SlideShare uma empresa Scribd logo
Santo Agostinho de Hipona
Prof. Juliano Batista
A relação entre Razão humana x Fé cristã
354 – 430 d.C.
Obras anteriores a conversão:
A fé colocada acima da razão: teocentrismo.
Obras posteriores a conversão:
- Contras os acadêmicos.
- Sobre a vida feliz.
- Sobre a ordem.
- Confissões – 13 livros.
- Sobre a imortalidade da alma.
- Sobre o livre arbítrio.
- Sobre a cidade de Deus.
- 217 Cartas, 93 Tratados e 500 Sermões.
▪Agostinho, embora incorporado à Filosofia Medieval, pertence ao quarto e último
período da Filosofia Antiga, conhecido ético, helenístico ou cosmopolita, que vai do
séc. III a.C. ao séc. VI d.C.
▪ Agostinho é o principal representante da filosofia greco-romano-cristã, que teve
início no séc. II d.C., e ficou conhecida como patrística.
▪ Patrística é o nome dado aos primeiros conceitos cristãos elaborados pelos
padres da Igreja Católica.
▪ Existem duas patrísticas: a grega e a romana/latina. A primeira busca conciliar fé
e razão e a segunda busca colocar a fé acima da razão. Agostinho pertence a
segunda.
Santo Agostinho de Hipona
Considerações importantes sobre Agostinho:
Prof. Juliano Batista julianojbs@gmail.com
Santo Agostinho de Hipona
Principais objetivos:
- A filosofia de Agostinho destaca-se pelo esforço de...
1) converter os pagãos;
2) combater heresias (doutrinas opostas aos dogmas da Igreja Católica);
3) justificar a fé cristã.
Prof. Juliano Batista julianojbs@gmail.com
1ª Parte: Agostinho nasceu em Tagaste, norte da África, e teve uma formação
humanística, nas áreas de Gramática e Retórica.
2ª Parte: Tempos depois, já com 19 anos, foi para Cartago onde viveu por
aproximadamente 10 anos e se tornou adepto e defensor da doutrina maniqueísta.
Para sobreviver nesta cidade Agostinho dava aulas de retórica.
3ª Parte: Na tentativa de melhorar de vida, Agostinho foi ser professor em Roma,
onde permaneceu por apenas 1 ano, mas tempo suficiente para abandonar o
maniqueísmo e adotar o ceticismo como concepção filosófica. Neste mesmo ano ele
recebe uma proposta para ser professor de Retórica em Milão a convite de Símaco.
4ª Parte: Em Milão, Agostinho abandona o ceticismo e adota o neoplatonismo de
Plotino, e também o pensamento cristão. Esse último por influência do bispo
Ambrósio de Hipona, que lhe apresentou as leituras de São Paulo.
Caminho Intelectual de Agostinho
Prof. Juliano Batista julianojbs@gmail.com
Portanto, pode-se concluir que Agostinho é neoplatônico e cristão, pois utilizou,
principalmente, as teorias de Platão para fundar as bases intelectuais do cristianismo
no Ocidente.
Pensamento de Platão: Pensamento de Agostinho:
Caminho Intelectual de Agostinho
- Mundo das Ideias - Cidade de Deus
Veja:
- Mundo das Sombras - Cidade dos Homens
- Ideias - O pensamento de Deus
- Cópias - Criações de Deus
- Alma - Sopro divino
- Demiurgo - Deus ou Luz
- Imagem e semelhança de Deus- Homem
Prof. Juliano Batista
- Maniqueus: afirmam a existência de dois seres supremos e iguais que garantem a
ordem do universo, a saber: o bem e o mal.
- Donatistas: negam a validade dos sacramentos ministrados por pessoas pecadoras ou
indignas de Deus.
- Pelagianos: negam o pecado original (Adão e Eva) e, consequentemente, a
necessidade de redenção – salvação ou resgate por Jesus Cristo.
- Céticos: negam a possibilidade de alcançar o conhecimento verdadeiro, seja ele qual for, por
isso defendem a suspensão do juízo.
Adversários de Agostinho
Prof. Juliano Batista
Imagem dos Adversários de Agostinho
Maniqueísmo
A dúvida é um importante
preceito cético.
Prof. Juliano Batista julianojbs@gmail.com
Agostinho coloca dois problemas para essa teoria:
1º É possível conhecer a verdade?
2º Se for possível conhecer a verdade, como é possível conhecê-la?
A primeira questão Agostinho responde fazendo uma crítica ao ceticismo absoluto
de Górgias de Leontini e ao ceticismo da terceira academia platônica, cujo
pensamento é fundado por Pírron de Élis. Para tanto, ele demonstra que é sim
possível conhecer com certeza algumas verdades, como por exemplo:
- O princípio da não-contradição;
- A própria existência;
- Axiomas do tipo: o todo é maior do que as partes.
Resposta do primeiro problema:
Teoria do Conhecimento Agostiniana
Prof. Juliano Batista
Teoria do Conhecimento Agostiniana
Homem = corpo + alma + nous
- Corpo: ao contrário da filosofia greco-romana, em Agostinho, o corpo não adquire
nenhum tipo de conhecimento, servindo apenas como mediador da alma com as
coisas perceptíveis de modo indutivo;
- Alma: representa em Agostinho os sentidos. Ou seja, refere-se às sensações como
uma atividade exclusiva da alma, que através do corpo recebe a impressão de outros
corpos;
- Nous: representa a razão natural/inferior/humana, que possui a capacidade de
interpretar, por abstração/dedução, as leis que regem a natureza.

