINÁRIO DE CAPACITAÇÃO PEDAGÓGICA TEMA: A AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM Orador: Prof. Pedro Marcelino
  • 2. Sumario: 1. Conceito de Avaliação 2. A avaliação da aprendizagem 3. Modelos da Avaliação da Aprendizagem 4. Taxonomia de Bloom 5. Instrumentos da Avaliação da Aprendizagem 6. Construção de Instrumentos da Avaliação da Aprendizagem; 7. Avaliação Objectiva x Avaliação Subjeciva
  • 3. Perspectiva Histórica e Conceito Actual  Testes nas cerimónias de iniciação (de povos antigos?) que testavam a capacidade dos jovens para entrarem no mundo dos adultos;  Na Idade Média - debate de ideias como forma de avaliação nas universidades;  Exame escrito- responde ao aumento de alunos nas escolas;  A introdução da escolaridade obrigatória (século XIX ) levou a um aumento do número de alunos que obrigou à generalização dos exames escritos.  (nos anos 50) avaliação como “processo de determinar até que ponto os objectivos educacionais são efectivamente alcançados pelo programa do currículo e instrução” _ FOCO NOS RESULTADOS  Anos 60 - necessidade da valorização não só dos resultados mas também dos processos de aprendizagem dos alunos;  Na Actualidade - forma pela qual o professor e os alunos acompanham todo o processo de ensino-aprendizagem, tendo em vista a consecução dos objectivos educacionais claramente definidos.
  • 4. Conceito de avaliação A palavra avaliar vem do latim a+valare, que significa atribuir valor e mérito ao objeto em estudo; assim, avaliar é atribuir juízo de valor sobre uma ação ou uma matéria. No processo de ensino e aprendizagem, o seu significado tem sido pautado pela lógica da mensuração, isto é, associa-se o significado de avaliar ao de medir os conhecimentos adquiridos pelos alunos.
  • 5. Conceito de Avaliação da Aprendizagem Avaliação da Aprendizagem é parte integrante do processo de ensino-aprendizagem que visa verificar o grau de articulação da cadeia constituida por objectivos- conteúdos-métodos, com vista a constante adequação. OBJECTIVOS CONTEUDOS METODOSAVALIAÇÃO AVALIAÇÃO
  • 6. Segundo Davuca (1993:20) toda a actividade avaliativa deve permitir: 1. A identificação das necessidades de aprendizagem dos estudantes, de maneira a que o professor possa lhes adequar ao seu ensino; 2. Que os professores os estudantes sejam informados constantemente sobre as dificuldades que forem surgindo de maneira a poder-se ajustar, permanentemente, as actividades de aprendizagem; 3. Fazer o balanço em função dos objectivos fixados;
  • 7. 4. Que o professor faça a análise da eficiência dos métodos de ensino e da avaliação que utiliza. 5. Que o professor redefina ou adeque os objectivos iniciais; 6. Que os estudantes avaliem os esforços que devem envidar para melhorar a aprendizagem, o que devem fazer para superar os obstáculos da aprendizagem; 7. Que os estudantes sejam implicados e mais estimulados para uma melhor aprendizagem. Funçoes da avaliacao
  • 8. Funções da avaliação Para Enricone at all (1985:129) são funções da avaliação: 1. Facilitar o diagnóstico (função diagnostica); 2. Melhorar a aprendizagem (função de controle) 3. Estabelecer situações individuais de aprendizagem (função de controle); 4. Promover, agrupar os alunos (função de classificação)
  • 9. TIPOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM Diagnostica FormativaSomativa
  • 10. Avaliação diagnostica É feita no início do ano lectivo ou de uma unidade didáctica, com o fim de colher o maior número possível de dados sobre os estudantes.
  • 11. Por meio da avaliação diagnóstica o professor: Identifica os estudantes com conhecimentos aceitáveis; Identifica deficiências em termos de pré-requisitos; Identifica particularidades; Reorienta os estudantes na aprendizagem; Selecciona actividades para a superação das deficiências; Individualiza o ensino.
  • 12. Avaliação Formativa É feita ao longo do processo de aprendizagem e tem em vista orientar os professores na direcção da aprendizagem; verifica e corrige a situação, apoia os estudantes, melhora a metodologia de ensino.
