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PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO
Docente:José Vitor Ferreira Alves
2015
Documento que descreve o trabalho a ser executado, pois
contém as instruções sequenciais das operações e a frequência
de execução, especificando o responsável pela execução,
listagem dos equipamentos, peças e materiais utilizados na
tarefa; descrição dos procedimentos da tarefa por atividades
críticas, de operação e pontos proibidos de cada tarefa;
roteiro de inspeção periódica dos equipamentos de produção.
 Responsabilidade do Diretor do laboratório (ou pessoa por ele
designada)
O Procedimento Operacional Padrão (POP), seja
técnico ou gerencial, é a base
para garantia da padronização de suas tarefas e
assim garantirem a seus usuários um serviço ou
produto livre de variações indesejáveis na sua
qualidade final.
Estamos falando da padronização de ensaios
analíticos de forma a garantir a nossos clientes a
metodologia mais satisfatória e adequada para
processamento de suas amostras e para isso a
implantação de procedimentos revisados e
previamente aprovados se faz não só necessária,
como também uma base sólida para a busca de um
padrão analítico satisfatório.
Em laboratórios clínicos a maior parte dos exames
são realizados com reativos fabricados em escala
industrial, previamente testados e de comprovada
origem científica, com bula inclusa. E ainda
equipamentos automatizados com manuais cada
vez mais completos
 O laboratório deverá definir, documentar e manter
um programa para controlar os seus procedimentos e
documentos pertinentes (livros, especificações,
tabelas, gráficos, desenhos, pôsteres, regulamentos,
normas, etc), seja de fonte interna ou externa,
que fazem parte da documentação da Qualidade.
 A versão implementada deverá ser a atual, portanto
nunca deixe um procedimento obsoleto (versão
anterior) circular pelo laboratório.
 A substituição é imediata e sua circulação sempre
controlada. Tais procedimentos deverão ser sempre
revisados (pelo menos anualmente, mesmo que
aparentemente isto não se faça necessário).
 Padronizar e minimizar a ocorrência de desvios na execução de
tarefas fundamentais, para o funcionamento correto do processo.
 Um POP coerente garante ao usuário que a qualquer momento
que ele se dirija ao estabelecimento, as ações tomadas para
garantir a qualidade sejam as mesmas, de um turno para outro,
de um dia para outro.
 Aumenta-se a previsibilidade de seus resultados, minimizando as
variações causadas por imperícia e adaptações aleatórias,
independente de falta, ausência parcial ou férias de um
funcionário.
 Além disso, o POP também tem uma finalidade interna de ser um
ótimo instrumento para a Gerência da Qualidade para praticar
auditorias internas. Ou seja, funcionários de um setor auditam
outro setor e de posse de um POP do setor auditado o auditor
encontra subsídios técnicos para indagações e verificação de
eficácia da metodologia, assim como sua familiarização entre os
auditados.
 Itens obrigatórios
✓ Nome do laboratório;
✓ Título;
✓ Identificação, assinatura e data da
elaboração, revisão e aprovação do POP;
✓ Número da versão atual;
✓ Número do documento;
✓ Paginação;
✓ Abrangência, distribuição; Números de
cópias.
 Itens obrigatórios, caso seja um procedimento analítico
✓ Princípio do teste;
✓ Aplicação clínica;
✓ Amostra analisada;
✓ Padrões, controles, reativos e outros insumos;
✓ Equipamentos (uso, calibração e manutenção
preventiva);
✓ Passo a passo do ensaio (fase analítica detalhada);
✓ Cálculos (quando aplicável);
✓ Controle da Qualidade (externo e interno);
✓ Interferentes e reações cruzadas;
✓ Valores de referência;
✓ Linearidade, limites de detecção e limitações do
método;
✓ Interpretação dos resultados;
✓ Referências.