Razão Superior = Nous + Iluminação Divina = Verdades Eternas
Prof. Juliano Batista julianojbs@gmail.com
Para responder a segunda questão, Agostinho distingue...
Teoria do Conhecimento Agostiniana
Razão Superior, Razão Inferior e Sentidos
1º. três operações da mente humana:
2º três grupos de objetos conhecidos:
Verdades Eternas, Leis Naturais e Qualidade dos Corpos
3º três tipos possíveis de conhecimento:
Divino/Sacro, Científico/Episteme e Sensível/Opinião
Prof. Juliano Batista
Teoria do Conhecimento Agostiniana
Operações da Mente Grupos de Objetos Tipos de Conhecimento
- Sentidos Qualidade dos Corpos Conhecimento Sensível: opinião
- Razão Inferior/Natural Leis da Natureza Conhec. Científico: epistemologia
- Razão Superior
(Razão Natural e Iluminação Divina)
Verdades Eternas Conhecimento Divino
Prof. Juliano Batista
- O conhecimento sensível é obtido pelos sentidos (raciocínio indutivo), que possui
como objeto de estudo a qualidade dos corpos (cores, sons, cheiro, tato e paladar). Esse
conhecimento é acessível a todos os homens salutares, pois se encontra no plano
material/corpóreo (concreto).
- O conhecimento científico é obtido pela razão inferior/comum/natural ou intelecto
humano (raciocínio dedutivo), que possui como objeto de estudo as leis naturais. Esse
conhecimento é acessível a todos os homens salutares, pois se encontra no plano
material/corpóreo (abstrato).
- O conhecimento divino é obtido pela razão superior (razão inferior e iluminação
divina), que possui como objeto de estudo as Verdades Eternas. Esse conhecimento,
espiritual/imaterial/incorpóreo, é acessível somente a alguns homens, pois poucos são os
escolhidos – Iluminados.
Tipologias Cognitivas Agostiniana
Prof. Juliano Batista julianojbs@gmail.com
Agora você já sabe que a Teoria da Iluminação Divina, em Santo Agostinho, possui
duas interpretações possíveis, são elas:
1ª. Na Teoria do Conhecimento: que é o modo
como os homens alcançam conhecimento divino
ou ideias da mente de Deus, que é a única
Verdade Eterna, que é a própria revelação; e
Sagrado vs. Profano
2ª. Na Ética: que é o modo como os homens
decidem suas ações, ora pela vontade humana
(pecado) ora pela vontade divina (salvação).
julianojbs@gmail.com
Vale ressaltar que Agostinho, assim como Platão, acredita que as verdades não
podem vir da experiência sensível. Todavia, Agostinho ao contrário de Platão, não
admite a pré-existência das almas, negando pois, a Teoria da Reminiscência
platônica que defende a metempsicose como processo de evolução das almas. Na
reminiscência agostiniana a recordação é pela Iluminação. Nesse sentido não há
reencarnação, mas somente a ressurreição dos corpos, pois o homem é salvo pela
Luz Divina, que o cria o conduz e o espera no juízo final.
Teorias da Reminiscência
Teoria da Reminiscência Platônica Teoria da Reminiscência Agostiniana≠
-Teoria da Reminiscência Platônica: a recordação das ideias inatas
(matemática/ciência e filosofia) ocorre em todos os homens através da metempsicose.
-Teoria da Reminiscência Agostiniana: a recordação das ideias inatas (Verdades
Eternas – Deus) ocorre em poucos homens através da Iluminação Divina.
- Para Agostinho a razão tenta explicar o que a fé antecipou. Logo, a razão conhece,
mas é a fé, Iluminação Divina, que permite dizer se tal conhecimento é verdadeiro.
Neste sentido, a Iluminação é uma Luz especial e incorpórea que permite aos
predestinados chegarem até Deus.
- Fé em Agostinho não significa somente crer em Deus. O conceito de fé tem um
sentido mais amplo, que é ser escolhido por Deus.
- O Concílio de Cartago em 417 d.C., presidido pelo Papa Zózimo, condenou como
heresia a teoria teológica de Pelágio, que afirmava ser as boas obras e a boa vontade,
autonomia do sujeito, suficientes para a salvação.
Importantes Considerações em Agostinho
Máxima:
“Creio tudo o que entendo, mas nem tudo que creio também entendo. Tudo o que
compreendo conheço, mas nem tudo que creio conheço”. Agostinho. De Magistro. São Paulo:
Abril Cultural, 1973. p. 319. Coleção "Os Pensadores".
Prof. Juliano Batista
 Afirma que a salvação depende da graça ou Iluminação Divina.
Afirma que as ações (atos humanos) devem ser
determinados pela razão. Neste sentido o sujeito
(indivíduo) se identifica com o cidadão da pólis,
isto é, como homem político e social que possui a
autonomia de sua vida moral.
Afirma que as ações (atos humanos) são determinados pela vontade. Neste sentido o
sujeito (indivíduo) se identifica com o próprio homem ou com Deus, isto é, com a
necessidade de salvação ou graça divina.
Filosofias da Moral
Filosofia greco-romano-cristã (patrística latina): ética cristã
Filosofia greco-romana: ética pagã
Prof. Juliano Batista julianojbs@gmail.com
Ética pagã vs. Ética cristã
Nos moldes de Agostinho...
 Ética pagã: ação determinada pela razão. Conceito negado por Agostinho.
 Ética cristã: ação determinada pela vontade. Conceito proposto por Agostinho. Nela há
dois tipos de ações possíveis da vontade, são elas:
1ª. Vontade de Deus, que representa: o bem, a submissão, o espírito e a liberdade.
Caminho da salvação, mas só para alguns escolhidos por Deus;
2ª. Vontade do homem, que representa: o mal, a autonomia, o corpo e a
escravidão. Caminho do pecado.
A escolha de qual vontade seguir depende do livre arbítrio.
ABBAGNANO, Nicola. História da Filosofia. Lisboa: Presença, 1992.
ARANHA, M. L. & MARTINS, M. H. P. Filosofando. São Paulo: Moderna, 2003.
CHAUÍ, M. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 2003.
CHALITA, G. Vivendo a filosofia. São Paulo: Atual, 2002.
COTRIM, G. Fundamentos da filosofia. São Paulo: Saraiva, 2002 [e 2006].
GILES, T. R. Introdução à Filosofia. São Paulo: EDUSP, 1979.
MANDIN, B. Os filósofos do ocidente. São Paulo: Paulus, 1982.
OLIVEIRA, A. M. (org.). Primeira filosofia. São Paulo: Brasiliense, 1996.
REZENDE, A. (org.). Curso de filosofia; para professores e alunos dos cursos de
segundo grau e de graduação. Rio de Janeiro: Jorge Zahar editor, 2002.
Referências Bibliográficas
Prof. Juliano Juliano.filosofia@gmail.com

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Introdução à filosofia
Introdução à filosofiaIntrodução à filosofia
Introdução à filosofia
José Aristides Silva Gamito
 
Sócrates
SócratesSócrates
Sócrates
Péricles Penuel
 
Período helenístico
Período helenísticoPeríodo helenístico
Período helenístico
Juliana Corvino de Araújo
 
Patristica e escolastica
Patristica e escolasticaPatristica e escolastica
Patristica e escolastica
Over Lane
 
Filosofia Política
Filosofia PolíticaFilosofia Política
Filosofia Política
José Ferreira Júnior
 
O que é Filosofia?
O que é Filosofia?O que é Filosofia?
O que é Filosofia?
Claudio Henrique Ramos Sales
 