  • 13. A Avaliacão Formativa permite:  Incentivar o estudante para o estudo, para as actividades de aprendizagem, para experiências educativas;  Informar o estudante o nível em que se encontra em relação aos objectivos definidos e que se espera que ele atinja;  Informar o professor sobre a eficiência dos métodos e meios que utiliza no ensino-aprendizagem. Ajustar os métodos e meios ás necessidades dos estudantes em função dos objectivos definidos.  Conduzir o estudante a tomar consciência das suas potencialidades e a ganhar confiança em si mesmo na aprendizagem.  Orientar o estudante no sentido de elevar o nível de conhecimentos, através da remediação ou actividades de reforço (consolidação) ou através de actividades de enriquecimento.
  • 14. Avaliação Somativa Realiza-se no final de uma unidade didáctica, de um trimestre ou semestre ou ainda no final do ano lectivo. Visa a classificação, selecção ou atribuição da nota que influi na decisão sobre a aprovação do estudante.
  • 15. Caracteristicas da Avaliação Somativa A avaliação somativa é caracterizada por:  Ser reducionista por não tomar em consideração outras dimensões do estudante, com é o caso da dimensão afectiva;  Não explica a razão do sucesso ou fracasso do estudante;  Não informa sobre as dificuldades do estudante;  Cria efeitos negativos no processo de aprendizagem tais como: ◦ Nervosismo ◦ Ansiedade ◦ Perda de auto-confiança ◦ Adopção de estratégias impróprias para conseguir classificação alta.
  • 16. Fundamentos de avaliação adequada ao ensino superior A avaliação deve fazer parte do processo de ensino-aprendizagem; A avaliação vincula-se directamente aos objectivos de aprendizagem; A avaliação deve ser contínua; A avaliação deve ser objectiva; A avaliação deve envolver os diversos domínios da aprendizagem; A avaliação deve envolver também o julgamento dos alunos.
  • 17. INSTRUMENTOS DA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
  • 19.
  • 21.
  • 22. Mapa conceptual  Mapas conceituais são diagramas bidimensionais mostrando relações hierárquicas entre conceitos de uma disciplina.  São diagramas hierarquicos que procuram refletir, em duas dimensões, a estrutura ou organização conceitual de uma disciplina ou parte dela. Isto 6, sua existência deriva da própria estrutura da disciplina.
  • 23. Exemplo1 de mapa conceptual (estrutura celular)
  • 24. Qualidades de um instrumento de avaliação da aprendizagem
  • 25. Qualidades de um instrumento de avaliação  Validade – é o grau de precisão com o qual o instrumento utilizado mede o que se pretende medir;  Fidelidade – é a constância com o qual um instrumento mede uma dada variável;  Objectividade - concordância de diferentes juízos  Discriminatória - capacidade de diferenciar estudantes;  Pertinência - é o grau de observância dos critérios estabelecidos na selecção das perguntas para que correspondam à finalidade do instrumento da avaliação.
  • 26. Construção do instrumento da avaliação A construção de um instrumento de avaliação deve ser antecedida de decisão ou planeamento sobre que domínio vai ser avaliado: cognitivo, psicomotor ou afectivo, pois cada domínio exige um instrumento apropriado. Isso pressupõe o obrigatório retorno aos objectivos de aprendizagem anteriormente definidos.
  • 27. PlaneamentoDefinir Conteúdos Definir Objetivos de Aprendizagem Definir Estilo da Questão • Defina o objetivo central da questão. Para isso, utilize a Taxonomia de Bloom • Defina o eixo temático da questão • Selecione conteúdos relevantes • Defina o estilo de questão mais apropriado ao seu objetivo Estilos de questões
  • 29. BENJAMIM BLOOM Americano ( EUA) 1913 -1999 Doutor em Ciências da Educação em 1942 Assessor de educação em Israel e India Taxonomia dos objectivos de aprendizagem cognitiva
  • 30. Objetivos de Aprendizagem – Taxonomia de Bloom
  • 31.
  • 32.
  • 33.
  • 34. Taxonomia de Bloom - I Dimensão Descrição Verbos Conhecimento Lembrar de algo sem necessariamente compreendê-lo, usá-lo ou modificá-lo. Termos, fatos, conceitos, princípios, procedimentos. Lembrar, reconhecer, definir, descrever, rotular, nomear, listar e selecionar. Compreensão Habilidade de compreender e dar significado ao conteúdo. Nessa categoria, encontra-se a capacidade de entender a informação ou fato, de captar seu significado e de utilizá-la em contextos diferentes. Converter, classificar, comparar, contrastar, defender, determinar, distinguir, estimar, explicar, estender, generalizar, inferir, justificar. Aplicação Habilidade de usar informações, métodos e conteúdos aprendidos em novas situações concretas. Regras, métodos, modelos, conceitos, princípios, leis e teorias. Aplicar, alterar, programar, demonstrar, desenvolver, descobrir, dramatizar, empregar, ilustrar, interpretar, manipular, modificar, operacionalizar, organizar, prever, preparar, produzir, relatar, resolver, transferir, usar, construir, esboçar, escolher, escrever, operar e praticar.
