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HIDROTERAPIA
Professor: Cleanto Santos Vieira
Cap 2: Programa de Exercícios
Aquáticos Terapêuticos
HIDROTERAPIA
 Fundamentos do programa:
 Objetivo Terapêutico
 As sessões individuais devem se focar no
relaxamento, no condicionamento
aeróbio, ou em uma combinação de
objetivos.
 O projeto das instalações deve estar de
acordo às necessidades dos pacientes e
terapêutas.
 Pacientes com dor, dor ao movimento,
movimentação articular limitada,
fraqueza, edema e com coordenação e
equilíbrio deficientes são beneficiados
com TTO aquático.
 Considerar as restrições relacionadas ao
local (dimensões, posição da piscina).
Cap 2: Programa de
Exercícios
Aquáticos Terapêuticos
HIDROTERAPIA
 Profundidade:
 A profundidade da água deve ser
ajustada para o tipo de programa ou
para a patologia tratada.
 Técnicas de Bad Ragaz necessitam de
água na altura do peito.
 Lesões esportivas ou de
condicionamento aeróbio vão utilizar
piscina funda (deep water).
 Pode-se utilizar piscinas com fundo
móvel , mas são projetos caríssimos e
fora do padrão aquisitivo brasileiro.
 Em piscinas com variação de
rofundidade o declive deve
apresentar uma queda de 1 a 16˚ de
inclinação.
Cap 2: Programa de
Exercícios
Aquáticos Terapêuticos
HIDROTERAPIA
 Temperatura:
 A temperatura deve estar entre
33 a 37˚ centígrados.
 Para condicionamento aeróbio
deve estar entre 27 e 30˚
centígrados.
 Dependendo do número de
pacientes e o espaço pode-se
pensar na construção de uma 2ª
piscina (mais fria ou mais
aquecida).
Cap 2: Programa de
Exercícios
Aquáticos Terapêuticos
HIDROTERAPIA
Projeto:
 Os arredores da piscina -> a área da piscina
é controlada pelas instalações gerais. O
acesso direto de fora para o local da piscina
não é aconselhado, é importante minimizar
a perda de calor e prevenir os “golpes de
ar”.
 A área circundante a piscina deve apresentar
corredores largos para comportar a
passagem de cadeiras de rodas e macas,
facilitando o acesso.
 Corrimãos instalados nas paredes dos
corredores próximos são benéficos para os
pacientes que apresentem pouco equilíbrio
e coordenação.
Cap 2: Programa de
Exercícios
Aquáticos Terapêuticos
HIDROTERAPIA
 As portas devem se abrir
facilmente e permanecer
abertas para facilitar o acesso
aos pacientes com muletas,
cadeiras de roda ou macas.
 Portas externas devem ser
equipadas com trancas, e se
nenhum funcionário que
trabalhe no local estiver
presente, devem permanecer
fechadas e seguras.
Cap 2: Programa de
Exercícios
Aquáticos Terapêuticos
HIDROTERAPIA
 A recepção e sala de espera
devem ser amplas permitindo que
os pacientes em cadeiras de rodas
possam manobrar seguramente e
parar num local do saguão sem
bloquear as entradas.
 Água potável e refrescos devem
estar disponíveis aos pacientes
assim como telefone para acesso
imediato.
Cap 2: Programa de
Exercícios
Aquáticos Terapêuticos
HIDROTERAPIA
 Os vestiários precisam ser
amplos para permitirem a
movimentação de uma ou duas
cadeiras de roda.
 Devem dispor de bancos,
cadeiras, tomadas para
secadores de cabelo.
 O chão deve ter piso anti-
derrapante e uma leve
inclinação em direção ao ralo
de escoamento.
Cap 2: Programa de
Exercícios
Aquáticos Terapêuticos
HIDROTERAPIA
 A temperatura ambiente
confortável deve ficar por volta de
20 a 25° centígrados, a sua
manutenção é importante para o
conforto dos pacientes e
funcionários.