Aula de filosofia antiga, tema: Sócrates
Aula de filosofia antiga, tema: SócratesAula de filosofia antiga, tema: Sócrates
Aula de filosofia antiga, tema: Sócrates
Leandro Nazareth Souto
 
Racionalismo x Empirismo
Racionalismo x EmpirismoRacionalismo x Empirismo
Racionalismo x Empirismo
Leonardo Leitão
 
Os pré-socráticos
Os pré-socráticosOs pré-socráticos
Os pré-socráticos
João Paulo Rodrigues
 
Filósofos Pré socráticos
Filósofos Pré socráticosFilósofos Pré socráticos
Filósofos Pré socráticos
Juliana Corvino de Araújo
 
Existencialismo
ExistencialismoExistencialismo
Existencialismo
Portal do Vestibulando
 
Aula de filosofia antiga, tema: Sofistas
Aula de filosofia antiga, tema: SofistasAula de filosofia antiga, tema: Sofistas
Aula de filosofia antiga, tema: Sofistas
Leandro Nazareth Souto
 
Platão
PlatãoPlatão
Nietzsche
NietzscheNietzsche
Aula 08 - O Empirismo
Aula 08 - O EmpirismoAula 08 - O Empirismo
Aula 08 - O Empirismo
Claudio Henrique Ramos Sales
 
Filosofia Socrática
Filosofia SocráticaFilosofia Socrática
Filosofia Socrática
Juliana Corvino de Araújo
 
Filosofia medieval slide
Filosofia medieval slideFilosofia medieval slide
Filosofia medieval slide
Alexandre Misturini
 
John Locke - Empirismo
John Locke - EmpirismoJohn Locke - Empirismo
John Locke - Empirismo
Elisama Lopes
 
Aulas de filosofia platão
Aulas de filosofia platãoAulas de filosofia platão
Aulas de filosofia platão
Péricles Penuel
 
1 teoria do conhecimento
1 teoria do conhecimento1 teoria do conhecimento
1 teoria do conhecimento
Erica Frau
 

Mais procurados (20)

Introdução à filosofia
Introdução à filosofiaIntrodução à filosofia
Introdução à filosofia
 
Sócrates
SócratesSócrates
Sócrates
 
Período helenístico
Período helenísticoPeríodo helenístico
Período helenístico
 
Patristica e escolastica
Patristica e escolasticaPatristica e escolastica
Patristica e escolastica
 
Filosofia Política
Filosofia PolíticaFilosofia Política
Filosofia Política
 
O que é Filosofia?
O que é Filosofia?O que é Filosofia?
O que é Filosofia?
 
Aula de filosofia antiga, tema: Sócrates
Aula de filosofia antiga, tema: SócratesAula de filosofia antiga, tema: Sócrates
Aula de filosofia antiga, tema: Sócrates
 
Racionalismo x Empirismo
Racionalismo x EmpirismoRacionalismo x Empirismo
Racionalismo x Empirismo
 
Os pré-socráticos
Os pré-socráticosOs pré-socráticos
Os pré-socráticos
 
Filósofos Pré socráticos
Filósofos Pré socráticosFilósofos Pré socráticos
Filósofos Pré socráticos
 
Existencialismo
ExistencialismoExistencialismo
Existencialismo
 
Aula de filosofia antiga, tema: Sofistas
Aula de filosofia antiga, tema: SofistasAula de filosofia antiga, tema: Sofistas
Aula de filosofia antiga, tema: Sofistas
 
Platão
PlatãoPlatão
Platão
 
Nietzsche
NietzscheNietzsche
Nietzsche
 
Aula 08 - O Empirismo
Aula 08 - O EmpirismoAula 08 - O Empirismo
Aula 08 - O Empirismo
 
Filosofia Socrática
Filosofia SocráticaFilosofia Socrática
Filosofia Socrática
 
Filosofia medieval slide
Filosofia medieval slideFilosofia medieval slide
Filosofia medieval slide
 
John Locke - Empirismo
John Locke - EmpirismoJohn Locke - Empirismo
John Locke - Empirismo
 
Aulas de filosofia platão
Aulas de filosofia platãoAulas de filosofia platão
Aulas de filosofia platão
 
1 teoria do conhecimento
1 teoria do conhecimento1 teoria do conhecimento
1 teoria do conhecimento
 

Semelhante a Aula de filosofia antiga, tema: Santo Agostinho de Hipona

Agostinho vida e obras
Agostinho   vida e obrasAgostinho   vida e obras
Agostinho vida e obras
suanicarvalho
 
Agostinho vida e obras
Agostinho   vida e obrasAgostinho   vida e obras
Agostinho vida e obras
Deusdete Soares
 
Aula 6 Santo Agostinho filosaaaa EM.pptx
Aula 6 Santo Agostinho filosaaaa EM.pptxAula 6 Santo Agostinho filosaaaa EM.pptx
Aula 6 Santo Agostinho filosaaaa EM.pptx
AntonioCesarBurnat1
 
Idade Média e a Filosofia Cristã.pptx
Idade Média e a Filosofia Cristã.pptxIdade Média e a Filosofia Cristã.pptx
Idade Média e a Filosofia Cristã.pptx
DANIELRIBEIROPRVE
 
A filosofia cristã de agostinho
A filosofia cristã de agostinhoA filosofia cristã de agostinho
A filosofia cristã de agostinho
Jorge Miklos
 
SANTO AGOSTINHO_ Wagner.pptx
 SANTO AGOSTINHO_ Wagner.pptx SANTO AGOSTINHO_ Wagner.pptx
SANTO AGOSTINHO_ Wagner.pptx
Wagner Stefani
 
Tcc que fala sobre a alma em Santo Agostinho
Tcc que fala sobre a alma em Santo AgostinhoTcc que fala sobre a alma em Santo Agostinho
Tcc que fala sobre a alma em Santo Agostinho
adelvaniasouza souza
 
Neoplatonismo.pptx
Neoplatonismo.pptxNeoplatonismo.pptx
Neoplatonismo.pptx
MATEUSJANSENDEBRITO
 
Aquino e Agostinho
Aquino e Agostinho Aquino e Agostinho
Aquino e Agostinho
Matheus Felipe
 
Filosofia medieval pensamento_cristao_exercicios
Filosofia medieval pensamento_cristao_exerciciosFilosofia medieval pensamento_cristao_exercicios
Filosofia medieval pensamento_cristao_exercicios
Thayro Soares da Paixão
 