  • 35. Taxonomia de Bloom - II Dimensão Descrição Verbos Análise Habilidade de subdividir o conteúdo em partes menores com a finalidade de entender a estrutura final. Essa habilidade pode incluir a identificação das partes, análise de relacionamento entre as partes e reconhecimento dos princípios envolvidos. Identificar partes e suas inter- relações. Analisar, reduzir, classificar, comparar, contrastar, determinar, deduzir, diagramar, distinguir, diferenciar, identificar, ilustrar, apontar, inferir, relacionar, selecionar, separar, subdividir, calcular, discriminar, examinar, experimentar, testar, esquematizar e questionar. Síntese Habilidade de agregar e juntar partes com a finalidade de criar um novo todo. Envolve a produção de uma comunicação única (tema ou discurso), um plano de operações (propostas de pesquisas) ou um conjunto de relações abstratas (esquema para classificar informações). Combinar, compilar, compor, conceber, construir, criar, desenhar, elaborar, estabelecer, explicar, formular, generalizar, inventar, modificar, organizar, originar, planejar, propor, reorganizar, relacionar, revisar, reescrever, resumir, sistematizar, escrever, desenvolver, estruturar, montar e projetar. Avaliação Habilidade de julgar o valor do material (proposta, pesquisa, projeto) para um propósito específico. O julgamento é baseado em critérios bem definidos. Julgar o valor do conhecimento. Avaliar, averiguar, escolher, comparar, concluir, contrastar, criticar, decidir, defender, discriminar, explicar, interpretar, justificar, relatar, resolver, resumir, apoiar, validar, escrever um review sobre, detectar, estimar, julgar e selecionar.
  • 36. Fases da elaboração de uma prova de avaliação A elaboração de um teste de avaliação escrito passa normalmente pelas seguintes fases;  Selecção de objectivos e conteúdos;  Construção de uma matriz de dupla entrada, onde se indicam na vertical os conteúdos e na horizontal:  os objectivos gerais seleccionados;  objectivos comportamentais a serem testados;  Selecção dos tipos de perguntas mais apropriadas a cada objectivo;  Elaboração de perguntas em número superior ao necessário onde são sugeridas algumas regras e sugestões na elaboração de perguntas);  Construção da prova com as perguntas dispostas numa ordem crescente de dificuldade dentro de cada grupo de perguntas;  Definição dos critérios de correcção;  Cotação das perguntas;  Escrita e montagem do enunciado do teste.
  • 37. Matriz de especificação das questões Unidade Temática Descritor Ojectivos da apredizgem Total de intes Concecimento Compreensã o Análise Concepções sobre o conhecimento Identificar o conhecimento como produto de interação entre o homem e a natureza 4 0 0 4 Estabelecer relação entre o senso comum e a ciência 3 3 TOTAL 4 3 -- 7
  • 38.
  • 39. Erros a evitarem na elaboração de uma teste escrito Na elaboração de um teste escrito é necessário evitar cometer erros como por exemplo: 1. Inclusão de um número desproporcionado de perguntas correspondentes a objectivos de determinada categoria. 2. Insistência num determinado assunto, criando uma desproporcionalidade nos conteúdos aferidos pelo teste. 3. Incluir questões não adequadas aos objectivos; ao presumível grau médio de maturidade dos alunos. 4. Incluir questões: ambíguas; em número exagerado para o tempo disponível; com erros de carácter cientifico; 4. Ininteligíveis do ponto de vista gráfico ou lógico; 5. Com falta de clareza; 6. Incorrectamente ordenados.
  • 40. Provas objectivas São constituídas por itens de resposta breve e controlada não existindo subjectividade na realização nem na correcção; O seu principal inconveniente é não permitir medir formas complexas de aprendizagem (níveis de síntese, analise e avaliação)
  • 41. Formas de provas objectivas 1. Itens de elaboração de resposta ou de resposta aberta;  De resposta breve. Exemplo: Quando foi fundada a UniLurio?
  • 42. 2. De completação  Faz-se um enunciado de forma incompleta para que o aluno o termine com a resposta. Exemplo: O primeiro reitor da Unilurio foi_____________________
  • 43. 3. Textos lacunares  Estão integrados por um texto pouco extenso onde se deixam vários espaços em branco para o aluno completar com as respostas Exemplo: A intensidade da corrente eléctrica que circula num circuito é directamente proporcional a__________________e inversamente proporcional a___________________
  • 44. 4. Itens de selecção de resposta ou de resposta fechada  O aluno não elabora a resposta, deve sim seleccioná-la entre as várias opções que se lhe oferecem no próprio item.