 Todos os POP do laboratório devem conter itens e informações
que facilitem o entendimento do leitor. A linguagem utilizada no
POP deverá estar de acordo com o grau de instrução das pessoas
envolvidas nas tarefas, portanto dê preferência para uma
linguagem simples e objetiva. Evite copiar procedimentos de
livros ou de outras organizações, pois os procedimentos devem se
ajustar ao seu laboratório.
 A elaboração do POP deve ser feita por um funcionário treinado,
habilitado e qualificado para a execução de sua tarefa. Essa
pessoa é quem deve escrever o procedimento, por estar
familiarizada com fatores que influenciam seu processo analítico,
manuseio da amostra, aplicação e interpretação de seus
controles internos e externos, manutenção e operação de
equipamentos de sua área.
 Alguns documentos possuem fotos, imagens ou esquemas, que
são excelentes ferramentas que auxiliam na memorização e no
entendimento do conteúdo.
 Procedimento para coleta das amostras
 Estabelece regras e condutas satisfatórias de coleta de amostras
primárias e seus recipientes, de forma a não invalidarem o resultado da
análise.
 Procedimento para identificação das amostras
 Descreve a sistemática de identificação das amostras, seja por rótulo de
código de barras ou numeração sequencial. A identificação deve ser
unívoca e respeitada por todo o tempo em que a amostra se encontrar no
laboratório, mesmo que aliquotada.
 Procedimento para transporte das amostras
 Define as condições de transporte desejáveis para a segurança das
pessoas e do meio ambiente, além da manutenção da integridade das
propriedades físicas das amostras.
 Procedimento para rejeição das amostras
 São os critérios que o laboratório tem para recusa de processamento da
amostra no laboratório como identificação duvidosa, falta de informações
necessárias ou ainda por critérios técnicos.
 Procedimento para aceitação das amostras comprometidas
 São os critérios que o laboratório deverá ter para aceitar amostras que
não estão em suas condições ideais especificadas. Porém, em condições
de análise, a natureza deste desvio deverá constar no laudo final de
ensaio e requerendo cuidados para sua interpretação clínica, quando
aplicável.
 Procedimento para manuseio das amostras
 Procedimento que define a forma com a qual amostra deverá ser
manuseada por todos aqueles que tenham contato direto com ela, de
forma a não alterá-la fisicamente e nem perder suas características
mensuráveis.
 Procedimento para armazenamento das amostras
 Condições necessárias de estocagem e armazenamento de amostras de
forma a garantir a manutenção de sua integridade para posterior análise,
transporte, terceirização, re-análise ou para aceitação de pedido para
adição de novos exames para a mesma amostra.
 Procedimento para confidencialidade dos dados das amostras
 Defende os interesses de propriedade dos pacientes, ou seja, os
resultados dos exames são de interesse somente do paciente, ele é o
dono do laudo e do seu conteúdo. O laboratório deverá dispor de uma
sistemática para proteger a confidencialidade dos exames dos seus
usuários.
 Procedimento para terceirização de exames
 Define quais são os exames terceirizados e como o laboratório deverá
proceder diante da terceirização de seus exames. Neste procedimento o
laboratório chamado de apoio a ser definido deverá passar por um
critério rigoroso de seleção, pois todos os exames analisados por ele
serão de co-responsabilidade do laboratório que colheu e enviou a
amostra.
 Procedimento para controle da Qualidade Interno
 Define o uso de um controle interno pelo laboratório, periodicidades,
valores de aceitação de desvio padrão para cada mensurando e ainda as
responsabilidades do pessoal envolvido.
 Procedimento para controle de Qualidade Externo
 Deve criar uma sistemática de participação regular em um programa de
ensaio de proficiência que englobe os itens de ensaio que o laboratório
analise. O laboratório deverá procurar a participação em comparações
interlaboratoriais (ideal de 10 laboratórios) e que sejam comparados seus
resultados e uma análise crítica desses valores obtidos seja realizada
imediatamente por pessoal qualificado.