 A constante evaporação da água da
piscina requer um sistema de
exaustão eficiente (na área da
piscina a temp. de 25° C e uma
umidade relativa do ar próxima de
55% são mais adequadas.
 Toda piscina terapêutica deve ter
um sistema de alarme e telefone.
 O alarme deve ser exclusivo para a
área da piscina e alto o suficiente
para que as pessoas que trabalhem
em outras áreas da clínica possam
ouvi-lo
Cap 2: Programa de
Exercícios
Aquáticos Terapêuticos
HIDROTERAPIA
 A sala de serviços deve estar
próxima a piscina propiciando
segurança para a estocagem dos
produtos químicos da piscina,
equipamentos e materiais de
limpeza e suplementos adicionais.
 A sala de máquinas geralmente é
separada da área da piscina mas
próxima a ela (lembrar que
quanto mais próxima possível
requer menor encanamento,
reduzindo custos e perdas
termais.
 Deve-se utilizar o aquecimento
solar em alternativa ao
aquecimento elétrico ou a gaz.
Cap 2: Programa de
Exercícios
Aquáticos Terapêuticos
HIDROTERAPIA
 Toalhas e trajes de banho
também são necessários na
terapia aquática.
 Uma lavanderia pode ser
necessária (lavagem de
todo enxoval da clínica).
Cap 2: Programa de
Exercícios
Aquáticos Terapêuticos
HIDROTERAPIA
A piscina:
 Existem muitos tamanhos e formatos
de piscinas terapêuticas, sendo as
mais comuns em forma de retângulo.
 Os tamanhos também podem ser
variados (depende muito do
custo/benefício).
 Deve ter profundidade e largura
suficientes para que se possa executar
técnicas de reabilitação e programas
de reeducação de caminhadas.
 A superfície do chão não deve ser
escorregadia, a cor deve ser clara,
com tons contrastantes indicando a
entrada, a saída e as mudanças de
profundidade.
Cap 2: Programa de
Exercícios
Aquáticos Terapêuticos
HIDROTERAPIA
 Entrando e saindo da piscina:
 Tanto os pacientes como os
membros da equipe de trabalho
devem tomar banho com
sabonete antes e depois das
sessões na piscina.
 Podem ser utilizados vários
métodos de entrada e saída da
piscina para pacientes que não
possuem habilidade necessária
para o fazerem sozinhos.
Cap 2: Programa de
Exercícios
Aquáticos Terapêuticos
HIDROTERAPIA
Pureza da água:
 O produto mais comumente usado é o
cloro.
 Outras opções incluem a Bromina, que
alguns consideram menos agressiva à
pele, e o ozônio, que requer um
sistema de backup.
 O cloro pode ser aplicado via sistema
automático, como também
manualmente em forma granular.
 A nível da água deve ser mantido em
1,5 e 3,0 ppm por milhão e o nível de
cloro entre 0,5 e 1,5 ppm.
 O nível de cloro deve ser testado 2
vezes ao dia, preferencialmente antes
do uso da piscina na parte da manhã e
após o último uso no final da tarde.
Cap 2: Programa de
Exercícios
Aquáticos Terapêuticos
HIDROTERAPIA
 A manutenção do nível ideal
químico é muito importante.
 É importante que uma completa
filtragem da água ocorra a cada 4
horas.
 O nível ideal do pH está entre 7,5
e 8; um pH abaixo de 7,3 é
demasiado ácido podendo causar
irritações de pele e deixar os
olhos ardendo.
Cap 2: Programa de
Exercícios
Aquáticos Terapêuticos
HIDROTERAPIA
Contra-indicações para a terapia em
piscina:
- Doenças transmissíveis pela água (Tifo, cólera, desinteria);
- Febre alta – acima de 38° C;
- Insuficiência cardíaca;
- Doenças nos rins (Incontinência urinária, I.R.A -Inabilidade para fazer o ajustamento na perda de
fluidos);
- Desordens gastrointestinais;
- Doenças infecciosas;
- Feridas abertas;
- Doenças da pele com erupções (Pé de atleta – precisa ser curado antes);
- Tímpanos perfurados;
- Menstruação sem absorvente interno;
- Epilepsia
- Pressão arterial anormal (hipo-hipertensão), podem ser tratados em curtos períodos de tempo;
- Em TTO ou TTO recente com radiação (durante os últimos 3 meses);
- Baixa capacidade pulmonar vital (900-1500ml).