Filosofia medieval pensamento_cristao_exercicios
Filosofia medieval pensamento_cristao_exerciciosFilosofia medieval pensamento_cristao_exercicios
Filosofia medieval pensamento_cristao_exercicios
Vanderley Da Silva Acstro
 
éTica na história
éTica na históriaéTica na história
éTica na história
Marcela Marangon Ribeiro
 
Filosofia Medieval
Filosofia MedievalFilosofia Medieval
Filosofia Medieval
Juliana Corvino de Araújo
 
Faceli - Direito - 2° Período - Curso de Filosofia do Direito - 05 - Períodos...
Faceli - Direito - 2° Período - Curso de Filosofia do Direito - 05 - Períodos...Faceli - Direito - 2° Período - Curso de Filosofia do Direito - 05 - Períodos...
Faceli - Direito - 2° Período - Curso de Filosofia do Direito - 05 - Períodos...
Jordano Santos Cerqueira
 
Uma síntese sobre os princípios da Teologia e da Filosofia Agostiniana - Virn...
Uma síntese sobre os princípios da Teologia e da Filosofia Agostiniana - Virn...Uma síntese sobre os princípios da Teologia e da Filosofia Agostiniana - Virn...
Uma síntese sobre os princípios da Teologia e da Filosofia Agostiniana - Virn...
Virna Salgado Barra
 
Introducao a exegese_e_hermeneutica_-_filosofias_e_heresias_do_novo_testamento
Introducao a exegese_e_hermeneutica_-_filosofias_e_heresias_do_novo_testamentoIntroducao a exegese_e_hermeneutica_-_filosofias_e_heresias_do_novo_testamento
Introducao a exegese_e_hermeneutica_-_filosofias_e_heresias_do_novo_testamento
jeconiaseandreia
 
Introducao a exegese_e_hermeneutica_-_filosofias_e_heresias_do_novo_testamento
Introducao a exegese_e_hermeneutica_-_filosofias_e_heresias_do_novo_testamentoIntroducao a exegese_e_hermeneutica_-_filosofias_e_heresias_do_novo_testamento
Introducao a exegese_e_hermeneutica_-_filosofias_e_heresias_do_novo_testamento
jeconiaseandreia
 
A descoberta do mundo das idéias em platão
A descoberta do mundo das idéias em platãoA descoberta do mundo das idéias em platão
A descoberta do mundo das idéias em platão
osmaralmeida
 
Psicologia da educação.pptx
Psicologia da educação.pptxPsicologia da educação.pptx
Psicologia da educação.pptx
RENATOGOMESMACHADO2
 
Apresentações Sociais
Apresentações SociaisApresentações Sociais
Apresentações Sociais
itassa
 

Semelhante a Aula de filosofia antiga, tema: Santo Agostinho de Hipona (20)

Agostinho vida e obras
Agostinho   vida e obrasAgostinho   vida e obras
Agostinho vida e obras
 
Agostinho vida e obras
Agostinho   vida e obrasAgostinho   vida e obras
Agostinho vida e obras
 
Aula 6 Santo Agostinho filosaaaa EM.pptx
Aula 6 Santo Agostinho filosaaaa EM.pptxAula 6 Santo Agostinho filosaaaa EM.pptx
Aula 6 Santo Agostinho filosaaaa EM.pptx
 
Idade Média e a Filosofia Cristã.pptx
Idade Média e a Filosofia Cristã.pptxIdade Média e a Filosofia Cristã.pptx
Idade Média e a Filosofia Cristã.pptx
 
A filosofia cristã de agostinho
A filosofia cristã de agostinhoA filosofia cristã de agostinho
A filosofia cristã de agostinho
 
SANTO AGOSTINHO_ Wagner.pptx
 SANTO AGOSTINHO_ Wagner.pptx SANTO AGOSTINHO_ Wagner.pptx
SANTO AGOSTINHO_ Wagner.pptx
 
Tcc que fala sobre a alma em Santo Agostinho
Tcc que fala sobre a alma em Santo AgostinhoTcc que fala sobre a alma em Santo Agostinho
Tcc que fala sobre a alma em Santo Agostinho
 
Neoplatonismo.pptx
Neoplatonismo.pptxNeoplatonismo.pptx
Neoplatonismo.pptx
 
Aquino e Agostinho
Aquino e Agostinho Aquino e Agostinho
Aquino e Agostinho
 
Filosofia medieval pensamento_cristao_exercicios
Filosofia medieval pensamento_cristao_exerciciosFilosofia medieval pensamento_cristao_exercicios
Filosofia medieval pensamento_cristao_exercicios
 
Filosofia medieval pensamento_cristao_exercicios
Filosofia medieval pensamento_cristao_exerciciosFilosofia medieval pensamento_cristao_exercicios
Filosofia medieval pensamento_cristao_exercicios
 
éTica na história
éTica na históriaéTica na história
éTica na história
 
Filosofia Medieval
Filosofia MedievalFilosofia Medieval
Filosofia Medieval
 
Faceli - Direito - 2° Período - Curso de Filosofia do Direito - 05 - Períodos...
Faceli - Direito - 2° Período - Curso de Filosofia do Direito - 05 - Períodos...Faceli - Direito - 2° Período - Curso de Filosofia do Direito - 05 - Períodos...
Faceli - Direito - 2° Período - Curso de Filosofia do Direito - 05 - Períodos...
 
Uma síntese sobre os princípios da Teologia e da Filosofia Agostiniana - Virn...
Uma síntese sobre os princípios da Teologia e da Filosofia Agostiniana - Virn...Uma síntese sobre os princípios da Teologia e da Filosofia Agostiniana - Virn...
Uma síntese sobre os princípios da Teologia e da Filosofia Agostiniana - Virn...
 