 Procedimento para descarte seguro das amostras
 Instruções para realizar um descarte das amostras biológicas de forma
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Aula 6 POP

  • 2. Documento que descreve o trabalho a ser executado, pois contém as instruções sequenciais das operações e a frequência de execução, especificando o responsável pela execução, listagem dos equipamentos, peças e materiais utilizados na tarefa; descrição dos procedimentos da tarefa por atividades críticas, de operação e pontos proibidos de cada tarefa; roteiro de inspeção periódica dos equipamentos de produção.  Responsabilidade do Diretor do laboratório (ou pessoa por ele designada)
  • 3. O Procedimento Operacional Padrão (POP), seja técnico ou gerencial, é a base para garantia da padronização de suas tarefas e assim garantirem a seus usuários um serviço ou produto livre de variações indesejáveis na sua qualidade final. Estamos falando da padronização de ensaios analíticos de forma a garantir a nossos clientes a metodologia mais satisfatória e adequada para processamento de suas amostras e para isso a implantação de procedimentos revisados e previamente aprovados se faz não só necessária, como também uma base sólida para a busca de um padrão analítico satisfatório. Em laboratórios clínicos a maior parte dos exames são realizados com reativos fabricados em escala industrial, previamente testados e de comprovada origem científica, com bula inclusa. E ainda equipamentos automatizados com manuais cada vez mais completos
  • 4.  O laboratório deverá definir, documentar e manter um programa para controlar os seus procedimentos e documentos pertinentes (livros, especificações, tabelas, gráficos, desenhos, pôsteres, regulamentos, normas, etc), seja de fonte interna ou externa, que fazem parte da documentação da Qualidade.  A versão implementada deverá ser a atual, portanto nunca deixe um procedimento obsoleto (versão anterior) circular pelo laboratório.  A substituição é imediata e sua circulação sempre controlada. Tais procedimentos deverão ser sempre revisados (pelo menos anualmente, mesmo que aparentemente isto não se faça necessário).
  • 5.
  • 6.  Padronizar e minimizar a ocorrência de desvios na execução de tarefas fundamentais, para o funcionamento correto do processo.  Um POP coerente garante ao usuário que a qualquer momento que ele se dirija ao estabelecimento, as ações tomadas para garantir a qualidade sejam as mesmas, de um turno para outro, de um dia para outro.  Aumenta-se a previsibilidade de seus resultados, minimizando as variações causadas por imperícia e adaptações aleatórias, independente de falta, ausência parcial ou férias de um funcionário.
  • 7.  Além disso, o POP também tem uma finalidade interna de ser um ótimo instrumento para a Gerência da Qualidade para praticar auditorias internas. Ou seja, funcionários de um setor auditam outro setor e de posse de um POP do setor auditado o auditor encontra subsídios técnicos para indagações e verificação de eficácia da metodologia, assim como sua familiarização entre os auditados.
  • 8.  Itens obrigatórios ✓ Nome do laboratório; ✓ Título; ✓ Identificação, assinatura e data da elaboração, revisão e aprovação do POP; ✓ Número da versão atual; ✓ Número do documento; ✓ Paginação; ✓ Abrangência, distribuição; Números de cópias.
  • 9.  Itens obrigatórios, caso seja um procedimento analítico ✓ Princípio do teste; ✓ Aplicação clínica; ✓ Amostra analisada; ✓ Padrões, controles, reativos e outros insumos; ✓ Equipamentos (uso, calibração e manutenção preventiva); ✓ Passo a passo do ensaio (fase analítica detalhada); ✓ Cálculos (quando aplicável); ✓ Controle da Qualidade (externo e interno); ✓ Interferentes e reações cruzadas; ✓ Valores de referência; ✓ Linearidade, limites de detecção e limitações do método; ✓ Interpretação dos resultados; ✓ Referências.