Cap 2: Programa de
Exercícios
Aquáticos Terapêuticos
HIDROTERAPIA
 Planejamento:
 Avaliação Física.
- Anormalidades posturais;
- Nível de possibilidade de
deambulação (anormalidades da
marcha);
- Habilidades nas AVDs ou
capacidade funcional;
- ADM (ativa e passiva);
- Testes de resistência muscular;
- Aparência (por exemplo, inchaço,
atrofia);
- Nível de dor (em escala de 1 a
10).
Cap 2: Programa de
Exercícios
Aquáticos Terapêuticos
HIDROTERAPIA
Avaliação subjetiva:
 A avaliação subjetiva fornece detalhes que
podem influenciar o resultado do
programa.
 O terapeuta deve registrar:
1. Informações do paciente (ficha
cadastral);
2. Histórico geral familiar;
3. Histórico da patologia (data da lesão,
início da dor);
4. Comportamento e sintomas num
período superior a 24 horas;
5. Condição pós-cirúrgica (se for o caso);
6. Avaliação das habilidades aquáticas ou
tendência a hidrofobia.
Cap 2: Programa de
Exercícios
Aquáticos Terapêuticos
HIDROTERAPIA
 Plano de TTO aquático:
 O planejamento precisa incluir objetivos
de curto, médio e longo prazos.
 O objetivo de longo prazo é aquele
mensurável final, esperado na conclusão
do TTO.
 Deve-se determinar outros detalhes do
plano:
1. A frequência do TTO (geralmente de 2
a 5 vezes na semana);
2. A intensidade do programa, baseado
no nível inicial ou fase;
3. Quando o paciente deve começar o
exercício aquático (depende da lesão,
patologia, se há ferimento aberto);
4. A duração da sessão de exercício
aquático.
Cap 2: Programa de
Exercícios
Aquáticos Terapêuticos
HIDROTERAPIA
Primeira fase:
 Pós-cirúrgica ou aguda -> Nessa
fase geralmente há dor,
inflamação, inchaço, perda de
função.
 O paciente inicia assim que tenha
ocorrido a cicatrização da incisão
(ferimentos abertos podem ser
cobertos com bandagens a prova
dágua).
 Preferencialmente iniciar 24 horas
após a lesão.
 Exercitar-se em água quente reduz
a dor.
Cap 2: Programa de
Exercícios
Aquáticos Terapêuticos
HIDROTERAPIA
Nessa fase a
prioridade são:
 1. exercícios de fortalecimento e
ADM suaves nas articulações
imediatamente adjacentes;
 2. Alongamento suave da estrutura
em restabelecimento;
 3. Trabalho suave de ADM da
estrutura em restabelecimento (até
limite de dor) e utilizando apenas a
resistência da água;
 4. O uso de outras modalidades
terapêuticas (tração, gelo,
ultrassom) para ajudar a reduzir a
dor, facilitando o exercício.
Cap 2: Programa de
Exercícios
Aquáticos Terapêuticos
HIDROTERAPIA
Segunda Fase – inicial:
 Nessa fase há uma diminuição geral dos
sintomas apresentados.
 As prioridades de exercício são:
 1. Exercícios específicos de alongamento;
 2. Uso de equipamentos de apoio e
assistência para maximizar a ADM,
utilizando apenas a resistência da água.
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aumento da dor.
 4. Restauração e manutenção da força
dos músculos adjacentes a estrutura em
reabilitação.
Cap 2: Programa de
Exercícios
Aquáticos Terapêuticos
HIDROTERAPIA
 Terceira Fase – intermediária:
 Nessa fase há dor intermitente
mínima, e todos os outros
sintomas são mínimos.