Introducao a exegese_e_hermeneutica_-_filosofias_e_heresias_do_novo_testamento
Introducao a exegese_e_hermeneutica_-_filosofias_e_heresias_do_novo_testamentoIntroducao a exegese_e_hermeneutica_-_filosofias_e_heresias_do_novo_testamento
Introducao a exegese_e_hermeneutica_-_filosofias_e_heresias_do_novo_testamento
 
Introducao a exegese_e_hermeneutica_-_filosofias_e_heresias_do_novo_testamento
Introducao a exegese_e_hermeneutica_-_filosofias_e_heresias_do_novo_testamentoIntroducao a exegese_e_hermeneutica_-_filosofias_e_heresias_do_novo_testamento
Introducao a exegese_e_hermeneutica_-_filosofias_e_heresias_do_novo_testamento
 
A descoberta do mundo das idéias em platão
A descoberta do mundo das idéias em platãoA descoberta do mundo das idéias em platão
A descoberta do mundo das idéias em platão
 
Psicologia da educação.pptx
Psicologia da educação.pptxPsicologia da educação.pptx
Psicologia da educação.pptx
 
Apresentações Sociais
Apresentações SociaisApresentações Sociais
Apresentações Sociais
 

Mais de Leandro Nazareth Souto

Laudato si - Papa Francisco (exposição no Brasil)
Laudato si - Papa Francisco (exposição no Brasil)Laudato si - Papa Francisco (exposição no Brasil)
Laudato si - Papa Francisco (exposição no Brasil)
Leandro Nazareth Souto
 
Quem somos nós, muçulmanos
Quem somos nós, muçulmanosQuem somos nós, muçulmanos
Quem somos nós, muçulmanos
Leandro Nazareth Souto
 
Jesus, cristo e os desafios do ecumenismo e do diálogo inter religioso
Jesus, cristo e os desafios do ecumenismo e do diálogo inter religiosoJesus, cristo e os desafios do ecumenismo e do diálogo inter religioso
Jesus, cristo e os desafios do ecumenismo e do diálogo inter religioso
Leandro Nazareth Souto
 
Fé e razão, uma conversa entre a ciência e a religião
Fé e razão, uma conversa entre a ciência e a religiãoFé e razão, uma conversa entre a ciência e a religião
Fé e razão, uma conversa entre a ciência e a religião
Leandro Nazareth Souto
 
Livro da Sabedoria Antigo Testamento
Livro da Sabedoria Antigo TestamentoLivro da Sabedoria Antigo Testamento
Livro da Sabedoria Antigo Testamento
Leandro Nazareth Souto
 
Jesus, Cristo e o desafio das missões
Jesus, Cristo e o desafio das missõesJesus, Cristo e o desafio das missões
Jesus, Cristo e o desafio das missões
Leandro Nazareth Souto
 
Do mundo fechado ao universo infinito (Capítulos VII e VIII)
Do mundo fechado ao universo infinito (Capítulos VII e VIII)Do mundo fechado ao universo infinito (Capítulos VII e VIII)
Do mundo fechado ao universo infinito (Capítulos VII e VIII)
Leandro Nazareth Souto
 
A misericórdia é o segredo de deus
A misericórdia é o segredo de deusA misericórdia é o segredo de deus
A misericórdia é o segredo de deus
Leandro Nazareth Souto
 
Livro de Juízes Antigo Testamento
Livro de Juízes Antigo TestamentoLivro de Juízes Antigo Testamento
Livro de Juízes Antigo Testamento
Leandro Nazareth Souto
 
Encontrar com Deus é potencializar as VIRTUDES humanas e cristãs
Encontrar com Deus é potencializar as VIRTUDES humanas e cristãsEncontrar com Deus é potencializar as VIRTUDES humanas e cristãs
Encontrar com Deus é potencializar as VIRTUDES humanas e cristãs
Leandro Nazareth Souto
 
O que sabemos sobre a bíblia
O que sabemos sobre a bíbliaO que sabemos sobre a bíblia
O que sabemos sobre a bíblia
Leandro Nazareth Souto
 
Como ter um (r) encontro com jesus, tornando se seu discípulo amado à luz da ...
Como ter um (r) encontro com jesus, tornando se seu discípulo amado à luz da ...Como ter um (r) encontro com jesus, tornando se seu discípulo amado à luz da ...
Como ter um (r) encontro com jesus, tornando se seu discípulo amado à luz da ...
Leandro Nazareth Souto
 
As influências da religião e filosofia antiga grega na construção da doutrina...
As influências da religião e filosofia antiga grega na construção da doutrina...As influências da religião e filosofia antiga grega na construção da doutrina...
As influências da religião e filosofia antiga grega na construção da doutrina...
Leandro Nazareth Souto
 
Aula de filosofia antiga, tema: Antropogênese
Aula de filosofia antiga, tema: AntropogêneseAula de filosofia antiga, tema: Antropogênese
Aula de filosofia antiga, tema: Antropogênese
Leandro Nazareth Souto
 
Aula de filosofia antiga, tema: Liberdade vs. determinismo
Aula de filosofia antiga, tema: Liberdade vs. determinismoAula de filosofia antiga, tema: Liberdade vs. determinismo
Aula de filosofia antiga, tema: Liberdade vs. determinismo
Leandro Nazareth Souto
 
Aula de filosofia antiga, tema: A questão dos universais
Aula de filosofia antiga, tema: A questão dos universaisAula de filosofia antiga, tema: A questão dos universais
Aula de filosofia antiga, tema: A questão dos universais
Leandro Nazareth Souto
 
Aula de filosofia antiga, tema: Filosofia Helênica
Aula de filosofia antiga, tema: Filosofia HelênicaAula de filosofia antiga, tema: Filosofia Helênica
Aula de filosofia antiga, tema: Filosofia Helênica
Leandro Nazareth Souto
 
Aula de filosofia antiga, tema: Heráclito de Éfeso
Aula de filosofia antiga, tema: Heráclito de ÉfesoAula de filosofia antiga, tema: Heráclito de Éfeso
Aula de filosofia antiga, tema: Heráclito de Éfeso
Leandro Nazareth Souto
 
Aula de filosofia antiga, tema: Platão de Atenas (aula 2)
Aula de filosofia antiga, tema: Platão de Atenas (aula 2)Aula de filosofia antiga, tema: Platão de Atenas (aula 2)
Aula de filosofia antiga, tema: Platão de Atenas (aula 2)
Leandro Nazareth Souto
 
Somos a essência e a transformação no mundo de hoje
Somos a essência e a transformação no mundo de hojeSomos a essência e a transformação no mundo de hoje
Somos a essência e a transformação no mundo de hoje
Leandro Nazareth Souto
 

Mais de Leandro Nazareth Souto (20)

Laudato si - Papa Francisco (exposição no Brasil)
Laudato si - Papa Francisco (exposição no Brasil)Laudato si - Papa Francisco (exposição no Brasil)
Laudato si - Papa Francisco (exposição no Brasil)
 
Quem somos nós, muçulmanos
Quem somos nós, muçulmanosQuem somos nós, muçulmanos
Quem somos nós, muçulmanos
 
Jesus, cristo e os desafios do ecumenismo e do diálogo inter religioso
Jesus, cristo e os desafios do ecumenismo e do diálogo inter religiosoJesus, cristo e os desafios do ecumenismo e do diálogo inter religioso
Jesus, cristo e os desafios do ecumenismo e do diálogo inter religioso
 