  • 45. 4.1. De múltipla escolha  Caracterizam-se por estarem formadas por um enunciado (tronco) e uma série de soluções propostas (alternativas) entre as quais só uma é correcta, assumindo as outras o papel de “distractores”. Pode medir-se a aprendizagem cognitiva em quase todas as suas facetas.
  • 46. Estrutura de questões de múltipla escolha Instrução Suporte Enunciado da situação problema e comando da resposta Alternativas
  • 47. Leia atentamente a questão e responda:
  • 48. Exemplo 1: A possibilidade que um instrumento de avaliação oferece de classificar adequadamente os estudantes segundo as diferenças individuais chama-se: a. Validade b. Fidelidade c. Objectividade d. Discriminação
  • 49. 2.De identificação ou localização. Indica-se ao aluno que realize um trabalho concreto (de localização, selecção, identificação, relação, etc.) sobre um esquema gráfico (mapa, plano, diagrama, quadro, etc.) que se lhe propõe no item.
  • 50. ASSOCIAÇÃO DAS PRGUNTAS AOS NÍVEIS DE CONHECIMNTO SEGUNDO BLOOM
  • 51. Nível 1: Conhecimento  As perguntas requerem uma evocação factual do material Exemplos:  Quanto é…  Quem é…  O que é…  Quando foi…  Como é que foi…
  • 52. Nível 2: Compreensão  As perguntas requerem que o aluno pense em termos mais abrangentes, que mostre uma compreensão mais profunda e que explique pelas próprias palavras. Exemplos:  Demonstre o significado de … Ponha por palavras suas… Dê um exemplo… Explique o significado de …
  • 53. Nível 3: Aplicação  As questores que solicitam ao estudante que aplique os conhecimentos a novas situações Exemplos: Que aconteceria se… Aplique a fórmula ao seguinte problema… Resolva o problema aplicando a Lei de…
  • 54. Nivel 4: Análise  Pergunta que obriguem os estudantes a decompor a matéria e examinar as partes componentes. Exemplos:  Em que se assemelha a celula anima da vegetal ?  Distinga o _________ do ________.
  • 55. Nivel 5: Síntese  As perguntas levam o estudante para além do nosso conhecimento presente Exemplos: Descreva as três principais teorias e mostre como é que podem ser combinadas…
  • 56. Nivel 6: Avaliação As perguntas são concebidas para levas o estudante a avaliar ideias de acordo com um conjunto explicito e detalhado de razões. O sistema de julgamento utilizado terá de ser claramente explicado Exemplos: Escreva uma crítica cuidada da teoria X. Pormenorize os seu pontos forte e fracos. Justifique a sua conclusão. Avalie as decisões recentes sobre Y de acordo com os princípios democráticos…
  • 57. TAREFA: A PARTIR DOS PLANOS DE AULA: 1. ELABORAR UMA MATRIZ DE ESPECIFICACAO DAS PERGUNTAS DA PROVA; 2. ELABORAR UMA PROVA OBJECTIVA OU SUBJECTIVA. 3. APRESENTAR A PROVA EM PLENÁRIO
  • 58. BIBLIOGRAFÍA ENRICONE, Santana at all.(1985) Planejamento de Ensino e Avaliaçao. Sagra Editora e Distribuidora. Lda. S. Paulo. DAVUCA (1991) Introdução a avaliação da aprendizagem…. GONZÁLEZ, Xosé M. Souto. (1999) Didáctica de la Geografía, Problemas Sociales e Conocimiento del Medio, Barcelona, Ediciones del Serbal. GUZAMAN e CONCEPCIÓN. (1998) Orientaciones Didacticas para el processo de Ensino-Aprendizaje. Amigo del Hogar. R. Dominicana. LUCKESI, C.C. (2002 )Avaliação da aprendizagem escolar. 14 Ed. São Paulo: Cortez,. NÉRICI, Imideo G .( 1977). Metodologia do ensino: uma introdução. São Paulo: Atlas,. NERICI, Imideo. (1963) Didáctica Geral. Fundo de Cultura. Brazil. RICHAR, I. Arends.(1995). Aprender a Ensinar. Me.Graw-Hell. Lisboa. RODRIGUEZ,Orlanda Dalila. (1991) Medicione e Evaluacion. Publicaciones Pruerturriquenos,Inc.