 O paciente deve incorporar
equipamentos para aumentar a
força e fazer contrações
musculares sem dor.
 A coordenação neuromuscular
deve estar quase normal, e as
estruturas próximas ter ao menos
50% de sua força e amplitude
restauradas.
Cap 2: Programa de
Exercícios
Aquáticos Terapêuticos
HIDROTERAPIA
 As prioridades de
exercícios da fase
intermediária são:
 1. Exercícios de
alongamento;
 2. Exercícios de resistência
progressiva moderada,
utilizando princípios
aquáticos (velocidade,
turbulência e área de
superfície;
 3. Movimentos de amplitude
total.
Cap 2: Programa de
Exercícios
Aquáticos Terapêuticos
HIDROTERAPIA
Quarta fase –
Avançada:
 O objetivo é maximizar a força, a
resistência e a ADM de movimento
para 90% do normal para o paciente.
 Alguns pacientes podem não passar
desse estágio.
 As prioridades nessa fase são:
 1. Exercícios de flexibilidade e ADM;
 2. Exercícios resistivos máximos;
 3. Resistência muscular (máximo
número de repetições);
 4. Coordenação neuromuscular.
Cap 2: Programa de
Exercícios
Aquáticos Terapêuticos
HIDROTERAPIA
Quinta Fase –
Integração à Terra:
 Esta fase é destinada a paciente que
podem fazer ambos os programas
(água e terra).
 O programa aquático deve incluir
treinamento aeróbio.
 Planejar a transferência para um
treinamento de manutenção
(comunitário ou em casa).
 O programa básico em terra deve
continuar promover a restauração
força e resistência muscular da área
lesionada.
Cap 2: Programa de
Exercícios
Aquáticos Terapêuticos
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
 FRANCIS I.N. Design of Therapeutic pools. Phisiotherapy 75:141-142,
1989.
 GOLLAND A. Basic Hydrotherapy. Physiotherapy 67:258-260 – 1981.
 JAMILSON L., OGDEN D. Aquatic Therapy PNF Patterns. Tucson,
Therapy Skill Builders, 1994.
 KISNER C., COLBY L. Therapeutic Exercise: Foudations and
Techniques. 2ª ed. Philadelphia, F.A. Davis, 1990.

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Hidroterapia programa de exercícios aquáticos terapêuticos - Aula 2

  • 1. HIDROTERAPIA Professor: Cleanto Santos Vieira Cap 2: Programa de Exercícios Aquáticos Terapêuticos
  • 2. HIDROTERAPIA  Fundamentos do programa:  Objetivo Terapêutico  As sessões individuais devem se focar no relaxamento, no condicionamento aeróbio, ou em uma combinação de objetivos.  O projeto das instalações deve estar de acordo às necessidades dos pacientes e terapêutas.  Pacientes com dor, dor ao movimento, movimentação articular limitada, fraqueza, edema e com coordenação e equilíbrio deficientes são beneficiados com TTO aquático.  Considerar as restrições relacionadas ao local (dimensões, posição da piscina). Cap 2: Programa de Exercícios Aquáticos Terapêuticos
  • 3. HIDROTERAPIA  Profundidade:  A profundidade da água deve ser ajustada para o tipo de programa ou para a patologia tratada.  Técnicas de Bad Ragaz necessitam de água na altura do peito.  Lesões esportivas ou de condicionamento aeróbio vão utilizar piscina funda (deep water).  Pode-se utilizar piscinas com fundo móvel , mas são projetos caríssimos e fora do padrão aquisitivo brasileiro.  Em piscinas com variação de rofundidade o declive deve apresentar uma queda de 1 a 16˚ de inclinação. Cap 2: Programa de Exercícios Aquáticos Terapêuticos
  • 4. HIDROTERAPIA  Temperatura:  A temperatura deve estar entre 33 a 37˚ centígrados.  Para condicionamento aeróbio deve estar entre 27 e 30˚ centígrados.  Dependendo do número de pacientes e o espaço pode-se pensar na construção de uma 2ª piscina (mais fria ou mais aquecida). Cap 2: Programa de Exercícios Aquáticos Terapêuticos
