EMEF Germano Hübner
– Santa Tereza – 3º Distrito
– São Lourenço do Sul-RS –
“AVALIAÇÃO QUE NÃO CLASSIFICA
TAMBÉM NÃO AVALIA!”
Numa sociedade de classes é impossível limpar
totalmente os processos avaliativos nas
intervenções classificatórias.
O P R O B L E M A É D O S O U T R O S ? ? ?
M a n n h e i m a p l i c a v a q u e
a v a l i a r é o p a p e l q u e
c a b e a o p r o f e s s o r p o r
s u a c a r a c t e r í s t i c a
i n t e l e c t u a l
“Professor:
trabalhador e patrão no mesmo processo”
Em termos de aprendizagem o professor e
o aluno encontram-se sempre aprendendo,
embora em estágios diferentes.
Diante da relação ensino aprendizagem o
professor é trabalhador diante de um patrão
institucional, mas é chefe quando controla os
meios de produção.
“Imaginar avaliação isenta = ignorar o social”
A Escola principalmente a Pública destina-se a
desfazer a condição de massa de manobra e
instiga ao confronto de classes.
Vivemos em uma sociedade capitalista, até
por isto, se torna impossível deixar de
s e p a r a r g r u p o s o u c l a s s i f i c a r .
“A Educação de duas vias”
- Pode ser “oferta pobre
para o público pobre”...
Saber pensar para melhor intervir é
privilegiar a qualidade política...
E n t r e t a n t o . . .
“A ESCOLA não deve evitar a AVALIAÇÃO...”
A AVALIAÇÃO nos serve para:
- Comparar (estágios e no grupo);
- Confrontar capacidades (no tempo e
no grupo);
- Classificar em relação ao que se
pretende...
É pela avaliação que sabemos onde anda
nosso público em relação ao
conhecimento, e principalmente meio de
garantias para saber se ele está
aprendendo.
“Negar O SENTIDO REAL DA CLASSIFICAÇÃO é
recair ingenuamente no FUNCIONALISMO...”
- Comparar;
- Confrontar;
- Classificar;
- Contrastar.
Acima de tudo e antes de mais nada, AVALIAR É:
Ao invés de negar o contexto classificatório da avaliação,
devemos argumentar sobre as razões pedagógicas de fazê-la,
e dos riscos desta classificação justamente para preservar os
direitos de quem quer aprender, e estabelecendo estratégias
para igualar as OPORTUNIDADES.
“Avaliar para garantir O DIREITO DE APRENDER”
Administrar pedagogicamente a classificação!!!

Mitologias da avaliação: Pedro Demo em capítulos

  • 1.
    EMEF Germano Hübner –Santa Tereza – 3º Distrito – São Lourenço do Sul-RS –
  • 2.
    “AVALIAÇÃO QUE NÃOCLASSIFICA TAMBÉM NÃO AVALIA!” Numa sociedade de classes é impossível limpar totalmente os processos avaliativos nas intervenções classificatórias. O P R O B L E M A É D O S O U T R O S ? ? ? M a n n h e i m a p l i c a v a q u e a v a l i a r é o p a p e l q u e c a b e a o p r o f e s s o r p o r s u a c a r a c t e r í s t i c a i n t e l e c t u a l
  • 3.
    “Professor: trabalhador e patrãono mesmo processo” Em termos de aprendizagem o professor e o aluno encontram-se sempre aprendendo, embora em estágios diferentes. Diante da relação ensino aprendizagem o professor é trabalhador diante de um patrão institucional, mas é chefe quando controla os meios de produção.
  • 4.
    “Imaginar avaliação isenta= ignorar o social” A Escola principalmente a Pública destina-se a desfazer a condição de massa de manobra e instiga ao confronto de classes. Vivemos em uma sociedade capitalista, até por isto, se torna impossível deixar de s e p a r a r g r u p o s o u c l a s s i f i c a r .
  • 5.
    “A Educação deduas vias” - Pode ser “oferta pobre para o público pobre”... Saber pensar para melhor intervir é privilegiar a qualidade política... E n t r e t a n t o . . .
  • 6.
    “A ESCOLA nãodeve evitar a AVALIAÇÃO...” A AVALIAÇÃO nos serve para: - Comparar (estágios e no grupo); - Confrontar capacidades (no tempo e no grupo); - Classificar em relação ao que se pretende... É pela avaliação que sabemos onde anda nosso público em relação ao conhecimento, e principalmente meio de garantias para saber se ele está aprendendo.
  • 7.
    “Negar O SENTIDOREAL DA CLASSIFICAÇÃO é recair ingenuamente no FUNCIONALISMO...” - Comparar; - Confrontar; - Classificar; - Contrastar. Acima de tudo e antes de mais nada, AVALIAR É: Ao invés de negar o contexto classificatório da avaliação, devemos argumentar sobre as razões pedagógicas de fazê-la, e dos riscos desta classificação justamente para preservar os direitos de quem quer aprender, e estabelecendo estratégias para igualar as OPORTUNIDADES. “Avaliar para garantir O DIREITO DE APRENDER” Administrar pedagogicamente a classificação!!!