Fé e razão, uma conversa entre a ciência e a religião
Fé e razão, uma conversa entre a ciência e a religiãoFé e razão, uma conversa entre a ciência e a religião
Fé e razão, uma conversa entre a ciência e a religião
 
Livro da Sabedoria Antigo Testamento
Livro da Sabedoria Antigo TestamentoLivro da Sabedoria Antigo Testamento
Livro da Sabedoria Antigo Testamento
 
Jesus, Cristo e o desafio das missões
Jesus, Cristo e o desafio das missõesJesus, Cristo e o desafio das missões
Jesus, Cristo e o desafio das missões
 
Do mundo fechado ao universo infinito (Capítulos VII e VIII)
Do mundo fechado ao universo infinito (Capítulos VII e VIII)Do mundo fechado ao universo infinito (Capítulos VII e VIII)
Do mundo fechado ao universo infinito (Capítulos VII e VIII)
 
A misericórdia é o segredo de deus
A misericórdia é o segredo de deusA misericórdia é o segredo de deus
A misericórdia é o segredo de deus
 
Livro de Juízes Antigo Testamento
Livro de Juízes Antigo TestamentoLivro de Juízes Antigo Testamento
Livro de Juízes Antigo Testamento
 
Encontrar com Deus é potencializar as VIRTUDES humanas e cristãs
Encontrar com Deus é potencializar as VIRTUDES humanas e cristãsEncontrar com Deus é potencializar as VIRTUDES humanas e cristãs
Encontrar com Deus é potencializar as VIRTUDES humanas e cristãs
 
O que sabemos sobre a bíblia
O que sabemos sobre a bíbliaO que sabemos sobre a bíblia
O que sabemos sobre a bíblia
 
Como ter um (r) encontro com jesus, tornando se seu discípulo amado à luz da ...
Como ter um (r) encontro com jesus, tornando se seu discípulo amado à luz da ...Como ter um (r) encontro com jesus, tornando se seu discípulo amado à luz da ...
Como ter um (r) encontro com jesus, tornando se seu discípulo amado à luz da ...
 
As influências da religião e filosofia antiga grega na construção da doutrina...
As influências da religião e filosofia antiga grega na construção da doutrina...As influências da religião e filosofia antiga grega na construção da doutrina...
As influências da religião e filosofia antiga grega na construção da doutrina...
 
Aula de filosofia antiga, tema: Antropogênese
Aula de filosofia antiga, tema: AntropogêneseAula de filosofia antiga, tema: Antropogênese
Aula de filosofia antiga, tema: Antropogênese
 
Aula de filosofia antiga, tema: Liberdade vs. determinismo
Aula de filosofia antiga, tema: Liberdade vs. determinismoAula de filosofia antiga, tema: Liberdade vs. determinismo
Aula de filosofia antiga, tema: Liberdade vs. determinismo
 
Aula de filosofia antiga, tema: A questão dos universais
Aula de filosofia antiga, tema: A questão dos universaisAula de filosofia antiga, tema: A questão dos universais
Aula de filosofia antiga, tema: A questão dos universais
 
Aula de filosofia antiga, tema: Filosofia Helênica
Aula de filosofia antiga, tema: Filosofia HelênicaAula de filosofia antiga, tema: Filosofia Helênica
Aula de filosofia antiga, tema: Filosofia Helênica
 
Aula de filosofia antiga, tema: Heráclito de Éfeso
Aula de filosofia antiga, tema: Heráclito de ÉfesoAula de filosofia antiga, tema: Heráclito de Éfeso
Aula de filosofia antiga, tema: Heráclito de Éfeso
 
Aula de filosofia antiga, tema: Platão de Atenas (aula 2)
Aula de filosofia antiga, tema: Platão de Atenas (aula 2)Aula de filosofia antiga, tema: Platão de Atenas (aula 2)
Aula de filosofia antiga, tema: Platão de Atenas (aula 2)
 
Somos a essência e a transformação no mundo de hoje
Somos a essência e a transformação no mundo de hojeSomos a essência e a transformação no mundo de hoje
Somos a essência e a transformação no mundo de hoje
 

Último

Administração Em Enfermagem.pptx caala - Cópia-1.pptx
Administração Em Enfermagem.pptx caala - Cópia-1.pptxAdministração Em Enfermagem.pptx caala - Cópia-1.pptx
Administração Em Enfermagem.pptx caala - Cópia-1.pptx
helenawaya9
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Luzia Gabriele
 
Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...
Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...
Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...
Falcão Brasil
 
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdfIntrodução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
valdeci17
 
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da TerraUma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Luiz C. da Silva
 
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdfPortfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Falcão Brasil
 
Aula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdf
Aula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdfAula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdf
Aula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdf
ProfessoraSilmaraArg
 
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdfA Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
Falcão Brasil
 
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
Manuais Formação
 
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
principeandregalli
 
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdfEscola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Falcão Brasil
 
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.pptAnálise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Falcão Brasil
 
Que Pena Amor! Eugénio de Sá - Soneto.ppsx
Que Pena Amor! Eugénio de Sá - Soneto.ppsxQue Pena Amor! Eugénio de Sá - Soneto.ppsx
Que Pena Amor! Eugénio de Sá - Soneto.ppsx
Luzia Gabriele
 
Intendência da Aeronáutica. Somos um, sou você Intendência!.pdf
Intendência da Aeronáutica. Somos um, sou você Intendência!.pdfIntendência da Aeronáutica. Somos um, sou você Intendência!.pdf
Intendência da Aeronáutica. Somos um, sou você Intendência!.pdf
Falcão Brasil
 
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdfOrganograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Falcão Brasil
 
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Bibliotecas Escolares AEIDH
 
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Falcão Brasil
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
Mary Alvarenga
 

Último (20)

Administração Em Enfermagem.pptx caala - Cópia-1.pptx
Administração Em Enfermagem.pptx caala - Cópia-1.pptxAdministração Em Enfermagem.pptx caala - Cópia-1.pptx
Administração Em Enfermagem.pptx caala - Cópia-1.pptx
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
 
Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...
Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...
Endereços — Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia - ...
 