  • 5. HIDROTERAPIA Projeto:  Os arredores da piscina -> a área da piscina é controlada pelas instalações gerais. O acesso direto de fora para o local da piscina não é aconselhado, é importante minimizar a perda de calor e prevenir os “golpes de ar”.  A área circundante a piscina deve apresentar corredores largos para comportar a passagem de cadeiras de rodas e macas, facilitando o acesso.  Corrimãos instalados nas paredes dos corredores próximos são benéficos para os pacientes que apresentem pouco equilíbrio e coordenação. Cap 2: Programa de Exercícios Aquáticos Terapêuticos
  • 6. HIDROTERAPIA  As portas devem se abrir facilmente e permanecer abertas para facilitar o acesso aos pacientes com muletas, cadeiras de roda ou macas.  Portas externas devem ser equipadas com trancas, e se nenhum funcionário que trabalhe no local estiver presente, devem permanecer fechadas e seguras. Cap 2: Programa de Exercícios Aquáticos Terapêuticos
  • 7. HIDROTERAPIA  A recepção e sala de espera devem ser amplas permitindo que os pacientes em cadeiras de rodas possam manobrar seguramente e parar num local do saguão sem bloquear as entradas.  Água potável e refrescos devem estar disponíveis aos pacientes assim como telefone para acesso imediato. Cap 2: Programa de Exercícios Aquáticos Terapêuticos
  • 8. HIDROTERAPIA  Os vestiários precisam ser amplos para permitirem a movimentação de uma ou duas cadeiras de roda.  Devem dispor de bancos, cadeiras, tomadas para secadores de cabelo.  O chão deve ter piso anti- derrapante e uma leve inclinação em direção ao ralo de escoamento. Cap 2: Programa de Exercícios Aquáticos Terapêuticos
  • 9. HIDROTERAPIA  A temperatura ambiente confortável deve ficar por volta de 20 a 25° centígrados, a sua manutenção é importante para o conforto dos pacientes e funcionários.  A constante evaporação da água da piscina requer um sistema de exaustão eficiente (na área da piscina a temp. de 25° C e uma umidade relativa do ar próxima de 55% são mais adequadas.  Toda piscina terapêutica deve ter um sistema de alarme e telefone.  O alarme deve ser exclusivo para a área da piscina e alto o suficiente para que as pessoas que trabalhem em outras áreas da clínica possam ouvi-lo Cap 2: Programa de Exercícios Aquáticos Terapêuticos
  • 10. HIDROTERAPIA  A sala de serviços deve estar próxima a piscina propiciando segurança para a estocagem dos produtos químicos da piscina, equipamentos e materiais de limpeza e suplementos adicionais.  A sala de máquinas geralmente é separada da área da piscina mas próxima a ela (lembrar que quanto mais próxima possível requer menor encanamento, reduzindo custos e perdas termais.  Deve-se utilizar o aquecimento solar em alternativa ao aquecimento elétrico ou a gaz. Cap 2: Programa de Exercícios Aquáticos Terapêuticos
  • 11. HIDROTERAPIA  Toalhas e trajes de banho também são necessários na terapia aquática.  Uma lavanderia pode ser necessária (lavagem de todo enxoval da clínica). Cap 2: Programa de Exercícios Aquáticos Terapêuticos
  • 12. HIDROTERAPIA A piscina:  Existem muitos tamanhos e formatos de piscinas terapêuticas, sendo as mais comuns em forma de retângulo.  Os tamanhos também podem ser variados (depende muito do custo/benefício).  Deve ter profundidade e largura suficientes para que se possa executar técnicas de reabilitação e programas de reeducação de caminhadas.  A superfície do chão não deve ser escorregadia, a cor deve ser clara, com tons contrastantes indicando a entrada, a saída e as mudanças de profundidade. Cap 2: Programa de Exercícios Aquáticos Terapêuticos
