Os sofistas, considerados pseudos-filósofos, defendiam que não existem verdades absolutas, enfatizando um relativismo subjetivo e um ceticismo absoluto. Eles buscavam ensinar a arte da persuasão e refletiam sobre política e moral, sustentando que a felicidade humana depende do poder político e da riqueza. Suas contribuições para a educação e a oratória influenciaram a formação de conceitos pedagógicos e a defesa de interesses públicos.