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdfIntrodução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
 
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da TerraUma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
 
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdfPortfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
Portfólio Estratégico da Força Aérea Brasileira (FAB).pdf
 
Aula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdf
Aula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdfAula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdf
Aula 3 CURSO LETRANDO (classes gramaticais).pdf
 
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdfA Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
 
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
 
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
 
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdfEscola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR).pdf
 
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.pptAnálise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
 
Que Pena Amor! Eugénio de Sá - Soneto.ppsx
Que Pena Amor! Eugénio de Sá - Soneto.ppsxQue Pena Amor! Eugénio de Sá - Soneto.ppsx
Que Pena Amor! Eugénio de Sá - Soneto.ppsx
 
VIAGEM AO PASSADO -
VIAGEM AO PASSADO                        -VIAGEM AO PASSADO                        -
VIAGEM AO PASSADO -
 
Intendência da Aeronáutica. Somos um, sou você Intendência!.pdf
Intendência da Aeronáutica. Somos um, sou você Intendência!.pdfIntendência da Aeronáutica. Somos um, sou você Intendência!.pdf
Intendência da Aeronáutica. Somos um, sou você Intendência!.pdf
 
Elogio da Saudade .
Elogio da Saudade                          .Elogio da Saudade                          .
Elogio da Saudade .
 
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdfOrganograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
 
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
Boletim informativo - Contacto - julho de 2024
 