  • 13. HIDROTERAPIA  Entrando e saindo da piscina:  Tanto os pacientes como os membros da equipe de trabalho devem tomar banho com sabonete antes e depois das sessões na piscina.  Podem ser utilizados vários métodos de entrada e saída da piscina para pacientes que não possuem habilidade necessária para o fazerem sozinhos. Cap 2: Programa de Exercícios Aquáticos Terapêuticos
  • 14. HIDROTERAPIA Pureza da água:  O produto mais comumente usado é o cloro.  Outras opções incluem a Bromina, que alguns consideram menos agressiva à pele, e o ozônio, que requer um sistema de backup.  O cloro pode ser aplicado via sistema automático, como também manualmente em forma granular.  A nível da água deve ser mantido em 1,5 e 3,0 ppm por milhão e o nível de cloro entre 0,5 e 1,5 ppm.  O nível de cloro deve ser testado 2 vezes ao dia, preferencialmente antes do uso da piscina na parte da manhã e após o último uso no final da tarde. Cap 2: Programa de Exercícios Aquáticos Terapêuticos
  • 15. HIDROTERAPIA  A manutenção do nível ideal químico é muito importante.  É importante que uma completa filtragem da água ocorra a cada 4 horas.  O nível ideal do pH está entre 7,5 e 8; um pH abaixo de 7,3 é demasiado ácido podendo causar irritações de pele e deixar os olhos ardendo. Cap 2: Programa de Exercícios Aquáticos Terapêuticos
  • 16. HIDROTERAPIA Contra-indicações para a terapia em piscina: - Doenças transmissíveis pela água (Tifo, cólera, desinteria); - Febre alta – acima de 38° C; - Insuficiência cardíaca; - Doenças nos rins (Incontinência urinária, I.R.A -Inabilidade para fazer o ajustamento na perda de fluidos); - Desordens gastrointestinais; - Doenças infecciosas; - Feridas abertas; - Doenças da pele com erupções (Pé de atleta – precisa ser curado antes); - Tímpanos perfurados; - Menstruação sem absorvente interno; - Epilepsia - Pressão arterial anormal (hipo-hipertensão), podem ser tratados em curtos períodos de tempo; - Em TTO ou TTO recente com radiação (durante os últimos 3 meses); - Baixa capacidade pulmonar vital (900-1500ml). Cap 2: Programa de Exercícios Aquáticos Terapêuticos
  • 17. HIDROTERAPIA  Planejamento:  Avaliação Física. - Anormalidades posturais; - Nível de possibilidade de deambulação (anormalidades da marcha); - Habilidades nas AVDs ou capacidade funcional; - ADM (ativa e passiva); - Testes de resistência muscular; - Aparência (por exemplo, inchaço, atrofia); - Nível de dor (em escala de 1 a 10). Cap 2: Programa de Exercícios Aquáticos Terapêuticos
  • 18. HIDROTERAPIA Avaliação subjetiva:  A avaliação subjetiva fornece detalhes que podem influenciar o resultado do programa.  O terapeuta deve registrar: 1. Informações do paciente (ficha cadastral); 2. Histórico geral familiar; 3. Histórico da patologia (data da lesão, início da dor); 4. Comportamento e sintomas num período superior a 24 horas; 5. Condição pós-cirúrgica (se for o caso); 6. Avaliação das habilidades aquáticas ou tendência a hidrofobia. Cap 2: Programa de Exercícios Aquáticos Terapêuticos
  • 19. HIDROTERAPIA  Plano de TTO aquático:  O planejamento precisa incluir objetivos de curto, médio e longo prazos.  O objetivo de longo prazo é aquele mensurável final, esperado na conclusão do TTO.  Deve-se determinar outros detalhes do plano: 1. A frequência do TTO (geralmente de 2 a 5 vezes na semana); 2. A intensidade do programa, baseado no nível inicial ou fase; 3. Quando o paciente deve começar o exercício aquático (depende da lesão, patologia, se há ferimento aberto); 4. A duração da sessão de exercício aquático. Cap 2: Programa de Exercícios Aquáticos Terapêuticos