  • 10.  Todos os POP do laboratório devem conter itens e informações que facilitem o entendimento do leitor. A linguagem utilizada no POP deverá estar de acordo com o grau de instrução das pessoas envolvidas nas tarefas, portanto dê preferência para uma linguagem simples e objetiva. Evite copiar procedimentos de livros ou de outras organizações, pois os procedimentos devem se ajustar ao seu laboratório.  A elaboração do POP deve ser feita por um funcionário treinado, habilitado e qualificado para a execução de sua tarefa. Essa pessoa é quem deve escrever o procedimento, por estar familiarizada com fatores que influenciam seu processo analítico, manuseio da amostra, aplicação e interpretação de seus controles internos e externos, manutenção e operação de equipamentos de sua área.  Alguns documentos possuem fotos, imagens ou esquemas, que são excelentes ferramentas que auxiliam na memorização e no entendimento do conteúdo.
  • 11.  Procedimento para coleta das amostras  Estabelece regras e condutas satisfatórias de coleta de amostras primárias e seus recipientes, de forma a não invalidarem o resultado da análise.  Procedimento para identificação das amostras  Descreve a sistemática de identificação das amostras, seja por rótulo de código de barras ou numeração sequencial. A identificação deve ser unívoca e respeitada por todo o tempo em que a amostra se encontrar no laboratório, mesmo que aliquotada.  Procedimento para transporte das amostras  Define as condições de transporte desejáveis para a segurança das pessoas e do meio ambiente, além da manutenção da integridade das propriedades físicas das amostras.
  • 12.  Procedimento para rejeição das amostras  São os critérios que o laboratório tem para recusa de processamento da amostra no laboratório como identificação duvidosa, falta de informações necessárias ou ainda por critérios técnicos.  Procedimento para aceitação das amostras comprometidas  São os critérios que o laboratório deverá ter para aceitar amostras que não estão em suas condições ideais especificadas. Porém, em condições de análise, a natureza deste desvio deverá constar no laudo final de ensaio e requerendo cuidados para sua interpretação clínica, quando aplicável.  Procedimento para manuseio das amostras  Procedimento que define a forma com a qual amostra deverá ser manuseada por todos aqueles que tenham contato direto com ela, de forma a não alterá-la fisicamente e nem perder suas características mensuráveis.
  • 13.  Procedimento para armazenamento das amostras  Condições necessárias de estocagem e armazenamento de amostras de forma a garantir a manutenção de sua integridade para posterior análise, transporte, terceirização, re-análise ou para aceitação de pedido para adição de novos exames para a mesma amostra.  Procedimento para confidencialidade dos dados das amostras  Defende os interesses de propriedade dos pacientes, ou seja, os resultados dos exames são de interesse somente do paciente, ele é o dono do laudo e do seu conteúdo. O laboratório deverá dispor de uma sistemática para proteger a confidencialidade dos exames dos seus usuários.  Procedimento para terceirização de exames  Define quais são os exames terceirizados e como o laboratório deverá proceder diante da terceirização de seus exames. Neste procedimento o laboratório chamado de apoio a ser definido deverá passar por um critério rigoroso de seleção, pois todos os exames analisados por ele serão de co-responsabilidade do laboratório que colheu e enviou a amostra.
  • 14.  Procedimento para controle da Qualidade Interno  Define o uso de um controle interno pelo laboratório, periodicidades, valores de aceitação de desvio padrão para cada mensurando e ainda as responsabilidades do pessoal envolvido.  Procedimento para controle de Qualidade Externo  Deve criar uma sistemática de participação regular em um programa de ensaio de proficiência que englobe os itens de ensaio que o laboratório analise. O laboratório deverá procurar a participação em comparações interlaboratoriais (ideal de 10 laboratórios) e que sejam comparados seus resultados e uma análise crítica desses valores obtidos seja realizada imediatamente por pessoal qualificado.  Procedimento para descarte seguro das amostras  Instruções para realizar um descarte das amostras biológicas de forma segura para o meio ambiente, para o laboratório e para seus funcionários.
  • 15.  Redija um POP de como proceder a focagem de um microscópio.