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
 

Aula de filosofia antiga, tema: Santo Agostinho de Hipona

  • 1. Santo Agostinho de Hipona Prof. Juliano Batista A relação entre Razão humana x Fé cristã 354 – 430 d.C. Obras anteriores a conversão: A fé colocada acima da razão: teocentrismo. Obras posteriores a conversão: - Contras os acadêmicos. - Sobre a vida feliz. - Sobre a ordem. - Confissões – 13 livros. - Sobre a imortalidade da alma. - Sobre o livre arbítrio. - Sobre a cidade de Deus. - 217 Cartas, 93 Tratados e 500 Sermões.
  • 2. ▪Agostinho, embora incorporado à Filosofia Medieval, pertence ao quarto e último período da Filosofia Antiga, conhecido ético, helenístico ou cosmopolita, que vai do séc. III a.C. ao séc. VI d.C. ▪ Agostinho é o principal representante da filosofia greco-romano-cristã, que teve início no séc. II d.C., e ficou conhecida como patrística. ▪ Patrística é o nome dado aos primeiros conceitos cristãos elaborados pelos padres da Igreja Católica. ▪ Existem duas patrísticas: a grega e a romana/latina. A primeira busca conciliar fé e razão e a segunda busca colocar a fé acima da razão. Agostinho pertence a segunda. Santo Agostinho de Hipona Considerações importantes sobre Agostinho: Prof. Juliano Batista julianojbs@gmail.com
  • 3. Santo Agostinho de Hipona Principais objetivos: - A filosofia de Agostinho destaca-se pelo esforço de... 1) converter os pagãos; 2) combater heresias (doutrinas opostas aos dogmas da Igreja Católica); 3) justificar a fé cristã. Prof. Juliano Batista julianojbs@gmail.com
  • 4. 1ª Parte: Agostinho nasceu em Tagaste, norte da África, e teve uma formação humanística, nas áreas de Gramática e Retórica. 2ª Parte: Tempos depois, já com 19 anos, foi para Cartago onde viveu por aproximadamente 10 anos e se tornou adepto e defensor da doutrina maniqueísta. Para sobreviver nesta cidade Agostinho dava aulas de retórica. 3ª Parte: Na tentativa de melhorar de vida, Agostinho foi ser professor em Roma, onde permaneceu por apenas 1 ano, mas tempo suficiente para abandonar o maniqueísmo e adotar o ceticismo como concepção filosófica. Neste mesmo ano ele recebe uma proposta para ser professor de Retórica em Milão a convite de Símaco. 4ª Parte: Em Milão, Agostinho abandona o ceticismo e adota o neoplatonismo de Plotino, e também o pensamento cristão. Esse último por influência do bispo Ambrósio de Hipona, que lhe apresentou as leituras de São Paulo. Caminho Intelectual de Agostinho Prof. Juliano Batista julianojbs@gmail.com
  • 5. Portanto, pode-se concluir que Agostinho é neoplatônico e cristão, pois utilizou, principalmente, as teorias de Platão para fundar as bases intelectuais do cristianismo no Ocidente. Pensamento de Platão: Pensamento de Agostinho: Caminho Intelectual de Agostinho - Mundo das Ideias - Cidade de Deus Veja: - Mundo das Sombras - Cidade dos Homens - Ideias - O pensamento de Deus - Cópias - Criações de Deus - Alma - Sopro divino - Demiurgo - Deus ou Luz - Imagem e semelhança de Deus- Homem Prof. Juliano Batista
  • 6. - Maniqueus: afirmam a existência de dois seres supremos e iguais que garantem a ordem do universo, a saber: o bem e o mal. - Donatistas: negam a validade dos sacramentos ministrados por pessoas pecadoras ou indignas de Deus. - Pelagianos: negam o pecado original (Adão e Eva) e, consequentemente, a necessidade de redenção – salvação ou resgate por Jesus Cristo. - Céticos: negam a possibilidade de alcançar o conhecimento verdadeiro, seja ele qual for, por isso defendem a suspensão do juízo. Adversários de Agostinho Prof. Juliano Batista
  • 7. Imagem dos Adversários de Agostinho Maniqueísmo A dúvida é um importante preceito cético. Prof. Juliano Batista julianojbs@gmail.com
  • 8. Agostinho coloca dois problemas para essa teoria: 1º É possível conhecer a verdade? 2º Se for possível conhecer a verdade, como é possível conhecê-la? A primeira questão Agostinho responde fazendo uma crítica ao ceticismo absoluto de Górgias de Leontini e ao ceticismo da terceira academia platônica, cujo pensamento é fundado por Pírron de Élis. Para tanto, ele demonstra que é sim possível conhecer com certeza algumas verdades, como por exemplo: - O princípio da não-contradição; - A própria existência; - Axiomas do tipo: o todo é maior do que as partes. Resposta do primeiro problema: Teoria do Conhecimento Agostiniana Prof. Juliano Batista
  • 9. Teoria do Conhecimento Agostiniana Homem = corpo + alma + nous - Corpo: ao contrário da filosofia greco-romana, em Agostinho, o corpo não adquire nenhum tipo de conhecimento, servindo apenas como mediador da alma com as coisas perceptíveis de modo indutivo; - Alma: representa em Agostinho os sentidos. Ou seja, refere-se às sensações como uma atividade exclusiva da alma, que através do corpo recebe a impressão de outros corpos; - Nous: representa a razão natural/inferior/humana, que possui a capacidade de interpretar, por abstração/dedução, as leis que regem a natureza.  Razão Superior = Nous + Iluminação Divina = Verdades Eternas Prof. Juliano Batista julianojbs@gmail.com
  • 10. Para responder a segunda questão, Agostinho distingue... Teoria do Conhecimento Agostiniana Razão Superior, Razão Inferior e Sentidos 1º. três operações da mente humana: 2º três grupos de objetos conhecidos: Verdades Eternas, Leis Naturais e Qualidade dos Corpos 3º três tipos possíveis de conhecimento: Divino/Sacro, Científico/Episteme e Sensível/Opinião Prof. Juliano Batista
  • 11. Teoria do Conhecimento Agostiniana Operações da Mente Grupos de Objetos Tipos de Conhecimento - Sentidos Qualidade dos Corpos Conhecimento Sensível: opinião - Razão Inferior/Natural Leis da Natureza Conhec. Científico: epistemologia - Razão Superior (Razão Natural e Iluminação Divina) Verdades Eternas Conhecimento Divino Prof. Juliano Batista
  • 12. - O conhecimento sensível é obtido pelos sentidos (raciocínio indutivo), que possui como objeto de estudo a qualidade dos corpos (cores, sons, cheiro, tato e paladar). Esse conhecimento é acessível a todos os homens salutares, pois se encontra no plano material/corpóreo (concreto). - O conhecimento científico é obtido pela razão inferior/comum/natural ou intelecto humano (raciocínio dedutivo), que possui como objeto de estudo as leis naturais. Esse conhecimento é acessível a todos os homens salutares, pois se encontra no plano material/corpóreo (abstrato). - O conhecimento divino é obtido pela razão superior (razão inferior e iluminação divina), que possui como objeto de estudo as Verdades Eternas. Esse conhecimento, espiritual/imaterial/incorpóreo, é acessível somente a alguns homens, pois poucos são os escolhidos – Iluminados. Tipologias Cognitivas Agostiniana Prof. Juliano Batista julianojbs@gmail.com
  • 13. Agora você já sabe que a Teoria da Iluminação Divina, em Santo Agostinho, possui duas interpretações possíveis, são elas: 1ª. Na Teoria do Conhecimento: que é o modo como os homens alcançam conhecimento divino ou ideias da mente de Deus, que é a única Verdade Eterna, que é a própria revelação; e Sagrado vs. Profano 2ª. Na Ética: que é o modo como os homens decidem suas ações, ora pela vontade humana (pecado) ora pela vontade divina (salvação). julianojbs@gmail.com
  • 14. Vale ressaltar que Agostinho, assim como Platão, acredita que as verdades não podem vir da experiência sensível. Todavia, Agostinho ao contrário de Platão, não admite a pré-existência das almas, negando pois, a Teoria da Reminiscência platônica que defende a metempsicose como processo de evolução das almas. Na reminiscência agostiniana a recordação é pela Iluminação. Nesse sentido não há reencarnação, mas somente a ressurreição dos corpos, pois o homem é salvo pela Luz Divina, que o cria o conduz e o espera no juízo final. Teorias da Reminiscência Teoria da Reminiscência Platônica Teoria da Reminiscência Agostiniana≠ -Teoria da Reminiscência Platônica: a recordação das ideias inatas (matemática/ciência e filosofia) ocorre em todos os homens através da metempsicose. -Teoria da Reminiscência Agostiniana: a recordação das ideias inatas (Verdades Eternas – Deus) ocorre em poucos homens através da Iluminação Divina.
  • 15. - Para Agostinho a razão tenta explicar o que a fé antecipou. Logo, a razão conhece, mas é a fé, Iluminação Divina, que permite dizer se tal conhecimento é verdadeiro. Neste sentido, a Iluminação é uma Luz especial e incorpórea que permite aos predestinados chegarem até Deus. - Fé em Agostinho não significa somente crer em Deus. O conceito de fé tem um sentido mais amplo, que é ser escolhido por Deus. - O Concílio de Cartago em 417 d.C., presidido pelo Papa Zózimo, condenou como heresia a teoria teológica de Pelágio, que afirmava ser as boas obras e a boa vontade, autonomia do sujeito, suficientes para a salvação. Importantes Considerações em Agostinho Máxima: “Creio tudo o que entendo, mas nem tudo que creio também entendo. Tudo o que compreendo conheço, mas nem tudo que creio conheço”. Agostinho. De Magistro. São Paulo: Abril Cultural, 1973. p. 319. Coleção "Os Pensadores". Prof. Juliano Batista
  • 16.  Afirma que a salvação depende da graça ou Iluminação Divina. Afirma que as ações (atos humanos) devem ser determinados pela razão. Neste sentido o sujeito (indivíduo) se identifica com o cidadão da pólis, isto é, como homem político e social que possui a autonomia de sua vida moral. Afirma que as ações (atos humanos) são determinados pela vontade. Neste sentido o sujeito (indivíduo) se identifica com o próprio homem ou com Deus, isto é, com a necessidade de salvação ou graça divina. Filosofias da Moral Filosofia greco-romano-cristã (patrística latina): ética cristã Filosofia greco-romana: ética pagã Prof. Juliano Batista julianojbs@gmail.com
  • 17. Ética pagã vs. Ética cristã Nos moldes de Agostinho...  Ética pagã: ação determinada pela razão. Conceito negado por Agostinho.  Ética cristã: ação determinada pela vontade. Conceito proposto por Agostinho. Nela há dois tipos de ações possíveis da vontade, são elas: 1ª. Vontade de Deus, que representa: o bem, a submissão, o espírito e a liberdade. Caminho da salvação, mas só para alguns escolhidos por Deus; 2ª. Vontade do homem, que representa: o mal, a autonomia, o corpo e a escravidão. Caminho do pecado. A escolha de qual vontade seguir depende do livre arbítrio.
  • 18. ABBAGNANO, Nicola. História da Filosofia. Lisboa: Presença, 1992. ARANHA, M. L. & MARTINS, M. H. P. Filosofando. São Paulo: Moderna, 2003. CHAUÍ, M. Convite à filosofia. São Paulo: Ática, 2003. CHALITA, G. Vivendo a filosofia. São Paulo: Atual, 2002. COTRIM, G. Fundamentos da filosofia. São Paulo: Saraiva, 2002 [e 2006]. GILES, T. R. Introdução à Filosofia. São Paulo: EDUSP, 1979. MANDIN, B. Os filósofos do ocidente. São Paulo: Paulus, 1982. OLIVEIRA, A. M. (org.). Primeira filosofia. São Paulo: Brasiliense, 1996. REZENDE, A. (org.). Curso de filosofia; para professores e alunos dos cursos de segundo grau e de graduação. Rio de Janeiro: Jorge Zahar editor, 2002. Referências Bibliográficas Prof. Juliano Juliano.filosofia@gmail.com