  • 20. HIDROTERAPIA Primeira fase:  Pós-cirúrgica ou aguda -> Nessa fase geralmente há dor, inflamação, inchaço, perda de função.  O paciente inicia assim que tenha ocorrido a cicatrização da incisão (ferimentos abertos podem ser cobertos com bandagens a prova dágua).  Preferencialmente iniciar 24 horas após a lesão.  Exercitar-se em água quente reduz a dor. Cap 2: Programa de Exercícios Aquáticos Terapêuticos
  • 21. HIDROTERAPIA Nessa fase a prioridade são:  1. exercícios de fortalecimento e ADM suaves nas articulações imediatamente adjacentes;  2. Alongamento suave da estrutura em restabelecimento;  3. Trabalho suave de ADM da estrutura em restabelecimento (até limite de dor) e utilizando apenas a resistência da água;  4. O uso de outras modalidades terapêuticas (tração, gelo, ultrassom) para ajudar a reduzir a dor, facilitando o exercício. Cap 2: Programa de Exercícios Aquáticos Terapêuticos
  • 22. HIDROTERAPIA Segunda Fase – inicial:  Nessa fase há uma diminuição geral dos sintomas apresentados.  As prioridades de exercício são:  1. Exercícios específicos de alongamento;  2. Uso de equipamentos de apoio e assistência para maximizar a ADM, utilizando apenas a resistência da água.  3. Contração muscular sem significatico aumento da dor.  4. Restauração e manutenção da força dos músculos adjacentes a estrutura em reabilitação. Cap 2: Programa de Exercícios Aquáticos Terapêuticos
  • 23. HIDROTERAPIA  Terceira Fase – intermediária:  Nessa fase há dor intermitente mínima, e todos os outros sintomas são mínimos.  O paciente deve incorporar equipamentos para aumentar a força e fazer contrações musculares sem dor.  A coordenação neuromuscular deve estar quase normal, e as estruturas próximas ter ao menos 50% de sua força e amplitude restauradas. Cap 2: Programa de Exercícios Aquáticos Terapêuticos
  • 24. HIDROTERAPIA  As prioridades de exercícios da fase intermediária são:  1. Exercícios de alongamento;  2. Exercícios de resistência progressiva moderada, utilizando princípios aquáticos (velocidade, turbulência e área de superfície;  3. Movimentos de amplitude total. Cap 2: Programa de Exercícios Aquáticos Terapêuticos
  • 25. HIDROTERAPIA Quarta fase – Avançada:  O objetivo é maximizar a força, a resistência e a ADM de movimento para 90% do normal para o paciente.  Alguns pacientes podem não passar desse estágio.  As prioridades nessa fase são:  1. Exercícios de flexibilidade e ADM;  2. Exercícios resistivos máximos;  3. Resistência muscular (máximo número de repetições);  4. Coordenação neuromuscular. Cap 2: Programa de Exercícios Aquáticos Terapêuticos
  • 26. HIDROTERAPIA Quinta Fase – Integração à Terra:  Esta fase é destinada a paciente que podem fazer ambos os programas (água e terra).  O programa aquático deve incluir treinamento aeróbio.  Planejar a transferência para um treinamento de manutenção (comunitário ou em casa).  O programa básico em terra deve continuar promover a restauração força e resistência muscular da área lesionada. Cap 2: Programa de Exercícios Aquáticos Terapêuticos
  • 27. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS  FRANCIS I.N. Design of Therapeutic pools. Phisiotherapy 75:141-142, 1989.  GOLLAND A. Basic Hydrotherapy. Physiotherapy 67:258-260 – 1981.  JAMILSON L., OGDEN D. Aquatic Therapy PNF Patterns. Tucson, Therapy Skill Builders, 1994.  KISNER C., COLBY L. Therapeutic Exercise: Foudations and Techniques. 2ª ed. Philadelphia, F.A. Davis, 1990.